Na manhã deste sábado (29), foram sorteadas no Plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), as 23 urnas que passarão pela auditagem neste 2º turno das Eleições 2022, que ocorrerá neste domingo, 30 de outubro. Ao todo, 18 passarão pelo Teste de Integridade sem biometria, 2 pelo Teste de Integridade do Projeto-Piloto com Biometria e 3 pelo Teste de Autenticidade.
Acompanharam o sorteio das urnas, a Presidente da Comissão de Auditoria das Urnas, a juíza Dra. Hadja Rayann; os juízes Dr. Cleanto Fortunato e Dr. Marivaldo Araújo, que acompanharão a execução do Teste de Integridade do Projeto-Piloto com Biometria e os procuradores da República Dra. Cibele Benevides e Dr. Fernando Rocha. Além dos representantes do Exército, imprensa e auditores contratados para fazerem uma auditoria paralela do processo de Auditoria.
As 18 urnas sorteadas para o Teste de Integridade sem Biometria, serão transportadas ao longo deste sábado e trazidas para o Fórum Eleitoral de Natal, localizado na Av. Rui Barbosa, 215, bairro do Tirol. Os equipamentos retirados serão substituídos por outras urnas que passarão por nova recarga com informação dos eleitores daquela seção.
Confira abaixo as urnas sorteadas para cada um dos Testes:
Urnas que passarão pelo Teste de Integridade sem Biometria:
1) Zona: 0001 – Seção: 0611 – Local: Escola Estadual Peregrino Júnior (Rua Rio do Sul, S/N, Santa Catarina). Município: Natal/RN.
2) Zona: 0032 – Seção: 0140 – Local: Escola Municipal Pascoal Francisco de Lima (Praia do Rosado, S/N). Município: Porto do Mangue/RN.
3) Zona: 0050 – Seção: 0504 – Local: CEI Zona Sul (Av. Maria Lacerda Montenegro, 260). Município: Parnamirim/RN.
4) Zona: 0054 – Seção: 0134 – Local: Escola Municipal de Primeiro Grau Padre Amaro (Rua Alferes Tonho, 448). Município: Paraú/RN.
5) Zona: 0020 – Seção: 0174 – Local: Escola Municipal Socorro Amaral (Rua Oscar Alberto Dantas, 51). Município: Currais Novos/ RN.
6) Zona: 0062 – Seção: 0072 – Local: Escola Estadual Senador João Câmara (Rua Tiradentes, 60). Município: Bento Fernandes/RN.
1) Zona: 0013 – Seção: 0116 – Local: Complexo Administrativo e Social Maria Cícera dos Santos (Rua José Correia de Andrade, S/N). Município: Serrinha/RN.
2) Zona: 0064 – Seção: 0054 – Local: Escola Estadual Lavoisier Maia Sobrinho (Largo de São Pedro/ S/N). Município: Rio do Fogo/RN.
3) Zona: 0003 – Seção: 0100 – Local: Complexo Educacional Contemporâneo II (Rua do Cobre, S/N). Município: Natal/RN.
Na próxima terça-feira (26) a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) vai reunir prefeitos da Região Metropolitana de Natal, com a presença da governadora Fátima Bezerra, para discutir a implementação da “Barreira Ortopédica”, serviço de atendimento a pacientes de baixa complexidade, de modo a conter a superlotação do Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.
Na ocasião deverá ser detalhada a contrapartida de cada ente, além do local e o modelo do atendimento. Esse é um dos encaminhamentos da reunião realizada pela Sesap nessa terça-feira (19), da qual participaram representantes do Ministério Público do Estado, da Assembleia Legislativa, da Federação dos Municípios (Femurn) e das principais cidades de onde sai maior parte da demanda recebida pelo Walfredo.
A titular da Sesap, Lyane Ramalho, disse que o encontro de ontem resultou em encaminhamentos práticos. “Já saímos com esse encaminhamento de uma reunião com a presença da nossa governadora, às 11 horas, no gabinete, com a presença da Femurn e também dos prefeitos desses principais municípios”, disse ela. Casos de baixa e média complexidade ortopédica são responsáveis por 70% da demanda do Walfredo Gurgel, segundo os dados apresentados à Justiça pelo Estado.
São esperados os gestores de Extremoz, São Gonçalo da Amarante, Macaíba, São José de Mipibu, Parnamirim e Ceará–mirim, para os quais deverá ser apresentada a proposta, a situação do Walfredo e também discutir possíveis contrapropostas. De acordo com a secretária, a partir de hoje, a pasta estará disponibilizando relatórios diários da entrada de pacientes de baixa e média complexidade a esses municípios e ao Ministério Público. O Hospital também recebe muitos pacientes de Natal, mas a capital já oferece atendimento de emergência para os casos em questão, de modo que o diálogo com a Prefeitura natalense é diferente.
“Houve o comprometimento que os municípios precisam segurar um pouco mais esses munícipes de baixa complexidade a partir de hoje. Então, estamos realmente precisando dessa reorganização, digamos assim, dessa rede de urgência e emergência na ortopedia”, pontuou a secretária.
Também deverá ser apresentado o resultado de uma visita técnica que será feita no Hospital Belarmina Monte, em São Gonçalo do Amarante, na próxima sexta-feira (22) para averiguar a viabilidade de implantar lá a “barreira ortopédica”. A intenção é ter esse serviço disponível em até 90 dias. O custo estimado é de R$ 900 mil por mês, sendo 40% desse montante a contrapartida do Estado e 60% rateado entre os municípios. O plano da Sesap detalha que a barreira ortopédica contaria com uma sala de pequenos procedimentos, sala de gesso e um centro cirúrgico simples, capaz de realizar intervenções em fraturas fechadas e outras condições de menor gravidade.
O presidente da Femurn, Luciano Santos, disse que será preciso dialogar com os gestores para definir o que cabe a cada ente, compreendendo as dificuldades financeiras que os gestores municipais enfrentam. “Esperamos essa reunião que vai acontecer na próxima terça-feira para que encontremos um denominador comum junto com o Ministério Público, com o Judiciário e com os municípios. Nós vamos ouvir os prefeitos e as prefeitas da região metropolitana, para que venham sabendo qual será o valor que irá assumir ou a sua contraproposta para que a gente tenha uma solução para o Walfredo Gurgel”, disse ele.
Lotação
O Walfredo Gurgel chegou a ter 66 pessoas em macas nos seus corredores no início da semana. A Secretária-Adjunta da Sesap, Leidiane Fernandes, está coordenando as ações no Walfredo e diz que a situação ainda não foi resolvida. “A fila nos corredores continua, embora esteja numa situação um pouco mais tranquila. O Walfredo é muito dinâmico, o fluxo continua alto na porta e isso é muito flutuante. O governo continua fazendo um grande movimento para retirar essas pessoas, incluindo os nossos serviços, a abertura de leitos na nossa rede própria e na nossa rede também conveniada”, disse ela.
Os novos leitos do Walfredo serão implantados com a conclusão da obra do 2º pavimento do hospital. A nova enfermaria contará com 38 leitos clínicos e um leito de estabilização, que inicialmente serão utilizados para transferir pacientes que estão ocupando as salas de cirurgia.
Após essa etapa, os leitos devem ser direcionados para os pacientes atualmente alocados nos corredores da unidade. Outra medida será a contratação temporária de profissionais. Segundo o plano da Sesap, o 2º pavimento demandará 75 profissionais, abrangendo diversas categorias.
Em 2026, vai acabar com calote até porque o POVO DO RN, não aceita essa PETELHADA de tantas mentiras e usando os PELEGAS linha de frente para se beneficiar. O PT, tem conhecimento de tudo, inclusive, do próprio empobrecimento na sua GESTÃO. Tem troco só aguardar.
A Igreja Católica celebra, nesta quinta-feira, 19 de junho, no mundo inteiro, a solenidade de Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi). Em todas as paróquias, há uma programação especial, com missa, procissão, adoração e bênção do Santíssimo Sacramento. É o único dia do ano em que o Santíssimo Sacramento sai às ruas em procissão.
Na Catedral Metropolitana de Natal, haverá missa, às 8 horas da manhã, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento, até à tarde. Às 16 horas, será celebrada a missa solene, presidida pelo arcebispo Dom João Santos Cardoso. Após a celebração, os fiéis sairão em procissão com o Santíssimo Sacramento fazendo o seguinte roteiro: Av. Deodoro da Fonseca, Rua Mossoró, Av. Prudente de Morais, Rua Apodi e Av. Deodoro da Fonseca.
Ainda, nesse dia, em muitas paróquias, grupos de fiéis se reunirão para ornamentar os pisos das Igrejas ou trechos de ruas com os tradicionais tapetes artesanais, por onde o cortejo do Santíssimo Sacramento passará.
O horário das celebrações das paróquias da Arquidiocese podem ser conferidos no site arquidiocesedenatal.org.br
CAPITAL (Igreja Matriz)
PARÓQUIA
HORÁRIO
Catedral Metropolitana
8h e 16h
Bom Jesus das Dores – Ribeira
17h
Cristo Rei – Conjunto Pirangi
16h
Imaculada Conceição – Loteamento Nova Aliança
16h
Jesus Bom Pastor – Bom Pastor
7h30 e 16h
Nossa Senhora Aparecida – Neópolis
7h
Nossa Senhora Auxiliadora – Felipe Camarão
17h
Nossa Senhora da Apresentação – Cidade Alta
7h e 16h30
Nossa Senhora da Candelária – Candelária
8h
Nossa Senhora da Esperança – Cidade da Esperança
17h
Nossa Senhora das Graças e Santa Teresinha – Tirol
11h
Nossa Senhora de Fátima – Parque das Dunas
16h
Nossa Senhora dos Impossíveis – Cidade Satélite
17h
Nossa Senhora dos Navegantes – Redinha
8h
Sagrado Coração de Jesus – Morro Branco
7h e 17h
Santa Maria Mãe – Conj. Santa Catarina
16h
Santa Rita de Cássia dos Impossíveis – Ponta Negra
8h e 16h
Santo Ambrósio Francisco Ferro – Planalto
17h
Santo Antônio de Pádua – Parque dos Coqueiros
17h
São Camilo de Léllis – Lagoa Nova
16h
São Francisco de Assis – Cidade Satélite
17h30
São João Batista – Lagoa Seca
7h
São João Batista – Vila de Ponta Negra
16h
São José – Cidade Nova
16h
São José de Anchieta – Lagoa Nova
17h
São Tiago Menor – Santarém
16h
São Tomé Apóstolo – Conj. Cidade do Sol
17h
GRANDE NATAL (Igreja Matriz)
PARÓQUIA
HORÁRIO
Nossa Senhora de Fátima – Macaíba
17h
Nossa Senhora de Fátima – Parnamirim
16h
Nossa Senhora do Carmo – Parque das Nações – Parnamirim
17h15
Nossa Senhora Virgem dos Pobres – Emaús
17h
Santo André de Soveral – Jardim Aeroporto
16h
Santo Antônio – São Gonçalo do Amarante
17h
Santo Expedito – Jardim Petrópolis – São Gonçalo
16h
São Gonçalo – São Gonçalo do Amarante
16h
São Lucas – Conj. Amarante – São Gonçalo do Amarante
16h
São Miguel Arcanjo – Extremoz
18h30
INTERIOR (Igreja Matriz)
PARÓQUIA
HORÁRIO
Área Pastoral de São Sebastião – Sítio Novo
16h
Área Pastoral do Sagrado Coração de Jesus – Poço Branco
Evento promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) para debater a erradicação dos lixões | Foto: Fernando Souza
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), da Lei Nº 12.305 de 2 de agosto de 2010, trouxe ao Brasil novos caminhos para a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, dentre eles a erradicação dos lixões. No Rio Grande do Norte, vários municípios não atendem a esta política, o que provoca grandes prejuízos para a saúde pública e para os habitantes devido ao descarte inadequado de lixo. Prazo para que municípios acabem com os lixões acaba no dia 02 de agosto.
