Jornalismo

Quem é Cândido Peçanha?

Por Marlon Reis

No livro “O nobre deputado”, personagem Cândido Peçanha serve para mostrar cenário em que membros de cúpulas partidárias e outros agentes estão envolvidos para conquistar mandatos a partir do desvio de dinheiro público.

Cândido Peçanha — personagem principal do livro O nobre deputado (Leya) — é um deputado de terceiro mandato que conhece bem as regras do jogo. Tem uma base que inclui o apoio de 14 prefeitos, com quem mantém uma relação de negócios alimentada pelo fluxo de dinheiro público e privado. Quando se reporta aos municípios com os quais mantém negócios utiliza a expressão “prefeituras amigas”. Eles também tem sob seu domínio quatro entidades sem fins lucrativos, por meio dos quais canaliza verbas oriundas de emendas e convênios.

 O deputado Peçanha é generoso na distribuição de emendas parlamentares, mas tem por praxe a cobrança de uma “taxa de retorno” de no mínimo 20%. Mas essa comissão pode aumentar, conforme a facilidade ou as necessidades circunstanciais. Não importa o tipo de obra ou serviço que deve ser custeado com aquela verba; sua parte fica reservada para ajudar a cobrir as despesas da próxima campanha.

 Mas esse dinheiro não é suficiente, afinal concorrentes cada vez mais endinheirados estão “inflacionando” as eleições. Eles tentam invadir os redutos eleitorais de Cândido Peçanha com ofertas que atingem cifras capazes de impressionar até os mais experientes. Sim, todos os apoios obtidos pelo nosso parlamentar foram comprados. Às vezes ele perde uma base eleitoral para oponentes com campanhas mais ricas, mas acaba dando um jeito de compensar. Não falta prefeito ou presidente de associação disposto a vender sua base eleitoral.

 Para robustecer suas finanças de campanha, Peçanha recorre aos amigos empreiteiros. É um “bate-pronto”. O financiamento de campanha é apenas um empréstimo de curto prazo e altíssima rentabilidade. Funciona assim: o deputado influencia a definição do orçamento para beneficiar prefeituras e instituições parceiras. Depois disso, licitações dirigidas cuidam de fazer chegar esse dinheiro aos cofres das empresas certas. Grande parte desse montante volta para o deputado benfeitor e tudo sempre termina bem.

 O que você acaba de ler é o perfil de um personagem por meio do qual busco escancarar o universo que embala grande parte das campanhas dos deputados eleitos no Brasil. Escrevi O nobre deputado para expor uma realidade chocante, mas que está longe de ser surpreendente. Sabemos todos que nossas eleições são gravemente influenciadas pela compra do apoio político. Vence quem tem mais dinheiro. Essa é a regra demonstrada exaustivamente por pesquisas realizadas no Brasil por instituições acadêmicas daqui e do exterior.

 Para escrever o livro, recorri ao uso de estratégias de pesquisa desenvolvidas para a elaboração da minha tese de doutorado. Fiz uso de entrevistas baseadas em questionários semi-estruturados para ouvir uma dezena de participantes diretos do cenário investigado, todos eles membros de cúpulas partidárias locais ou agentes de negociações ilícitas envolvendo a conquista de mandatos. Não são pessoas derrotadas. São pessoas vitoriosas que aprenderam a jogar segundo as regras em vigor. Aprenderam com o sistema e se tornaram especialistas em vencer. E estão agindo agora mesmo enquanto transcorre mais um processo eleitoral.

 Os relatos foram confrontados com muitas outras fontes de pesquisa até que eu pudesse construir o perfil de Cândido Peçanha. O nobre deputado foi, a partir daí, escrito em primeira pessoa a fim de que o leitor pudesse se aproximar da mente de alguém que faz do desvio a regra e que considera natural tudo o que se vê levado a fazer para não ser “cuspido” por esse universo singular. Peçanha não confia nas instituições. Segundo sua ótica, tudo se baseia numa disputa pelo poder. Tudo faz parte de um grande jogo de interesses em que o nosso protagonista não é um caso isolado, mas um player devidamente preparado para prevalecer num universo em que a liderança política foi aos poucos sendo substituída pela força nada glamourosa do dinheiro.

 Fonte: Congresso em Foco

Opinião dos leitores

  1. O bom senso político está difícil hoje em dia em nosso país, devido a situação do Brasil. Brasília.
    Pelo menos por aí temos de ficar atentos e se preocupar sim.
    Há ladrões em Brasília.
    E por lá são amorais.

