Vacina contra Covid-19 testada no Brasil pode ter registro liberado em junho de 2021, diz reitora da Unifesp

Foto: Mladen Antonov/AFP

A vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, e testada no Brasil, poderá ter o registro liberado em junho de 2021, de acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em entrevista à GloboNews.

Ao todo, 50 mil pessoas participam dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro. O Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp coordena a aplicação da vacina em São Paulo, que começou em junho com voluntários da área da saúde.

“Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho”, afirma Soraia Smaili, reitora da Unifesp.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a vacina de Oxford como a mais adiantada no mundo e, também, a mais avançada em termos de desenvolvimento. Um dos centros que testa essa vacina é coordenado por uma brasileira, a cientista Daniela Ferreira, doutora pelo Instituto Butantan.

Testes em humanos e duplo-cego

A universidade conseguiu reduzir de 18 para 12 meses o período de testes da Fase 3, última etapa dos estudos, por ser uma vacina emergencial.

Neste estágio, parte dos voluntários recebe a vacina e parte recebe placebo, sem que saibam em que grupo estão inseridos, o que é conhecido como “duplo-cego”. Os voluntários serão acompanhados por um ano.

“A vacina de Oxford é uma candidata bastante forte e está bem avançada, [mas] é preciso respeitar o tempo do estudo. E precisa ter os resultados, pelo menos, dos 6 primeiros meses, pra saber qual o conjunto dos resultados”, explica Smaili.

“Juntando todos os resultados, eles poderão ter o registro em 12 meses, ou seja, junho do ano que vem”, estima a reitora da Unifesp.

Mais de 160 vacinas contra Covid em testes

De acordo com a OMS, há 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus, sendo que 23 delas estão na fase clínica, que é o teste em humanos. Os números são do balanço da organização com dados até 14 de julho.

As etapas de produção de uma vacina envolvem 3 fases:

Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;

Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;

Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário

Embora os estudos avancem em todo o planeta, o prazo de 12 a 18 meses para liberação é considerado um recorde. A vacina mais rápida já criada, a da caxumba, levou pelo menos quatro anos para ficar pronta.

Outra hipótese contra a qual todos os pesquisadores lutam é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja encontrada. O vírus do HIV, que causa a Aids, é conhecido há cerca de 30 anos, mas suas constantes mutações nunca permitiram uma vacina.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz carlos disse:

    Outro dia tinha uma matéria aqui falando que a vacina até dezembro será distribuído 30 milhões de dose e janeiro 70 milhões de dose, agora vem essa reportagem dizendo que que só em junho de 2021 que teremos uma
    Vacina , eu não estou entendendo é mais nada ..

    • M.D.R. disse:

      Se, é a melhor do MUNDO libera logo 200 MILHÕES de doses. Veja o que pela frente temos: NATAL, ANO NOVO e CARNAVAL.

  2. Flávio disse:

    Vamos ter que voltar a normalidade, tomando os cuidados necessários, é impossível a sociedade ficar na dependência da volta a normaludade somente após o uso da vacinação.
    Não existe possibilidade de nos mantermos economicamente e nem psicologicamente bem.

HISTÓRICO MUITO RUIM, SOMADO ATÉ COM “INCREMENTO”: Fraudes acontecem no Brasil mesmo sem situação de emergência, diz CGU

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O ministro da Controladoria- geral da União, Wagner de Campos Rosário, disse nesta terça-feira (14) que as fraudes já acontecem no Brasil mesmo sem a situação de emergência. Somente nesse período de pandemia do novo coronavírus, o órgão já identificou quase 300 mil servidores públicos de todos os entes recebendo indevidamente recursos do auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo federal.

Ao participar da Comissão Mista do Congresso que acompanha as ações do governo federal no enfrentamento à covid-19. Rosário explicou que a busca da base de dados de folha de pagamento de servidores públicos locais foi feita com ajuda de estados e municípios, já que o governo federal só tem acesso à folha dos servidores do Executivo federal.

“As fraudes já acontecem no Brasil mesmo sem a situação de emergência. O nosso histórico em situações de emergência também é muito ruim, como os desabamentos, que são anuais, aquelas tragédias que acontecem em Petrópolis, em Teresópolis, e a nossa experiência de fiscalização lá. Quando há situação de calamidade, ela sempre demonstra uma continuidade das fraudes e às vezes um incremento. E era isso o que, infelizmente, já se previa para este momento de pandemia”, avaliou

Com relação as fraudes no auxílio emergencial, o ministro da CGU lembrou que o pagamento da primeira parcela foi o mais complicado. “Nós tínhamos, entre a data da aprovação do PL no Congresso e o primeiro pagamento, sete dias somente. Não existia tempo hábil para cruzamento de informações. Então, acho que esse foi o mais problemático, mas, a partir do segundo pagamento, nós já barramos muitos pagamentos através do cruzamento de informações”.

Sobre o pagamento do benefício à servidores públicos, Wagner Rosário destacou que muitos deles tiveram o CPFs cadastrados sem saber, por fraudadores. Foram identificados ainda casos de alguns militares, de 19 anos, que eram beneficiários de algum programa, estavam no CadÚnico e passaram a receber quase que imediatamente, sem realizar o cadastro. “Tudo isso está sendo levantado, e aqueles que tentaram fraudar serão responsabilizados, com certeza, não só administrativamente como penalmente, em alguns casos, se tiverem cometido algum crime”, garantiu o ministro .

Contratos

Segundo Wagner Rosário, desde o início da pandemia do novo coronavírus, o órgão conseguiu revogar R$ 2 bilhões por meio de um trabalho prévio de análise de risco das contratações diretas feitas pelo Ministério da Saúde. Ao participar da Comissão Mista do Congresso que acompanha as ações do governo federal no enfrentamento à covid-19, Rosário disse que foram analisados R$ 6,4 bilhões de reais o montante revogado foi motivado pela “identificação de fragilidades na licitação, que poderiam trazer problemas futuros para o governo federal”.

O ministro lembrou que R$ 506 bilhões da União serão aplicados nas mais diferentes frentes para auxiliar estados e municípios e a população em geral com medidas econômico-sociais voltadas para o combate à pandemia. Ainda para combater fraudes ele explicou que a CGU ofereceu aos gestores uma média de preços praticados no momento da pandemia.

“Hoje o valor, o preço praticado, principalmente em EPIs, respiradores, nesses materiais e equipamentos que são solicitados, são buscados pelo mundo inteiro. O mundo inteiro busca o mesmo tipo de material, e, obviamente, vem aumentando muito a demanda, sobe o preço desses equipamentos, desses materiais”, ressaltou.

