A previsão do aumento de casos de dengue para este ano, feita pelas autoridades da saúde, está se cumprindo. No Rio Grande do Norte, até a quinta semana epidemiológica de 2024, encerrada em 5 de fevereiro, o número de casos prováveis passou de 526 para 757, o que representa um acréscimo de 43,91% em relação ao mesmo período de 2023.
Neste mesmo período do ano passado já tinham sido verificadas 73 confirmações, enquanto que atualmente são 78. Os municípios de Jandaíra, Baía Formosa e Ceará-Mirim, apresentam as maiores incidências. Em Natal, o aumento foi de 47%.
O estado terminou 2023 com 26 municípios em situação de risco e 91 em alerta. Foram identificados os tipos DENV 1 e DENV2 da doença circulando no RN. Os dados estão no novo Boletim Epidemiológico das Arboviroses, divulgado nesta terça-feira (6) pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap/RN). O documento aponta 795 notificações com 78 casos confirmados, sendo 2 por dengue grave e 5 com sinais de alarme.
Em 2023, no mesmo recorte, foi registrado 1 caso grave e 4 com sinais de alarme. Desses 795 notificados, 38 foram descartados, restando, 757 prováveis, incluindo as confirmações.
O governo federal reconhece o surto de dengue e está tomando medidas para combate-lo!
Bem diferente do canalha fascista que falou que a Covid 19 “era apenas uma gripezinha”!
E as vacinas contra a dengue porque não compra, já pode chamar o asqueroso de genocida?
Quando o Q.I. é Baixo: A dengue é uma doença que acomete a população a décadas, então porque o PT não erradicou esta doença, nos anos que estiveram no poder ? Negligência ou incompetência ?
Um idoso procurou uma emergência médica na Austrália com fortes dores no pênis. O paciente, que não foi identificado por razões de privacidade, tinha enfiado três baterias semelhantes às balas tictac na uretra, canal do pênis por onde passa a urina.
O idoso sofria com impotência sexual há três anos e já havia feito inclusive terapias de eletrochoque para recuperar suas ereções.
O homem alegou que tinha o hábito de inserir corpos estranhos na uretra para se masturbar, mas neste caso as baterias entraram mais profundamente no órgão. Desesperado para retirá-las, ele acabou empurrando-as ainda mais profundamente.
Ao chegar ao hospital, o paciente não conseguia urinar e estava com o órgão todo inchado. Além disso, a bateria enfiada por último havia se danificado lá dentro e os médicos temiam o vazamento de elementos corrosivos no corpo do paciente.
“Este é o primeiro caso de inserção de baterias deste tipo na uretra. Sabemos de casos da inserção de uma grande variedade de corpos estranhos como fios, ossos, talheres, alfinetes, termômetros, cotonetes e vermes, mas bateira foi a primeira vez e os traumas de seus produtos químicos são extremamente prejudiciais”, escreveram os médicos em um artigo sobre o caso no na Urology Case Reports, publicado em 10/2.
As baterias que o idoso inseriu na uretra eram de tamanho parecido com balinhas tictac
Homem passou por 2 cirurgias
Os médicos que atenderam o paciente relataram ter tentado retirar as baterias com pinças, mas a dor impediu que o procedimento atingisse seu objetivo. O recurso seguinte foi sedar o idoso e retirar as baterias em uma operação cirúrgica.
Durante a cirurgia, os médicos descobriram que a uretra do paciente estava queimada por conta do vazamento das substâncias corrosivas. Eles cuidaram das queimaduras, prescreveram antibióticos e deram alta para o homem após três dias.
Dez dias depois, o homem retornou ao hospital com novo inchaço no pênis e muita secreção de pus acumulada no órgão, além de dificuldade de retração do prepúcio.
Os médicos drenaram todo o líquido do pênis em uma nova cirurgia e descobriram que 8 cm da uretra havia necrosado, o que obrigou-os a retirar parte do órgão do paciente, com a substituição do canal por um catéter. O tecido ao redor foi raspado para evitar novas infecções.
O homem recebeu alta e os médicos decidiram não fazer enxertos para reconstruir o pênis, já que isso exporia o paciente à risco de vida por ser idoso.
Estabelecimento atenderá na modalidade particular, com descontos exclusivos para clientes da operadora de plano de saúde
Consolidada como um dos pilares da Atenção Integral à Saúde, a imunização traz uma série de benefícios à saúde coletiva ao garantir a prevenção de doenças infecciosas. Pensando em promover ainda mais esse cenário de prevenção, a Unimed Natal irá inaugurar, na próxima segunda-feira (26), o Univacinas, uma clínica que irá disponibilizar cerca de 20 imunizantes recomendados pela Sociedade Brasileira de Imunizações.
