O Rio Grande do Norte terá um representante na elite do futebol feminino profissional. O ABC União Sociedade Esportiva será a única equipe do estado neste ano a participar da competição, que envolve 32 times de todo o país. O lançamento oficial do projeto, que é resultado da fusão das marcas ABC e União Futebol Clube, ocorreu nesta quarta-feira (8), quando se comemora o Dia Internacional das Mulheres, durante solenidade realizada no auditório da Governadoria, em Natal.
A governadora do RN, Fátima Bezerra, anunciou um apoio de R$ 150 mil para o time potiguar disputar os jogos do campeonato, que é equivalente à Série C do Brasileirão. O evento contou com a participação do vice-governador, Antenor Roberto, das atletas, comissão técnica, dirigentes do ABC, equipe de governo, coordenadores da Nota Potiguar e da deputada federal Natália Bonavides.
O repasse do recurso se dará através da campanha Nota Potiguar, que assim como na modalidade masculina, adquirirá do clube R$ 150 mil em uniformes oficiais de jogo da equipe feminina para distribuição entre os mais de 315 mil usuários do aplicativo que acumulam pontos ao exigirem o CPF na nota fiscal nos momentos de compra. O modelo disponível e as regras para as trocas de pontos ainda serão anunciadas pela Nota Potiguar.
União de títulos
O União Futebol Clube é o mais tradicional time do estado em atuação no futebol feminino e, agora, ganha força ao se fundir com a marca tradicional ABC para criar o ABC União Sociedade Esportiva. Trata-se de um clube que surge como amador, fundado em 1983, que, entretanto, carrega uma trajetória vencedora. A equipe é a atual campeã estadual, sendo detentora de quatro títulos.
As atletas conquistaram a vaga para representar o estado no Brasileiro deste ano, que é a maior competição do futebol feminino do país, sendo o clube o único representante do Rio Grande do Norte na série A3, que reúne 32 equipes de todo o país. Além de ser a equipe mais campeã de futebol de campo do RN, o União é tricampeão estadual de Beach Soccer e campeão da Copa Nordeste de FUT7, modalidade na qual o clube é tricampeão estadual também.
“O maior celeiro de talentos no futebol feminino que existe atualmente no país se chama Rio Grande do Norte. Estou muito convicta de que este ano o estado vai mostrar que tem futebol. Nós confiamos nessa diretoria do ABC que está aí. O governo hoje está fazendo história ao abrir as portas para uma modalidade que só cresce e é a maior potência esportiva do mundo”, disse a técnica do ABC União, Tereza Walessa.
Suporte governamental
O presidente do ABC, Bira Marques, aproveitou a oportunidade de lançamento do clube de futebol feminino e parceria entre as duas marcas para agradecer o apoio do governo e a parceria com a Nota Potiguar. “É uma responsabilidade muito grande porque esses dois clubes têm histórias vencedoras e a parceria vai nos fortalecer. Como diretoria, a gente se orgulha do gesto da governadora para o fortalecimento do esporte do estado. A ajuda que recebemos do governo foi decisiva para o acesso do time masculino à Série C”, pontuou Bira Marques.
Mais informações sobre o ABC União Sociedade Esportiva:
Porque no Rn só existe um time e o nome dele é ABC do Povão, o de vermelho acabou faz tempo
Porque ABC é o Maior do RN pow. Chupaaaaa
Por que a governadora é torcedora do abc!
Quer motivo maior?
As outras equipes que se virem.
Aliás, no futebol masculino também é da mesma forma. E pior, porque tanto a governadora quanto o presidente da federação são abcdistas. A máquina opera mais forte os adversários…
Era bom que as outras equipes femininas fundassem uma liga e deixassem o abc jogando sozinho !!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Em 2018 o Brasil conheceu de forma sistêmica o fenômeno que ocorrera dois anos antes, em 2016, no Reino Unido e nos Estados Unidos: a disseminação massiva e coordenada de fake news no processo eleitoral. Nosso país passou, naquele ano, por uma quebra de paradigmas que, nos anos seguintes, mostrou ter encontrado aderência social para se instalar e permanecer, causando tantos males à nossa democracia.
Feita a rápida contextualização do problema, chegamos a 2024, e embora o pleito deste ano tenha encerrado há pouco, algo, infelizmente, não cessou com o fim do Segundo Turno: os erros das pesquisas eleitorais para muito além das margens. Essa constatação, que não é novidade, está ancorada em dezenas de exemplos ocorridos ao longo desta quadra eleitoral por todas as partes do Brasil, e em especial no Rio Grande do Norte, Estado no qual moramos e nos orgulhamos, mas os dados a serem discorridos nos entristece e ao mesmo tempo nos fortalece no combate a esse direcionamento criminoso que alguns têm feito e com a mesma intensidade tem de ser reprimido e expurgado do nosso processo eleitoral.
A partir de um projeto desenvolvido em parceria com alguns pesquisadores, de monitoramento das pesquisas registradas desde 1 de janeiro até 20 de outubro, lastreado pelas bases de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), produzimos um estudo que reúne vasto acervo de informações que corroboram a premissa de que as pesquisas eleitorais tornaram-se um instrumento de desinformação (fake news) em massa, como modus operandi de partidos e políticos para lograr êxito nas disputas municipais, a saber: crescimento vertiginoso e atípico dos gastos com pesquisas, da quantidade delas, do preço médio, do número de institutos e do perfil dos contratantes, por vezes incompatível com o faturamento destes, dados irrefutáveis que merecem uma investigação muito rigorosa e criteriosa.
O primeiro dado que merece atenção diz respeito ao aumento dos gastos registrados no Brasil, comparando-se 2016 com 2024: foram R$ 71 milhões há 8 anos, e agora romperam a casa dos R$ 171 milhões. Ou seja, as 14,8 mil pesquisas registradas nesta eleição custaram R$ 100 milhões a mais. Isso implica dizer que o valor médio de cada levantamento cresceu de R$ 7,9 mil (2016) para R$ 11,5 mil (2024).
No Rio Grande do Norte, há números que chamam mais atenção sobre vários aspectos. O primeiro deles é o volume de recursos gastos com pesquisas registradas: R$ 5,3 milhões em 2024. Isso equivale a 8 vezes o que foi gasto na eleição de 2016 no estado (R$ 679 mil) – apenas em Natal, as cifras passaram de R$ 1,6 milhão agora, contra R$ 239 mil em 2016, com aumento de quase 7 vezes.
Quanto ao volume de levantamentos registrados, foram 744 neste ano, contra apenas 144 em 2016. Aumento de 600 pesquisas ou 416%. Isso fez com que o Estado ocupasse o 8º entre os 26 estados com mais pesquisas divulgadas, e 3 cidades aparecem entre as 30 do Brasil: Natal (4º, com 101), Parnamirim (23º, com 37) e São Gonçalo (30º, com 32). E Natal teve o crescimento mais vertiginoso, passando de apenas 15 em 2016 para 101 em 2024. Importante enfatizar, que no nosso estudo só consideramos as registradas no TSE. As chamadas “pesquisas internas”, realizadas pelas campanhas dos candidatos, é quase impossível no momento, de elaborar qualquer diagnóstico pela dificuldade na captação dos dados devido o seu caráter restrito aos contratantes/pagantes.
No que diz respeito aos institutos que atuaram no Rio Grande do Norte, o número saltou de 11 em 2016 para 31 neste ano, redundando em crescimento de 181% no comparativo. Na capital potiguar, no mesmo período, passaram de 4 para 19, equivalente a quase 5 vezes mais. A explosão numérica aqui mencionada é assombrosa por si só!
Com a elevada quantidade de institutos oferecendo serviços, criou-se um cenário no país inteiro, refletido de forma acentuada em solo potiguar, que nos parece ter desbordado na mercantilização das pesquisas, haja vista que o total de cidades do Estado que realizaram pesquisas subiu de 63 (2016) para 128 (2024), ou seja, mais do que dobraram.
Casos que ilustram o problema
A utilização de pesquisas como instrumento de desinformação tornou-se tão efetivo e presente nas eleições, que houve casos em que candidatos e partidos sentiram-se à vontade para, não apenas realizarem levantamentos, como fazê-los de forma pública, com registro oficial junto ao TSE, e compondo suas prestações de contas, sem qualquer constrangimento, e é nesta nódoa que para nós reside o problema.
No estado, tivemos candidatos a prefeito Coronel Ezequiel e São Bento do Trairí que contrataram, registraram e divulgaram pesquisas eleitorais ao longo da disputa. Houve também o caso de um partido (PSD) que contratou, registrou e deu publicidade a levantamentos onde seus candidatos concorriam, casos de Apodi, São Bento do Trairí e São Miguel do Gostoso.
Em outras cidades, houve candidatos que contrataram institutos de pesquisa com recursos de campanha, do fundo eleitoral, e esses institutos, mesmo diante do claro conflito ético, permaneceram publicando levantamentos na capital, casos da Consult, Exatus e Datavero, que no 1º turno tiveram suas projeções de véspera errando para além das margens de erro, inclusive na indicação de quais seriam os 2 candidatos a passarem ao 2º turno. Tais institutos obtiveram melhor desempenho no 2º turno, quando havia apenas 2 candidatos e a tendência de oscilação dentro das margens de erro é maior.
Também foi possível verificar situações, no mínimo, curiosas, como o fato de que ao menos 125 pesquisas registradas tiveram os institutos se autodeclarando como contratantes/pagantes dos trabalhos que eles próprios realizaram. É dizer que 1 a cada 5 serviços contratados foi ‘doado’. Inclusive apenas 2 institutos concentram a maioria desses 125 levantamentos. E esses dados ganham contornos mais chamativos quando se verifica que eles consumiram cerca de R$ 1,1 milhão. Ou seja, essas empresas vão na contramão a um princípio básico do capitalismo, a relação entre receitas e despesas, como forma de sobrevivência econômico-financeira.
Outro fato que chama atenção é que blogs, sites e portais foram responsáveis por R$ 2,5 milhões ou quase metade (47%) dos recursos que custearam as pesquisas, indicando uma representatividade desproporcional à fatia que ocupam do mercado publicitário potiguar. Tanto assim, que os veículos da mídia tradicional (TV e rádio) foram responsáveis por menos de 20% dos gastos, denotando também desproporcionalidade, neste caso inversa, da representatividade deles no mercado estadual. Tal fato nos faz se perguntar: o mercado dos blogs é tão virtuoso que permite investimento milionário? A pesquisa eleitoral é um “produto” rentável financeiramente capaz de tamanho gasto por seus proprietários?
Erros dos institutos
Para verificar o desempenho dos institutos é preciso utilizar um parâmetro justo e, no caso da eleição de 2024, no Rio Grande do Norte, o trabalho realizado por esses pesquisadores se valeu do comparativo entre os votos totais nas urnas e as intenções de votos estimuladas apontadas em cada levantamento, dentre aqueles realizados nos últimos 4 dias anteriores à eleição, particularmente do pleito das 6 cidades em que houve mais registros de pesquisas: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Apodi.
Ao final do primeiro turno, apenas 1 (TS2, em Mossoró) entre as 28 pesquisas avaliadas aproximou-se do resultado das urnas, dentro das margens de erro. Significa que apenas 3,5% das pesquisas tiveram desempenho certeiro, e no caso de Natal, apenas 1 instituto (AtlasIntel) acertou quais candidatos iriam ao 2º turno. Contraditoriamente, embora o instituto que mais se aproximou do resultado em Mossoró, foi o que trouxe o maior “erro médio” em Natal. Conforme o quadro abaixo, nenhum instituto conseguiu obter desempenho abaixo dos 3,5% de margem de erro:
Já no 2º turno ocorrido em Natal, embora tenham melhorado na precisão, os institutos realizaram 29 levantamentos entre 07/10 e 26/10, 11 dos quais divulgados nos últimos dias, e ainda assim, verificou-se uma oscilação com discrepâncias acentuadas, variando de maioria pró-Natália Bonavides em 1,5% e pró-Paulinho Freire em 20,5%, quando o resultado das urnas trouxe uma diferença de 10,1% em favor do candidato do União Brasil, como detalhado a seguir:
As estimativas capturadas pelos institutos Seta e Qualittá são simbólicos do problema, na medida em que apresentam cenários diametralmente opostos em vencedor e maioria, para muito além do razoável das margens de erro, merecendo, nosso sentir, uma investigação rigorosa como defendida, pois no mínimo é estranho imaginar que uma pesquisa que é científica, por excelência, apresente um disparate muito além das margens de erro, sem que se aponte nenhum fato excepcional justificador. Com a palavra o Ministério Público!
Sociedade unida é o caminho para resolver o problema
Nos parece que o universo das pesquisas eleitorais, ao seguir uma dinâmica quase que exclusivamente entregue à iniciativa privada, no caso do Brasil, criou ambiente propício à formação de um ciclo vicioso que envolve políticos, institutos e blogs/portais, envidados no propósito dos seus respectivos interesses individuais, a despeito do compromisso único e imaculável de expressar o pensamento coletivo em dado recorte temporal.