Essa temática foi debatida em um evento promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), por meio da Escola de Contas, em parceria com a Federação dos Municípios do Estado do RN (Femurn), na sexta-feira (1º). A programação contou com o lançamento da cartilha com orientações sobre medidas para o encerramento dos lixões nos municípios do estado, além da apresentação do “case” da atuação do TCE de Pernambuco no encerramento dos lixões no estado em 2023, e outros temas discutidos.
Gilberto Jales, presidente do TCE/RN, destaca a realização do evento como o marco de uma grande retomada dos trabalhos não só da questão ambiental, mas da fiscalização da política de resíduos sólidos. Com a parceria do Ministério Público do Estado, a atuação será conjunta com todos os órgãos e instituições. “Precisamos realmente começar a trabalhar fortemente nesse sentido, nesse primeiro momento, acompanhando, fazendo levantamento, junto com o Ministério Público e as instituições. No segundo momento, o Tribunal vai passar a auditar todos os municípios e os consórcios de forma que a gente espera que, no horizonte de médio prazo, tenhamos resolvido esse problema”, destaca o presidente.
O diretor da Inspetoria de Controle Externo do Tribunal, José Monteiro, explica que a avaliação deste cenário demanda uma certa dificuldade, com um questionário longo que abrange as quatro áreas do saneamento (água, esgoto, resíduo sólido e drenagem urbana), torna-se necessário mais tempo. Diante do novo marco do saneamento básico, o levantamento envolve informações sobre recursos, métodos e itens que necessitam ser analisados.
Monteiro pondera que a falta de recursos por parte do Estado é o grande problema do saneamento atualmente, diante da demanda que envolve um volume muito alto. Neste contexto, uma das alternativas seria pela concessão através da Parceria Público-Privada (PPP), realizada em outros estados e que está tendo resultados. “Isso é uma grande questão hoje, é como a gente conseguir esse recurso, como o Estado vai conseguir esse recurso, para conseguir reverter”, disse.
A Femurn, representada pela assessora jurídica Tatiana Dantas, detalhou que a gestão dos resíduos sólidos tem sido trabalhada e impulsionando de modo regional, com a formação de consórcios públicos intermunicipais para que possam dar uma destinação adequada, de forma conjunta. Enquanto esses consórcios não estão trabalhando efetivamente, a Federação orienta os municípios a dar cumprimento aos termos de acordos celebrados com o Ministério Público, que visam mitigar a situação até que se possa efetivamente começar a mandar para aterros sanitários. Parte dos municípios, que estão dentro de um raio de 100 km, já estão enviando resíduos para os aterros que estão em operação atualmente.
Tatiana aponta a “sustentabilidade econômico-financeira” como um ponto muito forte de dificuldade. Ela explica que poucos municípios cobram efetivamente pela prestação desses serviços, e, aqueles que cobram, cobram muito aquém da despesa com o serviço. Neste sentido, há uma certa dificuldade de manutenção pelo que se pratica hoje, que seria a coleta nas residências e o transporte. “Imagine com o aterro sanitário, que eles vão ter que transportar ainda para mais longe e ainda pagar pelo tratamento dessa tonelada. Então, essa questão da sustentabilidade, a meu ver, é realmente ainda o fator crucial para a gente ainda não ter uma destinação ambientalmente adequada nos municípios”, ponderou.
Segundo ela, um terço do Rio Grande do Norte já conseguiu erradicar os lixões, com a destinação correta dos resíduos, por meio do aterro da Braseco, em Ceará–Mirim, que atende Natal e alguns municípios da região metropolitana. E também, o de Vera Cruz, o CTR Potiguar, que está começando a receber parte das cidades da Região Agreste, Litoral e até da Região Central.
Parnamirim é um dos que conseguiram erradicar essa situação. Desde 2002, o município não possui lixões, com 100% da população atendida com a coleta de lixo domiciliar, e destina todos os resíduos sólidos ao aterro sanitário de Vera Cruz, na região metropolitana. “Parnamirim procura manter uma coleta absolutamente regular, acontecendo três vezes na semana em todas as ruas do município, atendendo 100% da população. Então, a gente acredita que a população, tendo conhecimento que esse serviço ocorre a contento, não tem motivo para descartar de forma irregular”, explica a secretária de Limpeza Urbana, Rose Paiva.
Em Japi, a prefeita Simone Fernandes conta que o município da Região Agreste controla a situação dos resíduos através de um aterro controlado, com um caminhão coletor adquirido pela Codevasf.
Será q vão conseguir acabar com o lixão que existe entre as ruas Prudente, São José e Antônio Basílio !!! Um lixão a céu aberto , fezes,metralha, muito cartuchos de impressoras que tocam fogo pra retirar um metal !
A Prudente não é mais de Morais. Pelo menos, no trecho entre as ruas Ceará–mirim e Mossoró, ela é o endereço de um sem-número de mendigos, que estão tomando conta das nossas principais vias, e ninguém faz nada. São cruzamentos com grande fluxo, avenidas e ruas num processo de ocupação pela esmola, diante da mais completa falta de ação das autoridades.
Claro que este é um problema de todas as cidades, mas no volume que constatamos, aqui, ainda não tinha conhecido. A Prudente está na rota desse artigo, pois é uma das principais vias da cidade, onde estão localizadas pequenas, médias e grandes empresas. Natal passa pela Prudente.
Um leitor embriagado pelo politicamente correto pode dizer: “Deixem eles em paz”. Mas pergunto: “Existe paz na sarjeta?” Eles também são filhos de Deus e merecem muito mais do que dormir na companhia do lixo e dos ratos. São vidas estacionadas nas calçadas. Crianças a mercê do sol, chuva, doenças, atropelamentos, e da mais completa falta de higiene e educação. Quem pensa no próximo, não pode aceitar essa situação. Dormir nas ruas é viver o pesadelo da violência social e física.
Essa situação deteriora nossa imagem nos dois sentidos. Tanto porquê constatamos nossas principais ruas tomadas por mendigos de dia, e debaixo das marquises à noite, como também pelo fato da nossa cidade tolerar de braços cruzados inúmeros seres humanos vivendo nessa situação. Não somos os responsáveis por esse triste fato, no entanto não fazermos nada. Se nos negamos a cobrar melhorias, nos aproximamos muito de sermos cúmplices, já que estimulamos com nossa esmola.
— Ruim para o turismo, pior para o comércio.
Não é só o que você doa mas o que a cidade perde. Nossa paisagem decadente reflete diretamente na desvalorização dos imóveis, no acesso às empresas, na proliferação de doenças e, no pior, nas pessoas que vivem com o sinal eternamente fechado em suas vidas.
Não tenho pretensão de solucionar o problema do dia para a noite. Devemos ver como outras cidades estão combatendo essa questão. Hein? Foi a pandemia? Mas o coronavirus atingiu todo o Brasil e não vemos essa intensidade de mendigos nas outras cidades.
Melhor do que dar esmolas, é dar atenção à sua causa. Fui pesquisar como algumas cidades, umas mais e outras menos desenvolvidas, enfrentaram o problema. Segundo o Centro Nacional de Direito sobre Falta de Moradia e Pobreza dos EUA, num estudo realizado em 187 cidades dos Estados Unidos descobriu que 76% proíbem mendigar em locais públicos específicos e os 24% restantes proíbem em toda cidade. Algumas cidades sugerem aos seus cidadãos que façam as doações a instituições de caridade e não aos mendigos. Inglaterra, idem. Em Belfast, foi adotado zonas livres de mendicância e na capital da Nova Zelândia, Wellington, está educando, dando vouchers e exigindo que os mendigos tenham licenças. Em Oklahoma, nos EUA, é proibido pedir esmolas nas proximidades de restaurantes, cafés, escolas, caixas eletrônicos e banheiros públicos.
Uma ideia interessante foi em Albuquerque, no Novo México, que adotou o programa There’s a Better Way (existe um caminho melhor). Uma van sai recolhendo os pedintes que estão interessados em trabalhar, pagando para eles recolherem o lixo das ruas, canteiros e retirar as ervas daninhas.
Aqui no Brasil, Fortaleza implantou uma ação para conscientizar a população a não dar dinheiro, não comprar produtos vendidos por crianças e adolescentes nos semáforos e denunciar a exploração do trabalho infantil. A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Fundação da Criança e da Família Cidadã, lançou a campanha “Não dê esmola. Lugar de criança e adolescente é na escola”. A Prefeitura de Campina Grande lançou um movimento para combater a mendicância de crianças e adolescentes nas ruas: “Quem dá esmola, não dá futuro”. A campanha teve apoio da Promotoria de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente, que instaurou procedimento para cobrar do poder público providências capazes de resolver a situação dos menores pedintes.
Tem quem pense que existem mendigos super bem de vida. — Menos, minha gente. Quem está tão bem assim, não dorme no chão nem deixa seu filho de 5 anos caminhar entre carros em movimento. Mas não descarto que este problema possa ser estimulado por alguns partidos. De uma forma ou de outra, prefiro me ater aos fatos.
Acredito que todos os mendigos, na verdade, querem oportunidades para saírem das ruas. Sonham em terem um teto e alguma possibilidade de emprego. Vamos ajudar cada pedinte a atravessar a rua da amargura sem ser atropelado pela indiferença e pelo preconceito.
Precisamos dar 1 real de atenção a situação deles.
Já ouvi um passarinho falar que essa turma e uma empresa que até CNPJ tem ! E dado a escala de trabalho país solos 30 dia e se tiver filhos mais 20 cada! Jaja aceitam pix e dão nf pro cidadão abater do imposto de renda kkkkk
São as leis da infância e adolescência. Se uma criança for flagrada ajudando os pais numa feira de bairro é recolhida e os pais responderão por exploração de menores, se ficam em casa para os pais trabalharem podem se envolver com má companhia. O mesmo acontece nas avenidas e ninguém dar o merecido apoio para que essas famílias tenham um trabalho digno. É a lei do faz de conta! Só serve para punir
Caríssimo, em suas linhas, percebe se tudo, menos a preocupação com os pobres , sua real preocupação é com o turismo e a “IMAGEM” da cidade, acho que você quer é um “SOLUÇÃO FINAL” para este problema. Os pobres sempre foram e serão um problema para a sociedade, principalmente para pessoas que não são pobres, como você, não gosta de ver, ouvir ou ter que encontrar com mendinhos, nem sequer saber da existência de tais seres humanos…. Tenho outro olhar sobre a situação, nem preciso falar sobre o que penso, sei o que faço sobre eles. Pergunto, o que você tem feito para pelos menos diminuir a mendicância, a pobreza, a miséria que te cerca, além de ter ficado em uma sala confortável, com ar condicionado e escrevendo? É preciso refletir sobre a sociedade que estamos deixando de herança. Abraço.
A Prudente dos mendigos, lamentavelmente, faz parte do cenário nacional. E enquanto tivermos governantes que usam a miséria como moeda de troca com programas assistencialistas para serem eleitos, o cenário só tende a piorar.
Muita lorota é pouco conteúdo, vai comparar com China, Coreia do Norte, Nicarágua, Honduras, Colômbia, Venezuela, Argentina, Chile, Bolívia kkkkkkkkk, cachorro é espetinho no teu mundo idiota.
