A inflação acumulada de 5,17% nos últimos 12 meses impactou fortemente o bolso do consumidor brasileiro: 95% afirmam ter sentido alta nos preços, segundo pesquisa da Neogrid. Mesmo assim, três em cada quatro brasileiros (75%) continuam comprando mais em datas comemorativas — embora de forma mais controlada.
O levantamento mostra que 51% dos consumidores ainda gastam mais nessas ocasiões, mas reduziram o valor desembolsado em comparação a anos anteriores. Outros 24% mantêm o mesmo padrão de gasto.
O comportamento foi confirmado em um estudo da FIA Business School, que registrou um salto de 107% no interesse por brinquedos neste Dia das Crianças, frente a 2024. Apesar disso, o ticket médio é baixo — até R$ 145, indicando um consumo mais racional.
“O brasileiro está equilibrando economia e indulgência. O consumo hoje é mais estratégico diante da inflação persistente, do crédito caro e da perda de poder de compra”, afirma Christiane Cruz Citrângulo, diretora da Neogrid.
Como o brasileiro dribla a alta dos preços
O estudo mostra que 82% dos consumidores trocaram produtos por versões mais baratas. A substituição é maior entre itens essenciais:
Produtos de limpeza: 69%
Higiene pessoal: 57%
Alimentos e bebidas: 54%
Carnes e derivados: 53%
Outras estratégias adotadas:
Trocar marcas conhecidas por alternativas mais baratas (62%)
Comprar apenas itens em promoção (52%)
Reduzir a quantidade comprada (39%)
Comprar em atacado ou embalagens maiores (35%)
“Planejamento, comparação de preços e consumo racional deixaram de ser medidas emergenciais. Hoje fazem parte do dia a dia do brasileiro”, explica Citrângulo.
Expectativa de retomada
Mesmo com o cenário difícil, 63% dos consumidores afirmam que pretendem retomar suas marcas e produtos preferidos quando os preços voltarem a cair.
“Assim que o orçamento permitir, o brasileiro tende a resgatar escolhas ligadas à identidade e recompensa pessoal — mas com mais atenção ao custo-benefício”, conclui Citrângulo.
Fazendo um “recebidos” com convidada especial, Karolynne compartilhou as compras de calcinha feitas pela internet. Com uma peça marrom fio dental nas mãos, a amiga da influenciadora pede que a empresa faça uma calcinha que caiba “o tabaco das mulheres atabacadas”.
O clamor da mulher foi postado nas redes, e vários seguidores concordaram com ela. “A minha também não cabe, kkkkkk”, brincou uma seguidora.
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou nova retração em abril, com queda de 0,4% na comparação mensal e de 1,6% frente a abril do ano passado. O índice, calculado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 101,6 pontos, com ajuste sazonal, mantendo-se ainda acima da linha de otimismo (100 pontos), mas demonstrando sinais claros de desaceleração no apetite do consumidor.
Este é o terceiro mês consecutivo com o índice em queda. A principal causa apontada é a incerteza econômica, impulsionada por juros e inflação elevados que afetam diretamente o poder de compra e o acesso ao crédito.
“Com o cenário de juros altos e inflação resistente, a tendência é que o consumo continue em ritmo lento ao longo do ano, apesar dos esforços do comércio varejista, com resultados semelhantes ou inferiores a 2024. É nesse contexto que a atuação da CNC se torna ainda mais essencial, defendendo políticas que estimulem a atividade econômica e apoiando os empreendedores”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.
Sinais mistos na composição do índice
A análise dos componentes da ICF revela que, apesar da retração geral, alguns subindicadores apresentaram variações positivas. O Acesso ao Crédito cresceu 0,6% em relação a março, sustentado por uma leve melhora da liquidez do mercado, ainda que permaneça 1,0% abaixo do patamar de abril de 2024. Já o item Momento para Compra de Bens Duráveis teve o pior desempenho no recorte anual, com queda de 7,2%, refletindo o peso da taxa Selic sobre os financiamentos.
O componente Emprego Atual subiu 0,3% no mês, mas segue em queda de 0,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A Renda Atual, por sua vez, caiu 1,8% na variação mensal e 1,7% no ano, sinalizando o impacto da inflação no orçamento familiar.
Famílias de maior renda e homens sentem mais o impacto
O relatório também destacou uma diferença de percepção entre faixas de renda e gêneros. As famílias com renda acima de 10 salários mínimos tiveram queda mais intensa no índice frente a abril do ano passado (-2,6%), ainda que mantenham nível mais elevado de otimismo (115,1 pontos) em relação às famílias com renda inferior (98,8 pontos), cujo índice foi 1,5% menor.
O estudo mostrou ainda mais cautela entre os homens, que demonstraram redução da intenção de consumo de -2,3% contra -0,8% das mulheres. O Acesso ao Crédito para o público masculino recuou 2,2%, ao passo que para as mulheres houve aumento de 0,8%, indicando maior seletividade do mercado em relação ao perfil de risco.
