Diversos

Por que o asfalto brasileiro é mesmo uma porcaria

size_590_BR_210_-_AmapáNo primeiro semestre deste ano, o Tribunal de Contas da União (TCU) resolveu fazer uma fiscalização mais rigorosa e in loco de 11 estradas completamente novas ou refeitas pelo país. Em tese, todas elas deveriam cheirar a asfalto novo e serem lisas como o gelo de quadra de patinação (sem a parte escorregadia).

Mas o que o TCU encontrou, para ficar em um exemplo extremo, foi a BR-316, no Maranhão. Em seu primeiro ano de vida nova, ela já apresentava problemas em 82% de sua extensão, “inclusive com trechos em que não há mais revestimento asfáltico”, dizia o relatório do tribunal.

Era uma rodovia que deveria durar 8 anos, segundo o contrato.

Trata-se de um episódio absurdo, mas poucos brasileiros se dirão consternados por ele. Muito provavelmente, porque estes mesmos brasileiros se lembram das últimas obras de recapeamento de vias em suas cidades, tão comemoradas por políticos locais.

Na maior parte dos casos, como disse um especialista ouvido por EXAME.com, elas não duram “duas chuvas”.

Diante deste cenário, em que as autoridades desejam que os cidadãos comemorem operações tapa buraco – por si só um atestado de trabalho mal-feito, seja no projeto, na construção ou na manutenção – é de se perguntar porque as estradas em países desenvolvidos não só parecem melhores, como duram mais.

Para tirar o assunto a limpo, EXAME.com conversou com dois professores universitários que lidam com pavimentação diariamente tanto em sala de aula quanto na prática, por meio de empresas de consultoria em engenharia.

As declarações, cujos trechos estão transcritos abaixo, não são nada surpreendentes, mas servem para constatar o óbvio: é hora de se exigir que novas rodovias sejam feitas com projetos técnicos realistas, que estes sejam integralmente seguidos pelas construtoras e posteriormente checados pelo governo na entrega. E que, daí, se siga a manutenção.

Hoje, segundo especialistas, falhamos em todas essas etapas, e não por falta de capacidade. É certo: a conta sai muito mais salgada no “modus operandi” atual do que se houvesse seriedade em todo o processo.

Voltemos ao exemplo que abre esta matéria: os 107 milhões que saíram dos cofres públicos para recapear a BR-316 – um investimento que deveria durar no mínimo 8 anos, vale lembrar – foram seguidos por uma nova licitação apenas três meses após a entrega. Era preciso, afinal, recuperar o que já havia sido recapeado. De graça? Não, ao custo de outros 72 milhões de reais.

Veja abaixo trechos dos depoimentos dos dois especialistas em pavimentação.

Dickran Berberian, professor da Universidade de Brasília (UnB), e presidente da Infrasolo, empresa especializada em patologia de edificações

Respeito

“Nós, brasileiros, conhecemos muito bem a questão da pavimentação. Temos solo extremamente propício. Temos asfalto (material produzido pela Petrobras) da melhor qualidade. O que falta no Brasil é vergonha. Não há outra restrição, como ocorre para outros povos. Existem aqui dois tipos de pavimentação: a da técnica correta e a politica. A politica é aquela antes das eleições, que tem vida útil de duas chuvas”.

Água

“O leigo imagina que o revestimento asfáltico (que fica por cima) é o mais importante na durabilidade e segurança. É importante, mas não o mais. Isso porque, para se fazer o asfalto, começa-se da camada original do terreno, chamada de sub-leito. Essa camada é feita de terra e solo compactado. É a espinha dorsal do pavimento. E o solo não gosta de água. Se molhar, perde a resistência. Essa é no fundo a principal função do revestimento: não deixar entrar água no sub-leito, na sub-base e na base”.

Não, você não está louco se viaja para o exterior e fica sem entender porque nossas estradas têm mais buracos e o recapeamento das vias urbanas não aguenta uma chuva.