Segundo a CGU, o governo federal já distribuiu cerca de R$ 10 bilhões para estados e municípios como apoio à pandemia. A aplicação desses recursos pode ser acompanhada por meio da página da CGU na Internet. “Levantamos dados relativos a cerca de 280 entes federados, estados e municípios: levantamento de preços, quantidades de aquisições. Trata-se de uma busca, um trabalho bem braçal de busca em diários oficiais e em portais da transparência desses municípios, desses estados. Nós verificamos que, dentre esses 280, estão todos os estados da federação, todas as capitais – os municípios que são capitais de estados – e todos os Municípios com mais de 500 mil habitantes; todos esses estão nesse universo de 280 entes federados cujos dados nós levantamos”, disse Wagner Rosário.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Claudinei disse:

    Me conte uma novidade agora. Sei não.

“Vamos desenhar uma rampa de ascensão social para estimular”, diz Paulo Guedes, sobre ações do Governo que miram aumento do emprego

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo vai conectar os programas sociais voltados para a população de baixa renda ao mercado de trabalho formal.

“Vamos subir o valor da assistência social e ampliar sua base de alcance, mas também conectar as políticas de assistência social com os mercados de trabalho. Vamos desenhar uma rampa de ascensão social para estimular”, disse o ministro.

Guedes participou nesta segunda-feira (13) de conferência virtual da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Na visão dele, os melhores programas sociais são aqueles que oferecem também uma saída para o mercado de trabalho formal. “Para isso precisa de treinamento da mão-de-obra, microcrédito, imposto de renda negativo (nome dado ao pagamento de uma renda ao trabalhador pelo governo). Vamos nessa direção, valorizando o capital humano e dando dignidade ao trabalho”, comentou.

A fala do ministro foi uma referência às ações do governo que serão voltadas para o aumento do emprego CLT, com carteira de trabalho. Com o programa de auxílio emergencial durante a pandemia, o governo identificou mais de 38 milhões trabalhadores informais, em situação de vulnerabilidade social.

“A pandemia expôs essa fragilidade e profunda desigualdade no sistema econômico brasileiro. Estamos programando nossa saída da crise com uma forte dimensão social, reconhecendo essa desigualdade social que existe no Brasil e que a pandemia revelou em dimensões maiores”, completou.

Crescimento sustentável

Ainda de acordo com o ministro, a retomada da atividade econômica após a pandemia será dentro de um contexto de crescimento sustentável. “O Brasil sabe da importância da preservação do meio ambiente, sabe da importância do crescimento sustentável, não só do ponto de vista fiscal mas também ambiental. Se há excessos e erros, corrigiremos”, afirmou.

Para Guedes, o fato de o Brasil ser um país de tamanho continental dificulta a fiscalização das práticas ambientais ilegais. “Não aceitaremos o desmatamento ilegal e a exploração ilegal de recursos. Queremos ajuda e compreensão da comunidade mundial”, disse.

No entanto ele reforçou que o Brasil não abrirá mão da soberanaia sobre seus recursos naturais. “Queremos ajuda, mas não aceitamos falsas narrativas do que aconteceu no Brasil nas últimas décadas. Muita gente se esconde atrás de políticas e interesses protecionistas condenando o Brasil. Precisamos de cooperação e por isso queremos entrar na OCDE, queremos melhores padrões”, ressaltou.

Integração global

O ministro voltou a dizer que as exportações brasileiras foram menos impactadas pelos efeitos da pandemia da Covid-19 do que o esperado. “A ruptura das cadeias globais não atingiu tanto o Brasil. A queda nas vendas para parceiros como Estados Unidos, Argentina e mesmo para União Europeia foi compensada por maiores exportações para a Ásia, particularmente para China”, explicou.

Na avaliação dele, isso é mais um fator de estímulo para a entrada do país na OCDE. “Queremos aumentar o grau de integração da economia brasileira, que ficou fechada por muito tempo. À medida que essa onda da pandemia vá se afastando, vamos nos integrar à economia global e à nossa economia regional”, destacou.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Romilson Cunha disse:

    Na contramão mão de tudo isso. Todos os dias centenas de trabalhadores estão sendo demitidos na Guararapes Confecções. Muita gente mesmo indo pra rua. Cadê o programa de proteção ao emprego governadora?

  2. Morador indgnado disse:

    Na contramão mão de tudo isso. Todos os dias centenas de trabalhadores estão sendo demitidos na Guararapes Confecções. Muita gente mesmo indo pra rua. Cadê o programa de proteção ao emprego governadora?

  3. Zé Verdades disse:

    Na contramão mão de tudo isso. Todos os dias centenas de trabalhadores estão sendo demitidos na Guararapes Confecções. Muita gente mesmo indo pra rua. Cadê o programa de proteção ao emprego governadora?

  4. Marcos Benício disse:

    Ascensão social? Faz-me rir!

  5. Santos disse:

    Noticia boa.
    Importante reconhecer que precisa de adaptação, esse tal liberalismo da escola de Chicago, se funciona ou funcionou um dia, deve ser lá pras bandas de Chicago, aqui no Brasil é diferente, funciona incluindo o pobre na receita da União.
    Parabéns, pela mudança. Antes tarde do que nunca.

  6. Cidadão pagador de impostos disse:

    Só leriado desde o início do governo Bolsonaro.
    Paulo Guedes nunca apresentou resultado. Só promessas!
    E ainda quer aumentar ainda mais a carga tributária.
    MORO 2022

    • M.D.R. disse:

      Ministro PAULO GUEDES, travar, dificulta e aborta . O exemplo é reposição da inflação do IMPOSTO DE RENDA, de 103,96% que congelou o contribuinte pagou mais IMPOSTO.

Fábricas deixam a Argentina e migram para o Brasil

Alberto Fernandez, presidente da Argentina: debandada – Matias Baglietto/Reuters

Ao menos três empresas do setor automotivo anunciaram, nas últimas duas semanas, o fechamento de fábricas na Argentina e a migração das operações para o Brasil. Primeiramente foram a Basf e a Axalta, companhias que produziam tintas e resinas para automóveis, a anunciar a migração na semana passada. Agora, a Saint-Gobain Sekurit, de origem francesa, fechou um acordo de demissão para seus 150 funcionários. A planta, especializada na produção de vidros para para-brisa, será incorporada pela subsidiária brasileira.

As decisões colocam em xeque a política industrial do atual presidente do país, Alberto Fernandez. A Saint-Gobain montou a fábrica em 2016 ao custo de 200 milhões de dólares, num acordo com o ex-ocupante da Casa Rosada, Mauricio Macri.

A Argentina não vive o momento de crise que sofreu entre os anos 1990 e 2010. No entanto, a deterioração dos fundamentos econômicos locais permanece. Ao início desta década, era possível comprar 1 dólar com menos de 4 pesos. Dez anos depois, são necessários 71 pesos para adquirir um mísero dólar, perfazendo uma desvalorização de 1.675% no período.

Com  informações da Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. aof disse:

    Presidente socialista dá nisso mesmo. É miséria por onde passa. Nossos hermanos votaram mal e agora vão colher os frutos. Daqui a pouco podem estar em nossas ruas, como os venezuelanos. Haja acolhida.