Instalado na Rua Açu – 507, Tirol, o Univacinas atenderá o público na modalidade particular, com descontos exclusivos para os clientes do plano de saúde Unimed Natal. O serviço inclui ainda o acompanhamento e monitoramento pós vacinal de possíveis reações adversas.
Para o público infantil, o Univacinas conta com um reforço para acolher e humanizar ainda mais o atendimento com a “abelhinha buzzy”, um recurso lúdico disponibilizado na hora na aplicação com objetivo de amenizar a dor. Já as lactantes que estiverem no espaço, se desejarem, poderão utilizar a sala de amamentação, montada especialmente para receber as mamães e seus bebês.
“O Univacinas foi pensado como mais uma ação da Unimed Natal para a integralidade do cuidado da saúde da população. É muito bom ter em Natal mais um serviço de saúde que tem foco na eficiência, qualidade e segurança assistencial”, disse o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto.
A inclusão no Programa Nacional de Imunizações (PNI) da vacina contra Covid-19 para crianças de 6 meses a 5 anos motiva a discussão de senadores. O plenário do Senado recebe nesta segunda-feira (26) uma sessão temática para debater a obrigatoriedade da imunização no público infantil. A partir do debate, os parlamentares devem juntar elementos para a elaboração e discussão de propostas sobre o assunto. O governo federal sustenta que a atualização vacinal “foi tomada com base em evidências científicas mundiais e dados epidemiológicos de casos e óbitos pela doença no país”.
HOME ÚLTIMAS NOTÍCIAS FOTOS VÍDEOS
COLUNISTAS
RECORD BRASÍLIA
REDES SOCIAIS
Notícias
Brasília
Senado discute obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19 em crianças
Debate marcado para esta segunda-feira (26) deve servir de base para a elaboração e discussão de propostas sobre o assunto
BRASÍLIA | Bruna Lima, do R7, em Brasília
26/02/2024 – 02H00
A-
A+
Senado vai debater vacinação contra Covid em crianças
Senado vai debater vacinação contra Covid em crianças
TOMAZ SILVA/AGÊNCIA BRASIL
A inclusão no Programa Nacional de Imunizações (PNI) da vacina contra Covid-19 para crianças de 6 meses a 5 anos motiva a discussão de senadores. O plenário do Senado recebe nesta segunda-feira (26) uma sessão temática para debater a obrigatoriedade da imunização no público infantil. A partir do debate, os parlamentares devem juntar elementos para a elaboração e discussão de propostas sobre o assunto. O governo federal sustenta que a atualização vacinal “foi tomada com base em evidências científicas mundiais e dados epidemiológicos de casos e óbitos pela doença no país”.
SERÃO CONSIDERADOS GENOCIDAS OS PAIS QUE NÃO VACINAREM SEUS FILHOS, CASO ELES VENHAM A FALECEREM, POR ISSO, SERÃO CONSIDERADOS CULPADOS E SERÃO PRCESSADOS CIVIL E CRIMINALMENTE. VACINAS, SIM, VIDA SIM.
Eu sei o que é melhor pra vc!
Você sabe o que é melhor pra mim!
Tá de acordo?
O Mundo inteiro não obriga nem mesmo indica vacinação de COVID para crianças e bebes. Existe muita controvercia neste assunto (vaninação de covid para bebes), mas no Brasil este assunto é proibido porque politizaram este assunto. Este era um assunto que era para ser debatido entre os médicos, mas há quem ache que Juiz entende mais de medicina que médico.
Covid-19 matou 1.127 brasileiros apenas em 2024
Somente este ano, o novo coronavírus matou 1.127 brasileiros. Novas variantes e carnaval são fatores preocupantes. E aí? Qual sua opinião sobre isso? Deveria tá morrendo alguém?
Senado, na falta de algo mais importante polemiza princípio essencial do direito à saúde e questiona, seguindo pautas negacionistas, a ciência. O gado vai mugir e ruminar o discurso sem saber nem o que está ruminando.
Que a saúde no Brasil deixa muito a desejar não é novidade para ninguém. Longas filas, falta de médicos, demora na marcação de consultas, são alguns dos problemas enfrentados pelos brasileiros quando o assunto é saúde básica.
Na contramão desses problemas surge a Plataforma Médico Agora, fundada por Phablo Luz, empresário do setor de tecnologia com mais de 14 anos de experiência.