“A pesquisa revela clara perda de fôlego do consumo, especialmente entre as famílias de maior renda, que tradicionalmente sustentam o consumo de bens duráveis. Apesar disso, observamos alguma resiliência nas faixas de menor renda, o que sinaliza a importância de políticas de estímulo e proteção ao consumo básico como ferramenta de sustentação da economia”, analisa o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.
A diretoria da Aneel aprovou nesta terça-feira (12) uma redução média de 1,54% na tarifa de energia dos consumidores da Neoenergia Cosern. A redução será aplicada a partir desta quarta-feira (13) sobre as tarifas vigentes. A empresa atende cerca de 1,5 milhão de unidades consumidoras do Rio Grande do Norte.
De acordo com a Aneel, a redução será de 1,51%, em média, para os consumidores conectados em alta tensão (normalmente, empresas) e de 1,54%, em média, para aqueles conectados em baixa tensão (pequenas empresas e os residenciais). A redução vem após a agência ter aprovado, em abril, uma alta média de 20,36% na tarifa da Neoenergia Cosern, considerando todos os tipos de consumidores.
Essa alta entrou em vigor no dia 22 de abril. Portanto, a redução anunciada nesta terça pela agência deve atenuar o impacto do reajuste anterior. A Neoenergia Cosern passou nesta terça-feira por um processo chamado “revisão tarifária extraordinária de 2022”. O objetivo foi considerar no cálculo a devolução de tributos pagos a mais pelos usuários de energia no passado.
A devolução foi objeto de projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em junho. A lei prevê abater cerca de R$ 60 bilhões nas contas de energia elétrica dos consumidores de todo o país. O montante é referente aos impostos de PIS/Cofins e ICMS, que são pagos pelos usuários às concessionárias.
Até maio, os reajustes aprovados pela Aneel estavam, em média, em 18%. Em alguns casos, chegaram a quase 24% para consumidores residenciais. A mesma lei que autorizou a devolução dos valores obrigou a Aneel a aplicar os descontos nos reajustes tarifários anuais das distribuidoras de energia e a fazer uma revisão extraordinária no caso daquelas que já passaram pelo processo de reajuste em 2022.
O Consumo nos Lares Brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), encerrou o mês de outubro com alta de 6,27% ante setembro. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 3,02%, sendo a maior alta do consumo no ano, aproximando o indicador do crescimento acumulado durante todo o ano passado, de 3,04%. Na comparação com outubro de 2021, o índice apresentou alta de 8,10%.
O resultado contempla os formatos de loja atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e e-commerce. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo a Abras, o pagamento antecipado de benefícios sociais para a segunda e terceira semanas de outubro contribuiu para o aumento do consumo. A antecipação beneficiou 21,13 milhões de famílias com o repasse de R$ 12,8 bilhões.
“É notável o quanto o aumento no valor do Auxílio Brasil e a inclusão constante de beneficiários em condições de vulnerabilidade social expandiram o consumo de alimentos neste segundo semestre e, de forma mais expressiva, em outubro”, disse o vice-presidente Institucional da Abras, Marcio Milan.
De acordo com os dados da Abras, o valor da cesta composta exclusivamente por alimentos registrou queda de 0,98%. Entre os produtos que apresentaram recuo nos preços estão leite longa vida (6,28%), feijão (3.39%), óleo de soja (0,94%), café moído (0,44%), carne bovina – traseiro (0,41%), açúcar (0.35%), queijo (0,17%). A queda ocorreu em todas as cinco regiões do país. Na média nacional, o preço da cesta passou R$ 319,57 em outubro para R$ 316,45 em novembro.
Já a cesta com 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) apresentou alta de 0,42%, puxada por tomate (17,79%), cebola (13,79%), batata (8,99%) e farinha de mandioca (5,69%). Na categoria de higiene e beleza, os produtos com maior variação nos preços foram sabonete (0,92%), xampu (1,05%), creme dental (0,56%) e papel higiênico (0,68%). Na cesta de limpeza, as altas foram puxadas por sabão em pó (2,32%), detergente líquido para louças (0,42%) e desinfetante (0,41%).
Com a variação registrada em novembro, o preço médio da cesta nacional passou de R$ 743,75 em outubro para R$ 746,85 em novembro. No acumulado em 12 meses, a alta é de 6,47%.
Na análise regional, a menor variação foi registrada na região Sul, de menos 0,46%, seguida por Centro-Oeste (0,08%), Nordeste (0,26%), Sudeste (0,61%) e Norte (0,76%).