  2. Manoel disse:

    Elegeram um de direita (Macri) q destruiu a Argentina.
    Felizmente agora temos um de esquerda que provavelmente ajudará na recuperação da Argentina.

  3. ELEITOR disse:

    Se for igual aos governos assaltantes do pt , coitado dos argentinos !

RN é o único estado do nordeste em queda em mortes por covid-19 no país nas últimas 24 horas, destaca Consórcio Imprensa

Foto: Reprodução

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da epidemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desse domingo (12).

O país registrou 659 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 72.151 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.036 por dia, uma variação de 4% em relação aos óbitos registrados em 14 dias. Em casos confirmados foram 25.364 registrados no último dia, com o total de 1.866.176 de brasileiros infectados pelo novo coronavírus.

No total, 9 estados mais o Distrito Federal apresentaram alta de mortes: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO e PB.

Brasil, em 12 de julho

Total de mortes: 72.151

Mortes em 24 horas: 659

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.036 por dia (variação em 14 dias: +4%)

Total de casos confirmados: 1.866.176

Casos confirmados em 24 horas: 25.364

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 37.370 por dia (variação em 14 dias: +1%)

Estados e DF

Veja como o número de novas mortes tem variado nas últimas duas semanas, considerando os dados até o consolidado de 12 de julho :

Subindo: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO e PB

Em estabilidade: ES, SP, AM, RO, RR, AL, BA, CE, MA, PE, PI e SE

Em queda: RJ, AC, AP, PA e RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás

Com G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    O protocolo, apesar de sem comprovação, parece q funciona…Se tivessem começado antes…

  2. Maria disse:

    Parabéns, dr FERNANDO SUASSUNA!

  3. Silva disse:

    O protocolo no uso da Ivermectina e Azitromicina foi o secretário de saúde do município juntamente com o pessoal da associação médica. O governo do Estado não queria usar esse protocolo.

  4. Gibira disse:

    Se fossemos depender da Desgovernadora do Estado estaríamos lascados, fez quase nada e ainda pagou 5 milhões por respiradores que até hoje não chegaram.

  5. Carlúcio disse:

    Parabéns a todos.

  6. Manoel disse:

    Parabéns governadora e prefeito que mesmo trabalhando em separados sempre estiveram a favor da vida e do isolamento social. Parabéns a governadora por abrir mais de 300 leitos de uti no estado. Parabéns ao prefeito por tentar testar muita gente. Parabéns aos enfermeiros e médicos que tiveram de enfrentar além do vírus, a irresponsabilidade do presidente e crendices como remédios milagrosos.
    Nao é hora ainda de baixar a guarda. Lave a mão, use máscara, mantenha distância das pessoas. Juntos venceremos essa batalha!!!

  7. James disse:

    Parabens a Dr Albert Dickson que início esse protocolo e que Ta dando certo aqui. Esperamos que se espalhe por todo o Brasil .

  8. Mecio das Quintas disse:

    Não é nas últimas 24 horas e sim na média móvel (últimos 7 dias )

  9. Julia disse:

    Pois eh. Graças a Deus a governadora e prefeito de Natal, usaram o protocolo do SUS. Hidroxicloroquina e ivermectina com Azitromicina

    • Vera disse:

      Governadora? E temos governadora?”,minha filha?? Deixe de mentira.

    • Antenado disse:

      Aonde e quando foi que o governo do RN autorizou o protocolo com o tratamento precoce? Diga aí. Estou curioso.

  10. Marcos Benício disse:

    Que bom. Parabéns RN!

  11. Flávio disse:

    Protocolos utilizados mostrando os resultados !!

  12. Tarcísio Eimar disse:

    Q continue assim

Brasil tem 2,6 milhões de pedidos de seguro-desemprego com crise gerada pela pandemia

A Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (9) que foram registrados 653,2 mil pedidos de seguro-desemprego em junho. O número é 28,4% maior que o verificado no mesmo mês do ano passado, quando houve 508,9 mil solicitações.

Com os dados de junho, o número total de pedidos do benefício subiu para 2,59 milhões desde a segunda quinzena de março, quando a economia brasileira começou a sentir os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o ministério, os três estados com maior número de requerimentos de seguro-desemprego, no mês de junho, foram São Paulo (199.066), Minas Gerais (70.333) e Rio de Janeiro (52.163).

Em relação aos setores econômicos, os pedidos de junho estão distribuídos entre serviços (41,7%), comércio (25,4%), indústria (18,7%), construção (10,1%) e agropecuária (4,1%).

Nos seis primeiros meses deste ano, informou o Ministério da Economia, foram contabilizados 3,9 milhões pedidos de seguro-desemprego. O número representa um aumento de 14,8% em comparação com o mesmo período de 2019 (3,4 milhões).

Efeitos da pandemia

A pandemia do coronavírus foi oficialmente declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março. Os estados brasileiros começaram a anunciar medidas de distanciamento social, progressivamente, a partir de meados daquele mês.

As medidas de isolamento também afetaram a economia, na medida em que estados passaram a permitir apenas o funcionamento de atividades consideradas essenciais, como supermercados e farmácias. Boa parte do comércio e dos serviços parou nas semanas seguintes à decretação da pandemia, e também houve queda forte na produção industrial.

As restrições, porém, não foram suficientes para conter o avanço da doença no país, que se tornou um dos epicentros da pandemia no mundo.

Agora, boa parte dos estados está começando a retomar as atividades, mesmo com os números elevados de casos, e há dúvidas se serão necessários novos fechamentos no futuro. Uma incerteza que também vem impactando a atividade econômica.

Crise global de empregos

Relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado na última terça-feira (7), alerta que a pandemia de Covid-19 está se transformando em uma crise de empregos muito pior do que a crise de 2008.

A organização estima que, mesmo no cenário mais otimista para a evolução da doença, a taxa de desemprego em toda a OCDE pode atingir 9,4% no quarto trimestre de 2020, superando todos os picos desde a Grande Depressão.

O estudo destaca ainda que mulheres, jovens e trabalhadores com baixos rendimentos estão sendo os mais atingidos.

No Brasil, a taxa de desemprego passou de 11,6% para 12,9% no trimestre encerrado em maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas a real dimensão da crise está escondida em outros números.

Entre março e maio, por exemplo, o país perdeu quase 8 milhões de postos de trabalho, um recorde. Desse total, 74% ou quase 6 milhões são de trabalhadores informais – um dos grupos mais atingidos pela crise.

Isso acabou levando a uma outra marca inédita e também negativa: pela primeira desde que a pesquisa do IBGE começou a ser feita, em 2012, menos da metade da população brasileira em idade para trabalhar está de fato ocupada.

