Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi/ARQUIVO
Um homem preso na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, foi encontrado morto dentro da cela que ocupava na madrugada deste sábado (22). De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap/RN), o crime teria sido cometido por outro interno, que dividia o mesmo espaço com a vítima. Ainda segundo a Seap, o autor do homicídio confessou ter matado o colega de cela por asfixia, utilizando um lençol.
A Seap informou que por volta das 1h30, os policiais penais de plantão perceberam uma movimentação atípica dentro da cela 1, no pavilhão 4 do Complexo de Alcaçuz, o mais novo da penitenciária. Ao entrarem no local, eles identificaram um dos presos no chão. O corpo de Erivan Soares Paixão possuía sinais de estrangulamento.
O SAMU foi acionado e, ao chegar na cela, constatou o óbito. A Delegacia de Homicídios da Polícia Civil e o Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep/RN) também estiveram no local.
A Seap ressaltou que não foram registradas rebeliões na penitenciária e que a morte teria sido motivada por uma rixa entre o autor do crime e a vítima.
A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) identificou uma série de falhas na segurança da Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, no Complexo de Alcaçuz, em Nísia Floresta. O estopim foi a identificação de três celulares, sete baterias e um carregador artesanal encontrados durante uma vistoria numa das celas.
A Ouvidoria do Sistema Penitenciário do RN visitou a unidade e identificou irregularidades, com dois presos ficando feridos em um episódio, e recomendou nove medidas à Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap). A Seap não irá detalhar as 9 medidas sugeridas.
As informações constam numa resposta do secretário de Administração Penitenciaria, Helton Edi Xavier, ao Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do TJRN, do dia 07 de maio de 2024.
Ainda no ofício, o titular da pasta aponta que determinou diligências urgentes aos setores competentes da Seap para providências e atenção à unidade prisional e determinou ao órgão correicional para “apurar eventual responsabilidade funcional”.
Pode ir atrás que tem dedo de bolsonarista nisso aí.
A corja direitopata está bem viva e ainda p…da vida com as duas cipoadas que levaram nas urnas e mesmo sendo regida por um encantador de jumentos não vai parar de tentar desestabilizar o governo Lula com essas ações funestas.
Louco!!! Fanático!!! Vá viver a vida além de política!! Vá procurar tratamento!!
CHUPA PTRALHÓIDE….teu PRESIDENGUE foi CONDENADO em três instâncias…..👈👈👈👈👈
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Policiais femininas da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, prenderam às 11 horas desta segunda-feira (9), a visitante R.C.R.O, 28 anos, tentado entrar na unidade prisional com 40 selos de LSD. A droga tinha como destino o marido dela, V.P.T.P, 30 anos.
A droga estava escondida sob a roupa e a suspeita ocorreu quando ela passava pelo equipamento de inspeção corporal por raios-x (bodyscam).
O caso foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Nisia Floresta para registro da prisão em flagrante delito.
Três presos foram contidos por policiais penais após serem flagrados tentando fugir da Penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal. O caso aconteceu por volta das 21h30 desta terça-feira (29), segundo confirmou a Secretaria de Administração Penitenciária.
Segundo a Seap, os detentos vão responder a uma sindicância administrativa por falta grave e foram submetidos a sanção disciplinar.
Os três homens foram flagrados pela equipe de monitoramento eletrônico da unidade prisional, no corredor das celas do Pavilhão 4, após conseguir fugir de uma das celas.
“Imediatamente, os policiais penais de plantão fizeram a contenção, sendo necessário disparo de armamento não letal. Por meio da vigilância através das câmeras, os presos não conseguiram dar dez passos sem serem notados”, informou a Seap.
Segundo a administração, várias grades e mecanismos de segurança ainda teriam que ser transpostos pelos internos para que a fuga de fato ocorresse.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) determinou a apuração imediata das circunstâncias da tentativa de fuga e reforço nas medidas de segurança e controle.
Ainda segundo a pasta, o sistema penitenciário não registra fuga desde julho de 2021.
