Prefeitura de SP lacra restaurante de Érick Jacquin e mais 78 por descumprirem decreto

Fiscais da Subprefeitura de Pinheiros, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo foram até as ruas nesta terça (11) para lacrar quatro estabelecimentos que desobedeceram as regras do decreto de flexibilização da quarentena no primeiro final de semana de horário estendido.

Entre os que descumpriram as determinações impostas pela prefeitura, está o restaurante “Président” do chef Érick Jacquin, na Rua da Consolação. Os fiscais da prefeitura de São Paulo fotografaram clientes consumindo no local às 22:39 de sábado (8), quase 40 minutos depois do horário limite.

Além dele, outros três locais receberam a visita de funcionários da prefeitura nesta terça e acabaram lacrados. A multa aplicada a todos eles é de  R$ 9.231,65 para cada 250 metros quadrados.

O “Président” foi inaugurado em dezembro de 2019, mas, com menos de quatro meses de funcionamento, já teve que fechar as portas por conta da pandemia do novo coronavírus, obedecendo a decretos do estado e do município. No anunciou da reabertura, o restaurante prometia funcionar de terça a sábado em dois horários que somavam seis horas, entre 12h e 15h para o almoço e entre 19h e 22h para o jantar.

Regras desrespeitadas

O motivo do fechamento dos 79 bares foi o descumprimento de duas das regras de reabertura gradual: o veto a aglomerações e o horário limite de funcionamento.

No novo modelo que passou a valer na última quinta-feira, os bares e restaurantes podem funcionar em um período corrido ou fracionar o atendimento ao público, presencialmente, mas precisam escolher períodos que somem o limite de seis horas diárias, entre 11h e 22h. A capacidade máxima de ocupação tem que ser de 40% no período pré-pandemia.

CNN BRASIL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Erick Jacquin disse:

    Faltou o tompero!

  2. Direita Honesta disse:

    Estamos vivenciando o COMUNISMO NA PRÁTICA. Direitos constitucionais (inclusive o de trabalhar, de obter o sustento próprio só da família) sendo suprimidos, com o apoio da nossa Suprema Corte, que deveria estar justamente resguardando tais direitos. Qual relação poderia ter o horário de funcionamento de um estabelecimento comercial (ou qualquer outro) com a propagação de um vírus? Prá não falar da falta de comprovação científica da eficácia desse tal "isolamento social". Quantos absurdos!

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