Empresas que produzem bebidas e alimentos à base de leite vão precisar atualizar os rótulos já no próximo semestre. O objetivo é garantir que o consumidor saiba, de forma clara, o que está comprando e se é bom para a saúde.
Doce de leite de verdade precisa ter, basicamente, leite e açúcar. Mas quem nunca se sentiu enganado ao perceber, só em casa, que o produto comprado não era exatamente o que imaginava?
“É complicado. Parece que é, e não é. Depois que chega em casa, não era o que eu imaginava, mas já tá em casa e acaba usando”, conta a pedagoga Marta Graciano.
Na prateleira, é fácil se confundir. Tem creme de leite que, na verdade, é mistura. Latas que parecem leite em pó, mas, ao se aproximar, o rótulo revela: é composto.
Na geladeira dos iogurtes, a situação se repete. O engenheiro civil João Gustavo Machado não abre mão do produto na rotina. “Caloria e proteínas é o que eu olho, só isso. E eu pago um pouquinho mais por causa da questão nutricional”, afirma.
De olho no rótulo
Nem sempre é simples entender o que está no rótulo. Um dos iogurtes analisados, por exemplo, tem na composição soro de leite, leite reconstituído, xarope de açúcar e uma lista de conservantes. Custa R$ 9,99. Já a garrafinha menor, feita apenas com leite e fermento, sai por mais que o dobro do preço.
A mistura de ingredientes até reduz o valor, mas quem paga a conta é a saúde. “Muitas vezes você compra um leite fermentado achando que é um iogurte, e ele tem outros compostos que fazem com que tenha menos proteínas. Isso pode trazer impactos negativos para essa pessoa”, explica a médica nutróloga Marcela Garcês.
Diante desse cenário, as embalagens de bebidas e compostos lácteos passarão a ter frases em letras maiúsculas e em negrito, como “ESTE PRODUTO NÃO É LEITE” ou “NÃO É IOGURTE”. A proposta é ajudar o consumidor a fazer escolhas mais conscientes e rápidas.
“O ideal é que a gente consuma o alimento sabendo exatamente o que ele é”, reforça Marcela Garcês.
As novas exigências fazem parte de uma medida do Ministério da Agricultura e Pecuária, que também definiu os prazos para a adaptação das empresas:
Compostos lácteos: até 27 de agosto
Bebidas lácteas: até 4 de setembro
Vale lembrar que os produtos fabricados antes dessas datas poderão ser comercializados até o fim do prazo de validade.
Cerca de 1 milhão de estudantes já podem renegociar as dívidas com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo o Ministério da Educação, o total de inadimplentes, ou seja, com mais de 90 dias de atraso no pagamento alcança 51,7% dos estudantes com financiamento e soma R$ 9 bilhões em prestações não pagas.
Para os estudantes que possuem dívidas com 90 a 360 dias de atraso, o desconto é de 12% no saldo devedor, isenção de juros e multas e parcelamento em até 150 vezes.
Para a inadimplência de mais de 360 dias, o desconto chega a 86,5% no saldo devedor. Caso o estudante seja inscrito no CadÚnico ou beneficiário do Auxílio Emergencial, o desconto será de 92%. O saldo dessa dívida poderá ser parcelado em até dez vezes.
Como negociar
O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, agentes financeiros do Fies, são os responsáveis pela renegociação das dívidas. Para ter o nome retirado dos cadastros restritivos de crédito, os beneficiários deverão pagar o valor da entrada no ato da renegociação, correspondente à primeira parcela.
O valor mínimo da prestação é R$ 200. A operação poderá ser realizada integralmente nos canais de atendimento disponibilizados pelos agentes financeiros.
Caixa
Cerca de 800 mil estudantes com contrato realizado pela Caixa Econômica estão inadimplentes, com dívida média de R$ 35 mil. Esses estudantes poderão realizar a renegociação de seus contratos de forma 100% digital. O interessado pode consultar o site da Caixa para verificar se pode ou não pedir a renegociação de acordo com as regras estabelecidas.
Após confirmar o enquadramento nas regras e simular a renegociação, os interessados gerarão o boleto para pagamento da primeira parcela ou, caso optem pela quitação de uma só vez, da parcela única.
Para mais informações, os estudantes poderão acessar o endereço www.caixa.gov.br/fies ou ligar no 0800 726 0101.
Banco do Brasil
No Banco do Brasil, mais de 500 mil estudantes poderão renegociar parcelas do Fies em atraso, de forma digital, no aplicativo do banco.
Para aderir à renegociação pelo canal mobile, basta acessar a opção Soluções de Dívidas e clicar em Renegociação Fies. Por meio da solução, o estudante poderá verificar se faz parte do público-alvo, as opções disponíveis para liquidação ou parcelamento da dívida, os descontos concedidos, assim como os valores da entrada e demais parcelas.
Além do mobile, a contratação também poderá ser realizada em qualquer agência do BB, com as mesmas condições.
Nesta segunda-feira (12), o Governo do Rio Grande do Norte apresentou a proposta do projeto que será enviado à Assembleia Legislativa para reajuste da alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS).
A intenção é a ampliação da alíquota de 18% para 20% em 2023. Para 2024, a proposta é que ocorra a redução para 19%, e para os atuais 18% em 2025. As informações foram apresentadas pelos secretários estaduais Carlos Eduardo Xavier (Tributação) e Raimundo Alves (Chefe do Gabinete Civil).
O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destacou que a diretoria da entidade se reuniu na manhã de hoje (12), e, de forma unânime, se posicionou contrária ao aumento do imposto.
“Os segmentos do comércio de bens, serviços e turismo respondem por 77% da arrecadação do ICMS no estado. Um aumento do imposto impacta diretamente no desempenho dessas atividades, na geração de emprego e renda. Estamos com uma campanha de incentivo ao comércio local e sabemos que uma medida como esta promove, ainda mais, o consumo, via internet, em estabelecimentos de fora do estado e do país. Enxergamos algumas outras possibilidades que podem ajudar no reequilíbrio fiscal do estado”, afirmou Queiroz.
“Estamos à disposição para discutir com os poderes Executivo e Legislativo e contribuir com a construção de soluções sem necessariamente passar pelo aumento de tributos”, finalizou.
O secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, destacou que estudo do Comitê Nacional de Secretarias de Fazenda (Comsefaz) sugere a necessidade de aumento de 18% para 22,3%. “Estamos fazendo uma proposta de aumento em um percentual inferior ao indicado pelo Comsefaz e com um caminho de retorno. Sem essa medida, o Estado não tem condições de manter o equilíbrio de suas contas no ano de 2023. É uma medida absolutamente necessária e que estamos buscando dialogar com a classe produtiva”, afirmou.
Segundo os secretários, ainda hoje, o projeto será enviado para início da tramitação junto à Assembleia Legislativa. Para efeitos em 2023, a medida precisa ser aprovada ainda neste ano, passando a valer a partir de 1º de abril.
Participaram da reunião representantes da Fecomércio RN, Federação das Indústrias (Fiern), Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), Associação Comercial e Empresarial (ACRN), Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), Câmara dos Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL Mossoró), Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (Sindilojas).
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2023, que criminaliza a posse e o porte de drogas. A redação aprovada foi enriquecida com uma emenda crucial apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, que estabelece uma distinção entre usuários e traficantes, independentemente da quantidade apreendida e levando em consideração “todas as circunstâncias fáticas do caso concreto”.
Com a aprovação da emenda de Rogério Marinho, a PEC 45/2023 ganha um componente inovador, introduzindo critérios mais abrangentes para diferenciar o usuário do traficante. Essa abordagem, focada nas circunstâncias fáticas de cada caso, promete uma aplicação da lei mais justa e adaptada à realidade brasileira, evitando generalizações baseadas apenas na quantidade de drogas apreendidas.
Em seu pronunciamento, Rogério Marinho destacou a relevância da diferenciação entre usuários e traficantes, não apenas com base na quantidade de drogas apreendidas, mas considerando as circunstâncias específicas de cada caso. “O legislador foi sábio no artigo 28 [da Lei Antidrogas, 11.343/2006], quando determinou que, para determinar se a droga destina-se ao consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza, a quantidade da substância apreendido ao local, as condições em que se desenvolveu a ação, as circunstâncias sociais e pessoais, bem como a conduta aos antecedentes do agente, ou seja, dá a discricionariedade da definição se é ou não porte ou tráfico a quem faz, de fato, a apreensão”, salientou.
O líder da oposição expressou preocupação com a hipótese de descriminalização das drogas, referindo-se a exemplos internacionais e às discussões no Supremo Tribunal Federal (STF). “Estamos diante de um potencial cenário onde o Brasil pode adotar limites mais liberais para o porte de drogas do que países que nos antecederam há mais tempo”, alertou o senador, ressaltando a importância de uma legislação equilibrada que considere o impacto social e a segurança pública.
O senador também criticou a abordagem do STF em relação à descriminalização do porte de drogas. Rogério Marinho apontou para o risco social diante da atual maioria formada pela Suprema Corte, de 5 a 3 a favor da descriminalização, e defendeu que o tema é uma prerrogativa do Congresso. “Nós estamos aqui cumprindo o nosso papel, sem nenhuma vontade e sem nenhuma disposição de hostilizar quem quer que seja. Se a legislação não foi alterada, é porque a população não quer que ela seja alterada. A lei precisa ter necessariamente a validação do Parlamento brasileiro, que representa o povo brasileiro”, defendeu.
O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) realizou nesse final de semana dois dias de ações educativas na cidade de São Miguel do Gostoso, litoral Norte do Estado. As atividades reforçam a segurança do tráfego durante a Operação Verão 2024 e focaram nas orientações destinadas aos condutores de veículos e nos setores empresariais que atuam na locação de quadriciclos e UTVs destinados a turistas que visitam a região de praias.
No primeiro dia de ação, os técnicos da Coordenadoria de Educação e Fiscalização de Trânsito do Detran (Coefi) montaram uma blitz educativa na entrada da cidade. As atividades consistiram em abordar os motoristas e informar sobre os perigos da mistura álcool e direção, utilização de cinto de segurança e capacete, cuidados com a validade e porte dos documentos do veículo e do condutor, orientações sobre a Carteira Digital de Trânsito e a determinação do exame toxicológico para os motoristas que possuem CNH nas categorias C, D e E.
Já no segundo dia, as medidas educativas foram direcionadas às empresas e usuários que atuam com locação de quadriciclos e UTVs. Os técnicos do Detran orientaram sobre a necessidade de habilitação na categoria B para quem for conduzir quadriciclos, uso obrigatório de capacete, proibição de circulação nas vias urbanas, obediência à faixa de areia delimitada para o trânsito dos quadriciclos, como também a baixa velocidade e atenção quando for cruzar áreas de praias onde tenha circulação de banhistas.
As intervenções contaram ainda com o reforço dos Teatro Educativo do Detran, que consiste na utilização de três atores fantasiados de palhaços que movem as atividades educativas com paródias musicais onde são inseridas letras com informações de segurança viária, legislação de trânsito, respeito e gentileza no tráfego, como também sobre a responsabilidade de toda a sociedade em preservar vidas e evitar acidentes. Os técnicos do Detran também distribuíram brindes com mensagens educativas e material informativo com regras de conduta e circulação segura no trânsito.
As ações do Detran foram desenvolvidas em parceria com o Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), Escola Pública de Trânsito do RN (EPT), Conselho Estadual de Trânsito do RN (Cetran) e Prefeitura de São Miguel do Gostoso.
Durante a Operação Verão 2024, o Detran está atuando em duas frentes conjuntas que une educação para o trânsito e as medidas de fiscalização de condutores e veículos. As ações educativas e fiscalizatórias continuam ampliadas até o final do Carnaval, no mês de fevereiro.
Três mulheres que se submeteram ao “vampiro facial” em um spa, agora fechado, no Novo México, nos Estados Unidos, e foram diagnosticadas com HIV seriam os primeiros casos documentados de pessoas que contraíram o vírus após tratamentos cosméticos com agulhas, de acordo com o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), do país.
O HIV é o vírus da imunodeficiência humana, que pode ser transmitido através do contato sexual desprotegido com uma pessoa infectada. A infecção também acontece através do compartilhamento de agulhas com uma pessoa infectada, transfusões de sangue de pessoas que possuem o vírus ou de uma mãe infectada que transmite a doença para seu bebê.
O que é um “vampiro facial”?
