Saúde

Fiocruz entrega primeiro lote de vacinas Oxford/AstraZeneca produzidas no Brasil e tem expectativa até o fim do mês de cerca de um milhão de doses por dia

Foto: Bernardo Portella/Bio-Manguinhos

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) iniciou nesta quarta-feira, 17, a entrega das primeiras vacinas produzidas pela instituição. Trata-se do imunizante da Universidade de Oxford desenvolvido em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. Esse primeiro lote contém 500.000 doses e outras 580.000 serão enviados ao Ministério da Saúde na sexta-feira 19. Serão ao todo 1 milhão e 80 mil doses entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Vacina Covid-19 produzida no país

Com o registro definitivo, concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última sexta-feira 12, a Fiocruz passou a ser a detentora do primeiro registro de uma vacina Covid-19 produzida no país.

Em março, serão entregues, ao todo, 3,8 milhões de vacinas e a Fiocruz afirmou, por meio de nota, que já iniciou o escalonamento gradual da produção.

Na última sexta, uma segunda linha de produção entrou em operação, o que vai permitir o aumento da capacidade produtiva de Bio-Manguinhos/Fiocruz. “A expectativa é chegar até o final do mês com uma produção de cerca de um milhão de doses por dia”, declarou a instituição.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Pense no presidente mais sem futuro da história do Brasil. Votei nesse traste, nunca mais…

    1. pior que o outro lado era pior ainda, Haddad e a gang de LULADRAO

    1. Realmente Dória é o melhor, se não fosse ele não existiria essa vacina no Brasil. Também tem q agradecer a lula qm realmente se reuniu com a China pra liberarem já q os zeros de Bolsonaro e ele só fizeram confusão com a China, tem a da Rússia q o dono q investiu milhões veio tratar a vacina com lula e hj temos a sputinik, e é que faz anos q não é presidente, esse sim é o melhor.

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Saúde

Novo ministro da Saúde fala em ‘início de maior programa de imunização contra Covid-19’, e diz que mortes por Covid-19 serão reduzidas com distanciamento social e melhora no atendimento hospitalar

Foto: Reprodução

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, no início da tarde desta quarta-feira (17), que os impactos das mortes que ocorrem no Brasil vão diminuir com distanciamento social e melhora no atendimento hospitalar.

“Esses óbitos que estão aí nós conseguiremos reduzir com dois pontos principais. Primeiro com políticas de distanciamento social própria que permitam diminuir a circulação do vírus, segundo com uma melhora na capacidade assistencial dos nossos serviços hospitalares”, destacou Queiroga.

A afirmação foi feita durante a entrega das primeiras 500 mil doses da vacina contra Covid-19 produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Queiroga voltou a dizer que a política pública do Ministério da Saúde é “a política pública do presidente Bolsonaro” – que é contrário a medidas adotadas pelos governadores e prefeitos para garantir o distanciamento social.

Em maio, Pazuello contrariou uma recomendação favorável ao isolamento social feita por um comitê técnico do Ministério da Saúde e recomendou a abertura de atividades.

Na terça (17), Queiroga afirmou que foi convocado para ‘dar continuidade’ ao trabalho que vem sendo executado pelo Ministério da Saúde. Nesta quarta, afirmou que “o presidente nos deu autonomia e nós faremos os ajustes que couber no momento adequado.”

Durante a manhã, Pazuello disse que seu sucessor “reza pela mesma cartilha”. “Posso afiançar aos senhores, estamos muito bem alinhados [com a Fiocruz]. Temos pela frente uma transição do cargo de ministro que é apenas uma continuidade do trabalho. O doutor Marcelo Queiroga reza pela mesma cartilha”, disse o ainda ministro.

O novo ministro também fez um apelo à população. “Não adianta só o governo ficar recomendando o uso de máscaras se as pessoas não são capazes de aderir a esse tipo de medida, que é uma medida simples, que é um tipo de medida que não demanda grandes custos. É preciso uma corrente nacional para que consigamos êxito nesse grande desafio”, enfatizou.

Há três dias, no domingo (14), o presidente Bolsonaro participou de uma missa e foi visto sem máscara, apesar da recomendação do ministro.

Na manhã desta quarta (17), o ainda ministro da Saúde Eduardo Pazuello, garantiu que vai entregar ao sucessor um ministério estruturado.

“Só tem um detalhe: vou entregar a ele um ministério estruturado, organizado, funcionando e com tudo pronto. Ele, como médico-cardiologista e com todo seu conhecimento técnico, vai poder navegar por essa ferramenta em prol da Saúde do Brasil”.

‘Tropa de choque’ para conter pandemia

Já o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que conta com uma “tropa de choque” para dar continuidade ao trabalho.

“General Pazuello, nós temos 5574 secretários de Saúde. Nós temos os estados, o Distrito Federal, e esse é o nosso exército, a nossa tropa de choque que está muito unida para, através do diálogo e da ciência, encontrar as soluções que o Brasil precisa”.

O futuro ministro falou afirmou que dará início nesta quarta ao “maior programa de imunização contra Covid-19”.

“A partir de hoje vamos dar inicio ao maior programa de imunização contra Covid-19 desse país. Na segunda-feira, como os senhores sabem, recebi o honroso convite do senhor excelentíssimo presidente da República para assumir a condução do Ministério da Saúde. É uma missão de grande relevância que eu, sozinho, não tenho como construir todas as soluções. Somente com a união de todos os brasileiros, nós, gestores do sistema público de Saúde, teremos condições de dar as respostas que a sociedade brasileira quer ouvir”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Zezinho do Gado, homem sem fé, pode acreditar, mesmo não concordando com muitas das ações do atual presidente, eu e a maioria ( MAIORIA) da populaçao ainda preferimos ele a um certo larapio fedorento, cachaceiro, ladrao e mentiroso, que levou o Brasil a falência. Isto é tão verdade, que foi dito pelo seu braço direito António Palloci, e confirmado por uma centena de ex sócios, tais como, Bunlai, Marcelo e Emílio Odebrecht, Pedro Barusco, Leo Pinheiro, Nestor cervero e outros menos cotados.

  2. Meu Deus abençoe o dr Queiroga, um profissional competente, mais como ministro estar a mostrar incompetência total. Desde ontem que o homem se fala p que o mundo e seu raimundo já conhecem a séculos.
    Será que vai ser realmente a caixa de som com etiqueta bolsonaro.
    Não merecemos, e o Brasil também não!!

  3. Imunização em massa, só se faz com vacinas, o que o Brasil infelizmente não tem. Deixou passar o cavalo selado, estar correndo atrás do prejuízo, por isso mesmo, só vamos ter vacinas para imunização em massa , a partir de setembro.
    Se qualquer um dos fornecedores falhar em seu cronograma de entregas, o projeto de vacinação desmorona..
    Esse vírus, que já derrubou um Presidente dos Estados Unidos, ainda vai derrubar muitos políticos, . Assim penso.
    ,

    1. Concordo. E vários governadores, prefeitos assim como os deputados e o presidente serão avaliados nas eleições 2022 quanto ao desempenho durante a pandemia…

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Economia

Brasil tem melhor janeiro de vagas formais em 30 anos com a criação de 260 mil empregos

Fonte: Ministério da Economia

A economia brasileira gerou 260.353 empregos com carteira assinada em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira (16) o Ministério da Economia.

É o melhor resultado para janeiro de toda a série histórica, que tem início em 1992, ou seja, em 30 anos. Até então, a maior geração de empregos formais, para meses de janeiro, havia sido registrada em 2010 (+181.419 vagas).