Dessa constatação, deriva a necessidade de que, de igual modo, a sociedade se mobilize para, a partir também de uma tríade (universidades, judiciários e mídia tradicional), se possa construir uma alternativa que permita entregar à população, quando dos pleitos bienais, pesquisas isentas, íntegras, permeadas da credibilidade e da expertise técnica da academia, conduzindo, nesse campo, ao protagonismo da ciência e não das fake news.
Isto não significa, em momento algum, sugerir o fim dos institutos privados. Ao contrário. Com isso, as empresas cuidariam de um nicho bem maior e afeto aos interesses de seus contraentes, que é o das pesquisas de consumo interno, que para atingirem seus escopos, nunca vai se permitir que a ciência não seja priorizada, já que os resultados servirão realmente para a campanha e eventual governo.
Para completar, sugere-se que ao final de cada eleição, as universidades publicariam um ranking de desempenho dos institutos, de acordo com o erro médio calculado a partir do comparativo entre intenção de votos estimulada e votos totais nas urnas, a servir como balizador da reputação de todos os que participaram do pleito, como uma espécie de agência de checagens como existe no combate às fake news.
Ao contrário de uma pesquisa cientificamente fundamentada por uma universidade respeitada, uma pesquisa eleitoral sem a devida transparência e quem sabe, manipulada e tendenciosa, pode influenciar no resultado de uma eleição e na democracia.
Ao fim e ao cabo, estamos chamando atenção para o problema e dando uma pequena contribuição ao debate público, tentando unir a academia e o judiciário para oferecer alternativas a contornar a gênese da questão, porque se atores sociais como o – TSE, as universidades públicas e a mídia tradicional, sem olvidar os blogs e demais atores da mídia social que não aceitem participar de farsas – não se unirem para implementar iniciativas concretas como as aqui sugeridas, correremos o risco de repetir em 2026 o processo de corrosão e fragilização da democracia de modo ainda mais agudo, institucionalizando-se via “pesquisas fake news” na nossa cara e sem pudor, violando vários atos normativos de uma vez só, inclusive a nova resolução do TSE de combate à desinformação. Feito o alerta!
*José Herval Sampaio Júnior é Juiz de Direito TJ/RN, Doutor em Direito Constitucional pela UFPR e Professor do Curso de Direito da UERN.
Esse magnifico trabalho do Doutor José Herval Sampaio Júnior, deveria se tornar a bussola para que as autoridades brasileiras e os politico se debrucem, em busca não só do aperfeiçoamento mas da moralização dessa ferramenta desagregadora da nossa DEMOCRACIA, usada como uma verdadeira banca de negócios nas campanhas eleitorais. Vale ressaltar que grande parte do seu efeito negativo, foram os mais de 33.000.000 (21,2%) de abstenção em todo o Brasil e 150.000 (26%) em Natal, no Segundo turno
Foto: Divulgação / Ministério da Integração Nacional
Após mais de 13 anos do início das obras, os eixos Leste e Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão concluídos e as águas da transposição finalmente chegarão ao Rio Grande do Norte. O evento de chegada das águas, na cidade de Jardim de Piranhas, a 300 quilômetros de Natal, na região do Seridó, ocorre no final da manhã desta quarta-feira, 9 de fevereiro, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro das Comunicações, Fábio Faria, do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, de prefeitos, vereadores e políticos da região do Seridó.
O caminho das águas
Para a chegada das águas ao RN, o último passo foi dado no final de outubro de 2021, quando foi aberto o trecho final do Eixo Norte da transposição, na Barragem de Boa Vista, em São José do Piranhas, município paraibano.
Do estado da Paraíba, pela Barragem de Morros, seguindo para a Barragem Boa Vista, ambos localizados em São José do Piranhas, o rio segue pelo túnel Cuncas 2, desembocando no Reservatório Caiçara, que tem duas tomadas d’água. A primeira abastece a Barragem Engenheiro Avidos, em Cajazeiras (PB). De lá, segue pelo leito do rio Piranhas-Açu, que se tornará um rio perene, e a segunda abastece o Ramal do Apodi. Por gravidade, seguindo o curso do rio, a água chega ao Rio Grande do Norte, primeiro à Barragem de Oiticica e, em seguida, ao Reservatório Armando Ribeiro Gonçalves, em Assu.
O Ramal do Apodi é o trecho final do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco e terá um total de 115,3 quilômetros de extensão. A água será transportada por gravidade a partir do Reservatório Caiçara, na Paraíba, até o Reservatório Angicos, já no Rio Grande do Norte. Esse Ramal vai levar as águas do Eixo Norte a 54 municípios nos Rio Grande do Norte (32), Paraíba (13) e Ceará (9), beneficiando 750 mil pessoas.
O investimento federal no empreendimento é de R$ 938,5 milhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), com previsão de cerca de quatro anos para ser concluída, gerando, pelo menos dois mil empregos diretos e oito mil indiretos.
Entenda a transposição
1. O Projeto de Integração do Rio São Francisco tem como objetivo levar água de qualidade para 12 milhões de brasileiros de 390 municípios dos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Também deve garantir água para a produção agrícola e industrial ao longo de seus 477 km de extensão.
2. O empreendimento hídrico é composto por dois eixos de transferência de água: Norte, com 260 quilômetros de extensão, e Leste, com 217 quilômetros.
3. As estruturas captam a água do Rio São Francisco, no interior de Pernambuco, para abastecer adutoras e ramais que vão perenizar rios e açudes existentes na região.
4. O Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco tem 260 quilômetros de extensão, três estações de bombeamento, 15 reservatórios, oito aquedutos e três túneis. Após a conclusão, a expectativa é que esse eixo garanta segurança hídrica a 6,5 milhões de pessoas em 220 cidades da Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.
5. O Eixo Leste, com 217 quilômetros de extensão, está em funcionamento desde 2017 e abastece 1,4 milhão de pessoas em 46 cidades pernambucanas e paraibanas. Neste eixo, o empreendimento atravessa os municípios pernambucanos de Floresta, Custódia, Betânia e Sertânia; e a cidade paraibana de Monteiro.
6. Ao longo dos dois eixos, 294 comunidades rurais também serão beneficiadas. Com apoio financeiro da União, os governos estaduais vão construir sistemas de distribuição de água para contemplar os 78 mil habitantes nessas localidades.
7. As infraestruturas serão responsáveis por fazer a água do Velho Chico chegar até às torneiras dessas famílias. Serão contempladas 12 comunidades quilombolas, 23 etnias indígenas e nove assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Obras feitas por Luladrão fora do país daria para fazer 1000 transposições. Escândalos e roubalheiras das construtoras mais 1000 transposições, o que teria de infraestrutura se esses corruptos não tivessem roubado o País. #mastigafodejumento
Deixa de Mateus, meu mora em sertãozinho, interior de Pernambuco, e ele falou que o governo Lula construiu, teve que ser refeito, por descaso e material de péssima qualidade nas obras, e outra, quando Bolsonaro reiniciou as obras, além de refazer vários blocos e com isso depois de levantamento, o governo fez 46%. O mais incrível foi saber de acordo com MDR que Temer fez mais na transposição que Lula e Dilma juntos. Vergonha pra esse petista ladrão.
O Bozo, genocída, dito pela esquerdapata, e a impressa mortadela. Fez em 3 anos de mandato, conclui a obra da transposição do São Francisco é o Mito. PE, PB, RN, CE, já
com as águas do Velho Chico. Quem não gosta do Brasil, só ir morar na Venezuela ou passar fome em Cuba.
Seria ótimo que as vendas fossem jogadas fora. Bolsonaro, gostem ou não, trouxe águas do São Francisco para parte da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. E até para uma parte de Pernambuco. Nas não devemos desconhecer o mérito do sr. Lula, da sra. Dilma e do Dr. Michel Temer.
Se esse pais não tivesse tanta corrupção seria a maior potencia do mundo…
O PT conseguiu atrasar mais ainda o crescimento do Brasil.. Graças a Deus temos um homem no comando, e as obras estão aparecendo.. Mito em 2022 novamente !!
Maravilha! Deus seja louvado por isso. Obra muito importante para o povo do Rio Grande do Norte que vai levar alento, um pouco de dignidade ao sertanejo do nosso Estado e esperemos que a reboque, desenvolvimento tb. Embora o desastroso governo bolsonaro tenha sido responsável por uma parcela mínima do projeto, é quem está entregando a chave, logo é óbvio é justo que se declare pai da criança. Parabéns! Mas, isso não apaga todo o flagelo da miséria, fome, morte e corrosão do tecido social fomentado por bolsonaro e parte do seu governo, como também não apaga tentativa de legalizar a corrupção através da criação do orçamento secreto. Já…já… chegará o dia da prestação de contas primeiramente com o povo e posteriormente com a justiça.
Ôô presidente bom da gota serena.
Entrou pra história do Brasil.
Olhem aí!
Se liga.
Eu um brasileiro comum Nordestino, também faço parte dessa história.
Em 2018 Votei nesse brasileiro sério, honesto defensor das famílias e temente a Deus Jair Bolsonaro.
Me sinto honrado em poder participar dessa história.
E vou votar de novo sem dúvidas pra essa história proseguir, quero um Brasil melhor pros meus filhos e netos.
Tamos juntos presidente!!
É incrível como brasileiro tem memória curta. O projeto de transposição das águas do Velho Chico começou 13 anos atrás. Lula e Dilma entregaram cerca de 90%, Temer 3% e agora o Bolsonaro entrega mais alguns trechos. Vale ressaltar que, como bem mesmo diz o texto: o projeto ainda NÃO ESTÁ CONCLUÍDO, só para o RN ainda falta o ramal APODI.
Aí vem o povinho cego dizer que foi o Bolsonaro quem fez TUDO (e sem corrupção kkkkkkkkkkkkkkk (eu tb acredito em Papai Noel)!!!
Agora o PT partido do terror não vai mais fazer o nordestino sofrer e ficar prometendo o que não faz . O presidente Bolsonaro é o salvador do nordeste, vai trazer alegria e saúde além de muito progresso para a população.
Graças ao Véio Bolsonaro, a obra foi entregue, sem corrupção, sem atraso e com respeito ao povo Nordestino e aosBrasileiros pagadores de impostos.
#ESTAMOS FECHADOS COM O MITO.
O bozo completou menos de 10% da obra e ta ai fingindo que é o bonzão , abre o olho japones.
kkkkk, Vc jura que foi graças a ele? Faça uma atualização de notícias anteriores antes de escrever besteira.
É incrível como brasileiro tem memória curta. O projeto de transposição das águas do Velho Chico começou 13 anos atrás. Lula e Dilma entregaram cerca de 90%, Temer 3% e agora o Bolsonaro entrega mais alguns trechos. Vale ressaltar que, como bem mesmo diz o texto: o projeto ainda NÃO ESTÁ CONCLUÍDO, só para o RN ainda falta o ramal APODI. Aí vem o povinho cego dizer que foi o Bolsonaro quem fez TUDO (e sem corrupção kkkkkkkkkkkkkkk (eu tb acredito em Papai Noel)!!!
A Confederação Nacional da Indústria (CNI)lançou o relatório “Panorama da Infraestrutura – Edição Nordeste”, com o detalhamento do setor na Região Nordeste. De acordo com o estudo, 74% dos empresários industriais consideram as condições de infraestrutura da região como regular, ruim ou péssima. O trabalho reúne informações sobre as áreas de transporte, energia e saneamento básico, bem como os gargalos e propostas para melhorias da infraestrutura nos nove estados do Nordeste.
Este trabalho é o segundo de uma série de cinco produzidos pela CNI com o objetivo de estabelecer um retrato das condições de infraestrutura nas regiões brasileiras, identificando necessidades de investimento e pleitos do setor industrial. O relatório do Nordeste será apresentado durante encontro na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) nesta segunda-feira (26) e na Reunião de Diretoria da CNI, marcada para esta terça-feira (27), também na sede da FIEC, em Fortaleza.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, ressalta que o relatório contribuirá para a melhoria da infraestrutura na região, fator fundamental para o fortalecimento da indústria e da economia. “Esse estudo é fruto de uma articulação com empresários e com as federações das indústrias da Região Nordeste no intuito de preparar e fortalecer a infraestrutura dos estados para a neoindustrialização que o Brasil precisa”, afirma Alban.
Ao fornecer serviços básicos à cadeia produtiva, a infraestrutura é fundamental para viabilizar o crescimento econômico, o aumento da produtividade e a redução de custos no processo produtivo. Por isso, pensar em soluções para diminuir as ineficiências nesse setor é uma necessidade urgente, avalia CNI.