    Sempre a bandidagem no Brasil.
    E em Brasília idem.

    Falta no Brasil educação de qualidade.
    Sim! Isso! Alta cultura.
    Sumiu do Brasil.
    Eis de que o Brasil necessita. Educação de qualidade: e música instrumental. É de que mais precisamos no Brasil atual. Alta literatura, para todos. E música erudita. Nos rádios e nas escolas infantis etc.
    E a educação, hem? Na nação. Brega e cafona.
    A educação no Brasil é baranga. Devido ao petismo.
    O Brasil está em sua educação falido. Afinal o estilo que impera é a do PT barango.

    PT, estilão brega de ser: Que nivela a educação por baixo, sempre. A pior de toda américa. O PT é Kitsch.

    Digno de espanto, se bem que vulgaríssimo, e tão doloroso quanto impressionante, é ver milhões de homens a servir, miseravelmente curvados ao peso do jugo, esmagados não por uma força muito grande, hercúlea, mas aparentemente dominados e encantados apenas pelo nome de um só homem [lula] cujo poder não deveria assustá-los, visto que é um só (Mula –, o vigarista aPedeuTa). O PT é cafona. O que é sustentável para o Brasil: educação de alto nível. Alta cultura. O PT é bregaço.
    Além disso tudo:
    Portugal não aprecia Ladrão de Estatais. Nem censor de Internet. Fora embusteiro.

  2. Pois é, a culpa de existir políticos assim é do povo. Dinheiro para financiar a campanha é dinheiro para comprar voto. O povo só tem o que merece.

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Justiça condena Allyson por ataques a Álvaro e garante direito de resposta na TV e no rádio

Decisão do TRE considera falsas acusações de nepotismo, mantém propaganda suspensa e proíbe repetição das afirmações

A Justiça Eleitoral julgou parcialmente procedente a ação movida por Álvaro Dias contra Allyson Bezerra e determinou a concessão de direito de resposta no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão após considerar falsas acusações feitas contra o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte. A decisão final foi proferida pelo desembargador eleitoral João Afonso Morais Pordeus.

A decisão mantém suspensa a propaganda intitulada “Trem da Alegria”, veiculada pela campanha de Allyson, e proíbe a repetição da imputação pessoal de nepotismo a Álvaro, além de impedir que a acusação seja atribuída ao Ministério Público.

Ao analisar o caso, a Justiça foi taxativa ao concluir que a acusação de nepotismo contra Álvaro “não corresponde à realidade probatória dos autos”. Segundo a decisão, os enquadramentos questionados decorreram de deliberações colegiadas da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa ao longo de quatro gestões distintas, entre 1995 e 2014, e não de ato pessoal de Álvaro para beneficiar parentes.

O magistrado também destacou que nem a ação do Ministério Público Estadual nem a manifestação da Procuradoria-Geral da República perante o STF atribuíram a Álvaro a prática de nepotismo. A própria defesa de Allyson reconheceu no processo que a acusação “não foi atribuída ao Ministério Público”.

Para a Justiça Eleitoral, houve utilização indevida do Ministério Público para dar respaldo à acusação. Na decisão, o desembargador afirma que “a liberdade de expressão protege o juízo de valor sobre fatos verdadeiros; não protege a invocação de uma autoridade pública para chancelar afirmação que essa autoridade nunca fez”.

Com a sentença, Álvaro terá um minuto de direito de resposta por veiculação, no mesmo espaço do horário eleitoral em que os ataques foram exibidos e em número equivalente de inserções, com cumprimento determinado em até 48 horas.

A decisão ainda mantém multa de R$ 5 mil por dia em caso de descumprimento das determinações judiciais e ordena a notificação das emissoras de rádio e televisão do Rio Grande do Norte.

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Subprocurador escolhido por Gonet para atuar nas ações do Caso Master na PGR dá aulas com Alexandre de Moraes na USP

Foto: Gustavo Moreno/STF

O subprocurador André de Carvalho Ramos, escolhido pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, para atuar nas ações do Caso Master na PGR, mantém relação profissional com o ministro Alexandre de Moraes na Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com apuração do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, Ramos e Moraes são professores responsáveis pela disciplina “Direito Digital: Novos desafios da Democracia, Constituição, Direitos e Desenvolvimento”, criada na USP em maio de 2026 e com 120 horas-aula. A matéria também tem como responsável o ministro do TSE André Ramos Tavares.