Fui a SP, há uma ano eram 21 mil moradores de rua, hj sãoi 34 mil…deixem
Natal é uma cidade entregue ao abandono pelo poder público, principalmente pela prefeitura de Natal e suas secretarias que só servem como cabide de emprego dos políticos, pois ações para coibir o teoricamente errado não existe. Avenidas abandonadas que viraram em seus canteiros centrais verdadeiras favelas ou mesmo lixões, Prudente de Morais, avenida das Alagoas, beira canal e muitas outras, onde as pessoas ficam aglomeradas mendigando e juntando do lixo materiais reciclados para vender, isso sem falar no mercado público que viraram esses canteiros centrais com barracas de madeira onde se vende de tudo a céu aberto, não existe coibição e ou mesmo fiscalização para coibir esse crescimento dessas barracas. Pense num prefeito incompetente e omisso esse de Natal.
Existe pedintes profissionais,isso não é novidade,conheço vaias pessoas aqui em João Câmara que são amparadas pelo estado social,mas continuam mendigando,parei de dar esmolas quando descobri isso.
Excelente artigo. Tive uma loja na Prudente de Morais e decidimos fechar porque não podíamos mais atender um cliente após 16:30, a calçada era tomada por traficantes e mendigos. Várias tentativas de buscar soluções foram inócuas com a prefeitura, MP, Conselhos Tutelares, instituições de caridade, enfim, o jeito foi abandonar o barco. E assim o Tirol vai caminhando de bairro nobre para decadente.
Pensei que o plano diretor seria a solução para todos os problemas da cidade, pelo menos foi assim que o discurso foi vendido pelo gestor municipal, pela bancada governista da CMN e diversos empresários. Fato é que o problema nunca foi o pedaço de papel, mas sim a extrema incompetência por parte da administração pública.
O problema é que muitos aí, são aposentados e se acostumaram com o sistencialismo, lembrando que eles botaram no Brasil um pai dos necessitados e botaram aqui no estado uma mãe, vão pedir a eles, eu estou fora, ajudo os de casa que não são traíras
Típica cidadã de bem!! Despeja ódio e preconceito, acusando pessoas que nem conhece de serem pobres por opção.
Concordo, uma vergonha deixar esse aglomerado pelo centro da cidade, essas pessoas deviam ser realocadas para outro lugar com melhores condições. Não dá para achar que está tudo bem, a cada dia só aumenta o número de pessoas em situação de rua. Eles deviam procurar se capacitar e trabalhar. Até crianças tem nessas travessias e o incompetente do Conselho Tutelar não faz absolutamente nada na cidade, cadê esses conselheiros que são eleitos e recebem dinheiro para fazer essa função?
Pois é canga de lula, nos quatro anos do mito todos os índices brasileiros melhoraram, tais com: emprego, desmatamento, inflação, bolsa Brasil, mortes por arma de fogo, confiança, etc, certamente essa moçada são os filhos do apedeuta que havia acabado com a miséria do país. Ei, lá no mercado da seis vende bridão, arreio, cambito, chibata, dentadura, pomada para assadura, vaselina, tudo que vcs usam, aproveite e veja se tem raspa de jua, é bom para os dentes e garganta.
DOQUINHA, vá chorar nos braços de um macho na calçada de um quartel, ou entregar uma sacola de pen drives em Brasília kkkk. Alienado.
O mais grave nisso tudo, é que a maioria das crianças são “alugadas”. Os pedintes pagam aos pais das crianças para emprestar-lhes por dia. Eu digo porque conheço uma mulher que me contou que sempre vão atrás dos filhos delas.( Ela diz que não aceita) O valor? 20 reais o dia. As crianças sensibilizam as pessoas, menos o Conselho Tutelar e o MP que se fazem de cegos.
A mendicância é uma imposição do sistema. Um sistema explorador, escravista, concentrador e marginalizador. O sistema fez loas quando retiraram direitos dos trabalhadores, privilegiando os patrões, quando tiram ganhos reais dos salários, quando cortam verbas da educação, da saúde, das áreas sociais, tudo para que o mercado não seja arranhado na sua fome monetária. Agora mesmo, estamos diante de um governo criminoso que está prestes a sair e que deixa um orçamento que acentua a fome e a pobreza. Aí vem mostrar solucoes absurdas como proibir mendigos em locais públicos, zona lives de mendigos, licença para ser mendigos, etc. O problema é a prudente de Morais se transformar em prudente dos mendigos, é o comercio e o turismo serem prejudicados com as suas presenças. Joguem-os para um lugar de onde não possam sair para prejudicar o comercio, o turismo e a cidade. Não se fala em criar condições para que se acabe com a mendicância, não se escreve uma letra contra o sistema cruel, privilegiados e desumano que joga todos os anos milhões na condição de pobreza e quando encontramos governantes crueis e masoquistas, como o que temos agora,isso se acentua. O governo bolsonaro jogou 19 milhões para linha abaixo da pobreza e temos 120 milhões de candidatos a entrarem. Mas tocar nesse sistema criminoso não se pode. Melhor esconder os mendigos. A sujeira que o sistema está produzindo não pode ser escondido e ela não está apenas na prudente de morais. É só sair da rota.
não sei pra essa preocupação! a partir de 1º de janeiro acaba a fome e a pobreza, isso é besteira!
Se o sistema que vc fala for o capitalista, não haveria mendigos. Mas trabalhadores consumindo proudutos avidamente. Todos ganham.
Fica até parecendo que o estado natural da Humanidade é a prosperidade igualmente repartida. Aí vem os capitalistas (aqueles que pouparam em vez de torrar com besteira) malvadões e tomam as riquezas dos outros. Pessoas são diferentes nas aspirações, esforços e talentos. Têm diferentes capacidades de poupar, correr riscos, inovar. E vão ser essas pessoas que vão conduzir o processo econômico. Lutar contra essa lei natural é criar mais miséria. Carro já foi algo dos muito ricos, hoje não. Diferenças sempre vão existir. Seja adulto e lide com isso. E pare de inventar números.
Vamos encarar a pobreza e ajudar para o bem de todos.
Medicância já foi contraveção penal até 2009. Mas mesmo antes disso já era letra-morta. Cidades se degradam devido à tolerância com a medicância, vadiagem, vandalismo, falta de manutenção e limpeza dos equipamentos públicos. Essas coisas vão se assomando e se retroalimentando. Cedo ou tarde temos verdadeiros cenários de ‘waking dead’ feito a Ribeira. O eixo Salgado Filho/Hermes está numa espirial de decadência clara. Imóveis fechados, pichações, mato crescendo no meio-fio (a prefeitura agora deu só para capinar e caiar o canteiro central… mas sem ajardinamento) , a ‘moda’ agora é um monte de fio tombado, emprestando um ar ainda maior de decadência. Interessante como a “Teoria das Janelas Quebradas” funciona.
A maioria com crianças, e nenhum órgão faz nada. Cadê o Ministério Público? Cadê aqueles que queriam proibir as crianças com seus pais na frente dos quartéis??
Dia 6 de agosto deste ano, às 11h06, a Central de Monitoramento Eletrônico (CEME) no Rio Grande do Norte recebeu alerta de rompimento da tornozeleira eletrônica de um dos presos monitorados pelo sistema.
Após a data do rompimento, os funcionários tentaram contato com o monitorado e também enviaram alertas sonoros e vibratórios, para agendar uma inspeção no equipamento e analisar o motivo do rompimento. Nenhuma resposta.
No dia 8 de agosto, às 3h29, a tornozeleira descarregou completamente. Em 11 de agosto, a fuga foi comunicada à Vara de Execução Penal. Chegava ali ao fim mais um capítulo da história do homem que, possivelmente, foi o único preso da Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará–Mirim, cuja história inspirou uma série internacional de ficção produzida pela Netflix.
Mas esse não é o fato que mais impressiona na trajetória deste italiano.
Antonino Giuseppe Quinci, 68 anos, ficou muito conhecido após o lançamento da série Mar Branco (Netflix, 2023), que em Portugal se chama Rabo de Peixe e é um sucesso na Europa. A história tem como ponto de partida um episódio real: em 2001, a costa da ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores, em Portugal, foi inundada por uma carga de mais de 700 kg de cocaína com grau de pureza acima de 80%.
A população local recolheu parte da carga. A polícia conseguiu recuperar cerca de 400 kg. Mas o resto jamais apareceu. Em dezembro de 2017, o jornal espanhol El País fez uma reportagem sobre o assunto. Na época, estimou o valor da carga em pelo menos R$ 150 milhões.
A comunidade mais afetada foi a de Rabo de Peixe, onde o pó mudou a rotina e teria gerado mortes e dependentes químicos. Só para dar uma ideia, na época, chegaram a vender copos com cocaína a 5 Euros. O caso também gerou lendas urbanas, como peixes empanados em cocaína e um campo de futebol demarcado pela droga.
A fuga ocorrida no Brasil é a segunda no país. E a quarta, no total. Ele já havia sido preso na Itália e em Portugal. Fugiu de ambos. No Brasil, em 2012, Antonino Giuseppe Quinci foi preso quando tentava levar em um veleiro 270 kg de cocaína para a Europa. Acabou condenado a 16 anos sob o nome falso de José Aníbal Salgueiro Costa Aguiar. Conseguiu fugir em janeiro de 2017.
Quatro anos depois, em setembro de 2021, ele foi preso novamente. Também em um veleiro, Antonino Giuseppe Quinci tentava levar para a Europa 632,65 kg de haxixe. A prisão aconteceu a cerca de 180 quilômetros de Fernando de Noronha. Ele foi trazido para o Rio Grande do Norte, onde foi condenado a cerca de 9 anos de prisão, em regime fechado.
O detalhe interessante é que não houve a ligação da condenação de José Aníbal (16 anos), com essa nova condenação de Antonino. Sendo assim, as condenações que, somadas, dariam 25 anos, ficaram pelos nove anos que nem foram cumpridos integralmente.
Antonino Giuseppe Quinci sempre teve bom comportamento na prisão. Como resultado disso, acabou conseguindo a progressão de pena para a prisão monitorada. Na opinião de uma das pessoas que mais conhece este personagem, o escritor açoriano Rúben Pacheco Correia, a fuga de Antonino agora não é uma surpresa.
“Acho que era previsível. Aliás, no livro, no capítulo do Brasil, chego mesmo a dizer que em relação à justiça brasileira e a Antonino Quinci, o crime compensa”, avalia. Rúben é natural de Rabo de Peixe, há dois anos pesquisa essa história e lançou o livro “Rabo de Peixe – Toda verdade”, considerado um best-seller.
Em janeiro deste ano, ele veio ao Brasil, inclusive, e conseguiu entrevistar Antonino na cadeia. Em entrevista ao NOVO, o escritor chama a atenção para o fato de que a Justiça brasileira não computou corretamente as penas atribuídas ao italiano.
“Pergunto-me como é que é possível a justiça brasileira ter descoberto que, afinal, José Aníbal, foragido, era uma identidade falsa de Antonino Giuseppe Quinci, reincidente no mesmo país pela prática do mesmo crime, e, não só não ter exigido o cumprimento da pena que lhe faltava – aproximadamente 11 anos – como não o acusaram de uso de identidade falsa no país, nem agravaram a pena por se ter evadido”, observa.
E acrescenta: “Com tudo isso, ainda é-lhe atribuída uma pena domiciliar com tornozeleira… Claramente que estavam à espera da sua fuga”.
Após a fuga de Antonino Giuseppe Quinci, deverá ser emitido um comunicado internacional, relacionando-o como foragido. Atualmente, ele se encontra como parte da droga que desaguou em Rabo de Peixe e sumiu sem deixar vestígios.
Em outubro próximo a Netflix vai lançar a segunda temporada de sua série de ficção que tem como ponto de partida o caso de Antonino Giuseppe Quinci. Também em outubro, deverá ser lançado o documentário de Rúben Pacheco Correia sobre o caso, pela CMTV, em Portugal.
