A onda de calor no país está puxando o consumo de energia para níveis recordes para o mês de setembro, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), enquanto o varejo vê dispararem as vendas de aparelhos de ar condicionado.
Na segunda semana do mês, por exemplo, a carga do SIN (sistema interligado nacional) bateu 73,5 mil MW (megawatts) médios, já um recorde para o mês de setembro —o maior valor anterior havia sido registrado na última semana de setembro de 2021: 71 mil MW médios.
Nesta sexta-feira (22), dia em que a cidade de São Paulo bateu o recorde de calor do ano, a carga chegou a bater 81,2 mil MW médios. Na quinta (21), a demanda máxima atingiu pico de 90,9 mil MW às 16h37, a maior desde os 97,3 mil MW registrados às 16h do dia 14 de fevereiro.
Um estudo publicado na Nature Medicine indica que chatbots com inteligência artificial não são confiáveis para orientar decisões médicas do público em geral. Segundo os pesquisadores, os modelos testados não superaram sequer o Google — já conhecido por falhas em informações de saúde — e, em alguns casos, forneceram dados incorretos ou inconsistentes.
O experimento, o primeiro randomizado do tipo, concluiu que nenhum dos sistemas avaliados está pronto para uso direto no atendimento a pacientes. Participaram mais de 1.200 voluntários no Reino Unido, que receberam cenários médicos detalhados e usaram chatbots comerciais, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Llama, da Meta.
Os participantes acertaram a conduta correta em menos da metade das vezes e identificaram corretamente as doenças em apenas 34% dos casos — desempenho semelhante ao grupo que usou métodos tradicionais de busca.
Segundo Adam Mahdi, do Instituto de Internet de Oxford, a medicina real é complexa e incompleta, diferente das questões objetivas em que a IA costuma se sair bem. O estudo também apontou que respostas variavam drasticamente conforme pequenas mudanças na forma de perguntar.
Em cerca de metade dos erros, os próprios usuários deixaram de informar sintomas relevantes. Quando os pesquisadores inseriram o quadro clínico completo diretamente nos sistemas, a taxa de acerto subiu para 94%.
Especialistas destacam que médicos aprendem a identificar quais informações são essenciais — algo que ainda falta aos chatbots. Para Andrew Bean, principal autor do estudo, os modelos deveriam fazer mais perguntas complementares, como ocorre em consultas médicas.
Mesmo assim, os pesquisadores observaram dificuldades dos sistemas em diferenciar casos urgentes de não urgentes e episódios de informações inventadas, incluindo recomendações de números de emergência inexistentes.
A OpenAI afirmou que os modelos atuais do ChatGPT são mais seguros e fazem mais perguntas de acompanhamento do que os avaliados no estudo. A Meta não comentou.
O estudo reforça que, apesar do avanço rápido, chatbots de IA ainda não substituem a avaliação médica profissional — e seu uso exige cautela.
Um estudo de grande escala, que analisou 71 pesquisas envolvendo quase 100 mil pessoas, confirmou que o consumo de vídeos curtos em plataformas como TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts está associado a prejuízos cognitivos e emocionais.
Segundo os pesquisadores, o formato de rolagem infinita tem impacto negativo moderado, afetando principalmente a atenção e o controle inibitório, habilidade responsável por frear impulsos. O estudo também registrou efeitos sobre outras funções cognitivas, como memória e linguagem.
Na área emocional, os principais problemas identificados foram estresse e ansiedade, especialmente quando o uso se aproxima de um padrão de dependência. Os autores destacam que, nesses casos, os danos são mais intensos e duradouros.
A pesquisa não encontrou relação direta entre o consumo de vídeos curtos e questões de autoimagem ou autoestima, possivelmente devido à maior diversidade de conteúdos nessas plataformas. Outro ponto relevante é que os efeitos negativos não atingem apenas a geração Z: jovens e adultos apresentam impactos semelhantes.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta próxima terça-feira (25), o julgamento que vai definir se o porte de maconha para consumo próprio pode ou não ser considerado crime. O g1 reuniu as informações sobre o julgamento até o momento e o que pode acontecer com uma decisão da Corte sobre o caso.