“A nossa plataforma nasceu da necessidade de 150 milhões de brasileiros que não tem acesso a planos de saúde terem acesso rápido a médicos sem precisar de agendamentos. Qualquer pessoa com um smartphone na mão pode falar com nossos médicos 24h por dia, basta fazer parte da nossa plataforma”, afirma Phablo Luz Ceo e fundador da Médico Agora.
Além de atendimento médico 24h através da telemedicina, os usuários da Médico Agora também contam com descontos em farmácias e em mais de 300 empresas de grande porte espalhadas pelo Brasil, podem assistir filmes e series, fazer cursos incluindo de idiomas com certificado, concorrer a R$ 100.000,00 (cem mil reais) em prêmios e muito mais, tudo isso pagando apenas R$ 22,50 no plano individual ou R$ 39,90 no plano família para até 4 pessoas. E o melhor, você pode usar a plataforma quantas vezes quiser sem pagar nada além do plano mensal escolhido.
Phablo Luz conta que o maior desafio desde que lançou a plataforma a 2 anos atrás foi levar a Médico Agora para os quatro cantos do Brasil, mais que esse problema conseguiu ser contornado através do modelo de franquias populares adotados pela empresa.
Temos um mercado de 150 milhões de pessoas e precisamos chegar até elas, então decidimos criar franquias digitais a preços populares e esses próprios franqueados é que fazem a venda dos planos disponíveis na Médico Agora, com isso já conseguimos marcar presença em todos os estados brasileiros e em mais 4 países no mundo, diz Phablo Luz.
Perguntado sobre os planos da empresa para o futuro Phablo responde:
“Estamos apenas no começo de algo que será o futuro da medicina não só no Brasil mais no mundo inteiro, a telemedicina já provou que veio para ficar, iremos continuar mais um pouco expandindo com as nossas franquias populares e fazendo um trabalho de conscientização pelas nossas redes sociais, pois além de proporcionamos atendimento médico de qualidade as pessoas ainda estamos ajudando o povo brasileiro a ganhar dinheiro através da Médico Agora”.
É preciso maturar im pouco mais para se ter precisão na avaliação. O se sabe é que saúde e coisa cara, os plenos de saúde estão todos em dificuldades , emquanto os usuários reclamam dos serviços prestados e dos preços cobrados.
Pacientes com depressão e resistentes a tratamento podem ser voluntários de pesquisa que investiga a cetamina como um tratamento alternativo para a doença. O estudo é realizado na UFRN pelo Departamento de Fisiologia e Comportamento (DFS) do Centro de Biociências (CB), pelo Instituto do Cérebro (ICe) e pelo Departamento de Psiquiatria do Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol). Para participar, basta enviar um e-mail para o endereço eletrônico [email protected] demonstrando interesse, que as instruções serão enviadas.
A equipe de pesquisadores é formada pelos professores Dráulio de Araújo e Fernanda Fontes (ICe/UFRN); Nicole Galvão (DFS/CB/UFRN); Patrícia Cavalcanti e Emerson Arcoverde, do Departamento de Psiquiatria do Huol. O tratamento é gratuito e dura nove semanas. A administração da cetamina é semanal. Cada sessão tem um tempo médio de duas a três horas.
De acordo com Nicole Galvão, o objetivo do estudo é validar a cetamina, com uma aplicação subcutânea. “A aplicação é feita na região do abdômen, como se fosse a aplicação de insulina para que seja mais acessível, principalmente no contexto da população brasileira, sendo aproximadamente R$15 o custo de uma unidade da substância”, explica.
Além da administração da cetamina, são coletados dados clínicos e realizados exames de sangue a fim de investigar as alterações de moléculas relacionadas à depressão. O grupo também busca fazer um protocolo de psicoterapia com os pacientes que participam do estudo.
Quase a metade dos medicamentos da lista que deveria estar disponível na Unidade Central de Agentes Terapêuticos do Rio Grande do Norte (Unicat-RN) está em falta para os usuários potiguares. É o que aponta uma lista pública da própria Unicat, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN) cuja data da última atualização é o dia 4 de março de 2024.
Ao todo, 95 dos 211 medicamentos encontram-se indisponíveis para pacientes, que precisam recorrer a compras com recursos próprios e em alguns casos, a ficarem sem a medicação por não possuir disponibilidade em farmácias. Cerca de 70 mil potiguares encontram-se com cadastro ativo para recebimento de medicamentos na Unicat-RN.
Segundo a lista da Unicat, dos 95 indisponíveis, 69 desses medicamentos já estão em processo de licitação e outros 15 aguardam distribuição do Ministério da Saúde. Por fim, outros 12 medicamentos estão indisponíveis, porém, sem pacientes cadastrados na Unicat para dispensação. O órgão não informou quantos pacientes estão sendo prejudicados sem os medicamentos.