A demanda de energia elétrica bateu um novo recorde nesta terça-feira (14). Às 14h34, a demanda de carga do SIN (Sistema Interligado Nacional) chegou a 101.123 MW, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Nesta segunda (13), devido à onda de calor que atinge as regiões Sudeste e Centro-Oeste, o país já havia ultrapassado sua marca história, ao bater 100.955 MW.
A estimativa é de um aumento de 15,6% no consumo energético ao longo do mês. No Sudeste e no Centro-Oeste, a carga também bateu um novo recorde, de 61.236 MW, maior que o desta segunda-feira, quando a demanda alcançou 60.735 MW. A maior marca até então para o subsistema era de 57.791 MW, registrada às 14h30 de 26 de setembro de 2023.
Segundo o Operador, foi a primeira vez na história do sistema interligado que a carga superou a marca de 100 mil MW. O recorde anterior era de 97.659 MW, medido em 26 de setembro deste ano.
“A principal razão para esse comportamento da carga é a significativa elevação de temperatura verificada em grande parte do Brasil”, disse o órgão em nota à imprensa.
Em todo o dia, nesta segunda-feira, a carga do país ficou em 89.021 MW, em média — alta de 16% em relação ao domingo (dia em que normalmente a demanda é menor). No domingo da semana anterior, no entanto, a demanda havia sido de 76.194 MW médios, 14% menor que a registrada nesta segunda.
Com dívidas de US$ 20 bilhões, a Gol entrou nesta quinta-feira com o pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. O pedido do Capítulo 11 (lei de falências do país) foi feito no Tribunal de Falências dos EUA para o Distrito Sul de Nova York. Com o processo, a companhia espera levantar capital, reestruturar as finanças e “fortalecer operações comerciais no longo prazo, enquanto continuam a operar normalmente”.
A Gol alega que tem caixa para manter a operação enquanto passa pela reestruturação. A expectativa é que o processo não gere mudanças no dia a dia da companhia e nem afete os passageiros, avalia o ex-diretor da Anac, Ricardo Fenelon, sócio do escritório Fenelon Barretto Rost.
Em comunicado, a empresa afirma que os clientes serão atendidos normalmente e que “poderão continuar a organizar viagens e a voar pela Companhia como sempre fizeram”. A companhia acrescenta que eles seguirão acumulando milhas ao voar pela Gol e poderão comprar e resgatar as milhas acumuladas por meio do Smiles, que também faz parte do processo de reestruturação.
A empresa ainda acrescenta que irá honrar todas as obrigações com clientes, incluindo reembolsos de passagens, cupons de viagem e pagamentos ou crédito associados a reclamações de bagagem ou serviços.
Uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que, a cada hora, 12 pessoas morrem no Brasil por consumo de álcool. O estudo mostra também que bebidas alcoólicas custam R$ 18,8 bilhões por ano para o país.
A pesquisa usou como base estimativas de mortes feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o consumo de álcool, levando em consideraração um total de 104,8 mil mortes só em 2019. O relatório destaca um forte impacto sobre a população masculina, responsável por 86% das mortes associadas ao álcool em 2019.
Entre os homens, doenças cardiovasculares, acidentes e violências são as causas mais comuns de óbito, enquanto, nas mulheres, o álcool está fortemente associado a tipos de câncer e doenças cardíacas. A análise revela também um crescimento de 14% do consumo abusivo entre mulheres, indicando uma tendência que pode gerar problemas maiores no futuro.
Segundo o levantamento, os custos diretos ao Sistema Único de Saúde (SUS) somam R$ 1,1 bilhão, destinados principalmente a hospitalizações e atendimentos ambulatoriais. Já os custos indiretos representam R$ 17,7 bilhões e incluem a perda de produtividade, aposentadorias precoces, mortalidade prematura, perda de dias de trabalho por internação hospitalar e licença médica previdenciárias. Só o custo previdenciário atingiu R$ 47,2 milhões em 2019. Do total, R$ 37 milhões (78%) foram gastos com homens, já o custo com mulheres representa R$ 10,2 milhões (22%).
Para Pedro de Paula, diretor executivo da Vital Strategies, empresa que encomendou a pesquisa, o consumo de álcool não só tem impactos na saúde e bem-estar da população como também custa caro para os cofres públicos.
“Nesse cenário, fica clara a necessidade de adoção de medidas como o imposto seletivo sobre bebidas alcoólicas. Essa é uma das ações recomendadas pela Organização Mundial da Saúde para reduzir o consumo de álcool e, consequentemente, seu impacto negativo. Com a redução do consumo, podemos salvar vidas e reduzir os impactos sociais do álcool, poupando bilhões de reais todos os anos”, afirma.
O custo do SUS com internações de mulheres por problemas ligados ao consumo de álcool representa 20% do total, ou seja, bem menor que o custo com homens. Isso acontece porque o consumo de álcool é menos comum entre as mulheres. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), cerca de 31% das mulheres entrevistadas haviam consumido álcool nos 30 dias anteriores à pesquisa, enquanto, entre os homens, esse número foi de 63%.