O STF vai liberar ou legalizar o consumo da maconha ou de outras drogas?
Não. Nas sucessivas sessões, os ministros têm deixado claro que não está em jogo a legalização do consumo de qualquer substância.
Na semana passada, o presidente Luís Roberto Barroso voltou afirmar que não há legalização de qualquer droga em discussão. Ou seja, o uso de drogas, mesmo que individual, permanecerá como ato ilícito, ou seja, contrário a lei.
“O Supremo considera que o consumo de drogas, mesmo para consumo pessoal, é um ato ilícito. O Supremo não está legalizando droga. É um comportamento ilícito, que fique claro”, afirmou.
Como é um governo só de criminosos, nada mais justo que liberar geral, consumo, tráfico, roubo, corrupção…..viva os PTralhas e seus comparsas, viva a LULADRAO, o pai da bandidagem.
O STF é muito preocupado com quem supostamente tenha financiado o 8 de janeiro, mas agente não ver essa mesma preocupação com quem de fato financia a tráfico de drogas
Durante a cerimônia de sanção da lei que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, realizada nesta quarta-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o aumento do consumo entre os mais pobres também beneficia os mais ricos. Segundo ele, distribuir renda gera movimento econômico maior do que concentrar recursos nas mãos de poucas pessoas.
Lula comparou cenários para explicar sua tese: dar R$ 10 milhões a uma única pessoa, afirmou, tende a transformar o valor em aplicações financeiras; já dividir essa quantia entre mil pessoas faria o dinheiro circular em itens essenciais, como alimentos, roupas e material escolar. “O rico não fica mais pobre. Se o pobre consumir mais, o rico vai ficar mais rico”, declarou o presidente.
A nova lei deve alcançar cerca de 25 milhões de contribuintes que passarão a não pagar Imposto de Renda. Entretanto, a compensação virá com aumento da carga tributária para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano. A sanção ocorreu no Palácio do Planalto e marca uma das principais apostas econômicas do governo para fortalecer o mercado interno.
O evento foi marcado pela ausência dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que estavam em Brasília, mas cumpriram outras agendas. A ausência reforçou a leitura de desgaste entre o Planalto e o Congresso. Hugo Motta, inclusive, rompeu na semana passada com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, acusando o partido de promover ataques contra ele nas redes sociais — algo que os petistas negam.
METADE de tudo que o pobre ganha já vai para o governo em impostos colocados na surdina em cima de tudo o pobre compra (chinela, camisa, brinquedo, etc, etc…) . Esse Sr. só nos últimos 3 anos criou ou aumentou mais de 15 impostos, Fátima (PT) aumentou o ICMS (imposto sobre pobre) de 18% para 20% de qual pobre consumindo mais ele esta falando?
Amigo, o PT não vai mudar o discurso, a maior desgraça do pobre é o socialismo, mas se ele acredita em picanha e cerveja caindo do céu? A cela, o freio e a chibata foram feitos pra o jumento, e o político de esquerda sabe usar isso muito bem embora a finalidade seja maligna e perversa.
Foto: Trump por Brendan SMIALOWSKI / AFP e papa Leão XIV por TIZIANA FABI/AFP
O Vaticano decidiu não integrar o “Conselho da Paz”, iniciativa criada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar de conflitos internacionais, incluindo Gaza.
O posicionamento foi confirmado pelo cardeal Pietro Parolin, principal diplomata do Vaticano. Segundo ele, crises internacionais devem ser conduzidas prioritariamente pela Organização das Nações Unidas, e não por um fórum liderado por um único país.
O conselho, idealizado por Trump, prevê supervisionar uma administração temporária em Gaza após um cessar-fogo considerado frágil e terá sua primeira reunião em Washington nesta quinta-feira (19), com foco na reconstrução do território. O plano gerou críticas por não incluir representantes palestinos.
O Papa Leão XIV, primeiro pontífice norte-americano, chegou a ser convidado para integrar o grupo, mas a Santa Sé optou por não participar. Itália e União Europeia informaram que devem acompanhar os debates apenas como observadores.
