A pesquisa de opinião pública Consult/TN também ouviu de 20 a 23 de setembro, os eleitores sobre a preferência dos candidatos à Câmara Municipal de Natal.
À pergunta não estimulada aponta que pelo menos 1/3 dos eleitores ainda estão em duvida em relação ao voto para vereador, ou seja, 31,70% disseram não saber e 10,0% responderam que não pretendem votar em nenhum dos 434 candidatos.
A segunda pesquisa Consult/TN ouviu 1.000 eleitores em Natal entre os dias 20 e 23 e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número RN-07479/2024. O erro amostral máximo é de 3,1% e confiabilidade de 95%.
Os candidatos mais citados estão na lista abaixo.
Os vereadores mais citados
Eriko Jácome 2,20%
Irapoã 1,80%
Robson Carvalho 1,50%
Naelson Borja 1,50%
Léo Souza 1,40%
Tércio Tinoco 1,40%
Raniere Barbosa 1,40%
Brisa Bracchi 1,40%
Kléber Fernandes 1,30%
Aldo Clemente 1,20%
Camila Araújo 1,20%
Chagas Catarino 1,10%
Luciano Nascimento 1,10%
Samanda Alves 1,10%
Herberth Sena 1,10%
Daniel Rendall 1,10%
Preto Aquino 1,10%
Nina Souza 1,0%
Dorys Cândido 1,0%
Peixoto 0,90%
Daniel Valença 0,90%
Aroldo Alves 0,80%
Hermes Câmara 0,80%
Robério Paulino 0,70%
Felipe Alves 0,70%
Fausto Calixto 0,70%
Max Serrão 0,60%
Júlia Arruda 0,60%
Tárcio de Eudiane 0,60%
Eribaldo 0,60%
Júlio Protásio 0,60%
Fúlvio 0,60%
Elivelton Rocha 0,50%
Matheus Faustino 0,50%
Leila Maia 0,50%
César de Adão Eridan 0,50%
Sônia do Nova Natal 0,50%
Cícero Martins 0,40%
Anne Lagartixa 0,40%
Thábata Pimenta 0,40%
Júlio Ribeiro 0,40%
Ariel 0,40%
Lady Day 0,40%
Anderson Lopes 0,40%
Ubirajara Barros 0,40%
Edivan Enfermeiro 0,40%
Cleiton da Policlinica 0.30%
Ranny Dumaresq 0.30%
Márcio Gomes 0.30%
Geilberli 0.30%
Gêmeos do Igapó 0.30%
Aline Juliete 0.30%
João Oliveira 0.30%
Godeiro 0.30%
Wellington Pedroza 0.30%
Adriana do Quebra Osso 0.30%
Elias das Paradas 0.30%
Albert Dickson 0.30%
Camila 0.30%
Rubens 0.30%
Cicinho Bike 0.30%
Zé Humberto 0.30%
Gilvan Balada 0,20%
Giann Oliveira 0,20%
Castilho 0,20%
Renan Nunes 0,20%
Nivaldo Bacurau 0,20%
Margarete Régia 0,20%
Pt 0,20%
Ermínio Félix 0,20%
Eliabe 0,20%
Wellington 0,20%
Paulinho Pessoa 0,20%
Charles Cunha 0,20%
Tetê Modas 0,20%
Sandra 0,20%
Thécia Diniz 0,20%
Tácio Cavalcanti 0,20%
Tati Ribeiro 0,20%
João Batista 0,20%
Klaus 0,20%
Carlos Silvestre 0,20%
Pedro Henrique 0,20%
Carlos Reny 0,20%
Gilson Taxista 0,20%
Itanildo 0,20%
Adriana Da Sopa 0,20%
Pastor Rubens 0,20%
Tony 0,20%
Tiago Da Auto Escola 0,20%
Bruno Queiroga 0,10%
Ieda Santiago 0,10%
Jean 0,10%
Milklenilson 0,10%
Karla Álvares 0,10%
Carlos Enfermeiro 0,10%
Emerson 0,10%
Elizabeth Biglione 0,10%
Professor Xico 0,10%
Sargento Sabino 0,10%
Eduardo 0,10%
Luciano Monteiro 0,10%
Lucena 0,10%
Dilsinho 0,10%
Baba Cláudio 0,10%
Daniel Santiago 0,10%
Sílvio Dantas 0,10%
Camila Ribeiro 0,10%
Gal Do Guarapes 0,10%
Eliu 0,10%
Rogério Anacleto 0,10%
Luciana Lima 0,10%
Diógenes Paulino 0,10%
Thiago Bernhard 0,10%
Rosa Guerreira 0,10%
Sandro Soares 0,10%
Anderson Nascimento 0,10%
Milenne Barbosa 0,10%
Elizangela 0,10%
Wellington Bernardo 0,10%
Marlene 0,10%
Júlio 0,10%
Ricardo Borja 0,10%
Padre Caio Cavalcanti 0,10%
Jackson Capixaba 0,10%
Sônia Godeiro 0,10%
Lorena 0,10%
Gil Bola 0,10%
Ariberto 0,10%
Mano Targino 0.10%
Raimundo Jorge 0,10%
Márcia Dantas 0,10%
Paulinha Galdino 0,10
Kleber Bezerra 0,10
Cláudio Custódio 0,10%
Dr. Milano 0,10%
Vitória Freire 0,10%
Albany Dutra 0,10%
Manassés 0,10%
Samara Trigueiro 0,10%
Jean Silvino 0,10%
Erinaldo 0,10%
Sirlano 0,10%
Glaucus 0,10%
Davi Ribeiro 0,10%
Sena Frentista 0,10%
Pequeno 0,10%
Geraldinho 0,10%
Dra. Dalila 0,10%
Dr. Pedro 0,10%
Bambam 0,10%
Vilma Batista 0,10%
Teresa Viana 0,10%
Ana Miranda 0,10%
Valber Soares 0,10%
Bruno Rafael 0,10%
Klebisson 0,10%
Pastor Johnson 0,10%
Geraldo Pinho 0,10%
Cláudio Arruda 0,10%
Silveira 0,10%
Vavá 0,10%
Lucas Fagundes 0,10%
Vânia Torres 0,10%
A segunda pesquisa Consult/TN ouviu 1.000 eleitores em Natal entre os dias 20 e 23 e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número RN-07479/2024. O erro amostral máximo é de 3,1% e confiabilidade de 95%.
PARABÉNS HÁ TODOS CANDIDATOS(AS), QUE ESTÃO APARECENDO NAS PESQUISAS! TEMOS QUE NOS FORTALECER PARÁ EXIGIRMOS AS MUDANÇAS QUE O BRASIL TANTO CLAMA POR MUDANÇAS, INCLUSIVEIS AS LEIS QUE REGEM O SISTEMA ELEITORAL!
Dúvida: como uma pesquisa ouve 0,13% da população de Natal e tem 95% de confiabilidade?
Natal tem 751.300 pessoas (senso de 2022), eles ouviram 1.000 pessoas, como isso representa 95% da intensões de votos da cidade toda?
Não tem jeito.
O povo não muda os ruins.
As mesmas caras profissionais vão voltar todos.
Não tem como ir pra frente.
Como se os mesmos voltam todos??
Tem deles aí, que eu era menino já eram vereadores.
Tem jeito não!!!!
A terceira pesquisa Consult/TN mostra uma diminuição no percentual de eleitores indecisos, mas ainda é alto o índice dos natalenses que disseram não saber em quem votam para vereador em Natal. A indefinição de votos que era de 31,7% na pesquisa anterior, caiu, agora, para 24.40%.
Já o percentual de eleitores que não pretendem votar em nenhum candidato à Câmara Municipal, reduziu de 10,0% para 9.80%.
Os resultados da pesquisa estão sujeitos a um erro máximo permissível de 3.1%, com confiabilidade de 95% e foi registrada com o número RN- 03135-2024 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ao lado, a lista dos candidatos a vereador mais citados pelos eleitores de Natal.
Confira a lista dos mais citados na íntegra abaixo:
Tércio Tinoco 2.90
Eriko Jácome 2.20
Aroldo Alves 2.10
Robson Carvalho 1.80
Léo Souza 1.60
Luciano Nascimento 1.40
Chagas Catarino 1.30
Júlia Arruda 1.30
Irapoã 1.30
Brisa 1.30
Herberth Sena 1.20
Anne Lagartixa 1.20
Eribaldo Medeiros 1.10
Márcio Gomes 1.10
Nina Souza 1.10
César de Adão Eridan 1.10
Raniere Barbosa 1.00
Peixoto 1.00
Max Serrão 0.90
João Batista Torres 0.90
Ermínio Félix 0.80
Samanda 0.80
Daniel Valença 0.80
Fulvio 0.80
Camila 0.80
Naelson Borja 0.70
Klaus 0.70
Robério Paulino 0.70
Tárcio de Eudiane 0.70
Kléber Fernandes 0.70
Camila Araújo 0.60
Anderson Lopes 0.60
Felipe Alves 0.60
Thábata Pimenta 0.60
Preto Aquino 0.60
Dr. Milano Máximo 0.50
Hermes Câmara 0.50
Luciano Budú 0.50
Ubirajara 0.50
Fausto Calixto 0.50
Fernando Lucena 0.40
Lady Day 0.40
Aldo Clemente 0.40
Carlos Silvestre 0.40
João Oliveira 0.40
Sirleno Júnior 0.40
Dr. Geraldo Pinho 0.40
Raimundo Gurgel 0.40
Zé Humberto 0.40
Vânia Torres 0.40
Adriana do Quebra Osso 0.40
Albert Dickson 0.30
Lourenço 0.30
Lili Odonto 0.30
Cicinho Bike 0.30
Edivan Enfermeiro 0.30
Elizabeth Biglione 0.30
Sena Frentista 0.30
Tony 0.30
Daniel Santiago 0.30
Faustino 0.30
Carlos Santos 0.30
Lucas 0.30
PT 0.30
Gal 0.30
Ewertob Binho 0.30
Neide 0.30
Dorys 0.30
Ariel 0.30
Sérgio do Côco 0.30
Pedro e Paulo Gêmeos do Igapó 0.20
Nildo Ângelo 0.20
Margarete Régia 0.20
Tati 0.20
Manassés 0.20
Nivaldo Bacurau 0.20
Henrique Mosquito 0.20
Júlio Protásio 0.20
Edevandro Fernandes 0.20
Paulinha Galdino 0.20
Daniel 0.20
Tetê Modas 0.20
Daniel Rendall 0.20
Emanoel do Cação 0.20
Breno Queiroga 0.20
Cleiton da Policlínica 0.20
Jadison Melo 0.20
Aline Juliete 0.20
Sônia Do Nova Natal 0.20
Ranny Dumares 0.20
Cícero Martins 0.20
Dra. Júlia Raquel 0.20
Luiz Pedro 0.20
Bastião 0.20
Mário Sérgio 0.20
Eliabe 0.20
Adriano Barros 0.20
Flauber 0.20
Elias das Paradas 0.20
Júlio 0.20
Professora Margareth 0.20
Brechinha da Padaria 0.20
Mounart 0.20
Nilson Venâncio 0.20
Vavá da Ótica 0.20
Luciano 0.20
Luciana Monteiro 0.20
Pedro Henrique 0.20
Renan Barão 0.10
Camila Barbosa 0.10
Alison Rebouças 0.10
Professora Clarice 0.10
Anchieta Félix 0.10
Giann Oliveira 0.10
Amanda Gurgel 0.10
Gaguinho dos Teclados 0.10
Cristina Gari 0.10
Eudiane Macedo 0.10
Sandrinha 0.10
Débora Serafim 0.10
Dom Sincero 0.10
Henrique Budú 0.10
Elizangela 0.10
Assuero Tindo 0.10
Reny 0.10
Pedro Proarmas 0.10
Professor Xico 0.10
Thaysa 0.10
Paulinho Pessoa 0.10
Pastor Rubens 0.10
Joãozinho 0.10
Zezinho Quintal 0.10
Ruzicar 0.10
Amanda 0.10
Joel Dias 0.10
Fernanda Filgueira 0.10
Reginaldo Oliveira 0.10
Suelin 0.10
Rubens da Ponte 0.10
Kerlly Vasconcelos 0.10
Professor Luan 0.10
Wellington do Planalto 0.10
Rogério Anacleto 0.10
Eduardo Propaganda 0.10
Rosa Guerreira 0.10
Alberto Sena 0.10
Claudio Arruda 0.10
Janaína Guerreira 0.10
Mano Targino 0.10
João Maria 0.10
Madson 0.10
Marcos Antônio 0.10
Amélia Barbosa 0.10
Carlos Eduardo 0.10
Cristiane Trajano 0.10
Sônia do Detran 0.10
Cristiane do PT 0.10
Professora Celeste 0.10
Wellington Bernardo 0.10
Pequeno 0.10
Elivelton Rocha 0.10
Monzar 0.10
Carlinhos do Gás 0.10
Pedro Paulo 0.10
Georgia Martines 0.10
Bruno Rafael 0.10
Leila Maria 0.10
Paulo Enfermeiro 0.10
Jackson 0.10
Nilson Costa 0.10
Sônia Godeiro 0.10
Tiago da Auto Escola 0.10
Carol Gurgel 0.10
Marlene Ramalho 0.10
Erinelson 0.10
Severina 0.10
Sargento Castilho 0.10
Bambam 0.10
Vilma 0.10
Eliu 0.10
Eliel do Gás 0.10
Uma sequência de episódios ocorridos nas últimas semanas colocou a Petrobras em evidência ainda maior neste novo governo Lula.