“O buraco é um atestado de negligência. Começa assim: se o asfalto deformar mais que o limite calculado, se produz uma trinca, que é o primeiro câncer. Na primeira chuva, a água desce pela trinca. Ela enfraquece a estrutura que é de solo. Na próxima chuva, já se cria deformação. Na chuva seguinte, a água já entra pelas trincas e laterais não protegidas. No próximo ano, aquela deformação vira panela. E na próxima, cratera. E dá-lhe tapa buraco, réplica do tapa buraco e tréplica do tapa buraco. Falta a manutenção do nosso asfalto. Pode-se fazer um paralelo com dor de dente: tratou a cárie no começo não tem dor, não toma tempo, não fica caro e não perde o dente”.

Fiscalização

“Outro problema são os projetos que já vêm do governo com restrições de verba, e o pouco que vem é mal operacionalizado em parte pelo fiscal. Do lado do governo, existe a questão do fiscal que aprova e recebe – e o governo paga – uma rodovia sem que ela esteja bem feita. Muitos entram em esquemão (com as construtoras), que é afinal o grande problema desse país”.

 Cultura

“A estrada tem que ser lisa, não pode ter sinal de emenda entre uma faixa e outra. Por uma questão cultural, os fiscais e executores acham que aquele padrão está bom. Também não estamos acostumados a ver coisa de qualidade com o mesmo custo. Há pessoas que estão felizes (com novas estradas e recapeamentos) e nem sabem que, com o imposto que se paga, dá para fazer coisa muito melhor. O próprio operário não tem capricho de ver a coisa bem feita. Isso não quer dizer que já não foi pior”.

Tecnologia

“De certa forma, estamos um pouco parados no tempo (em relação à tecnologia de pavimentação), mas mesmo com as metodologias dessa época (50 anos atrás), se seriamente executadas, 90% dos problemas não existiriam”.

João Virgílio Merighi, professor de engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie e diretor técnico da Latersolo

Projetos

“Isso é falta de respeito para com a sociedade. Pavimento tem projeto e muitas vezes nem se faz um. São eles que determinam as espessuras mínimas necessárias considerando o uso (da rodovia) e os materiais (que serão usados). E ocorre muito o seguinte: “olha, para consertar a estrada, a espessura deve ser de 7 cm”, mas aí vem um político e fala que só tem dinheiro para 3. O que se faz? Pega o dinheiro, divide pelos quilômetros que se quer fazer e se encontra a espessura. Quando o TCU reclama, não é só da camada de cima do pavimento. É uma sucessão de erros. Se fosse só na ultima camada, se poderia errar o quanto quisesse. Sempre parabenizo o TCU quando eles batem forte, mas, na verdade, o que precisamos é modelo de contrato em que empresas são punidas. Isso aconteceu nos Estados Unidos nos 90”.

Tecnologia

“O país está atrasado tecnologicamente. Mesmo usando tecnologia dos anos 60, fazemos pavimentos bons. (Em relação às rodovias do exterior) Também conseguiríamos fazer bons pavimentos, mas não tão bons quanto. Por exemplo, quando você dirige um carro e está chovendo, é importante ter aderência para o carro não derrapar. Nosso método antigo não prevê isso. O método moderno entra ainda com aderência para um veiculo que esteja a 100 km/h parar, por exemplo.

Tem também a qualidade de materiais. Quantos fabricantes de asfalto temos no Brasil? Um, a Petrobras. Não tem concorrência. O que existe é a indústria de aditivos químicos para melhorar qualidade do asfalto e aumentar a resistência do material. Será que eles são colocados conforme estão escritos nos editais? Além disso, você tem um país com extensões e climas diferentes, mas tudo é colocado no mesmo saco. Muitas vezes, estão empregando técnicas e tecnologias do Sul em obras lá no Norte. A nossa infraestrutura daqui, no Norte dura 6 meses ou um ano”.