“Também terá repercussão internacional, com parcerias que ainda não podemos revelar. O livro continua a ser um sucesso em Portugal, saiu em maio e já vai na terceira edição. Um best-seller. Esteve no top 10 das principais livrarias quase dois meses consecutivos. O objetivo é publicar o livro em outros países. Quero muito publicar no Brasil. Estou neste momento negociando editora”, conta o escritor.
Muitos estrangeiros condenados aqui, deveriam ser extraditados para seus países de origem. O que reduziria esse tipo de preocupação para órgãos de polícia e judiciário. Mas deixam os condenados aqui e eles causam problemas e custos ao erário. O principal condenado no Brasil, governa o país.
A gestão de Raniery Câmara (PT) montou rachadinha em Santa Maria, desde, pelo menos, 2021, conforme apuração do Blog do Dina sobre evidências baseadas em áudios, conversas de WhatsApp, comprovantes de depósitos entre servidores, depoimentos de pessoas que relataram terem se submetido ao esquema como forma de garantir um meio de sobrevivência e investigação em bancos de dados independentes.
Antes da publicação desta reportagem, o Blog do Dina procurou garantir a autenticidade do conteúdo a que teve acesso, o que foi confirmado ao longo da apuração.
Num dos depoimentos prestados ao Blog do Dina, o relato apontou diretamente o prefeito da cidade como autor do convite para a operação do esquema sobre um servidor, no final de 2021. Posteriormente, coube ao secretário de Educação, Francisco Lucas da Silva Neto, operacionalizar e garantir que o dinheiro seria dividido entre os participantes do esquema, que envolve contratados da empresa terceirizada Instituto Potiguar, de São Paulo do Potengi, que presta serviço à prefeitura.
O Esquema e a decisão editorial do Blog do Dina
Em novembro de 2021, o servidor foi convocado ao gabinete do prefeito Raniery Soares Câmara, onde foi informado que teria de dividir seu salário com outras pessoas, sob pena de não ser empregado. Segundo ele, a justificativa apresentada foi que não havia outra forma de garantir a vaga. “Ou eu aceitava ou ia ficar sem ajudar meus pais”, contou. Desde então, o servidor foi forçado a dividir seu salário com até três pessoas diferentes, entre elas uma pessoa com quem que ele nunca teve contato direto.
Com o tempo, ele passou por diferentes cargos na prefeitura, mas as condições impostas nunca mudaram: ele continuava a dividir seus proventos com outros beneficiários. Uma das pessoas também trabalhava. Ambos cumpriam meio expediente recebendo metade do salário que era debitado na conta do servidor.
O Blog do Dina decidiu que as pessoas que integravam o esquema e trabalhavam na prefeitura, em que pese a ilegalidade da ação, terão suas identidades preservadas. Especialmente porque, também, colaboraram para a apuração e são fontes que devem ser protegidas.
Por outro lado, uma terceira pessoa que recebia o dinheiro do esquema de corrupção e foi procurada pela reportagem para se manifestar narrou ser dona de casa. Essa terceira pessoa entrou para o esquema quando o servidor foi desligado dos quadros municipais e passou a ser terceirizado na empresa Instituto Potiguar, ganhando R$ 2.176,00, rateados agora para três pessoas.
Maria Eduarda Rosa da Silva surge em conversa no qual o secretário de educação de Santa Maria fornece o CPF dela como chave pix para depósito. Foram os CPF fornecidos pelo secretário nas mensagens que permitiu à reportagem aprofundar a investigação e identificar os beneficiários do esquema. Na imagem abaixo, suprimimos o CPF de Maria Eduarda e os elementos que podem identificar a fonte.
Gestão de Raniery Câmara montou rachadinha operacionalizada por secretário
O servidor forneceu comprovantes de transferências, extratos bancários e prints de conversas no WhatsApp que confirmam as alegações de rachadinha. Um dos extratos mostra a transferência de R$ 1.400,00 realizada em 28 de março de 2024, que foi dividida com outros beneficiários.
Além disso, os comprovantes de PIX revelam pagamentos frequentes para pessoas específicas, reforçando a prática de divisão dos valores.
Uma dessas pessoas surgia quando a chave pix de Maria Eduarda não funcionava. Nesse caso o servidor fazia depósitos para um terceiro repassar a Maria Eduarda. Trata-se de Marcos Wagner da Silva Faustino. O Blog do Dina localizou uma ação em que a prefeitura de Ceará–Mirim o processa em causa de IPTU. Em banco de dados consultados também pela reportagem, os endereços de trabalho associados a ele são em Natal.
Tanto Maria Eduarda quanto Marcos Wagner tiveram chaves compartilhadas pelo secretário de Educação para receber depósitos. Na imagem abaixo, voltamos a suprimir elementos que identifiquem fonte ou dados sensíveis dos envolvidos, como CPF.
Áudios comprometedores
Em áudios fornecidos à reportagem, o secretário Francisco Lucas Neto monitora diretamente o envio das quantias. Em uma das gravações, ele pergunta ao servidor: “E aí, meu filho, você recebeu o dinheiro ontem? Ou não?”. Em outro áudio, o secretário menciona explicitamente: “Isso… Eduarda e Carol, viu?”. Essas conversas deixam claro o envolvimento direto do secretário na coordenação das divisões de salário.
Em áudio no qual indica que outra servidora reportou que recebeu o dinheiro que lhe seria devido, o secretário de Educação mostra como gerenciava o esquema. Ouça:
Em julho de 2024, o servidor pediu o desligamento de suas funções, após não concordar mais com o esquema e relatar estar cansado de resolver a situação junto ao prefeito. Ele revelou que o motivo de sua saída foi sua decisão de não compactuar mais com a prática e a busca por um trabalho que lhe permitisse um salário completo. “Embora eu arrisque ficar desempregado, estou favorecendo ele e os outros, e sendo injustiçado”, relatou.
Outro lado:
A reportagem procurou o secretário de educação de Santa Maria, Francisco Lucas Neto, para se manifestar sobre as acusações. Ele não retornou as mensagens até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto para a versão do secretário.
Também procuramos o proprietário do Instituto Brasil, que interrompeu a comunicação quando o tema foi abordado na conversa e não mais respondeu. Maria Eduarda, um dos nomes apontados como beneficiária dos depósitos, reagiu de forma agressiva ao ser abordada pelo Blog do Dina, respondendo com “Vá para o inferno”. Não conseguimos contato com o prefeito da cidade e Marcos Wagner.
Já vi esses esquemas de rachadinhas aqui em natal, não deu em nada, até porque que foi investigar, também era envolvido nos mesmos esquemas. Isso é geral no país.
Na padaria vende pão.(qual a novidade?). Ainda bem que só aconteceu lá kkkkkkkkk. Parabéns(só que não) aos homens e mulheres que ocupam cadeiras em TODAS AS INTITUIÇÕES DA NOSSA NAÇÃO. 😩😢🥹Nosso gigante pela própria natureza, continua belo(ainda), mas IMPÁVIDO E COLOSSO, já não mais. 😭😭😭😭😭minha PÁTRIA AMADA, te peço perdão por pessoas que estão te administrando não saberem te valorizar, mas continuo te amando 😍e acreditando que o GIGANTE AINDA PODE ACORDAR. Minha esperança é: O CRIADOR DE TUDO VAI VOLTAR e aí junto com Ele(JESUS CRISTO), a conta tbm.
Dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, a maioria dos prefeitos eleitos são de partidos que se identificam com o espectro político de centro. Ao todo, 86 prefeituras serão lideradas por gestores de partidos de centro, enquanto 49 comandadas por prefeitos alinhados à direita, 18 por partidos de centro-esquerda e 7 por partidos de esquerda. Outros 6 municípios têm prefeitos que se identificam com uma visão política independente. A análise foi realizada com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
A única cidade não incluída no estudo foi Natal. Isso porque a capital potiguar ainda não possui um prefeito definido, aguardando o 2° turno das eleições municipais de 2024 para consolidar sua liderança executiva.
Esses números revelam um cenário político predominantemente conservador no Rio Grande do Norte. A soma das prefeituras de centro e de direita mostra que 81% dos municípios do estado são governados por partidos alinhados a ideologias de centro-direita, enquanto apenas 15% dos municípios estão sob a liderança de prefeitos de partidos identificados com a centro-esquerda e a esquerda.