Como são feitos os pedidos

De acordo com o governo, os trabalhadores que perderem seus empregos sem justa causa durante a pandemia do coronavírus poderão pedir o seguro-desemprego por meios eletrônicos.

Isso pode ser feito de duas maneiras:

acessando o portal https://www.gov.br/pt-br/temas/trabalho-emprego

usando o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, que pode ser baixado em aparelhos que usam os sistemas operacionais Android e iOS.

Nos dois casos, o trabalhador pode dar entrada no pedido do seguro. Isso deve ser feito de 7 a 120 dias após a demissão.

G1

Brasil retoma posto de maior produtor de soja do planeta

Foto: Reprodução

Com a supersafra deste ano, revisada para cima pelo IBGE ontem, o Brasil retoma dos Estados Unidos o posto de maior produtor mundial de soja. As projeções americanas indicam que o Brasil se consolidará na posição também na próxima safra, reforçando o bom desempenho da agropecuária brasileira, mesmo em meio à pandemia de covid-19.

No total, o Brasil deverá colher um recorde de 247,4 milhões de toneladas de grãos na safra que se encerra neste ano, 2,5% acima de 2019, conforme o IBGE. Para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cujas estimativas atualizadas foram divulgadas também ontem, a produção total da safra 2019/2020 deverá atingir o recorde de 251,4 milhões de toneladas. O IBGE espera as maiores safras da história também para o café e para o algodão.

A produção de soja será a principal responsável pela supersafra deste ano. Na estimativa do IBGE, foram colhidas 119,9 milhões de toneladas na safra encerrada ainda no primeiro semestre, 5,6% acima da produção de 2019. Já nos cálculos da Conab, foram 120 88 milhões de toneladas, aumento 5,1% ante a safra de 2018/2019.

Em 2018, o Brasil já havia batido os Estados Unidos como maior produtor mundial de soja, mas por uma diferença muito pequena. Ano passado, os produtores brasileiros de soja enfrentaram problemas climáticos e perderam para os americanos – o recorde na produção nacional total foi garantido pelo milho. Agora, a produção americana de soja na safra 2019/2020 foi de 96,68 milhões de toneladas, na estimativa mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês, equivalente a um ministério).

Para a próxima safra, 2020/2021, o Brasil deverá ficar novamente na frente, já que os Estados Unidos deverão produzir 112,3 milhões de toneladas de soja, enquanto os produtores brasileiros deverão colher 131 milhões de toneladas, renovando o recorde, ainda nas projeções do USDA, que abrangem o mercado global – as primeiras projeções do IBGE e da Conab para a safra 2020/2021 deverão sair no fim deste ano.

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de junho, do IBGE, elevou em 0,5% a estimativa do total de soja colhido no Brasil este ano. A produção recorde de soja só não foi ainda maior porque, nos últimos meses, o LSPA veio reduzindo suas estimativas para a colheita no Rio Grande do Sul. Na estimativa de junho, a produção gaúcha ficou em 11,2 milhões de toneladas, tombo de 39,3% em relação a 2019.

“Era para o Brasil ter colhido uma safra muito maior de soja. O problema todo foi que o Rio Grande do Sul sofreu muito com a falta de chuvas, de dezembro a maio”, afirmou Carlos Antônio Barradas, analista de agropecuária do IBGE. “Não fosse a seca no Rio Grande do Sul, a produção de soja passaria de 125 milhões de toneladas”, completou o pesquisador.

A disponibilidade de terras e a tecnologia de ponta, que leva eficiência ao campo, ajudam a explicar os sucessivos recordes na produção agrícola nos últimos anos, segundo Barradas.

R7, com Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Haja orgulho de gerar produtos primários e de exportar commodities! Mas a evolução é inegável, antes só era pau-brasil, cana-de-açúcar, cera de carnaúba, mulatas de Sargenteli, jogador de futebol…

  2. Biró disse:

    Dalhe MITO!
    Dalhe ministra!
    Tchau petralhas parasitas.
    É o país entrando por seu lugar de destaques no mundo.

  3. Tarcísio Eimar disse:

    É o agronegócio q vem segurando esse país. Lá não tem crise

  4. Jorge disse:

    Isso não significa muita vantagem para os brasileiros pois exportamos quase tudo na forma de grãos in natura, sem nenhum tipo de beneficiamento, o que, com certeza geraria renda e riqueza para muitos.

Produção de veículos contribuiu, e indústria cresce em 12 de 15 locais pesquisados em maio, aponta IBGE

Produção industrial mensal — Foto: Economia G1

A produção industrial registou alta, na passagem de abril para maio, em 12 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme dados divulgados nesta quarta-feira (8).

Os maiores avanços foram no Paraná (24,1%), em Pernambuco (20,5%) e no Amazonas (17,3%). Já as quedas foram registradas no Espírito Santo (-7,8%), Ceará (-0,8%) e Pará (-0,8%).

No resultado geral do país, a produção industrial cresceu 7% em maio na comparação com o mês anterior, mostrando recuperação após dois meses seguidos de queda e de um tombo recorde em abril, de 18,8%.

Veja o resultado em cada um dos locais:

Amazonas: 17,3%
Pará: -0,8%
Região Nordeste: 12,7%
Ceará: -0,8%
Pernambuco: 20,5%
Bahia: 7,6%
Minas Gerais: 6,3%
Espírito Santo: -7,8%
Rio de Janeiro: 5,2%
São Paulo: 10,6%
Paraná: 24,1%
Santa Catarina: 5,4%
Rio Grande do Sul: 13,3%
Mato Grosso: 4,4%
Goiás: 3,0%
Média Brasil: 7%

Produção de veículos influenciou

Segundo o IBGE, a alta de 10,6% registrada em São Paulo levantou a média nacional, que também foi influenciada pelas altas expressivas no Paraná (24,1%) e Rio Grande do Sul (13,3%). Nos dois primeiros estados, a produção automotiva serviu como alavanca.

O setor de veículos, muito forte em São Paulo e no Paraná, teve atuação importante neste aumento de maio”, aponta em nota Bernardo Almeida, analista da pesquisa. Segundo ele, os setores de alimentos e de derivados do petróleo também exerceram influências positivas no índice.

Comparação com maio de 2019

Se os resultados de maio mostram uma recuperação após as fortes perdas dos meses anteriores, apontam também que a produção industrial segue muito abaixo da registrada no ano passado. Na comparação com maio de 2019, a indústria teve queda de 21,9% – com todos os locais pesquisados, exceto Goiás, apresentando contração na produção.

“Em São Paulo, mesmo com a taxa positiva perante abril, maio apresentou o segundo pior patamar da indústria na série histórica, perdendo exatamente para o mês anterior, abril de 2020″, aponta o analista da pesquisa. O início da série histórica da pesquisa foi em janeiro de 2002.

De acordo com o IBGE, além dos efeitos da pandemia e do isolamento social para conter a propagação do vírus, houve também efeito calendário nesse resultado, já que maio de 2020 teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano passado.