Também conhecido como tratamento facial de proteínas ricas em plasma, o “vampiro facial” consiste em injetar plasma na pele do rosto usando uma ferramenta de caneta de microagulhas. Esse plasma, normalmente, vem do sangue do próprio paciente.
Quando realizado de forma segura e adequada, este tipo de tratamento — promovido para rejuvenescer o rosto — não deveria expor os clientes a nenhuma infecção transmitida pelo sangue.
Quando, então, há risco? As infecções podem ocorrer se as pontas das microagulhas ou seringas forem reutilizadas, ou se o sangue de outro paciente for usado para realizar o tratamento facial, por exemplo.
Segundo os CDC, não havia sido documentada previamente a transmissão de HIV por serviços de injeção cosmética através de sangue contaminado. “No entanto, a transmissão do HIV através de práticas de injeção não estéreis é um risco conhecido”, esclarece o relatório dos CDC.
“A investigação de múltiplas infecções por HIV entre pessoas sem fatores de risco de HIV conhecidos que receberam plasma rico em plaquetas com microagulhas (tratamentos faciais de vampiro) em um spa não autorizado de Novo México revelou uma provável transmissão do HIV associada a esses serviços de injeção cosmética”, acrescenta a publicação.
O spa fechou em 2018 depois que uma inspeção estadual encontrou práticas inseguras que poderiam resultar em infecções transmitidas pelo sangue aos clientes.
Em junho de 2022, o proprietário do spa se declarou culpado de cinco crimes graves por praticar medicina sem licença, disse então o Departamento de Saúde.
Em seu relatório, o CDC considera que “exigir práticas adequadas de controle de infecção em instalações de spa que oferecem serviços de injeções cosméticas pode ajudar a prevenir a transmissão do HIV e de outros patógenos transmitidos pelo sangue”.
A Globo teve um domingo de terror no quesito audiência: duramente afetada pela ausência do Campeonato Brasileiro, que foi substituído por um festival musical de arrecadação de fundos para o Rio Grande do Sul, a emissora por muito pouco não perdeu a liderança diária para os conteúdos de vídeo sem referência (que é o título oficialmente dado aos números aferidos das plataformas de streaming, circuitos de segurança, DVDs, entre outros).
Apenas 0,1% de share separou a maior rede de TV do país do conjunto de serviços não referenciados — ou seja, houve um empate técnico. O canal, no entanto, não escapou de seu dia com menor audiência em 2024.
Os números consolidados de audiência da Grande São Paulo indicam que a Globo e os conteúdos não-lineares de vídeo empataram nas 24 horas de domingo, 10, com 9,0 pontos.
A emissora, porém, conseguiu permanecer na liderança pelo primeiro critério de desempate: ela conseguiu assegurar a sintonia de 25,5% dos televisores ligados na principal metrópole do país, enquanto a métrica que contabiliza os índices das plataformas de streaming teve share de 25,4%.
SBT chegou a se aproximar da audiência da Globo
A rede, no entanto, passou boa parte do dia atrás dos conteúdos de vídeo sem referência: na média da faixa vespertina, entre meio-dia e 18h, a Globo teve a sua pior performance do ano, com 8,8 pontos de média, ficando mais próxima dos 6,3 obtidos pelo SBT do que dos 12,4 cravados pelas plataformas não-lineares de consumo televisivo.
O pior momento da rede foi justamente durante as apresentações do festival Salve o Sul. Exibido entre 14h29 e 16h40, o especial marcou média de apenas 8,3 pontos, vencendo o Domingo Legal por 8,0 a 7,1 e o programa Eliana por 6,7 a 8,9.
A atração musical, no entanto, ficou muito atrás das plataformas de streaming, que asseguraram 13,0 pontos de média no embate com a apresentação beneficente organizada por Luísa Sonza. Os números da Globo também ficaram abaixo do habitual em outros momentos do dia.
Esporte Espetacular (7,0 x 9,2), Temperatura Máxima (9,2 x 11,9), Circuito Sertanejo (8,4 x 9,5), Domingo Maior (5,4 x 6,2) e Cinemaço (3,7 x 3,9) não conseguiram ficar a frente dos conteúdos não referenciados, mas seguiram na liderança entre as emissoras de TV aberta.
A vitória de Lula deu o respiro no entretenimento da Globo e seus artistas pendurados na Lei Ruanet. Mas faz tempo que quem salva a emissora são seus investimentos financeiros.
O médico potiguar Charles Sá, que sobreviveu a um acidente com nove mortos na Namíbia, na África, segue hospitalizado na cidade de Otjiwarongo. De acordo com a Embaixada do Brasil em Windhoek, capital do país africano, ele não pode ser considerado preso. “Ele não está encarcerado e nem condenado. Está apenas aguardando sua audiência preliminar sob vigilância das autoridades policiais, por se tratar de um estrangeiro“, disse a embaixada em nota.
O acidente ocorreu na última terça-feira (18), com a colisão frontal entre dois carros em uma rodovia entre as cidades de Otjiwarongo e Otavi, na Namíbia. Charles conduzia um dos veículos e teria provocado o acidente por conta de uma ultrapassagem.
A embaixada reforçou que o brasileiro “ainda não é réu” e que “ainda não há processo judicial formalizado contra ele”.
“A audiência provavelmente será nesta semana, a depender da condição médica dele. Ele não corre risco de vida, mas ainda possui necessidade de acompanhamento médico”, destaca a nota.
Charles Sá está internado em um hospital na cidade de Otjiwarongo. Segundo a embaixada, foi identificada uma fratura em uma vértebra e “ele não poderá se mover muito e precisa de acompanhamento médico constante”.
O brasileiro pretendia cruzar países da África fazendo um safari expedicionário somente com sua esposa, sem guias. A mulher de Charles, a cirurgiã plástica Natale Gontijo, estava no carro com ele e foi uma das nove vítimas do acidente.
Ainda de acordo com a embaixada, o corpo de Natale foi recebido na capital Windhoek na sexta-feira (21) e passou por perícia médica. “Ainda não se tem previsão do prazo para liberação do corpo”, diz a nota.
Natale chegou a ser socorrida e levada a um hospital local, mas não resistiu. Ela era mineira, tinha residência com o marido no Rio de Janeiro e trabalhava atualmente em Verona, na Itália. O casal também possuía clínicas em Natal e em Belo Horizonte.