Desde o início da guerra, a trégua em Gaza foi violada diversas vezes. O conflito entre Israel e o Hamas deixou dezenas de milhares de mortos, provocou crise humanitária e é alvo de investigações e acusações internacionais, rejeitadas por Israel, que alega legítima defesa.
Você se considera alguém que consome álcool no grau leve a moderado, tomando um coquetel ocasional ou uma taça de vinho no jantar e apenas bebendo alguns copos extras de cerveja em reuniões sociais nos fins de semana.
Pela maioria dos padrões, você estaria certo – porque o consumo de álcool é tipicamente considerado como uma média ao longo da semana.
“Isso faz com que muitas pessoas suponham erroneamente que um nível médio moderado de consumo é seguro, independentemente do padrão”, disse Rudolf Moos, professor de psiquiatria e ciências comportamentais da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford.
Moos é o coautor de um estudo recente que descobriu que muitos consumidores moderados de bebidas alcoólicas acima de 30 anos acabam bebendo de maneira compulsiva no fim de semana – definido como cinco ou mais bebidas seguidas em um curto período de tempo.
As pessoas que bebem de maneira compulsiva são cerca de cinco vezes mais propensas a enfrentar vários problemas com álcool, como “se machucar, problemas emocionais ou psicológicos do álcool, ter que usar mais álcool para obter o mesmo efeito e experimentar os efeitos do álcool no trabalho ou escola”, disse outro coautor do estudo, Charles Holahan, professor de psicologia da Universidade do Texas em Austin.
“O que isso significa é que um indivíduo cujo consumo total é de sete bebidas no sábado à noite apresenta um perfil de risco maior do que alguém cujo consumo total é de uma bebida diária no jantar, mesmo que seu nível médio de consumo seja o mesmo”, afirma Holahan.
Sete pessoas foram detidas e conduzidas à delegacia após supostamente não pagarem a conta de consumação em um motel, no valor de 700 reais. O imóvel fica localizado na zona leste de Natal. A polícia foi acionada por funcionários do estabelecimento.
De acordo com a PM, entre os conduzidos estão quatro homens e três mulheres. Dois deles, já respondem processos na justiça, um por homicídio e o outro por receptação.
Um veículo que estava com o grupo também foi apreendido. De acordo com o Comando De Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), que esteve no local, nenhuma irregularidade foi constatada em relação ao automóvel.
O grupo foi encaminhado para a Central de Flagrante onde ficará à disposição da Justiça.
Para um terço dos consumidores brasileiros, o vermelho do Natal tem um outro significado. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nas 27 capitais do país, aponta que 33% das pessoas que planejam ir às compras neste fim de ano estão com contas em atraso, sendo que 69% estão com o nome sujo.
Ainda de acordo com o levantamento, 24% dos entrevistados têm o hábito de gastar mais do que podem, enquanto 9% planejam deixar de honrar algum compromisso para garantir os presentes. São mais de 15 milhões de consumidores que podem enfrentar inadimplência devido às compras de fim de ano e deixar de pagar contas básicas como internet (19%), TV por assinatura (17%), água ou energia (16%) e cartão de crédito (13%).
Daniel Carvalho, contador e sócio da Rui Cadete, destaca a necessidade de planejamento para manter o equilíbrio financeiro no final do ano. Ele enfatiza que a expectativa frequentemente associada ao 13º salário como uma renda adicional para as compras natalinas pode, por vezes, levar ao descuido com compromissos financeiros essenciais, como IPTU, IPVA e despesas escolares.
A preferência do brasileiro pelo tradicional arroz com feijão não é mais a mesma. O consumo atingiu os menores índices desde a década de 1960. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) acompanha o consumo desses alimentos no país há mais de 60 anos.
O pico de consumo médio de arroz por pessoa ao ano foi na década entre 1991 e 2000, com 47 quilos. Desde então, a quantidade começou a cair. No ano passado, chegou a 34 quilos — o menor índice desde o início da série histórica.
No caso do feijão, o maior consumo foi na década de 1961 a 1970, com média de quase 23 quilos. Em 2024, também atingiu o menor índice da série histórica.
