A prisão dos cantores MC Ryan SP e Poze do Rodo nesta quarta-feira (15/4) é resultado de uma investigação que desarticulou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão.
A operação, batizada de Narcofluxo, foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) após meses de apuração sobre a circulação de valores considerados atípicos, tanto no Brasil quanto no exterior.
Segundo os investigadores, o grupo utilizava uma estrutura sofisticada para ocultar a origem dos recursos. O dinheiro circulava por meio de empresas, pessoas interpostas e operações financeiras de alto valor, dificultando o rastreamento.
De acordo com a Polícia Federal, a engrenagem envolvia diferentes frentes de atuação. Uma delas era o uso de empresas para dar aparência de legalidade ao dinheiro. Os valores eram inseridos no sistema financeiro como se fossem resultado de atividades regulares, quando, na prática, teriam origem ilegal.
Outra frente era a movimentação de dinheiro em espécie. Parte dos recursos circulava fora do sistema bancário, o que dificultava o controle por órgãos de fiscalização.
Também foram identificadas transações com criptoativos, estratégia que, segundo a investigação, ajudava a fragmentar e ocultar os valores.
As investigações avançaram a partir do cruzamento de dados financeiros e da identificação de movimentações incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos.
Com o aprofundamento das apurações, a Polícia Federal passou a mapear a estrutura do grupo e a ligação entre os investigados.
Foi nesse contexto que surgiram elementos que colocaram MC Ryan SP, Poze do Rodo e outros nomes no centro da investigação.
A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, com o cumprimento de 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados.
Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e restrições a empresas, com o objetivo de interromper o fluxo financeiro do grupo.
Metrópoles
Quem discorda do clã é comunista, antipatriota e deveria se mudar para Cuba ou Venezuela.
Cadê Bento e Ceará, não vai defender o seu bandido de estimação. Já sei vai ganha uma caixa de chocolate de Flavinho.
O MPRJ, com a chancela desse juiz Itabaiana, também já revirou a vida até de tudo o que é de gato e cachorro do Rio. E nada de se fazer uma denúncia.
Acabou a mamata, rsrsrsrsrsrsrs . Só que NÃO !!
Os minions estão eufóricos.
Esperando os comentários de Bento Babão e Ceará Bundao, que dizem que não tem "Bandido de estimação".
Com certeza vão pedir rigor na investigação, ficando indignados com esse esquema de proteção.
Seus maus modos certamente dizem muito do seu caráter, como todo bom esquerdopata. Um brasileiro consciente (não creio se aplique a vc) não tem bandido de estimação, "cumpanhero". Mas a perseguição à família do presidente é notória. Afinal, cadê as investigações sobre o presidente da ALERJ (do PT, claro), cujo gabinete movimentou mais de 50 milhões, dentre outros? O que o filho 01 (gostou?) movimentou foi uma ninharia diante de tantos outros deputados de lá. TODOS deviam ser investigados, com prioridade para os casos mais gritantes, não acha? Por que só o Flávio? Tá na cara qual é a intenção.
Vá se preocupar com sua governadora, com a reforma da previdência estadual, com o pagamento dos salários atrasados dos servidores e com as dívidas com os fornecedores. Veja se essa senhora não vai mesmo governar? Use melhor o seu tempo, tá ok?