“Todos os documentos do partido até agora falam que precisamos reeleger a nossa presidenta e não o nosso governo”, argumentou o petista. Falcão afirmou que a oposição está débil e que os únicos focos de resistência ao governo Dilma no momento são certos grupos econômicos com ramificações do exterior e meios de comunicação. O petista também citou “altos funcionários do Estado”, numa crítica indireta ao Poder Judiciário.
Falcão foi indicado hoje como o candidato da corrente majoritária do partido, a CNB, para concorrer à reeleição, na disputa interna de novembro. O deputado faz parte da tendência Novo Rumo, com a qual a CNB é aliada. A decisão do campo majoritário foi tomada de forma unânime em reunião no centro de São Paulo, da qual participaram José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado no julgamento do mensalão.
Falcão elegeu como prioridade de sua gestão no partido a reeleição de Dilma e a construção de uma plataforma de mudança mais vinculada aos grupos sociais.
(Cristian Klein | Valor)
Foto: Ricardo Stuckert/PR
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