Agora, o partido que lidera o número de prefeituras no estado é o MDB, com 45, considerado de centro. Posteriormente aparece o União, com 27; PSD (21); PP (20); PL (18); PSDB (15); PT (7); PODEMOS (6); Republicanos (4)/ Solidariedade (1); PDT (1); e PSB (1)
Municípios
Acari – Fernando Antonino (PODE)
Afonso Bezerra – Haroldo de Jango (União)
Água Nova – Netinho Macário (União)
Alexandria – Raimundinho (PSD)
Almino Afonso – Dra Jéssica Amorim (MDB)
Alto do Rodrigues – Dra. Raquel (PP)
Angicos – Pinheiro (MDB):
Antônio Martins – Jessica Iris (PSD)
Apodi – Sabino (MDB)
Areia Branca – Souza (UNIÃO)
Arez – Bergson (PL)
Assú – Dr Lula (REPUBLICANOS)
Baía Formosa – Camila Melo (MDB)
Baraúna – Divanize Oliveira (PSD)
Barcelona – Fabiano de Vavá (PL)
Bento Fernandes – Berguinho da Saúde (MDB)
Boa Saúde – João Maria Mesquita (MDB)
Bodó – Horison Jose (PL)
Bom Jesus – Nilson Peças (PL)
Brejinho – Jeferson Gomes (MDB)
Caicó – Dr. Tadeu (PSDB)
Caiçara do Norte – Pilola (PSDB)
Caiçara do Rio do Vento – Ceica Lisboa (UNIÃO)
Campo Grande – Bibi de Nenca (MDB)
Campo Redondo – Dr Renam (PSDB)
Caraúbas – Givago Barreto (PSDB
Carnaubais – Dr Gleudinho (PL)
Carnaúba dos Dantas – Kleyton Dantas (MDB)
Canguaretama – Leandro Varela (MDB) Ceará–Mirim – Antonio Henrique (PSD)
Cerro Corá – Maciel de Doca (MDB)
Coronel Ezequiel – Thales Farias (PL)
Coronel João Pessoa – Fátima (União)
Cruzeta – Joaquim de Medeirinho (União)
Currais Novos – Lucas (PT)
Doutor Severiano – Maria de Fátima (PSD)
Encanto – Alberone (PL)
Equador – Professor Cletson (MDB)
Espírito Santo – Fá de Rivaldinho (PSDB)
Extremoz – Jussara Sales (PL)
Felipe Guerra – Salomão Gomes (PP)
Fernando Pedroza – João de Chota (MDB)
Florânia – Galo de Florãnia (PSDB)
Francisco Dantas – José Adolfo (PODE)
Frutuoso Gomes – Ismael Juvêncio (MDB)
Galinhos – Hudson Matias (PSDB)
Goianinha – Bira (PP)
Governador Dix-Sept Rosado – Artur Vale (União)
Grossos – Cinthia Sonale (União)
Guamaré – Hélio de Mundinho (PSDB)
Ielmo Marinho – Fernando de Canto de Moça (MDB)
Ipanguaçu – Jeferson (PL)
Ipueira – Ademir Medeiros (MDB)
Itajá – Joãozinho (PP)
Itaú – Dr André Júnior (PP)
Jaçanã – Uady (União)
Jandaíra – Reginaldo Vitorino (PT)
Janduís – Elvécio Gurgel (PT)
Japi – Simone Silva (MDB)
Jardim de Angicos – Carlinhos (União)
Jardim de Piranhas – Rogério Couro Filho (MDB)
Jardim do Seridó – Silvana de Lalá (Republicanos)
João Câmara – Aize (PSDB)
João Dias – Fatinha de Marcelo (União)
José da Penha – Jairo Mafaldo (PT)
Jucurutu – Iogo Queiroz (PSDB)
Jundiá – Galego dos Touros (MDB)
Lagoa d’Anta – João Paulo Lopes (MDB)
Lagoa de Pedras – Janaina de Salin (União)
Lagoa de Velhos – Nildo Galdino (PSD)
Lagoa Nova – Iranildo Aciole (Republicanos)
Lagoa Salgada – Canindé Justino (PSDB)
Lajes – Felipe Menezes (MDB)
Lajes Pintadas – Luciano Cunha (PL)
Lucrécia – Waltinho (PP)
Luís Gomes – Tututa (MDB)
Macaíba – Emídio Jr (PP)
Macau – Flavinha Veras (PDT)
Major Sales – Maria Elce (MDB)
Marcelino Vieira – Dibed (PODE)
Martins – César Móveis (PSB)
Maxaranguape – Professora Nira (PSD)
Messias Targino – Arthur Targino (PP)
Montanhas – Antonio Neto (PP)
Monte Alegre – André Rodrigues (MDB)
Monte das Gameleiras – Jeferson (PP
Mossoró – Allyson (UNIÃO)
Natal – 2° turno entre Paulinho Freire (União) e Natália Bonavides (PT)
Nísia Floresta – Gustavo (PL)
Nova Cruz – Joquinha Nogueira (MDB)
Olho D’Água do Borges – Antonimar Amorim (UNIÃO)
Ouro Branco – Samuel Souto (PL)
Paraná – Josiene (MDB)
Paraú – Júnior Evaristo (PP)
Parazinho – Rita (União)
Parelhas – Tiago Almeida (PSDB)
Parnamirim – Profa. Nilda (SOLIDARIEDADE)
Passa e Fica – Flaviano (PSD)
Passagem – Wedna Mendonça (PP)
Patu – Dr Ednardo (MDB)
Pau dos Ferros – Marianna Almeida (PSD)
Pedra Grande – Pedro Henrique (PSDB)
Pedra Preta – Luiz de Haroldo (PSDB)
Pedro Avelino – Marina (MDB)
Pedro Velho – Júnior Balada (UNIÃO)
Pendências – Dra Lays (MDB)
Pilões – Lena de Céu (MDB)
Poço Branco – Edinho (PSD)
Portalegre – Zé Augusto (UNIÃO)
Porto do Mangue – Dino (REPUBLICANOS)
Pureza – Ricardo Brito (MDB)
Rafael Fernandes – Benilton Anastacio (UNIÃO)
Rafael Godeiro – Ludmila Amorim (MDB)
Riacho da Cruz – Marcos Aurélio (PP)
Riacho de Santana – Dr Cássio (PP)
Riachuelo – Joca Basílio (PODE)
Rio do Fogo – Márcio de Cici (PSD)
Rodolfo Fernandes – Claudinha (PL)
Ruy Barbosa – Raniere Moura (PL)
Santa Cruz – Aninha de Cleide (MDB)
Santa Maria – Dr Raniery (PT)
Santana do Matos – Claylton de Oton (UNIÃO)
Santana do Seridó – Tatiana (PODE)
Santo Antônio – Raulison Ribeiro (MDB)
São Bento do Norte – Dão Agricultor (MDB)
São Bento do Trairi – Rafal Matias (PSD)
São Fernando – Genilson Maia (PT)
São Francisco do Oeste – Gisely Porfirio (União)
São Gonçalo do Amarante – Jaime Calado (PSD)
São João do Sabugi – Aníbal Pereira (MDB)
São José de Mipibu – Zé Figueiredo (PSD)
São José do Campestre – Eribaldo Pinguim (MDB)
São Miguel – Dr. Leandro (União)
São Miguel do Gostoso – Leo de Doquinha (PSD)
São Paulo do Potengi – Pacelli (MDB)
São Pedro – Serrinha (Pode)
São Rafael – Canindé da Farmácia (União)
São Tomé – Gá (PL)
São Vicente – Jane Maria (MDB)
Senador Elói de Souza -Juninho de Kerginaldo (MDB)
Senador Georgino Avelino – Antônio Freire (MDB)
Serra Caiada – Joãozinho Furtado (PSDB)
Serra de São Bento – Lena Morais (MDB)
Serra do Mel – Kênio Azevedo (PP)
Serra Negra do Norte – Acácio (PSD)
Serrinha – Kauanny Terto (MDB)
Serrinha dos Pintos – Rosânia (União)
Severiano Melo – Jacinto Carvalho (União)
Sítio Novo – Andrezza Brasil (PT)
Taboleiro Grande – Klebinha (PSD)
Taipu – Louvado (PSD)
Tangará – Augusto Alves (PSD)
Tenente Ananias – Dayane (PL)
Tenente Laurentino Cruz – Inacio Macedo (PP)
Tibau – Lidiane Marques (União)
Tibau do Sul – Valdenício Costa (PL)
Timbaúba dos Batistas – Ivanildinho (PP)
Touros – Pedro Filho (PSD)
Triunfo Potiguar – Darkinha (PP)
Umarizal – Raimundo Pezão (PP)
Upanema – Renan (PP)
Venha-Ver – Dr. Cleiton (PL)
Vera Cruz – Junior Marchante (União)
Viçosa – Ramon (União)
Vila Flor – Thuane Souza (MDB)
Araújo: pessoa portadore de analfabetismo funcional nazifacista da esquerda brasileira!
Comentário grosseiro e sem propósito,digno de quem tem o coração impregnado de raiva do mundo. Procura atendimento no SUS seu caso ainda pode ter solução!
Como esse mesmo Estado elege uma petista impopular que quase não se elege para o Senado em primeiro turno para o governo? Eu hein… #ContagemPublicaDeVotos #LeiConstitucional
O Rio Grande do Norte (RN) elegeu no domingo (6) 164 prefeitos em 167 municípios. Duas cidades potiguares, Lagoa Salgada e Areia Branca, estão com o resultado “anulado sub judice”, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em Lagoa Salgada, Canindé Justino teve 4.192 votos, e em Areia Branca, o candidato Souza obteve 9.710 votos. A terceira cidade que ainda não teve o prefeito proclamado é Natal, que definirá o novo chefe do Executivo em segundo turno.
O MDB foi o partido que teve mais prefeitos eleitos no RN, 45 ao todo. Em segundo lugar foi o União Brasil, com 27; seguido pelo PSD, que elegeu 21 chefes do Executivo municipal no RN
Confira abaixo a lista completa de prefeitos eleitos no RN:
Acari – Fernando Bezerra (Podemos)
Afonso Bezerra – Haroldo José da Paz (União Brasil)
Água Nova – Macário Silva de Carvalho (União Brasil)
Alexandria – Raimundo Ferreira (PSD)
Almino Afonso – Jéssica Amorim (MDB)
Alto do Rodrigues – Dra. Raquel Lemos (PP)
Angicos – Miguel Pinheiro (MDB)
Antônio Martins – Jéssica Iris (PSD)
Apodi – Luis Sabino (MDB)
Areia Branca – Sub júdice
Arês – Bergson Iduino (PL)
Assú – Dr. Lula (Luiz Eduardo) (Republicanos)
Baía Formosa – Camila Melo (MDB)
Baraúna – Divanize Oliveira (PSD)
Barcelona – Fabiano Lopes (PL)
Bento Fernandes – Jollembeg Dantas (MDB)
Boa Saúde – João Maria Mesquita (MDB)
Bodó – Horison José da Silva (PL)
Bom Jesus – José Nilson Pereira (PL)
Brejinho – Jeferson Gomes (MDB)
Caiçara do Norte – Alcélio Fernandes Barbosa (PSDB)
Caiçara do Rio do Vento – Ceiça Lisboa (União Brasil)
Caicó – Dr. Judas Tadeu (PSDB)
Campo Grande – Francisco das Chagas (MDB)
Campo Redondo – Dr. Renan Luiz (PSDB)
Canguaretama – Leandro Varela (MDB)
Caraúbas – Givago Barreto (PSDB)
Carnaúba dos Dantas – Kleyton Dantas (MDB)
Carnaubais – Gleidson Benevides (PL) Ceará–Mirim – Antonio Henrique Bezerra (PSD)
Cerro Corá – Maciel dos Santos Freire (MDB)
Coronel Ezequiel – Thales Watson (PL)
Coronel João Pessoa – Maria de Fátima Costa (União Brasil)
Cruzeta – Joaquim de Medeirinho (União Brasil)
Currais Novos – Lucas Galvão da Cruz (PT)
Doutor Severiano – Maria de Fátima (PSD)
Encanto – Alberone Neri (PL)
Equador – Professor Cletson Rivaldo (MDB)
Espírito Santo – José Fagner Freire (PSDB)
Extremoz – Jussara Sales (PL)
Felipe Guerra – Salomão Gomes (PP)
Fernando Pedroza – João Maria Braga (MDB)
Florânia – Galo (Saint Clay) (PSDB)
Francisco Dantas – José Adolfo (Podemos)
Frutuoso Gomes – Ismael Juvêncio (MDB)
Galinhos – Hudson Matias (PSDB)
Goianinha – Hosanira Galvão (PP)
Governador Dix-Sept Rosado – Artur Vale (União Brasil)
Grossos – Cinthia Sonale (União Brasil)
Guamaré – Hélio Willamy (PSDB)
Ielmo Marinho – Fernando Batista Damasceno (MDB)
Ipanguaçu – Jefferson Charles (PL)
Ipueira – Ademir Medeiros (MDB)
Itajá – João Eudes (PP)
Itaú – André Júnior (PP)
Jacanã – Uady Farias (União Brasil)
Jandaíra – Reginaldo Vitorino (PT)
Janduís – Elvécio Gurgel (PT)
Japi – Simone Silva (MDB)
Jardim de Angicos – Carlos André (União Brasil)
Jardim de Piranhas – Rogério Soares (MDB)
Jardim do Seridó – Silvana Costa (Republicanos)
João Câmara – Aize Talianne (PSDB)
João Dias – Fatinha de Marcelo (União Brasil)
José da Penha – Jairo de Souza Mafaldo (PT)
Jucurutu – Iogo Queiroz (PSDB)
Jundiá – Carlos Antônio (MDB)
Lagoa d’Anta – João Paulo Lopes (MDB)
Lagoa de Pedras – Janaína Santos (União Brasil)
Lagoa de Velhos – José Nildo (PSD)
Lagoa Nova – Iranildo Acioli (Republicanos)
Lagoa Salgada – Sub júdice
Lajes – Felipe Menezes (MDB)
Lajes Pintadas – Luciano Cunha (PL)
Lucrécia – Antônio Walter de Araújo (PP)
Luís Gomes – Carlos Augusto de Paiva (MDB)
Macaíba – Emídio Júnior (PP)
Macau – Flávia Veras (PDT)
Major Sales – Maria Elce (MDB)
Marcelino Vieira – Hindemberg Pontes (Podemos)
Martins – Paulo César Galdino (PSD)
Maxaranguape – Maria Erenir (PSD)
Messias Targino – Arthur de Oliveira Targino (PP)
Montanhas – Antônio Marcolino Neto (PP)
Monte Alegre: André Rodrigues (MDB)
Monte das Gameleiras: Jeferson Rodrigues Felix (PP)
Mossoró: Allyson Silva (União Brasil)