Qualificação

“Não temos pessoas de elevado nível técnico para atender a demanda. Muitas vezes, não é dinheiro: precisa-se é de gente capacitada. Metade ou mais (dos engenheiros) não estão. Muitos estão errando e não sabem, por falta de conhecimento técnico. Isso é um grande entrave”.

Custo

“(para fazer estradas de boa qualidade e durabilidade) Você teria um acréscimo, grosseiramente, de 20 a 30%. Basta fazer bem feito. Tem que selecionar solo e fazer obra com engenharia. Pavimento é para se pensar de 40 a 50 anos. Mas conversa começa com 20 anos. É só controlar a obra. Minha sugestão é colocar nas placas a durabilidade prevista. Só por no edital: “se arrebentar antes, você paga a conta”. Todo mundo vai tomar cuidado, desde que se diga “olha, a durabilidade é de 30 anos, se acontecer algo em 5, 10, 15, você vai pagar a conta”. O governo ainda está começando a exigir desempenho”.

Revista Exame

Opinião dos leitores

  1. Qual SERVIÇO PRESTA NO BRASIL?
    Lembro-me quando exista a TELERN e a CULPA de TUDO ERA POR SER SERVIÇO PÚBLICO. E AGORA, com TODOS OS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO PRIVATIZADOS, o que acontece? TÁ UMA PORCARIA E A CADA DIA PIORA!
    ESTAMOS VIVENDO NO PAÍS DO DESCONTROLE! EM TODOS OS SENTIDOS.

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Política

DESESPERO NO PT : Lula perde a paciência com aliados e diz ter a campanha mais desorganizada desde 1989

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Frustrado por ter terminado a primeira etapa da disputa presidencial atrás de Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu a paciência com os próprios aliados e cobrou publicamente sua equipe de campanha, classificando a estrutura atual como a “menos organizada” de toda a sua trajetória política desde 1989.

Diante do avanço consistente da direita e da perda de tração nas urnas, o petista admitiu publicamente o fracasso em convencer o eleitorado e cobrou maior empenho da tropa governista para tentar reverter um cenário que já é tratado com pessimismo por setores do próprio governo.

Reajuste às pressas do Bolsa Família, o fim das bets e a promessa de canetas emagrecedoras no SUS foram alguns dos recursos técnicos tirados no improviso. Nada deu certo.

A reação explosiva nos bastidores reflete o pânico de uma campanha que tropeçou em seus próprios erros, ignorou os problemas reais da população e agora tenta, sem sucesso, estancar a sangria rumo ao segundo turno.

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Política

MANOBRA: Alcolumbre pauta escala 6×1 e Governo Lula articula atalho para acelerar votação

Reprodução

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para quarta-feira (14) a primeira votação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O governo Lula tenta acelerar a tramitação para permitir que os dois turnos sejam votados no mesmo dia, mediante um calendário especial.

A proposta precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno. Sem a quebra do intervalo regimental, a aprovação final pode ficar para depois das eleições. Alcolumbre afirmou que colocará o requerimento de urgência em pauta quando ele chegar à Mesa, cabendo ao plenário decidir.

A oposição, liderada no Senado por Rogério Marinho (PL-RN), questiona a votação em pleno período eleitoral e acusa o governo de tentar usar o tema politicamente. Marinho defende uma proposta alternativa para flexibilizar as escalas e critica mudanças impostas de cima para baixo. Flávio Bolsonaro também afirmou ter uma alternativa ao fim da escala 6×1.

Com informações da CNN

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Política

Deputada eleita, aliada de Lula, admite posts criticando as igrejas e brancos

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A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG), de 21 anos, admitiu que são verdadeiras publicações antigas em seu perfil no X com críticas a Lula por não fechar igrejas, mensagens sobre “zoar brancos” e propostas para proibir padres de manter perfis nas redes sociais. Nesta sexta-feira (9), ela afirmou que os conteúdos foram tirados de contexto, pediu desculpas a quem se sentiu ofendido e desativou a conta.