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em janeiro deste ano foram contratados 1.527.083 trabalhadores formais e demitidos 1.266.730. Portanto, houve 260.353 contratações a mais do que demissões.

O resultado positivo ocorre em meio à pandemia de Covid-19 e ao aumento no número de contaminados e de mortes provocadas pela doença, que também tem gerado reflexos negativos na economia.

Recuperação

Com o resultado de janeiro, segundo números do Ministério da Economia, houve recuperação das perdas registradas entre março e junho, durante a primeira onda da pandemia. No período, o Brasil registrou 1,624 milhão de demissões a mais do que contratações.

De julho de 2020 a janeiro de 2021, considerando também o resultado negativo em dezembro (93.726 vagas fechadas), foram abertas 1,654 milhão de vagas com carteira assinada.

Com isso, o Brasil tinha saldo de 39.623.321 empregos com carteira assinada ao final de janeiro deste ano. Em fevereiro de 2020, portanto antes do início dos efeitos da pandemia na economia, esse saldo era de 39.593.835 postos.

Com G1

Opinião dos leitores

  1. No período de 2002 a 2016 o Brasil tinha em média de 33 MILHÕES de estoque de empregos por ano.
    Mas resolveram de forma irresponsável e em nome da perpetuação da corrupção quebrar o país com o intuito de derrubar a ex-presindente Dilma. Agora está aí, qdo tem 260mil por mês, parece que fez um milagre.

  2. É por isso que os desgovernadores, querem quebrar o país.
    Ô véi bom da gota serena esse Bolsonaro.

    1. Se muita gente foi demitida, logo que foram recontratadas era previsível. N foi o idiota n. Deixe de falar asneiras.

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Saúde

VÍDEO: “O choro é livre, não dá para a gente reclamar”, diz Maju Coutinho, na TV Globo, ao citar medidas restritivas como indispensáveis diante do cenário da pandemia no Brasil

No Jornal Hoje desta terça-feira(16), na TV Globo, Maju Coutinho classificou as medidas restritivas como indispensáveis diante do cenário da pandemia da covid-19 no Brasil.

“Por todo o país, os números da pandemia não para de subir e as medidas restritivas de circulação estão se espalhando. Os especialistas são unânimes em dizer que essas medidas são indispensáveis para conter a circulação do vírus. O choro é livre, não dá para a gente reclamar”, disse.

Veja vídeo com reprodução abaixo:

Opinião dos leitores

  1. Esse jornalismo tendencioso e de quanto pior melhor não faz idéia de como tá a população passando por apertos financeiro sem conseguir pagar as contas. Essa jornalista tem o dela garantido, mas, o pai de família ta lascado para pagar as contas.

  2. Jornalista é bom de mais né não??
    Solta lorotas, a hora que bem quer e mais em rede nacional.
    Se fosse nos velhos tempos, eu ia dizer o papel da VERDADE a essa moça, mas não pode mais, as coisas se inverteram, eu vou preso, então é melhor ficar calado.
    Mas que está entalado tá!!
    Rsrsrsrs

    1. No tempo da ditadura, né velho?
      Pode morrer entalado, que ela não volta jamais…

    2. Aí é que vc se engana serjão.
      Faz tempo que voltou.
      Preste bem atenção no comentário do chará do vagabundo.
      E aqui no RN, vc tá vendo o que nunca nenhum brasileiro viu.
      Toque de recolher!
      Polícia dentro de condomínios, e hotéis privados.
      Se liga seu otário.

    1. Pra quem teve coragem de fechar hospitais em plena pandemia, vê as pessoas morrendo nas filas sem assistência todos os dias!!
      Não duvido nada dessa desgovernadora.
      Fechar empresas, gerar desemprego, olhar pro povo passando fome, é fichinha.

  3. O que mais se ver em grupos de Facebook e outro e uma palavra com 4 letras (luto)e tem pessoas q ainda acham q esse presidente louco o (minto)tem razão das besteiras q ele faz,a culpa de tudo isso e do brasileiro q elegeu esse despreparado para governar o Brasil,se morresse apenas os eleitores do bozo estava ótimo mais infelizmente estão morrendo quem não teve culpa com a eleição idiota.

  4. Quando ela fala o choro é livre,ela quer dizer que o pai de família que precisa sair de casa pra colocar o pão na mesa vai chorar livremente. O pequeno empresário vai chorar pois um dia sem faturar é um dia sem pagar contas e sem pagar o funcionário, o choro é livre do feirante que vai perder a fruta e a verdura que são perecíveis é estragam rápido, o choro só não é livre pra quem tem o privilégio de ter uma boa quantia na conta.

  5. Se ela perder o emprego como muitos brasileiros estão perdendo, quero ver ela dizer que o choro é livre.
    Total falta de sensibilidade com o drama de milhões de pais de família que estão sem condições de trabalhar e colocar comida na mesa para seus filhos. O desemprego para muitos têm sido muito sofrido para o choro ser livre.

  6. Maria Júlia, fechar o comércio e a economia não São medidas fáceis… Nosso país é pobre e faltam empregos. O Brasil não é a Europa. A única solução unânime resume-se a vacinação em massa

  7. Essa aí reclama da desigualdade e ganha menos que William Bonner, Renata Vasconcelos, Ana Paula Araújo e Glória Maria.

    1. Se seu patrão paga mais a vc do que a um colega q desempenha a mesma função vc reclama? Mas se o colega ganha mais q vc e o mesmo tem mais desempenho, mais cargos e responsabilidades, e seu salário já esteja bem acima da base nacional vc vai reclamar?

  8. Acredito no jornalismo imparcial, apenas informativo e sem opinião do indivíduo que está difundindo o dado. Se ela concorda, guarde para ela!!! Fica parecendo um enfrentamento besta

    1. Boa… gostei dessa colocação. A gente não ver mais imparcialidade no jornalismo, especialmente na globo.

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Economia

Brasil criou mais de 260 mil vagas com carteira assinada no primeiro mês do ano

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Após a crise causada pela pandemia de Covid-19 em 2020, o mercado de trabalho formal do Brasil segue criando novas vagas com carteira assinada. Em janeiro de 2021, foram abertos 260.353 empregos formais. É a maior geração de empregos para o mês desde o início da série histórica, em 1992.

Resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos, o número é melhor que as 67.906 vagas fechadas em dezembro do ano passado. No entanto, o primeiro mês do ano ainda não reflete os impactos do agravamento da crise sanitária e do retorno de medidas mais restritivas no país.

Os números foram divulgados pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia nesta terça-feira (16). “O resultado mostra que o país continuou com a recuperação econômica após o pico de casos de Covid de 2020, que fechou parte das atividades econômicas no país”, reforça a pasta.

Até o fim deste mês serão divulgados também os dados referentes ao saldo de emprego formal em fevereiro.

Setores

Puxados pela Indústria, que criou 90.432 vagas de trabalho, todos os setores da atividade econômica registraram saldo positivo no primeiro mês de 2021. O menor saldo ficou com o setor de comércio, que foi mais fortemente atingido pela pandemia.

Ainda assim, foram abertas 9.848 postos de trabalho, sendo 3.506 para o “Comércio a Varejo de Peças e Acessórios Novos para Veículos Automotores” e outros 3.055 para o “Comércio Varejista de Materiais de Construção em Geral”.