Já o resultado de Goiás, com avanço de 1,5%, foi impulsionado em grande parte pelo ramo de produtos alimentícios (açúcar VHP e cristal, óleo de soja refinado e em bruto, extrato, purês e polpas de tomate, leite condensado e tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pepe disse:

    Vai bombar,quem tem,deixou na poupança,como o Brasil é desigual,muitos não puderam gastar,não vai poder gastar na europa,USA,São Paulo,RJ,Gramado,Argentina,Chile,Vão trocar de carro.

Enquanto em Natal o valor da cesta básica registra aumento, preço cai em junho em 10 capitais

Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil

O valor da cesta básica caiu em junho, em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo levantamento divulgado hoje (6), a maior redução foi no Rio de Janeiro (8,23%), onde o conjunto de itens básicos ficou em R$ 512, 84. Em 12 meses, a cesta básica ainda acumula alta de 2,84% na capital fluminense.

Aracaju apresentou a maior alta no mês passado, 4,97%. No acumulado de janeiro a junho, os itens pesquisados pelo Dieese registram aumento de 19,34% e. em 12 meses, os preços subiram 9,6%. A cesta básica ficou mais cara também em Campo Grande (4,32%), Fortaleza (2,01%), Belém (0,11%), Brasília (2,12%), Natal (3%) e Salvador (2,16%).

A capital baiana tem a cesta mais barata do país (R$ 419,18).

Brasília é única das capitais pesquisadas que apresenta queda no valor da cesta básica em 12 meses, com retração de 0,98%. O conjunto de itens básicos custam R$ 450,45 na capital federal. No acumulado de janeiro a junho, a cesta registrou queda de 4,95% em Brasília.

São Paulo tem a cesta mais cara do país (R$ 547,03). Em junho, os produtos tiveram queda de 1,68%, mas nos últimos 12 meses a alta acumulada é de 9,04%.

O preço do tomate caiu em 15 cidades – em Vitória, a queda o valor foi de 55,89% e, no Rio de Janeiro, de 47,42%. A batata ficou mais barata em oito das dez capitais do Centro-Sul, com redução de 27,68% no preço médio no Rio de Janeiro e de 3,3% em São Paulo.

A ceta básica também ficou mais barata em junho em Florianópolis (1,35%), Porto Alegre (1,20%), Curitiba (4,75%), Vitória (6,84%), Goiânia (4,98%), Belo Horizonte (1,82%), Recife (3,58%) e João Pessoa (2,23%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Na nossa província, só comemos o que a elite dá. Basta ver os meios de comunicação de Rádio, TV, jornais e blogs.

  2. Ralph disse:

    Feijão, R$ 10,00;
    Queijo mussarela acima de R$ 30,00

    Parabéns ao Brasil.

  3. Teixeira disse:

    Os empresários do RN precisam ter vergonha na cara estão aumentando os preços se aproveitando do pobre consumidor, depois que criaram a quinta das frutas e verduras perderam a vergonha

Governo deverá anunciar planos para quatro grandes privatizações em até 90 dias, diz Paulo Guedes, sobre programa especial “O Brasil Pós-Pandemia: a Retomada”

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O governo federal deverá anunciar planos para quatro grandes privatizações em período de “30, 60 a 90 dias”. A afirmação foi feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao programa especial “O Brasil Pós-Pandemia: a Retomada”. Questionado pelos âncoras William Waack e Rafael Colombo, ele disse que os nomes das estatais serão anunciados em breve.

Guedes mencionou apenas que “há muito valor escondido debaixo das estatais”. “As subsidiárias da Caixa são um bom exemplo. Ali, há R$ 30 bilhões, R$ 40 bilhões ou R$ 50 bilhões em um IPO (oferta primária de ações) grande”, disse. Atualmente, a Caixa já tem pedido para oferta de ações da Caixa Seguridade – braço de seguros do banco – operação que poderia levantar cerca de R$ 15 bilhões, estima o mercado financeiro.

Outra empresa que o ministro quer oferecer à iniciativa privada são os Correios. “Está na lista seguramente, só não vou falar quando (será a privatização). Eu gostaria de privatizar todas as estatais”.

Na semana passada, o secretário de desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, anunciou que o governo quer privatizar pelo menos 12 estatais, mas ano que vem. Entre as empresas previstas para 2021, estão os Correios, Eletrobras, CBTU, Serpro, Dataprev e Telebrás. Para essa venda acontecer, no entanto, o governo precisará do aval do Congresso Nacional para algumas empresas, como a Eletrobras.

Na entrevista à CNN, Guedes reconheceu que o ritmo das privatizações está mais lento que o esperado. “Estamos atrasados sim, não tenho problema de admitir. Tenho de fazer um mea culpa de que elas não andaram no ritmo adequado”.

Ainda sobre a retomada, o ministro da Economia diz que o governo prepara ações para destravar o investimento privado. Ele mencionou que, após a recente aprovação do novo marco regulatório do saneamento básico, o governo deve agir para incentivar setores como a cabotagem, eletricidade e petróleo e gás com fim do regime de partilha na exploração.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observando. disse:

    As vezes ele diz q vai privatizar isso e aquilo. Mas…..privatiza nada. So lero. Essa conversinha de correios de novo? Até pq o centrão necessita dessas estatais. Entende?

  2. Carlos disse:

    Os Correios, era uma das instituições mais acreditadas, antes de ser entregue aos sindicatos. Hoje não serve pra nada.

    • Kassio disse:

      A sua visão sobre os correios realmente foi bem medíocre procure entender um pouco mais sobre ela.

  3. Conservador disse:

    O governo Tá mais que certo em privatizar essas estatais.
    Vimos o que aconteceu com parte delas na roubalheira do governo anterior.

    • Lair Solano Vale / médico disse:

      Uma carta registrada levar 9 dias para ser entregue. De Mossoró para Fortaleza.
      Privatisa já.

    • Cigano Lulu disse:

      Usar correio para enviar carta em plena era da informação? Em Mossoró? Ômi, deixa de brincadeira.

  4. Cavaludo disse:

    Aquela velha estorinha do cachorro com carrapato. Daí tem remédio pra tratar o carrapato, mata o cachorro. Esse Guedes é 1 bandido pinochetiano. Em 90 dias? Antes disso, tomara q a PF leve vc preso pelos crimes bilionários contra os fundos de pensão. Esse desgoverno só tem banido.

  5. Brasil disse:

    Alguém conhece uma só pessoa que gosta do serviço dos correios? Fora a roubalheira que houve lá nos últimos anos. É preciso privatizar urgente!

    • Nono Correia disse:

      Já existe no Brasil serviços de entrega privados. Se não gosta dos Correios é simples, basta usar esses serviço. Depois contra pra gente como eles são "eficientes."