A penitenciária de Alcaçuz é o maior presídio do Rio Grande do Norte e se tornou conhecido internacionalmente em 2017, quando uma guerra campal entre integrantes de facções criminosas rivais presos na unidade resultou em uma chacina que vitimou 27 internos.
Maior acerto dos últimos anos foi ter criado essa polícia penal. Organizou o sistema penitenciário de tal modo que não vemos mais rebeliões, motins e fugas. Ponto pro governo que criou.
Agentes da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal, foram acionados para conter um princípio de tumulto durante a noite desta quinta-feira (19).
Detentos começaram a gritar dentro das selas de uma ala da unidade prisional, fazendo apologia a uma facção criminosa. De acordo com a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), a equipe que estava de plantão no local agiu rapidamente e conteve a situação, sem provocar danos à unidade prisional.
Durante a intervenção, a Secretaria relatou ter sido necessário o uso de balas de borracha, já que os detentos não responderam ao comando verbal do plantão.
O PortalBO recebeu com exclusividade imagens do Pavilhão 01, do presídio Estadual Dr. Francisco Nogueira Fernandes, conhecido como Alcaçuz, em Nísia Floresta, após um início de motim diante da morte sem explicação de um dos presidiários.
A SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária) informou, através de nota que não tinha ocorrido nenhum início de motim na unidade, porém, as fotos registradas desmentem a secretaria.
As imagens mostram uma das partes de alvenaria e ferragens destruídos, assim como tubos e um das grades abertas. A assessoria de comunicação deverá se pronunciar nas próximas horas sobre o assunto.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), deflagrou, na manhã desta sexta-feira (22), a “Operação PV5”, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo envio de recados e aparelhos celulares para o Presídio Rogério Coutinho Madruga, localizado no Complexo de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal.
A operação resultou no cumprimento de três mandados de prisão e seis de busca e apreensão contra integrantes do grupo, que atuava em Natal (RN), Nísia Floresta (RN) e Cajazeiras (PB). As investigações, iniciadas em março deste ano, apontaram que o grupo facilitava a comunicação entre líderes de uma facção criminosa detidos no Pavilhão 5 de Alcaçuz e pessoas externas ao sistema prisional, além de promover a entrada de celulares no presídio.
Durante a ação, foram executados dois mandados de busca e apreensão domiciliar e aplicadas medidas cautelares contra dois advogados, proibindo-os de frequentar presídios estaduais. Também foram expedidos mandados de prisão preventiva contra companheiras e irmãs de detentos envolvidos no esquema.
A operação contou com o apoio da Secretaria de Administração Penitenciária do RN (SEAP-RN), das Polícias Penais do RN e da Paraíba, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Paraíba (DRACO/PB) e do Grupo Tático Especializado da Paraíba (GTE-PB). Além disso, teve suporte da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento às Organizações Criminosas (RENORCRIM), coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência.
O nome da operação, “PV5”, faz referência ao Pavilhão 5 de Alcaçuz, onde estão concentrados os principais líderes de uma facção criminosa que opera no estado.
O governo do Rio Grande do Norte anunciou nesta quarta-feira (1º) uma recompensa de até R$ 10 mil por informações que levem à prisão os dois homens que fugiram da Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, localizada no Complexo de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal.
Os presos escaparam do presídio nesta terça-feira (30) e foram filmados por câmeras de segurança usando uma bicicleta furtada minutos depois em uma casa na comunidade de Alcaçuz.
Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, a recompensa oferecida é de R$ 5 mil por cada um dos foragidos. Ainda de acordo com o órgão, o possível informante terá o sigilo garantido.
Denúncias podem ser feitas pelo telefone 190 da Polícia Militar, 181 da Polícia Civil ou pelo telefone (84) 3204-6811.
Os fugitivos, segundo a Seap, são:
Gustavo da Rocha Dias, 30 anos; e
Ricardo Campelo da Silva, 43 anos.
A Seap informou ainda que os fugitivos são dois internos “qualificados para serviços”, como são chamados os “presos de confiança”.