Charles e Natale se conheceram durante o curso de cirurgia plástica e estavam casados há mais de 20 anos.
O Ministério das Relações Exteriores, em nota, informou que acompanha o caso desde que foi notificado a respeito, na manhã do dia 19 de junho. “A Embaixada determinou o deslocamento imediato de funcionário do posto para a cidade de Otjiwarongo, perto de onde ocorreu o acidente. A Embaixada permanece em contato permanente com as autoridades locais e com os familiares dos brasileiros, a fim de prestar a assistência consular devida de forma mais eficiente”.
It is further alleged that a Brazilian national, identified as the driver of the Fortuner, has been arrested and charged with culpable homicide, reckless driving and inconsiderate driving under the Road Traffic Act 1988.
Foi uma tremenda fatalidade e uma infelicidade enorme. Que seja resolvido sem mais sofrimento pra o envolvido ,que também perdeu muito ,e para os familiares dos falecidos e enlutados. Deus conforte todos!
A Bíblia diz que a nossa vida passa como neblina. A trajetoria pode ser modificada a qualquer momento, mas o resultado está no controle do Senhor. Ele conhece nosso princípio, meio e fim, toda a nossa linha do tempo.
Que Deus conforte a toda família.
Bg, admiro seu trabalho e torço que não cai na vala comum das fakenews. Divulgar uma manchete bombástica é negativa para, só depois, passar a informação real, não condiz com o bom jornalismo. De sobra, aimentou a sanha de psicopatas que expressaram o desejo doentio do pior para pessoas de bem que eles nem conhecem. Pt saudações
Sabias palavra. Deus abençoe esse jovem e o ilumine nesse momento tão difícil . Só ele sabe mensurar o que está passando😢
Era bom leis mas rígida no Brasil. Ultrapassar em local proibido , beber e dirigir e uso de celular dirigindo. Enquanto não mudar, vamos falar todos os dias de acidente e mortes. Ontem mesmo ceifou mas uma vida de uma jovem indo para uma festa em Santa Luzia PB, ultrapassagem proibida
Escuta aqui Imb&cil, o fato dele estar sob guarda policial, não muda muita coisa, ele vai ser preso, lá ou aqui, por mais que tenha sido uma tragédia, ele foi o responsável e vai pagar por isso.
Mas a notícia que ele foi preso está na mídia nacional. Exemplo: O povo.
Depois do início oficial da campanha, a plataforma criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para registrar denúncias sobre irregularidades em campanhas já recebeu 2.625 queixas de propaganda eleitoral irregular, uma média de 218 por dia até a noite do último sábado (27). O aplicativo Pardal foi criado pelo tribunal em 2014 e tem como finalidade receber denúncias sobre compra de votos, abuso de poder econômico e político, uso da máquina pública para fins eleitorais e uso indevido dos meios de comunicação social.
O estado com mais denúncias é Pernambuco, com 389, seguido por São Paulo, com 314. Já a unidade da federação com menos denúncias é Alagoas, com cinco registros pelo Pardal.
Além dos dados do Pardal, a reportagem analisou informações da consulta processual do TSE dos dois candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Pelo site, é possível acessar detalhes das denúncias registradas pelo aplicativo Pardal, mas também representações feitas por terceiros (pessoas físicas ou partidos) junto às zonas eleitorais e outras feitas pelo próprio juiz eleitoral ou o promotor do Ministério Público Eleitoral (MPE).
Conforme levantado pelo R7 de representações feitas do dia 16 de agosto até a última quinta-feira (25), o candidato do PL possui ao menos 100 denúncias, sendo 87 registradas meio do Pardal. Algumas delas já foram descartadas pela Justiça Eleitoral, que avaliou não haver propaganda irregular, outras ainda aguardam análise ou já foram declaradas procedentes pelo juiz, que determinou a sua remoção.
No caso do candidato do PT, foram observadas dez denúncias, a maior parte (seis) por adesivo, banner, cartaz ou faixa. Uma das situações, em Laranjeiras do Sul (PR), é uma denúncia envolvendo um adesivo com tamanho que excedia “em muito o limite previsto de meio metro quadrado por bem particular, causando efeito de outdoor”, apesar de não conter pedido explícito de votos, segundo o juiz eleitoral em questão.
Na decisão, foi pontuado ainda que “a propaganda em questão também se mostra irregular pois apresenta o candidato à presidência da República sem a indicação de seu vice (em tamanho especificado na legislação), não especifica legenda ou coligação, bem como o CNPJ de campanha, requisitos esses necessários para uma publicidade regular de campanha”.
No caso de Bolsonaro, a maior parte das queixas são relativas a outdoors, chegando a 83 denúncias. Apesar de o presidente constar como noticiado, em diversos casos não se sabe quem são os autores dos conteúdos publicitários. Conforme definição da Justiça Eleitoral, não é permitido o uso de outdoors para propaganda eleitoral.
Também não é permitido colocar bonecos, cartazes, cavaletes ou mesas para distribuição de material de campanha ou usar bandeiras em vias públicas de forma que atrapalhe o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos; pagar para fixar propaganda em bens particulares; realizar showmícios ou evento assemelhado para promoção de candidatos; usar trio elétrico, exceto para a sonorização de comícios; ou distribuir brindes.
A reportagem do R7 entrou em contato com as campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro e Lula, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.
Golpes e fraudes costumam crescer em sofisticação a cada tentativa. Imagine quando a vítima é um cidadão muitas vezes, aguardando algum benefício a receber ou algum dinheiro que surge de uma decisão judicial. Atenção. Todo cuidado é pouco. No mais recente deles, o fraudador entra em contato com uma pessoa, em geral de idade, anexando na mensagem, enviada por WhatsApp, o PDF de uma sentença, conversa com o destinatário e se passa por advogado. Detalhe, ao final, pede uma transferência via pix, para consumar o golpe e ganhar dinheiro com o desconhecimento da vítima sobre questões jurídicas. O Tribunal de Justiça do RN orienta a população sobre como se prevenir deste tipo de prática.