Tabela mostra os custos diretos relacionados ao consumo de álcool no Brasil | Reprodução
Por outro lado, nos custos com atendimentos ambulatoriais relacionados ao álcool, a diferença entre homens e mulheres é menor, com 51,6% dos custos atribuídos ao público masculino.
Quem compra em e-commerces como Shopee, Shein e AliExpress vai começar a pagar mais impostos a partir de abril ano que vem. O Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cobrado sobre os produtos importados on-line vai subir para 20%. Além disso, já há a chamada “taxa da blusinha”, cobrança sobre compras internacionais com valor até US$ 50.
Os 26 estados e o Distrito Federal divulgaram nesta sexta-feira acordo que define que a alíquota sobre remessas importadas de até US$ 3.000 (cerca de R$ 18.198,00, considerando a cotação atual do dólar) irá passar de 17% para 20%.
O anúncio ocorre após nova pressão do varejo nacional, que em geral paga mais de 17% sobre os produtos que vende no país.
O objetivo, de acordo com o Comitê Nacional de Secretarias de Estado da Fazenda (Comsefaz), é “garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil”.
Com isso, dizem os estados em nota, a ideia é “estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e ampliar a geração de empregos, em um contexto de concorrência crescente com plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço”.
Como é hoje?
As importações realizadas a partir do Regime de Tributação Simplificada (RTS) são tributadas pelo ICMS, que atualmente tem alíquota uniforme de 17%, independentemente de a compra ser efetuada em sites certificados pela Receita Federal no Programa Remessa Conforme ou não.
O RTS vale para a importação de encomendas internacionais com valor aduaneiro (soma dos bens + frete + seguro) de até US$ 3.000, destinados a pessoas físicas e jurídicas.
Além do ICMS, as compras internacionais feitas em e-commerces de Remessa Conforme e destinadas a pessoas físicas pagam também o Imposto de Importação (a “taxa da blusinha”), alterado em agosto desse ano. Para compras em que o valor aduaneiro for de até US$ 50 (cerca de R$ 303,17, considerando a cotação atual do dólar), a alíquota é de 20%. Já quando o valor for maior que US$ 50, a alíquota é de 60%.
Como vai ser?
A decisão dos estados, tomada nesta quinta-feira durante a 47ª Reunião Ordinária do Comsefaz, realizada em Foz do Iguaçu (PR), definiu que a partir de 1º de abril de 2025, o ICMS será uniformizado em 20% para esse tipo de compra on-line. Assim, consumidores irão pagar o Imposto de Importação – que pode ser de 20% ou 60%, a depender do valor da compra – mais 20% de ICMS.
O comitê esclareceu ainda que a decisão levou em conta as alíquotas já praticadas pelos estados. Nos casos em que a alíquota seja inferior a 20%, a implementação vai depender da aprovação pelas respectivas Assembleias Legislativas estaduais.
“Essa mudança reforça o compromisso dos estados com o desenvolvimento da indústria e do comércio nacional, promovendo uma tributação mais justa e contribuindo para a proteção do mercado interno frente aos desafios de um cenário globalizado”, publicou o Comsefaz, em nota.
Opinam sem se quer saber do que se trata a matéria, esse aumento da alíquota foi dado pelos governos estaduais, todos eles, inclusive o de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro… independente de partidos políticos, se informem para não passarem vergonha, inclusive o Blog que ainda tenta confundir as pessoas.
Apenas quatro itens vão consumir 86% do espaço adicional para gastos em 2024, estimado em R$ 129 bilhões. Nessa lista estão a nova fórmula de correção do salário mínimo, que puxa para cima as despesas previdenciárias e os benefícios sociais; o novo piso dos investimentos; a volta dos pisos constitucionais da Educação e da Saúde; e o crescimento das emendas parlamentares impositivas, aquelas que são de execução obrigatória.
O secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães, que esteve na linha de frente da elaboração da peça orçamentária de 2024, disse ao Estadão que o governo ficou com pouca margem de manobra. “A ampliação das despesas foi quase toda consumida por esses aumentos. E aí, os outros ministérios ficaram limitados”, afirma.
Segundo Guimarães, o avanço dessas despesas obrigatórias foi um dos motivos que levaram o governo a não prever reajuste para os funcionários públicos em 2024 – decisão que pode ser revista ao longo do próximo ano caso a equipe econômica consiga colocar de pé um plano de corte de gastos.
Com aprovação do novo arcabouço fiscal e o fim do antigo teto de gastos, os pisos constitucionais, que representam a aplicação mínima de recursos nas áreas de saúde e educação, passam a ter uma correção atrelada à receita: 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) para a saúde e 18% da Receita Líquida de Impostos (RLI) para a educação. Durante a vigência do teto, essas despesas eram corrigidas apenas pela inflação.