Ramos foi designado na sexta-feira (11) para atuar, ao lado de Gonet e do vice-PGR Hindenburgo Chateaubriand, nos processos relacionados ao Caso Master, que envolvem o banco de Daniel Vorcaro e citam Moraes.

O STF deve decidir nesta terça-feira (15/9) se autoriza a abertura de uma investigação formal sobre a relação entre Moraes e Vorcaro.

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Dino cita atuação de Cezinha de Madureira em despachos com ministros do STF e honorários de R$ 1 milhão

Foto: Antônio Augusto/STF

Na decisão que autorizou a deflagração da Operação Transparência 3 da Polícia Federal, nesta segunda-feira (14), o ministro do STF  Flávio Dino mencionou a atuação do deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) em contatos com ministros da Corte em processos de interesse de clientes. Cezinha e a advogada Valéria Rodrigues Linhares trabalhariam para influenciar decisões favoráveis a clientes captados pela advogada Mariângela Fialek. A investigação apura “tráfico de influência junto a tribunais superiores”. A informação é da jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna da Folha de S. Paulo.

De acordo com o relatório, Cezinha, que não é advogado, faria “despachos” diretamente com ministros como Kassio Nunes Marques, André Mendonça, Gilmar Mendes e Edson Fachin.

A investigação também cita contratos com honorários de R$ 1.000.000,00 e aditivo de R$ 2.000.000,00 em caso de sucesso. Em um dos documentos, o pagamento estaria condicionado à concessão da liberdade do contratante, ainda que com medidas cautelares.

Valéria Linhares também é alvo da operação. Em agosto, a PF apreendeu R$ 510 mil em dinheiro vivo em uma bagagem que estava com a advogada.

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Walter Alves lidera nominata mais uma vez, é o 3º no geral; e MDB caminha para eleger 3 deputados estaduais

O candidato a deputado estadual Walter Alves foi o terceiro mais citado na mais nova pesquisa eleitoral de alcance estadual divulgada ontem, dia 13. O nome dele lidera a nominata do partido para a Assembleia Legislativa.

A pesquisa, com 1.250 entrevistas, revelou — além da eleição de Walter Alves — uma outra tendência: a de que o MDB deverá conseguir eleger pelo menos três deputados estaduais.

“É mais uma pesquisa que o nosso nome aparece muito bem graças ao reconhecimento da população pelo trabalho que sempre fizemos em favor das cidades do Rio Grande do Norte”, afirmou Walter Alves.

“E, se Deus quiser e o povo ajudar, vamos chegar à Assembleia já contando com o apoio de outros deputados, com uma bancada do MDB para poder ter mais força no sentido de ajudar ainda mais o Rio Grande do Norte”, completou.

Pesquisa

A pesquisa Item/Jair Sampaio foi registrada no TRE/RN e no TSE sob os números RN-07441/2026 e BR-02344/2026. Foram realizadas entrevistas em 58 municípios do Rio Grande do Norte entre os dias 08 e 11 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,77 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

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NOTA: Deputado Luiz Eduardo nega caixa dois e afirma que R$ 1,5 apreendido pela PF é “movimentação lícita, declarada e de origem comprovada”

Foto: João Gilberto/ALRN

O deputado estadual Luiz Eduardo (PL) negou em nota a prática de ‘Caixa dois’ e afirmou que o valor de R$ 1,5 milhão apreendido pela Polícia Federal em operação realizada nesta segunda-feira (14) é oriundo de saques de contas bancárias próprias.

O parlamentar esclareceu que a movimentação é “lícita, declarada e de origem plenamente comprovada” e que apresentará toda documentação às autoridades competentes.

Leia abaixo a nota na íntegra

O deputado Luiz Eduardo gostaria de esclarecer: A investigação tem por base saques realizados em contas bancárias do próprio deputado. Movimentação lícita, declarada e de origem plenamente comprovada, cuja documentação será apresentada às autoridades competentes.

Os valores sacados permaneciam guardados em sua residência e não foram gastos, circunstâncias que por si só afastam qualquer finalidade eleitoral. Não há caixa dois sem recurso arrecadado à margem da prestação de contas ou aplicação de despesas de campanha. Em nenhuma dessas hipóteses ocorreu gasto de dinheiro.

O deputado respeita a Justiça Eleitoral e a Polícia Federal, colabora integralmente com as investigações e confia que ao final estará demonstrada a inexistência de qualquer ilícito, seja na origem, seja na destinação dos recursos natal.