“Eles chegam a usar nomes de advogados conhecidos no estado e de magistrados da Justiça Estadual”, observa o juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), Diego Cabral. A utilização fraudulenta de profissionais ou autoridades busca dar verossimilhança ao ato criminoso. O refinamento é uma caraterística de evolução em cada tipo de golpe. “É preciso tomar cuidado quando se recebe mensagem via WhatsApp ou outro aplicativo de mensagens”, frisa o magistrado. Na modalidade atual, o fraudador utiliza número de processo existente mas que nada tem a ver com o assunto que ele está abordando na mensagem.
As vítimas preferenciais são idosos, mas pessoas de qualquer idade podem cair no golpe.
Algumas dicas são importantes na hora de reconhecer se a mensagem enviada trata-se de fraude.
Primeira delas, o número do processo pode ser pesquisado na consulta pública do Processo Judicial Eletrônico (PJE), no portal do TJRN. Com isso, pode ser verificado se o processo é relacionado ao que está sendo tratado ou não.
Outra sugestão da Justiça Estadual é que a pessoa que receber a mensagem converse com o seu advogado para averiguar se o assunto é verdadeiro ou não, se a pessoa envolvida é ela mesma.
Também é importante verificar o nome do advogado que enviou a mensagem, se é o mesmo que está cuidando do processo ou não.
Uma dica básica é cidadão lembrar se tem processo tramitando na Justiça Estadual, ou seja, se ajuizou alguma ação e a qual área pertence (Cívil, Criminal, do Consumidor, etc.,).
Vale lembrar que, dificilmente, uma unidade judiciária vai entrar em contato diretamente com um cidadão sobre recebimento de dinheiro. Este é uma informação valiosa.
Sofisticação
Desta vez, os falsários estão utilizando nome de magistrados e cabeçalho com nome de autoridades do Poder Judiciário do RN, no documento usado na fraude. Além de expor estes profissionais da Justiça, eles pretendem dar credibilidade à prática delituosa. Tentam manter uma conversa com a vítima até conseguirem a efetivação do pix, como se este pagamento fosse condição imprescindível para recebimento da quantia que a pessoa contatada teria direito, após a suposta decisão judicial.
Atenção, tenha cuidado, desconfie, procure informar-se com seu advogado, procure o número do processo no site do TJRN (www.tjrn.jus.br) no primeiro ou segundo graus. Se proteja e evite dor de cabeça. Não caia na fraude.
A primeira-dama Janja da Silva tenta manter a sua influência na comunicação do governo após a mudança no comando da área e vem consolidando a proximidade com o mundo jurídico na segunda metade da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Preocupada com um cenário político adverso que pode ter impacto no projeto de reeleição em 2026, ela já vinha defendendo internamente que o governo deveria comunicar com mais clareza as realizações.
A guinada, defendida por diversos setores da gestão, se concretizou na semana passada, quando foi anunciada a chegada de Sidônio Palmeira para a vaga de Paulo Pimenta na chefia da Secretaria de Comunicação Social (Secom).
Perda da espaço
Apesar da mudança, Janja perdeu espaço com o aval que Lula deu a Sidônio para fazer as trocas que desejar na equipe. Ele decidiu demitir a secretária de Estratégia Digital e Redes, Brunna Rosa, próxima à primeira-dama, conforme informou o colunista Lauro Jardim.
Sidônio, por sua vez, dá sinais de que não manterá Janja totalmente afastada das políticas de comunicação. Ele costuma consultar a primeira-dama em alguns momentos, gesto que a agrada. Os dois, por exemplo, analisaram juntos fotos que foram usadas no evento que marcou os dois anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Paulo Pimenta, ministro que deixou a Secom, não tinha o hábito de conversar com Janja sobre políticas da pasta e costumava consultar diretamente Lula na tomada de decisões.
O entorno da primeira-dama afirma que ela se manteve longe da formação da Secom e que, nos últimos dias, se dedicou à organização dos eventos da semana passada — em um dos quais chegou a discursar.
Peso no judiciário
Além do cenário político, Janja tem observado os movimentos do Poder Judiciário. Ela teve peso na escolha de Lula pela advogada Cláudia Franco para a vaga de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), em novembro de 2024, e de Daniela Teixeira para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2023.
Janja também deu apoio a Gabriela Araújo, professora de direito da PUC-SP, para uma vaga de desembargadora no TRF da 3ª Região. Na cerimônia de posse, a primeira-dama foi convidada a discursar.
Para as vagas no STJ em aberto, Lula tem à disposição mulheres nas duas listas de indicação. Internamente, Janja defende que, em ao menos uma delas, seja escolhida uma jurista.
O entorno de Janja pondera, no entanto, que não há tanta influência como alas do governo lhe atribuem. Afirmam que ela é uma das vozes que Lula escuta, mas não a única. A primeira-dama costuma estar presente nas reuniões ministeriais, mas não participa, por exemplo, de encontros da coordenação política nem dos despachos de Lula com ministros.
Janja tem se empenhado mais em ações específicas. Foi assim, por exemplo, na tragédia climática do Rio Grande do Sul e na articulação da Aliança Global Contra Fome, anunciada durante o G20, no Rio.
Ataque a Musk e “Janjapalooza”
Críticos da expansão da sua presença veem com cautela os movimentos e lembram um episódio recente. Em novembro de 2024, durante um evento paralelo ao G20, ela atacou o bilionário Elon Musk, dono do X. A derrapada gerou reação imediata contra o governo e, no dia seguinte, em uma indireta pública, Lula afirmou que não se pode “ofender ninguém”. A fala trouxe críticas internas pela polêmica, que ofuscou um evento para o qual a cúpula do governo se empenhou.
O episódio ocorreu justamente em uma ação do governo que contou com a presença de Janja, que teve participação ampla nas definições, como a escolha do logotipo da Aliança Global Contra a Fome, que o Brasil capitaneou no G20, a realização de shows na Praça Mauá — chamados jocosamente pela oposição de “Janjapalooza”. Aliados afirmam que a repercussão negativa da briga com Musk provocou uma inflexão, mas não a ponto de interferir nas iniciativas que tem conduzido.
Participação nas eleições
Meses antes, durante a eleição municipal, Janja havia passado de aposta do PT a uma participação acanhada em palanques. Esteve com Lula em São Paulo para apoiar Guilherme Boulos (PSOL) e em Natal, onde discursou ao lado da deputada Natalia Bonavides (PT-RN). Nenhum dos dois foi eleito. Por incentivar a participação feminina na política, Janja gerou expectativa na cúpula do partido de que estaria presente na campanha de mulheres às prefeituras.