O secretário alerta que a pressão dos pisos sobre as demais despesas seguirá no médio e longo prazos e diz que esse tema, inevitavelmente, terá de ser rediscutido para que o crescimento desses gastos em velocidade maior do que as demais despesas não comprima o espaço fiscal das demais áreas do governo. É que enquanto os pisos seguem as receitas as outras despesas do orçamento só podem crescer de um ano para outro até 70% da variação da arrecadação, limitado a uma alta real de 2,5%.
“São duas rubricas das mais importantes (saúde e educação). Agora, a regra tem que continuar a mesma? Tem que ser pró-cíclica? Faz sentido as outras políticas perderem espaço? O debate tem de vir”, afirma.
Já o piso para investimento foi incluído na regra do novo arcabouço fiscal para garantir que esse tipo de gasto não seja sacrificado num cenário de restrição fiscal. Para a política de valorização do salário mínimo, o governo adotou uma diretriz de garantir ganho real (acima da inflação). Uma determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dos quatro itens despesas que mais consumiram o espaço fiscal no orçamento de 2024, o que teve mais peso foi a recomposição dos pisos da saúde e educação, com incremento de R$ 58,8 bilhões. O impacto da correção do salário mínimo foi de R$ 39,2 bilhões, conforme dados do Ministério do Planejamento e Orçamento. As emendas impositivas aumentaram R$ 8,7 bilhões e o piso do investimento subiu R$ 3, 9 bilhões no projeto de orçamento enviado ao Congresso no final de agosto.
A causa da falta de energia elétrica que afetou 212 mil consumidores na manhã desta quarta-feira (15) em Natal foi um desligamento da Subestação Natal II da Chesf.
O problema deixou sem energia oito subestação da Neornergia Cosern, afetando as zonas Sul, Leste e Oeste de Natal.
Confira abaixo a nota da companhia:
NOTA NEOENERGIA COSERN
A Neoenergia Cosern esclarece que o desligamento da Subestação Natal II da Chesf, registrado às 09h38 desta quarta-feira (15), deixou sem energia oito subestações da Neoenergia Cosern, afetando cerca de 212 mil consumidores nas zonas Sul, Leste e Oeste de Natal.
O fornecimento de 100% dos clientes foi reestabelecido em 25 minutos. A Neoenergia Cosern está em contato com a Chesf e com o Operador Nacional do Sistema (ONS) e aguarda um relatório com as causas da ocorrência.
Dia, Lojas Marisa e Subway: o que a crise por trás dessas três empresas têm em comum? Para especialistas ouvidos pela CNN, a resposta está na dificuldade em atender a demanda do consumidor brasileiro e de criar raízes no mercado nacional.
Tudo começou na última quarta-feira (13), quando a SouthRock deu início ao processo de recuperação judicial das empresas que operam a franquia de fast food Subway no Brasil.
No dia seguinte, foi a vez da rede de supermercados Dia anunciar o fechamento de 343 lojas e 3 centros de distribuição no Brasil. A empresa decidiu concentrar suas atividades na região de São Paulo, onde continuará operando 244 lojas.
Já nesta segunda-feira (18), a Marisa reportou queda de 41% na receita líquida, a R$ 409 milhões no período, desempenho que a empresa atribuiu a uma recomposição de estoque num ritmo “mais lento que o necessário para suportar um maior volume de vendas”.
No caso do Dia, o especialista em varejo da Strong Business School, Ulysses Reis, explica que o início da operação internacional da rede de supermercados no Brasil aconteceu a partir de 1998 — ano em que uma forte desvalorização do real barateou lojas do segmento.
Segundo ele, isso permitiu a entrada de redes estrangeiras no país, como o grupo espanhol, que abriu sua primeira loja no Brasil em 2001.
“Eles estão fechando várias lojas no Brasil e em Portugal, ao mesmo tempo em que abrem mais lojas na Espanha e na Argentina. Essa é uma questão muito característica. O que aconteceu é que muitas dessas redes que chegaram por volta desse período não conseguiram entender o perfil do consumidor brasileiro. O Walmart, por exemplo, teve muitos erros. Ele chegou a vender inclusive roupa para neve, esqui e botas em São Paulo”, conta.
Nos casos de Marisa e Subway, o especialista afirma que ambas as empresas necessitavam de adequações às mudanças do mercado de consumo, especialmente em termos de inovação.