Para o presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, a infraestrutura é um dos principais motores para o desenvolvimento nacional ao desempenhar um papel significativo na geração de valor à cadeia produtiva, com potencial amplo para redução das desigualdades regionais. “No Nordeste, o avanço das energias renováveis, como a produção de hidrogênio verde (H2V), representa um grande impulso para a região”, destaca Cavalcante.
“Além disso, a conclusão de projetos estruturantes, como a Transnordestina, impulsionará a economia regional, facilitando a dinamização da sua produção, além de fomentar uma maior integração com o resto do mundo. Em um país continental como o Brasil, a ampliação da infraestrutura logística tem papel determinante para acelerar o crescimento de setores inovadores, como também ampliar a competitividade da indústria tradicional, bem como sua inserção internacional”, acrescenta o presidente da FIEC.
Na Região Nordeste, três em cada quatro executivos de grandes e médias indústrias consideram a infraestrutura da região como regular, ruim ou péssima. Os problemas logísticos refletem em altas taxas de acidentes rodoviários e de sucateamento da malha ferroviária.
O trabalho é dividido em três partes principais:
Retrato da Infraestrutura: Etapa descritiva que contempla diversos dados do setor de infraestrutura extraídos de diferentes fontes oficiais;
Pesquisa de percepção do empresário industrial: Diagnóstico realizado por empresários locais sobre as condições de infraestrutura e prioridades de investimento na região;
Propostas para avançar na infraestrutura: Uma série de propostas regionais (Federações de Indústria) e nacionais (CNI) para mitigação dos principais problemas de infraestrutura.
O diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, alerta que a infraestrutura deficiente é um dos principais componentes do Custo Brasil. Para ele, encontrar formas de superar os obstáculos colocados pelo Custo Brasil deve ser uma prioridade da indústria brasileira. “Se de um lado o Nordeste possui grande potencial de geração de energia e produção agrícola, por outro, a deterioração das malhas rodoviária e ferroviária representa um problema crônico que limita severamente a eficiência logística na região”, pontua.
“A infraestrutura deficitária de transportes afeta a segurança viária, eleva a emissão de poluentes, gera engarrafamentos e pressiona os custos logísticos em virtude do aumento do consumo de combustível e deterioração dos veículos. Como consequência, o setor produtivo perde competitividade em relação a outros mercados”, acrescenta Muniz.
Gargalos dos transportes identificados por empresários da Região Nordeste:
– Infraestrutura das rodovias
– Custo do combustível
– Pouca malha ferroviária
– Acesso aos portos/Infraestrutura dos portos
– Problemas no transporte aéreo
– Investimento em infraestrutura de tecnologia
Apesar das dificuldades em estabelecer uma carteira prioritária de projetos para investimento, o governo federal tem feito esforços para reduzir o déficit de infraestrutura no país. O Novo PAC, elaborado em parceria com estados e municípios, foi anunciado no ano passado com previsão de R$ 700 bilhões em obras, serviços e empreendimentos na Região Nordeste.
Energia renovável se destaca no Nordeste
O relatório da CNI aponta que o grande destaque da região é a “revolução das novas renováveis”. O Nordeste lidera a produção de energia eólica com 92% da capacidade instalada no país, e 60% da potência instalada na geração solar. Quanto à novos projetos já outorgados, a região tem 90% dos novos projetos de eólica e 62% dos novos investimentos em energia solar.
A região importava aproximadamente 360 MW médios anualmente e, a partir de 2019, esse fluxo se inverteu. Em 2023, o Nordeste enviou 3.100 MW médios ao sistema interligado nacional. “Com a expressiva expansão da geração eólica e solar, o Nordeste passou de tradicional importador de energia das demais localidades do país, para importante exportador”, destaca o estudo da CNI.
Números do trabalho
O “Panorama da Infraestrutura – Edição Nordeste” contempla uma série de dados regionais, os quais são confrontados com informações nacionais, de modo que o leitor possa ter um parâmetro de comparação nos diferentes segmentos da infraestrutura.
Dez principais aeroportos em movimentação de passageiros na Região Nordeste (2023)
– 74% dos empresários industriais consideram as condições de infraestrutura como regular, ruim ou péssima na Região Nordeste. No Brasil, esse patamar é de 45%.
– No Brasil, 54% dos empresários industriais apontam a infraestrutura rodoviária como regular, ruim ou péssima. Na Região Nordeste, a situação relatada é pior (78%).
– Cerca de 62% dos empresários industriais consideram a infraestrutura ferroviária como regular, ruim ou péssima na Região Nordeste. No Brasil, essa participação equivale a 52%.
– Na Região Nordeste, 43% dos empresários industriais dizem que a infraestrutura aeroportuária é regular, ruim ou péssima. Já no Brasil, esse percentual atinge 31% dos entrevistados.
– Na Região Nordeste, 34% dos empresários industriais afirmam que a infraestrutura portuária é ótima ou boa. Já no Brasil, equivale a 39%.
– Na Região Nordeste, 45% dos empresários industriais afirmam que a infraestrutura de energia é regular, ruim ou péssima. Já no Brasil, equivale a 34%.
– Na Região Nordeste, 17% dos empresários industriais afirmam que a infraestrutura de saneamento é ótima ou boa. Já no Brasil, equivale a 48%.
Confira parte das propostas de obras prioritárias recomendadas pelo setor industrial:
Segurança Hídrica
– Concluir as obras do Eixo Norte do Projeto de Integração da Bacia do São Francisco (PISF)
Ampliar os sistemas de bombeamento por meio de novos dutos e equipamentos hidromecânicos
Garantir a construção do Ramal do Salgado
Finalizar as obras do Ramal do Apodi
Rodovias
– Realizar obras de adequação, manutenção e expansão de corredores rodoviários estratégicos
Anel Viário de Fortaleza; Arco Metropolitano de Pernambuco; Anel Viário de Mossoró; e Arco Metropolitano de Maceió
Ferrovias
– Avançar na construção, adequação, aprovação e renovação de empreendimentos ferroviários:
Ferrovia Transnordestina Logística (Salgueiro-Suape); Ferrovia Transnordestina Logística S/A (TLSA); Ferrovia Centro Atlântica (FCA), Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL II e III); e Terminal Intermodal TUP-NE-LOG/CSN
Portos e Hidrovias
– Modernizar as administrações portuárias públicas e assegurar obras de adequação e expansão das infraestruturas
Porto de Natal; Píer H2 no Porto de Pecém; Porto do Recife; Porto de Mucuripe; Porto de Suape; Porto de Maceió; Porto de Ilhéus; Porto de Luís Correia; e Porto Caiçara do Norte
– Garantir melhores condições de navegabilidade nas hidrovias
Hidrovia do São Francisco e Hidrovia do Parnaíba
Energia, Petróleo e Gás
– Dar celeridade aos procedimentos necessários para o cumprimento das exigências ambientais, e garantir a exploração de petróleo na Margem Equatorial nos quatro estados do Nordeste (MA; PI; CE e RN)
– Fomentar a produção de hidrogênio verde e o desenvolvimento de toda a sua cadeia produtiva no Nordeste, alinhada à produção de energia renovável
– Viabilizar as obras para a expansão da Refinaria Abreu e Lima
– Retomar as discussões sobre a implementação da Usina Nuclear em Itacuruba
O deputado federal Rafael Motta, pré-candidato do PSB ao Senado, ainda espera receber o apoio do PT na disputa eleitoral. Em entrevista ao Jornal de Fato publicada neste fim de semana, o deputado disse que a decisão do PT de apoiar Carlos Eduardo Alves (PDT) para senador ocorreu de maneira “atabalhoada” e que ainda pode sofrer mudanças.
“A posição aprovada no encontro tático do PT foi antes da decisão do TSE, baseada no entendimento anterior que era a possibilidade de alianças no campo majoritário. Agora, temos um fato novo. Eu imagino que vai haver uma apreciação, o próprio PT falou que vai se debruçar sobre a decisão do TSE para se pronunciar sobre o assunto. Então, muita coisa ainda pode acontecer”, afirmou o deputado.
Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que partidos não podem ter coligações diferentes para Governo do Estado e Senado. Com isso, o PT terá de decidir se terá PDT ou PSB no palanque da governadora Fátima Bezerra (PT), já que os dois partidos têm pré-candidaturas diferentes ao Senado. Rafael diz que a pré-candidatura segue mantida mesmo após a decisão do TSE.
“Eu acho que a aliança com Carlos Eduardo foi feita de uma forma atabalhoada, com certa pressa, com certa urgência, que não era necessária, inclusive, tenho certeza que não é uma vontade majoritária do PT. A militância do PT não se sente confortável com o que foi feito. A gente respeita, obviamente, mas acreditamos que ainda é possível mudar o que foi encaminhado no encontro do PT, principalmente agora com o fato novo que é a decisão do TSE. E, mais uma vez, volto a dizer que acredito ser possível replicar no Estado a aliança nacional do PT com PSB”, enfatizou Rafael.
Rafael Motta acrescenta que o PSB pode ter um peso significativo para a chapa da governadora Fátima Bezerra. “O PSB tem uma aliança nacional com o PT, com a indicação de Geraldo Alckmin para vice de Lula. Essa aliança pode ser replicada no Rio Grande do Norte. É importante que a gente abranja realmente o arco de aliança, fortalece o projeto de mudar o Brasil. O PSB tem um papel muito importante, o nosso partido, inclusive, soma com questão como o tempo de propaganda no rádio e na televisão, e tudo isso deve ser levado em consideração. O nosso apoio à reeleição da governadora Fátima é incondicional, estamos inseridos nesse projeto, então, a nossa pré-candidatura a senador faz parte desse contexto, dentro da aliança nacional do PT e PSB”, destaca.
Ao Jornal de Fato, o deputado comparou Carlos Eduardo a Rogério Marinho (PL) e disse que os dois têm como característica serem adversários do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no plano nacional.
“As duas candidaturas tradicionais têm características bem clara. Um representa o bolsonarismo. Quando ele (Rogério Marinho) foi nomeado ministro, já pisou como pré-candidato a senador. Ele trabalhou essa candidatura desde o primeiro momento. É claro que é importante trazer recursos para o nosso estado, mas o ideal é que não seja feito de um tom eleitoreiro como ele fez. Já o outro (Carlos Eduardo) muda de lado conforme a conveniência. Ele estava em Fortaleza (CE) com Ciro Gomes (presidenciável do PDT), onde disse que o palanque de Ciro está garantido no RN através da sua de sua pré-candidatura ao Senado. Eu acho que só quem vence o bolsonarismo é quem nunca foi bolsonarista e quem nunca se rendeu a ele. Desde 2018, quem vem fazendo o enfrentamento ao bolsonarismo em Brasília somos nós como deputado federal. Portanto, do meu ponto de vista, a nossa pré-candidatura não ajuda ao candidato de Bolsonaro no RN; a nossa candidatura atrapalha, realmente, àqueles que prejudicam o trabalhador brasileiro. Acredito que a população quer uma representação coerente, uma representação em defesa dos trabalhadores, e isso o eleitor não encontra em Carlos Eduardo, que é do PDT adversário de Lula, nem em Rogério Marinho, que é o representante do bolsonarismo no estado”, afirma Rafael.
De fato Rafael Mota fez o enfrentamento do Bolsonarismo lá em Brasilia. Vejamos como: Foi CONTRA saneamento básico; foi CONTRA auxilio emergencial durante pandemia; foi CONTRA redução de ICMS para redução de preços de combustivel, luz, telefone e gas. Confiram os votos dele e da Natália Bonavides la na câmara Federal….
Por falta de candidato mais MACHO do que ela, corremos o sério risco de permanecer com esse traste a frente do executivo estadual, uma desgraça para todos, oremos.
Depois das Convenções Fátima deixa Carlos se virar sozinho. Vai ser menos um na política do RN. Se ela abandonar agora ou não demonstrar empenho junto com Natália e todos do PT, Carlos sai pra governo com qualquer um de senador.
O frentista Gilberto Nogueira de Oliveira, de 39 anos, teve o pênis amputado pela companheira, a cozinheira Daiane dos Santos Farias, de 34 anos. O crime foi motivado por uma traição do homem, que teve um caso com a sobrinha da mulher, de 15 anos.
Em uma vingança, ela prendeu o órgão genital do parceiro em um elástico e usou uma navalha para cortá-lo. Na delegacia, ela confessou toda a trama e foi presa. Já o homem passou por uma série de cirurgias e ainda não está totalmente recuperado.
No entanto, houve uma reviravolta na história. À época do crime, no fim do ano passado, o homem era taxativo em dizer que não perdoaria Daiane, porém, segundo informações do colunista Ulisses Campbell, o casal reatou o relacionamento.
Na coluna True Crime, o jornalista revelou uma troca de cartas entre o casal. Conforme os registros, a primeira mensagem foi enviada por Gilberto, no dia 15 de março, que queria saber como Daiane estava.
O frentista achava que jamais receberia resposta. Porém, para sua surpresa, duas semanas depois ele recebeu uma carta escrita de dentro da Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu, onde a cozinheira aguarda julgamento.