Segundo o secretário de Administração Penitenciária (Seap), Helton Edi Xavier, os dois estavam trabalhando em uma obra no presídio atualmente.
“Esses detentos são trabalhadores há mais de dois anos. Não tinham o mesmo tratamento dos presos convencionais, haja vista que ajudavam na manutenção da unidade, nos serviços elétricos há mais de dois anos. A gente fica até surpreso com essa fuga”, disse na terça (30).
A Secretaria comunicou também que iniciou a apuração das circunstâncias da fuga, mas não informou como a fuga ocorreu. O secretário disse ainda não saber se a guarita que fica próxima de onde os presos fugiram tinha algum policial penal.
O juiz da Vara de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar, pediu à Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) que investigue por que a fuga de presos registrada na última terça-feira (30) não foi impedida a partir da vigilância por câmeras instaladas no Complexo Penitenciário de Alcaçuz.
“Nem o uso da vigilância eletrônica lá do próprio presídio nem a central conseguiram ver esses presos saindo da oficina de trabalho, indo até a guarita, abrindo a porta da guarita, entrando nela para sair. É algo que a Seap precisa investigar”, afirmou Henrique Baltazar, em entrevista à TV Tropical.
O magistrado também afirmou que a Seap precisa “melhorar a estrutura das guaritas”. Ele afirma que, pela falta de policiais penais, atualmente as guaritas são vigiadas apenas por câmeras. “As formas como elas estão montadas facilitaram muito a fuga”, afirmou Baltazar.
Fuga dos presos
Dois presos fugiram na última terça-feira do Complexo Penitenciário de Alcaçuz, localizado em Nísia Floresta. Os detentos escaparam do Pavilhão 5, oficialmente chamado de Presídio Estadual Rogério Coutinho Madruga.
Foi a primeira fuga no presídio desde julho de 2021. Desta vez, os presos escaparam enquanto estavam trabalhando. A fuga ocorreu por volta de 12h. Os detentos aproveitaram a falta de vigilância dos agentes penitenciários e conseguiram escapar.
A presidente do Sindicato dos Policiais Penais, Vilma Batista, afirmou que um agente precisou sair e trancou os detentos em uma oficina, mas os presos conseguiram fugir devido ao acesso a ferramentas.
A Polícia Penal está em diligências para tentar recapturar os dois fugitivos.
Os presos são identificados como Ricardo Campelo da Silva, de 43 anos, e Gustavo da Rocha Dias, de 30 anos.
No início da tarde desta quinta-feira (18), apenados duas celas da Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, no Complexo de Alcaçuz, em Nísia Floresta, se recusaram a receber o almoço e estavam provocando outros detentos a aderirem à mesma medida.
De acordo com a unidade prisional, a situação foi formada em decorrência da fuga frustrada que foi impedida pelos policiais penais na última terça-feira (16).
A equipe de policiais penais de plantão percebeu a situação, que estava sendo acompanhada pelas câmeras de monitoramento. E então, acionou o efetivo da própria unidade, não havendo necessidade de envio de reforços, tendo êxito em cerca de dez minutos conter o princípio de tumulto.
Em nota, a penitenciária informou que as visitas de familiares e o atendimento aos advogados ocorrerão normalmente na tarde de hoje. Na internet, muitos usuários do WhatsApp citaram uma bomba estourada no pavilhão 5, mas até o fechamento desta matéria, não tivemos a confirmação.
Um detento foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (21), dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, região Metropolitana de Natal. Segundo a Polícia Penal, o custodiado foi localizado por volta das 7h40, enforcado na grade da cela da Ala C, no Pavilhão 4 da unidade.
Segundo a Seap, durante a ocorrência, houve um princípio de tumulto entre os internos, o que exigiu uma pronta intervenção dos policiais penais de plantão. A situação foi controlada pouco depois, e às 8h os presos retornaram ao procedimento normal.