Críticos de Janja dentro do PT avaliam que ela optou por se preservar, por ter peso político limitado. Já aliados argumentam que essa escolha demonstra que ela não avança em outros temas e nem pretende se colocar em todos os lugares.
Caso Silvio Almeida x Anielle Franco
Se na eleição pouco apareceu, Janja teve papel fundamental no desfecho do maior escândalo da primeira metade do governo. Ao vir à tona uma denúncia de importunação sexual do ex-ministro de Direitos Humanos Silvio Almeida contra Anielle Franco, à frente da pasta de Igualdade Racial, Janja publicou uma foto nas redes socais ao lado da amiga. Almeida, que nega as acusações, acabou demitido, e o episódio está sendo investigado pela Polícia Federal.
O governo vai dar munição aos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente àqueles que se dedicam a defender pautas mais conservadoras. O Ministério da Cultura divulgou uma lista com 30 propostas que devem fazer parte do novo Plano Nacional de Cultura, uma lei que, se aprovada no Congresso, vai estabelecer as metas do setor pelos próximos dez anos. A Pasta é comandada pela ministra Margareth Menezes.
Uma das propostas — talvez a mais polêmica — é a criação de um programa que prevê que estudantes, educadores e gestores terão “formação para uso da linguagem neutra”. O tema divide opiniões. As palavras “todos” e “todas”, por exemplo, seriam substituídas por “todes”. “Menino” e “menina” dariam lugar a “menine”. Os debates certamente serão acalorados.
Um dos maiores críticos da instituição da chamada linguagem neutra ou não binária é o atual presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Nikolas Ferreira (PL-MG). Quando era vereador em Belo Horizonte, ele conseguiu aprovar uma lei municipal que proíbe o uso da linguagem neutra nas escolas da capital mineira. “Em BH, não tem mais ‘todes’. A língua portuguesa será respeitada”, disse ele na época.
Depois de enviado pelo governo, o projeto será analisado pela comissão de Educação, que, além de Nikolas, é controlada por parlamentares de perfil conservador.
O incentivo à linguagem neutra foi uma das propostas aprovadas em um encontro que reuniu em Brasília mais de 4 mil pessoas ligadas a diversos setores da arte e do entretenimento. O presidente Lula discursou na conferência. Porém, é pouco provável que a proposta avance no Congresso — e não é só por isso.
O novo Plano Nacional de Cultura prevê que os programas de educação e treinamento de professores serão financiados pelo contribuinte. A proposta destina parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas para um fundo, cujo objetivo, entre outras coisas, é proporcionar “a diversidade de linguagens, de segmentos e de expressões” e a “participação acessível, inclusiva e universal”.
Nos bastidores, governistas garantem que o presidente Lula resiste à ideia de se envolver nesse debate — ao menos agora.
O Ministério da Cultura enviou neste domingo, 12, a seguinte nota a VEJA:
“Em relação à matéria “Governo quer que ‘linguagem neutra’ entre na pauta do Congresso”, vale esclarecer que as propostas apresentadas e votadas durante a 4ª Conferência Nacional de Cultura não são propostas do Ministério da Cultura e sim resultado dos debates públicos entre os delegados da Conferência, realizada de 4 a 8 de março deste ano, em Brasília.Todas as propostas apresentadas no documento final foram debatidas em grupos e em uma plenária final. Porém, não são automaticamente revertidas em metas ou objetivos do Plano Nacional de Cultura. Elas serão subsídio para a elaboração do novo Plano Nacional de Cultura – o atual PNC encerra sua vigência em dezembro de 2024. A elaboração do PNC passa ainda por etapas de sistematização, organização metodológica e consultas públicas que serão conduzidas pelo Comitê do PNC, instância com representação da sociedade civil, de gestores e do Congresso Nacional, ao qual o novo Plano será encaminhado para votação. É, portanto, equivocado afirmar que o Ministério da Cultura irá enviar ao Congresso Nacional proposta prevendo uso da linguagem neutra”.
Anular as diferenças de pronomes de tratamento em nome de uma eventual disforia de gênero de uma pequena minoria de pessoas que se sintam desconfortáveis dentro do seu próprio sexo para criar uma linguagem e um comportamento não binários e ensinar isto a crianças é um crime monstruoso. Crime monstruoso que provoca confusão, caos na psique da criança. Um crime que começa pela linguagem e se projeta como ação da desconstrução dos gêneros sexuais. Tudo em nome de uma liberdade sexual – que se transforma em caos sexual e de personalidade – ensinados a crianças. Ora, ensinar a uma criança desde o berço que, pela linguagem e pela percurso de uma vida, não há uma gênese biológica que separa os sexos e que o gênero sexual é uma construção sócio-cultural, é tentar perverter e confundir algo de natural apreensão pela simples percepção do próprio corpo. Os casos de disforia sexual, em que pessoas não se identificam com o próprio sexo, acometem menos de 1% da população. Devem ser tratados com atenção e cuidado, claro. E como exceção. Mas, se alguém ensina, desde o berço, que diferenças biológicas não existem, e que o gênero sexual é uma construção da sociedade, infunde-se o caos na cabeça de uma criança. E em nome de uma ultrassensibilidade histérica que permite a todos se sentirem ofendidos por tudo e qualquer coisa, infunde-se a ideia de que chamar ”arbitrariamente ” alguém por um pronome masculino ou feminino, seria um desrespeito à livre construção do gênero sexual de um indivíduo em formação.
Que vergonha , tanta gente precisando de ajuda , de atenção em todo país , principalmente no RS aí vem um herege desses querer colocar isso goela abaixo , fim dos tempos , parabéns para quem fez e defende o LLL, vcs serão cobrados por tudo isso q apoiam e defendem. Estou vendo o poste mijar no cachorro .
Coisa do inferno mesmo. Deus criou homem e mulher, apenas. O resto surgiu por conta dos desejos do coração humano ( Rom. 1 e 2). Agora, querem adaptar a linguagem a uma minoria que é contra a heterossexualidade.
Torno a dizer que a humanidade se acabaria, caso todos decidissem não ser heterosexuais.
Qualquer outra conduta que não seja aquela para a qual Deus nos criou, é contra o criacionismo e contra o chamado evolucionismo, pois se não há perpetuação da espécie, não há a dita evolução.