Troca de cartas
Ao responder Gilberto, Daiane contou sentir “vergonha” de ter decepado o companheiro e relata as condições deploráveis do cárcere.
“Estou usando duas calcinhas há dois meses. Não consegui um trabalho aqui na cadeia. Ainda bem, porque teria de tirar a roupa todos os dias para passar de uma ala para outra. A revista íntima é obrigatória. E não queria que as funcionárias do presídio soubessem que só tenho duas calcinhas”, relatou.
Daiane disse que dorme no chão de uma cela de dois metros quadrados junto com outras duas detentas que não tomam banho.
Na carta, revelou nunca ter recebido visitas e que sente “muitas saudades” dos filhos, da casa, dos cachorros, dos gatos e, principalmente, de Gilberto. Ela pediu perdão e perguntou se ele estaria disposto a reatar o relacionamento.
Na resposta seguinte, Gilberto afirmou que perdoou completamente a mulher e se mostrou disposto a voltar. Na correspondência, ele manifestou o desejo de visitá-la na cadeia assim que for possível e também se propôs a arcar com as despesas de sua defesa, estipulada em R$ 40 mil.
Ao blog True Crime, o homem revelou que decidiu voltar para Daiane porque a ama mais do que tudo.
“Se não tivesse tido relações sexuais com a minha sobrinha no dia do aniversário da minha companheira, nada disso teria acontecido. Daiane é uma mulher maravilhosa, amorosa, que me ama. Ela não merecia ser traída dessa forma. Foi exposta para todo país. (…) Não me importo com o que os outros pensam. O que realmente importa é o que sinto por ela”, disse ele.
Pênis não foi reimplantado
O crime aconteceu quando Gilberto e Daiana se preparavam para casar. Os dois mobiliaram uma casa de sírio em Atibaia, no interior paulista. Ela tinha dois filhos de outro relacionamento; ele, um. Antes do Natal, Daiane descobriu que seu companheiro estava tendo um caso com sua sobrinha de 15 anos.
Para a vingança, ela comprou uma lingerie e preparou a suíte para uma noite de amor. Enquanto o noivo estava na cama sem roupa, Daiane apagou a luz e amputou o órgão genital do homem.
Para evitar um eventual reimplante, ela jogou o pênis de Gilberto no vaso sanitário e acionou a descarga. Antes disso, tirou uma foto do membro do companheiro em suas mãos e postou no grupo da família de Gilberto no WhatsApp. Também atirou as chaves do carro dele pela janela para dificultar o socorro.
Ainda em tratamento, Gilberto passou recentemente por um procedimento para a retirada de pedras nos rins, mas não foi possível devido a uma infecção decorrente do golpe no ventre. Por outro lado, recebeu de presente de um médico urologista uma prótese peniana, que deverá ser implantada quando seus ferimentos estiverem totalmente cicatrizados.
O preço do gás de cozinha ultrapassou em novembro, em 71 municípios brasileiros, a maior média nacional semanal do século, de R$ 113,66, registrada entre os dias 10 e 16 de abril de 2022. Na cidade de Tefé, no Amazonas, o botijão chegou a superar em quase 34% o recorde histórico, com o vasilhame de 13 quilos do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) sendo comercializado a R$ 152, o preço mais caro do País, informou o Observatório Social do Petróleo (OSP), com base no Levantamento de Preços de Combustíveis da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A agência verificou que o valor do botijão de gás em 456 municípios do Brasil, na semana de 12 a 18 de novembro, variaram de R$ 114 a R$ 152. Em 71 cidades os preços estão acima da marca da série histórica – que tem início em julho de 2001, quando o órgão regulador federal começa a divulgar os valores do gás de cozinha. Entre as capitais, Natal tem o 6º maior preço máximo para o GLP: R$ 128,00. O preço médio foi de R$ 97,00, e o mínimo de R$ 85,00.
Os preços na capital do Rio Grande do Norte ficaram atrás de Manaus (R$ 145,00); Belém e Boa Vista (R$ 144,00); Campo Grande e Cuiabá (R$ 135,00); Goiania e Palmas (R$ 130,00); e Belo Horizonte (R$ 129,00). A análise do Observatório mostra que seis das 10 cidades com preços mais elevados estão na região Norte, que é abastecida parcialmente pela Ream (Refinaria da Amazônia). A unidade de refino, que completa em dezembro próximo um ano de privatização, tem sido a recordista nacional dos combustíveis mais caros, segundo o OSP.
Na lista geral dos 71 municípios acima do recorde do século aparecem três cidades do estado do Rio de Janeiro e três de São Paulo. No Rio, Macaé cobra R$ 123 pelo botijão e é o município com o preço mais caro do Estado. Logo em seguida estão Itaguaí (R$ 121) e Angra dos Reis (R$ 114,84). Em São Paulo, o maior custo do gás de cozinha foi constatado em Marília (R$ 114,44), seguido por Itapeva (R$ 114,16) e Guarujá (R$ 114,09).
A lista das 10 cidades brasileiras com custo mais alto do gás de cozinha inclui três municípios no Amazonas, três em Mato Grosso, dois em Rondônia, um em Roraima e um na Bahia. Tefé (AM) é a cidade com preço mais elevado do Brasil, seguida por Alta Floresta e Sinop, ambos municípios do Mato Grosso, onde o vasilhame é vendido a R$ 145 e R$ 138,63, respectivamente.
A cidade de Tefé está localizada a apenas 180 km do Polo Urucu, a maior reserva terrestre de gás natural do País, e é o ápice da contradição que justo nessa região a população seja condenada a pagar os preços mais altos”, disse em nota o secretário geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Adaedson Costa.
Segundo ele, essa situação é fruto da privatização. “Por isso defendemos a urgência de a Petrobras voltar a ser uma empresa integrada de petróleo, como são todas as grandes petrolíferas mundiais, reestatizar refinarias, distribuidoras, gasodutos e campos de exploração”, destacou.
O economista Eric Gil Dantas, do OSP e do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), aponta dois fatores que explicam a concentração dos maiores preços no Norte do Brasil.
“O primeiro motivo é que a média ponderada dos preços praticados por produtores e importadores nessa região está 24% acima da média nacional, de acordo com dados da ANP. E grande parte dessa alta se deve à privatização da refinaria. O segundo fator é que a região tem a maior margem de distribuição e revenda, devido aos custos mais elevados de transporte/logística, sendo R$ 9 (18%) superior à média nacional”, afirmou.
Verdade José Andrade, no lugar de entrar em conflito seria muito mais inteligente da nossa parte aproveitar este espaço pra nos unirmos, pois até à faccao se unem, menos nós que queremos o deuxear o melhor para os nosso filhos e netos, vamos parar com es2se radicalismo porque políticos não fica inimigo eles negociam e saem bem na fita, depois sobra pra sociedade e impostos.
Privatizou a refinaria neném? Foi? Votou no pai da mentira pq o governo dele era pra privatizar tudo? Pois bem! Agora chupa essa manga, que fica vai ficar escritinho o cão chupando manga. Olha o desafio que Lula tem pra desfazer. Pro bolsolóide ser burro só faltam as penas.
Anencéfalos a matéria fala em 71 cidades brasileira , não só no RN, ou seja mérito do papai amor dos pobres, quanto privatização era necessário pois estavam com poços de petróleo parado e sem uso ou seja um elefante branco q governo do amor no passado fez favor de acabar com petrobras, ou vc não mora no RN? Esse defeito de vcs petralhas não procuram saber informações e só acreditando nas histórias da carochinha com papai das mentiras, se informe vá ler e conhecer melhor seu ex presidiário.
A 3R Petroleum atualizou os preços dos combustíveis comercializados na refinaria Clara Camarão, em Guamaré. Tanto gasolina como o óleo diesel tiveram redução nos valores nesta quinta-feira (23). NÃO VI O SR COMENTAR NADA NESSA NOTA. DEIXA DE SER HIPÓCRITA, JUMENTO! ESSA PORCARIA DE GOVERNO TÁ UMA ZONA MESMO, VOCÊ VEM QUERER JUSTIFICAR MENTINDO.
Essa sua resposta é a maior prova que você faz parte do grupo dos jumentos.
Leia mais se informe um pouco mais antes de falar besteira.
Kkkkkkkk
Vc é chinfrim, só falha em insistir que pessoas sérias e honestas gostem do fedorento ladrão kkkkkk.
Santos, esse seu espírito de porco sujo e fedido, que não sai da pobreza espiritual é o que deixa vc revoltado, principalmente com as notícias ruins que não deixam de pipocar, saia do seu marasmo existencial, reze a Deus que em breve teremos outro governo de direita.
Eu compro por R$ 89,00 aqui na zn a mais de 4 meses.
Culpa do nosso povo! Escolhe sempre as mesmas pessoas , para os mesmos cargos. No próximo ano, vão se apresentar os salvadores , gostaria que estes prestassem contas do que fez, ou melhor, do que não fez …
O programa Voa Brasil, lançado pelo governo federal nesta quarta-feira (24), tem passagens mais baratas do que as disponíveis nos sites das empresas aéreas, segundo simulações feitas pela reportagem, mas é preciso programar a viagem com antecedência, pois foram encontradas poucas opções para agosto.
Em um voo da Azul de Belo Horizonte (MG) para Fortaleza (CE), no dia 28 de setembro às 13h50, o aposentado pagaria R$ 200 mais R$ 31,44 de taxa de embarque no Voa Brasil. A mesma viagem custa, no mínimo, R$ 1.205 no site da companhia.
A reportagem testou dez rotas pelo Brasil e conferiu que a companhia aérea Gol oferta mais voos, mas a maioria só para setembro– principalmente na primeira semana. A Latam, além de cobrar mais caro por embarque, tinha menos opções disponíveis.
Em outra simulação com a Azul, o Voa Brasil trazia um voo partindo de Confins com destino a Florianópolis (SC), dia 26 de setembro às 23h25 por R$ 231,69. No site, o valor é de R$ 800,82.
Em duas rotas, o preço se aproximou, mas ainda saía mais em conta no Voa Brasil. É o caso de um trajeto de Campinas para Belém, no dia 28 de setembro às 21h30, pela Azul, e Guarulhos até Belém, às 8h50 do 1º de setembro, pela Gol. No programa, respectivamente, R$ 230,32 e R$ 231,44. No site, R$ 369,34 e R$ 390,46.
A média de preço comprando direto com a companhia, contudo, é por volta de R$ 600. Ou seja, a maioria dos voos pelo Voa Brasil sai por um terço do preço original.
Confira abaixo:
Galeão (RJ) para São Luís (MA), dia 6 de setembro às 11h15, pela Gol. No Voa Brasil, R$ 232,10 e, no site, R$ 589,54. Do Galeão e pelo mesmo preço, também é possível ir para Manaus (AM), no dia 7 de setembro às 22h40, ante R$ 647,10, no site da Gol.
Guarulhos (SP) para Natal (RN), com data para 2 de setembro às 22h05, pela Gol. O programa oferta passagem de R$ 231,44, e o site, R$ 622,34.
Congonhas (SP) para Recife (PE), às 22h10 do dia 2 de setembro, sai R$ 254,20 pela Gol. Diretamente com a companhia, R$ 645,10.
A reportagem encontrou apenas uma rota feita pela Latam, de Congonhas para Salvador, no dia 25 de agosto às 12h, por R$ 294,20. O preço exibido no site, porém, não fazia sentido, pois se o máximo cobrado pelo programa é de R$ 200 e a taxa de embarque definida pela concessionária do aeroporto é de R$ 54,20, sobrariam R$ 40. A reportagem localizou outras datas com os mesmos R$ 40 discrepantes. Já o preço cobrado no site da Latam é de R$ 560,10.
Sobre os R$ 40 a mais, a Latam, através de sua assessoria, informou que corrigiu o valor divergente da taxa de embarque na plataforma e detalhará em breve sobre o processo de reembolso dos clientes impactados.
Em alguns destinos, não foi possível encontrar opções disponíveis. É o caso de Salvador para Florianópolis e Curitiba para Recife.
Também foram testadas viagens de volta. A grande maioria tem datas próximas, por valores similares. De Belém para Viracopos, porém, não havia opções. Mas, havia voos para outros aeroportos de São Paulo.
VOA BRASIL
Nesta primeira fase, estão disponíveis 3 milhões de passagens para todo o Brasil para aposentados que não viajaram de avião em um prazo de 12 meses. A ação é de autoria do Ministério de Portos e Aeroportos.
O aposentado deve acessar o site voabrasil.sistema.gov.br e informar sua senha do Portal Gov.br. Para participar, é preciso ter conta nível prata ou ouro.