    • Neto disse:

      Não é bem assim. Os correios tem exclusividade em uma serie de produtos. Se houvesse realmente liberdade de escolha ja teriam quebrado

    • Armando disse:

      Negativo Sr. Neto. Se informe melhor a exclusividade é só para cartas. Sim, a competitividade é grande.

    • Manoel disse:

      Hoje vc pode mandar quase tudo por empresa postal privada, a exceção de cartas pessoais e comerciais que é exclusivo pelos correios (alguém manda carta hoje em dia?).
      O fato é que quase tdos usam os correios para enviar pacotes pois é mais barato mas eclamam do serviço (que Realmente demora). As empresas privadas estão aí, cobrando 5x mais caro mas só reclamam dos correios. Nao se preocupem, quando privatizarem vcs terão mais uma empresa cobrando 5x mais caro.

  6. Vergonha disse:

    Quero ver esses carteiros CRITAREM , os PTralhas roubaram oque pode , e todos ficaram caladinhos .

Nove mil voluntários em seis estados vão participar de testes de vacina chinesa contra a Covid-19 no Brasil

Foto: Nicolas Asfouri/AFP

A potencial vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac será testada no Brasil em 12 centros de pesquisa de seis estados brasileiros, disse ontem o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acrescentando que o início dos ensaios clínicos no país depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os estudos serão liderados pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo paulista. A instituição assinou acordo com a companhia chinesa que inclui, além dos testes, a transferência de tecnologia para a produção da vacina no Brasil, caso se mostre eficaz.

— Já foram definidos os 12 centros de pesquisa que farão os testes da vacina contra o coronavírus aqui no Brasil. E obviamente isso não será feito apenas em São Paulo — disse João Doria. — Os testes, coordenados e liderados pelo Instituto Butantan, serão realizados com 9 mil voluntários em centros de pesquisa de seis estados brasileiros.

Os testes ocorrerão, além do Distrito Federal, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. O governador de São Paulo reiterou que aguarda para esta semana um aval da Anvisa.

A agência disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que seu corpo técnico está em contato com o Butantan e com a Sinovac desde o anúncio da parceria, em 11 de junho, “para analisar e sanar questões técnicas envolvidas na autorização do estudo clínico”.

Informou ainda que, embora o processo esteja em estágio “avançado”, não há previsão para que a análise da agência reguladora seja concluída, “mas a expectativa é que isso ocorra logo”. “O tema está recebendo prioridade máxima, assim como todos os estudos e produtos relacionados ao enfrentamento da Covid-19”, acrescentou a Anvisa.

Além da vacina da Sinovac, está sendo testada no Brasil uma potencial vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a mais avançada até o momento.

Em São Paulo, os estudos são liderados pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Unifesp, que recrutaram dois mil voluntários, em parceria com o Grupo Fleury. A infraestrutura médica e de equipamentos será financiada pela Fundação Lemann. Outras mil pessoas farão parte do teste no Rio, onde o estudo ficará a cargo do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Rede D’Or, que vai cobrir os custos da primeira fase da pesquisa. Além disso, o Idor deve aumentar esse número para mais duas mil pessoas em outras capitais brasileiras, em parceria com a AstraZeneca.

Corrida por solução

Outro imunizante em processo de testes em humanos, desenvolvido pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech e pela farmacêutica Pfizer, mostrou potencial e foi bem tolerada no estágio inicial, segundo anúncio feito ontem.

A BioNTech afirmou que os testes de duas dosagens de seu medicamento BNT162b1 em 24 voluntários mostrou que, após 28 dias, eles desenvolveram níveis mais altos de anticorpos para Covid-19 do que os normalmente observados em pessoas infectadas.

A mais alta entre as duas doses — ambas administradas por meio de duas injeções com diferença de três semanas — foi seguida por uma febre curta em três dos quatro participantes após a segunda aplicação.

Uma terceira dosagem, testada em uma concentração mais alta em um grupo separado, não foi repetida após a primeira aplicação devido à dor da injeção.

— Esses primeiros resultados mostram que a vacina produz atividade imune — disse o cofundador e CEO da BioNTech, Ugur Sahin.

Extra – O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco de Assis Xaviet disse:

    Chineses esp, bando de comunistas, já tinha a vacina pronta quando lançaram o vírus no mundo, é os bestas dos brasileiros vão servi de cobaias

  2. Robson disse:

    Esses tem confiança na China!

    Vai dar tudo certo!

    Ou não!

RN fica em 7º lugar em cobertura vacinal da influenza no Brasil alcançando 93,65% da população

O Rio Grande do Norte superou a meta de vacinação contra a gripe alcançando 93,65% da população. A Campanha de Influenza 2020, que teve início no dia 23 de março e terminou dia 30 de junho, tinha como meta vacinar no mínimo 90% dos grupos elegíveis. Com o resultado positivo, o RN encontra-se em 3º no Ranking e cobertura da Região Nordeste e em 7º lugar no Brasil.

Das 8 regiões de saúde do estado, 6 alcançaram a meta e 2 estão entre 85,14 e 89,12%. Quanto a cobertura dos municípios, 127 (76,04%) estão com meta acima de 90%.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE), informou, ainda, que as pessoas que não pertencem aos grupos elegíveis e desejam se vacinar, devem procurar uma unidade de saúde próxima para conferir a disponibilidade das vacinas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico 100 disse:

    Dali Fátima

Uma a cada 4 meninas no Brasil se casa antes dos 18 anos, diz ONU

Foto: Getty Images

De cada quatro meninas no Brasil, uma ainda se casa antes de completar 18 anos de idade. Os dados foram publicados nesta terça-feira pelo Fundo de População da ONU (Organização das Nações Unidas), que divulgou seu relatório mundial sobre as violações de direitos contra mulheres e meninas.

O Brasil, conforme o relatório, tem uma alta taxa de casamento infantil e, apesar de ter apresentado melhora nos indicadores de gravidez na adolescência, ainda está acima da média mundial. Oficialmente, só é permitido oficializar casamentos entre homens e mulheres acima de 18 anos, ou 16 anos quando autorizado pelos pais.

Segundo o documento, são profundas as violações de direitos de meninas que culminam em uniões e gravidezes precoces, além de prejudicarem o acesso à educação e perpetuarem o ciclo de pobreza. “O casamento infantil está intrinsecamente relacionado à pobreza, desigualdade social e baixa escolaridade no mundo todo, sendo também mais comum entre meninas do que meninos”, disse.

No caso do Brasil, a taxa de casamento infantil está acima da média mundial. No país, ela seria de 26%, contra 20% na média da comunidade internacional. Atualmente, a maior prevalência dessa união precoce está na África Ocidental e Central – com 40% -, seguida pela África Oriental e Austral – com 34%.