De acordo com a corporação, a ocorrência ficou restrita às Alas C e D do Pavilhão 4. A Polícia Científica e a Polícia Civil foram acionadas para realizar os procedimentos de perícia e investigação sobre a morte do detento.
Uma visitante que tentava entrar na Penitenciária Estadual de Alcaçuz (PEA), em Nísia Floresta, foi flagrada com 26 trouxinhas de substâncias ilícitas, possivelmente maconha e cocaína, na manhã desta segunda-feira (15).
A apreensão ocorreu durante o procedimento de revista para acesso à penitenciária, feito com o auxílio do equipamento de bodyscan (escâner de corpo). De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o material estava escondido no sutiã da mulher e foi identificado por policiais penais femininas durante a inspeção de rotina.
Após a abordagem, a visitante confessou que levava as drogas com o objetivo de entregá-las ao companheiro, que cumpre pena na unidade prisional. O entorpecente foi apreendido e encaminhado à Polícia Científica, onde passará por análise pericial para confirmação da natureza das substâncias.
A mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Nísia Floresta, responsável pela adoção dos procedimentos legais cabíveis.
“O uso de tecnologia na rotina prisional, como o bodyscan e pórticos detectaores de metais, presentes em todas as unidades do Sistema Prisional do Rio Grande do Norte, contribui diretamente para o combate ao crime, fortalece os procedimentos de segurança e colabora para a construção de um sistema mais seguro”, informou a Seap em nota.
Policiais penais localizaram três celulares escondidos no teto de uma cela, na manhã deste sábado (7), durante uma reforma na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal.
A direção da unidade acredita que o esconderijo é muito antigo, uma vez que estava camuflado com reboco. Os aparelhos estavam descarregados.
Foto: Seap/Cedida
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária, anotações localizadas com os celulares têm data de 2015, reforçando as suspeitas da direção da unidade que os aparelhos estavam escondidos há muito tempo.
Ainda de acordo com a pasta, atualmente, as celas de todas as unidades prisionais do estado não têm energia elétrica, seguindo recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o que inviabiliza o carregamento de aparelhos.
O Ministério Público Federal (MPF) enviou uma recomendação à União e ao estado do Rio Grande do Norte para que localizem os presos que desapareceram após a rebelião ocorrida na Penitenciária de Alcaçuz, no ano de 2017. Segundo o MPF, 27 detentos simplesmente desapareceram dos registros do presídio.
A rebelião, que aconteceu em janeiro de 2017 e durou 14 dias, ficou marcada pela violência entre facções e a morte de, pelo menos, 26 detentos.
O documento, de autoria do procurador da República Fernando Rocha, cobra que os governos federal, por meio do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, e estadual, a partir da Secretaria da Administração Penitenciária, localizem as pessoas que ainda estão oficialmente desaparecidas desde a rebelião de 2017 e, além disso, adotem medidas preventivas e de reparação.
Dentre as ações de prevenção recomendadas estão a criação de um plano de resposta imediata a rebeliões; um sistema de registro eficaz de todas as movimentações dos detentos; mobilização de equipes especializadas para varreduras e buscas; uso de câmeras de segurança, drones e outras tecnologias de monitoramento; e investigações coordenadas com a polícia e órgãos de direitos humanos. Tudo isso para descobrir o paradeiro dos que ainda não foram encontrados e evitar novos desaparecimentos.
O MPF requer ainda que o poder público mantenha contato contínuo e transparente com os familiares dos desaparecidos; utilize depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de segurança e informações da comunidade local para obter pistas; trabalhe em conjunto com instituições como a Defensoria Pública, Ministério Público e órgãos de segurança; bem como promova testes de DNA caso sejam encontrados restos mortais ou evidências de crimes.
Já como política de reparação, se não for possível localizar os desaparecidos, a União e o estado do Rio Grande do Norte devem se responsabilizar por indenizar as famílias, “reconhecendo a omissão ou falhas no controle e proteção dos detentos sob sua custódia, além emitir relatórios públicos detalhados sobre o andamento das investigações, os esforços de busca e as medidas adotadas”.