Ainda de acordo com o ministério da Economia, todas as cinco regiões do país tiveram saldos positivos. O destaque ficou no Sudeste do país, que criou 105.747 empregos. Em seguida, está a região Sul, com 83.587 novas vagas.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Saúde

Com compra de 138 milhões de doses, Ministério da Saúde projeta vacinação da população em geral a partir de maio

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro da Saúde Eduardo Pazuello anunciou, nessa segunda-feira (15), que o governo completou as negociações com as farmacêuticas Pfizer e Janssen para compra de vacinas contra o coronavírus. Segundo o ministro, foram negociadas 100 milhões de doses da Pfizer e 38 milhões da Janssen, a única que precisa de apenas uma aplicação para imunização. Com isso, de acordo com a pasta, será possível vacinar as pessoas que não estão nos grupos prioritários a partir de maio — veja ao final do texto a ordem dos grupos prioritários.

— Estou informando à população que nós já concluímos a contratação da União Química da Sputnik, da Pfizer e da Janssen. Todas essas contratações foram finalizadas a partir da lei que foi sancionada — disse. — Só para que os senhores compreendam a velocidade administrativa desse trabalho. A partir da lei, sancionada na quarta-feira, hoje, segunda-feira, estou informando que já fizemos essas contratações completas.

— Todos laboratórios que chegam a nós entram em tratativas a partir de robustez de dados — afirmou.

O ministro afirmou que até o final de abril vai vacinar 88% dos prioritários e que toda população será vacinada até o fim de 2021.

— É provável que até maio todos de grupos prioritários sejam vacinados — disse.

Somadas às negociações com a AstraZeneca, a Sinovac, a Covax Facility, a União Química (Sputnik V) e Bharat Biotech, o governo projeta adquirir 562 milhões de doses de vacinas neste ano.

— Temos mais vacinas contratadas que brasileiros. Essas vacinas se mantêm na validade para 2022, por isso, temos que ter estoque. E não podemos contar com 100% das entregas. Há oscilações — disse. Ele afirmou que Estados e municípios podem adquirir o imunizante, desde que venham pelo Programa Nacional de Imunização (PNI).

— Não haverá Estados e nem municípios vacinando antes do que outros, não haverá divisão entre regiões e nem entre ricos e pobres na vacinação — disse.

O governo federal estava em tratativas para a compra das doses da Pfizer desde setembro do ano passado. Segundo o Ministério da Saúde, o contrato não foi formalizado antes devido às cláusulas, consideradas pela pasta, “abusivas”. Um projeto de lei aprovado no Congresso autorizou a compra do imunizante.

Também na coletiva, Pazuello confirmou que a pasta iniciará uma campanha publicitária para imunização nesta terça (16).

— Amanhã começamos uma campanha nacional de conscientização para vacinação — declarou o ministro.

Contratos firmados

O Ministério da Saúde tem contrato firmado para compra de vacinas com seis empresas: Fiocruz, Butantan, Precisa (vacina indiana), União Química (Sputnik V), Pfizer e Janssen. Dessas, não tem autorização da Anvisa as vacinas Sputnik, Precisa e da Janssen. As primerias doses da Pfizer vão chegar ao brasil em abril, mas a maioria dos lotes será enviada apenas no segundo semestre do ano.

Ordem de vacinação dos grupos prioritários

Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas;

Pessoas com deficiência institucionalizadas;

Povos indígenas vivendo em terras indígenas;

Trabalhadores de saúde;

Pessoas de 80 anos ou mais;

Pessoas de 75 a 79 anos;

Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas;

Povos e comunidades tradicionais quilombolas;

Pessoas de 70 a 74 anos;

Pessoas de 65 a 69 anos;

Pessoas de 60 a 64 anos;

Comorbidades;

Pessoas com deficiência permanente grave;

Pessoas em situação de rua;

População privada de liberdade;

Funcionários do sistema de privação de liberdade;

Trabalhadores da educação do Ensino Básico (creche, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA);

Trabalhadores da educação do Ensino Superior;

Forças de segurança e salvamento;

Forças Armadas;

Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros;

Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário;

Trabalhadores de transporte aéreo;

Trabalhadores de transporte aquaviário;

Caminhoneiros;

Trabalhadores portuários;

Trabalhadores industriais.

Zero Hora

Opinião dos leitores

  1. População privada de liberdade deveria ser os últimos. Eles acabam com o sossego do cidadão de bem e ainda tem esse tipo de privilégio.

  2. Não entendo essa prioridade aos marginais ante a outros grupos como militares, professores…..Eles estão "privados de liberdade" porque assim quiseram. Mataram, roubaram, estupraram e por isso devem ser vacinados como prioritários.
    Ah mundo injusto. Será que se eu for presa eu me vacinou antes dos outros?
    É uma opção. ???????

  3. TODOS estão enquadrados na condição de: "pessoa privada de liberdade". Pelo menos nisso o lockdown teve utilidade.
    Vamos TODOS receber vacina logo.

    1. À depender de quanto tempo de imunização tem essas vacinas, que até agora não foi comprovado, e lembrando que as vacinas não impede de contrair o vírus e sim evita que caso contraia não chegue ao caso grave da doença, então por enquanto todos os cuidados para evitar tem que ser mantido, e Governo tem que deixar isso bem claro para a população, ou vai sir tudo mundo doido ai na rua achando que o problema esta resolvido.

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Diversos

Portugal prolonga proibição de voos do Brasil e Reino Unido até 31 de março

Foto: Rafael Marchante/Reuters/Arquivo

Portugal estendeu nesta segunda-feira (15) a proibição de voos entre o país e o Brasil por mais duas semanas, até 31 de março. São apenas permitidos voos humanitários e de repatriamento, afirmou o Ministério da Administração Interna do país em comunicado.

Os voos entre Portugal e o Reino Unido também estão proibidos.

Os voos diretos comerciais ou privados de e para os países estão suspensos desde janeiro para evitar a propagação de novas variantes do coronavírus.

Os passageiros que voam indiretamente do Reino Unido ou do Brasil para Portugal têm de apresentar, 72 horas antes da partida, um teste negativo de Covid-19 e também fazer quarentena de duas semanas ao chegarem.

Portugal, que até agora reportou 814.257 casos de Covid-19 e 16.684 mortes, começou a aliviar as restrições depois do confinamento a nível nacional de dois meses na segunda-feira, após um surto de casos, em parte atribuído à rápida propagação da variante identificada pela primeira vez no Reino Unido, que incapacitou o sistema nacional de saúde no início deste ano.

G1

Opinião dos leitores

  1. Do jeito que a gente trata a pandemia essas proibições de voos durarão até o final do ano, na melhor das hipóteses!
    Isso se não criarmos outra variante ainda pior que a atual, o que não é difícil, dado a insistência da população em fazer atividades não essenciais e promoverem aglomerações!

  2. Vixe, achei que isolamento era só coisa do governo do estado. E agora? Não posso nem ir pra terrinha por culpa de Fátima, ops…

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Saúde

VACINA COVID: Dados do Our World in Data mantêm o Brasil como o 4º país com maior média de doses aplicadas

O Diário do Poder destaca nesta sexta-feira(12) os dados do Our World in Data que mantêm o Brasil como o 4º país com maior média de doses aplicadas. O levantamento informa que são cerca de 360 mil vacinas todos os dias.

Com Diário do Poder

Opinião dos leitores

  1. Poderia comprar vacina da inovazic, da covidax, da virulak.
    Sair comprando vacina geral, distribuir dinheiro para qualquer laboratório, porque o importante é ter vacina.
    Chile/Israel tem os seus contatos para adquirirem as vacinas mas para os restantes dos países tem que ter fabricação interna ou ficar cobrando o contratado.
    Como França, Alemanha, etc.. ou não ter nem previsão de ter vacina para sua população, como muitos países africanos, que ficam dependentes da oms.
    Ninguém fala do Canadá que é o líder mundial em aquisição de vacinas por habitantes, vem vacinando desde dezembro ocupando o 40º no ranking por 100 habitantes.
    Pouco né.
    Se algum de vocês tem capacidade de negociar a vinda das vacinas que se apresente ao governo federal.
    Nem o calça cravada está conseguindo a remessa da vachina.