Nísia Floresta: Gustavo da Silva Santos (PL)
Nova Cruz: João Nogueira Neto (MDB)
Olho D’Água do Borges: Antonimar Amorim Carlos (União Brasil)
Ouro Branco: Samuel Souto (PL)
Paraná: Josiene Gomes (MDB)
Paraú: João Evaristo Peixoto (PP)
Parazinho: Rita de Luzier (União Brasil)
Parelhas: Dr. Tiago Almeida (PSDB)
Parnamirim: Raimunda Nilda (Solidariedade)
Passa e Fica: Flaviano Lisboa (PSD)
Passagem: Wedna Maria (PP)
Patu: Ednardo Benigno de Moura (MDB)
Pau dos Ferros: Marianna Almeida (PSD)
Pedra Grande: Pedro Henrique (PSDB)
Pedra Preta: Luiz Antônio Bandeira (PSDB)
Pedro Avelino: Marina Teodoro da Trindade (MDB)
Pedro Velho: Pedro Gomes da Silva Júnior (União Brasil)
Pendências: Lays Helena Cabral de Queiroz (MDB)
Pilões: Maria Madalena (MDB)
Poço Branco: Edi Carlos (PSD)
Portalegre: José Augusto Rego (União Brasil)
Porto do Mangue: Francisco Antônio Faustino (Republicanos)
Pureza: Ricardo Santos de Brito (MDB)
Rafael Fernandes: Benilton Rodrigues (União Brasil)
Rafael Godeiro: Ludmila Carlos Rosado (MDB)
Riacho da Cruz: Marcos Aurélio (PP)
Riacho de Santana: Davi Cássio (PP)
Riachuelo: João Basílio Neto (Podemos)
Rio do Fogo: Márcio Luiz Barbosa (PSD)
Rodolfo Fernandes: Ana Cláudia Almeida (PL)
Ruy Barbosa: Raniere Moura Barbosa (PL)
Santa Cruz: Ana Fabrícia de Araújo (MDB)
Santa Maria: Raniery Soares Câmara (PT)
Santana do Matos: Claylton Ângelo (União Brasil)
Santana do Seridó: Tatiana Fátima de Araújo (Podemos)
Santo Antônio: Raulison de Sena Ribeiro (MDB)
São Bento do Norte: João Maria Montenegro (MDB)
São Bento do Trairi: Rafael dos Santos Matias (PSD)
São Fernando: Genilson Maia (PT)
São Francisco do Oeste: Gisely Porfírio (União Brasil)
São Gonçalo do Amarante: Jaime Calado (PSD)
São João do Sabugi: Anibal Pereira (MDB)
São José de Mipibu: José de Figueiredo (PSD)
São José do Campestre: Eribaldo Lima (MDB)
São José do Seridó: Jackson Dantas (MDB)
São Miguel: Leandro Michel do Rego (União Brasil)
São Miguel do Gostoso: Leonardo Teixeira da Cunha (PSD)
São Paulo do Potengi: Eugênio Pacelli (MDB)
São Pedro: Lindbergh Fernandes (Podemos)
São Rafael: Francisco Canindé Pinheiro (União Brasil)
São Tomé: Josinaldo Amaro (PL)
São Vicente: Jane Maria (MDB)
Senador Elói de Souza: Kerginaldo Medeiros (MDB)
Senador Georgino Avelino: Antônio Freire (MDB)
Serra Caiada: João Maria Furtado (PSDB)
Serra de São Bento: Helena Oliveira de Morais (MDB)
Serra do Mel: Hudson Kênio (PP)
Serra Negra do Norte: Acácio Sânzio de Brito (PSD)
Serrinha: Kauanny Sthefany (MDB)
Serrinha dos Pintos: Rosania Ferreira (União Brasil)
Severiano Melo: Jacinto Carvalho (União Brasil)
Sítio Novo: Andrezza Brasil (PT)
Taboleiro Grande: Kébia Ferreira (PSD)
Taipu: Ariosvaldo Bandeira Júnior (PSD)
Tangará: Augusto César (PSD)
Tenente Ananias: Dayane Batista (PL)
Tenente Laurentino Cruz: Francisco Macedo (PP)
Tibau: Lidiane Marques (União Brasil)
Tibau do Sul: Valdenício Costa (PL)
Timbaúba dos Batistas: Ivanildo Araújo (PP)
Touros: Pedro Filho (PSD)
Triunfo Potiguar: Joana Darc Fonseca (PP)
Umarizal: Raimundo Notato (PP)
Upanema: Renan Mendonça (PP)
Várzea: Getúlio Ribeiro (PSD)
Venha-Ver: Cleiton Jácome (PL)
Vera Cruz: José Júnior de Oliveira (União Brasil)
Viçosa: Victor Ramon (União Brasil)
Vila Flor: Thuane Souza (MDB)
Estão afirmando que em RORAIMA, o PT foi varrido do estado, no momento, não tem nenhum cargo eletivo ocupado pela canalha, motivo, o povo de Roraima está vendo o sofrimento dos venezuelanos fugindo do ditador amigo de LULA.
A comunidade do Gramorezinho, localizada no bairro de Lagoa Azul, na zona Norte de Natal, às margens da avenida Moema Tinoco da Cunha Lima, é onde mora Francisca das Chagas Bandeira Caetano Nascimento, de 51 anos, mais conhecida por Nininha. Este é o local onde ela vive com seu esposo, Ailton Nascimento, de 53 anos, conhecido por João e o filho João Pedro, de 38 anos, há cerca de 30 anos.
Este é o tempo em que ela e sua família trabalham e tiram todo o sustento para sobreviver, produzindo hortaliças e plantas ornamentais, com produção orgânica, sem o uso de agrotóxicos, em uma área de 2,5 hectares, também às margens da avenida Moema Tinoco da Cunha Lima, bem em frente à casa em que moram e onde produzem as plantas, que são comercializadas em duas feiras de agricultura familiar organizadas pela Prefeitura do Natal em Ponta Negra, por trás do Praia Shopping, às quartas-feiras e em Petrópolis, vizinho a capela de São Judas Tadeu, às sextas-feiras, além de pessoas que vão diretamente comprar no local de produção deles.
Origens
Esse trabalho de Nininha vem de uma tradição familiar do seu esposo João, que herdou, tanto a casa onde mora com a esposa e o terreno onde produzem. “Os avós e pais de João já produziam no local bem antes do que nós, que agora damos continuidade a este legado deixado por eles”, lembra Nininha, que nasceu na cidade de Jardim de Angicos, no interior do RN, distante 104 quilômetros da capital Natal.
Na sua cidade de origem ela saiu aos 17 anos e estudou até a quarta série do ensino fundamental e em Natal se casou e começou a trabalhar com a produção de plantas e não continuou os estudos. “Me arrependo de não ter estudado mais, pois iria me ajudar muito atualmente”, disse Nininha.
Já seu marido, os filhos João Pedro e João Antônio, que é casado e também tem sua plantação, nasceram, continuam vivendo e trabalhando na comunidade de Gramorezinho.
Foto: Canindé Soares
Produção
Há pouco mais de 10 anos, Nininha e sua família produziam flores do tipo gerânio. Como o clima local prejudicou muito o cultivo, resolveram focar bem mais na produção e comercialização de hortaliças e plantas ornamentais, apesar de ainda continuarem a produção de flores, só que em menor quantidade.
“Produzimos flores e folhagens, que inclui plantas ornamentais para decoração de ambientes internos e externos, como palmeiras raifa, palmeira areca, jiboias, monstera, tinhorão, que tem uma variedade de mais de 300 espécies, entre outras e que que são vendidas em jarros e cestos”, informou o produtor João. Quando o assunto são hortaliças, são comercializadas mudas de manjericão, alecrim, orégano, tomilho, sálvia, entre diversas outras, ideais para chás, temperos.
Gerando benefícios para além da família
A produção que Nininha desenvolve em Gramorezinho em todos estes anos, não tem dado frutos apenas para ela e sua família. Muitas pessoas que vivem no entorno da comunidade, de localidades de Natal e de outras cidades do RN, também se beneficiam, gerando uma cadeia de sustentabilidade, que vai além da casa e dos 2,5 hectares de área de produção deles.
O irmão de Nininha, Lenildo Carlos Bezerra, é outro familiar que trabalha com eles. Casado e pai de dois filhos, confirmou que os benefícios alcançam outras pessoas. “Tem quem ganha quando compramos o adubo, os sacos para as mudas e cestos para colocar as plantas e até quem compra da nossa produção, seja para comercializar em feiras livres e de agricultura familiar, em seus próprios comércios e até para revender para terceiros, além de outras famílias de nossa comunidade que se sustentam diretamente deste trabalho”, explicou Lenildo.
Alguns dos clientes vêm de outros lugares bem mais distantes, como de Mossoró e de municípios vizinhos, como Extremoz, cidade onde mora a comerciante paulista Selma Rosana, que compra plantas diretamente na produção de Nininha para vender na feira livre de Lagoa Seca em Natal, que funciona todos os domingos, através de uma empresa criada por ela, a Eden Plantas – Mundo dos Naturais. “Eles têm uma produção maravilhosa, de muita qualidade e um atendimento de primeira e sempre levo jiboias, palmeiras, crótons, só para citar algumas espécies”, disse Selma Rosana.
Foto: Canindé Soares
Retorno financeiro
Segundo Nininha, ela e seu marido não fazem um monitoramento direto do que é arrecadado financeiramente com este trabalho. “Estimo que ganhamos uma média de dois salários mínimos por mês”, especula Nininha. Segundo os valores atuais, um salário mínimo no Brasil é de R$ 1.412,00 e como a produtora informa ganhar dois salários mínimos, alcança R$ 2.824,00, se somados entre o que é comercializado nas feiras e diretamente na área de produção em Gramorezinho.
O filho João Pedro também se utiliza dos produtos para vender em feiras de agricultura familiar e ganha seu próprio dinheiro, que segundo ele, também chega a algo em torno de dois salários mínimos.
Contexto social
Nem Nininha e nem seu marido João têm dados sobre quantas famílias seriam beneficiadas na comunidade onde moram, a partir da produção de plantas. O cultivo local, segundo dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb), com a produção de hortaliças, teria iniciado há cerca de 40 anos, a partir da reprodução de hábitos de migrantes, provenientes do êxodo rural, vindos de cidades do interior do RN, especialmente a partir da década de 1970, como bem aconteceu com a família de João, que pela parte do seu pai é originária do município e Ceará–Mirim e de sua mãe, da cidade de Pedra Preta, ambas no RN.
A comunidade se caracteriza por apresentar uma população prioritariamente de baixa renda, que foi inserida na legislação urbanística de Natal na Mancha de Interesse Social – MIS, abrangendo áreas do município, em que predomina a ocupação de famílias de renda de até três salários mínimos, o que ainda hoje se encaixa a família de Nininha, que segundo ela, ganha cerca de dois salários mínimos por mês.
Ilha verde
Pode-se dizer que Gramorezinho seria como uma ilha verde dentro da cidade do Natal, que cada vez mais aumenta sua área urbanizada, com a construção de condomínios residenciais, processo que teve início em meados da década de 1970 e que continua até hoje.
A área onde Nininha e sua família cultiva, fica já bem perto do final da avenida Moema Tinoco da Cunha Lima, que no seu total tem cerca de 6 quilômetros de extensão, começando no entroncamento com a avenida Doutor João Medeiros Filho, indo até ao BR 101 Norte, um importante meio de passagem para as praias do litoral Norte do RN, sendo uma vida de acesso ao desenvolvimento do turismo potiguar.
Parte da avenida Moema Tinoco passou por um processo de reurbanização e duplicação, através das obras do Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte), obra realizada através do Governo do RN e criado pelo Ministério das Cidades, o que incluiu até agora, apenas cerca de 1,5 quilômetros de sua extensão urbanizadas, não alcançando o trecho em que vive e trabalha a família de Nininha.