Rebelião de Alcaçuz
A Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada no município de Nísia Floresta (Região Metropolitana de Natal), no Rio Grande do Norte, é o maior complexo prisional do estado. A rebelião de 2017 envolveu presos pertencentes a grupos criminosos rivais – Primeiro Comando da Capital (PCC), de origem paulista, e Sindicato do Crime, de origem potiguar – e foi parte de uma onda de violência nacional ligada à guerra entre facções.
Os corpos de 26 presos foram encontrados em condições de extrema brutalidade, não havendo certeza em relação aos demais desaparecidos. Em meio à violência, à superlotação e à falta de controle dentro da penitenciária, as facções criminosas impuseram sua própria forma de justiça, resultando em mortes, mutilações e ocultação de cadáveres, o que dificultou a identificação e a contabilização exata das vítimas.
Vários presos foram dados como desaparecidos, alguns até já foram recapturados, mas até o momento não se tem informações conclusivas sobre o paradeiro de 27 deles, mesmo após diligências realizadas pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Defensoria Pública da União (DPU).
Li um comentário sobre o esforço que o MPF emprega para localizarem as crianças raptadas no Bairro Planalto há mais de 25 anos. Para não dizerem que quanto mais vagabundo for um brasileiro, mais haverá pessoas e Órgãos preocupados com ele.
Tem de ir numa sessão espírita pois os corpos de muitos foram despedaçados segundo relato da imprensa na época do ocorrido e colocados nas fossas da unidade. prisional
Um detento morreu na manhã deste domingo (18), no pavilhão 1 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz. De acordo com o Via Certa Natal, em informações colhidas com familiares de detentos, o preso que morreu foi identificado como Eduardo Medeiros.
Ainda segundo o Via Certa Natal, a movimentação de viaturas da Polícia Penal era intensa no local, além de barulho de bombas dentro da unidade prisional e de presos batendo nas grades.
A causa da morte foi uma “parada cardiorrespiratória”. Ele ainda chegou a receber atendimento médico por quase uma hora e trinta minutos, mas não resistiu, segundo nota da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap).
“Os pps [policiais penais] se revezaram na massagem cardíaca externa por cerca de 40 minutos até a chegada da equipe médica. O SAMU realizou manobras de desfibrilação e ministrou adrenalina, sem sucesso. O médico registrou no boletim de atendimento de urgência do Samu a ocorrência de parada cardiorrespiratória (infarto). A Polícia Judiciária e Itep foram acionados para as medidas cabíveis”, completou a nota.
A ação do Ministério Público do RN para pedir a remoção temporária do secretário do sistema prisional, Helton Edi, reacendeu duras críticas as condições de higiene no presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta (Grande Natal).
No fim de semana, um vídeo que mostra um ninho de ratos num depósito de bananas viralizou. A infestação do roedor, por sinal, foi citado pelo MP ao dizer que a Secretária não tem cumprido decisões judiciais.
Além do ninho de ratos, o Sindicato dos Policiais Penais do RN denunciou também a situação absurda com esgotos a céu aberto no Rogério Coutinho Madruga. Nesta semana, a direção do sindicato esteve na unidade e constatou fossas estouradas, ocasionando grandes riscos à saúde da população carcerária e dos Policiais Penais.
“Infelizmente, não é de agora que o Sindppen-RN denuncia e cobra providências para essa situação. Apesar de a direção da unidade fazer todo esforço para evitar o problema, mas a falta de providências do poder público e da gestão da SEAP faz com que esse absurdo continue acontecendo”, citou o Sindicato.
Não vejo pq tanto alarme e preocupação com monstros fiscalização nas creches não fazem aí vem querer aparecer defendendo bandidos q não tem valor nem um pra sociedade
Menos um para o estado sustentar. Coisa boa não fez.
O comando vermelho quê rendo entrar no RN . Se a polícia baixar aguada. No Ceará a onde eu morei eles dominar o as periferias
Infelizmente a guerra de facões começou.