  2. Poderia ser MAIS bem mais se o Governo federal tivesse adquirido as 160 MILHÕES de doses ano passado. Essas doses chegariam em Dezembro e nessa altura teríamos imunizado mais de 70 milhões de pessoas. Para um pais como o Brasil que desde o tempo dos governos militares é REFERÊNCIA internacional em vacinação esse número é VERGONHOSO!!

  3. O que a tropa de jumento não entende e que apesar de percentualmente ser baixo em números absolutos e alto. Tendo em vista a falta mundial de vacina. Está se conseguindo comprar e aplicar vacina. Alguns países ricos estão tendo dificuldade também. Mas o único taxado de genocida e o brasileiro…

    1. Apoiado por sua tropa de acéfalos, o presidente OPTOU por não comprar vacinas. Vacinas que seriam entregues em dezembro do ano passado! Nem economia nem vidas salvas!

  4. BG, sua cara não cora? Você não é analfabeto, sabe que a quantidade absoluta pouco importa. Temos um perncentual pífio de vacinação da população. Tire a camisa do time do capitão!

  5. O que pra um país com dimensões continentais como o nosso, não significa muita coisa! Não vacinamos nem 5% da população. Isso eh resultado de um presidente inepto e negacionista! Só teremos imunidade de rebanho suficiente pra viver vida normal em abril de 2022! E vai morrer muita gente até lá!

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Diversos

Venezuela pede intervenção da ONU no Brasil para conter covid-19

FOTO: MARCOS CORRÊA/PR – 08.03.2021

A Venezuela pediu na quarta-feira (10) que a Organização das Nações Unidas (ONU) intervenha no Brasil para controlar a crise pela expansão dos casos de covid-19, que o governo de Nicolás Maduro classificou como uma “tragédia”.

“O Brasil registrou hoje um novo número recorde de mortes por dia pela covid-19. Há quatro dias ratificamos ao secretário-geral da ONU, António Guterres, o que alertamos há nove meses: a ONU deve intervir para que o governo brasileiro assuma e controle a tragédia, e assim proteja toda a América do Sul”, disse o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreza, no Twitter.

Arreaza postou também uma carta datada de 6 de março e dirigida a Guterres na qual o governo de Maduro solicita “urgentes gestões e bons ofícios” junto às autoridades do Brasil, especialmente o presidente Jair Bolsonaro, para que reconheça a gravidade da pandemia e coordene com os países vizinhos ações contra a covid-19.

O governo venezuelano também disse na carta que a “alarmante dinâmica epidemiológica” no país vizinho é “uma consequência da reiterada negligência criminosa” de Bolsonaro, a quem acusou de ser o “principal obstáculo” para salvar vidas no “pior momento da pandemia”.

“O presidente Jair Bolsonaro e seu governo se tornaram o pior inimigo dos esforços nacionais, regionais e internacionais, incluindo aqueles em níveis bilateral e multilateral, para mitigar os efeitos devastadores da pandemia da covid-19 na região de América Latina e Caribe”, afirma o texto.

Devido a isso, “o Brasil está sendo levado a uma verdadeira catástrofe humanitária que põe em perigo (…) a estabilidade de nossa região”.

O Brasil vive seu pior momento da pandemia, com o sistema de saúde à beira do colapso, vacinação a conta-gotas devido à falta de doses e um novo registro diário de 2.286 mortes por covid.

R7, com EFE

Opinião dos leitores

  1. É tudo muito contraditório:
    No Amazonas o Povo não pode respirar !
    -Brasil compra oxigênio à Venezuela:
    -Na Venezuela o povo não tem o que comer!
    -Brasil vende papel higiênico a Venezuela.

    Nos esgotos da corrupção, o encontro de 2 nações apodrecidas!

  2. Vou perguntar aos Venezuelanos que estão em Natal, se eles preferem volta ao seu país ou continuar no Brasil. A ditadura de Maduro mata mais que o covid.

  3. Os números para serem reais teria de considerar as mortes apenas do dia e não a de mortes de dias anteriores inclusas , que é o que mídia não fala

  4. Esse ? das rachadinhas poderia cair fora e deixar Mourão tomar conta, ele com certeza não vai se opor de entregar a faixa a Lula no dia 01/01/2023.

  5. Cuma????
    Um fdp desses o povo comendo cachorro na Venezuela aí esse vagabundo quer vir da pitaco aqui.
    Vai procurar um jumento safado.

  6. Primeiro, a Venezuela poderia pedir a onu pra impedir a fuga em massa de seus cidadãos, devido a fome, miséria e ditaduras; depois eles teriam condições de enxergar a situação do Brasil.

  7. A vergonha que o Brasil está passando é MUNDIAL. Lembra a Venezuela que vc, Bolsominion, tanto condenava ? Pois bem, ela está pedindo uma INTERVENÇÃO no Brasil. Que coisa feia!

  8. Vergonha mundial, levando carão da Venezuela! Kkkkkkkkk
    Aaaaai papai

    22 vem ai, prepare a faixa

  9. Lulinha paz e amor x Bozo só emoção
    Estamos em mau lençóis.
    Moro tem que se candidatar,se não tem capacidade argumentar,sai como vice do Mandetta.

  10. Esse maduro comunista ditador tem que se preocupar com o pais dele que está com uma inflação de 60.000% e só vacinou 12 mil pessoas.

  11. Vergonha mundial são vcs comunistas de merdas. Vergonha mundial é Venezuela, Cuba, China, Argentina onde o povo come lixo, carne podre e bichos

  12. Ontem tivemos 2286 óbitos pela Covid, o maior até então. Apenas quatro estados (RS, PR, MG e SP) representam 52% do total. O restante(48%) é representado por vinte e dois estados mais o DF. O resto vc conclui.

    1. Pelo andar da carruagem, vai ser só você. Nem ele mesmo, vai votar nele.

  13. A que ponto chegamos. A Venezuela com medo de se tornar um Brasil.
    Parabéns Bolsonaro, vc conseguiu!

  14. O Brasil virou um vergonha mundial pois representa risco a todos os demais países. Enquanto a pandemia nos demais países já caiu , no Brasil so aumenta devido a um presidente inepto e negacionista de merda! Quantos mais vão precisar morrer por causa desse bosta que só fala asneira e não comprou vacinas tempestivamente?

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Economia

Setor de serviços avança 0,6% em janeiro, após estabilidade no fim do ano no país

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

Considerado o motor da economia, o setor de serviços começa este ano com alta de 0,6% em janeiro, na comparação com dezembro, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE. O resultado mostra uma leve recuperação após a estabilidade registrada em dezembro.

Em 12 meses, porém, o setor acumula queda de 8,3%, a mais intensa perda neste período de comparação desde que a série histórica do IBGE foi iniciada, em dezembro de 2012. É o único setor econômico que não recuperou as perdas da pandemia.

O resultado de janeiro veio acima da expectativa de analistas ouvidos pela Reuters, que previam crescimento de 0,2%.

O setor de transportes (3,1%) foi o que puxou a alta, com o avanço nas viagens de ônibus e avião em janeiro, mês de férias e quando as medidas de isolamento social estavam menos rígidas do que agora.