Entre eles estão as decisões do novo plano de investimentos para o período 2024-2028; a retomada da refinaria Lubnor – que já tinha venda acertada no ano passado –; o pedido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para revisar os acordos para vendas de mais refinarias e de ativos de gás natural e, por fim, uma mudança no estatuto vista pelo mercado como uma abertura para mais indicações políticas.
Tudo isso parece aproximar a estatal do modelo de gestão adotado nos governo petistas anteriores e a afasta das estratégias seguidas durante as presidências de Michel Temer e Jair Bolsonaro, especialmente no período em que a empresa foi comandada pelos executivos Pedro Parente e Roberto Castello Branco, entre 2016 e 2021.
Em resposta ao Estadão, a Petrobras enviou um vídeo de seu presidente, Jean Paul Prates, no qual ele diz que a empresa segue a Lei das Estatais sobre as indicações de dirigentes. O executivo nega a reestatização de refinarias e afirma que as mudanças em curso visam contribuir para o desenvolvimento do País.
Nos governos Lula 1 e 2 e Dilma Rousseff, a Petrobras sofreu com o aparelhamento político, se endividou para fazer investimentos do interesse do governo (como a construção de estaleiros e a compra de navios sonda) e teve prejuízo recorde entre 2014 e 2017 de R$ 71 bilhões, culminando numa dívida de cerca de R$ 350 bilhões. O nível de endividamento da companhia chegou a ser o segundo maior das Américas no período, atrás apenas da General Electric.
Sob os governos do PT, a empresa fez uma série de investimentos que não trouxeram os resultados previstos e acabaram tendo custos excessivos devido à busca por uma posição monopolista em diversas áreas. Foi o caso, por exemplo, da compra da Refinaria de Pasadena, que acabou custando à estatal, em 2008, US$ 1,2 bilhão, valor bastante superior aos US$ 42 milhões desembolsados pela empresa belga Astra Oil, em 2005.
Em 2017, o Tribunal de Contas da União (TCU) responsabilizou o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e o ex-diretor da área internacional da empresa Nestor Cerveró pelo negócio. Eles foram condenados a devolver mais de US$ 79 milhões aos cofres públicos e ficaram inabilitados para exercer cargos em comissão por oito anos. Também receberam multa individual de R$ 10 milhões.
Os investimentos massivos em refinarias também saíram muito mais custosos do que o estimado e projetos não foram completados. Em especial nos megaprojetos da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), no Porto de Suape, em Pernambuco, e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). A estimativa, em 2005, para a construção da RNEST, era de que custaria US$ 2,3 bilhões, com previsão de término para 2011.
Os casos de corrupção na estatal ligados a vários desses investimentos foram alvo de investigação da Operação Lava Jato, que minou o governo da presidente Dilma e ampliou a crise que resultou em seu impeachment em 2016. As investigações também resultaram na prisão de petistas e figuras ligadas ao partido, além do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nas gestões seguintes, a estatal passou a investir menos e deixou algumas áreas de atuação. A escolha foi pela venda de ativos, e o foco principal do negócio permaneceu na extração de petróleo, com destaque para as áreas do pré-sal.
Na atual gestão de Prates, que assumiu em janeiro deste ano, o caminho sinalizado tem sido o de expansão, diversificação e retorno a setores que a empresa prometia deixar de lado ou dar menos destaque, como o de refino e o petroquímico. O executivo indicou até a intenção de abrir uma subsidiária da empresa no Oriente Médio, a Petrobras Arábia, para fortalecer os laços comerciais da companhia na região do Golfo Pérsico. A declaração surpreendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gerando desconforto no governo. Em entrevista concedida neste domingo, 3, Lula afirmou não ter sido informado sobre a intenção de Prates e destacou que o presidente da estatal tem uma mente “muito fértil”.
Mudança no estatuto
Os anúncios dos últimos dias tiveram pouco impacto nos preços das ações da Petrobras. Desde o anúncio do novo plano estratégico, elas subiram de R$ 35,2 para R$ 35,7.
Na quinta-feira, 30, no entanto, assembleia extraordinária dos acionistas aprovou mudança no estatuto da Petrobras que reduz barreiras contra indicações políticas para cargos de alto escalão na empresa. Desde 2016, a Lei da Estatais traz vedações para essas indicações, para evitar escândalos de corrupção. Com votação em massa dos conselheiros representantes da União, a mudança foi aprovada 54,6% dos votos, contra 31,96% contrários e 13,06% de abstenções.
Em vídeo gravado durante a COP-28, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, Jean Paul Prates, atual presidente da companhia, afirmou que as alterações aprovadas no estatuto não mudam nada para a empresa. Segundo ele, a alteração estatutária retirou “um item que, basicamente, repete o que estava ou está na Lei das Estatais”. “E o ‘estar’ ou ‘não estar’ depende depende de uma liminar de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)”, completou.
O Molusco é apenas um fantoche na mão dos globalistas. Coloca na empresa seus apadrinhados e proíbe a Petrobrás de explorar petróleo na margem Equatorial. Um grande sabotador do Estado brasileiro.
Vamos ser mais claros, retorno a maior roubalheira que já houve nesse país e no mundo. Todo mundo sabia que ele é um ladrão irrecuperável, só concorda com ele seus comparsas e os criminosos que irão se beneficiar com todo tipo de falcatruas que irão retornar. LULADRAO é um ser deplorável e criminoso costumaz, portanto paremos o preço da roubalheira e da corrupção, novamente. Veja onde vc, que vai defender LULADRAO, se enquadra, BANDIDO, COMPARSA OU AMBOS?? ?
Perfeito Augusto, assino em baixo sem tirar nada das suas palavras.
Esse bandido com seus “cumpanheiros” estão acabando com as nossas esperanças, liberdade, dignidade e o orgulho de ser brasileiro.
PERFEITO comentário 👏👏👏👏👏!
Os petralhas vão quebrar a Petrobras novamente. Eles estão famintos!!
Na imagem, o avião Airbus A319CJ da Força Aérea Brasileira, o “Aerolula” – Foto: Wikimedia Commons
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou que o Ministério da Defesa, chefiado por José Múcio Monteiro, dê urgência à compra de um novo avião presidencial. O modelo usado atualmente apresentou problemas na volta do petista de uma viagem ao México em outubro. A empresa consultada para a compra do equipamento foi a Airbus (formada por um consórcio de vários países europeus). No entanto, a resposta foi decepcionante: a entrega demoraria cerca de 2 anos e o avião só ficaria disponível a partir de 2027.
A opção seria Lula aceitar a compra de algum avião de 2ª mão disponível no mercado, já adaptado para acomodar autoridades. Caso contrário, só usufruiria da nova aeronave em uma eventual reeleição. A exigência do Palácio do Planalto é que o avião tenha autonomia maior do que a do atual, que para destinos na Europa ou nos Estados Unidos, por exemplo, precisa parar para reabastecer. Também é preciso ter sala de reuniões ampla, internet de alta velocidade, possibilidade de ser reabastecido em voo, quarto de casal e banheiro com chuveiro.
Há aviões usados no mercado já com configurações semelhantes, sobretudo de países árabes do Oriente Médio, cujos governantes trocam com frequência de equipamento. Lula não se interessou em princípio. Mas há um impasse porque, se for esperar um novo avião, não será para o atual mandato do petista.
O ministro da Defesa está com a missão de atender a essa demanda. A decisão de Lula já foi tomada sobre a compra. Mas agora depende do que o presidente vai dizer a respeito de adquirir um avião usado ou esperar 2 anos para a entrega da encomenda.
À rádio O Povo/CBN, de Fortaleza (CE), em 11 de outubro, Lula confirmou a intenção de comprar um novo avião presidencial e indicou que gostaria de adquirir outros para viagens de ministros. Disse que a nova compra não é privilégio seu, mas segurança para integrantes do governo.
“Desse problema tiramos uma lição. Vamos comprar não apenas um avião, mas alguns aviões. O Brasil é um país grande com 8 milhões de km², com 360 mil km de florestas tropicais, com 8.000 km de fronteiras marítimas, com 5 milhões de km² de água que é responsabilidade do Brasil. Nós precisamos nos preparar, não podemos ser pegos de surpresa”, disse na entrevista.
O petista já queria trocar de avião no início do seu governo, em 2023. Quando havia feito 10 viagens internacionais, em maio do ano passado, Lula pediu à Defesa que viabilizasse uma nova opção de aeronave. Algumas das viagens que havia realizado duraram mais de 25 horas por causa de paradas necessárias durante o trajeto, quando foi, por exemplo, à China e ao Japão.
Inicialmente, cogitou-se adaptar um dos Airbus A330-200 comprados em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) por US$ 80 milhões (cerca de R$ 400 milhões pela taxa de câmbio atual), da companhia aérea Azul. A ideia, porém, foi deixada de lado por causa do alto custo para instalar o sistema de internet a bordo. O Planalto chegou à conclusão na época de que o timing era ruim, no momento em que a equipe econômica falava em controle de gastos.
AEROLULA
O Airbus A319CJ, identificado pela FAB (Força Aérea Brasileira) como VC-1A, foi comprado em 2005 por US$ 56,7 milhões (US$ 91,7 milhões, em valores atualizados, o equivalente a R$ 500 milhões). Tem autonomia de voo de 8.500 km. Na entrevista à O Povo/CBN, Lula disse ter superado o apelido que foi dado à aeronave de forma pejorativa: Aerolula.
“Quando comprei esse avião, era o mais pequeno (sic) da Airbus, comprei o mais barato e o menor. Mesmo assim o [Leonel] Brizola [ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul] cunhou como o Aerolula. Como se o avião fosse um privilégio do presidente. Eu superei isso. Um presidente tem que se respeitar, uma instituição tem que se respeitar. Não precisa um presidente correr riscos”, disse.
Atualmente, o Aerolula conta com uma cabine presidencial equipada com cama e um banheiro privativo para o presidente e a primeira-dama, Janja Lula da Silva. Há também uma área reservada com duas mesas e 8 lugares. Ali, o presidente pode ter conversas privadas durante o voo. Há ainda 16 poltronas para levar as principais autoridades que acompanham o presidente e a tripulação.
Mais convidados em viagens
Lula quer aumentar o número de convidados em viagens, especialmente deputados e senadores, para se aproximar do Congresso e para prestigiar aliados. Um avião maior será útil para essa estratégia.
Há também reclamações sobre o desconforto da atual aeronave, que é considerada pequena por Janja. A primeira-dama também já demonstrou irritação com o número de escalas técnicas necessárias em longas viagens. O futuro avião já ganhou um apelido em Brasília. É tratado por políticos como “Aerojanja”.
Desde o início de seu 3º mandato, o presidente já fez 23 viagens internacionais. Para o governo, um avião com maior autonomia economizaria tempo no deslocamento, já que precisaria fazer menos escalas. As paradas costumam ser mais demoradas do que em voos comerciais, em razão do abastecimento de combustível e da checagem de segurança.
OLha no meu ponto de vista não é nem necessário recuperar ou fazer um outro avião levando nome de Lula, porque que vai se eleger em 2026 e o Bolsonaro, um homem honesto que nada roubou da nação, asssim sendo o Bolsonaro jamais irá aceitar andar em um avião que já pertenceu a o Bandido Lula.
Lula, o único presidente com relações com o mundo todo ( o Bozo não era recebido por ninguém, ficava comendo pizza fria na sarjeta) logo estará 100 % bem, viajando e fazendo acordos pro crescimento do Brasil.
Frifrizinha tu lê-se a matéria ou Tem dificuldade igual ao padrasto? Deixe de viajar no e…… ralo desse veio boco, eu dou um voto a ele para que ele vá baixar a de maduro e aqui, nos Estados onde ele foi derrotado, foi paia muita kkkkkkkkk uma vergonha sem fim, acabou.
Imagine se ele usasse o dia 7 de setembro pra dizer que era imbrochavel? Quem falou isso foi o quadrúpede seguido por jegues.