Ezequiel recebeu Eduardo Leite, e PSDB finalizou pelo RN série de “Diálogos Tucanos pelo Brasil”*
O presidente nacional do PSDB, governador gaúcho Eduardo Leite, esteve no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira (18) ao lado do presidente do PSDB-RN, deputado estadual Ezequiel Ferreira, para a realização do “Diálogos Tucanos pelo Brasil”. Após a reunião sediada em Natal, o partido finalizou uma série de encontros ocorridos em todas as regiões do país para discutir os rumos da legenda nacionalmente.
Com as ideias colhidas no RN e nos demais estados da federação o PSDB apresentará uma cartilha nacionalmente, na próxima quinta-feira (24), com a definição de uma espécie de espinha dorsal sobre o pensamento e a visão do PSDB no que concerne aos temas de maior relevância para a sociedade brasileira.
“Nesse processo de construção não poderíamos deixar de passar por um Estado que tem um PSDB forte, pujante, muito bem estruturado e crescendo, como é o PSDB aqui no Rio Grande do Norte. E é isso que nós estamos fazendo, encerrando o processo de diálogos tucanos aqui pelo RN, ouvindo o que os tucanos do RN têm a nos dizer sobre suas esperanças, expectativas, o que querem para o PSDB, o que querem para o Brasil”, disse o governador Eduardo Leite.
O presidente do PSDB-RN, deputado Ezequiel Ferreira, elogiou o trabalho desempenhado pelo governador do Rio Grande do Sul e sua liderança no partido nacionalmente. Para o parlamentar, que também preside a Assembleia Legislativa do RN, o PSDB precisa se fortalecer ainda mais para superar os principais desafios que se apresentam na política do Brasil e também do Rio Grande do Norte.
“Quero dizer ao presidente muito claramente que o sentimento do Rio Grande do Norte é que neste momento, Eduardo, o PSDB precisa de você e num momento bem próximo o Brasil precisará do PSDB. Seja muito bem-vindo ao Rio Grande do Norte”, discursou Ezequiel.
Durante o evento, num encontro no Versailles Recepções que contou com mais de 700 lideranças políticas de todas as regiões do RN, foram abonadas por Ezequiel e Eduardo Leite as filiações de lideranças de 21 municípios. Entre os novos membros, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, empresários e pré-candidatos.
O vereador de Natal, Klaus Araújo, e o presidente da Câmara de Mossoró, Lawrence Amorim, estiveram entre os novos mandatários filiados. Além deles, os prefeitos Dr. Renan (Campo Redondo) e Carlinhos de Veri (Parazinho).
Filiaram-se ainda ao PSDB-RN os vice-prefeitos Grimaldi Gondim (Campo Grande), Gilson Neto (Serrinha), Preta (Pendências), Dr. Climério (São Bento do Norte), Agrício (Pedra Grande), Valdir Patrício (Senador Georgino Avelino), Elias Cruz (Arez) e Cinara Dantas (Angicos).
Durante o encontro, o governador Eduardo Leite destacou o desempenho do PSDB no RN e o crescimento que o partido experimentou nos últimos anos.
“Eu venho aqui ao Rio Grande do Norte, Ezequiel, porque vocês são um belo exemplo; as prefeituras que o PSDB tem, o tamanho que nós temos na Assembleia Legislativa, os vereadores que nós temos e a perspectiva que se apresenta com essas novas filiações são fonte de inspiração para nós, para que o PSDB se fortaleça nacionalmente”, ressaltou o presidente nacional.
Ezequiel Ferreira agradeceu a presença do presidente Eduardo Leite e dos deputados federais e estaduais, além de vereadores, prefeitos, vice-prefeitos, lideranças políticas de todo o Estado e representantes dos diversos segmentos que formam o PSDB.
“Quero dizer, meu caro presidente, que o PSDB no Rio Grande do Norte é o partido que mais cresce nesse Estado. Se hoje temos 32 prefeitos, 26 vice-prefeitos, 245 vereadores, o partido vai crescer muito mais com a carta branca que você nos dá para fazermos desse partido o maior partido do Estado do Rio Grande do Norte”, enfatizou o presidente do PSDB-RN.
Ezequiel prometeu para as próximas eleições um partido ainda mais forte e competitivo, principalmente após as novas filiações realizadas nesta sexta-feira e as que serão feitas de modo subsequente, dando continuidade ao processo de reestruturação partidária.
“Que possamos seguir assim, de mãos dadas, juntos. Quero que o presidente Eduardo Leite saia daqui com o sentimento do Rio Grande do Norte”, finalizou o presidente tucano no RN.
Também marcaram presença no evento os deputados federais Benes Leocádio e Paulinho Freire, além dos estaduais Ubaldo Fernandes, Nelter Queiroz, Kleber Rodrigues, Dr. Bernardo Amorim, Eudiane Macedo, Taveira Júnior, Luiz Eduardo e os ex-deputados estaduais Getúlio Rêgo, Vivaldo Costa, Albert Dickson e Dison Lisboa.
“Nunca vi tantas mulheres empoderadas”, diz vice-presidente nacional do PSDB Mulher
Antes do evento de filiações, o PSDB Mulher realizou um grande encontro com cerca de 100 lideranças femininas de todo o Estado. A reunião contou com um almoço que antecedeu o encontro com Eduardo Leite.
A presidente do PSDB Mulher no RN, Isa Carneiro, destacou o crescimento do segmento nos últimos anos e pontuou que atualmente a sigla tem no Estado potiguar sete prefeitas, seis vice-prefeitas e mais de 50 vereadoras.
“E eu tenho certeza de que no próximo ano esse número vai aumentar. A nossa intenção é que estejamos cada vez mais juntas. Nosso Estado não detém tantos recursos, mas com a força dessas mulheres nordestinas, guerreiras, nós vamos conseguir cada vez mais conquistar o nosso espaço”, declarou Isa.
A vice-presidente nacional do PSDB Mulher, deputada federal Thelma de Oliveira, também conversou com as mulheres do PSDB-RN e se impressionou com a quantidade de lideranças femininas protagonistas em todas as regiões do RN.
A deputada atentou para a importância e a necessidade de as mulheres participarem das eleições, inserindo-se também nos diretórios estaduais e municipais, para que tenham influência nas decisões e lutem para que seus direitos sejam respeitados.
“Eu nunca vi tantas mulheres empoderadas juntas do PSDB. Estou maravilhada com vocês, prefeitas, vice-prefeitas, enfim, é muito bom, porque na maioria dos estados a gente tem uma dificuldade enorme. Aqui tem cinco deputadas mulheres e isso é maravilhoso”, disse a líder nacional do PSDB.
Ezequiel será um forte candidato ao governo do RN em 2026,o PSDB está incorporando as velhas bases lideranças centristas do decadente MDB e do antigo e extinto PFL,o PSDB está forte quantitativamente como o MDB e o PFL dos anos 80, 90 e 2000,este partido e seu presidente brigará por uma vaga no segundo turno para disputa ao governo do RN em 2026.
Após 29 anos na bancada do Jornal Nacional, o jornalista William Bonner, de 61 anos, decidiu deixar o posto. Ele será substituído por César Tralli, de 54 anos. A data para o anúncio foi escolhida a dedo: a atração completa hoje 56 anos no ar.
As mudanças não param aí. Roberto Kovalick deixará o telejornal Hora 1 e assumirá o Jornal Hoje. A mudança não será imediata. Ela só deve acontecer em novembro, provavelmente no dia 3, quando Tralli assumirá seu lugar no telejornal ao lado de Renata Vasconcellos. Bonner permanecerá na emissora até 31 de outubro apresentando o JN e só deve voltar à tela em fevereiro, quando passará a trabalhar como repórter e apresentador do Globo Repórter, ao lado de Sandra Annenberg.
O anúncio da Globo deve despertar um terremoto na internet. O objetivo é reduzir sua carga de trabalho para ter mais tempo com a família e projetos pessoais.
“A especulação é assim, pode surgir a toda hora; ainda que ainda que não houvesse nenhuma coincidência, um calendário, coisa alguma, haveria especulação. Porque se há uma coisa que eu aprendi há muitos anos já no exercício da função, é que não importa mais a verdade. A verdade já não importa mais. No universo regido pelas redes sociais, o que vale é a versão. E por mais absurdo que seja, as versões mais absurdas florescem”, afirmou Bonner nesta tarde. E conclui: “Eu tenho casca. Não se chega a um número desses – 29 anos de JN, 26 de chefia– sem isso”.
O momento do anúncio embute também um cuidado do jornalista e da emissora. Seria impossível fazê-lo em 2026 sem que todas as pessoas do País vissem na saída do âncora razões políticas.
Bonner não estava mais disposto a enfrentar outra exaustiva campanha eleitoral, que pode ser ainda mais dura que as anteriores, com o assédio ao jornalismo profissional e aos jornalistas se tornando mais intenso. Hostilizado por extremistas por ser a “cara da Globo”, há quase uma década o jornalista evita a ponte aérea quando vai à sua terra natal, São Paulo. Pai de três filhos, ele prefere pegar a estrada e dirigir seu carro.
“A novidade dos tempos de hoje é que o jornalismo vem sendo atacado. Grupos políticos visam desacreditá-lo para instalar no lugar realidades paralelas. Ficou muito importante que veículos como os nossos, profissionais, demonstrem cotidianamente quais são os nossos processos, como que a gente toma decisões, o que é uma checagem, quando se usa fonte em off, por que você deixa de dar determinada notícia, que você só publica o que estiver devidamente apurado e checado, coisas que muita gente não faz na internet“, disse.
A mudança na emissora se trata, portanto, de uma decisão pessoal de Bonner. A Globo bem que tentou demovê-lo e conseguiu que tudo fosse adiado por algum tempo. Há pelo menos cinco anos o jornalista exprimiu esse desejo pela primeira vez na empresa. O então diretor de jornalismo, Ali Kamel, o convenceu na época a permanecer na bancada do JN.
“Era evidente que uma movimentação dessa natureza não podia acontecer de uma hora para outra. Era preciso maturação”, disse o jornalista. A prova desse desejo antigo de parar está na entrevista que concedeu em abril ao colega Pedro Bial, no trecho em que tratou de se lembrar do pai, o médico William Bonemer, falecido em 2016. “Quando penso no meu futuro, não é sombra e água fresca, mas com toda certeza não é a rotina que a chefia e a apresentação de um Jornal Nacional representa”. E completou: “Meu sonho é ter uma atividade bacana e relevante.”
No almoço desta segunda na sede da emissora, no Jardim Botânico, no Rio, o jornalista afastou a ideia de uma ruptura. E frisou a ideia de continuidade em sua sucessão. “Eu não queria dar a este anúncio uma cerimônia que pudesse transformar a coisa no maior evento da terra, porque realmente não é.”
E enumerou suas razões: “Ponto um: eu não estou saindo da TV Globo. Ponto dois, eu não estou saindo do jornalismo da TV Globo. O ponto 3 é que o Jornal Nacional continuará a ser exibido no mesmo horário chefiado pela pessoa que é a chefe atual. E quatro, apresentado pela Renata Vasconcellos, que estará lá ao lado de César Tralli.”
A demora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir a reforma ministerial acirrou as disputas internas no PT. O partido corre o risco de perder espaço na Esplanada por causa da necessidade de acomodar legendas do Centrão enquanto enfrenta um tenso processo de eleição interna, que irá culminar na escolha, em julho, do sucessor de Gleisi Hoffmann na presidência. De forma reservada, diferentes lideranças reconhecem que há neste momento uma guerra de bastidores que envolve parlamentares e dirigentes pertencentes a grupos rivais.
Um dos focos de disputa se dá em torno do comando do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), atualmente com o petista Paulo Teixeira. Integrantes do governo e lideranças do partido identificam um movimento do deputado Paulo Pimenta (RS), titular da Secretaria de Comunicação Social (Secom) até janeiro, para se cacifar para o posto. Os dois já pertenceram à mesma corrente interna no passado, mas romperam em 2019 quando Teixeira apoiou a reeleição de Gleisi para a presidência do partido.
A gestão de Teixeira enfrenta críticas do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), historicamente ligado ao PT, pelo baixo número de assentados neste terceiro mandato de Lula. No fim do ano passado, os sem terra, que têm proximidade com Pimenta, chegaram a discutir a possibilidade de pedir a cabeça do ministro, mas desistiram de empunhar essa bandeira.
Por outro lado, Teixeira conta com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores (Contag), outra entidade do campo com relação histórica com o PT.
— O problema do MDA tem muito mais a ver com orçamento, que é bastante reduzido, do que com problema da equipe — afirma Aristides Santos, presidente da Contag.
A aliados, Pimenta nega estar fazendo qualquer movimento para se cacifar ao cargo porque, segundo ele, sabe que com Lula esse tipo de atitude não funciona. No Planalto, a troca no comando da pasta é tratada como possível, mas não como certa. Um outro nome citado como cotado para assumir o ministério é o atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, que tem ligação com o MST.
As disputas do PT também passam pelo comando da Secretaria-Geral, hoje com Márcio Macêdo e que pode ser assumido justamente por Gleisi Hoffmann.