Com relação a dados sobre famílias beneficiadas, além de Nininha, no período entre 2012 e 2014, foi desenvolvido o projeto Amigo Verde, com a intenção de modificar o modo de produção de cerca de 120 agricultores familiares locais. Eles receberam orientação técnica para se enquadrar em um modelo de produção orgânica, que tem como princípio a não utilização de agrotóxicos, de adubos químicos e de reguladores de crescimento. A partir daí, Gramorezinho ficou conhecida como um setor de produção de alimentos orgânicos em Natal.
Contexto ambiental
Além dessa preocupação ambiental, o projeto Amigo Verde, tinha ainda o objetivo de criar mercado para comercialização dos produtos. Foi quando surgiram as feirinhas do projeto pela cidade, incialmente montadas na sede da Procuradoria-geral de Justiça do RN todas às quartas-feiras pela manhã.
Nas quintas-feiras, a feira acontecia na Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo em Mirassol. Aos sábados, a feirinha de orgânicos se deslocava para o Bosque das Mangueiras no bairro de Lagoa Nova e também na Central de Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária (CECAFES/RN), mantido pela Secretaria de Agricultura do Governo do RN.
O Verde Amigo era desenvolvido através da Associação dos Amigos Produtores de Hortaliças e Moradores do Sítio Gramoré e Adjacências (Amigs), com apoio da Emater, Sebrae, Idiarn, UFRN, Ufersa, Semurb, sob a supervisão do Ministério Público do RN e inserido no Programa Petrobras Cidadania e patrocinado pela Petrobras e ainda contava com o apoio do Governo Federal.
“Foi muito bom este projeto para todos nós produtores de Gramorezinho, abrindo caminhos para que deixássemos de usar agrotóxicos e passar apenas a comercializar alimentos orgânicos, ao mesmo tempo que nos auxiliou a vender mais através das feiras agroecológicas”, disse Nininha.
Na época do projeto ela conta que resolveu, junto com sua família e outros familiares seus, como tios e sobrinhos e sobrinhas, que também sobrevivem do que é produzido na comunidade, a criarem o Polo Azul. “Resolvemos fazer isso para evitar discussões com outros produtores, alguns que até resistiam em deixar de usar os agrotóxicos”, lembra Nininha.
Atualmente, ela e seus familiares continuam sendo atendidos através do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), que os acompanha em relação ao cultivo dos produtos orgânicos e também pela Prefeitura do Natal, com a organização das feiras agroecológicas.
Irrigação
A produção da família de João e de outras pequenas propriedades familiares locais, utiliza para irrigação, água do Rio Doce e das lagoas próximas. Inclusive, Gramorezinho e adjacências, fazem parte da Zona de Proteção Ambiental 9 do rio Doce, constituída de uma série de lagoas, formando a bacia do rio Doce, que tem uma área de 387,9 quilômetros quadrados distribuídos entre a Lagoa de Extremoz, onde nasce, até o estuário do Potengi, no bairro da Redinha.
Futuro
No próximo mês de dezembro, Nininha completa 30 anos de casada com João. Os dois pretendem permanecer com este trabalho ao longo de toda vida, perpetuando o legado de uma tradição familiar que perdura até hoje e que continua com a geração mais nova da família e que deve seguir ainda por muito tempo.
Entre aparelhos como maças, fitas, cordas, bolas, arcos, mãos livres e muita determinação, a oitava edição da Copa Aginat reúne 332 atletas de várias partes do Brasil. São 26 clubes das regiões do Nordeste e Sudeste como São Paulo, Espírito Santo, Pernambuco, Paraíba, Ceará, entre outros Estados brasileiros que se encontram entre os dias 30 de maio até o dia 02 de junho no Palácio dos Esportes.
A Copa é promovida pela Associação de Ginástica de Natal – AGINAT que é uma entidade sem fins lucrativos que atua desde 2014 em Natal-RN.
“Este é o ano em que teremos mais atletas inscritas. Uma responsabilidade e tanto. Quanto conseguimos reunir diferentes categorias e atletas de várias partes do País num só lugar. Para nós, é uma honra ser anfitriã desse evento tão importante para o esporte”, refletiu a diretora técnica da Aginat Gilmara Lira.
A competição é dividida em categorias como mirim, pré infantil, infantil, juvenil e adulto, além da categoria elite que é a competição de atletas que atuam na seleção brasileira. Recentemente a atleta Gabriela Cunha foi selecionada para representar o Brasil no Campeonato Pan-Americano em Guatemala que acontecerá em junho.
“A cada ano o desafio de promover a Copa Aginat aumenta. Este ano é o número recorde de atletas. E foi uma grande surpresa para nós. O que significa que a Ginástica Rítmica tem crescido em todas as regiões do nosso país e Natal é hoje uma das referências”, ressaltou Júlia Menezes uma das idealizadoras da VIII Copa Aginat.
Sobre a AGINAT
A AGINAT (Associação de Ginástica de Natal) é uma entidade sem fins lucrativos que atua desde 2014. Surgiu do desejo de cinco treinadoras popularizar a Ginástica Rítmica e proporcionar a prática da modalidade, independente de classe social, dando a oportunidade de inclusão de atletas de rede pública de ensino, no intuito de incentivar a prática esportiva e mudar a vida dessas crianças através do mesmo.
A associação desenvolve um trabalho totalmente gratuito, com cerca de 80 crianças entre 6 e 17 anos, em 2 polos (Mãe Luiza e Caic). São captados possíveis talentos para que sejam levados para o centro de treinamento de rendimento para que possam competir e ganhar destaque a cenário nacional e internacional.
Nos últimos anos, a equipe de alto rendimento vem ganhando destaque nacional e internacional com títulos de campeão regional, Brasileiro, sul americano, Pan americano, entre outros. Alem disso, uma das atletas da associação, participou do I MUNDIAL de Ginástica Rítmica representando o Brasil em 2019.
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No Papo de Fogão desta semana, vamos direto a Tauá, no Ceará, com a talentosa Chef Assadora Miriam Muniz.
Ela nos ensinará a preparar um irresistível Filé de Peixe na crosta de rapadura e queijo, acompanhado por um refrescante ceviche de banana da terra. Uma verdadeira celebração de sabores!
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Como a máfia siciliana enraizou suas operações em nosso estado? Investimentos que ultrapassam 800 milhões de reais no mercado imobiliário foram realizados por meio de uma engenhosa máquina de transferir e lavar dinheiro. A Cosa Nostra deixou no Rio Grande do Norte um rastro de golpes milionários, fraudes cartorárias, corrupção, grilagem de terras e dois assassinatos. Bem que poderia ser o roteiro de um filme policial, mas é um artigo que você começa a ler agora.
Era quase noite em Palermo, capital da Sicília, quando dois jovens, um deles com uma faca, entraram em uma pequena loja de produtos de limpeza na Via Altofonte. Depois de renderem os funcionários, os assaltantes levaram 4,5 mil euros que estavam na caixa registradora. Era 29 de agosto de 2019. Cinco dias depois, no mesmo horário, novo roubo na mesma loja: dois rapazes, fingindo estarem armados, levaram mais 2,8 mil euros.
O caminho natural do dono da loja seria procurar a polícia. Mas não foi o que aconteceu. Francesco Paolo Bagnasco preferiu telefonar para Giovanni Caruso, um membro da Cosa Nostra, organização mafiosa que desde o século XIX controla boa parte das relações socioeconômicas na Sicília. Ao analisarem imagens captadas por uma câmera de vídeo, os mafiosos identificaram três assaltantes (um deles havia participado dos dois roubos).
Na tarde de 7 de setembro, quatro dias após o segundo assalto, os três ladrões foram sequestrados e levados para um galpão. Caruso notificou o seu chefe, Giuseppe Calvaruso, bem como o dono da loja, e os três foram até o cativeiro, onde assistiram ao brutal espancamento dos assaltantes. Horas depois, Caruso descreveu, para outro membro da máfia, a face de um dos assaltantes, dizendo que parecia uma “peneira”. O dinheiro roubado foi devolvido a Francesco Bagnasco.
Sete meses depois, em abril de 2020, Bagnasco e outros cinco empresários recorreram a Calvaruso para adquirir nove partes de um grande armazém. Coube à máfia afastar outros pretensos concorrentes na compra do imóvel. Em troca, a Cosa Nostra exigiu uma taxa total de 90 mil euros – 40 mil a serem pagos apenas por Bagnasco por ele ter adquirido quatro partes do armazém. Foi a vez do empresário e seus sócios sentirem na pele a ira da máfia palermitana.
Em telefonema captado pela polícia italiana, Calvaruso ordenou que Caruso exigisse o dinheiro dos empresários antes que o negócio fosse formalizado em cartório. “Não tenha piedade”, disse o chefe. Bagnasco pagou, mas apenas uma parte – 15 mil euros. Em dezembro de 2020, Calvaruso reforçou as ameaças. “Se eles não me derem o dinheiro, tudo pode acontecer”, disse a Caruso. Em fevereiro de 2021, duas semanas antes da formalização do negócio no cartório, o chefe mafioso aumentou o tom das ameaças. “Se alguém ousar fazer a escritura sem ter pagado, não deixe ir ao cartório e meta um revólver na boca dele”, ordenou. Calvaruso falava de um lugar muito distante de Palermo, do outro lado do Oceano Atlântico – mais precisamente, de Natal, no Rio Grande do Norte.
Parte do dinheiro extorquido dos empresários custeou as despesas de familiares dos membros da Cosa Nostra que estão presos. Outra parte foi enviada ao Rio Grande do Norte, onde, ao longo de dezessete anos, sob o comando de Calvaruso, a máfia siciliana investiu 800 milhões de reais no mercado imobiliário por meio de uma engenhosa máquina de transferir e lavar dinheiro. Durante esse tempo, a Cosa Nostra deixou no estado nordestino um rastro de golpes milionários, fraudes cartorárias, corrupção, grilagem de terras e dois assassinatos.
Giuseppe Calvaruso tem cabelos castanho-claros, repartidos ao meio, e baixa estatura, o que lhe rendeu o apelido, entre os mafiosos sicilianos, de u curtu (o curto, literalmente, ou o baixote). Em 47 anos de vida, a maior parte atuando como empresário da construção civil, adquiriu o respeito da cúpula da Cosa Nostra, sobretudo depois de ter ajudado na fuga de Giovanni Motisi, no fim dos anos 1990. Motisi foi um dos mais sanguinários assassinos de aluguel de Salvatore “Totò” Riina, mafioso que aterrorizou a Sicília e foi o mandante dos assassinatos, em 1992, dos juízes Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, responsáveis pelo Maxiprocesso de Palermo. Em 1993, Riina foi preso. Morreu em 2017, aos 87 anos.
Cada município da Sicília (ou, no caso das maiores cidades, cada bairro ou distrito) possui um líder mafioso, chamado capomandamento (mandamento é uma região controlada por determinado clã criminoso). Antonino Rotolo, o capomandamento de Pagliarelli, está preso desde 2006. Quem o substitui desde 2015 é Calvaruso, mas na condição de “regente”, como se chama o líder temporário. Em conversa interceptada pela polícia italiana, o regente disse ter à disposição cerca de 1 bilhão de dólares para investir.
Em fevereiro de 2009, Pietro Ladogana, um homem alto de queixo anguloso que, para a PF, era testa de ferro da Cosa Nostra, desembarcou em Natal. Na capital potiguar, ele fundou três empresas do ramo imobiliário, com um capital social total de 3,8 milhões de reais, e casou-se com Tamara Maria de Barros. A brasileira seria usada como laranja pelo italiano, que colocou no nome dela boa parte dos imóveis que adquiriu.