Esse cara só pensa em GASTAR, GASTAR E GASTAR..O POVO QUE SE LASQUE,TUDO CARO, GASOLINA QUASE SETE REAIS O LITRO. E A PIRRA DA VELHA IMPRENSA NÃO DIZ NADA.
Uma sexagenária cheia de energia e com fôlego para seguir sua trajetória de sucesso ainda por muitos anos. Assim é a tradicional Festa do Boi, que este ano chega à emblemática 60ª edição com a expectativa de quebrar recordes de público e negócios.
O evento deve movimentar R$ 65 milhões em negócios e atrair cerca de 500 mil visitantes, que irão circular pelos 300 estandes montados no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, durante os seus oito dias. Com realização da Associação Norteriograndense de Criadores (Anorc) e do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape), Sebrae e Prefeitura de Parnamirim, a Festa do Boi 2022 será oficialmente aberta em uma solenidade especial, marcada para às 17h deste sábado, 8, e segue até o próximo dia 15.
Oficialmente denominada de Exposição de Animais, Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Rio Grande do Norte, a Festa do Boi 2022 retorna este ano pela primeira vez com força total após a pandemia da Covid 19, que a obrigou a realizar uma edição virtual (2020) e outra com uma série de restrições de público no ano passado.
“Iremos realizar a maior Festa do Boi da história, não tenho dúvidas disso”, afirma o presidente da Anorc, Marcelo Passos. Este ano, mais uma vez, o acesso aos shows musicais será gratuito para quem pagar pela entrada no parque (R$ 10) ou estacionamento (R$ 30), podendo entrar até 5 pessoas por carro. Por terem caráter beneficente eles apenas pedirão ao público a doação de um quilo de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão entregues à instituição DOE Parnamirim, que atende pessoas carentes do município.
O bom momento vivido pelo setor rural potiguar é um dos combustíveis para o otimismo dos realizadores. O titular da Sape, Guilherme Saldanha, pontua este sentimento positivo. “Temos muitos dados positivos a comemorar no agronegócio potiguar. O ano foi de boas chuvas e o setor rural está animado. A edição de número 60 da Festa do Boi tem, de fato, tudo para ser histórica”, afirma ele.
Marcelo Passos, da Anorc, ressalta que praticamente todos os 300 estandes da exposição foram comercializados, o que gera a expectativa também de um recorde na oferta e comercialização de animais, máquinas, implementos, insumos e produtos agropecuários. Ele pontua que o fato de a Festa englobar na sua programação um feriado (o do dia 12) serve para potencializar a já tradicional programação em homenagem ao Dia da Criança. “Já virou tradição. O dia 12 é o Dia da Família na Festa. É o nosso dia de maior público”, pontua ele.
Também merece destaque na Festa o Espaço Agência Sebrae, que contará com palestras, minicursos e exposição de produtos e das principais iniciativas da instituição de suporte ao agronegócio. O espaço, aliás, terá uma nova roupagem, moderna e interativa.
Como sempre, os leilões e os shows estão entre os pontos altos da Festa do Boi. Este ano, os shows terão uma atenção ainda mais especial da organização. Serão dois dias com atrações gratuitas, sendo pedida apenas a doação de um quilo de alimento não perecível. Todos os alimentos arrecadados serão entregues à DOE Parnamirim, uma entidade que cuida de pessoas carentes no município.
Na abertura, neste sábado, 8 de outubro, a Arena Festa do Boi (montada dentro do próprio Parque Aristófanes Fernandes) irá receber, ninguém menos que as bandas Ferro na Boneca e Cavaleiros do Forró e ainda o cantor Aduílio Mendes, uma das vozes mais icônicas do forró nordestino.
Já no sábado 15, no encerramento da Festa do Boi, os shows ficam por conta das bandas Circuito Musical, Na Pegada do Coyote e Chama as Meninas. A programação da Arena de Shows começa sempre às 20h.
Já nos leilões, destaques para os tradicionais Nuleite, ANQM (cavalos Quarto de Milha) e Leilão da Emparn. Apenas os leilões deverão movimentar cerca de R$ 5 milhões.
Estrutura do Governo do Estado na Festa também será especial
Ratificando o seu compromisso com o setor rural potiguar, o Governo do Estado está investindo forte e terá uma presença maciça na tradicional Festa do Boi, que este ano chega ao seu jubileu de diamante, completando 60 anos de tradição. A maior feira e exposição agropecuária do Rio Grande do Norte terá, mais uma vez, o espaço denominado “O RN que dá certo” no qual estarão expostas as inúmeras ações do Governo da professora Fátima Bezerra em prol deste segmento econômico de enorme relevância social.
A estrutura será montada no espaço chamado “Gabinete do Governo”, próximo à já tradicional Fazendinha da Emparn. A própria fazendinha, aliás, já é um ponto que merece destaque. Este ano ela traz como novidade uma Arena, fruto da parceria firmada com o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural-Senar RN.
O espaço do Governo do Estado também irá apresentar cases, números e detalhes de ações desenvolvidas pelo setor de Pesca da Secretaria Estadual da Pecuária e da Pesca (Sape/RN), Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte (Emparn) e a Centrais de Abastecimento (Ceasa/RN).
Haverá exposição de itens produzidos no Distrito de Irrigação do Baixo Açu (Diba), concluído no ano passado pelo Governo, com a entrega de 19 km de canal de irrigação e de rede elétrica, além da nova estação de bombeamento. A ação do Governo, após 30 anos de espera, tem feito com que a área total irrigada passe de 2,7 mil hectares para 5,9 mil hectares (equivalente a mais de sete mil campos de futebol).
Também serão montadas estruturas para divulgação do Mel Potiguar, outro produto que contou com uma ação de apoio do Governo do Estado. Em 2021 foi editado um Decreto do Estado regulamentando a lei que trata da atividade de meliponicultura no Rio Grande do Norte. Com ele, os pequenos produtores de mel de abelha nativa, sem ferrão, estão legalmente amparados no estado. Com a regulamentação, a expectativa do governo estadual é que a atividade seja alavancada, com incremento qualitativo e quantitativo da produção e consequente ampliação do mercado, principalmente nas regiões Central, Oeste e Mato Grande, onde há uma presença mais maciça da cadeia produtiva do mel. A Festa do Cavalo 2023 e a Expofruit 2023, que é promovida pelo Comitê Executivo de Fruticultura do RN (Coex) igualmente com apoio do Governo do Estado também irão merecer destaque.
Emparn terá novidades na Fazendinha e leilão de gado de alto valor genético
Já a partir do sábado (8), a tradicional Fazendinha da Emparn, apresenta para os visitantes uma amostra das pesquisas realizadas nas Estações Experimentais com plantações de diversas culturas adaptadas para o semiárido, como milho, sorgo, banana e palma forrageira consorciada.
De segunda (10) à sexta (14), a equipe de pesquisadores da Emparn irá esclarecer dúvidas e orientar produtores de diversas caranavas de diversos municípios do RN, sobre as tecnologias desenvolvidas. Além dos cultivares, os produtores terão acesso a orientações sobre os serviços prestados pela Emparn por meio de Laboratório de Análise de Águas, solos, plantas e rações, o Laboratório de Biotecnologia e o setor comercial com sementes com alto valor genético que poderão ser adquiridos.
“Preparamos uma programação muito especial para compor a Festa do Boi, um dos maiores eventos do setor do Nordeste, que neste ano comemora 60 anos”, comentou o diretor Presidente da Emparn, Rodrigo Maranhão.
Arena do Conhecimento
“Com o intuito de facilitar o acesso do produtor a produtos de alto valor genético, disponibilizaremos para venda pintos de um dia, mudas de coco e sementes diversas”, comentou Maranhão.
Uma das novidades no local é a Arena montada no espaço da Fazendinha, fruto da parceria firmada com o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural-Senar RN. No local, uma equipe técnica irá ministrar para os produtores cadastrados, diversas práticas relacionadas a cadeias produtivas da bovinocultura, avicultura, piscicultura e outras.
Ainda no espaço da fazendinha, a Emparn apresenta uma unidade demonstrativa do Projeto Pró-Ave Caipira, que objetiva incentivar a produção de galinha caipira pelo interior do estado. Estarão em exposição no local também, bovinos das raças pesquisadas pela Emparn, além de exemplares de ovinos e caprinos do seu plantel.
O Leilão Emparn e Convidados, promovido e realizado pela E.M. Leilões, acontecerá no domingo (09), às 18h, no Tatersal José Bezerra de Araújo.
A Empresa vai disponibilizar 29 lotes de alto valor genético das raças Guzerá, Gir, Sindi e Pardo-Suiça, além de muares e asininos. O pagamento será feito em 2(dois) + 28 (vinte e oito) parcelas. Durante os dias do evento serão realizados ainda Leilões da Urna com caprinos e ovinos.
FESTA DO BOI 2022 – PROGRAMAÇÃO OFICIAL (sujeita a alterações)
Sexta-feira (07/10)
– 13h: Pesagem e diagnóstico de gestação
Sábado (08/10)
– 06h: Torneio Leiteiro – 1ª Pesagem
– 10h: Abertura dos Portões
– 17h: Solenidade de Abertura da 60º Festa do Boi
– 18h: Torneio Leiteiro – 2ª Pesagem
– 18h: Desfile de Abertura da 60ª Festa do Boi
– 20h: Arena Show
Ferro na Boneca
Aduílio Mendes
Cavaleiros do Forró
Domingo (09/10)
– 06h: Torneio Leiteiro – 3ª Pesagem
– 09h: Início do julgamento da raça Pardo-Suíça
– 10h: Abertura dos Portões
– 18h: Leilão EMPARN e Convidados
– 18h: Torneio Leiteiro – 4ª Pesagem
– 18h: Missa Campal com Padre Robson
*Pista de julgamento: Pardo-Suíço
Segunda-feira (10/10)
– 06h: Torneio Leiteiro – 5ª Pesagem
– 09h: Sequência do julgamento da raça Pardo-Suíça
– 10h: Abertura dos Portões
– 10h: Geração Agro – Eventos promovidos pelo Nuleite
– 18h: Torneio Leiteiro – 6ª Pesagem
– 18h:Apresentação Galeria de Garanhões
– 19h: Apresentação dos Animais do Leilão ANQM
*Pista de julgamento: Pardo-Suíço
Terça-feira (11/10)
– 06h: Encerramento das pesagens do Torneio Leiteiro
– 09h: Início dos julgamentos das raças Sindi e Gir.
– 12h: Abertura dos Portões
– 13h30: Sequência dos julgamentos das raças Sindi e Gir.
– 19h: Leilão ANQM
*Pista de julgamento: Cindir e Gir Leiteiro
Quarta-feira (12/10)
– 08h: Julgamentos das raças Sindi e Gir
– 12h: Abertura dos portões
– 14h: Encerramento dos julgamentos das raças Sindi e Gir.
– 14h às 20h: Programação especial com diversos personagens em todo o parque com entrega de brindes para as crianças.
– 15h: Show Palhaço Sorriso e Palhaço Carequinha
– 17h: Cia Era Uma Vez – Show Patrulha Canina
– 18h: Entrega das premiações do Torneio e Melhores Expositores
e Criadores.
– 19h: Cia Era Uma Vez – Show Encanto
– *Pista de julgamento: Cindir e Gir Leiteiro
Quinta-feira (13/10)
– 08h: Início do Julgamento das raças Guzerá Leiteiro e Nelore
– 12h: Abertura dos Portões
– 14h: Julgamentos das raças Nelore, Guzerá e Girolando.
– 19h: Leilão Sindi Estrelas
*Pista de julgamento: Nelore, Guzerá Leiteiro e Girando
Sexta-feira (14/10)
– 08h: Início dos julgamentos das raças Guzerá Leiteiro e Nelore
– 10h: Abertura dos Portões
– 14h: Julgamentos das raças Nelore, Guzerá e Girolando.
– 18h: Entrega das premiações de melhores expositores e criadores.
*Pista de Julgamento: Nelore, Guzerá e Girolando
Sábado (15/10)
– 10h: Abertura dos Portões
– 12h: Leilão Nelore Montana
– 20h: Arena Show
Chama as Meninas
Na Pegada do Coyote
Circuito Musical
O tribunal alertou que o risco de vazamento de dados em 229 órgãos públicos federais é “particularmente alarmante”. Apenas 14 haviam implementado mais de 70% das medidas de segurança recomendadas (outros 25 não responderam aos questionamentos do TCU).
A auditoria foi feita de 2023 a 2024, com integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp), composto pelas unidades de tecnologia dos ministérios, da Presidência, das autarquias e fundações, e encabeçado pelo Ministério da Gestão e da Inovação. Em 2023, a pasta estabeleceu o Programa de Privacidade e Segurança da Informação (PPSI) para o governo federal. No entanto, conforme o relatório, ele não estaria sendo cumprido.
— Estamos diante de uma situação longe não do ideal, mas do mínimo. Apesar de o Brasil ter tido um avanço considerável subindo vários rankings regionais e globais de cibersegurança, foi um avanço regulatório. A prática é muito distante da teoria da lei — avalia o professor da FGV Direito Rio e Coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade, Luca Belli.
Nenhuma das organizações avaliadas atingiu o nível mais alto da escala e apenas 6% foram classificadas como “em aprimoramento”, o segundo mais elevado. A maioria ficou entre os níveis mais baixos , o “inicial” (31%) e o “básico” (38%). Segundo o relatório, 42% dos órgãos não instalaram ou mantiveram programas de antivírus, 68% não estabeleceram processos para relatar incidentes e apenas 8% criptografam dados em dispositivos de usuário final.
Um dos principais problemas está na falta de treinamento do pessoal para evitar ataques de engenharia social (9%), exposição de dados (8%), reconhecer incidentes de segurança (8%) e outros crimes cibernéticos.
— O básico é que acaba gerando incidentes. Não são raros os casos em que se encontram senhas fracas ou compartilhamento de acesso. A prática de educação digital poderia ser melhor — avalia Renato Opice Blum, professor de direito digital da Faap, que recomenda a realização de simulações.
A falta de preparo facilita ataques como os de phishing, quando usuários contribuem para criminosos terem acesso aos sistemas por links maliciosos, fornecimento de dados sensíveis ou instalação de um vírus. A estratégia abre caminho para ações de ransomware, programas que bloqueiam o acesso a dados e exigem resgates.
Em abril, R$ 15 milhões foram desviados por um phishing no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). Dois suspeitos foram presos em agosto. Em julho deste ano, a Mandiant, uma empresa de segurança cibernética subsidiária do Google, revelou ter bloqueado ataques de phishing de um grupo hacker norte-coreano contra diplomatas brasileiros. Um arquivo PDF com o tema de desnuclearização era usado para atrair os profissionais, que forneciam dados e credenciais em um login falso. Em nota, o Itamaraty disse adotar medidas na área, como treinamentos, cartilhas e simulações.
Os órgãos públicos estão vulneráveis a outros tipos de ataques. Em março de 2023, o Ministério do Desenvolvimento Social sofreu um ataque DDoS que paralisou o serviço do Bolsa Família, lembra o relatório. Nessas investidas, os criminosos sobrecarregam os servidores do alvo com milhares de acessos simultâneos, geralmente com o uso de robôs, e deixam o site fora do ar.
Para o TCU, a percepção de que os órgãos públicos são incapazes de proteger informações sob sua guarda pode abalar a confiança da população. “Dados sensíveis relacionados à defesa nacional, políticas econômicas e relações diplomáticas podem ser comprometidos, afetando diretamente a capacidade do Brasil de tomar decisões soberanas sem interferências externas”, acrescenta o tribunal.
O relatório do tribunal atribui a origem do problema a ausência de uma norma que preveja punição da alta administração pelas falhas e a inexistência do cargo de gestor de segurança da informação. A alta rotatividade dos funcionários de TI, a dificuldade de contratação de mão de obra especializada e a falta de recursos financeiros também são mencionados.
— Se continuar assim, os riscos vão aumentar, principalmente com a evolução da IA, que pode ser desenvolvida para quebrar códigos — afirma Opice Blum. — Empresas já têm dificuldade, imagina com a administração pública, que depende de processos licitatórios, mais lentos.
O TCU recomenda ao Ministério da Gestão que aprimore o PPSI e adote medidas de controle. A pasta disse analisar as orientações e destacou que, desde o início do programa, houve um aumento de 18% de maturidade na segurança dos órgãos. Até 2026, haverá mais sete ciclos de avaliação, acrescentou o ministério.
Na avaliação de Belli, como grande parte das informações usadas na administração pública são dados pessoais, o relatório também expõe um descumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD):
— O processamento de dados conforme a segurança da informação, com adoção de medidas técnicas e administrativas, é uma obrigação, não uma sugestão.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável por fiscalizar a LGPD, disse que o relatório do TCU “evidencia o nível de maturidade dos órgãos públicos, os desafios e o quanto ainda necessita evoluir para atingir um nível adequado de segurança ”.
Em novembro, outra auditoria do TCU apontou a falta de uma entidade responsável pela segurança cibernética que oriente a União, estados, municípios e o Distrito Federal. Em 12 de dezembro, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou um relatório dizendo que apesar da Política Nacional de Cibersegurança instituída pelo presidente Lula, o tratamento do problema é fragmentado.
O ministro Edson Fachin, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), respondeu nesta 2ª feira (9.mai.2022) a uma série de recomendações feitas pelo Ministério da Defesa em março deste ano sobre o sistema eleitoral.
As sugestões não foram acolhidas. De acordo com a Corte, contribuições para o processo eleitoral só poderiam ser feitas até 17 de dezembro de 2021. As recomendações da Defesa foram enviadas em 22 de março deste ano. Já o prazo para mudanças nas regras das eleições terminou em 5 de março.
O ofício com as respostas foi encaminhado a todos os integrantes do CTE (Comissão de Transparência das Eleições) e do OTE (Observatórios de Transparência das Eleições). A comissão foi criada pelo TSE em setembro de 2021 para discutir a transparência e a segurança das eleições. O Ministério da Defesa faz parte.
“Ciente e cumpridor do seu papel constitucional ao longo dos últimos 90 anos, este tribunal manterá a sua firme atuação voltada a garantir paz e segurança nas eleições, a aprimorar o processo eleitoral, a propagar informações de qualidade e, acima de tudo, a exortar o respeito ao resultado das eleições como condição de possibilidade do Estado de Direito Democrático e de uma sociedade livre, justa e solidária, nos termos da Constituição”, disse Fachin.
As recomendações do Ministério da Defesa abordam 7 temas. São eles:
1 – nível de confiança do teste de integridade das urnas; 2 – processo de amostragem aleatório para seleção de urnas que compõem o teste de integridade; 3 – totalização de votos; 4 – fiscalização e auditoria; 5 – teste público de segurança 6 – verificação de irregularidades nos testes de integridade; 7 – duplicidade entre abstenção e voto.
Eis a íntegra das recomendações do Ministério da Defesa e das respostas do TSE.
A resposta diz que a Defesa errou cálculos e confundiu conceitos ao apontar riscos no teste de integridade das urnas eletrônicas. Por isso, negou mudar a forma em que são escolhidas as urnas usadas nos testes e a quantidade de equipamentos examinados.
“Tendo em vista que já houve substancial aumento da amostra de urnas sujeitas ao teste de integridade nas eleições de 2022, trabalhando-se hoje com um nível de confiança superior a 99%, o Tribunal Superior Eleitoral não encontrou razões técnicas aptas a sustentar o acolhimento da presente sugestão”, disse a Corte.
O TSE também voltou a negar a existência de uma suposta “sala secreta” em que seriam feitas as totalizações de votos.
“Não existem salas secretas, tampouco a menor possibilidade de alteração de votos no percurso, dado que qualquer desvio numérico seria facilmente identificado, visto que não é possível alterar o resultado de uma somatória sem alterar as parcelas da soma”, afirmou a Corte.
RESPOSTAS
O TSE respondeu cada uma das sugestões apresentadas pelo Ministério da Defesa. Leia um resumo das propostas e as respectivas manifestações da Corte:
1 – nível de confiança do teste de integridade
Defesa aponta que o nível de confiança da amostra de urnas que compões o teste de integridade seria baixo. Sugere que o TSE elabore 2 tipos de amostras do equipamento, um para as eleições estaduais e outro para as eleições federais.
O TSE disse que houve “substancialaumento” da amostra de urnas sujeitas ao teste deintegridadenas eleiçõesde2022, e que a margem de confiança do processo é superior a 99%.
“De outraparte, a adoção de múltiplos planos amostrais fere o pressuposto de independência na seleção das unidades amostrais, dado que a escolha de uma urna eletrônica selecionada em um plano amostralnacional altera a probabilidade deseleçãode todas as demais urnas em uma eventual amostragem em cada uma das UF.”
2 – processodeamostragemaleatório das seções eurnas escolhidas para compor o teste de integridade
Defesa recomenda que as urnas que comporão o teste de integridade sejam sorteadasde formaestritamente aleatória, dentre todas as urnas que serão utilizadas no processo eleitoral.
TSE diz que adotou um critério “mais completo e mais legítimo” pelo procedimento fiscalizatório.
3 – totalização dos votos feitos de forma centralizada no TSE e pelos TREs
Defesa pede que seja mantido o processo centralizado no TSE, mas que o método anterior também seja aplicado, com totalização em cada TRE (Tribunal Regional Eleitoral).
TSE disse que a proposta apresentada “contém equívoco” sobre o método de totalização. De acordo com a Corte, a centralização “foi somentede equipamentos”.
“A rigor, éimprecisoafirmar que os TREsnãoparticipam datotalização: muito pelocontrário,os TREs continuamcomandando as totalizações em suas respectivas unidades da federação”.
4 – fiscalização e auditoria
Defesa aponta que uma resolução do TSErestringiria o escopo dos trabalhos de auditoria, e que o Tribunal não distinguiriaos termos “auditoria” e “fiscalização”, deixando de prever uma auditoriaindependente do processo eleitoral.
A Corte disse que a norma citada estabelece “etapas sucessivas que constituem e garantem a auditabilidade dovotoea fiscalização do processo eleitoral pelas partesinteressadas”.
5 – teste Público de Segurança
Defesa sugere Teste Público de Segurança específico com urnas do modelo de 2020.
O TSE afirmou que a urna de 2020 tem arquitetura de segurança compatível com a de 2015, além de “aprimoramentosimportantes que a torna mais seguradoque omodelo2015 e anteriores”.
A última edição do teste, em novembro de 2021, usou urnas do modelo de 2015.
6 – procedimentos normativos para a hipótese deverificação de irregularidade em teste de integridade
Defesa disse que os instrumentos adotados pelo TSE, caso se encontre alguma irregularidade no Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas são “aparentemente insuficientes”.
TSE respondeu que segue em constante “aprimoramento e evolução do sistema eleitoral”, e que dará continuidade a estudos “na busca de boas práticas e de soluções técnicas e normativas capazesde ampliar, ainda mais, os métodos de fiscalização e auditoria”.
7 – duplicidade entre abstenção e voto
Defesa recomenda divulgação de relatório de abstenções “a fim de aumentar a superfície de fiscalização do processo eleitoral disponível”, e de dados de óbitos.
TSE disse que, em uma 1ª análise, “não se verifica pertinência na publicação desses relatórios, os quais contêm dados pessoais e são de acesso restrito”. A Corte também afirmou que a proposta poderia desrespeitar os princípios da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).
HISTÓRICO
Em fevereiro, o TSE respondeu a uma série de dúvidas técnicas das Forças Armadas. Em 22 de março, no entanto, novos questionamentos e sugestões foram feitos pela Defesa. A Corte afirma que as recomendações foram enviadas fora do prazo estabelecido pela CTE e que não é mais tempo para “alterações no processo eleitoral”.
Em 5 de maio, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, pediu que o TSE divulgasse as recomendações. O general justificou a solicitação afirmando que os documentos são de interesse público.
Em resposta dada no dia seguinte, Fachin disse não se opor à divulgação. Afirmou, no entanto, que há documentos classificados como sigilosos pelo próprio Ministério da Defesa.
“Noticio que os documentos remetidos pelo Ministério da Defesa ao Tribunal Superior Eleitoral podem ser colocados ao pleno conhecimento público, sem que haja qualquer objeção por parte da Corte Eleitoral”, disse Fachin.
Mais cedo nesta 2ª feira, o TSE emitiu nota dizendo que responderia ao ministério até 4ª feira (11.mai). Poucas horas depois, divulgou as respostas no site do Tribunal.
Né isso! Como eh que o MINTOmaníaco das rachadinhas foi eleito até hoje com essa margem ” imensa” de 1% que o teste de integridade não contempla né?! Muuuuu
Não limparam o Lula pra ele nadar e morrer na praia, só não ver quem não quer.
O megainvestidor Warren Buffett, de 94 anos, disse neste sábado (3) que deixará o cargo de presidente-executivo da Berkshire Hathaway no final deste ano. O bilionário afirmou que recomendará ao conselho de administração que o atual vice-presidente da companhia, Greg Abel, ocupe seu lugar.
“Acredito que chegou a hora de Greg se tornar o presidente-executivo da empresa no final do ano”, afirmou Buffett a uma plateia de 40 mil investidores, durante a reunião anual da Berkshire.
A decisão de Buffett de renunciar a coroa vem após uma notável trajetória de 60 anos, em que ele transformou a Berkshire de uma empresa têxtil falida em um enorme conglomerado com negócios em toda a economia dos EUA.
A notícia também foi inesperada, embora Buffett tenha dito que contou aos filhos sobre sua decisão. Até então, Buffett dizia que não tinha planos de se aposentar.
Quem é Warren Buffet?
Warren Edward Buffett nasceu em 30 de agosto de 1930, em Omaha. Estudou na Universidade de Nebraska-Lincoln e na Columbia Business School.
Buffett é casado com Astrid Menks desde 2006. Sua primeira esposa, Susan Thompson Buffett, faleceu em 2004. Com ela, ele teve três filhos: Susan, Howard e Peter. Susan Buffett e Howard Buffett são diretores da Berkshire.
Buffett mora desde 1958 na mesma casa, em uma rua movimentada de Omaha — local onde trabalha. Ele pagou US$ 31,5 mil (R$ 177,6 mil) por ela. Construída em 1921, a casa tem cinco quartos, dois banheiros, um lavabo e meio e aproximadamente 1.981 m².
Em 2025, a casa foi avaliada em US$ 1.224.500 (R$ 6,9 milhões). Segundo o Condado de Douglas, em Nebraska, o imposto anual da residência é de US$ 20.457 (R$ 115,4 mil).
Buffett, que também é conhecido pela filantropia, chegou a doar cerca de US$ 43,3 bilhões (R$ 244,2 bilhões) à Fundação Gates desde 2006 e US$ 15,1 bilhões (R$ 85,2 bilhões) a outras quatro instituições de caridade familiares.
Seus três filhos distribuirão seus investimentos na Berkshire, que representam cerca de 99,5% do patrimônio de Buffett , após sua morte, e devem decidir por unanimidade sobre cada compromisso. As doações à Fundação Gates cessarão após a morte de Buffett.
O megainvestidor ocupou o 6º lugar da lista de mais ricos do mundo da Forbes divulgada no início de abril, com uma fortuna estimada em US$ 154 bilhões (R$ 868,5 bilhões).
No começo deste mês, no entanto, o patrimônio líquido do bilionário subiu para US$ 166,4 (R$ 936,1 bilhões), colocando-o no 5º lugar do ranking. Elon Musk, chefe da Tesla e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump, ficou em primeiro lugar.
Até o começo de março, Buffett possuía 14,4% da Berkshire e detinha 30,4% das ações com direito a voto na empresa.
De empresa têxtil a um gigante conglomerado de negócios
Nem sempre a Berkshire Hathaway foi referência no mundo corporativo. Em 1965, quando ainda era uma empresa têxtil da Nova Inglaterra, a companhia passava dificuldades.
Buffett, que era acionista da empresa na época, concordou em revender suas ações por US$ 11,50 (R$ 64,85) cada, mas a administração forneceu um termo de compromisso que indicava o preço de aproximadamente US$ 11,38 (R$ 64,17) cada.
O investidor então ficou irritado com a situação e decidiu comprar todas as ações da empresa que pudesse, assumindo, assim, o controle da Berkshire em 10 de maio de 1965. A partir de então, Buffett começou a construir seu conglomerado, tendo mantido o nome da empresa mesmo depois de a unidade têxtil ter fechado, em 1985.
Uma das frases mais conhecidas do megainvestidor foi dita durante um depoimento feito por ele sobre a Salomon Inc.. À época, Buffett se tornou presidente interino da companhia para restaurar a ordem após um escândalo de leilão do Tesouro norte-americano.
“Perca dinheiro para a empresa e eu serei compreensivo. Perca um pingo de reputação para a empresa e eu serei implacável”, disse ele à época.
A Berkshire Hathaway possui 189 negócios operacionais e dezenas de ações. Até o final de 2024, por exemplo, a Apple era a maior participação acionária da empresa — mesmo após a companhia ter vendido 600 milhões de ações durante o ano.
A empresa também possui participações bilionárias em muitas outras empresas norte-americanas e participações próximas a 10% nas cinco maiores corretoras do Japão.
Em 2024, a Berkshire Hathaway registrou um lucro recorde pelo terceiro ano consecutivo, de US$ 47,4 bilhões (R$ 267,3 bilhões), impulsionada por seus negócios de seguros.
Projetos expandem acesso e inovam com atendimento especializado aos trabalhadores
Por Júlio Rocha, especial para o Blog do BG
O cenário gerado mundialmente pela crise sanitária da Covid-19 acendeu o alerta sobre a fragilidade humana e evidenciou a percepção dos cuidados com a saúde como o patrimônio maior dos seres humanos. Apesar disso, muitas vezes o não acesso aos serviços de saúde tem relação direta com as condições financeiras para arcar com planos de saúde, por exemplo. Clarificando a informação, observa-se que, de acordo com dados da Agência Nacional de Saúde (ANS/MS), em julho de 2022, cerca de 2,8 milhões de norte-rio-grandenses não contam com plano de saúde, ou seja, mais de 80% da população.
Atenta a esse contexto no estado, o Sistema Fecomércio-RN, que agrega os setores produtivos da cadeia de comércio de bens, serviços e turismo e soma mais de 320 mil trabalhadores, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-RN), vislumbrou mais longe, inovando ao trazer o atendimento clínico especializado ao coração do comércio potiguar no Centro de Natal, com o recém-inaugurado projeto das Clínicas Integradas Sesc.
Sesc Saúde Mulher percorreu municípios do RN realizando mais de 14 mil exames nos últimos dois anos. Foto: Ascom Sesc
“A Fecomércio tem uma missão através do Senac de educar para o trabalho, levando qualificação e capacitação; enquanto que, com o Sesc, atua por meio do lazer, cultura e saúde. Nós temos unidades físicas em vários municípios, além das unidades móveis, disponibilizando atendimento a todo Rio Grande do Norte nos lugares mais longínquos”, destacou o presidente do Sistema Fecomércio-RN, Marcelo Queiroz.
Marcelo Queiroz, presidente do Sistema Fecomércio. Foto: Ascom Sesc
Para se ter uma ideia do impacto social do Sesc no cuidado com a saúde e qualidade de vida no RN, entre os anos de 2020 até setembro de 2022 – período pandemia e pós – foram mais de 14,6 mil exames na Unidade Móvel Sesc Saúde Mulher, 61.469 pessoas beneficiadas por ações de educação em saúde, 88.168 atendimentos nas clínicas odontológicas em Natal, Mossoró e Macaíba, 10.919 pessoas beneficiadas por atendimentos da Unidade Móvel OdontoSesc, além de 8.411 vacinas aplicadas em 2022, destas 6.244 contra a Covid-19 e 2.167 contra a influenza.
No programa Mesa Brasil, que leva alimentos a famílias carentes, no período de 2020 a 2022, foram quase 4 mil toneladas de alimentos doados, beneficiando quase 1 milhão de pessoas, segundo dados do Sistema Fecomércio. Na área de Esporte e Lazer, 246.975 vagas abertas em esportes com 51.736 pessoas beneficiadas em ações de recreação.
“O Programa de Saúde do Sesc é reconhecido nacionalmente por ser muito robusto, englobando alimentação, odontologia, educação para a saúde, exames. Passamos um período extremamente difícil de pandemia e, se podemos citar consequências decorrentes desse período, por meio dele enxergamos a construção de uma melhor visão de mundo a partir do entendimento que a saúde é um patrimônio. Para muitas pessoas que não tem condições de arcar com um plano de saúde, por exemplo, pode ficar inviável conseguir acesso a um serviço mais especializado. É aí que vemos a importância de um plano de ações bem pensado, bem executado que consiga alcançar o máximo de público, como o Sesc faz e a sociedade reconhece”, enfatizou a diretora regional do Sesc-RN, Sâmela Gomes.
Clínicas Integradas
Mesmo com um grande alcance social, faltava ainda ao programa de saúde ofertado aos trabalhadores do comércio e sociedade potiguar em geral um atendimento clínico acessível e de qualidade, o que se tornou realidade no último dia 17 de outubro com a inauguração das Clínicas Integradas do Sesc.
“Tínhamos essa robustez, mas faltava o atendimento clínico de fato. O projeto das Clinicas Integradas do Sesc é um algo que já vinha sendo gestado desde 2020, a pandemia atrasou um pouco essa implementação, além do nosso cuidado em oferecer à população um serviço de alta qualidade, com preço acessível e uma estrutura compatível com a marca Sesc, que tem grande credibilidade na sociedade”, explicou a gestora do Sesc-RN.
Clínica Integrada do Sesc inaugurada no dia 18 pretende realizar 1400 atendimentos no até o fim do ano. Foto: Luana Thayze
Funcionando na unidade do Sesc Cidade Alta, a Clínica tem a meta de realizar, até o fim deste ano, 1.400 atendimentos para consultas e exames em 12 especialidades, desde práticas clínicas tradicionais, como ginecologia e nutrição, até práticas inovadoras, como massoterapia e medicina ocupacional. Os atendimentos são abertos prioritariamente a trabalhadores do setor de comércio de bens, serviços e turismo, com condições especiais de valores, mas também a toda demanda espontânea da sociedade com valores diferenciados.
A operadora de caixa, Luzia Mendes, 36, foi uma das primeiras pacientes atendidas pela clínica e falou da sua experiência. “Vim para uma consulta com ginecologista e gostei bastante, uma estrutura muito boa e nova, o médico muito atencioso. Como não tenho plano, as vezes pelo SUS é muito difícil e aqui foi muito rápido com um valor mais em conta”, concluiu.
Os gastos mínimos com saúde e educação exigidos pela Constituição vão consumir todo o espaço das despesas não obrigatórias e comprometer o dinheiro destinado ao custeio e ao investimento nas outras áreas da União até 2028, tornando o orçamento impraticável de acordo com projeções feitas pelo governo.
Elas mostram que pisos de saúde e educação vão consumir 112% das despesas não obrigatórias até 2028.
Mantidas as regras atuais, faltaria dinheiro para o programa Minha Casa, Minha Vida, recuperação de rodovias federais, pagamento do Auxílio Gás a famílias carentes, obras de saneamento básico, ações de Defesa Civil para prevenir desastres naturais e manutenção de todos os órgãos federais.
O cenário foi antecipado pelo Estadão no dia 21 de abril com estimativas do piso da saúde. Agora, a reportagem obteve projeções do Ministério do Planejamento via Lei de Acesso à Informação que confirmam a tendência e apresentam um cenário ainda mais desafiador, com a inclusão dos gastos com educação e a distribuição do dinheiro no Orçamento.
Ao mesmo tempo que despesas obrigatórias e impositivas pela Constituição crescem, entre elas aposentadorias, emendas parlamentares, saúde e educação, o arcabouço fiscal impõe um limite para os gastos públicos (2,5% de crescimento real em relação ao ano anterior), o que diminui o espaço para investimentos em outras áreas.
A Constituição determina um gasto mínimo com saúde e educação atrelado à receita. A saúde tem 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) e a educação tem garantia de 18% da Receita Livre de Impostos (RLA). O dinheiro serve para custear a manutenção de postos de saúde, hospitais, escolas e universidades, além de novos investimentos nos dois setores.
Pisos de saúde e educação vão consumir 112% das despesas não obrigatórias até 2028
Os pisos de saúde e educação vão somar R$ 336,3 bilhões em 2025, de acordo com as projeções do governo. O dinheiro é dividido entre despesas obrigatórias e discricionárias (não obrigatórias). Os recursos vão consumir 44% do orçamento disponível para todas as despesas não obrigatórias, espaço disputado com outras áreas. O porcentual subirá para 51% em 2026, 63% em 2027 e 112% em 2028.
Em 2027, sobrariam apenas R$ 45 bilhões para gastos não obrigatórios nas outras áreas, um cenário considerado impraticável por integrantes do governo e economistas. Em 2028, faltariam R$ 12 bilhões para custeio e investimento em outras áreas, paralisando o Orçamento. Isso significa que o governo terá de rever os gastos mínimos com saúde e educação ou mexer no arcabouço fiscal.
Dentro das despesas não obrigatórias, há dois tipos de programações: custeio (manutenção de órgãos e serviços públicos) e investimentos (obras e equipamentos). Como os investimentos ainda têm um mínimo exigido pelo arcabouço, que é de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), as despesas que correm mais risco são as de custeio: manutenção de todos os ministérios, autarquias e órgãos federais, Auxílio Gás e ações de Defesa Civil, entre outras.
Revisão de gastos não tem consenso dentro do próprio governo
Integrantes da equipe econômica defendem uma revisão dos pisos de saúde e educação. O Tesouro Nacional tem estudos para alterar o índice que reajusta o crescimento dessas despesas, saindo de porcentuais vinculados à arrecadação e partindo para um mínimo vinculado ao crescimento da população ou do Produto Interno Bruto (PIB). Na prática, as mudanças poderiam tirar até R$ 131 bilhões da saúde e educação até 2033, distribuindo o recurso para outras áreas.
Internamente, os ministérios da Saúde e Educação não querem rever os pisos atuais, argumentando que um crescimento menor compromete os investimentos nas duas áreas e a manutenção das unidades de saúde e de ensino nos próximos anos. Não há consenso no governo. As bancadas dos dois setores no Congresso também são contra, assim como parlamentares do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em entrevista ao Estadão, na última quinta-feira, 9, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não vê muito espaço para a desvinculação dos benefícios previdenciários (do salário mínimo) e que a discussão sobre rever os pisos de saúde e educação “não prosperou” no governo.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, defende uma revisão dos gastos obrigatórios, incluindo um plano para desvincular os benefícios da Previdência Social do salário mínimo. “Ninguém está falando em mexer em nada em 2024 e 2025. O meu papel é mostrar que, a partir de 2026, nós começamos a não ter recursos para as despesas discricionárias livres, tirando emenda parlamentar. A gente vai para um limite insustentável”, afirmou Tebet ao Estadão na última sexta-feira, 10.
O Executivo deve elaborar o Orçamento de 2025 sem mexer nas premissas, mas integrantes da equipe econômica não veem espaço para manter as regras atuais por mais tempo. “É um fator de preocupação para nós, é um desafio que já está colocado nesse cenário de médio prazo e aqui entra a importância redobrada da agenda de revisão de gastos obrigatórios”, afirmou o secretário de Orçamento Federal, Paulo Bijos, em coletiva de imprensa no dia 15 de abril.
A mãe natureza é implacável…
Nas próximas eleições, espero que esse câncer chamado de esquerda, seja extirpardo da nossa Nação….
Mas como dito, um dia esse elemento tão idolatrado pela esquerda, irá para o além…
Quero estar vivo para soltar fogos…
Vejam o exemplo da Argentina, que está se recuperando da tragédia que a esquerda implantou naquela Nação…
O Google anunciou nesta quarta-feira (14) que membros das campanhas do presidente Joe Biden e do republicano Donald Trump foram alvos de hackers iranianos em maio e junho.
Com relação à chapa democrata, o relatório da Google fala sobre a campanha do presidente dos EUA, Joe Biden, por conta do período dos hacks detectados pela empresa —Biden desistiu da corrida em julho. No entanto, um funcionário da campanha de Kamala Harris denunciou tentativa de hack.
O FBI anunciou nesta segunda (12) que informou as campanhas Kamala Harris e Donald Trump estar investigando investidas de hackers estrangeiros.
Segundo a Google, os hackers identificados pela empresa são do grupo APT42, associado à Guarda Revolucionária Iraniana e “um ator de ameaça apoiado pelo governo do Irã”. A big tech americana disse que as investidas do grupo nas quais trabalhou para deter foram contra contas associadas às eleições presidenciais nos EUA e também a Israel –grupos apoiados pelo Irã e Israel protagonizam tensões e conflitos armados no Oriente Médio.
“No atual ciclo eleitoral presidencial dos EUA, detectamos e interrompemos um pequeno, mas constante, fluxo de atividades de phishing do APT42 [grupo iraniano de hackers]. Em maio e junho, os alvos do APT42 incluíam as contas de e-mail pessoais de cerca de uma dúzia de indivíduos afiliados ao presidente Biden e ao ex-presidente Trump, incluindo funcionários atuais e ex-funcionários do governo dos EUA e pessoas associadas às respectivas campanhas. Bloqueamos inúmeras tentativas do APT42 de fazer login nas contas de e-mail pessoais dos indivíduos visados”, disse a Google.
A Microsoft também publicou um relatório na última sexta (9) em que relatou ataques de hackers iranianos a um “oficial de alto escalão em uma campanha presidencial”.
A Google disse que informou os responsáveis pelas campanhas dos candidatos que está observando um aumento nas atividades maliciosas originadas de atores estatais estrangeiros contra os atores políticos dos EUA.
Segundo a big tech americana, atualmente a empresa continua a monitorar as investidas do grupo hacker de comprometer as contas pessoais de indivíduos afiliados ao presidente Biden, à vice-presidente Kamala Harris e ao candidato republicano Trump, incluindo funcionários atuais e ex-funcionários do governo e pessoas associadas às campanhas.
A Google afirmou que o grupo hacker utiliza uma variedade de táticas diferentes como parte de suas campanhas de phishing por email, incluindo hospedagem de malware, páginas de phishing e redirecionamentos maliciosos. Eles geralmente tentam abusar de serviços como Google –como sites, drive, gmail e outros—, Dropbox, OneDrive e outros meios.
Segundo o comunicado da Google, “essas atividades demonstram o esforço agressivo e multifacetado do grupo para alterar rapidamente seu foco operacional em apoio às prioridades políticas e militares do Irã.”
FBI investiga hackers de campanhas
O FBI anunciou nesta semana que está investigando ataques hackers a membros de campanhas de Kamala Harris e Donald Trump.
A campanha de Donald Trump anunciou no sábado (10) que foi alvo de um ataque hacker após o jornal americano “Político” ter afirmado que recebeu documentos da campanha do republicano por e-mail de um usuário anônimo a partir de julho.
Um membro da campanha da de Kamala Harris disse na terça-feira (13) que pessoas ligadas à democrata foram alvo de hackers estrangeiros. “Em julho, as equipes legais e de segurança da campanha foram notificadas pelo FBI de que fomos alvos de uma operação de influência de um ator estrangeiro”, disse um membro da equipe de Harris à agência de notícias AFP.
Relatório da Microsoft
No relatório, a Microsoft afirmou que “a influência estrangeira maligna nas eleições de 2024 nos EUA começou lentamente, mas aumentou gradualmente nos últimos seis meses, inicialmente devido às operações russas, mas mais recentemente por atividades iranianas.”
A análise continuou: “As operações de influência cibernética do Irã têm sido uma característica consistente de pelo menos os últimos três ciclos eleitorais dos EUA. As operações iranianas se destacaram e se diferenciaram das campanhas russas por aparecerem mais tarde na temporada eleitoral e por empregar ataques cibernéticos mais voltados para a condução da eleição do que para influenciar eleitores.”
“Atividades recentes sugerem que o regime iraniano — juntamente com o Kremlin — pode estar igualmente envolvido nas eleições de 2024”, concluiu a Microsoft.
Especificamente, o relatório detalhou que em junho de 2024, uma unidade de inteligência militar iraniana, Mint Sandstorm, enviou um e-mail de phishing para uma campanha presidencial americana através da conta comprometida de um ex-assessor.
O Irã negou a existência de um plano dessa natureza e chamou a acusação de “infundada e maliciosa”.
O plano atribuído ao Irã não teria relação com o atentado sofrido por Trump em 13 de julho, quando um atirador acertou o republicano na orelha durante um comício na Pensilvânia.
Nas contrarrazões apresentadas à Justiça Eleitoral de São Paulo, a defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o petista exerceu a “liberdade de expressão” ao pedir voto ao pré-candidato a prefeito da capital paulista Guilherme Boulos (PSOL) no evento do Dia do Trabalhador, em 1º de Maio, no estacionamento da Arena Corinthians, na zona leste de São Paulo. Já o parlamentar afirmou que não pode prever o que terceiros falarão do palanque. Especialistas da área, no entanto, afirmaram ao Estadão que houve desrespeito às regras eleitorais, o que pode acarretar até inelegibilidade.
A ação em que Lula e Boulos apresentaram defesa foi movida pelo partido Novo, que busca multa (entre R$ 5 mil e R$ 25 mil) aos políticos por causa do voto explícito no evento do último dia 1º Como o Estadão mostrou, juiz eleitoral mandou Lula remover vídeo de 1º de Maio das redes sociais com pedido de voto a Boulos. No palco, Lula chamou Boulos de candidato, apesar de o período de convenções e registros de candidatura só se abrir em julho. “Ninguém derrotará esse moço aqui se vocês votarem no Boulos para prefeito de São Paulo nas próximas eleições. E eu vou fazer um apelo: cada pessoa que votou no Lula, em 1989, em 1994, em 1998, em 2006, em 2010 (naquele ano, a candidata foi Dilma Rousseff) e em 2022, tem que votar no Boulos para prefeito de São Paulo”, disse o presidente na ocasião.
Para os advogados do presidente da República, “tais falas não podem ser consideradas pedido explícito de voto. Dessa maneira, muito além da mera aferição se foi utilizado o verbo ‘votar’, importa conferir se este discurso transborda o direito do segundo representado a agir dentro dos limites previstos no art. 36-A da Lei das Eleições, sobretudo quando lido através das lentes do direito constitucional à liberdade de expressão”, citam os defensores.
No documento assinado pelos advogados Angelo Longo Ferraro, Sthefani Lara dos Reis Rocha, Miguel Filipi Pimentel Novaes, Gean Carlos Ferreira Aguiar e Gabriel Rigotti de Ávila e Silva, os defensores do petista citam ainda que “as permissões contidas no art. 36-A da Lei das Eleições devem ter sua interpretação de forma maximizadora, de tal modo que a simples menção as chamadas ‘magic words’ não podem limitar ou esvaziar a efetividade dos comportamentos permitidos pela legislação. Ou seja, como mencionado anteriormente, não se pode analisar o presente caso a partir da compreensão da existência de ‘palavras proibidas’, mas averiguar se a atuação do segundo representado está fora das condutas textualmente permitidas pela legislação eleitoral, o que claramente não ocorreu”. A defesa diz ainda que Lula, na condição de cidadão brasileiro, divulgou seu posicionamento pessoal sobre questões políticas.
Os advogados de Boulos, por outro lado, citaram, em defesa de cinco páginas, que o deputado federal não sabia do discurso que foi proferido pelo petista no evento do dia 1º de Maio. “Não há qualquer evidência, nesse sentido, de que o discurso teria sido combinado e de que, consequentemente, o pré-candidato teria a ciência prévia do suposto ilícito, requerida pela lei para que ocorra uma responsabilização do beneficiário (…) Seria descabido, todavia, presumir apenas pela ocupação do mesmo ambiente que o pré-candidato saberia as exatas palavras que seriam proferidas pelo presidente antes mesmo delas serem ditas”, citaram no documento Francisco Octavio de Almeida Prado Filho e Danilo Trindade de Morais.
A ação tramita na 2ª Zona Eleitoral de São Paulo. Depois de parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), a ação segue para julgamento do juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci.
Quem defende Lula é um bandido igual a ele, esse sujeito começou a roubar desde de novo no Sindicato dos Metalúrgicos, lá ele vendia as greves aos patrões, donos das empresas, e sempre embolsava 3%do valor da greve, em 19 de abril de 1980 ele foi preso por agitação, tendo sido recambiado para p Urugui, lá ele conheceu Dilma Rosset que fazia parte de uma quadrilha de assaltante , a função dela era trocar o dinheiro que rendia de cada assalto, não posso dizer aqui se o Lula fazia parte dessa quadrilha, acho que não porque ele é um covarde, mentiroso e perseguidor. Quando ele se elegeu para o primeiro mandato, todos os seus ministros e auxiliares, roubaram, todo o Brasil sabe do caso de José Dirceu, chefe da casa Silvio do Governo Lula, que não tinha nem 3 meses no governo já começou roubar. Te pergunto se você tem uma secretária do lar em casa e constata um roubo que ela fez, você ficaria ainda com essa pessoa em sua casa, pois o Lula ficou com Dirceu. Só sei que depois os outros ministros roubaram, e receberam propinas das empresas,e Lula foi mais que recebeu. O maior roubo que ele fez em um só dia foi em uma operação contra o Banco Central, que foi de 8.5 bilhões, transferindo esse dinheiro para a conta do Partido trabalhista, em São Paulo, que inclusive esse fato foi notícia aqui em Natal atravês da Rede Tropical, filiada a Record.Então esse sujeito era para ter sido degolado, ou pegado uma prisão perpetua, porque o Brasil não precisa dele, ele é um encosto, fora Lula.
Liberdade de expressão. E desde quando ele defende isso?
Devemos lembrar que o evento foi bancado por verba pública, portanto ele cometeu crime eleitoral e abuso de poder público. Vão punir? De forma alguma! Punição só pra Bolsonaro, claro
Ao longo de dois anos e três meses de governo, ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram ao menos 324 viagens para fora do país. Entre os destinos mais procurados, destacam-se os Estados Unidos, e países da Europa e Ásia.
Levantamento do Metrópoles, feito com base nos dados do Painel de Viagens do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), aponta que o país norte-americano ocupa o topo do ranking, com 45 visitas de auxiliares do petista. Em seguida, aparece Portugal, com 31 registros.
Os Emirados Árabes, terceiro colocado da lista, com 22 viagens, é o único país do Oriente Médio entre os dez mais procurados. Em 2023, foi a sede da 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), realizada em Dubai.
A lista ainda contempla países europeus, como Espanha, França e Itália, e asiáticos, a exemplo da Índia e China.
Apesar da proximidade, países sul-americanos não figuram entre os mais requisitados nos destinos internacionais dos ministros. A Colômbia recebeu ministros dez vezes ao longo dos 27 meses de governo, enquanto a Argentina teve apenas nove registros. O Chile aparece com sete viagens. Entre países africanos, destacam-se África do Sul (7), Etiópia (5) e Angola (3).
O levantamento leva em consideração apenas os afastamentos a serviço em que os países de destino estão disponíveis no Painel de Viagens. Visitas de caráter sigiloso, a exemplo de missões realizadas em comitiva do presidente, e voos de retorno ao Brasil foram desconsiderados.
Campeões de viagens
Os auxiliares de Lula que mais registraram viagens internacionais no período foram aqueles com atividades correlatas: o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Turismo, Celso Sabino.
O chanceler acumula viagens aos Estados Unidos — onde já foi embaixador —, França, Índia, Emirados Árabes e África do Sul. Já o titular do Turismo foi quatro vezes à Espanha e duas aos Estados Unidos e à Argentina.
Em seguida, vêm Alexandre Silveira (Minas e Energia), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Juscelino Filho (Comunicações) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social), com 15 viagens, cada.
Em nota, o Itamaraty afirmou que o volume de viagens é “consequência natural de suas atribuições”. “A reinserção do Brasil em debates internacionais e recomposição de parcerias externas requereram presença do ministro Mauro Vieira e de sua equipe em numerosos compromissos fora do Brasil”, pontua o ministério.
O que dizem os ministérios
O Metrópoles acionou as assessorias de comunicação de todas as pastas mencionadas. O Ministério do Desenvolvimento Social afirma que as viagens são estratégicas e tiveram o objetivo de “fortalecer o papel do Brasil nas articulações globais de combate à fome e à pobreza”.
“As agendas refletem o compromisso do governo federal com a construção de soluções sustentáveis e colaborativas, que coloquem o combate à fome e à pobreza no centro da cooperação internacional”, salienta.
O Ministério dos Transportes sustenta que as agendas contribuem para a atração de investimentos privados para o setor de infraestrutura brasileira. “Vale destacar que, pela primeira vez, a infraestrutura brasileira captou recursos dos fundos soberanos da Arábia Saudita e Singapura. Além disso, desde 2007, o país não recebia recursos internacionais diretos. No ano passado, voltou a receber, com a vitória da Vinci, no leilão da BR-040”, ressalta.
O Ministério da Ciência e Tecnologia diz que “não há desenvolvimento científico, tecnológico e inovação sem cooperação internacional”. “Essas articulações internacionais garantem acesso a tecnologias avançadas, chamadas públicas conjuntas, infraestrutura de pesquisa e oportunidades para cientistas e empresas brasileiras”, defende.
O Ministério da Cultura destaca que as viagens estão alinhadas com a estratégia da pasta de reposicionar a cultura brasileira no exterior. “As missões internacionais buscam, desse modo, retomar o diálogo com parceiros-chave para a cultura brasileira, bem como estabelecer novas parcerias e ações de cooperação, seja com países, seja com organismos regionais e multilaterais”.
A pasta da Igualdade Racial aponta que as missões “fazem parte do papel de articulação e representação cumprido pela ministra. Todas as missões resultam em parcerias relevantes para o Brasil na agenda pela igualdade racial”.
O Ministério das Comunicações ressalta que as missões internacionais de Juscelino Filho, que deixou a pasta nessa terça-feira (8/4), buscaram defender a posição do país em temas relevantes do setor, a exemplo da taxação das big techs, a TV 3.0 e a ampliação do mercado de internet.
“Os destinos são estratégicos para acordos bilaterais e a defesa dos interesses nacionais, como no caso da extensão da Infovia 02 – infraestrutura de internet por cabos de fibra óptica debaixo das águas de rios amazônicos – do Brasil para a Colômbia e da assinatura de memorando de cooperação em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) com a China, Japão, Finlândia e outros países.”
Já o Ministério dos Povos Indígenas argumenta que a ministra Sonia Guajajara é uma liderança de projeção internacional. “Sua atuação internacional resulta em avanços relevantes ao Brasil, especialmente neste cenário de emergência climática global, no qual os saberes e modos de vida indígenas têm ocupado papel central na construção de soluções sustentáveis e integradas à justiça socioambiental”, pontua.
“O MPI reforça que todas as viagens oficiais realizadas têm a finalidade de ampliar o protagonismo do país na defesa dos direitos indígenas, de promover a cooperação internacional, e de fortalecer a política indigenista brasileira globalmente. As missões da ministra no exterior integram a estratégia do governo federal de reconstruir pontes e consolidar parcerias, especialmente no cenário de emergência climática, ameaças a territórios e violações de direitos indígenas. Todas as viagens realizadas no âmbito do ministério seguem os trâmites legais, alinhadas às boas práticas de transparência pública”.
A Advocacia-Geral da União destaca que as viagens foram relacionadas a temas importantes da agenda institucionais, como direitos humanos, combate à corrupção e meio ambiente.
Oxe, tem um velho doente e inútil, que vive fazendo viagens sem-futuro Brasil afora e ninguém fala. Pelo menos os ministros e o presidente atual fazem algum esforço pela nação.
É uma verdadeira farra ,sem noção, com o dinheiro suado dos trabalhadores brasileiros. Deveriam ter vergonha mais a soberba e a vaidade fala mais alto.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciaram nesta segunda-feira (29) um acordo para encerrar a guerra em Gaza, que já dura três anos. O plano, elaborado pela Casa Branca, ainda aguarda a resposta do grupo militante palestino Hamas.
As negociações estavam paralisadas desde o início de setembro, após um ataque aéreo israelense contra integrantes do Hamas em Doha, no Catar. Durante uma ligação mediada por Trump, Netanyahu pediu desculpas ao primeiro-ministro catariano, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, pelo episódio.
Em coletiva de imprensa, Trump declarou que Netanyahu reafirmou sua oposição à criação de um Estado Palestino. O republicano afirmou que apoiará a destruição do Hamas caso o grupo rejeite o plano. Netanyahu acrescentou que, se o Hamas não aceitar, Israel “terminará seu trabalho”.
O acordo de paz prevê o fim imediato das operações militares e a devolução de todos os reféns, vivos e mortos, em até 72 horas após a aceitação israelense. Em contrapartida, Israel libertará 250 palestinos condenados à prisão perpétua e outros 1.700 detidos após 7 de outubro de 2023.
A proposta também prevê anistia para militantes do Hamas que depuserem armas, entrada imediata de ajuda humanitária, reabilitação de infraestrutura e hospitais, além da criação de um “Conselho da Paz”, presidido por Trump e supervisionado por líderes internacionais, incluindo o ex-premiê britânico Tony Blair.
Entre os pontos centrais estão a desmilitarização completa da Faixa de Gaza, a criação de uma zona econômica especial com tarifas preferenciais e a reconstrução da região com investimentos internacionais. O Hamas e outras facções ficariam proibidos de desempenhar qualquer papel no futuro governo local.
Confira acordo divulgado pela Casa Branca
Gaza será uma zona livre de terrorismo e desradicalizada, que não represente ameaça a seus vizinhos.
Gaza será reconstruída em benefício do povo de Gaza, que já sofreu mais do que o suficiente.
Se ambos os lados concordarem com esta proposta, a guerra terminará imediatamente. As forças israelenses se retirarão até a linha acordada para preparar a libertação de reféns. Durante esse período, todas as operações militares, incluindo bombardeios aéreos e de artilharia, serão suspensas, e as linhas de batalha permanecerão congeladas até que as condições para a retirada escalonada completa sejam atendidas.
Dentro de 72 horas após a aceitação pública de Israel deste acordo, todos os reféns, vivos e mortos, serão devolvidos
Uma vez que todos os reféns sejam libertados, Israel libertará 250 prisioneiros condenados à prisão perpétua, mais 1.700 palestinos detidos após 7 de outubro de 2023, incluindo todas as mulheres e crianças detidas nesse contexto. Para cada refém israelense cujos restos mortais forem devolvidos, Israel libertará os restos mortais de 15 palestinos falecidos.
Assim que todos os reféns forem devolvidos, membros do Hamas que se comprometerem com a coexistência pacífica e a desmobilização de suas armas receberão anistia. Membros do Hamas que desejarem deixar Gaza terão passagem segura para países receptores.
Após a aceitação deste acordo, toda a ajuda será imediatamente enviada para a Faixa de Gaza. No mínimo, as quantidades de ajuda serão consistentes com o que foi incluído no acordo de 19 de janeiro de 2025, abrangendo ajuda humanitária, incluindo reabilitação de infraestrutura (água, energia elétrica, esgoto), reabilitação de hospitais e padarias e fornecimento de equipamentos necessários para remover escombros e abrir estradas.
A entrada e a distribuição de ajuda em Gaza ocorrerão sem interferência das duas partes, através das Nações Unidas e suas agências, e do Crescente Vermelho, além de outras instituições internacionais não associadas a nenhuma das partes. A abertura da passagem de Rafah em ambas as direções estará sujeita ao mesmo mecanismo implementado sob o acordo de 19 de janeiro de 2025.
Gaza será governada sob a administração de transição temporária de um comitê tecnocrático e apolítico palestino, responsável pela gestão cotidiana dos serviços públicos e municípios para o povo de Gaza. Esse comitê será formado por palestinos qualificados e especialistas internacionais, com supervisão de um novo órgão internacional de transição, o “Conselho da Paz”, que será presidido pelo Presidente Donald J. Trump, junto com outros líderes e ex-chefes de Estado, incluindo o ex-primeiro-ministro Tony Blair. Esse órgão definirá o marco de financiamento para a reconstrução de Gaza até que a Autoridade Palestina complete seu programa de reformas, conforme previsto em várias propostas, incluindo o plano de paz do Presidente Trump de 2020 e a proposta saudita-francesa, e possa reassumir com segurança o controle de Gaza. O órgão usará padrões internacionais para criar governança moderna e eficiente, capaz de servir ao povo de Gaza e atrair investimentos.
Um plano de desenvolvimento econômico liderado por Trump será criado para reconstruir e revitalizar Gaza, reunindo especialistas que já ajudaram no crescimento de cidades modernas no Oriente Médio. Muitas propostas de investimento e ideias de desenvolvimento serão consideradas, com foco em atrair e facilitar investimentos que criem empregos, oportunidades e esperança para o futuro de Gaza.
Uma zona econômica especial será estabelecida com tarifas preferenciais e taxas de acesso negociadas com países participantes.
Ninguém será forçado a deixar Gaza, e aqueles que desejarem sair serão livres para fazê-lo, assim como livres para retornar. O objetivo será encorajar as pessoas a permanecer e lhes oferecer a oportunidade de construir uma Gaza melhor.
O Hamas e outras facções concordam em não ter nenhum papel na governança de Gaza, direta ou indiretamente, sob qualquer forma. Toda a infraestrutura militar, terrorista e ofensiva, incluindo túneis e fábricas de armas, será destruída e não será reconstruída. Haverá um processo de desmilitarização de Gaza sob supervisão de monitores independentes, que incluirá o descarte permanente de armas por meio de um programa acordado de desmobilização e recompra internacionalmente financiado. Isso será acompanhado por um programa de reintegração, verificado por monitores independentes. A nova Gaza estará totalmente comprometida em construir uma economia próspera e em coexistência pacífica com seus vizinhos.
Parceiros regionais fornecerão uma garantia para assegurar que o Hamas e outras facções cumpram suas obrigações e que a nova Gaza não represente ameaça para seus vizinhos ou para seu próprio povo.
Os Estados Unidos trabalharão com parceiros árabes e internacionais para desenvolver uma governança temporária estável e sustentável em Gaza.
Há exatos 525 anos, em 22 de abril de 1500, uma frota portuguesa avistava terras desconhecidas no Atlântico Sul — um episódio que marcaria, nos livros de História, a chegada da missão de Pedro Álvares Cabral às terras que mais tarde seriam chamadas de Brasil. Desde então, o imaginário nacional fixou-se em Porto Seguro, na Bahia, como o local do primeiro contato, do avistamento ao desembarque, dos exploradores europeus. Essa versão foi amplamente aceita, ensinada e reforçada ao longo dos séculos. Agora, um novo estudo reacende um antigo debate ao fortalecer hipóteses já defendidas por outros pesquisadores e questionar a rota consagrada pela tradição.