Em conversas com seu grupo, o titular da pasta afirma que não identificou qualquer movimento de fritura. Ele atribui as notícias sobre a sua saída a uma articulação dos aliados de Gleisi que buscariam ocupar a presidência interina do PT até a eleição interna de julho. A ideia, segundo Macêdo, seria viabilizar um nome alternativo ao de Edinho Silva, o favorito de Lula para ocupar o posto.
Mas, de forma reservada, partidários de Edinho também tratam a substituição de Macêdo por Gleisi como certa. Se assumir a pasta, Gleisi terá que deixar a presidência do PT. No cargo, a atual dirigente terá como missão virar o jogo na relação do governo com os movimentos sociais.
Há um diagnóstico de paralisia na mobilização do governo junto à sociedade civil. Auxiliares do presidente veem necessidade de movimentos que apoiaram Lula em 2022 ajudem na defesa do governo ou mesmo no enfrentamento à extrema direita.
Ao mesmo tempo em que irá dar mais espaço para siglas do Centrão, Lula vê em Gleisi o melhor nome para organizar a militância de esquerda para recomeçar um trabalho de mobilização voltado para dentro da base lulista, numa estruturação que vá além do PT.
Presidente do PT desde 2017, Gleisi tem uma relação muito próxima com movimentos sociais que foi estreitada em momentos difíceis para a legenda, como nas manifestações contrárias ao impeachment de Dilma Rousseff e durante a vigília quando Lula esteve preso em Curitiba.
De acordo com interlocutores de Lula, a atual presidente do PT é um nome com autoridade dentro desses segmentos. Segundo ele, Gleisi deve mudar o tom da Secretaria-Geral da “água para o vinho”.
A presidente do PT também tem boa interlocução com MST. Há uma avaliação interna de que o governo poderia estar contando com apoio enfático de movimentos sociais e sindicados para “bater bumbo” para o projeto de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil — pauta que tem ampla aprovação populares e fura a bolha da esquerda.
A chegada de Gleisi no governo também alteraria a correlação de forças no Planalto. O núcleo mais próximo de Lula tem se reposicionado desde a saída de Paulo Pimenta e a chegada de Sidônio Palmeira à Secretaria de Comunicação Social (Secom), com fortalecimento do ministro da Casa Civil, Rui Costa, junto a Lula. Já Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), responsável pela articulação política, e Márcio Macêdo, têm atuação em áreas distintas e não são próximos.
Lula também estuda mexer em outro ministério comandado pelo partido, o das Mulheres. Nesse caso há chance de que Cida Gonçalves seja trocada pela também petista Teresa Leitão, senadora por Pernambuco. Seria um movimento para fazer um gesto a Silvio Costa, pai do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), que é suplente de Teresa Leitão no Senado. Costa foi vice-líder do governo Dilma Rousseff à época do impeachment, em 2016.
Ainda no contexto da reforma, o partido pode perder o posto de Padilha para um partido do Centrão. O líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL), tem a preferência do grupo para ficar com o posto. A eventual saída do ministério desagrada a bancada de deputados da sigla.
O partido ainda é pressionado a ceder o comando do Ministério do Desenvolvimento Social, pasta responsável pelo Bolsa Família e hoje nas mãos do senador licenciado Wellington Dias. O petista vem acumulando desgastes desde a semana passada, quando O GLOBO revelou que ONGs não entregaram quentinhas contratadas por política social da pasta. Dias também anunciou a possibilidade de reajuste do Bolsa Família, e foi desmentido no mesmo dia pela Casa Civil. O anúncio, feito em entrevista, irritou Lula.
O líder do PSD, Antonio Britto (BA), é citado como cotado para o posto. Historicamente, o partido sempre resistiu a abrir mão do ministério que gerencia o principal programa social do governo federal.
Com a provável mudança na Secretaria-Geral, Lula pretende aplacar conflitos da sucessão do PT. A chegada de Gleisi, segundo petistas, limparia o caminho para Edinho Silva e desestimularia o surgimento de uma candidatura adversária que pudesse ampliar o racha interno da legenda.
Mesmo com a chancela de Lula, a candidatura do ex-prefeito de Araraquara sofre resistências na corrente majoritária do partido, da qual ele faz parte. Em busca de unidade, desde a semana passada Edinho passou a rodar o Brasil conversando com lideranças regionais do PT. Esteve no Maranhão, em São Paulo, e esta semana passará por Contagem (MG), Brasília, Recife, João Pessoa e Natal.
Os adversários internos dizem que Edinho não tem conseguido estabelecer um diálogo amplo com a tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) e, por isso, busca apoios pontuais.
O perfil mais conciliador de Edinho seria um movimento para que Lula recupere o apoio das forças de centro que ajudaram a elegê-lo em 2022.
Líder do Movimento PT, segundo maior corrente interna e atual secretário de relações internacionais da legenda, Romênio Pereira anunciou a sua entrada na disputa durante reunião do diretório nacional em dezembro.
— Ao fazer uma reforma ministerial, (temos que) fazer com que o PT e os partidos progressistas tenham um aumento na participação no governo — defende o concorrente de Edinho.
O Podemos já trabalha com 100% de probabilidade de uma candidatura do senador Styvenson Valentim a governador do Rio Grande do Norte, nas eleições de outubro. Para isso, o presidente estadual do partido, advogado Felipe Madruga, admite ampliar o leque de alianças, porque “tirando a governadora do Estado, todos estão no mesmo barco da oposição”.
Pelo fato do senador Styvenson Valentim ser tido como meio arredio a negociações políticas, o dirigente do Podemos ponderou que o senador “vai acabar entendendo a importância disso, de aglutinar forças políticas, sempre com objetivo de valores que não vão ser ultrapassados e em prol de recuperar o Rio Grande do Norte”.
Felipe Madruga disse em entrevista ao programa “Tribuna Livre”, da rádio Jovem Pan News, que “a gente tem de fugir um pouco dos nomes, tem de pensar no objetivo maior que é recuperar o Rioi Grande do Norte”, admitindo que outros nomes que estão sendo cogitados para disputar o Executivo, podem ser uma opção para a disputa do Senado numa aliança com outros partidos de oposição.
Felipe Madruga argumenta que Styvenson Valentim “está na melhor das situações, sem nada a perder, senador no meio do mandato e alta popularidade e pontuando em dois dígitos nas pesquisas”.
Segundo Madruga, a pré-candidatura de Valentim “é prioridade atemporal no partido pelas condições políticas que reúne”, mas o Podemos tem quadros para disputar o governo ou a vaga de senador, como o médico Geraldo Pinho, que foi candidato a vereador e é o atual secretário geral do partido, além do empresário Afrânio Miranda, que disputou a prefeitura de Natal em 2020 e a educadora Francisca Henrique, que concorreu à prefeitura de Parnamirim.
Felipe Madruga voltou a falar sobre a informação de que Valentim não cumpriu todo o processo de filiação ao PODEMOS, depois de deixar o partido REDE em 2019: “O senador é filiado ao PODEMOS, tem atuação na mesa do Senado Federal, participações nas comissões, em todas votações de peso e relevância nacional vem atuando como senador do PODEMOS, com o nome aparecendo no painel de votação no Senado”.
O presidente do PODEMOS no Estado diz ser “interessante essa polêmica aparecer na semana em que o senador consta em segundo lugar como pré-candidato ao governo e tentarem desestabilizar dessa forma, vejo por esse lado”.
Felipe Madruga lembrou que o senador “filiou-se com fotografia publicada em jornais nacionais e locais, no púlpito do Senado Federal e com o líder da bancada ao lado dele, senador Álvaro Dias (PODE-PR)”.
Ele cita “a quantidade de informações da atuação dele pelo PODEMOS, e que chega a ser cômico, tentarem puxar esse assunto agora”. Agora, acrescentou, “alegam uma eventual irregularidade na listagem de filiados que foi para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”.
“Mas tranquilizo os membros do partido, porque “a Súmula 20 do TSE vai diretamente nesse sentido sobre prova de filiação partidária, que pode ser por outros meios, quando existe ausência do nome na lista de filiados.
Na opinião de Madruga, “falta pouco tempo para as eleições, nem o senador admite que é pré-candidato publicamente e de forma expressa, representando mudanças que vão ser realizadas no Rio Grande do Norte, isso provoca angústia em muitos”.
Para Madruga, “quem não estão tranquilos, são aqueles que estão vendo um nome que pode ameaçar a reeleição da governadora do Estado, que está com índice de rejeição altíssimo e abriu as portas do governo pra os que antes eram criticados”.
Já a respeito de declarações do próprio Styvenson Valentim que estaria incomodado com a possibilidade do primeiro suplente vir a assumir o mandato e não cumprir com seus compromissos assumidos durante o mandato, como o acompanhamento de emendas destinadas ao Estado e aos municípios, Felipe Madruga afirmou que “isso demonstra boa-fé e preocupação dele (Valetim) com o Estado e de o suplente não honrar os compromissos e a linha de atuação dele”.
Porém, Madruga declarou que isso também “faz parte do jogo político, o senador não pode deixar uma missão ainda maior para o Estado, que é a de governador, senador tem muita importância, mas governador é de fato quem dá o rumo ao Estado por uma situação dessa”.
Madruga disse, ainda, que o senador “tem de cumprir essa missão e confirmar essa pré-candidatura a governador, mas eu não falo por ele, que tem luz própria e responde pelos próprios atos dele, mas tem condições políticas de ser candidato ao governo e tocar um projeto alternativo e fazer uma ruptura, que é a única forma de mudar os rumos do Rio Grande do Norte”.
Pra Mim E para Muitos PATRIOTAS BRASILEIROS Que Queremos Um BRASIL Sem Corrupcao Principalmente Nos Gonvernates Políticos É Muito Importante Para O Nosso Rio grande do Norte Fazer Essa Mudança Políticos Em Nosso Estado, Realmente O Capitão E A GRANDE Oportunidade De Tirar Essa Coja Que Assaltaram O POVO BRASILEIRO E Agora Estão Querendo Reorganizar Uma Nova Quadrilha Para Recomeçar A Roubalheira Obs, Vamos Trabalhar Contra Os Políticos Mitirosos E Corruptos, COM A REELEIÇÃO DO PRESIDENTE BOSSONARO E O CAPITÃO YSTIVERSSON GONVERNANDO O NOSSO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, OBS ISSO É MUDANÇA POLÍTICA
Depois do que se passa nesse governo que nao faz nada, nada, simplesmente nada…nem indústria, nem segurança, nem saúde, nem fortalecimento do Turismo no RN…qualquer um outro que nao seja de esquerda será bem vindo.
Todo Potiguar que ama a sua terra tem obrigação de fazer a sua parte para libertar o RN desta trupe que está destruindo nosso Estado. Seja votando, seja se candidatando não pode é se omitir ou ficar em cima do muro.
Ainda que detentor de uma política migratória cujas linhas gerais são elogiadas internacionalmente, o Brasil não possui um plano para os seus cidadãos que emigraram e foram forçados a voltar para casa: os deportados.
O tema ganhou projeção com a promessa de Donald Trump de que a expulsão de imigrantes em situação irregular será o mote de seu novo governo nos Estados Unidos, mas não era de menor relevância, mesmo que passasse por baixo dos holofotes. Ao longo dos últimos quatro anos, o Brasil recebeu mais de 7.100 deportados dos EUA.
Países como México, Guatemala e Honduras, que historicamente recebem um volume de compatriotas deportados muito superior ao do Brasil, já possuem políticas de acolhimento e reinserção dos imigrantes. Neste mês, diante das ameaças vindas de Washington, os governos dessas nações anunciaram a ampliação e a diversificação de seus projetos na área.
Agora, o governo Lula (PT), que fez uma publicação recente nas redes sociais afirmando que deportados “são dignos de respeito”, corre para pensar em ações paliativas. A ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, está puxando a iniciativa na gestão.
Ao chegar ao Brasil em voos fretados pelos EUA e normalmente pelo Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais —já que há uma emigração histórica de mineiros para os Estados Unidos—, os deportados passam pelo controle da Polícia Federal (PF), de praxe para qualquer cidadão, e não costumam receber apoio.
É um tema sensível em especial pela insistência na migração. Pessoas que chegam ao país sem perspectiva de reconstruir a vida na terra natal, e muitas delas após anos nos Estados Unidos, não incomumente tentam novamente emigrar com a ajuda de coiotes. Há um impacto material, mas também de caráter psíquico em suas vidas.
A reportagem apurou que o tema mais de uma vez apareceu na mesa do governo. Com o retorno de Lula ao poder, deu-se início às conversas para finalmente elaborar uma política de migrações, demanda da Lei de Migração assinada em 2017 e que nunca saiu do papel.