A jovem, no entanto, negou ter publicado uma mensagem defendendo o fechamento de igrejas, cuja imagem foi divulgada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Segundo a assessoria, a publicação não aparece no histórico da conta e seria uma montagem. A equipe afirmou que pedirá perícia para comprovar a alegação.

A repercussão ocorre após Ana Elisa viajar a Brasília para se reunir com Lula e participar de articulações digitais da campanha petista. Eleita com 524.219 votos, ela foi a segunda candidata mais votada para deputada federal em Minas Gerais, atrás apenas de Nikolas Ferreira.

Com informações do Poder 360

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Judiciário

DISPUTA NO STF : Fachin barra acesso de Fux ao inquérito das fake news

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O presidente do STF, Edson Fachin, negou o acesso integral e imediato do ministro Luiz Fux ao inquérito das fake news, contrariando determinação para que o material fosse liberado em até 48 horas.

Segundo Fachin, 104 procedimentos ligados ao inquérito ainda precisam ser analisados antes da conclusão das etapas processuais. Três dos quatro procedimentos solicitados por Fux já são públicos, mas o inquérito das fake news permanece sob sigilo.

Fachin afirmou que pretende encaminhar o caso para arquivamento definitivo após a análise pendente. Fux defende o acesso para avaliar questionamentos sobre a constitucionalidade das investigações e a atuação de Alexandre de Moraes como relator.

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Brasil

Foto mostra cadeira reservada a Vorcaro em evento de Lula em Paris

Reprodução

Uma foto enviada pelo advogado Walfrido Warde a Daniel Vorcaro mostra uma cadeira reservada ao banqueiro na cerimônia em que Lula recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Paris, em junho de 2025. A imagem foi encontrada pela Polícia Federal em mensagens de WhatsApp extraídas de um dos celulares apreendidos durante a investigação.

Segundo a coluna do Metrópoles, Warde enviou o convite para a cerimônia em 2 de junho e, nos dias seguintes, compartilhou fotos de sua participação em outras agendas de Lula em Paris. Em 6 de junho, encaminhou a imagem da cadeira com um papel identificando o lugar reservado a Vorcaro. O banqueiro reagiu à mensagem com uma curtida, mas a troca de mensagens indica que ele não compareceu ao evento.

Em conversa anterior, no dia 4 de junho, Warde sugeriu que Vorcaro encontrasse o “homem” em Brasília, em vez de viajar a Paris em meio à agenda movimentada. “Ele te atende lá”, escreveu o advogado. Vorcaro respondeu positivamente, e Warde afirmou que faria o agendamento. De acordo com a reportagem, os investigadores interpretam a referência ao “homem” como uma menção a Lula.

Com informações do Metrópoles 

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Política

Record cancela debate entre Flávio e Lula após impasse nas agendas

Reprodução

A Record cancelou o debate entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), previsto para domingo (11). Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (9), a emissora alegou incompatibilidade de agendas dos candidatos.

O cancelamento ocorre após outros debates do primeiro turno também não serem realizados. Para o segundo turno, seguem previstos encontros no SBT, em 15 de outubro; na Band, em 18 de outubro; e na Globo, em 23 de outubro.

Segundo o Poder360, a campanha de Lula confirmou a participação do presidente nos debates do segundo turno, salvo se as emissoras cancelarem os encontros.

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Política

Zenaide reafirma apoio a Allyson Bezerra e classifica versão contrária como mais uma narrativa inverídica do PT

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A senadora Zenaide Maia reafirmou nesta sexta-feira (9), em conversa com jornalistas, seu apoio a Allyson Bezerra na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte e rejeitou versões sobre uma mudança de posicionamento.

“Meu candidato para o Governo é Allyson Bezerra! ”, declarou.

A declaração contrapõe a possibilidade de aproximação política apresentada pela deputada estadual Isolda Dantas (PT), em entrevista ao programa Meio Dia TCM, da 95 FM de Mossoró, também nesta sexta-feira (9).