É muita falta de compromisso com a educação do país. Uma educação que mal avança nos primeiros anos de educação básica, que as crianças pouco desenvolvem seus conhecimentos, esse estrumes querem introduzir um dialeto que não configura-se em nenhum lugar para ter proveito. No que danado isso vai ser agregado? de certo, é para seguir com um país ignorante, usando cotas para haver mais separação racial e a maioria vivendo de esmolas do governo.
Educação? Onde esse governo teve algum compromisso com a educação? Povo educado, com formação e informação, não vota em vermes da esquerda! Isso é o que há de mais destruidor no mundo! Esse governo vive de acéfalos e dependentes de esmolas!
Senhores Professores de bem, se pronunciem por favor.
A embaixada da Alemanha no Brasil reforçou o posicionamento contra o comentário de Luiz Inácio Lula da Silva que compara o conflito contra grupo terrorista Hamas ao extermínio de judeus pelos nazistas. A missão diplomática afirmou que o governo alemão lamenta a morte dos civis em Gaza. O posicionamento da missão diplomática foi confirmado à RECORD nesta segunda-feira (26).
Lula voltou a dizer, na última sexta-feira (23), que a ação do Exército de Israel na Faixa de Gaza é um “genocídio”. “O que o governo de Israel está fazendo não é guerra, é genocídio porque está matando mulheres e crianças”, afrmou.
O presidente recomendou que ninguém tentasse interpretar sua declaração do último dia 18 e pediu para que todos a lessem a entrevista “em vez de ficar o julgando pelo que disse o primeiro-ministro de Israel”.
A declaração de Lula foi dada durante entrevista coletiva realizada depois da participação do presidente na 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana, em Adis Abeba, capital da Etiópia. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza, com o povo palestino, não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler decidiu matar os judeus.”
Após as declarações, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou o presidente e descreveu suas palavras como vergonhosas e graves. Lula passou a ser considerado “persona non grata” em Israel até se desculpar pelo comentário. Isso quer dizer que o presidente brasileiro não é bem-vindo em Israel até se retratar.
Após uma reunião com diversos membros do governo no Palácio da Alvorada, Lula decidiu chamar de volta o embaixador do Brasil em Tel Aviv, Frederico Meyer, para consultas. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, convocou o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, para um encontro.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, foi às redes sociais para dizer que condena veementemente a declaração de Lula. Herzog disse que há uma “distorção imoral da história” e apela “a todos os líderes mundiais para que se juntem a mim na condenação inequívoca de tais ações”.
Entidades e organizações também criticaram a declaração de Lula. A Conib (Confederação Israelita do Brasil) repudiou a fala. A instituição classificou a afirmação como “distorção perversa da realidade que ofende a memória das vítimas do Holocausto e de seus descendentes”.
“Os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus indefesos na Europa somente por serem judeus. Já Israel está se defendendo de um grupo terrorista que invadiu o país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e defende em sua Carta de fundação a eliminação do Estado judeu”, diz a Conib.
O presidente do Yad Vashem (o memorial do Holocausto em Jerusalém), Dani Dayan, afirmou que a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ações de Israel em resposta ao grupo terrorista Hamas ao nazismo é uma “escandalosa combinação de ódio e ignorância”. Dayan disse que, segundo a definição da IHRA (Aliança Internacional para a Memória do Holocausto), as falas do chefe do Executivo brasileiro são “clara expressão antissemita”.
“Comparar um país que luta contra uma organização terrorista assassina com as ações dos nazis no Holocausto merece toda a condenação. É triste que o presidente do Brasil desça a um ponto tão baixo de extrema distorção do Holocausto”, escreveu nas redes sociais.
Se não me engano foram os alemães que colocaram pessoas vivas em câmaras de gás e que realizaram também outras atrocidades. vir agora dá lição de moral, é meio arrogãncia: “Trucidamos milhões, mas não se pode comparar a morte de judeus com a de árabes”.
Foi uma parte dos alemães. E, nesse caso, ninguém melhor do que a nação alemã para criticar tal com fala antissemita. Pois, desse o final da 2a guerra mundial eles carregam o fardo de milhões de mortes atrozes contra o povo judeu.
A criação do empréstimo consignado privado foi tema de reunião nesta terça-feira (12/11) no Palácio do Planalto. Convocado pelo presidente Lula (PT) com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o encontro contou também com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e equipe técnica.
O consignado privado está em discussão no governo há meses, sendo seu formato cobrado pelo próprio presidente, mas a entrada da Fazenda nas discussões sinaliza que o tema começa a avançar. A pasta do Trabalho defende que a modalidade seja uma opção para substituir o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, a posição da Fazenda não é exatamente a mesma.
Na visão de Marinho, o saque-aniversário fragiliza o financiamento do sistema habitacional, em especial o Minha Casa, Minha Vida, e diminui as metas que o conselho contrata a cada ano. Ele defende a extinção da modalidade, criada em 2019, no governo Jair Bolsonaro (PL).
“Batalharei para a preservação plena da saúde do fundo. Em relação ao saque-aniversário, sou pelo fim dele”, frisou Marinho no fim de outubro.
A ideia do consignado é permitir ao trabalhador do setor privado tomar empréstimo com desconto na folha de pagamento, como já ocorre com os funcionários do setor público.
Pelas ideias que circulam, a empresa não precisaria autorizar o empréstimo contratado pelo trabalhador, sendo apenas informada diretamente pelo banco, que transferiria a parcela correspondente do salário para a quitação do crédito consignado.
O saque-aniversário permite ao trabalhador retirar parte do saldo da conta do FGTS anualmente, no mês de aniversário. O trabalhador pode optar pela antecipação de até cinco períodos, na forma de empréstimo. O crédito exige apenas que o cadastro esteja atualizado.
Caso o trabalhador que optou pelo saque-aniversário seja demitido, ele poderá sacar apenas o valor correspondente à multa rescisória de 40%, não tendo acesso ao saldo total acumulado na conta do fundo.
Cada instituição financeira oferece uma condição diferente, e o trabalhador pode fazer consultas sem custos. Mesmo pessoas que estão negativadas conseguem acessar esse crédito. Para alguns especialistas, o saque-aniversário (seja ele depositado no mês de aniversário ou contratado na forma de crédito) é como se fosse o 14º salário.