O IBGE ressalta, no entanto, que embora o turismo tenha registrado expansão no primeiro mês do ano, ainda precisa crescer 42,1% para retornar ao nível pré-pandemia.

O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, acrescenta que, além dos viajantes, este aumento pode ter vindo do deslocamento de pessoas que voltaram a trabalhar ou estão procurando emprego. A crise do mercado de trabalho, que já estava crítica, com 13,4 milhões de desempregados em dezembro, foi agravada com o fim do auxílio emergencial em janeiro, levando mais pessoas a buscarem uma vaga.

Lobo destaca ainda que o resultado também foi influenciado pelo transporte de cargas, essencial para o setor do comércio e da indústria.

Avanço em apenas dois segmentos

Dos cinco segmentos pesquisados, apenas transportes e serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram avanço. Este último cresceu 3,4%. Segundo Lobo, os serviços mais demandados foram os técnico-profissionais, como de engenharia, especialmnete voltados para a exploração de petróleo.

As áreas de serviços e de comércio foram as mais devastadas pela pandemia e apresentam maior lentidão na recuperação. Em 2020, serviços — que responde por 70% do PIB — fechou o ano com um tombo recorde de 7,8% na comparação com 2019.

Em março e abril, o setor de serviços teve o seu pior momento, com o fechamento dos estabelecimentos, mas começou a reagir gradualmente à medida em que a flexibilização ampliava. No fim do ano, porém, encolheu diante do recrudescimento da pandemia, proximidade do fim do auxílio emergencial — o beneficio deixou de ser pago a partir de janeiro — e fragilidade do mercado de trabalho.

Perda de 1 milhão de empregos

A expectativa é que o ritmo lento de avanço seja mantido no primeiro trimestre, especialmente após os decretos de restrição de funcionamento entre fevereiro e março e com a lentidão da campanha de vacinação, já que o setor depende muito de contato entre as pessoas.

Dentre as categorias mais afetadas do setor, estão a de serviços prestados às famílias, que inclui restaurantes e hotelaria. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), mais de 300 mil estabelecimentos fecharam as portas, levando à perda de um milhão de empregos na pandemia.

Em janeiro, o segmento de serviços prestados às famílias apresentou queda de 1,5%. A maior retração entre os cinco segmentos acompanhados pela pesquisa foi em outros serviços (-9,2%), que inclui corretoras e outras instituições financeira.

Na semana passada, o IBGE divulgou o índice da produção industrial brasileira, que perdeu fôlego e avançou 0,4% em janeiro, na comparação com dezembro. Na próxima sexta-feira, dia 12, será a vez de conhecer o desempenho do varejo, na Pesquisa Mensal do Comércio.

O Globo

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Geral

Estudo mostra presença do SARS-CoV-2 em águas residuais do Brasil antes de 1º caso na China

FOTO: EDUARDO VALENTE/ESTADÃO CONTEÚDO

Pesquisadores da universidade de Burgos, na Espanha, e da Universidade Federal de Santa Catarina, coordenaram um estudo que demonstra a presença do SARS-CoV-2, o novo coronavírus que provoca a covid-19, em águas residuais do Brasil ainda em novembro de 2019.

Conforme informou nesta terça-feira (8) a instituição espanhola, o estudo, publicado pela revista Science of the Total Environment, analisou especificamente a presença do patógeno em águas residuais em Florianópolis.

Todos os resultados da pesquisa indicavam que o SARS-CoV-2, provavelmente, circulava sem ser detectado no Brasil desde aquela época, dois meses antes da notificação do primeiro caso na América do Sul, em 21 de janeiro de 2020 e um mês antes da confirmação dos primeiros positivos em Wuhan, na China.

No estudo, foram analisadas as águas residuais humanas de Florianópolis, recolhidas diretamente da rede de esgoto, para a detecção do novo coronavírus, durante o período de outubro de 2019 e março de 2020.

O patógeno foi detectado mediante diferentes sistemas de RT-qPCR, recomendados por centros de controle de doenças dos Estados Unidos, Europa, entre outras. Todos os resultados positivos de amostras foram confirmados posteriormente por laboratório independente.

Para corroborar a veracidade das conclusões, foram sequenciados os produtos de RT-qPCR para confirmar a identidade com o SARS-CoV-2, e foi feito um estudo de sequenciação direto e completo das amostras de água residual.

Além disso, as amostras de três análises posteriores (de dezembro de 2019, fevereiro e março de 2020) deram positivo em todos os testes RT-qPCR, inclusive com um forte aumento nas amostras colhidas no início de março do ano passado.

Esta é a primeira detecção da presença do RNA do vírus SARS-CoV-2 no continente americano, e indica a presença e circulação do patógeno 56 dias antes da primeira notificação oficial de um caso clínico de Covid-19 no continente, e mais de 90 dias antes do primeiro positivo no Brasil.

Os resultados também demonstraram que a carga viral do novo coronavírus se manteve constante de novembro de 2019 até março de 2020, para em seguida sofrer aumento que coincidiu com o início dos casos em Santa Catarina.

R7

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Economia

Auxílio Emergencial ficará entre R$ 175 e R$ 375, diz Guedes

Foto: Adriano Machado/Reuters

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (8) que a nova rodada do Auxílio Emergencial contemplará valores entre R$ 175 e R$ 375, dependendo da composição das famílias beneficiadas. Segundo ele, o valor médio será de R$ 250.

A PEC emergencial, que viabiliza a retomada do auxílio emergencial, foi aprovada na semana passada pelo Senado Federal, mas ainda passará pela Câmara dos Deputados. A expectativa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é a de que o texto seja aprovado na próxima quarta-feira (10), se houver acordo.

“Esse é um valor médio [R$ 250], porque, se for uma família monoparental, dirigida por uma mulher, aí já é R$ 375. Se tiver um homem sozinho, já é R$ 175. Se for o casal, os dois, ai já são R$ 250. Isso é o Ministério da Cidadania, nós só fornecemos os parâmetros básicos, mas a decisão da amplitude é com o Ministério da Cidadania”, declarou Guedes em entrevista no Palácio do Planalto.

Guedes disse ainda que para “reduzir a pobreza e a miséria no Brasil” é necessário “botar o dinheiro onde está o mais pobre e não nos intermediários”.

“Se nós quisermos reduzir a pobreza e a miséria no Brasil, você tem que dar o dinheiro direto para os mais desfavorecidos, para os mais pobres que é o que a gente fez, que é a filosofia lá atrás do bolsa escola, bolsa família. Agora, o auxílio emergencial acabou seguindo também uma linha semelhante que é botar o dinheiro onde está o mais pobre e não nos intermediários”, afirmou o ministro.

A PEC Emergencial, que autoriza a extensão do auxílio, não detalha valores, duração ou condições para o benefício. O texto flexibiliza regras fiscais para abrir espaço para a retomada do programa. Isso porque, pela PEC, a eventual retomada do auxílio não precisará ser submetida a limitações previstas no teto de gastos.

A proposta prevê também protocolos de contenção de despesas públicas e uma série de medidas que podem ser adotadas em caso de descumprimento do teto de gastos, regra que limita o aumento dos gastos da União à inflação do ano anterior.

O texto da PEC emergencial, aprovado pela Câmara dos Deputados, fixou um limite para gastos fora do teto, no valor de R$ 44 bilhões, para custeio do novo auxílio.

Essa trava não é uma estimativa de quanto custará o programa, mas um teto de recursos para bancá-lo. O limite foi definido após parlamentares tentarem estender ao Bolsa Família a possibilidade de extrapolar o teto, proposta que, segundo Arthur Lira, não será aprovada pelo Congresso.