Natal, 14 de setembro de 2026
Deputado Estadual Luiz Eduardo

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Fachin se reúne com Nunes Marques na véspera de julgamento sobre Moraes

Foto: Victor Piemonte e Luiz Silveira/STF

O presidente do STF Edson Fachin se reuniu na manhã desta segunda-feira (14) com o ministro Nunes Marques, na sede da Corte, um dia antes da sessão que pode definir a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. A informação é do blog do jornalista Teo Cury, da CNN Brasil.

Fachin articula para tentar reduzir o impasse interno no tribunal. Nesta segunda, a Polícia Federal também disponibilizou aos ministros Cristiano Zanin e Gilmar Mendes os dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Zanin e Gilmar afirmaram que o acesso ao material é necessário para fundamentar os votos na sessão desta terça-feira (15). A PGR também defendeu que os ministros tenham acesso prévio às informações que serão analisadas.

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URGENTE: Mendonça derruba sigilo de pagamentos de Vorcaro

Foto: Luiz Roberto/TSE

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirou nesta segunda-feira (14) o sigilo do processo que reúne detalhes sobre a rede de pagamentos do empresário Daniel Vorcaro e do Banco Master. Ele atendeu a um pedido feito pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

O pedido havia sido feito por Alexandre de Moraes no domingo (13), que classificou os documentos como “elementos essenciais” para as investigações. O presidente do STF, Edson Fachin, autorizou a medida após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A decisão ocorre na véspera da sessão do plenário marcada para esta terça-feira (15), quando os ministros devem analisar a abertura de uma investigação relacionada à relação entre Moraes e Vorcaro.

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[VÍDEO] EXCLUSIVO: BG comenta sobre R$ 1,5 milhão pertencente ao deputado Luiz Eduardo

BG comentou no programa “Meio Dia RN” desta segunda-feira (14) sobre o dinheiro apreendido pela Polícia Federal que pertence ao deputado estadual Luiz Eduardo (PL). Durante a operação “Sem Lastro”, foi encontrado R$ 1,5 milhão na casa de um agente político em Natal.

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URGENTE: Operação da PF que apreendeu R$ 1,5 milhão em casa de agente político tem relação com candidatura do deputado estadual Luiz Eduardo (PL)

Fotos: João Gilberto/ALRN e Divulgação/PF

A Operação “Sem Lastro”, deflagrada nesta segunda-feira (14) pela Polícia Federal, que apreendeu mais de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo na casa de um agente político, tem relação com a candidatura do deputado estadual Luiz Eduardo (PL), segundo fontes do Blog do BG.

Ainda segundo relato das fontes, o referido agente político vinha fazendo uma série de saques em espécie quando começou a ser monitorado pela PF, que entrou na casa dele e encontrou o montante de R$ 1,5 milhão.

Deflagrada em Natal, a operação investiga indícios de falsidade ideológica eleitoral e possível uso de recursos não declarados em atividades de campanha eleitoral, popularmente conhecido como caixa dois.

De acordo com a PF, a investigação identificou saques em espécie feitos por um servidor do Rio Grande do Norte. As movimentações levantaram suspeitas de incompatibilidade entre os valores movimentados e o patrimônio declarado à Justiça Eleitoral.

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Caravana do 15.555 reúne multidões em Porto do Mangue e Areia Branca e confirma força de Bibiano na região

O domingo foi de muita movimentação política com a Caravana do 15.555, liderada por Bibiano, que passou por Porto do Mangue e Areia Branca reunindo uma grande quantidade de apoiadores.

Em Porto do Mangue, a caravana percorreu comunidades da zona rural e ganhou as ruas da cidade. A carreata se transformou em uma grande passeata, mesmo sob o forte sol das 16h, com moradores acompanhando a mobilização.

Após a caminhada, Bibiano discursou e ouviu moradores da cidade e da zona rural, reforçando seu compromisso com a população.

Em seguida, a Caravana do 15.555 chegou a Areia Branca, onde foi recebida com uma grande motocarreata e carreata. A mobilização contou com a presença da ex-prefeita Iraneide, do presidente da Câmara, Renan, além de vereadores, suplentes e outras lideranças.

As duas agendas marcaram mais um domingo de forte mobilização e demonstraram o crescimento da campanha de Bibiano, que vem ampliando sua presença e apoio em diferentes municípios do Rio Grande do Norte.

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