Basta olhar os bolsolóides comentando, quem entende a kbça desse povo? Sugestão aos varejistas, esperem sair os estudos psiquiátricos que estão em curso pra entender a kbca de parte do povo que será melhor. Ora, qdo a gasolina custava 10 reais estava bom, hj custa 5,70 está ruim, qdo a carne de 1a cuastava 60 reais o kg estava bom, hj custa 30 está ruim, qdo o rolo de papel higiênico deixou de ter 30mt e passou a ser 20mt custando o mesmo preço, estava bom, hj que voltou a ter 30mt e mantrve o preço está ruim, qdo o pct de cortes de frango deixou de ser de 1kg e passou a ser 700gm pelo mesmo preço estava bom, hj que passou a ser de 1kg outra vez com preco menor está ruim. Qdo o governo deu calote de precatórios e as pastas erraram suas contabilidades pra dizer que teve um superávit ficticio, era certo, hj que o governo está pagando a conta e ainda ralizando investimentos está ruim. Os estudos serão publicados em breve, sugiro aguardar. Kkkkkkkkkk
“Para especialistas ouvidos pela CNN”. Quando a reportagem começa assim….. pode-se traduzir como: “sem fundamentação nenhuma, tiramos da nossa cabeça”.
O nome disso é quebradeira, país sem governo. Esses tais especialistas são apenas passadores de pano, iguais a Miriam Leitão. A inflação tá é 26% pra quem ganha até 2 salários. Isso eles não falam.
O molusco é sicário , assassina tudo que é empreendimentos e crescimento econômico. Petista gosta de mamar nas tetas dos empresários e suor dos trabalhadores legítimos. O pt rouba e deixar roubar !
Quando a imprensa está de boa vontade… Kkkkkkk claro que não tem nada a ver com a incompetência do governo na área econômica, nem com inflação ou o rombo, é “falta de capacidade do varejo”. O supermercado funcionava desde de 1998. Tem que ser bem tapadinho pra comprar essa conversinha.
O sanduíche é péssimo. A carne lembra a ração molhada de cachorro.
O Starbucks vende aquele café aguado de americano e quer fazer sucesso aqui, na terra do café cuado… tem como não!!
É igual a querer vender cachorro quente americano (pão e salsicha) aqui. Não vai pra frente…
Um ônibus bateu e partiu poste ao meio na madrugada desta quinta-feira (13) no bairro Petrópolis, Zona Leste de Natal. O acidente ocorreu por volta das 3h40 na Rua Joaquim Manoel em frente a um prédio residencial no sentido bairro/Centro.
Com o acidente o poste ficou partido e sobre o ônibus, que ficou com parte do teto danificada. A Neoenergia Cosern divulgou nota informando que registrou a colisão de um ônibus contra um poste da rede de média tensão que sustenta um transformador na Rua Coronel Joaquim Manoel. Segundo a companhia, foi interrompido o fornecimento de energia para 6.842 unidades consumidoras em parte dos bairros de Petrópolis, Mãe Luiza, Tirol, Areia Preta e Cidade Alta.
Moradores da região ouviram um estrondo mas não sabem informar o que de fato ocorreu. Testemunhas relataram que aquela seria a última viagem do transporte público. Até o início da manhã não havia informações se houve feridos e sobre as possíveis causas do acidente.
Equipes técnicas estão trabalhando no local para restabelecer o fornecimento para 567 unidades consumidoras, incluindo o Hospital Harmony Medical Center, no menor prazo possível, respeitando as condições de segurança exigidas pela ocorrência.
Cidade atrasada é assim mesmo, evolui a passos de tartarugas 🐢, Fortaleza, Brasília, Curitiba estão bem na frente, retirando os postes das ruas. Pagamos muito caro por um serviço tão ruim . Cosern e Semsur avancem, estamos tratando de AVANÇAR
Com 304 parques eólicos em funcionamento, o Rio Grande do Norte chegou à marca de 10 GW de capacidade de geração de energia a partir da força dos ventos – o suficiente para abastecer aproximadamente 5 milhões de residências, ou quase 20 milhões de pessoas.
Os dados são do governo do estado e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne).
Para se ter uma ideia, o estado tem pouco mais de 3,3 milhões de habitantes e consome em média 1 GW de energia, segundo a Cosern Neoenergia.
Ou seja, somente o setor eólico potiguar pode produzir até 10 vezes o que o estado consome de energia. A geração é incluída na sistema elétrico nacional.
Com a infraestrutura atual, o estado é responsável por cerca de 30% da capacidade de geração eólica do Brasil, segundo o governo estadual. Ainda há outros 16 parques em construção e 63 já contratados, o que deverá garantir um acréscimo de 3 GWs de potência instalada nos próximos anos.
A nova marca de capacidade de produção foi celebrada em um evento realizado na última sexta-feira (23) pelo Cerne em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).
Capacidade instalada não significa geração real, que no RN é de cerca de 35% ao ano sobre a Capacidade instalada. Um excelente aproveitamento, mas o número publicado ignora essa conta.