Ao reafirmar sua escolha por Allyson, Zenaide classificou as informações contrárias ao seu apoio como mais uma narrativa inverídica do PT!

A trajetória de Zenaide na defesa do povo potiguar e de pautas importantes no Senado merece respeito. Divergências políticas permitem críticas, mas não justificam a divulgação de inverdades.

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Geral

Associação dos comerciantes do alecrim mostra preocupação com o evento de Lula em Natal, no horário de maior movimento do comércio

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A Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim (AEBA), em nota, manifestou sua insatisfação e preocupação com o horário escolhido para a realização do evento “Piseiro com Lula e Cadu”, previsto para este sábado, 10 de outubro, com concentração a partir das 8h, no bairro do Alecrim, em Natal.

Segundo a nota, a escolha do horário é especialmente preocupante por coincidir com um dos períodos de maior movimentação do comércio local, justamente no sábado que antecede o Dia das Crianças, uma das principais datas comemorativas para o setor varejista. A expectativa de grande aglomeração, possíveis interdições de vias e dificuldades de acesso aos estabelecimentos comerciais poderá afastar consumidores e comprometer significativamente as vendas.

Para a AEBA, o cenário se torna ainda mais delicado diante das dificuldades econômicas enfrentadas pelos empresários, especialmente em razão das elevadas taxas de juros, do endividamento e dos custos crescentes da atividade comercial. Nesse contexto, comprometer o movimento de uma data tão importante representa um prejuízo que muitos comerciantes não podem suportar.

A AEBA ressaltou ainda que não se opõe à realização do evento, mas considera inadequada sua programação durante o principal horário de funcionamento do comércio, sobretudo em uma data de tamanha relevância econômica para o bairro.

Diante disso, a Associação solicita à organização do evento que reconsidere o horário anunciado, sugerindo que toda a programação, inclusive a concentração, seja remanejada para as 14h, quando o fluxo de consumidores em busca de compras já é naturalmente menor.

A entidade reafirmou seu compromisso com a defesa dos empresários do Alecrim e espera que prevaleçam o diálogo e o bom senso, de modo a conciliar a realização do evento com a preservação da atividade comercial, dos empregos e da renda de milhares de famílias que dependem economicamente do bairro.

 

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Brasil

Dez dos 15 jovens mais engajados nas redes são eleitos em 2026

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Dez dos 15 candidatos de até 29 anos com maior engajamento nas redes sociais no primeiro turno foram eleitos. O levantamento do Instituto Democracia em Xeque analisou 65,7 mil publicações de 691 candidatos em cinco plataformas (Instagram, no TikTok, no X, no Facebook e no YouTube).

Lucas Pavanato (PL-SP), de 28 anos, liderou o ranking e conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados. Eduarda Campopiano (PL-SP), de 23 anos, ficou em sétimo lugar e foi eleita deputada estadual com a maior votação do estado para o cargo.

Os dois publicaram conteúdos em parceria e contaram com a participação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), de 30 anos, que não entrou no recorte etário da pesquisa.

O estudo também identificou 59 eleitos entre os 831 jovens de até 29 anos que disputaram vagas legislativas, uma taxa de 7,1%, apontada pelo instituto como a maior das últimas quatro eleições.

Com informações da Revista Oeste

 

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Política

[VÍDEO] PROTESTO MINGUADO: Ato contra Flávio em Natal reúne poucos alunos do IFRN, atrapalha o trânsito e mobiliza viaturas da CPRE


Imagens recebidas pelo Blog do BG mostram um pequeno grupo de manifestantes do IFRN em Natal em um ato contra Flávio Bolsonaro. A mobilização chamou atenção pelo uso de viaturas do Comando de Polícia Rodoviária Estadual, cuja presença no local levantou questionamentos sobre a necessidade de deslocar os veículos de instituição pública para acompanhar um protesto de baixa adesão.

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