“Casamentos de crianças são quase universalmente proibidos, mas acontecem 33.000 vezes por dia, todos os dias, em todo o mundo”, alerta a ONU. “Estima-se que 650 milhões de meninas e mulheres vivas hoje casaram-se quando eram ainda crianças e, até 2030, outras 150 milhões de meninas com menos de 18 anos irão se casar”, constata.

“Meninas perdem a chance de desenvolver seu potencial”, diz representante

Para a representante auxiliar do Fundo de População da ONU no Brasil, Júnia Quiroga, a realidade de muitas dessas meninas no país se mantém invisível em muitos casos. “São milhares de meninas afetadas, todos os dias, sem que sequer se deem conta do abismo onde são colocadas”; afirmou.

“Meninas que perdem a chance de atingir todo o seu potencial em razão de uma estrutura econômica e social que as priva do acesso a direitos fundamentais, como o acesso à educação, ao trabalho e suas escolhas reprodutivas”, disse.

Para a agência da ONU, tal situação pode ser ainda mais dramática diante da pandemia da Covid-19. Segundo o Fundo de População da ONU, a interrupção de serviços de prevenção ao casamento infantil e empoderamento de meninas pode fazer com que o número de casamentos infantis seja aumentado em 13 milhões além do usual entre 2020 e 2030.

Com informações do Universa – UOL

RN é o primeiro destino do Brasil a receber selo de turismo seguro internacional

Empenhada em atender as melhores formas de se adaptar ao novo normal do turismo e dedicada a atingir os mais atuais protocolos de segurança sanitária de destinos turísticos, a Empresa Potiguar de Promoção Turística – EMPROTUR foi em busca do reconhecimento do WTTC – Conselho Mundial de Viagens e Turismo, com a requisição do selo de viagem segura criado pela entidade (Travel Safety Stamp).

O Rio Grande do Norte passou a ser o primeiro estado brasileiro a receber o selo que tem o respaldo da Organização Mundial do Turismo e de mais de 200 CEOs das principais empresas de turismo do mundo, tais como: Hilton, Radisson Hospitality, Marriott International, Expedia, InterContinental Hotels Group, Grupo Accor, Grupo Trip.com, Hyatt, Booking.com, entre outros.

O presidente da EMPROTUR, Bruno Reis, contou que o objetivo da ação é posicionar o Rio Grande do Norte como a melhor e mais segura opção de viagem. “É importante que o trade tenha confiança e credibilidade na venda do nosso destino para os turistas terem a melhor experiência de viagem por aqui”.

Para a secretária de turismo do RN, Aninha Costa, a referência do selo internacional traduz o trabalho que vem sendo realizado de forma profissional e participativa. “Para obtenção deste importante reconhecimento, contamos com a participação ativa do Sistema Fecomercio por meio do SENAC, Sebrae, Secretaria Estadual de Saúde do RN, todas as entidades do trade turístico potiguar e o conselho dos cinco polos turísticos do estado. Um trabalho realizado de forma conjunta buscando gerar os benefícios reais aos turistas e transformar o RN em um destino que planeja a atividade com seriedade e profissionalismo para colaborar com a retomada da economia em nosso estado“.

Importante destacar que para o selo ser validado, os protocolos precisam atender a requisitos que equilibrem segurança e viabilidade. Nesse sentido, são aceitos somente aqueles que propõe as devidas regras sanitárias, de saúde, desinfecção, distanciamento e segurança em equilíbrio com a viabilidade dos negócios de todos os tamanhos, de forma que possam ser realisticamente executadas.

SELO DO RN

Essa iniciativa se soma à criação do selo local, chamado Turismo + Protegido, que tem como objetivo capacitar os profissionais do setor e promover os serviços turísticos do Rio Grande do Norte. Lançaremos uma plataforma para que os viajantes tenham acesso às empresas do estado que fizerem adesão voluntária ao selo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. GENTE DA TERRA DA GENTE disse:

    Parece que os patriotas estão com a cabeça um pouco atrapalhada. Em alguns momentos fico sem acreditar quando vejo a bandeira dos Estados Unidos em movimentos de brasileiros. Vamos valorizar nosso estado e o Nordeste. Essa é a solução mais segura e sensata.

  2. GENTE DA TERRA DA GENTE disse:

    Parece que os patriotas estão com a cabeça um pouco atrapalhada. Em alguns momentos fico sem acreditar a bandeira dos Estados Unidos em movimentos que dizem que é de patriotas. Vamos valorizar nosso estado e o Nordeste. Essa é a solução mais segura e sensata.

  3. Pedro disse:

    Certamente, apesar de termos uma cidade linda e de ovo simpatico, quem emitiu esse selo foi enganado, não pela beleza natural e simpatia do povo e sim pelo resto, que não se traduz em verdade.

  4. Carlos disse:

    Prefiro viajar ao exterior e gastar meu suado dinheiro, pelo menos sei que vou ter segurança, conhecer lugares maravilhosos e de quebra comprar produtos para uso pessoal do ano todo.

  5. Eduardo Peixoto disse:

    É pena que esse selo não serve como garantia para viagens à Europa.

  6. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    É por isso que dizem turista é bicho besta.

União Europeia libera turistas de 15 países, e barra brasileiros, americanos, russos e indianos

Foto: KENZO TRIBOUILLARD / AFP

A União Europeia confirmou oficialmente nesta terça-feira que brasileiros e americanos serão barrados na reabertura das fronteiras externas do bloco, no dia 1° de julho, após mais de três meses fechadas. De início, o processo gradual permitirá apenas a visita de pessoas residentes em um grupo de 14 países que conseguiram controlar a pandemia de Covid-19 em seus territórios. Nas Américas, apenas Uruguai e Canadá foram incluídos no seleto rol.

A escolha da lista e seus critérios foram alvo de intensas discussões durante o final de semana, mas os 27 países-membros do bloco ratificaram o acordo nesta terça por maioria qualificada. Os países selecionados são: Argélia, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Japão, Geórgia, Marrocos, Montenegro, Nova Zelândia, Ruanda, Sérvia, Tailândia, Tunísia e Uruguai.

A China seria o 15º país e seus cidadãos também poderão ter seu ingresso permitido, mas para isso Pequim precisará liberar a entrada de europeus em seu território, já que a reciprocidade é uma das condições exigidas por Bruxelas.

Brasileiros, americanos, russos e indianos — alguns dos maiores visitantes estrangeiros do bloco — continuarão vetados. Isto porque não se englobam nos três critérios traçados pelos europeus: que a tendência de contágios esteja estável ou decrescente; que sejam respeitados critérios internacionais de testagem, vigilância, contenção e rastreio de novos casos; e que o número de casos por 100 mil habitantes seja inferior à média europeia no dia 15 de junho.

Nas duas primeiras semanas deste mês, segundo o “The New York Times”, o bloco teve 16 novos casos por cada 100 mil habitantes, enquanto a estatística brasileira estava em 190 e a americana, em 107. Hoje, os dois países são os mais afetados pela pandemia: têm, respectivamente, 2,5 milhões de casos, com 126 mil mortes, e 1,3 milhão de casos, com 58 mil mortes.