Mecanismos

O objetivo central da PEC é criar mecanismos que estabilizem as contas públicas. Atualmente, esse trabalho é feito por dois dispositivos já em vigor:

a regra de ouro, que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e outros custeios da máquina pública;

o teto de gastos, que limita os gastos da União à inflação do ano anterior.

Segundo a PEC Emergencial, quando a União estiver prestes a descumprir a regra de ouro ou a romper o teto, medidas de contenção de gastos serão adotadas automaticamente.

Esses “gatilhos” serão acionados no momento em que as despesas atingirem um certo nível de descontrole. Se atingido com despesas obrigatórias o índice de 95% das despesas totais, o governo federal estará proibido de:

conceder aumento de salário a servidores;

contratar novos funcionários;

criar bônus.

A PEC também prevê exceções. O reajuste das remunerações poderá acontecer se determinado por decisão judicial definitiva (transitada em julgado) ou se estiver previsto antes de a PEC começar a valer, por exemplo.

Pelo texto, as novas contratações só se darão para repor vagas e cargos de chefia, por exemplo, desde que não signifiquem aumento de despesa. A União será obrigada a tomar tais medidas.

Levantamento da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado diz que, com esses critérios, os gatilhos só seriam acionados em 2025, no caso da União. Para estados, Distrito Federal e municípios, a adoção das medidas é opcional.

G1

Opinião dos leitores

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Saúde

Pfizer antecipará entregas e prevê 14 milhões de doses até junho, diz governo, que mira vacinação em massa

Foto: Charles Platiau/Reuters

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (8) que o acordo entre o governo brasileiro com a Pfizer está “praticamente fechado” e contará com uma antecipação de doses para o primeiro semestre, com o objetivo de acelerar a vacinação em massa no Brasil.

“Nossa luta é para antecipar a vacinação em massa. Nosso pedido calou fundo junto à Pfizer e conseguimos uma, praticamente, declaração de que o acordo tá fechado”, disse Guedes. “Eles vão adiantar o lote de curto prazo em quase 50%. Eram nove milhões e eles vão dar mais cinco.”

Guedes estava acompanhado de Airton Cascavel, assessor especial do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que detalhou o cronograma.

“Tínhamos previsto 2 milhões [de doses] em maio, 7 milhões em junho e 10 milhões até o início do último trimestre”, disse. “A antecipação é de 5 milhões [de doses] do segundo semestre para maio e junho. Então, desses 9 milhões, se incorporarão mais 5 milhões de doses, passando para 14 [milhões de vacinas]”, disse.

Cascavel disse ainda que o acordo com a farmacêutica norte-americana não poderia ter sido assinado antes por cláusulas impeditivas. De acordo com ele, mesmo se tivessem fechado contrato no fim do ano passado, até março, eram previstas 2 milhões de doses —que, agora, serão incorporadas até maio.

A Pfizer ofereceu 70 milhões vacinas ao governo federal em setembro de 2020.

Guedes disse também que nas negociações anteriores, a previsão de entrega dos maiores lotes de vacina ao Brasil estavam previstas para o fim do ano, mas, com a ampliação da produção da Pfizer, o maior lote do contrato, que deveria ser entregue no fim do ano, deve chegar ao país no terceiro trimestre.

“Nós todos sabemos que a solução no Brasil agora é vacinar, para manter justamente a imunidade da população e, ao mesmo tempo, permitir também a preservação dos sinais vitais da economia brasileira. É o que nos interessa porque economia e saúde andam juntos”, declarou.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Sem governo federal, Wellington Dias (PT) fala em nome dos governadores, salva Pazuello, um gestor como esse era o que o Brasil precisaria. Fórum dos Governadores vem aí!

    1. Um olhar mais atento vc verá quantos por cento das vacinas destinadas ao Piauí foram aplicadas. Aí depois, vc responsabiliza os responsáveis ou irresponsáveis.

    2. Irresponsável nesse país, eu conheço um. Vou nem falar o nome pra não dizer que é perseguição.

  2. Negaram 70 milhões de dose em agosto do ano passado! Mandam comitiva, gastando recurso público, pra ver spray nasal em Israel. O gov Bolsonaro é uma piada de mal gosto. Não salvam vidas, nem economia!

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Saúde

Vacina Oxford/AstraZeneca passa em teste de fábrica e Fiocruz anuncia início de produção em larga escala

Foto: Divulgação

A vacina de Oxford/AstraZeneca passou nos testes de estabilidade e consistência e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) deve anunciar nesta segunda (8) o início de sua produção em larga escala.

Com isso, devem ser entregues 3,8 milhões de doses do imunizante ao Ministério da Saúde até o fim de março —a previsão inicial era de 15 milhões, mas um problema no equipamento que lacra os frascos diminuiu inicialmente o volume.

Pelo novo calendário, um total de 30 milhões de doses deve ser disponibilizado até abril, e 100 milhões de doses até meados do ano. Elas serão usadas no PNI (Programa Nacional de Imunização), coordenado pelo governo federal.

A expectativa em torno dos testes era enorme: qualquer falha poderia retardar ainda mais a produção num momento em que uma segunda onda de Covid-19, mais agressiva do que a primeira, ameaça os sistemas de saúde de todos os estados do Brasil. A vacina é uma esperança de que isso possa em algum momento ser freado.

Os chamados testes de consistência precisam verificar, por exemplo, se nenhum frasco sai da máquina contaminado, se o equipamento está colocando em cada um deles o volume correto do imunizante, e se o ambiente em que são fabricados está na temperatura, umidade e até pressão corretos.

Para isso, três produções seguidas, e independentes, têm que ser finalizadas. Se algo dá errado em uma delas, tudo tem que recomeçar do zero.

“Vários parâmetros têm que ser minuciosamente observados. Mas deu tudo certo”, diz Marco Krieger, vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fiocruz. “Normalmente é necessário perder mesmo muito tempo com tudo isso. É uma guerra. Mas que foi finalizada”, segue ele.

A única coisa que falta agora é o teste da estufa: uma amostra das vacinas está sendo mantida a 37º para saber se são estéreis, ou seja, se não crescem nelas microorganismos que possa gerar contaminação.

“Ele já está sendo finalizado e tudo até agora caminha bem”, diz Krieger.

O primeiro lote de um milhão, justamente o que passou nos testes principais, já pode, portanto, ser comercializado. E a fábrica deve entregar no total os 3,8 milhões de doses até o fim de março.

Pelo calendário inicial, a Fiocruz deveria disponibilizar, neste mês uma quantidade até maior, de 15 milhões de doses, ao PNI.

Mas um problema detectado na máquina que lacra os frascos de vacina atrasou toda a produção.

O equipamento já foi consertado e, com os testes de estabilidade do produto aprovados, pode ser iniciada a fabricação em larga escala.

“Os gargalos estão sendo superados. E poderemos começar a entregar vacinas em um fluxo contínuo a partir do fim do mês”, diz Krieger.

Nesta segunda (8), o governador Wellington Dias, do Piauí, que preside o consórcio de governos do Nordeste, e o ministro Eduardo Pazuello, da Saúde, devem visitar o laboratório de BioManguinhos, onde as vacinas estão sendo produzidas.

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Acredite quem quiser, eu não. O PR bovino é contra imunizar a população.
    Estamos vivenciando um genocidio no Brasil.

  2. Muito bom, com a produção sendo feita no Brasil já podemos prever um futuro melhor para populaçao em poucos meses.
    Os esquerdopatas do quanto pior melhor, continuarão negando a veracidade desta informação.