Uma equipe chegou a produzir um documento, que até aqui não foi aprovado. Um de seus artigos dizia que “as pessoas brasileiras retornadas e as não admitidas no exterior, bem como seus familiares, serão público-alvo de ações de promoção de direitos, inserção socioeconômica e integração local”. Nada foi para a frente.
Mesmo cidades que historicamente são polos exportadores de mão de obra (e, assim, também são destino comum de deportados), como a mineira Governador Valadares, não possuem uma política específica. Quando a gestão do município foi questionada sobre o tema, disse que vai “aguardar essa chegada” para analisar “os próximos passos”.
É certo que é nebulosa a resposta de quantos brasileiros devem ser deportados nos próximos meses e anos. Sabe-se apenas que o número de cidadãos do país em situação irregular hoje nos EUA é estimado em 230 mil. Mas não há pistas de quantos entrarão na mira dos órgãos de segurança de Donald Trump.
A ministra Macaé Evaristo (Direitos Humanos) anunciou após reunião com Lula e outros de seus pares na tarde desta terça (28) a criação de um posto de atendimento humanizado em Confins. O projeto seguiria o modelo da estrutura que há 20 anos já existe no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.
A iniciativa no maior aeroporto do país, porém, precisa ser olhada com cautela. Inicialmente criada para combater o tráfico de pessoas, foi nos últimos anos dominada pelos atendimentos a migrantes afegãos que chegavam e por dias, semanas ou meses moravam no terminal 2 do aeroporto. É um aparato de atendimento imediato e importante, mas quem acompanha o tema diz que é preciso fazer mais.
Há mais de 30 anos acompanhando histórias de pessoas deportadas, a professora Sueli Siqueira, da Universidade Vale do Rio Doce, diz que o atendimento psicológico é o mais importante. “Não adianta dar acesso ao mercado de trabalho se eles acabaram de sair de situações pós-traumáticas e se muitos ainda estão em negação.”
Siqueira observa que os deportados muitas vezes retornam confusos e sem o que ela chama de “dimensão econômica”.
Eles gastam as suas economias que trouxeram em dólares com facilidade e sem objetivos coesos. Uma de suas pesquisas acadêmicas mostrou que 70% do que os deportados levam ao Brasil são perdidos. Não é incomum que eles tentem retornar aos EUA.
Nem é prá ter! O cara decide ir embora de livre e espontânea vontade, muitas vezes, falando mal do Brasil, depois que dá tudo errado, o cara lembra do País que ele próprio abandonou, fuck him.
A Prudente não é mais de Morais. Pelo menos, no trecho entre as ruas Ceará-mirim e Mossoró, ela é o endereço de um sem-número de mendigos, que estão tomando conta das nossas principais vias, e ninguém faz nada. São cruzamentos com grande fluxo, avenidas e ruas num processo de ocupação pela esmola, diante da mais completa falta de ação das autoridades.
Claro que este é um problema de todas as cidades, mas no volume que constatamos, aqui, ainda não tinha conhecido. A Prudente está na rota desse artigo, pois é uma das principais vias da cidade, onde estão localizadas pequenas, médias e grandes empresas. Natal passa pela Prudente.
Um leitor embriagado pelo politicamente correto pode dizer: “Deixem eles em paz”. Mas pergunto: “Existe paz na sarjeta?” Eles também são filhos de Deus e merecem muito mais do que dormir na companhia do lixo e dos ratos. São vidas estacionadas nas calçadas. Crianças a mercê do sol, chuva, doenças, atropelamentos, e da mais completa falta de higiene e educação. Quem pensa no próximo, não pode aceitar essa situação. Dormir nas ruas é viver o pesadelo da violência social e física.
Essa situação deteriora nossa imagem nos dois sentidos. Tanto porquê constatamos nossas principais ruas tomadas por mendigos de dia, e debaixo das marquises à noite, como também pelo fato da nossa cidade tolerar de braços cruzados inúmeros seres humanos vivendo nessa situação. Não somos os responsáveis por esse triste fato, no entanto não fazermos nada. Se nos negamos a cobrar melhorias, nos aproximamos muito de sermos cúmplices, já que estimulamos com nossa esmola.
— Ruim para o turismo, pior para o comércio.
Não é só o que você doa mas o que a cidade perde. Nossa paisagem decadente reflete diretamente na desvalorização dos imóveis, no acesso às empresas, na proliferação de doenças e, no pior, nas pessoas que vivem com o sinal eternamente fechado em suas vidas.
Não tenho pretensão de solucionar o problema do dia para a noite. Devemos ver como outras cidades estão combatendo essa questão. Hein? Foi a pandemia? Mas o coronavirus atingiu todo o Brasil e não vemos essa intensidade de mendigos nas outras cidades.
Melhor do que dar esmolas, é dar atenção à sua causa. Fui pesquisar como algumas cidades, umas mais e outras menos desenvolvidas, enfrentaram o problema. Segundo o Centro Nacional de Direito sobre Falta de Moradia e Pobreza dos EUA, num estudo realizado em 187 cidades dos Estados Unidos descobriu que 76% proíbem mendigar em locais públicos específicos e os 24% restantes proíbem em toda cidade. Algumas cidades sugerem aos seus cidadãos que façam as doações a instituições de caridade e não aos mendigos. Inglaterra, idem. Em Belfast, foi adotado zonas livres de mendicância e na capital da Nova Zelândia, Wellington, está educando, dando vouchers e exigindo que os mendigos tenham licenças. Em Oklahoma, nos EUA, é proibido pedir esmolas nas proximidades de restaurantes, cafés, escolas, caixas eletrônicos e banheiros públicos.
Uma ideia interessante foi em Albuquerque, no Novo México, que adotou o programa There’s a Better Way (existe um caminho melhor). Uma van sai recolhendo os pedintes que estão interessados em trabalhar, pagando para eles recolherem o lixo das ruas, canteiros e retirar as ervas daninhas.
Aqui no Brasil, Fortaleza implantou uma ação para conscientizar a população a não dar dinheiro, não comprar produtos vendidos por crianças e adolescentes nos semáforos e denunciar a exploração do trabalho infantil. A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Fundação da Criança e da Família Cidadã, lançou a campanha “Não dê esmola. Lugar de criança e adolescente é na escola”. A Prefeitura de Campina Grande lançou um movimento para combater a mendicância de crianças e adolescentes nas ruas: “Quem dá esmola, não dá futuro”. A campanha teve apoio da Promotoria de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente, que instaurou procedimento para cobrar do poder público providências capazes de resolver a situação dos menores pedintes.
Tem quem pense que existem mendigos super bem de vida. — Menos, minha gente. Quem está tão bem assim, não dorme no chão nem deixa seu filho de 5 anos caminhar entre carros em movimento. Mas não descarto que este problema possa ser estimulado por alguns partidos. De uma forma ou de outra, prefiro me ater aos fatos.
Acredito que todos os mendigos, na verdade, querem oportunidades para saírem das ruas. Sonham em terem um teto e alguma possibilidade de emprego. Vamos ajudar cada pedinte a atravessar a rua da amargura sem ser atropelado pela indiferença e pelo preconceito.
Precisamos dar 1 real de atenção a situação deles.
Já ouvi um passarinho falar que essa turma e uma empresa que até CNPJ tem ! E dado a escala de trabalho país solos 30 dia e se tiver filhos mais 20 cada! Jaja aceitam pix e dão nf pro cidadão abater do imposto de renda kkkkk
São as leis da infância e adolescência. Se uma criança for flagrada ajudando os pais numa feira de bairro é recolhida e os pais responderão por exploração de menores, se ficam em casa para os pais trabalharem podem se envolver com má companhia. O mesmo acontece nas avenidas e ninguém dar o merecido apoio para que essas famílias tenham um trabalho digno. É a lei do faz de conta! Só serve para punir
Caríssimo, em suas linhas, percebe se tudo, menos a preocupação com os pobres , sua real preocupação é com o turismo e a “IMAGEM” da cidade, acho que você quer é um “SOLUÇÃO FINAL” para este problema. Os pobres sempre foram e serão um problema para a sociedade, principalmente para pessoas que não são pobres, como você, não gosta de ver, ouvir ou ter que encontrar com mendinhos, nem sequer saber da existência de tais seres humanos…. Tenho outro olhar sobre a situação, nem preciso falar sobre o que penso, sei o que faço sobre eles. Pergunto, o que você tem feito para pelos menos diminuir a mendicância, a pobreza, a miséria que te cerca, além de ter ficado em uma sala confortável, com ar condicionado e escrevendo? É preciso refletir sobre a sociedade que estamos deixando de herança. Abraço.
A Prudente dos mendigos, lamentavelmente, faz parte do cenário nacional. E enquanto tivermos governantes que usam a miséria como moeda de troca com programas assistencialistas para serem eleitos, o cenário só tende a piorar.
Muita lorota é pouco conteúdo, vai comparar com China, Coreia do Norte, Nicarágua, Honduras, Colômbia, Venezuela, Argentina, Chile, Bolívia kkkkkkkkk, cachorro é espetinho no teu mundo idiota.
Fui a SP, há uma ano eram 21 mil moradores de rua, hj sãoi 34 mil…deixem
Natal é uma cidade entregue ao abandono pelo poder público, principalmente pela prefeitura de Natal e suas secretarias que só servem como cabide de emprego dos políticos, pois ações para coibir o teoricamente errado não existe. Avenidas abandonadas que viraram em seus canteiros centrais verdadeiras favelas ou mesmo lixões, Prudente de Morais, avenida das Alagoas, beira canal e muitas outras, onde as pessoas ficam aglomeradas mendigando e juntando do lixo materiais reciclados para vender, isso sem falar no mercado público que viraram esses canteiros centrais com barracas de madeira onde se vende de tudo a céu aberto, não existe coibição e ou mesmo fiscalização para coibir esse crescimento dessas barracas. Pense num prefeito incompetente e omisso esse de Natal.
Existe pedintes profissionais,isso não é novidade,conheço vaias pessoas aqui em João Câmara que são amparadas pelo estado social,mas continuam mendigando,parei de dar esmolas quando descobri isso.
Excelente artigo. Tive uma loja na Prudente de Morais e decidimos fechar porque não podíamos mais atender um cliente após 16:30, a calçada era tomada por traficantes e mendigos. Várias tentativas de buscar soluções foram inócuas com a prefeitura, MP, Conselhos Tutelares, instituições de caridade, enfim, o jeito foi abandonar o barco. E assim o Tirol vai caminhando de bairro nobre para decadente.
Pensei que o plano diretor seria a solução para todos os problemas da cidade, pelo menos foi assim que o discurso foi vendido pelo gestor municipal, pela bancada governista da CMN e diversos empresários. Fato é que o problema nunca foi o pedaço de papel, mas sim a extrema incompetência por parte da administração pública.
O problema é que muitos aí, são aposentados e se acostumaram com o sistencialismo, lembrando que eles botaram no Brasil um pai dos necessitados e botaram aqui no estado uma mãe, vão pedir a eles, eu estou fora, ajudo os de casa que não são traíras
Típica cidadã de bem!! Despeja ódio e preconceito, acusando pessoas que nem conhece de serem pobres por opção.
Concordo, uma vergonha deixar esse aglomerado pelo centro da cidade, essas pessoas deviam ser realocadas para outro lugar com melhores condições. Não dá para achar que está tudo bem, a cada dia só aumenta o número de pessoas em situação de rua. Eles deviam procurar se capacitar e trabalhar. Até crianças tem nessas travessias e o incompetente do Conselho Tutelar não faz absolutamente nada na cidade, cadê esses conselheiros que são eleitos e recebem dinheiro para fazer essa função?
Pois é canga de lula, nos quatro anos do mito todos os índices brasileiros melhoraram, tais com: emprego, desmatamento, inflação, bolsa Brasil, mortes por arma de fogo, confiança, etc, certamente essa moçada são os filhos do apedeuta que havia acabado com a miséria do país. Ei, lá no mercado da seis vende bridão, arreio, cambito, chibata, dentadura, pomada para assadura, vaselina, tudo que vcs usam, aproveite e veja se tem raspa de jua, é bom para os dentes e garganta.
DOQUINHA, vá chorar nos braços de um macho na calçada de um quartel, ou entregar uma sacola de pen drives em Brasília kkkk. Alienado.
O mais grave nisso tudo, é que a maioria das crianças são “alugadas”. Os pedintes pagam aos pais das crianças para emprestar-lhes por dia. Eu digo porque conheço uma mulher que me contou que sempre vão atrás dos filhos delas.( Ela diz que não aceita) O valor? 20 reais o dia. As crianças sensibilizam as pessoas, menos o Conselho Tutelar e o MP que se fazem de cegos.