Os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump tiveram posições semelhantes em relação ao vírus, minimizando seu impacto, duvidando de informações científicas e fazendo pressão para a retomada das atividades econômicas. Trump ainda permitiu, em meados de março, que a força-tarefa da Casa Branca para a Covid-19 divulgasse recomendações de isolamento social. Bolsonaro, no entanto, teve dois ministros da Saúde que se demitiram porque ele discordava das orientações defendidas por eles para conter a pandemia.

Outros países além dos 14 escolhidos também se englobariam nessas condições, mas se optou por uma lista mais seleta e política para permitir o acordo. A confiabilidade das estatísticas de diversas nações foi um impasse durante a discussão, deixando de fora diversas nações africanas, americanas e asiáticas, como a Venezuela, Angola, Cuba e Vietnã. A decisão de excluir os americanos também foi vista como uma crítica à maneira como o governo de Trump vem lidando com a pandemia.

Fechadas desde março

O critério da reciprocidade também parece ter sido usado arbitrariamente: a condição é aplicada aos chineses, mas não aos argelinos, cujo país mantém suas fronteiras fechadas. A lista será revisada a cada duas semanas, com possíveis inclusões ou exclusões, a depender da situação epidemiológica.

A lista, segundo fontes do jornal El País, provocou tensões entre os integrantes da UE: cada um defendia a abertura para países diferentes, em meio a preferências políticas e ao medo de que um erro desencadeie um novo surto de Covid-19. A corrida contra o relógio para aprovar a medida vem em meio ao início da alta temporada do verão, fundamental para o turismo no Velho Continente.

O texto aprovado nesta terça não passa de uma recomendação, o documento legal mais forte do bloco, mas deverá ser adotado unanimemente. Como as fronteiras da Zona Schengen são abertas, um viajante pode passar livremente de um país para o outro, o que implicaria uma responsabilidade coletiva.

Na prática, no entanto, os 27 países-membros se comprometeram a autorizar apenas cidadãos dos 14 países listados, mas poderão aplicar regras ainda mais restritas caso julguem necessário. Cada país poderá também determinar se irá impor restrições adicionais, como autoquarentenas para turistas. A recomendação da UE não se aplica à Irlanda ou à Dinamarca, países que têm um status especial no que diz respeito às suas fronteiras. No caso britânico, que passa por um período de transição pós-Brexit, a aplicação será voluntária.

Até o dia 16 de março, cidadãos de 67 países podiam visitar a União Europeia livremente, e outros 105 poderiam solicitar vistos. Frente à pandemia de Covid-19, da qual foi epicentro entre março e abril, o bloco tomou a medida sem precedentes de fechar suas fronteiras, buscando evitar medidas unilaterais. As fronteiras internas começaram a ser reabertas em 15 de junho, à medida que nações como Itália, França e Espanha, que já foram o epicentro da pandemia, começaram a controlar o número de novas contaminações e mortes.

O Globo

 

Pandemia aniquilou 7,8 milhões de postos de trabalho no Brasil

A pandemia da Covid-19 destruiu 7,8 milhões de postos de trabalho no Brasil até o mês de maio, informou nesta terça-feira (30) o IBGE. Isso fez com que a população ocupada tivesse caído 8,3% na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro, indo para 85,9 milhões de pessoas.

Pela primeira vez na história da Pnad Contínua, menos da metade das pessoas em idade para trabalhar está empregada. Isso nunca havia ocorrido antes na pesquisa, que começou em 2012. Dentre os postos de trabalho perdidos, 5,8 milhões são de empregos informais.

A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, relatou que a queda na população ocupada foi bastante rápida. “Isso é preocupante”, apontou. Outros indicadores bateram recordes na série, indicando condições piores de trabalho no Brasil após o início da pandemia.

A população desalentada, pessoas que desistiram de procurar emprego, chegou a 5,4 milhões, um aumento de 15,3% em relação ao trimestre anterior e de 10,3% comparado a maio de 2019.

A população subutilizada – os que estão empregados, mas gostariam de estar trabalhando por mais tempo – aumentou 4 pontos percentuais e alcançou 27,5%. São 30,4 milhões de brasileiros nessa situação, um acréscimo de 3,6 milhões na comparação com fevereiro.

Maio foi o segundo mês completo com medidas de isolamento social impostas em todo o país como forma de conter o avanço do Covid-19, o que vem afetando a economia brasileira. Especialistas já dizem que o Brasil vive depressão econômica.

O primeiro óbito conhecido pelo novo coronavírus no país ocorreu no dia 17 de março. A partir daí, com o avanço da doença, o país promoveu o fechamento de bares, restaurantes e comércio como forma de combater a pandemia. Em abril, os efeitos econômicos começaram a ser sentidos com mais intensidade, já que as medidas restritivas duraram do começo ao fim do mês. O impacto continuou em maio.

​Diante desse cenário, o desemprego alcançou 12,9% na comparação com o trimestre anterior, encerrado em fevereiro, quando marcou 11,6%. São 368 mil pessoas a mais na fila do emprego, que atinge 12,7 milhões. Com relação ao mesmo período do ano passado, a taxa de desocupação cresceu 0,6 ponto percentual.

Economistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg esperavam desemprego de 13,2% no trimestre encerrado em abril. A projeção era parecida com a de especialistas pela Folha.

Nessa segunda (29), dados do Caged também mostraram que o mercado de trabalho brasileiro fechou mais 331,9 mil vagas em maio. Desde o início das medidas de restrição da pandemia do coronavírus (em março), o total dos postos fechados chega a 1,4 milhão.

Na semana passada, a primeira divulgação mensal da Pnad Covid-19, edição extraordinária da pesquisa do IBGE criada para medir os efeitos do novo coronavírus sobre a população e o mercado de trabalho, já havia mostrado que 9,7 milhões de trabalhadores ficaram sem remuneração em maio.

Outra indicação é que os brasileiros mais afetados pela doença são os pretos, pardos, pobres e sem estudo. Além de relatarem incidência maior dos sintomas da Covid-19, pessoas desses grupos também sentiram de maneira mais forte os impactos econômicos provocados pela pandemia, que fechou estabelecimentos e suspendeu operações industriais.

Em paralelo aos impactos econômicos sentidos diretamente no aumento do desemprego, o Brasil vem acompanhando o Covid-19 se alastrar. Nesta segunda, o país registrou 727 novas mortes pela Covid-19 nesta segunda-feira (29), e 25.234 novos casos da doença. Com isso, o país atinge a marca de 58.385 óbitos causados pelo novo coronavírus e 1.370.488 registros da infecção.

Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wilson disse:

    Mais uma vitória da China. Parabéns Xi Jinping, comemore a desgraça dos outros.