O pesquisador da Embrapa, Alcido Wander, lembra que a mudança nos hábitos da população foi determinante para essa redução.
Alcido Wander, pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão, explica: “Nas décadas de 1960 e 1970, tínhamos famílias mais numerosas, com mais filhos. Era outra realidade, onde também havia muito o hábito de fazer a comida em casa. No ambiente urbano, essa vida é mais corrida, e em toda esquina há uma opção de algo rápido sendo oferecido.”
A falta desses grãos no prato dos brasileiros é motivo de preocupação para pesquisadores da área de saúde. O feijão, principalmente, é considerado um marcador da alimentação saudável. O consumo menor pode representar um fator importante para o aumento de doenças crônicas.
Débora Malta, médica, pesquisadora e professora da Escola de Enfermagem da UFMG, destaca: “Eles protegem da obesidade e, por consequência, também das doenças crônicas não transmissíveis. Nós temos que chamar atenção para a necessidade de o brasileiro retornar à sua alimentação tradicional. A dupla arroz com feijão é imbatível.”
Claro que o consumo de arroz e feijão diminuiu, o povo só comendo picanha, e esse caso de bebida adulterada é porque está faltando no comércio o povo bebendo cerveja com picanha demais
Se compra comida com dinheiro e não com promessas, como faz o governo petralha que está levando o dinheiro de todo mundo com impostos sem nada em troca…
O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A conta de luz está sem essas taxas desde dezembro. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.
“Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país. Mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis. Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.
O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.
Belo Horizonte é a capital que mais consumiu bebidas alcoólicas em 2021, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Natal fica apenas na 21ª colocação nessa lista.
O levantamento mostra que 25,20% dos moradores de BH consumiram mais de quatro doses de bebida alcoólicas em 30 dias. Com isso, a capital lidera o ranking da pesquisa. A segunda colocada é Vitória (ES), com 23,28%, seguida por Cuiabá (MT), com 23,17%.
Já a capital que menos ingere bebidas alcoólicas é Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Apenas 12,8% dos adultos da cidade consumiram mais doses deste tipo de bebida.
Veja o ranking com todas as capitais:
Belo Horizonte (MG): 25,20%
Vitória (ES): 23,28%
Cuiabá (MT): 23,17%
Distrito Federal (DF): 22,54%
Salvador (BA): 22,53%
Palmas (TO): 22,17%
Porto Velho (RO): 21,74%
Florianópolis (PA): 21,47%
Macapá (AM): 20,42%
Rio de Janeiro (RJ): 19,90%
João Pessoa (PB): 19,83%
Campo Grande (MS): 19,77%
Recife (PE): 19,43%
Teresina (PI): 18,50%
Goiânia (GO): 18,39%
Fortaleza (CE): 18,33%
Boa Vista (RR): 17,87%
São Luís (MA): 17,85%
Aracaju (SE): 17,28%
São Paulo (SP): 15,82%
Natal (RN): 15,40%
Belém (PA): 15,31%
Curitiba (PR): 15,18%
Manaus (AM): 14,80%
Rio Branco (AC): 13,67%
Maceió (AL): 13,16%
Porto Alegre (RS): 12,82%
Homens beberam mais
A pesquisa levou em consideração os moradores das capitais brasileiras que consumiram quatro ou mais doses de bebidas alcóolicas, no caso das mulheres e cinco ou mais doses no caso dos homens.
Se for separar por sexo, BH continua liderando a pesquisa com o consumo de álcool entre os homens: 36,21% dos belo-horizontinos consumiram bebidas alcoólicas no período e nas doses pesquisadas no levantamento.
No caso das mulheres, em primeiro lugar na lista das que mais ingeriram bebidas alcóolicas, em 2021, aparecem as moradoras da cidade de Florianópolis, em Santa Catarina: 17, 55% delas se enquadraram no perfil do estudo. As mulheres de BH aparecem em quarto lugar.
Muito bem!
Aí mostra as capitais.
Mas, e as cidades do interior??
Com certeza se tivesse aí, tinha uma grande chance de ser São Bernardo, pois é aí que o cachaceiro Lula da Silva mora.
Vive em São Bernardo e todos os dias enche o rabo cheio de cachaça.