A mendicância é uma imposição do sistema. Um sistema explorador, escravista, concentrador e marginalizador. O sistema fez loas quando retiraram direitos dos trabalhadores, privilegiando os patrões, quando tiram ganhos reais dos salários, quando cortam verbas da educação, da saúde, das áreas sociais, tudo para que o mercado não seja arranhado na sua fome monetária. Agora mesmo, estamos diante de um governo criminoso que está prestes a sair e que deixa um orçamento que acentua a fome e a pobreza. Aí vem mostrar solucoes absurdas como proibir mendigos em locais públicos, zona lives de mendigos, licença para ser mendigos, etc. O problema é a prudente de Morais se transformar em prudente dos mendigos, é o comercio e o turismo serem prejudicados com as suas presenças. Joguem-os para um lugar de onde não possam sair para prejudicar o comercio, o turismo e a cidade. Não se fala em criar condições para que se acabe com a mendicância, não se escreve uma letra contra o sistema cruel, privilegiados e desumano que joga todos os anos milhões na condição de pobreza e quando encontramos governantes crueis e masoquistas, como o que temos agora,isso se acentua. O governo bolsonaro jogou 19 milhões para linha abaixo da pobreza e temos 120 milhões de candidatos a entrarem. Mas tocar nesse sistema criminoso não se pode. Melhor esconder os mendigos. A sujeira que o sistema está produzindo não pode ser escondido e ela não está apenas na prudente de morais. É só sair da rota.
não sei pra essa preocupação! a partir de 1º de janeiro acaba a fome e a pobreza, isso é besteira!
Se o sistema que vc fala for o capitalista, não haveria mendigos. Mas trabalhadores consumindo proudutos avidamente. Todos ganham.
Fica até parecendo que o estado natural da Humanidade é a prosperidade igualmente repartida. Aí vem os capitalistas (aqueles que pouparam em vez de torrar com besteira) malvadões e tomam as riquezas dos outros. Pessoas são diferentes nas aspirações, esforços e talentos. Têm diferentes capacidades de poupar, correr riscos, inovar. E vão ser essas pessoas que vão conduzir o processo econômico. Lutar contra essa lei natural é criar mais miséria. Carro já foi algo dos muito ricos, hoje não. Diferenças sempre vão existir. Seja adulto e lide com isso. E pare de inventar números.
Vamos encarar a pobreza e ajudar para o bem de todos.
Medicância já foi contraveção penal até 2009. Mas mesmo antes disso já era letra-morta. Cidades se degradam devido à tolerância com a medicância, vadiagem, vandalismo, falta de manutenção e limpeza dos equipamentos públicos. Essas coisas vão se assomando e se retroalimentando. Cedo ou tarde temos verdadeiros cenários de ‘waking dead’ feito a Ribeira. O eixo Salgado Filho/Hermes está numa espirial de decadência clara. Imóveis fechados, pichações, mato crescendo no meio-fio (a prefeitura agora deu só para capinar e caiar o canteiro central… mas sem ajardinamento) , a ‘moda’ agora é um monte de fio tombado, emprestando um ar ainda maior de decadência. Interessante como a “Teoria das Janelas Quebradas” funciona.
A maioria com crianças, e nenhum órgão faz nada. Cadê o Ministério Público? Cadê aqueles que queriam proibir as crianças com seus pais na frente dos quartéis??
“Dezenas” de cachorros morreram na zona rural de Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, por uma doença conhecida como cinomose. De acordo com a prefeitura da cidade, através do Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde, o cenário nas localidades é considerado um “surto”.
O número de animais doentes ou que morreram na zona rural com a patologia não foi confirmado ao certo pela pasta, mas a Secretaria de Saúde cita que foram “dezenas”.
Os animais começaram a apresentar a doença – que se mostrou misteriosa para os moradores – em meados do mês de dezembro e motivaram uma denúncia dos agentes de endemia da zona rural ao Centro de Controle de Zoonoses da cidade. Após análises, o diagnóstico confirmou as mortes por cinomose.
A cinomose é uma doença altamente contagiosa provocada por um vírus e que ataca os cães – ela não é transmitida para humanos e nem para outros animais domésticos, como gatos.
As localidades da zona rural de Mossoró onde foram identificadas a doença foram as comunidades Real, Montana, APAMA e Rancho da Casca.
De acordo com o responsável técnico do Centro de Controle de Zoonoses de Mossoró, Genicleiton de Góis, a doença se espalhou de maneira mais fácil devido às condições em que os animais viviam, já que alguns sequer tinham “tutores” efetivamente nas comunidades.
“A cinomose canina é uma doença altamente contagiosa, que incide diretamente no sistema nervoso dos animais, entérico, respiratório, e por vezes até cutâneo, ou seja, uma doença multisistêmica. E essa característica dessa patologia levou ao óbito vários animais, devido às condições em que viviam, como sendo semi domiciliados. Por vezes o dono caracterizava-se apenas por dizer que era dele, mas o animal não tinha o cuidado necessário, não estavam sendo submetidos ao manejo sanitário necessário, como vacinação, vermifugação, boa alimentação e condições ideais de higiene”, explicou.
“Então o animal se tornou suscetível a esse tipo de patologia e foram acometidos. E vários animais vieram a óbito em consequência disso. Além da hemoparasitose, que se tinha anteriormente, que está relacionado à falha no manejo dos parasitas, ou seja, carrapatos e pulgas e parasitas internos que causaram toda essa deficiência nesses animais”.
Nota técnica cita “surto”
A nota técnica emitida pelo Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde de Mossoró confirmou o “surto” que atingiu “dezenas” de cachorros.
O documento cita que “foi possível observar uma sintomatologia comum entre os animais que encontravam-se doentes e aqueles que vieram a óbito” e logo foi descartada a Leishmaniose ou Raiva, além de uma possível sequela da vacina antirrábica.
O diagnóstico prévio feito pela equipe foi de cinomose, o que foi confirmado em exames em seguida, no próprio mês de dezembro.
Em janeiro deste ano, uma nova visita técnica dos agentes realizou exames nos animais doentes da localidade, além de realizar um questionário básico sobre as condições sanitárias do local, sobre vermifugação e calendário vacinal.
“Clinicamente os animais em geral apresentavam perda de apetite, magreza extrema, desidratação, cansaço, tosse seca, secreção ocular, tremores musculares, principalmente nas regiões dos membros, e incoordenação motora, alguns inclusive não conseguiam mais se locomover”, citou o relatório.
Por conta do cenário, foi feita coleta de sangue para realização de hemograma completo e teste rápido de cinomose. Os testes rápidos confirmaram a doença e os hemogramas apontaram ainda que cerca de 75% dos animais apresentavam presença de hemoparasitas, sugestivo para doença do carrapato.
Cinomose
A cinomose é uma virose que ataca cães, afetando órgãos respiratórios com febre e secreções, e também o sistema nervoso.
A transmissão ocorre por contato entre animais já infectados, através de secreção do nariz e boca, ou pelas vias respiratórias, através do ar contaminado, ou por objetos que já tiveram contato com o portador da cinomose.
Dentre os sintomas, estão a perda de apetite, corrimento ocular e nasal, diarreia, vômito e debilidades nervosas, como tiques, convulsões e paralisias, além de dificuldade de respirar e febre.
A doença começa geralmente pela fase respiratória, através de pneumonia e pus, por exemplo, e ocular. Não existe tratamento para acabar com a virose, mas a melhor forma de prevenir é a vacinação, sendo três doses quando filhote, aos seis meses de idade, e depois uma dose anual.
Evento promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) para debater a erradicação dos lixões | Foto: Fernando Souza
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), da Lei Nº 12.305 de 2 de agosto de 2010, trouxe ao Brasil novos caminhos para a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, dentre eles a erradicação dos lixões. No Rio Grande do Norte, vários municípios não atendem a esta política, o que provoca grandes prejuízos para a saúde pública e para os habitantes devido ao descarte inadequado de lixo. Prazo para que municípios acabem com os lixões acaba no dia 02 de agosto.
Essa temática foi debatida em um evento promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), por meio da Escola de Contas, em parceria com a Federação dos Municípios do Estado do RN (Femurn), na sexta-feira (1º). A programação contou com o lançamento da cartilha com orientações sobre medidas para o encerramento dos lixões nos municípios do estado, além da apresentação do “case” da atuação do TCE de Pernambuco no encerramento dos lixões no estado em 2023, e outros temas discutidos.
Gilberto Jales, presidente do TCE/RN, destaca a realização do evento como o marco de uma grande retomada dos trabalhos não só da questão ambiental, mas da fiscalização da política de resíduos sólidos. Com a parceria do Ministério Público do Estado, a atuação será conjunta com todos os órgãos e instituições. “Precisamos realmente começar a trabalhar fortemente nesse sentido, nesse primeiro momento, acompanhando, fazendo levantamento, junto com o Ministério Público e as instituições. No segundo momento, o Tribunal vai passar a auditar todos os municípios e os consórcios de forma que a gente espera que, no horizonte de médio prazo, tenhamos resolvido esse problema”, destaca o presidente.
O diretor da Inspetoria de Controle Externo do Tribunal, José Monteiro, explica que a avaliação deste cenário demanda uma certa dificuldade, com um questionário longo que abrange as quatro áreas do saneamento (água, esgoto, resíduo sólido e drenagem urbana), torna-se necessário mais tempo. Diante do novo marco do saneamento básico, o levantamento envolve informações sobre recursos, métodos e itens que necessitam ser analisados.
Monteiro pondera que a falta de recursos por parte do Estado é o grande problema do saneamento atualmente, diante da demanda que envolve um volume muito alto. Neste contexto, uma das alternativas seria pela concessão através da Parceria Público-Privada (PPP), realizada em outros estados e que está tendo resultados. “Isso é uma grande questão hoje, é como a gente conseguir esse recurso, como o Estado vai conseguir esse recurso, para conseguir reverter”, disse.
A Femurn, representada pela assessora jurídica Tatiana Dantas, detalhou que a gestão dos resíduos sólidos tem sido trabalhada e impulsionando de modo regional, com a formação de consórcios públicos intermunicipais para que possam dar uma destinação adequada, de forma conjunta. Enquanto esses consórcios não estão trabalhando efetivamente, a Federação orienta os municípios a dar cumprimento aos termos de acordos celebrados com o Ministério Público, que visam mitigar a situação até que se possa efetivamente começar a mandar para aterros sanitários. Parte dos municípios, que estão dentro de um raio de 100 km, já estão enviando resíduos para os aterros que estão em operação atualmente.
Tatiana aponta a “sustentabilidade econômico-financeira” como um ponto muito forte de dificuldade. Ela explica que poucos municípios cobram efetivamente pela prestação desses serviços, e, aqueles que cobram, cobram muito aquém da despesa com o serviço. Neste sentido, há uma certa dificuldade de manutenção pelo que se pratica hoje, que seria a coleta nas residências e o transporte. “Imagine com o aterro sanitário, que eles vão ter que transportar ainda para mais longe e ainda pagar pelo tratamento dessa tonelada. Então, essa questão da sustentabilidade, a meu ver, é realmente ainda o fator crucial para a gente ainda não ter uma destinação ambientalmente adequada nos municípios”, ponderou.
Segundo ela, um terço do Rio Grande do Norte já conseguiu erradicar os lixões, com a destinação correta dos resíduos, por meio do aterro da Braseco, em Ceará-Mirim, que atende Natal e alguns municípios da região metropolitana. E também, o de Vera Cruz, o CTR Potiguar, que está começando a receber parte das cidades da Região Agreste, Litoral e até da Região Central.
Parnamirim é um dos que conseguiram erradicar essa situação. Desde 2002, o município não possui lixões, com 100% da população atendida com a coleta de lixo domiciliar, e destina todos os resíduos sólidos ao aterro sanitário de Vera Cruz, na região metropolitana. “Parnamirim procura manter uma coleta absolutamente regular, acontecendo três vezes na semana em todas as ruas do município, atendendo 100% da população. Então, a gente acredita que a população, tendo conhecimento que esse serviço ocorre a contento, não tem motivo para descartar de forma irregular”, explica a secretária de Limpeza Urbana, Rose Paiva.
Em Japi, a prefeita Simone Fernandes conta que o município da Região Agreste controla a situação dos resíduos através de um aterro controlado, com um caminhão coletor adquirido pela Codevasf.
Será q vão conseguir acabar com o lixão que existe entre as ruas Prudente, São José e Antônio Basílio !!! Um lixão a céu aberto , fezes,metralha, muito cartuchos de impressoras que tocam fogo pra retirar um metal !
A Direção do América desviou os 100 mil que era para pagar as meninas no ano passado, deu calote.
Só o ABC? E pq não as outras equipes?
Porque no Rn só existe um time e o nome dele é ABC do Povão, o de vermelho acabou faz tempo
Porque ABC é o Maior do RN pow. Chupaaaaa
Por que a governadora é torcedora do abc!
Quer motivo maior?
As outras equipes que se virem.
Aliás, no futebol masculino também é da mesma forma. E pior, porque tanto a governadora quanto o presidente da federação são abcdistas. A máquina opera mais forte os adversários…
Era bom que as outras equipes femininas fundassem uma liga e deixassem o abc jogando sozinho !!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK