Brasil

Beneficiários do Bolsa Família fizeram transações com rede ligada ao PCC e suspeita de lavagem de dinheiro

Foto: Roberta Aline/MDS

Beneficiários do Bolsa Família realizaram dezenas de transações com uma fintech investigada por envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC.

Os relatórios financeiros a respeito dessas movimentações foram elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e encaminhados no fim do ano passado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) à Polícia Federal, responsável por investigar o caso. O avanço das apurações deve indicar se há de fato pessoas que recebem indevidamente o auxílio do governo federal e integram uma rede criminosa ou se esses beneficiários foram vítimas de golpes aplicados por clientes da fintech.

Um dos recebedores do Bolsa Família identificados no relatório é morador de Maricá (RJ) e acaba de completar 31 anos de idade. Autodeclarado vendedor de comércio varejista e atacadista, o homem recebe R$ 800 por mês do programa de transferência de renda — antes, teve acesso também ao Auxílio Emergencial e ao Auxílio Brasil. Apesar de o programa federal em vigência ser destinado a famílias que recebem até R$ 218 por pessoa, o morador de Maricá ostenta gastos que destoam desse perfil: apenas nos seis meses entre outubro de 2022 e março de 2023, passaram pelas suas contas R$ 345,6 mil.

O intenso entra e sai de dinheiro motivou a comunicação ao Coaf, em abril de 2023. Dentre as transações listadas no relatório, ao qual o GLOBO teve acesso, estão o recebimento de 72 transferências via Pix que totalizaram R$ 16.734 de uma conta da fintech 2GO, e o posterior envio de R$ 25.700 para esse mesmo remetente.

A mesma conta fez transações com uma empregada doméstica que mora no Recife (PE). Também beneficiária do Bolsa Família, que proporciona a ela R$ 350 mensais, a mulher recebeu 68 Pix que totalizaram R$ 8.295 no período de novembro de 2023 a abril de 2024. Para essa mesma conta, a mulher enviou de volta R$ 6.350 a partir de transações picadas: foram 113 operações.

Outra conta da 2GO operou também uma série de transferências via Pix para dois outros beneficiários do Bolsa Família à primeira vista sem conexão entre si: uma auxiliar geral de Contagem (MG), e um professor de Tutoia (MA). A fintech também fez transferências para um taxista de Barra do Piraí (RJ) e para uma autônoma de Aquidauana (MS) — ambos igualmente assistidos pelo programa social do governo.

Ao Coaf, os bancos que reportaram as movimentações suspeitas relataram que os clientes apresentaram “perfil incompatível” com o de beneficiários de programas sociais, com “intensa movimentação de recursos, principalmente através de transferências instantâneas”, o que “causou estranheza”.

Ao todo, as duas contas da 2GO identificadas no relatório aparecem em transações com 68 pessoas que tiveram atividades reportadas por bancos, cartórios e empresas de crédito ao Coaf no período de novembro de 2022 a outubro do ano passado.

Como mostrou o GLOBO, a 2GO Bank foi fundada em 2020 pelo policial civil Cyllas Salerno Elia Júnior, à época lotado no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), órgão da Polícia Civil paulista responsável por atuar em ações estratégicas contra o crime organizado. A empresa foi alvo de operação da PF em novembro, após investigação indicar que os clientes da fintech a utilizavam para fazer movimentações financeiras anônimas, de difícil rastreabilidade, e encobrir dinheiro de origem criminosa.

Em seu acordo de delação premiada com o MP-SP, o empresário Antonio Vinicius Gritzbach afirmou que a 2GO Bank era ligada a Anselmo Becheli Santa Fausta, o “Cara Preta”, e a Rafael Maeda, o “Japa”, ambos integrantes do PCC que foram assassinados na Zona Leste de São Paulo. O próprio Gritzbach veio depois a também ser executado, na saída do Aeroporto de Guarulhos, em novembro do ano passado.

O Coaf atua no combate a crimes financeiros como a lavagem de dinheiro e pode ter a colaboração da Receita Federal, responsável por coibir fraudes fiscais. Ambos os órgãos têm a prerrogativa de acionar a Polícia Federal ou o Ministério Público caso se deparem com indícios de crimes.

O governo revogou no mês passado uma instrução normativa que pretendia ampliar o escopo da fiscalização da Receita Federal após uma enxurrada de fake news associar a mudança a uma falsa taxação do Pix. Agora, fintechs como a 2GO voltam a ser desobrigadas a reportar movimentações ao órgão, o que diminui os caminhos para as autoridades identificarem irregularidades envolvendo essas empresas.

— Os bancos são obrigados a informar movimentações suspeitas ao Coaf, enquanto a Receita recebe informações globais, menos detalhadas, e confronta essas informações com outras bases de dados para identificar possíveis fraudes fiscais. Caso encontre algo, ela chama o contribuinte a se explicar. Se a pessoa não conseguir, abre-se um procedimento interno de fiscalização que pode levar à quebra de sigilo bancário e resultar em um auto de infração. Se houver indício de outros crimes, a Receita pode oficiar os órgãos competentes para investigar — explica o advogado André Felix Ricotta, doutor em direito tributário e sócio da Felix Ricotta Advocacia.

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), responsável pelo Bolsa Família, informou que faz avaliações para identificar situações de inconsistência de renda de modo “rotineiro” e que iniciou estudos em agosto do ano passado para “aprimorar o procedimento” em 2025. A pasta afirma que o novo Cadastro Único (CadÚnico) entrará em operação em março e garantirá “maior precisão e confiabilidade” das informações, além de ajudar a evitar fraudes.

“A medida visa aprimorar a destinação dos recursos e assegurar a focalização do programa, e não gerar economia, uma vez que os benefícios devem ser pagos a todos que atendam aos critérios de elegibilidade”, acrescentou a pasta.

A Controladoria-Geral da União (CGU) também faz auditorias para identificar beneficiários incompatíveis e rastrear “sinais exteriores de riqueza”, conforme um auditor explicou ao GLOBO. Procurado para comentar o caso, o órgão informou que não se manifesta sobre fiscalizações “até que estejam finalizadas e permitam que resultados efetivos sejam apresentados”. Em relatório publicado em dezembro, a CGU indicou que a desatualização e inconsistência nos dados dos beneficiários do Bolsa Família prejudica a identificação daqueles que descumprem as condições para receber o auxílio do governo.

A Polícia Federal não quis comentar o caso. Também procurada, a 2GO Bank não respondeu aos pedidos de manifestação.

O Globo

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Economia

Correios entram em alerta máximo: estatal busca R$ 10 bilhões em 15 dias e prepara PDV para cortar 10 mil funcionários

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A crise nos Correios atingiu um novo patamar. A empresa estatal precisa levantar, em apenas 15 dias, ao menos R$ 10 bilhões para evitar um colapso operacional e conseguir manter suas atividades mínimas. A direção tenta viabilizar o recurso via empréstimo com garantia da União, depois de reduzir pela metade o plano inicial de captar R$ 20 bilhões — valor que se mostrou inviável diante das altas taxas cobradas pelos bancos na primeira rodada de negociações.

O dinheiro é considerado vital para colocar em prática o plano de reestruturação, com foco principal na redução de custos com pessoal. A estatal prepara um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV) para atingir 10 mil desligamentos, número muito acima das adesões registradas na última tentativa. A expectativa é de que, com incentivos mais atrativos, seja possível reduzir a folha salarial em cerca de R$ 2 bilhões por ano.

As negociações seguem com um grupo ampliado de instituições financeiras, após bancos como BTG, Citibank, ABC Brasil e Banco do Brasil apresentarem propostas com custo acima do limite considerado razoável para operações com aval da União — chegando a 136% do CDI. A meta atual é fechar contratos com taxa de até 120% do CDI e garantir pelo menos metade do valor solicitado até o fim do mês. A operação pode envolver um sindicato de bancos, modelo já utilizado pela estatal no passado.

A corrida por recursos também tenta impedir que o prejuízo crescente destrua de vez a capacidade dos Correios de competir no mercado. A empresa acumula perdas de R$ 4,3 bilhões em 2025 e enfrenta atrasos em pagamentos a fornecedores, o que tem impacto direto nas entregas. Hoje, 92% das encomendas chegam no prazo — índice abaixo dos 95% considerados essenciais para manter grandes contratos, especialmente com plataformas de e-commerce. Sem estabilizar o caixa, o risco é de uma nova piora no serviço e de mais fuga de clientes.

Com informações do O Globo

Opinião dos leitores

  1. A OI era uma das empresas mais fortes do Brasil.
    Ele manobrou para a OI fazer parceria com a PT (Portugal Telecom), para se expandir pela África e América do Sul.
    A PT se envolveu em escândalos (PT é PT), Lula mudou a lei para a OI comprar a Brasil Telecom (DF, Sul, Centro-Oeste, Norte), a OI se endividou e quebrou.
    Lula quebrou a OI, deixou o Brasil quebrado em 2016, agora quebra os correios.

  2. Lembrando A empresa apresentou resultados positivos e crescentes em 2019, 2020 e 2021, com o pico histórico de R$ 3,7 bilhões em 2021.

  3. O PT sempre protestou contra PDV. COERÊNCIA ZERO característica da EXTREMA ESQUERDA que usa a estatal para bancar festa para primeira dama entre outras.

  4. Onde os PeTralhas põe a mão, é perda total, principalmente para os trabalhadores jumentos que não enxergam isso nesses canalhas, estou pagando com 28% do meu benefício do meu fundo de pensão até 2040, o roubo que os PeTralhas fizeram…

  5. Mais uma que LULADRAO colocou para o buraco. Esse canalha, enquanto não destruir por completo nosso país, não sossega. Ele é sua quadrilha de bandidos e vagabundos, da família, do maior até o menor negócio de qualquer que seja o setor, esses vagabundos tentam destruir.

  6. Entregaram o mercado de entregas de produtos a Amazon e outras empresas e deixaram os correio só pra entregar cartas q ninguém mais escreve e ainda culpam esse governo.

  7. Em crise, Correios gastaram R$ 38 milhões em patrocínios no governo Lula
    Estatal desembolsou R$ 6 milhões para exibir sua marca no Lollapalooza e R$ 4 milhões de reais na turnê ‘Tempo Rei’, de Gilberto Gil.
    Fonte: ESPIA
    💩👺🫏 A SOLUÇÃO É SÓ APERTAR O 13 COM TODA FORÇA NA CAIXINHA 🪄

  8. Basta pedir voluntários com bênçãos de um mil reais . kkk Ou dez almas caridosas com bênçãos de um bilhão cada. Mas, tenho certeza que conseguirão , pois já estão pedindo $$$ para a Amazônia. kkk
    ” Brasil véi sem porteira!” kk

  9. Demitir funcionários não é a solução. Eles dão o sangue pelos Correios. Quem deve ser demitido é o presidente do país e os dirigentes que colocaram os Correios na situação por má gestão. E não é a primeira vez. O inteligente aprende com seus próprios erros. O sábio aprende com os erros dos outros. Precisamos aprender com nossos erros e diferenciar entre que recebe um colar com diamantes de quem rouba bilhões e ainda canta de honesto.

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Brasil

VÍDEO: Segurança confunde menino negro com pedinte e mãe denuncia racismo

Foto: Google Street View

Um menino de 10 anos e sua mãe pretendiam comer um brigadeiro em uma confeitaria localizada em um centro comercial de Perdizes, bairro nobre da zona oeste de São Paulo. De acordo com a mãe, os dois foram impedidos por um ato de racismo. Um segurança retirou o menino, negro, da loja alegando que “não pode ter pedinte no local”.

A mãe, a jornalista Suzana Barelli, denunciou o caso em suas redes sociais. “Racismo é crime!!! A interpretação deste segurança e de seus chefes é que criança negra = pedinte que importuna os clientes e deve ser afastada”, escreveu.

Ela também publicou um vídeo no qual pede explicações para o segurança. O caso ocorreu na sexta-feira (25/3) em uma das lojas da rede de franquias Amor aos Pedaços localizada no centro comercial Instant Center. No vídeo, o segurança se recusa a se identificar e diz que “é a regra do condomínio, não pode as pessoas pedirem coisas”. Ele, no entanto, não explica porque abordou o filho de Suzana.

“Racismo puro! A minha pergunta é: como as lojas que funcionam no local vão reagir a isso?”, questionou Suzana, que, além da Amor aos Pedaços, citou outras empresas como Hering, Drogasil, QBurger e Da Pá Virada Gelateria. “Vocês estão com a palavra. Vão continuar atuando em endereços que usam seguranças com esta mentalidade? Ou vamos trabalhar para mudar esta realidade?”

Em entrevista à TV Globo, a mãe contou que o menino estava em uma consulta com o terapeuta e, como de costume, ela comprou um brigadeiro para o filho. Ele chegou, sentou-se ao lado dela, mas logo foi abordado pelo segurança.

O garoto disse que não entendeu porque o homem tentou tirá-lo do local. “Eu pensei: ‘eu sou tão ruim assim para pessoa me tirar?’. Eu me senti meio mal”, falou.

Metrópoles

Opinião dos leitores

    1. Como assim, classe? A côr da pele define a classe?
      Tá enrrolado….kkkk

  1. Até quando veremos o racismo atuando em endereços nobres ou em outras situações? Isso é vergonhoso. Não é a cor da pele que dita a condição social ou o caráter. O mais absurdo é que o Brasil é fruto da miscigenação racial e ainda assim convivemos com esse maldito preconceito.

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Clima

Chuva causa transtornos em Mossoró, alaga ruas e avião precisa aguardar para pousar em aeroporto

Foto: reprodução/redes sociais

Uma chuva na tarde desta terça-feira (14) causou transtornos em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, alagando ruas, invadindo imóveis e até atrasando o pouso de um avião no aeroporto da cidade.

A chuva durou cerca de 30 minutos, mas em alguns bairros, foi registrado um acúmulo de água acima de 30 milímetros nesse período, de acordo com a Defesa Civil de Mossoró.

De acordo com a análise pluviométrica da Defesa Civil de Mossoró, o bairro que mais recebeu chuva foi Santa Delmira, onde foram registrados 32 milímetros de chuva neste período.

Bairros Barrocas (18 mm), Aeroporto (13 mm) e Belo Horizonte (7 mm) registraram os maiores índices em sequência.

Um trecho da avenida Santa Luzia, no bairro Santa Delmira, ficou completamente alagado e com a água entrando inclusive em uma igreja.

De acordo com a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seadru), com a chuva desta terça, Mossoró já atingiu nesses 17 dias o volume de chuvas esperado para todo o mês de janeiro, com 64,9 mm.

Avião atrasa pouso

Opinião dos leitores

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Geral

Pix movimenta valor recorde de R$ 16 trilhões em 2023


Foto: Febraban

As movimentações via Pix cresceram 54% em 2023. Foram movimentados R$ 16,9 trilhões no acumulado do ano, com valores parciais de dezembro. Em 2022, o registro foi de R$ 10,9 trilhões. Já a quantidade de operações saltou de 11,7 bilhões, em 2022, para 37,1 bilhões até novembro de 2023.

Ao todo, cerca de 145 milhões de pessoas físicas se cadastraram no meio de pagamento até o final do ano passado. É pouco mais de dois terços da população brasileira (67%).

PIX AUTOMÁTICO

O BC (Banco Central) lançará uma facilitação para pagamentos recorrentes. O Pix Automático vai entrar em vigor em 28 de outubro de 2024. A ferramenta deve auxiliar na quitação de cobranças recorrentes e poderá ser utilizado como forma de recebimento por empresas de diversos setores. Em dezembro, o BC publicou as regras gerais de funcionamento. Dentre elas estão:

  • os procedimentos de autorização prévia;
  • as normas para o cancelamento da autorização;
  • as regras para a rejeição e para a liquidação da transação;
  • as funcionalidades a serem oferecidas ao usuário pagador e ao usuário recebedor;
  • as regras de devolução e de responsabilização em caso de erro; e
  • o limite diário para as transações relacionadas ao produto.

Para os clientes pessoas físicas, a oferta será obrigatória. Para as empresas, caberá às instituições financeiras escolherem se querem ofertar o produto. Assim como no Pix tradicional, não haverá cobrança de tarifas a pessoas físicas e poderá haver cobrança para as pessoas jurídicas, com as tarifas negociadas livremente.

Atualmente, a oferta do Pix recorrente, em que o usuário pode agendar Pix para horários determinados, é facultativa. Com as novas regras, as instituições financeiras que não se adequarem até 28 de outubro de 2024, data do lançamento, ou não passarem nos testes de homologação serão multadas por dia de atraso na oferta e poderão sofrer punições expressas no Manual de Penalidades do Pix, alterado para abranger a nova modalidade de transferências automáticas.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. 16 tri de movimentação financeira . Porque não se simplifica e se põe um imposto justo e se acaba com todos os outros , pagara-se -a o lícito e o ilícito . A união arrecadaria de todos os lados , inclusive o ilícito , não ficando na mão de poucos , o errado

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Brasil

Dono de posto que deu origem à Lava Jato quer acesso às mensagens trocadas por procuradores

Foto: Reprodução

O doleiro Carlos Habib Chater, dono do posto de combustíveis que deu origem à Lava Jato, pediu ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), para ter acesso às mensagens trocadas por integrantes da força-tarefa.

A defesa de Habib acionou o STF na noite desta terça-feira (11). O advogado Ronaldo Barbosa de Oliveira Filho pede que o ministro, relator do pedido, autorize o compartilhamento da totalidade das mensagens reunidas na Operação Spoofing, que investiga a invasão aos celulares de procuradores e autoridades.

A solicitação foi feita no âmbito de uma reclamação apresentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2020, em que a defesa do petista pedia acesso às conversas hackeadas de integrantes da operação.

Carlos Habib Chater quer a extensão dos efeitos de decisões anteriormente proferidas por Toffoli. O movimento vem sendo adotado por alvos da operação que buscam analisar as mensagens dos procuradores com o objetivo de encontrar nas conversas motivos para contestar decisões e anular condenações.

A defesa do doleiro sustenta que ele foi o principal alvo da primeira fase da Operação Lava Jato, por ser, à época, dono do Posto da Torre, localizado na região central de Brasília, e que, por isso, deve ter o acesso às mensagens concedido pelo ministro.

“Além de ter sido preso preventivamente na primeira fase da Operação Lava Jato, o requerente [Habib] foi processado, julgado e condenado por crimes diversos, dentre os quais o de lavagem de dinheiro, pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba”, justifica a defesa.

O então juiz Sergio Moro escreveu em sua decisão, ao condenar o doleiro em 2015, que as provas da investigação mostravam que Carlos Habib Chater utilizava a estrutura do Posto da Torre e as contas das empresas que ali atuavam para lavar, profissionalmente, dinheiro de origem ilícita para clientes.

CNN

Opinião dos leitores

  1. Aff…
    Pra Variar, o posto tem bandeira ALE.
    A pior distribuidora do País.
    Donos de postos com essa bandeira que o diga.
    O combustível é bom, mas a empresa é uma merd…

  2. O amigo do amigo do meu pai.
    Toffoli está destruindo a Lava Jato.
    Estou aqui assistindo a Decisão da Chapiom Liga. Vocês fiquem por aí babacas.

  3. Eita! Vão canonizar a bandidagem toda. Começou por um certo indivíduo que gosta de usar barba. kkkkkkkk

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Geral

Advogado deixa defesa da Meta e cita “loucura neonazista”

Reprodução

O advogado estadunidense Mark Lemley, afirmou, em seu perfil no Bluesky, que deixará de representar a Meta em um caso sobre direitos autorais de inteligência artificial generativa devido à “masculinidade tóxica” e “loucura neonazista” do fundador da empresa, Mark Zuckerberg. A publicação foi feita na 2ª feira (13.jan.2025).

O jurista, que também é professor de direito na Universidade de Stanford, afirmou que, apesar de apoiar a posição da Meta no caso envolvendo IA generativa, não pode, “de boa consciência”, continuar como advogado da empresa.

“Demiti a Meta como cliente. Espero que eles vençam a disputa de direitos autorais, mas não posso mais representá-los”, escreveu na rede social, que é concorrente do X (ex-Twitter), de Elon Musk.

O anúncio ocorre após mudanças na política da Meta, entre elas o encerramento do programa de checagem de fatos nos Estados Unidos e a adoção de “notas de comunidade”, modelo inspirado no X, em que usuários comentam sobre a veracidade de postagens.

A decisão de Mark Lemley foi motivada, em parte, por declarações de Zuckerberg durante um podcast “Joe Rogan Experience”. O CEO disse que a cultura corporativa é “neutra” porque tentar fugir da “energia masculina” e que “ter uma cultura que gosta de celebrar um pouco mais a agressão tem seus próprios méritos que são realmente positivos”.

Lemley também informou que desativou sua conta no Threads, rede social lançada pela Meta para competir com o X, e que não fará mais compras por anúncios veiculados no Facebook e Instagram. “Não quero que o Facebook receba crédito por qualquer compra que eu faça”.

Ele encerrou sua mensagem no Bluesky defendendo o uso da rede social como alternativa às plataformas da Meta e ao X. “O Bluesky é uma excelente alternativa. Não preciso apoiar um site semelhante ao Twitter administrado por alguém que tenta imitar o Musk”, concluiu.

Poder 360

Opinião dos leitores

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Polícia

Polícia de São Paulo identifica mandante da morte de delator do PCC

Reprodução

Dezenas de policiais estão nas ruas neste momento em busca de Emílio de Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreiro. Além do mandado de prisão, os agentes cumprem mais de 20 mandados de busca e apreensão. Todos os endereços estão relacionados ao homem apontado como o mandante do assassinato do empresário Vinícius Gritzbach.

Conforme as investigações, o criminoso faz parte do núcleo do PCC que tinha relação direta com Anselmo Santa Fausta, outro traficante de alta patente da quadrilha, morto a tiros em dezembro de 2021.

Vinícius Gritzbach foi preso, acusado do assassinato de Santa Fausta. O empresário teria investido em criptomoedas o dinheiro de Santa Fausta e de Cigarreiro, procurado pela polícia hoje.

O negócio teria dado errado, e Gritzbach passou a ser cobrado. A dívida dele ultrapassava R$ 100 milhões. Gritzbach chegou a ser sequestrado e levado ao tribunal do crime.

Segundo a polícia, o mandante do assassinato do empresário participou do “julgamento” de Gritzbach em 2022. Ele conseguiu escapar da morte ao prometer devolver o dinheiro, o que nunca aconteceu.

A força-tarefa da polícia quer agora descobrir quanto Cigarreiro pagou para que policiais militares da ativa executassem o delator do PCC.

Dois policiais militares identificados como atiradores já haviam sido presos: o cabo Denis Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues. O motorista do carro que teria levado os dois até o local, o tenente Fernando Genauro, também está detido no presídio militar Romão Gomes.

Os advogados Renato Soares do Nascimento e Mauro da Costa Ribas Junior, que defendem os três PMs, afirmam que seus clientes são inocentes e que, no processo penal, apresentarão provas documentais e testemunhais.

O R7 tenta contato com o advogado de Emílio de Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreiro, que ainda não foi localizado.

R7

 

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Polícia

Australiano que fingiu sequestro para ficar com amante terá que pagar R$ 50 mil à polícia

Foto: Nigel Killeen/Getty Images

Um australiano que simulou seu próprio sequestro para passar mais tempo com a amante, na véspera de Ano Novo, foi condenado a pagar o custo da operação policial para encontrá-lo.

Paul Iera compareceu ao Tribunal Local de Wollongong, em Nova Gales do Sul, na terça-feira (26), e foi informado que terá de pagar ao governo estadual US$ 10.000 (cerca de R$ 50.000) por 200 horas de trabalho policial depois que sua parceira denunciou o desaparecimento.

O comerciante, de 35 anos, foi encontrar a amante em 31 de dezembro, mas mentiu para sua esposa sobre o encontro com seu “homem das finanças”, informou o 9 News, afiliado da CNN.

Em um momento de desespero, a dupla enviou uma mensagem à companheira para ganhar tempo. Mas a mensagem deu errado – apesar do pedido de resgate um tanto quanto fácil de ser atendido.

“Obrigado por me enviar Paul, agora o pagamento é uma *****. Adeus. Vamos ficar com ele até de manhã, quando ele nos der sua bicicleta, chamamos isso de justo”, dizia a mensagem, de acordo com a 9 News.

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Geral

Fórmula 1 cancela corridas de abril no Bahrein e na Arábia Saudita devido à guerra no Oriente Médio

Foto: Hollie Adams/Reuters

Os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita na Fórmula 1 não serão realizados em abril devido ao conflito no Oriente Médio, anunciou a categoria neste sábado (14).

O anúncio já era amplamente esperado. O comunicado divulgado pela categoria — de propriedade da Liberty Media — e pela entidade reguladora Federação Internacional de Automobilismo (FIA), além dos promotores locais, informou que as corridas não serão substituídas no calendário do próximo mês.

Fontes da agência Reuters disseram que também é improvável que as provas sejam remarcadas para mais tarde neste ano, devido a questões logísticas e climáticas, embora o comunicado não tenha descartado explicitamente essa possibilidade. Com isso, o calendário deve ser reduzido de 24 para 22 corridas.

“Embora tenha sido uma decisão difícil de tomar, infelizmente é a correta neste momento, considerando a situação atual no Oriente Médio”, disse o diretor-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali.

O circuito desértico de Circuito de Sakhir, no Bahrein, deveria receber a quarta etapa da temporada em 12 de abril, enquanto o circuito de rua Jeddah Corniche Circuit, na Arábia Saudita, sediaria a corrida no fim de semana seguinte.

g1

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Segurança

Golpistas cruzam chaves vazadas de Pix com outros dados para aplicar novas fraudes; Saiba o que fazer para se prevenir

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Desde que começou sua operação no final de 2020, o Pix já ultrapassou a marca de 400 milhões de chaves cadastradas. Com a difusão, o método de pagamento instantâneo também passou a ser percebido por criminosos como um terreno fértil para aplicação de novos golpes.

Entre setembro de 2021 e março deste ano, o BC registrou três vazamentos de dados de usuários que utilizam o Pix. Apesar de envolver apenas informações cadastrais —como nome, CPF, telefone e instituição bancária—, 576.785 chaves foram expostas no total.

Em nota, o BC esclareceu que as informações não são sensíveis ou sigilosas. “Parte costuma ser compartilhada pelos usuários ao se fazer uma operação TED ou DOC, estão impressas nos cheques e podem constar nos comprovantes das transações.”

O perigo, contudo, está no que cibercriminosos têm feito com essas informações, dizem especialistas. Com dados cadastrais em mãos, é possível que cruzem com vazamentos anteriores e também identifiquem perfis pessoais de usuários em redes sociais —e, a partir daí, apliquem golpes phishing e de “engenharia social”.

Phishing —termo do inglês que deriva de “pesca”— é a tentativa de “fisgar” uma vítima através de falsas solicitações por mensagens de texto, WhatsApp, links enganosos ou mesmo ligações. Já a engenharia social é aquela em que criminosos tentam manipular a vítima para que forneçam informações.

O cibercriminoso, em posse de CPF, nome completo e até data de nascimento, pode se passar por um funcionário do banco e pedir senhas de cartões, dados de conta e de caráter sigiloso. Por serem informações reais e, teoricamente, somente de posse da instituição financeira, é comum que a vítima confie que seja uma solicitação verdadeira e caia na armadilha.

“A partir do momento em que a vítima cria um elo de confiança com o criminoso, ele pode criar inúmeras histórias para tentar efetuar o estelionato”, explica Wanderson Castilho, perito em crimes digitais. “Os vazamentos em si não são nocivos, mas facilitam a criação de novos golpes.”

Na ligação, por exemplo, o golpista pode dizer que tem um empréstimo pré-aprovado no nome da vítima ou até mesmo alegar que houve uma tentativa de invasão à conta e, por isso, precisa alterar a senha de ingresso.

Outro caso recorrente, segundo Castilho, é o hackeamento de contas de redes sociais, como WhatsApp e Instagram, em que, passando-se pela vítima, é disparada uma mensagem para contatos frequentes pedindo ajuda financeira ou oferecendo falsas promoções.

“As histórias são infinitas, mas a metodologia é sempre a mesma. A partir das informações cadastrais que já tem, o estelionatário busca outras para conseguir, efetivamente, aplicar o golpe, quer seja na vítima inicial, quer seja nos contatos dela”, diz Castilho.

Como se prevenir

Nesse contexto de exposição de dados pessoais e fragilidade na internet, a principal arma contra golpes, de acordo com os especialistas, é justamente a informação.

“A partir do momento em que o usuário desconfia que se trata de um golpe, ele já está mais do que na metade do caminho para não cair”, diz Castilho.

Para evitar golpes, especialistas aconselham uma série de medidas de segurança. “Do ponto de vista do consumidor, o que eu mais recomendo é fazer a autenticação em duas etapas de cada rede social para evitar clonagens, e, sobretudo, comprar apenas de lugares que você mesmo buscou”, diz Abalém.

“Sempre desconfie de links e supostos funcionários de bancos que chegam até você, e, na dúvida, vá por conta própria até um canal oficial de comunicação.”

O Banco Central ressalta que cada usuário que teve sua chave Pix exposta foi notificado, individualmente, por meio do sistema interno da instituição bancária de relacionamento. Isso quer dizer que nenhuma outra forma de contato, quer seja mensagem de texto, quer seja ligação ou e-mail, foi utilizada.

Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) reforça que o Pix “continua seguro e não há risco de o fraudador se apropriar de uma chave em nome do cliente”.

“A Febraban e os bancos associados têm como prioridade a segurança dos seus clientes e investem R$ 25,7 bilhões por ano em tecnologia e segurança da informação, através do monitoramento constante de suas respectivas infraestruturas.”

CNN Brasil

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Brasil

Amigo de ministro de Lula vira sócio de agência contratada pelo governo

Foto: Twitter/ @DeputadoFederal

O cientista político Juliano Corbellini, amigo próximo do ministro-chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), Paulo Pimenta, virou sócio da Nacional Comunicação, um das agências de publicidade que atendem a Presidência da República.

Corbellini é vice-presidente de Comunicação Institucional da empresa, que também tem como clientes os ministérios da Saúde, das Cidades e do Desenvolvimento Social. De acordo com registros oficiais, ele entrou para a sociedade em março deste ano, após a posse de Lula (PT).

A amizade entre Pimenta e Corbellini remonta à época do movimento estudantil no Rio Grande do Sul. O publicitário é padrinho de um dos filhos do atual chefe da Secom.

O sistema que reúne informações sobre as agendas das autoridades do Executivo, além de uma resposta a um pedido via LAI (Lei de Acesso à Informação) formulado pela Folha, indicam pelo menos quatro idas de Corbellini à Secom, no Palácio do Planalto, desde o início do governo.

Também foram registrados acessos do publicitário ao Palácio do Planalto em 22 dias nos três primeiros meses do governo Lula, antes de Corbellini se associar à agência.

Os dados indicam uma reunião seguida de almoço, no dia 19 de abril, entre Pimenta, o representante da Nacional Comunicação e Maurício Moura, diretor do Ideia Big Data.

As agendas mostram ainda compromissos de Corbellini no Planalto após entrar na empresa. Em 26 e 27 de abril, a ida foi para “reunião com a equipe da Agência de Comunicação da FSB e assessores da Secom”. A FSB atua em comunicação e presta serviços ao governo federal. Há ainda um registro em 29 de maio.

No final de 2022, no período de transição de governo, Pimenta promoveu uma reunião com representantes das agências que atendem a Presidência. O hoje sócio da Nacional participou daquele encontro, ocorrido três meses antes de ele se associar à agência.

Corbellini disse que faz parte dos quadros da Nacional com “uma pequena participação [societária]” e que ao ingressar na empresa “ela já tinha todos os contratos atuais”. Ele diz atuar na área de planejamento da agência para todos os clientes, incluindo órgãos do governo federal.

“Tenho uma longa e séria carreira reconhecida pelo mercado publicitário e de comunicação política, o que me levou a essa parceria com a Agência Nacional, baseada apenas em critérios profissionais”, afirmou ele, que apresenta em seu currículo “mais de 20 anos em comunicação política, comunicação governamental, planejamento e campanhas eleitorais”.

Entre outras, Corbellini listou atuação em campanhas de Manuela D’Ávila (PC do B-RS), de Alexandre Kalil (PSDB-MG) e de Flávio Dino (PSB-MA), atual ministro da Justiça de Lula.

Por meio da assessoria de imprensa da Secom, Pimenta afirmou que a Nacional é uma das mais de 20 agências que prestam serviços para o governo federal, entre agências de publicidade, comunicação corporativa e eventos, e que todas são empresas contratadas por meio de processos licitatórios ocorridos no governo anterior.

Disse que entre as atribuições da Secom está a de planejar e coordenar campanhas publicitárias feitas pelo governo e que, portanto, “é natural a participação de reuniões e encontros [com representantes das agências], que ocorrem regularmente”.

“Agências que prestam serviços à administração pública atendem a critérios técnicos e jurídicos averiguados por órgãos federais responsáveis. Propostas técnicas são apresentadas por todas as agências concorrentes nos certames, nos quais vários critérios são listados”, afirmou ainda no comunicado.

Quanto ao trabalho prestado por Corbellini a aliados do governo em eleições, incluindo o titular da Justiça, o chefe da Secom disse que “eventual participação em campanhas eleitorais, comuns no histórico de trabalho de várias agências, não é excludente para participação de licitação e prestação de serviço. Portanto, não há conflito”.

A CGU (Controladoria-Geral da União) abriu, em 2020, um PAR (Processo Administrativo de Responsabilização) para apurar possíveis irregularidades em campanhas do Ministério do Turismo realizadas pela Nacional dois anos antes.

O processo está em andamento e sob sigilo, segundo a controladoria. Em relatório de apuração apresentado em 2021, a CGU afirmou ter havido “direcionamento irregular de ações publicitárias para a Agência Nacional”.

O órgão ainda apontou “combinação imprópria” entre a empresa e uma diretoria do ministério para redigir documentos que justificaram a dispensa de seleção interna para a escolha da agência que realizaria ações de R$ 10 milhões.

A Nacional afirmou que o procedimento da CGU “ainda não está concluído e não há, portanto, nenhuma resolução sobre o caso”. “A empresa vem prestando todos os esclarecimentos necessários e tem confiança de que o procedimento será arquivado”, disse a empresa.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES!
    Se fosse no governo de Bolsonaro, iriam abrir uma CPI.

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Cidades

Camelódromo da Cidade Alta enfrenta abandono e tem 70% dos boxes fechados

Foto: Magnus Nascimento

A Cidade Alta, um dos bairros históricos da capital Potiguar sofre com o baixo movimento de clientes e lojas fechadas por comerciantes. O que não é diferente no camelódromo do bairro, com 445 boxes totais, apenas 130 estão ocupados. Os comerciantes que ainda estão no local destacam indignação com a falta de infraestrutura e reforma no local. Por outro lado, a Prefeitura de Natal por meio da Secretaria de Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), vem estudando formas de tornar o lugar mais atrativo e após análise quantificou um orçamento necessário para reforma do local de R$ 1,450 milhão.

“A gente sabe que é uma situação complexa. No início do ano, em fevereiro, logo que assumimos a Semsur fizemos lá um serviço, um paliativo na cobertura, que estava deteriorada, com risco de queda. Então a gente fez um paliativo e pedimos uns projetos para fazer em definitivo. Então a gente está com o orçamento, que ficou em torno de R$ 800 mil para substituição do telhado e das estruturas metálicas que segura o telhado e um orçamento de R$ 650 mil da parte elétrica para refazer toda a parte elétrica do camelódromo da Cidade Alta”, explica o secretário adjunto de Operações da Semsur, Paulo Pinheiro.

Emenda federal

O secretário explica que para ser possível o investimento do valor que foi orçado é necessário adquirir os recursos através de emendas parlamentares.

“Foi levantado o orçamento e estamos tentando ir atrás de recursos para isso. Chegou inclusive uma informação hoje (22), que o deputado federal, General Girão tinha interesse em colocar uma emenda para lá. Então a gente vai passar para a assessoria dele, para a equipe dele, esses orçamentos e ver as disponibilidades e se ele vai conseguir passar alguma emenda para cá. Porque a prefeitura com um valor desse, seria interessante, mais fácil com uma emenda federal”, explica Paulo Pinheiro.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Concordo com Paulo…ruas estão estreitando, criaram a ao única, ideia de girico. A cidade não tem onde estacionar e muito menos o alecrim.
    A cidade é multada 24 horas.
    Sttu, olhos do cão, etc.
    Afinal a sttu faz o quê? Cpre???

  2. O comércio da Cidade Alta acabou quando os comerciantes exigiram que os camelôs fossem retirados das calçadas. Foram atendidos, agora estão pagando o preço da cagad* que deram. No caso do Alecrim, o comércio se mantém forte porque os camelôs permaneceram.

    1. Teu cu! Isso se deve a criação de plataformas de compra on-line, como Amazon, MercadoLivre, Shopee, Aliexpress… Tudo q se vende aqui no RN você encontra na internet por um preço mais baixo e ainda entregam na sua casa sem custo. Acabou pro varejista. Diabo é quem gasta uma nota com gasolina pra se deslocar até a cidade alta pra ser mal atendido, sofre com a falta de estrutura e ainda comprar mercadorias de baixa qualidade. Alecrim sobrevive pq ali é mundiça. 90% do povo q ali frequenta não sabe nem escrever o próprio nome.

    2. E estacionamento que é bom ZERO, o negocio agora é criar ciclovias, façam uma pesquisa para verem quantas bicicletas passaram na Rio Branco, agora o motorista não tem onde estacionar as vias cheias de ciclovias e está infestando em Natal toda, estreitam as ruas e avenidas este é o modo operandi da sttu com sua INCOMPETENCIA total. Na rua dos potiguares, carros e onibus espremidos e ciclovia dos dois lados. É demais

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Geral

Cafake: entenda subproduto do café que é vendido a baixo custo

Reprodução

Após recorrente elevação no preço do café, fabricantes passaram a produzir um produto que estivesse mais acessível. O café fake, ou cafake, como foi apelidado nas redes sociais, é vendido como “bebida sabor café tradicional”, e não possui a semente do café, que é a matéria-prima do café comum. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o produto não tem registro da Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) para ser comercializado.

O café fake é produzido a base de pó aromatizando produzido a partir de cascas, folhas, palha, paus e outras partes da planta, e se popularizou nas redes sociais nos últimos dias pelo seu baixo custo em comparação com o café comum. Em imagens divulgadas nas redes sociais, o pó do cafake.

A temática dos alimentos “fakes” relembrou o polêmico leite condensado, que é comercializado como “mistura láctea”, e levantou discussão nas redes sociais sobre a similaridade das embalagens dos produtos com as suas versões tradicionais, que comumente leva o cliente a escolher o produto mais barato por engano, sem saber que está comprando um produto de qualidade inferior.

Pela incerteza da sua qualidade, o cafakepode apresentar riscos à saúde da população, aumentando o risco de alergias e consumo de substâncias tóxicas, bem como a ausência dos benefícios que o café apresenta ao seu consumidor. A Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) informou que o caso da Master Blends já foi denunciado ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em preocupação com a saúde dos consumidores e a questão mercadológica.

Por razão da semelhança das embalagens, para que não realizem a compra equivocada os consumidores precisam estar conscientes da existência do café de má qualidade, e também se manterem atentos nas idas ao supermercado, efetuando a leitura dos rótulos dos produtos com atenção antes da compra.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Mas o café em pó comercializado já era assim: cheio de impurezas, um sub produto de café e que o povo consome pensando ser café puro.
    A única forma de consumir café puro, não necessariamente bom, é comprar os grãos e moer em casa, fora isso é tomar chá de café com milho, casca de milho, até mesmo insetos.

  2. O café “normal” já não prestava, imagina esse, declaradamente, “genérico”. O Brasil é o C_, do mundo. Que vergonha.

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Brasil

Governo suspende atividades de 180 empresas por telemarketing abusivo

Foto: Adriano Abreu

Uma ação coordenada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), levou à suspensão permanente das atividades de 180 empresas suspeitas da prática de telemarketing abusivo.

A iniciativa conta com a parceria dos Procons de todo o país e visa combater as ligações não solicitadas para oferta de produtos ou serviços. Segundo a Senacon, a maior parte das empresas se utiliza de dados sobre pessoas obtidos de forma ilegal.

A suspensão das atividades vale a partir de hoje (18) para empresas de telemarketing que atuam nos âmbitos nacional, estadual e municipal. Campeãs de reclamações sobre telemarketing abusivo na plataforma consumidor.gov.br, empresas de telecomunicações e instituições financeiras também deverão suspender atividades de telemarketing.

A medida foi tomada após o registro de mais de 14 mil reclamações em três anos no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) e no portal consumidor.gov.br, informou o MJSP. “Para se ter uma ideia, em um dos casos apurados pela Senacon, um idoso alegou ter recebido mais de 3 mil ligações de telemarketing nos cinco números de telefones que possuía”, disse as pasta, em nota.

Não são atingidos pela suspensão o telemarketing passivo, em que o cliente liga para a empresa, as cobranças, os pedidos de doações e as ligações expressamente autorizadas pelos consumidores. Segundo a Senacon, há indícios de que as empresas responsáveis pelas abordagens não autorizadas tenham praticado o crime de comércio ilegal de dados pessoais.

Caso alguma das 180 empresas atingidas descumpra a decisão de suspender suas atividades, foi estipulada multa diária de R$ 1 mil, com o acumulado podendo chegar a até R$ 13 milhões. De acordo com a Senacon, em breve será disponibilizado aos consumidores um canal de comunicação direto para denunciar as empresas que continuarem a realizar ligações de telemarketing abusivo, mesmo após a aplicação desta medida.

Agência Brasil

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Comportamento

Homens com pênis pequenos têm mais interesse por carros de luxo, diz estudo

Foto: Montagem/Autoesporte

Um levantamento realizado por três pesquisadores da Universidade de Londres achou uma certa “ligação” entre homens que demonstram maior interesse por carros esportivos com o tamanho do próprio pênis. De acordo com os estudiosos, a maioria dos britânicos ouvidos acredita que tem o órgão genital pequeno ou “abaixo da média”.

Para comprovarem uma tese já levantada anteriormente, pesquisadores londrinos realizaram um estudo para comprovar a possível ligação entre a atração por “carrões” e a insegurança quanto ao próprio membro. O levantamento analisou 200 homens com idade entre 18 e 74 anos através de um teste on-line.

Com uma abordagem que fez os entrevistados acreditarem que estavam avaliando o ambiente da internet, os pesquisadores usaram anúncios na web para fazê-los “entregar” o tamanho do próprio pênis.

Após essa primeira etapa — e considerando a estatura de 13 centímetros como a média peniana dos ingleses —, os avaliados foram divididos em dois grupos. No primeiro, se reuniram aqueles tinham uma média de 18 centímetros e, no outro, aqueles com cerca de 10 centímetros. Após isso, passaram a entender o interesse por carros esportivos dos entrevistados.

Ao final do estudo, os pesquisadores concluíram que os homens pertencentes ao grupo daqueles com órgão sexual abaixo da média tinham maior preferência por carros de luxo.

“Talvez haja algo específico ligando carros e pênis na psique masculina”, escreveram os pesquisadores.

Além disso, aqueles que sentem ter o pênis de tamanho “acima da média”, demonstraram menos interesse por veículos esportivos a medida que vão envelhecendo. Em contrapartida, aqueles que acreditam ser “inferiores” aos demais, mostram maior apreço pelos carros de luxo ainda quando são mais velhos.

“A indústria automotiva de luxo pode não estar disposta a reconhecer esse vínculo, mas nossos resultados fornecem algum auxílio. Embora a demanda por seu produto possa ser motivada por sentimentos de inadequação genital, esse é um sentimento compartilhado por muitos de seus clientes”, concluíram os pesquisadores.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Ora, totalmente compreensível.
    Quer compensar o recuo da ferramenta com um esportivo porçante. Natal tem muito disso!

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