Pingunço, ladrão.
Vamos lá! Beto e Lula robou sim ( que eu concordo e não tenho dúvida) e quando esse imbecil de um tal Galígula ( terce comentários absurdamente sem noção) porque vossas senhorias não questionam?
Nostradeu não gosta de ozônio no toba, ele prefere nervos com vêias salientes, é o preferido dos progressistas adoradores do ladrão condenado.
Vixe, agora o acéfalo confessou, usa a maconha para viajar , que coisa interessante. Vem cá, veja que coisa interessante, esses olhos esbugalhados, unhas sujas, cabelo rastafari, tatuagem de Anita no forebes, palhaço barbudo no ombro, cela no lombo, ranger de dentes, piercing na língua, que arrumação é essa.
Maconha? Lá é LSD, Ecstasy e o pózinho branco. Maconha é coisa de favelado, a high society é adepta dos sintéticos.
Tudo questão de educação , cultura , nível superior. Olha quem bebe menos ?? RIO GRANDE DO SUL ,aqui são os cachaceiros que votam em político Ladrao , por um copo de cachaça
O Brasil vive uma situação contraditória: o país produz energia renovável em excesso, mas ainda precisa ligar usinas termelétricas — mais caras e poluentes — para suprir a demanda em momentos de pico. O cenário tem como consequência um custo maior ao consumidor e desafios para a operação do sistema.
Segundo projeção do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em 2028, o Brasil terá uma demanda de 110,98 gigawatts de energia, contra uma oferta que pode chegar a 281,56 gigawatts ao final de 2027. Ou seja, a oferta vai superar a demanda em 2,5 vezes.
Para comparação, 1 gigawatt de capacidade pode iluminar mais de 1 milhão de residências por ano, a depender da fonte.
Essa situação não é totalmente positiva, já que implica em desperdício e aumenta custos.
“Na hora em que você tem essa situação, o que tem que fazer como Operador Nacional do Sistema Elétrico? Tem que limitar essa geração. E aí você vai ter que limitar essa geração por algumas características. Vai ter que verter água, ou vai verter sol, ou vai verter vento”, explica o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi.
A alta nos preços, principalmente dos alimentos, está fazendo os consumidores mudarem a estratégia das compras. A fórmula resulta em mais idas ao mercado e a volta com carrinhos menos cheios.
Um estudo realizado pela Kantar, analisando os hábitos de consumo dos clientes em atacarejos, e-commerce e supermercados, aponta que o brasileiro está fracionando as compras, esperando por promoções. Outra mudança de comportamento indicada pelo estudo são as compras nos atacarejos.
Em um estabelecimento visitado pelo Jornal da Band, um pacote de 500g de café estava na promoção por R$ 24,50. Caso o cliente comprasse a partir de 4 unidades, cada unidade sai por R$ 1 mais barato.
As vendas nos atacarejos e mercados online foram as que mais cresceram no país no ano passado. Driblar os altos preços é uma tarefa difícil. Para que as idas ao mercado não se tornem uma armadilha, tem que tomar cuidado com as compras por impulso.
Nobres ANALFABETOS FUNCIONAIS, os Patriotas Americanos do Brasil já chegaram da Pose? Era bom saber agora ser valeu a pena VOTAR CONTRA ZERAR IMPOSTO DA CESTA BÁSICA! Os Patriotas americanos do RN votaram como?
Bolsonaristas Paulinho Freire, Girão e Gonçalves votam contra regulamentação da reforma tributária, que prevê zerar impostos da cesta básica.
Apesar de o projeto trazer como principal conquista a alíquota zero para produtos de cesta básica, incluindo carne bovina, peixe e frango, os deputados federais do Rio Grande do Norte Paulinho Freire (UB), General Girão (PL) e Sargento Gonçalves (PL) votaram contra a proposta do Governo Lula.
Vc ainda esta preocupado com o povo que estava no famigerado EUA? Que preocupação sem futuro, a gente aqui sem poder comer carne, tomar café, ir a um hospital, estudar, viajar, aqui o presidente so faz demagogia, mexer no PIX, falar em tabelar, nas laranjas de rui costa que vc quer chupar, mas ele manda vc para as pitangas de jose guimaraes (ui), o leite de janja está azedo.