Mas Ladogana também começou a grilar terras com o uso da violência. Chegou a criar uma milícia formada por policiais militares para expulsar moradores em Extremoz, município na Região Metropolitana de Natal, onde contava com a ajuda do então tabelião do cartório local e ex-prefeito João Soares de Souza, e de servidores da prefeitura para falsificar documentos que garantissem a posse dos imóveis. Quando o então secretário de Tributação de Extremoz Giovanni Gomes contrariou os interesses do esquema, Ladogana ordenou que um dos PMs de sua milícia, Alexandre Douglas Ferreira, “desse um susto nele” – como a mulher do mafioso contou à Polícia Civil. Gomes levou um tiro de raspão na perna quando saía da festa de formatura do filho, em uma noite de agosto de 2013.
No caso de outro desafeto, o desfecho foi trágico. O empresário italiano Enzo Albanese, que dirigia um time de rugby em Natal e não tinha relações com a Cosa Nostra, descobriu as fraudes fundiárias de Ladogana, bem como desvios de parte do dinheiro da máfia para o próprio bolso, e ameaçou denunciar tudo à polícia. Em março de 2014, Albanese foi ameaçado de morte, caso ousasse delatar seus esquemas. Mas ele não recuou. Em 2 de maio do mesmo ano, ele fechava o portão de entrada de sua casa quando o policial Ferreira se aproximou em uma moto e atirou. O italiano morreu no local. Um mês depois, a Justiça de Natal decretou a prisão preventiva de Ladogana, que foi detido no aeroporto de Roma, onde tentava embarcar para o Brasil com 120 mil euros escondidos na roupa. Acabou liberado meses depois, na Itália, e ficou no país natal. Tempos depois, recebeu uma pena de catorze anos de reclusão, que ele cumpre na penitenciária de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. Ferreira não chegou a ser julgado – a Justiça o considerou inimputável, depois que foi diagnosticado com esquizofrenia.)
Em 2016, Calvaruso iniciou o processo de troca do operador da lavanderia de dinheiro da máfia no Brasil. Recorreu então ao empresário Giuseppe Bruno (foto no início do artigo), cuja família lavava dinheiro para a máfia desde os anos 1990 na construção civil da Sicília, de acordo com a polícia italiana.
Em Natal, Bruno e Calvaruso investiram 830 mil euros na compra de novas áreas nos arredores de Natal, inclusive uma fazenda que seria transformada em loteamento com perspectivas de ganhos milionários. “Gostaria de salientar que estamos falando de 180 hectares, onde há a possibilidade de construir cerca de 7.500 casas, que por 100 mil reais são 750 milhões de reais de faturamento, com um lucro residual de mais de 50%…”, escreveu Bruno, por e-mail, a um integrante da máfia na Sicília. No total, segundo o Ministério Público Federal, a máfia adquiriu 76 imóveis no Brasil.
Certo dia, em um shopping de Ponta Negra, local abastado da cidade, Bruno conheceu Sara da Silva Barros, de 37 anos de idade. Logo, ela se tornaria não só a mulher de Bruno, como sua testa de ferro preferida, já que não tinha antecedentes criminais. “Sara é cem por cento limpa”, escreveu ele para Calvaruso, por WhatsApp. Foi em nome dela que Bruno e Calvaruso montaram a pizzaria e cafeteria Italy’s, na orla de Natal.
O policial e advogado Carlos Menezes conheceu Bruno em 2016, quando o italiano e Nino Spadaro foram até a Delegacia de Apoio e Assistência ao Turista (Deatur), em Natal, onde o então agente trabalhava, para fazerem um boletim de ocorrência contra João Soares de Souza, tabelião do cartório de imóveis de Extremoz, e seu filho, Gustavo Eugênio Costa de Souza. Segundo Bruno, o tabelião e o filho haviam falsificado a escritura de uma área de 29 hectares adquirida pela empresa Tecnobloco Construções Ltda., da qual o italiano se dizia sócio e procurador, para revendê-la a terceiros por 16 milhões de reais.
Por causa do alegado prejuízo pela perda do terreno, Bruno e Spadaro passaram a pressionar o tabelião, que se comprometeu a pagar 1,2 milhão de reais e a entregar outra área a eles. Mas Souza só pagou 150 mil reais, e os italianos descobriram que os documentos da área oferecida eram falsos.
Na discussão com os italianos, o tabelião ameaçou Bruno e seu advogado com um revólver, dentro do cartório de Extremoz, o que motivou um segundo boletim de ocorrência contra Souza, agora por ameaça, registrado pelo então policial Menezes no fim de 2017, na mesma Deatur. A aproximação com o policial fez com que este fosse convidado a trabalhar como segurança para a viagem que a mãe de Bruno fez da Itália ao Brasil.
Em março do ano seguinte, Souza e o filho foram denunciados à Justiça por estelionato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusados de uma série de fraudes documentais. Souza morreu um mês depois, de causas naturais. Gustavo, seu filho, foi absolvido. Sem saída, Bruno ingressou com ação na Justiça contra o tabelião e o filho, e a 1ª Vara de Extremoz condenou o espólio de Souza e também Gustavo a indenizarem Bruno em 22 milhões de reais.
Retornando ao Brasil em 2019, Calvaruso, regente da Cosa Nostra, acelerou os investimentos da máfia. Concluiu a construção de uma casa dentro de um resort em Bananeiras, interior da Paraíba; comprou dois apartamentos em Cabedelo, município vizinho a João Pessoa; adquiriu duas empresas em Natal (uma delas dona de imóveis avaliados em quase 4 milhões de reais, no total) e fundou a pizzaria Italy’s.
Em 2021, os primeiros policiais italianos desembarcaram em Natal para rastrear o patrimônio amealhado pela máfia e seguir de perto os passos de Giuseppe Bruno.
No ano seguinte, em maio, o governo italiano decidiu solicitar formalmente um acordo de cooperação com o Ministério Público Federal (MPF) brasileiro para “a obtenção de dados confiáveis sobre rastreabilidade dos grandes fluxos financeiros movidos da Itália para o Brasil e informações sobre bens atribuídos a Giuseppe Calvaruso e outros”. A investigação do MPF, da PF e da Receita Federal, iniciada em outubro de 2022, não só confirmou os dados já investigados desde a Itália como encontrou novas suspeitas sobre o patrimônio do trio Calvaruso-Ladogana-Bruno no Rio Grande do Norte.
Em novembro de 2023, a PF encaminhou à Justiça os pedidos de prisões preventivas e de buscas. Em poucas semanas as requisições foram acatadas pela 14ª Vara Federal de Natal, mas a operação tinha de ser deflagrada ao mesmo tempo no Brasil e na Itália, onde havia outros participantes do esquema mafioso. A Justiça italiana demorou a conceder os pedidos de prisão (só o fez em agosto de 2024).
Bruno foi preso na manhã de 13 de agosto de 2024. No mesmo dia, a Direção Distrital Antimáfia de Palermo prendeu na Itália a mãe dele, Rosa Simoncini. No Brasil, nove pessoas, incluindo Calvaruso, Bruno e sua ex-mulher, Ladogana, sua ex-mulher, Tamara Barros, e a atual, Regina Souza, são réus em ação penal, ainda não julgada, na 14ª Vara Federal de Natal, acusados de associação criminosa e lavagem de dinheiro. Em dezembro passado, o inquérito da polícia italiana seguia em andamento.
O advogado de Calvaruso na Itália, Michele Giovinco, disse à revista piauí que a Justiça ainda não provou a responsabilidade do réu na suposta extorsão aos compradores do armazém na via Altofonte, em Palermo, nem na lavagem de dinheiro na compra e venda de imóveis no Brasil. “Não há provas processuais nas investigações italianas de transferência de dinheiro de Hong Kong ou Cingapura, nem para a Itália e nem para o Brasil”, afirmou.
Em nota, a defesa de Ladogana informou apenas que o patrimônio dele no Brasil “foi adquirido com muito trabalho” e que o empresário nunca teve envolvimento com a Cosa Nostra. Nino Spadaro não quis se manifestar. A defesa de Bruno não foi localizada.
A última ponta solta dos esquemas da máfia siciliana no Rio Grande do Norte é o assassinato de Carlos Antonio Lopes da Silva, o taxista que se tornou laranja de Pietro Ladogana e era dono formal de duas empresas e de dezenas de imóveis no estado. Mesmo depois da prisão do italiano, em 2019, Silva continuou próximo dele – era uma das pessoas autorizadas por Ladogana a visitá-lo na prisão em Alcaçuz.
Na noite de 1º de março de 2023, Silva dormia em sua casa no bairro Pitangui, em Extremoz, com a mulher e as duas filhas do casal, quando ouviu a porta da entrada sendo arrombada. Pegou um bastão e conseguiu atingir um dos invasores, mas acabou levando sete tiros de pistola de outro criminoso. Morreu ao lado da sua cama.
A principal suspeita da polícia é que Silva tenha sido morto a mando de um empresário potiguar que teria grilado parte dos terrenos da Cosa Nostra no estado. Responsável pelo inquérito, o delegado André Kay, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Ceará–Mirim, não revela a identidade do suspeito para não atrapalhar as investigações. Passados quase dois anos do crime, o inquérito ainda não foi concluído.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (10). São 450.878 casos totalizados. Na quarta-feira (9), eram contabilizados 448.501, ou seja, 2.377 novos casos em comparação, destes, 1. 614 confirmados nas últimas 24 horas.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.863 no total. Nove (09) óbitos foram registrados nas últimas 24 horas no RN (Santa Cruz, Dix-Sept Rosado, Cerá–Mirim, Boa Saúde, Mossoró, Caicó, Serra Negra do Norte).
Recuperados são 408.695. Casos suspeitos somam 4.470 e descartados são 880.571. Estimativa de casos em acompanhamento: 34.320
Olha só, o Papo de Fogão deste fim de semana está imperdível! Nós vamos receber o chef Fábio Cunha, do Mato Grosso do Sul, radicado em João Pessoa, que vai nos ensinar a preparar um prato bem típico da culinária pantaneira: o Macarrão de comitiva. Já a dica rápida vai ficar por conta da chef e assadora Miriam Muniz, de São Paulo/SP, que vai mostrar o preparo de um delicioso Tartar de salmão com manga e abacate. Não vai perder, né?!
Os interessados em participar do Concurso da Caixa Econômica Federal têm até esta segunda-feira (25) para realizar a inscrição por meio do site da Fundação Cesgranrio. Para o Rio Grande do Norte são oferecidas 41 oportunidades para técnico bancário, sendo 33 para o polo Natal e oito para o polo Mossoró. Já em relação aos cargos de nível superior, o certame oferta uma vaga para médico do trabalho no Estado.
Ao todo, são mais de 4 mil vagas para todo o Brasil, incluindo cadastro reserva. O valor da inscrição é de R$ 50 para cargos de nível técnico e de R$ 65 para cargos de nível superior. Entre as oportunidades para o país, 2 mil são para Técnico Bancário Novo (TBN), para encarreiramento geral no banco, e 2 mil vagas para TBN na área de Tecnologia da Informação (TI), todas de nível médio. Além destas, há 50 vagas de nível superior, sendo 28 para médicos do trabalho e 22 para engenheiros de segurança do trabalho.
Remuneração
Para as vagas de nível médio, no cargo de técnico bancário novo, a remuneração inicial é de R$ 3.762. Já para as vagas de nível superior, os salários iniciais são de R$ 11.186,00 (médico do trabalho) e R$ 14.915,00 (engenheiro de segurança do trabalho). Somado a isso, os aprovados receberão auxílio alimentação e refeição, direito à assistência médica, previdência complementar, vale-transporte, auxílio creche, entre outros.
Inscrição
A taxa de inscrição é de R$ 50 para nível médio e R$ 65 para nível superior. O pedido da taxa de isenção deve ser feito até 7 de março já passou do prazo.
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