Uma pesquisa da Embrapa Meio Norte comprovou que o maior cajueiro do mundo está localizado no município de Cajueiro da Praia, no litoral do Piauí. De acordo com os dados, a árvore possui 8.810 m² e tem mais de 200 anos de existência. A novidade deve impulsionar em um futuro próximo, cada vez mais o turismo ecológico na cidade.
Segundo o Guiness Book (Livro dos Recordes) o maior cajueiro do mundo fica localizado na cidade de Parnamirim, no Estado do Rio Grande do Norte. Porém, com esta pesquisa realizada no litoral piauiense, mudanças deverão existir e o título deverá ser repassado para o município de Cajueiro da Praia-PI. Para o historiador Danilton Nóbrega, o importante neste momento é realizar o tombamento do local.
“O que importa agora é tombar ele a nível federal. O objetivo principal é justamente este. Ou seja, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) deve reconhecê-lo como um patrimônio do Piauí e esse será mais um passo importante. Posteriormente, estaremos realizando a divulgação em massa através das mídias, visando impulsionar o turismo sustentável”, explicou.
Ainda segundo o Danilton Nóbrega, o crescimento incomum do cajueiro é explicado pela junção de duas anomalias genéticas. Os galhos da árvore cresceram para os lados, curvaram-se para baixo por causa do peso, até alcançar o solo. Ao tocar o solo, os galhos começaram a criar raízes, como se fossem troncos de uma outra árvore.
“Foi realizado um estudo pela Embrapa Meio Norte, que comprova que a planta recebeu uma mutação, que acontece naturalmente quando os galhos tocam o chão e vão se ramificando. E como este cajueiro está perto da praia, ele conseguiu crescer livremente. E esse estudo também constatou que ele possui uma única raiz matriz que se ramificou”, disse.
De acordo com informações, o “Cajueiro Rei”, como foi batizado, era bem maior. Segundo relatos de moradores, a comunidade cresceu ao longo dos anos e foi suprimindo a planta. Atualmente, ele se encontra cercado entre casas e terrenos nas proximidades da beira da praia. Visando proteger a árvore, uma lei municipal foi criada e aprovada em maio de 2013.
Segundo o historiador Danilton Nóbrega, a grande diferença entre os dois cajueiros gigantes do Piauí e do Rio Grande do Norte é que o piauiense ainda está em pleno crescimento. Além disso, a planta de Cajueiro da Praia possui, segundo a pesquisa, 300 metros quadrados a mais do que a existente em Parnamirim-RN.
“O cajueiro em si é muito importante como patrimônio, pois valoriza a identidade deste povo. Além disso, outra característica do nosso cajueiro rei é que ele ainda está em pleno crescimento. Diferentemente do que está localizado no Rio Grande do Norte, que já se encontra fechado de asfalto e já é bem menor do que o nosso. Isso tudo foi comprovado nos estudos”, afirmou o historiador.
Atualmente o “Cajueiro Rei” se encontra em terrenos privados de famílias tradicionais do município. Uma parte se encontra cercada, mas a grande maioria se encontra aberta ao público. E visando as atividades turísticas futuras, a Prefeitura Municipal de Cajueiro da Praia já trabalha incentivando um grupo de nativos que planeja estruturar uma rota turística no município.
“Cerca de 90% do planejamento desta rota já está concluído. Ao todo, serão quatro horas em visitas pela praia, em um sítio arqueológico da região, pelo maior cajueiro do mundo e depois o visitante entra no barco e vai para o estuário dos rios Timonha e Ubatuba, onde terão a oportunidade de conhecer as aves migratórias e os peixes bois. Em fim, é um passeio completo para toda a família. E é isso que tem que ser incentivado. É a comunidade fazendo um roteiro turístico para ganhar dinheiro e preservando”, concluiu Danilton Nóbrega.
Meio Norte
http://www.meionorte.com/cidades/pi/parnaiba/pi-supera-rn-e-possui-o-maior-cajueiro-do-mundo-311019

Infelizmente pessoas leigas como as que comentaram aqui, não conhecem a importância do maior cajueiro do mundo para a comunidade, os empregos que ele gera nos arredores, restaurantes, lojas de artesanato etc… Mais o que esperar de pessoas que só vão a Pirangi no veraneio, para sujar a praia e trazer o caos no transito que só ocorre no período que vocês escolhem para passar as ferias nesse paraíso.
como pode alguém pensar da forma que pensam essas pessoas que comentaram aqui, ora, se Natal sobrevive essencialmente do turismo, e o maior cajueiro do mundo, é hoje, o principal ponto turístico do nosso destino, como não preservar. Os veranistas vão para as suas casas, apenas em feriados e nas férias, já o turismo, movimenta a economia o ano todo. O cajueiro gera emprego e renda para a cidade de Parnamirim.
Graças a Deus perdemos esse título. Então podem começar a podar agora mesmo e com isso evitar todos os transtornos causado pelo ex maior cajueiro do mundo. Uma imbecilidade a toda prova dos fiscais da natureza e defensores das formigas, ratos etc. Os veranistas de Pi rangi do Norte e todas as praias do litoral sul agradecem.
Concordo em número gênero e grau.. Esse cajueiro de nada tinha a acrescenta nem caju direito dava.. Pelo tamanho deveria alimentar muita gente mas nem isso.. Tomara que acabem logo essa besteiras toda, e livre o trânsito dos galhos dela..