Há mais de 130 milhões de trabalhadores com conta no FGTS. Desse total, até março de 2024, 35 milhões tinham feito a adesão pelo saque-aniversário. A antecipação, que é a operação de crédito em si, foi feita por 20 milhões de pessoas.
A possibilidade de fim do saque-aniversário considera que os períodos de saques em aberto sejam encerrados ou convertidos para o modelo de crédito consignado.
Decisão passa pelo Congresso
Um eventual fim da modalidade precisa passar pelo Congresso Nacional, que apresenta resistência ao término do saque-aniversário. O Palácio do Planalto teria que enviar um projeto para apreciação dos parlamentares. Já foi levantada a possibilidade de apresentação de uma medida provisória (MP), que permitiria a extinção imediata do saque.
Instituições financeiras e de pagamentos defendem que a modalidade coexista com o empréstimo consignado. Elas justificam que a taxa de juros do saque-aniversário é a mais baixa existente no mercado, sujeita ao teto de juros do consignado do INSS, que hoje está em 1,66%. Já no consignado privado, essa taxa é mais alta, porque não é o mesmo tipo de garantia.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou nesta sexta-feira (24), no Diário Oficial da União, o edital de concurso para 460 vagas de analistas do órgão, de nível superior. A banca escolhida para organizar o certame é o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).
Das 460 vagas disponibilizadas, 130 são para o cargo de analista administrativo e 330 para o cargo de analista ambiental, distribuídas para as 27 unidades da federação. A remuneração é de R$ 9.994,60, para todos os cargos, com a possibilidade de recebimento de gratificação de qualificação com os seguintes valores: para curso de especialização: R$ 464, mestrado: R$ 922 ou doutorado: R$ 1.387. A jornada de trabalho dos aprovados será de 40 horas semanais.
Inscrições
As inscrições no concurso público poderão ser feitas das 10h da próxima quinta-feira (30) às 18h de 18 de fevereiro, no horário oficial de Brasília. Os interessados devem se inscrever online no site do Cebraspe. O valor da taxa de inscrição é de R$ 95. O pagamento deverá ser efetuado até 20 de fevereiro, por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança).
Há a possibilidade de pagamento por Pix, que deve ser realizado por meio do QR Code apresentado na GRU Cobrança.
De acordo com o edital de abertura do processo seletivo, podem solicitar a isenção da taxa de inscrição os candidatos doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde, atestado ou laudo emitido por médico de entidade, e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com a indicação do Número de Identificação Social (NIS). O prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição é o mesmo período da inscrição: das 10 horas de 30 de janeiro às 18 horas de 18 de fevereiro.
O candidato que necessitar de atendimento especializado, adaptações razoáveis ou tecnologias assistivas para a realização das provas e as demais fases do concurso deverá assinalar, no momento da inscrição, os recursos especiais necessários.
De acordo com o edital, os candidatos que se autodeclararem negros concorrerão, simultaneamente, às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência. Até o fim do período de inscrição no concurso público, o candidato pode desistir de concorrer pelo sistema de reserva de vagas para candidatos negros, se desejar.
Provas
As provas objetivas e a prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, serão aplicadas em 6 de abril nas 26 capitais estaduais e no Distrito Federal. A avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de heteroidentificação dos candidatos negros também serão realizadas em todos os estados.
Na data, todos os inscritos terão 4 horas e 30 minutos para preencher as questões do concurso.
As provas objetivas serão constituídas de 50 itens de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos.
A prova discursiva valerá 20 pontos e consistirá em uma redação de até 30 linhas, no tema proposto.
A consulta individual aos gabaritos oficiais preliminares das provas objetivas será realizada e divulgada na internet, a partir das 19 horas do dia 8 de abril.
As divulgações do resultado final das provas objetivas e do resultado provisório da prova discursiva estão previstas para 7 de maio.
Mais de 50 especialistas e um público expressivo se reuniram no último sábado (27) para a primeira edição do ECON – Encontro de Negócios das Américas em Orlando. O evento, que chega à sua quarta edição e é considerado uma referência para empreendedores brasileiros que buscam expandir operações nos Estados Unidos, transformou a cidade em um polo de discussões sobre a internacionalização de negócios.
Com uma programação de quase 20 painéis, o evento ofereceu ferramentas práticas e educacionais para quem quer investir no mercado norte-americano. Na abertura, o cônsul-geral do Brasil em Orlando, João Lucas Quental, abordou as relações comerciais entre os dois países e alertou para as tarifas impostas pelos EUA. “Uma das alternativas seria o Brasil mais um, onde a empresa brasileira busca um terceiro país com tarifa menor e reexporta para os Estados Unidos”, disse Quental, incentivando a busca por estratégias inovadoras.
Em um dos painéis mais concorridos, sobre o sistema bancário, Fernanda Freitas, do Banco do Brasil Americas, defendeu a internacionalização de negócios mesmo diante das incertezas globais. “Se nós pensarmos que o Brasil representa 2,7% do PIB mundial e os Estados Unidos 26%, verificamos que temos uma oportunidade de negócios e investimentos maravilhosa aqui”, afirmou Freitas. O debate contou com a mediação de Marcelo Ribeiro, da MR Soluções Jurídicas e Empresariais, e a participação de Daniel Janequine, do Bank JP Morgan, e Ralph Boragina, do Inter.
Ao longo do dia, temas cruciais para a expansão de empresas foram discutidos, incluindo planejamento fiscal, imigração, logística, investimentos, mercado imobiliário e franquias. A tecnologia teve destaque no painel mediado pelo empresário Hélio Oliveira, da Predesign, com a presença de especialistas como Wanderson Castilho (cibercrimes) e Alex Lira (tecnologia na construção). Lira abordou como a inteligência artificial pode democratizar oportunidades para imigrantes, citando o auxílio da IA na quebra de barreiras de aprendizado e língua.
Com quase sete horas de duração, o evento foi encerrado com um painel sobre inteligência de mercado e branding, reforçando a importância de estratégias sólidas para o sucesso no exterior.
O ECON consolidou-se como um evento grandioso, essencial para o ecossistema de negócios entre Brasil e Estados Unidos.
Muita gente com alergia a leite e trigo, não vejo poder público se pronunciar.