O presidente da Argentina, Javier Milei, participou neste sábado (25) da convenção nacional do PL, em São Paulo, e declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
Durante o discurso, Milei afirmou: “Eu creio que somente Flávio pode parar Lula e trazer uma verdadeira mudança para todos os brasileiros. Creio firmemente que não há outro capaz de parar o efeito de Lula sobre o país. E não há outro para fazer frente às organizações criminosas e narcotraficantes, e nisso eu confio plenamente em Flávio Bolsonaro”.
O presidente argentino também disse esperar que, após as eleições de outubro, “o Brasil também seja liberal”.
Ao longo da fala, Milei fez críticas à esquerda, associando o socialismo ao autoritarismo, afirmou que a direita costuma assumir o governo para corrigir problemas deixados pelos antecessores e pediu que os eleitores se preparem para uma eleição “suja”.
Milei ainda criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o Brasil está “a caminho da crise da dívida” e interrompeu o discurso para incentivar apoiadores a entoarem gritos de “Lula ladrão”.
O presidente argentino também lamentou não ter conseguido visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, enviou um abraço ao aliado e se referiu a Flávio Bolsonaro como “filho de um grande amigo”.
O poder repentino do PMDB bestifica os petistas.
O PMDB aprendeu a resistir a ditadura e a gerenciar o poder depois que ela acabou. Irrigou a democracia dominando nos bairros, nos rincões.
Se o PMDB lutar pela reforma fiscal, Dilma for “impichada” e Temer segurar a peruca, o partido não sai mais do poder.
Lembre-se: o PMDB saiu das eleições de 2014 como o maior partido do país em Estados administrados. Dispõe também do maior número de municípios e de parlamentares no Congresso Nacional; emplacou sete governadores, a maior quantidade entre as nove legendas que elegeram governantes no ano passado. Em 2012, lembre-se também, o PMDB fez o maior número de prefeitos (1.019 ao todo).
Agora imagine o Eduardo Cunha, amigo de Henrique Alves e pupilo de Michel Temer, comandando tudo isso?
Duas considerações: Henrique é um problema? E sendo um, caberia a quem se responsabilizar?