Publicado no Brazilian Journal of Science, o trabalho combina dados físicos, mapas interativos e imagens de satélite para sustentar que o ponto mais provável da chegada portuguesa não foi a Bahia, mas o atual território do Rio Grande do Norte. Liderado por cientistas potiguares e paraibanos, o estudo revisita registros históricos sob uma nova perspectiva, cruzando documentos da época com evidências geográficas e oceanográficas que apontam para um trajeto diferente daquele eternizado nos livros didáticos.
A ideia surgiu a partir da releitura da famosa carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Cabral. Nela, o fidalgo português descreve distâncias, profundidades do mar e uma montanha alta e arredondada avistada do navio. Os autores do estudo cruzaram essas informações com medições modernas e descobriram que os dados batem com a geografia do litoral potiguar, mais especificamente na região entre as praias do Marco, no município de Pedra Grande, e de Zumbi, em Rio do Fogo, próximo à foz do rio Punaú.
Conduzido por Carlos Chesman, do Departamento de Física da UFRN, e Cláudio Furtado, do Departamento de Física da UFPB, o estudo recorreu a conceitos da física para reinterpretar a trajetória da frota portuguesa. Um dos pontos centrais da pesquisa envolve a força de Coriolis, um efeito gerado pela rotação da Terra que influencia os ventos e as correntes marítimas. Esse fenômeno faz com que as correntes oceânicas girem no sentido horário no hemisfério norte e no sentido anti-horário no hemisfério sul. Segundo os autores, essa dinâmica natural teria desviado a frota portuguesa para o litoral potiguar, contrariando a versão tradicional.
O trajeto também foi calculado com base na batimetria, que mede a profundidade do oceano. Os pesquisadores converteram as “braças” mencionadas na carta de Caminha para metros e simularam a aproximação da costa usando softwares como o QGIS. Além disso, realizaram expedições reais com barcos, navegando cerca de 30 quilômetros mar adentro para fotografar, da mesma distância descrita na carta, as montanhas avistadas pela esquadra. O estudo indica que o monte avistado em 1500 (indicado nos livros como Monte Pascoal) seria, na verdade, o Monte Serra Verde, localizado no interior do RN, perto de João Câmara.
As simulações por GPS indicam que a chegada pela Bahia não corresponderia aos ventos e correntes da época. Já a rota pelo RN segue o trajeto natural das correntes atlânticas, descritas nos diários de navegação do século XV. A localização do desembarque na carta também coincide com a existência de um marco português, hoje representado por uma réplica na praia do Marco (o original está no Museu Câmara Cascudo, da UFRN). O ponto sugerido para esse desembarque fica a cerca de 60 quilômetros dali, exatamente como descrito no documento histórico.
Segundo os autores, o objetivo é revisar a narrativa histórica à luz de novas evidências científicas, promovendo uma interpretação mais alinhada aos dados contemporâneos. Eles acreditam que a ciência pode aprimorar a forma como compreendemos o passado, contribuindo para uma visão mais fundamentada e precisa dos eventos históricos.
Uma teoria cada vez mais forte
A pesquisa publicada por Carlos Chesman e Cláudio Furtado é mais uma peça que reforça uma tese antiga, agora sustentada por novos dados físicos, batimétricos e simulações computacionais. Essa abordagem atualiza o trabalho de estudiosos como Lenine Pinto, que defendeu durante décadas que o Brasil foi achado no litoral do Rio Grande do Norte e não na Bahia. Lenine baseou-se em registros náuticos, mapas antigos e relatos, como o da carta de Américo Vespúcio, para sustentar que a primeira terra avistada pelos portugueses foi o saliente potiguar.
Foto: Cícero Oliveira
Outros autores também contribuíram para essa hipótese. Luís da Câmara Cascudo, em Dois ensaios de história, destacou a força das correntes marítimas e dos ventos alísios, que empurrariam naturalmente qualquer embarcação vinda da África em direção ao litoral norte-rio-grandense. A professora Rosanna Mazaro, da UFRN, já havia reforçado esse argumento com base em sua própria experiência como navegadora, afirmando que as condições de vento e mar praticamente impossibilitam uma chegada direta à Bahia sem antes tocar o RN.
O pesquisador Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto também apontou compatibilidade entre as profundidades descritas por Pero Vaz de Caminha e os dados batimétricos da costa potiguar. Seus argumentos mostram que, ao contrário de Porto Seguro, o litoral do potiguar apresenta os níveis de profundidade e visibilidade descritos no documento histórico. A mesma carta menciona um “monte muito alto e redondo”, que Lenine e Manoel identificaram inicialmente como o Pico do Cabugi. Em um segundo livro, porém, o próprio Manoel Neto corrigiu a informação para o Monte da Serra Verde.
Embora o debate não esteja encerrado, o acúmulo de evidências empíricas e o uso de métodos científicos contemporâneos fortalecem a tese de que Cabral teria chegado primeiro ao litoral do Rio Grande do Norte. A combinação entre tecnologia atual e documentação histórica fortalece a hipótese potiguar com um ineditismo metodológico que diferencia este estudo de interpretações anteriores, até então baseadas majoritariamente em análise documental. O que antes era sustentado por teoria literária e investigação histórica agora ganha reforço acadêmico e científico.
Corrigir erros históricos nunca é futilidade. A história corrigiu tb o mapa das capitanias. Aprendemos que eram todas horizontais, e estudos mostraram que as do norte e as do sul eram verticais. Isso não é futilidade. É evolução do pensamento.
Qualquer civilização só se desenvolve estudando e aprendendo com o passado. Negar seu próprio passado é se condenar a repetir os mesmos erros.
quem navega sabe que o Pico do Cabugi avistado do mar poderia se encaixar muito bem na descrição do Monte Pascoal feita por Caminha
A primeira vez q surgiu essa hipótese, Garibaldi era o governador, e perguntaram a ele se não ia lutar pra colocar isso pra frente, pois era muito bom para o RN… e aí, sabe o q Garibaldi disse: Vcs acham que eu sou doído pra brigar com Antonio Carlos Magalhães??
Pois é a época o transtorno com o maior líder Baiano e totalmente ligado ao Governo Federal era dar um tiro no pé e criar um desgaste enorme sem ter tantos recursos para perder, era uma outra realidade hoje o governo é e tem um presidente do mesmo partido. Sabe guando isso vai acontecer nunca!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, testou mais uma vez os limites da sua caça aos imigrantes sem documentação e invocou neste sábado a controversa Lei do Inimigo Estrangeiro (The Alien Enemy Act, em inglês) de 1798, que permite monitorar, prender e deportar cidadãos de “países inimigos” de forma rápida e sem precisar seguir o devido processo legal das cortes migratórias. Adotada três vezes no passado, todas durante conflitos deflagrados, o uso da legislação como arma secreta para o seu plano de deportação em massa já havia sido antecipado pelo O GLOBO. Esta é a primeira vez na História que a lei é invocada em um período de paz. Estima-se que, ao todo, 11 milhões de migrantes estejam em situação irregular no país, dos quais 230 mil são brasileiros.
Na declaração por meio da qual justificou a medida, Trump mencionou expressamente a Venezuela e a organização criminosa Trem de Aragua — recentemente incluída pelo governo americano na lista de cartéis denominados como organizações terroristas. O republicano sugeriu uma relação do grupo criminoso com as autoridades venezuelanas, no que se referiu como “Estado criminoso híbrido”.
“Ao longo dos anos, as autoridades nacionais e locais venezuelanas cederam um controle cada vez maior sobre seus territórios para organizações criminosas transnacionais, incluindo a TdA”, diz a declaração de Trump. “O resultado é um Estado criminoso híbrido que está perpetrando uma invasão e incursão predatória nos Estados Unidos e que representa um perigo substancial para os Estados Unidos.
A menção à organização venezuelana e invocação da lei ocorreu horas após um juiz federal em Washington ter impedido preventivamente o presidente de aplicar a legislação para deportar cinco venezuelanos que estão sob custódia das autoridades federais de imigração e acreditava-se que seriam submetidas a um processo acelerado, sem as devidas garantias — grupos de proteção aos direitos civis provocaram a justiça alegando “risco iminente” de aplicação da lei e disseram que os homens em questão não têm vínculos com o Trem de Aragua.
“Dadas as circunstâncias exigentes de que [o tribunal] foi informado Nesta manhã, determinou-se que uma ordem imediata é justificada para manter o status quo até que uma audiência possa ser estabelecida”, escreveu o juiz James Boasberg em sua ordem, que previne a deportação dos venezuelanos por 14 dias.
Com menos de dois meses de governo, o decreto surge na esteira de uma série de medidas que prepararam o terreno para a sua imposição, como o anúncio de voos com imigrantes indocumentados para Guantánamo, prisão militar americana em Cuba. Em janeiro, Trump orientou autoridades do centro de detenção para que a preparassem para receber até 30 mil migrantes em situação irregular.
Trump havia avisado a autoridades que decretaria a lei em 3 de fevereiro, segundo a agência Reuters, mas o anúncio foi postergado até esta semana. No seu discurso de posse, em 20 de janeiro, ele ameaçou invocá-la, mas acabou dando preferência para outros decretos anti-imigração.
Entre eles, Trump declarou emergência nacional na fronteira sul, o que permitiu alocar mais recursos e mobilizar 1,5 mil soldados das Forças Armadas para controlar o fluxo de entrada no país — número que, segundo um memorando, poderia ser expandido para 10 mil. O republicano também designou carteis de drogas como organizações terroristas, parte do seu amplo esforço de militarização da agenda anti-imigração. A estratégia inclui, ainda, o uso de aviões militares em deportações e de instalações militares para deter imigrantes indocumentados.
Contestação jurídica
Com a imposição da Lei de Inimigo Estrangeiro, o conjunto de medidas anti-imigrantes de Trump ganha contornos ainda mais preocupantes do ponto de vista humanitário. Embora ainda possa ser alvo de contestações na Justiça, a invocação da lei é parte da prerrogativa do presidente americano — diferentemente de medidas como o fim da cidadania a filhos de imigrantes irregulares ou com visto temporário, cuja mudança exige uma emenda constitucional e, por isso, foi temporariamente suspensa por um juiz de Seattle e levada à Suprema Corte.
De acordo com seu texto, a lei pode ser invocada em tempos de “guerra declarada” ou quando um governo estrangeiro promove uma “invasão” ou uma “incursão predatória” contra o território americano. Trump argumenta que os EUA são vítimas de uma invasão de imigrantes promovida por facções criminosas latino-americanas. Um ponto que pode ser alvo de contestação jurídica é o fato de que a legislação exige que o ataque seja cometido por um Estado. O magnata e seus aliados, porém, alegam que os cartéis de drogas atuam como governo de facto em certos países.
Em entrevista ao GLOBO em janeiro, Daniel Tichenor, professor de Ciência Política na Universidade do Oregon, explicou que a lei evoca o Artigo 2 da Constituição, que atribui ao presidente a responsabilidade de repelir uma invasão estrangeira, enquanto o Congresso que determina um estado de guerra. Ou seja, cabe apenas ao republicano decidir se a entrada de imigrantes pela fronteira configura ou não uma invasão nos termos da Lei de Inimigo Estrangeiro.
Por outro lado, a Suprema Corte — com uma maioria de juízes conservadores graças às nomeações feitas por Trump no primeiro mandato — pode declarar a medida inconstitucional, mas o precedente não é favorável. Historicamente, “os tribunais têm usado a ‘doutrina da questão política’ para evitar a resolução de reivindicações que tocam em questões de guerra e paz (…) ou de política externa”, aponta Katherine Yon Ebright, conselheira do Brennan Center, em um artigo.
Margarete Régia é a vereadora que mais trabalha em toda cidade, campeã de emendas na câmara municipal de Natal.Ela merece o reconhecimento de todos.
PARABÉNS HÁ TODOS CANDIDATOS(AS), QUE ESTÃO APARECENDO NAS PESQUISAS! TEMOS QUE NOS FORTALECER PARÁ EXIGIRMOS AS MUDANÇAS QUE O BRASIL TANTO CLAMA POR MUDANÇAS, INCLUSIVEIS AS LEIS QUE REGEM O SISTEMA ELEITORAL!
Meu vereador João Batista Torres
Kd os números de vereadores da pesquisa SETA de Pau dos Ferros
Dúvida: como uma pesquisa ouve 0,13% da população de Natal e tem 95% de confiabilidade?
Natal tem 751.300 pessoas (senso de 2022), eles ouviram 1.000 pessoas, como isso representa 95% da intensões de votos da cidade toda?
Marlene Ramalho 10.007
Não tem jeito.
O povo não muda os ruins.
As mesmas caras profissionais vão voltar todos.
Não tem como ir pra frente.
Como se os mesmos voltam todos??
Tem deles aí, que eu era menino já eram vereadores.
Tem jeito não!!!!
Pelo q vi deve ter mais candidatos que eleitores