    1. Essa questão de direitopatas versus esquerdopatas deve ser tratada com terapia profissional ! Cuide!

    2. Se vc quer dizer com isso que o MINTOmaníaco virou esquerdopata pq negou comprar a tempo as vacinas, eu concordo! Pq dizer que o nosso presidente inepto eh de direita eh uma afronta a quem sabe o que eh ser de direita! Ainda mais depois que o MINTOmaníaco Dilmou tomando medidas intervencionistas na Petrobras ele tá parecendo estar no espectro político de centro esquerda!

    3. Quem não quer vacinar é o presidente que desde dezembro recebeu proposta da Pfizer e não aceitou. Os que o idolatram são tão cegos que ele detona a vacina coronavac mas a mãe dele já vai na segunda dose, e não duvidem se a família dele toda não já estiver vacinada.

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Saúde

Ministério da Saúde anuncia entrega de 22,7 milhões de vacinas ainda neste mês; veja cronograma por semana

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O Ministério da Saúde afirmou nesta sexta-feira que fará entregas semanais de doses da CoronaVac no mês de março. A previsão da pasta é distribuir 22,7 milhões de doses ao longo do mês. A próxima remessa com 1,7 milhão de doses será distribuída na segunda-feira, dia 8. De acordo com a pasta, no total, serão nove entregas até o final de março, uma delas já aconteceu no dia 3 deste mês.

Além das entregas da CoronaVac, a pasta afirmou que está prevista uma entrega de 3,8 milhões de doses da vacina de Oxford para a segunda quinzena de março. Segundo o ministério, esse será o primeiro lote de doses produzidas no Brasil pela Fiocruz. O cronograma da pasta prevê ainda a entrega de 2,9 milhões de doses de Oxford por meio do consórcio Covax Facility.

Nesta quinta-feira, o GLOBO mostrou que houve uma redução de cerca de 7,9 milhões de doses para o mês de março em relação ao que foi previsto pela pasta em fevereiro. No mês passado, a pasta havia divulgado uma estimativa de cerca de 46 milhões de doses para março. Agora, o número caiu para cerca de 38 milhões.

Em nota, a pasta respondeu que a oscilação se deve ao cronograma de entrega dos laboratórios. Segundo o órgão, por esse motivo o cronograma está sujeito a alterações e em constante atualização.

Cronograma de entregas do Butantan para março:

08/03 – 1,7 milhões

10/03 – 1,2 milhões

15/03 – 3,3 milhões

17/03 – 2 milhões

22/03 – 3 milhões

24/03 – 2,2 milhões

29/03 – 6 milhões

O Globo

Opinião dos leitores

  1. O problema do COVID não é de Bolsonaro, mas da China que nos mandou esse maldito vírus e agora nos obriga a compra essa tal vacina Sinovac. É mole ou quer mais?

  2. BOLSONARO o Presidente da vacina.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro.

    O homem é bom, o homem é espetacular.

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Saúde

“TEMPESTADE PERFEITA”: Cúpula do Ministério da Saúde prevê até 3 mil mortes diárias por covid-19 em março

Foto: AP Foto/Edmar Barros/Arquivo

A cúpula do Ministério da Saúde espera que o Brasil atravesse nas próximas duas semanas o pior momento da pandemia. O Valor apurou que, no entorno do ministro Eduardo Pazuello, a expectativa é que haja uma explosão de casos e mortes no período, com os óbitos ultrapassando a barreira dos 3.000 por dia.

O diagnóstico decorre de uma tempestade perfeita: o alastramento do vírus em todo o país, impulsionado pelas aglomerações no fim do ano e no Carnaval; a dificuldade da população de manter-se em isolamento social; a circulação no país de novas variantes mais contagiosas e com grande carga viral; a iminência de um colapso do sistema hospitalar em diversos Estados ao mesmo tempo; e a falta de vacinas disponíveis para imunizar os brasileiros.

As atenções da pasta estão voltadas sobretudo para a região Sul. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a ocupação de leitos de UTI tem estado próximo ou acima de 100% durante toda a semana. Na região Norte, embora o número de casos seja menor, há preocupações quanto à pouca disponibilidade de leitos. Os alertas também já dispararam quanto à situação de Estados como Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Na visão da equipe de Pazuello, São Paulo tem conseguido até o momento evitar o pior por possuir a maior rede hospitalar do Brasil. Principal porta de entrada do país, o Estado mais populoso da federação registrou 60 mil das cerca de 260 mil mortes pelo coronavírus em solo brasileiro. Para a equipe de Pazuello, se um colapso hospitalar ocorrer ali, os números dessa “tragédia anunciada” podem subir exponencialmente.

A cúpula da Saúde entende que não há muito no momento o que fazer, a não ser estimular a reabertura de hospitais de campanha nos Estados. O governo federal também cogita novas instalações desse tipo já nos próximos dias.

As ações de fechamento e restrições à circulação de pessoas estão nas mãos dos Estados. O governo federal não vai decretar lockdown nacional, escorado em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e também por acreditar que as decisões devem ser tomadas levando em critérios regionais.

Para o médio prazo, as projeções da equipe de Pazuello são mais otimistas. A estimativa é que a vacinação começará a se acelerar a partir deste mês, com a maior produção do Butantan e da Fiocruz. Em abril, ambos já deverão estar produzindo 1,4 milhão de doses diárias.

Com as diversas vacinas importadas começando a chegar, a expectativa de Pazuello é vacinar 70 milhões de pessoas até o fim de junho. Fazem parte desse grupo prioritário idosos com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e médicos, professores, policiais, indígenas, entre outros.

Na quarta-feira, o Ministério da Saúde anunciou a intenção de comprar 100 milhões de doses da vacina da Pfizer e outras 38 milhões de doses da vacina da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.

Segundo um cronograma ao qual o Valor teve acesso, o ministério espera para o primeiro semestre a chegada de apenas 9 milhões de doses desse total, todas da Pfizer. Outras 30 milhões de doses da fabricante americana devem chegar entre julho e setembro. As entregas se aceleram no último trimestre, com 61 milhões de doses.

Já a Janssen deve entregar 16,9 milhões de doses em setembro e 21,1 milhões de doses em dezembro, segundo ficou apalavrado entre o ministério e a farmacêutica.

O Ministério da Saúde pretende autorizar a compra de vacinas por empresas e entes privados somente quando os grupos prioritários estiverem imunizados. Isso será feito por decreto, e as empresas terão que doar metade dos lotes para o Plano Nacional de Imunização (PNI).

O governo, porém, jogará toda sua força política para evitar que Estados façam o mesmo. O ministério já sinalizou aos laboratórios, com quem mantém contratos bilionários, que negociar com governadores individualmente ou em grupo não agradaria o governo federal. A impressão de governadores que estiveram reunidos com Pazuello nesta semana foi a mesma: dificilmente conseguirão adquirir vacinas separadamente ou em consórcios.

Planalto e Saúde tentam evitar que o governo federal perca o protagonismo na imunização – como aconteceu em janeiro, quando o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vacinou a primeira pessoa em território nacional com transmissão ao vivo pela TV.

Ontem, um grupo de 14 governadores enviou carta a Jair Bolsonaro pedindo a providências “imediatas” para a compra de novas doses de vacinas contra a covid-19. Eles citaram um “aumento exponencial dos casos de infecção e do número de óbitos” nos últimos dias. E disseram que estão “no limite de suas forças e possibilidades”.