E sabe o que isso significa para a população do nosso Estado??? NADA…
Continuamos a pagar uma conta de energia caríssima, pois temos que seguir a regra do operador nacional…
E há notícias, que nos próximos meses, entraremos nas bandeiras amarela e vermelha, o que representa um aumento substancial na conta… Junta-se a isso, o valor pago nos combustíveis, um dos maiores do País…
É lamentável…
51% dos consumidores admitem que às vezes fazem compras por impulso na internet e 9%, sempre. Segundo os consumidores, as ações que mais estimulam as compras por impulso na internet são as notificações de ofertas de aplicativos de lojas (48%), seguido de e-mail com ofertas e promoções (42%), Instagram (37%) e WhatsApp recebido diretamente das lojas (35%).
Os dados são de uma pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceria com a Offerwise.
Os produtos mais comprados por impulso pela internet são moda e vestuário (42%), itens para a casa (28%), cosméticos, perfumes, produtos de beleza (27%), comidas e bebidas por delivery (26%) e eletrônicos/informática (19%).
Entre as razões declaradas para as compras impulsivas, 46% disseram que acabam comprando após ver o produto em promoção, com preço mais baixo, 33% porque ficam navegando na loja e acabam gostando de produtos, 21% recebem ofertas de novos produtos e lançamentos, e 16% ficam navegando no Instagram, TikTok ou Facebook, veem algo que gostam e acabam comprando.
O estudo mostra ainda que quando estão fazendo uma compra na internet e recebem ofertas para compra de produtos adicionais, 10% dos consumidores admitem que normalmente acabam comprando e 52% às vezes compram.
PESQUISA NA INTERNET
A pesquisa realizada pela CNDL e pelo SPC Brasil mostra que mais da metade dos entrevistados (52%) pesquisam informações de produtos e serviços antes de ir as compras, para 36% não há uma rotina, depende do produto e situação e 12% quando estão na loja.
De acordo com os entrevistados, os canais mais utilizados para compras de produtos e serviços são os sites de lojas (82%), aplicativos de lojas (82%), supermercados (70%), shopping center (53%) e lojas de rua (53%).
A pesquisa mostra que os canais online são os mais considerados para busca de informação de produtos e serviços para compras (93%), com destaque para sites e aplicativos de lojas varejistas (31%), buscadores (29%) e os sites e aplicativos de comparação de preços e produtos (20%). Por sua vez, 32% utilizam os canais físicos, principalmente amigos e família (15%) e lojas de rua ou shopping (10%).
Os consumidores (96%) também costumam fazer pesquisa de preço antes de definir uma compra pela internet, sendo que 47% utilizam os buscadores de informação, 44% sites e aplicativos de lojas varejistas, 39% sites e aplicativos de comparação de preço e funcionalidades dos produtos e 35% site/aplicativo do fabricante.
Quando o preço da loja física é diferente das lojas online, 68% dos entrevistados propõem ao vendedor da loja física cobrir oferta, mas 33% não conseguem cobrir. Por outro lado, 35% cobrem a oferta, seja comprando pelo site e mandando entregar em casa sem custo de frete (16%), cobrindo a oferta com o mesmo desconto (13%) ou cobrindo a oferta com desconto ainda maior (7%).
Sites e lojas físicas
De forma geral, as lojas físicas e os sites ou aplicativos empataram no que diz respeito à melhor experiência de compra. Sites e aplicativos são considerados nos melhores preços (76%), variedade de produtos (68%), horários de atendimento de vendas (64%), mais opções de formas de pagamento (55%) e maior facilidade para escolher produtos (53%).
Já as lojas físicas se destacaram nos quesitos ligados a presença humana: facilidade da troca (65%), melhor atendimento (60%), melhor demonstração do produto (57%), facilidade na negociação de preço (56%) e pós-vendas (39%). As redes sociais continuam praticamente estáveis quando comparado ao ano passado, ainda não tendo relevância comparado aos outros canais.
O estudo mostra ainda que 6 em cada 10 entrevistados (59%) preferem o WhatsApp como canal de comunicação preferido para contato comercial com lojas e prestadores de serviços, seguido do “Fale Conosco” ou Chat da empresa (36%) e equipe de vendas presencial (28%).
Já a maioria (90%) gosta de receber comunicação online das empresas – seja por email, WhatsApp ou mensagens, sendo que 66% gostam de receber informações sobre ofertas e promoções, 45% lançamentos de novos produtos ou serviços e 33% contato pós-venda.
No que diz respeito a experiência da compra multicanal, 73% se sentem frustrados quando não encontram as informações que precisam sobre as lojas físicas na internet, 65% costumam abrir emails que recebem de empresas com ofertas e promoções e 43% deixam salvo seus dados bancários e de cartões em lojas online para agilizar os pagamentos em compras futuras.
METODOLOGIA
Público-alvo: homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas, e que realizaram compras pela internet nos últimos 12 meses.
Método de coleta: pesquisa quantitativa realizada pela web e pós-ponderada por sexo, idade, estado e renda.