Não foram comprados com EMENDA PIX, para aprovar O MAIOR IMPOSTO DO MUNDO. E você sabe qual era o projeto original do governo federal. Ou você acha que todo mundo é alienado pra acreditar em narrativas?
CHEGOU A HORA DA COLHEITA, O GROSSO COMEÇOU ENTRAR. AGORA TENHO UMA DÚVIDA QUE NINGUÉM ME ESCLARECE: POR ACASO ALGUM SER HUMANO, NESTE MUNDO DE MEUS DEUS, ACHAVA QUE SERIA DIFERENTE? OU TODOS ACEITARAM SER CUMPLICES SÓ PRA TIRAR O BOZO? NÃO SERIA UM RISCO MUITO GRANDE, VISTO A “CAPIVARA” QUE O LULA TINHA NA JUSTIÇA? O BOZO ERA TÃO PERIGOSO ASSIM? O BRASIL ANDAVA TÃO MAL ASSIM? OU ELE ERA APENAS UMA PEDRA NO SAPATO DO SISTEMA? É SOMENTE UMA DÚVIDA.
A inflação chegando com seus tentáculos. Imagine em abril quando o ICMS com a alíquota de 20% for aplicado. Obrigado Sindicatos da Segurança Pública e da Saúde por terem feito pressão por esse aumento, prejudicando a população do RN. O governo FB agradece muito. E a traição já foi feita. Se ferrem.
O mais recente relatório das autoridades de saúde do Canadá considera como “baixo risco” à saúde o consumo de apenas duas bebidas alcoólicas por semana.
No entanto, a opção realmente saudável, segundo a pesquisa, é cortar o álcool totalmente.
As recomendações são muito mais rigorosas do que as do último estudo, publicado em 2011, que permitia o consumo máximo de 10 bebidas alcoólicas por semana para mulheres e 15 para homens.
“O álcool é parte integral da nossa cultura no Canadá, é normalizado, totalmente aceito socialmente”, disse uma das cientistas envolvidas na pesquisa.
“A nova orientação talvez seja um tanto chocante”, afirmou Erin Hobin. “Acho que é uma informação nova para a população que o consumo de três bebidas alcoólicas por semana aumenta o risco de câncer na cabeça e no pescoço em 15%, e que cada bebida adicional acarreta em mais riscos.”
A unidade de bebida alcoólica considerada padrão no Canadá é equivalente a 341ml de cerveja com teor alcoólico de 5% ou uma taça de vinho de 142ml, teor de 12%.
Os eleitores do Rio Grande do Norte vão poder comprar e consumir bebidas alcoólicas durante as eleições municipais de 2024. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (4) pelo secretário estadual de Segurança Pública, coronel Francisco Araújo, que informou que não será emitido nenhum decreto proibindo a venda de bebidas.
Em nota, a Secretaria de Segurança (Sesed) informou que a medida visa evitar atritos com associações de supermercados, bares e restaurantes, que em pleitos passados manifestaram descontentamento com as restrições, alegando prejuízos aos seus estabelecimentos.
A nota diz ainda que representantes dos setores mencionados argumentaram que a proibição causa impacto econômico sem efetivamente contribuir para a segurança do processo eleitoral. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o secretário de Segurança lembrou que, em 2022, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte atendeu a uma recomendação do Ministério Público e derrubou naquele uma portaria do Governo do Estado que proibia a venda de bebidas alcoólicas durante o pleito.
“A Lei Seca no Estado este ano não será decretada, tendo em vista que houve uma representação do Ministério Público na eleição anterior e o Tribunal achou por bem que não fosse declarado Lei Seca”, enfatizou Araújo.
Finalmente, uma medida inteligente nesse Estado. Sempre achei uma tremenda bobagem essa Lei seca. Por causa de um caso, generaliza-se e vira lei. Eventuais casos, podem acontecer com ou sem bebidas. E olhe que não bebo e mesmo assim, defendo quem bebe. Porém, blitz no trânsito são necessárias.
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