Pazuello espera que toda a população esteja vacinada até o fim do ano. E pretende deixar o cargo somente quando isso acontecer. Segundo interlocutores, os partidos do Centrão já entenderam que dificilmente Bolsonaro trocará o auxiliar, de sua extrema confiança, durante a pandemia.

O número diário de 3.000 mortes, caso seja alcançado, não será um recorde mundial. Os Estados Unidos já chegaram a registrar mais de 5.000 mortes por dia no início de fevereiro, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Bolsonaro desistiu nesta semana de fazer um pronunciamento em cadeia de rádio e TV sobre vacinação. A fala seria veiculada inicialmente na terça-feira, dia em que as mortes pelo coronavírus atingiram um recorde de 1.726, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Foi, então, adiada para a quarta. Mas, diante de um novo recorde de 1.840 mortes, ele desistiu de vez da ideia.

Com Valor

 

Opinião dos leitores

  1. bolsonaro vai ter que demitir a cúpula do Mimisterio da Saúde.
    Já cabe mais uns processos por crime de responsabilidade contra o presidente, já que o ministério reconhece que o descumprimento às medidas de isolamento aumenta as mortes.
    Bora tire esse irrespomsável de lá, pq se deixar até dezembro não vai sobrar um brasileiro vivo.

  2. Desde maio 2020 foi dito que o uso da ivermectina, cloriquna e zinco ajudavam a combater o vírus. A oposição negou e exigiu a comprovação científica. Hoje tem mais de 45 estudos provando e vários países adotando a medicação devido a eficácia dela, mas os governadores e prefeitos da esquerda continuam negando, tendo mais respeito a ideologia política que as vidas.
    A hipótese de adiar as eleições foram descartadas e a mídia disse que o povo poderia ir votar e fazer campanha que era seguro.
    O STF determinou que os governos e prefeituras iriam comandar o combate na pandemia, mas os criadores de caso e apoiadores da desordem, culpam o Presidente que foi impedido de atuar pelo STF.
    Quais os estados com maior números de mortes no Brasil? É só listar e a resposta fica estabelecida.

    1. Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira. João 8:44

    2. Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira. João 8:44

  3. Então, o tal isolamento social imposto por muitos estados e municípios NADA resolveu e só serviu mesmo para destruir empresas e empregos. E o presidente Bolsonaro, MAIS UMA VEZ, teve razão. E a criação de hospitais e leitos? E a compra de respiradores? O que mesmo a governadora do RN (dentre tantos outros opositores do presidente) fez a respeito? O STF esvaziou, lá atrás, os poderes de ação do governo federal. E o que veio a seguir? Um festival de corrupção e de incompetência de governadores e prefeitos irresponsáveis, que usam a desgraça do povo brasileiro para tentar se dar bem politicamente. Mas, o povo está vendo.

    1. A decisão do STF foi: sobre a quarentena e se houver conflito, será mais Brasil e menos Brasília. Promessa campanha do Bolsonaro. Essa semana ele barrou a tentativa de governadores e prefeitos de comprarem vacina. Isso mostra claramente aos mal informados que o poderes dele continuam normalmente.

  4. Essa quantidade de Infectados só vai diminuir quando as autoridades Entenderem que tem que AGIR com RIGOR e DETERMINAÇÃO em cima dessa população Irresponsável e Inconsequente. Quanto as autoridades se houvesse a Lei de olho por olho e dente por dente, aí eles deixariam de serem NEGACIONISTA e Usariam de Todo Poder, INTERESSE e VONTADE POLÍTICA para EXIGIR da população o ISOLAMENTO e Distânciamento Social, bem como o USO Obrigatório de Máscaras. Chega de FAZ de CONTA. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.

  5. A cutucação és seguinte os simpatizantes da esquerda torcendo para as ações do governo federal darem errada e os simpatizantes da direita torcendo para que as ações do judiciários, prefeitos e governadores deem errado. Resultado, podem comemorar os dois lados, as suas torcidas estão dando certo. E em ainda insistindo nisso ainda iremos chorar muito

  6. É impressionante ainda ter gente querendo por a culpa no presidente. O STF, lá no início da epidemia, deu PRIMAZIA a estados e municípios na adoção de medidas e o governo federal repassou "rios" de dinheiro a esses entes. O que vimos foi uma sucessão de medidas absurdas, sem eficácia científica comprovada (como isolamentos e "lockdowns"), que deveriam apenas evitar o tal "pico" da curva, enquanto o sistema de saúde seria adequado à situação. Eis que, UM ANO DEPOIS, essas medidas NADA resolveram e QUASE NADA foi feito para melhorar o atendimento na rede hospitalares pública. Ao contrário, estados como o RN chegaram a FECHAR HOSPITAIS e leitos e desviaram os recursos em operações no mínimo questionáveis (estou sendo bonzinho). O "covidão" está por aí e muitos gestores estão sendo pegos na roubalheira. O governo federal vem fazendo o que lhe foi permitido, adquirindo vacinas, repassando recursos e cuidando para que a economia do país não seja destruída, trazendo efeitos nefastos para todos.

    1. Mande ao menos ele usar máscara ? não aglomerar e deixar de falar besteira . Depois disso vá para o cocho comer capim .

    2. Essa conversa mentirosa não engana ninguém. Mostre o decreto do STF para provar sua honestidade.

  7. Crônica anunciada em verso e prosa , um presidente insensível que negou deste o começo a gravidade da situação .
    Taí a tua gripizinha presidente sei que o senhor não é coveiro, mas é o maior causador dessa catrastofe humanitária . Não faltou ao senhor gestão, orientação, estratégia ou plano de ação , o que faltou presidente foi o básico , faltou humanidade e empatia. Na sua arrogância insana e da arminha na mão o senhor nos levou literalmente para as trevas . Boicotou as vacinas, promoveu aglomerações, tripudiou e fez chacota típicas de um insano. E agora ? Deus proteja o Brasil ??.

  8. Bolsonaro tem uma boa dose de culpa nesses números, por confundir a população, por desdenhar da pandemia, por inoperância, por incompetência, por insensibilidade, por ignorância, por maldade mesmo.
    Alguém viu algum pronunciamento sincero do presidente lamentando pelas famílias que estão perdendo entes queridos? Alguém testemunhou o bostético presidente da república visitar algum hospital?

    1. O presidente tem culpa. Era para ter construído estádios de futebol.

  9. Que o Sangue de Jesus Cristo nos cubra de misericórdia e que, mais uma vez, o homem esteja errado. Somente Deus sabe do futuro.
    EM NOME DE JESUS!

  10. Vou soletrar e quem tiver dúvida procure o 'pai dos burros' para aprender o significado… GE-NO-CI-DA.

  11. Gostaria de saber quem tá mentindo e tbm quem é o maior hipócrita nessa história! O presidente manda ir para a rua trabalhar e que não precisa de vacina com essa urgência toda e tanto que não se importou lá atrás de comprar-las.
    E alguns ministros até mesmo o da saúde e outros diz que precisa de vacina e até que fiquem em casa.
    Estamos no mato sem cachorro a cada dia mais………

  12. Parabéns aos envolvidos: presidente inepto e ministro da saúde que não sabe nada de logística nem geografia: negaram vacinas e apostaram em placebos sem efeito contra covid! Agora estamos colhendo os mortos da segunda onda e só teremos vacinas pra amenizar a terceira onda e olhe lá…

  13. Doria é muito incompetente. Segundo o texto 23% das mortes do país foram em SP.. o que os decretos fascistas de Doria comprovaram? As pessoas estao procurando se tratar nos primeiros sintomas?

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