Tamanho amostral da Pesquisa: foram realizados 1.117 contatos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas que compraram pela internet nos últimos 12 meses. Em seguida, continuaram a responder o questionário 821 casos, que fizeram alguma compra ao longo deste período. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 2,93 p.p e 3,42 p.p para um nível de confiança de 95% para mais ou para menos.
Data de coleta dos dados: a pesquisa foi realizada de 14 a 21 de junho de 2024.
O Blog do BG tem recebido, desde a última semana, diversas denúncias de consumidores que possuem usinas de energia solar em residências e que notaram um aumento expressivo nas contas de energia neste mês de novembro.
De acordo com os relatos, a principal mudança observada foi a aplicação do ICMS pela Cosern, o que elevou significativamente o valor final das faturas, mesmo quando o consumo de energia permaneceu praticamente o mesmo.
Em alguns casos, moradores relataram saltos que a cobrança do imposto, somada à bandeira vermelha e aos encargos setoriais, teria provocado aumentos de até três vezes no valor habitual.
Nas redes sociais, consumidores têm manifestado insatisfação e cobrado explicações mais claras da concessionária sobre a composição tarifária. Além do impacto financeiro, muitos afirmam que faltou transparência na comunicação sobre a retomada da cobrança de tributos nas contas de quem produz a própria energia.
O GOVERNADOR DO SEU ESTADO É QUEM DETERMINA O VALOR DA COBRANÇA DO ICMS..QUANTO MAIS CORRUPTO É O GOVERNADOR, MAIOR O VALOR DO ICMS COBRADO EM SUA CONTA, SIMPLES ASSIM.
Estao querendi cobrar a luz so l? Um absurdo . Cade o incentivo para colocar energia solar?
O povo estão cansados de tanto aumentos e imposto. O povo aderiu energia solar para fugur altos aumentos absurdo. Como uma pwsso paga uma taxa de 25 reais e o aumento vai ser mais de 100 reais , isso é uma vergonha. Fim de mundo. Paraquei é um pais pequeno e nao existe imposto. E vivem. A pergunta que nao quer calar. Para onde vai essesimposto? Saude precaria, educacao precaria, serviços sociais zero. O nosso gover quando não faz caca na entradacfaz caca na saida.
Agradeça a Bolsonaro pois foi uma lei de 2022 que foi aprovado esse novo tributo do sol
Aos desavisados de tudo mas só sabem falar a língua dos corruptos. O ICMS é um imposto do governo de cada estado e é aplicado de acordo com cada governador do seu estado. Aqui em Goiás o Gov.Caiado da extrema direita está cobrando 19% sobre a injeção na rede mais 19% na bandeira vermelha.
No seu estado como está a cobrança.
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Fica todos esculachando e defendendo seus malvados favoritos. Agora vão no site da câmara dos deputados e vejam quem foi que votou para beneficiar as concessionárias de energia. Vcs ficam falando m***a. Tanto deputados de direita e esquerda voltaram a favor das taxas e pra vcs de direita que estão reclamando seus deputados, foi os que mais apoiaram. Continuem indo votar nas eleições. Bando de alienados. Vergonha de ser brasileiro.
Esta ruim? Calma pessoal! Vai piorar e vocês sabem disso. Imagina PT até 2030. Haja estômago, preparem se!!!
Nós do bem já sabíamos do desastre administrativo que íamos ter que conviver 4 anos desse desgoverno; e não pára nunca? Ele já fala em mais imposto para o lombo de nós Brasileiro? A carniça grande é essa!
Também tem a questão da taxa de iluminação pública que passou a ser cobrada pelo consumo total e não mais pelo valor da conta (com abatimento da enegia gerada).
Isso é um absurdo! Não há garantias de nada. Quem instalou recentemente sua unidade geradora vai demorar muito mais para ter o retorno.
uma situação inaceitável, valores absurdos da noite pra o dia, sem transparência, atenção ruim para esclarecimento nos atendimentos. Coincidência ou não o portal tá fora do ar para novos projetos a uma semana, dá a impressão de algo orquestrado para prejudicar o setor.
Na minha conta de energia solar, o aumento foi de 200%, sem aviso nenhum. Pelo que eu apure, o aumento(roubo), foi o ICMS cobrado em cima da energia usada, ignorando a energia injetada na rede da Cosern. Cadê o ministério público neste momento?
A energia solar tá caminhando pra se igualar ao gás veicular, no início era muito vantajoso, com o crescimento, foi se aplicando impostos e onerando o seu uso ficando quase inviável.
Nessas horas, quando se fala em dinheiro, o governo joga para escanteio as políticas ambientais que eles tanto dizem defender…
Bah cara eu lembrei disso agora. Que país a gente vive… Quando surge uma nova tecnologia … O governo vai lá e mete imposto. GNV, solar, criptomoedas… Porra, deixa a gente trabalhar em paz.
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