Segundo o diretor técnico da Unicat, Thiago Vieira, vários fatores explicam o fato do órgão não dispor dos medicamentos em sua completude, como insucesso em licitações e demora no envio de remédios por parte do Ministério da Saúde, que segundo ele, é quem compra a 50% dos remédios que a Unicat distribui. Para este ano, a execução para medicamentos deve girar na casa de R$ 15 a 20 milhões, segundo interlocutores da Unicat.
Um episódio que chamou a atenção recentemente foi o de pacientes com asma que passaram a não ter acesso a medicação, problema que se arrasta desde final de outubro. São quatro medicamentos em falta, como formoterol, budesonida, e atorvastatina, que a Sesap não conseguiu dar andamento à licitação e a compra dos medicamentos. Segundo Thiago Vieira, da Unicat, cerca de 5,8 mil pacientes fazem parte desse grupo.
O Brasil ultrapassou 1,5 milhão de casos de dengue nesta segunda-feira (11), e já contabiliza 391 mortes confirmadas pela doença.
O número representa apenas os casos contabilizados a partir de 2024. Ao todo, são 1.538.183 casos até hoje, número que está quase batendo o total de ocorrências da doença em todo o ano de 2023, que foi de 1.658.816.
Segundo o Ministério da Saúde, que faz o levantamento, enquanto o número de mortes confirmadas beira 400, as mortes em investigação para saber se há relação com a doença chegam a 854.
Sobre a curva de casos prováveis, percebe-se que houve uma leve queda entre a 8ª e a 9ª semana do ano.
Nesta segunda-feira, entramos na 10ª semana do ano, que já registra 77.292 diagnósticos prováveis da doença, ainda acima da mesma semana no ano passado.
Os estados com mais casos seguem sendo Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Distrito Federal e Rio de Janeiro. O local com mais casos a cada 100 mil habitantes ainda é o Distrito Federal.
Estados com mais casos de dengue
Minas Gerais – 513.538
São Paulo – 285.134
Paraná – 149.134
Distrito Federal – 137.050
Rio de Janeiro – 117.149
Estados com maior coeficiente para cada 100 mil habitantes
Não é só a dengue que aumenta a COVID também está aumentando muito e o cachaceiro preocupado com a guerra na Ucrânia , em Gaza, em viagens milionárias, ajudar agência que financia o Hamas, etc…
FAZ O L!!!!!
O sono é essencial para a saúde física e mental do nosso corpo, mas os hábitos de vida e os estresses da modernidade estão causando distúrbios cada vez mais frequentes e intensos na população. Por este motivo, a Associação Brasileira do Sono lança todos os anos uma campanha nacional de conscientização sobre o tema.
Com realização entre os dias 11 e 17 de março de 2024 em todo o Brasil. Com o tema Oportunidade de sono a todos para saúde global vamos falar sobre ronco e apneia do sono, qualidade do sono e desempenho escolar, apneia do sono e doenças cardiovasculares, técnicas de relaxamento mindfulness e porque dormimos.
A campanha, aqui no Rio Grande do Norte, terá programação on-line através do Instagram @ligadosonorn que conectará a população com profissionais multidisciplinares do estado que trabalham com a melhora da qualidade do sono, também haverá temas abordados a nível nacional no Instagram @absono com palestras e entrevistas.
O deputado federal Robinson Faria apresentou projeto de lei para garantir o atendimento pelos planos de saúde privados aos tratamentos multidisciplinares para pessoas com espectro autistas. Entre as especialidades, estão musicoterapia, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional.
O parlamentar propôs uma alteração da Lei n° 12.764/12, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Ao garantir a cobertura integral, o projeto busca promover a igualdade de acesso a terapias e tratamentos que são fundamentais para o desenvolvimento, bem-estar e qualidade de vida das pessoas com TEA.
Em discurso, o deputado defendeu a proposta: “esta é uma causa que me é profundamente significativa. Muitas famílias precisam entrar em disputas judiciais para acessar direitos fundamentais. Ao assegurar essa cobertura integral, não estamos apenas cumprindo com um mandato legal; estamos agindo de acordo com o que é moralmente correto”, disse.
Robinson completou: “Ao assegurarmos uma cobertura abrangente para tratamentos essenciais ao TEA, estaremos tomando medidas concretas para melhorar a qualidade de vida desses indivíduos, de suas famílias e crescer enquanto sociedade”, finalizou o parlamentar.
Acho que o mandato dele como deputado federal está exponencialmente pior do que o mandato como governador. Robinson é mais um dos políticos deprimentes que nada acrescentam ao RN.
Entre 2017 e 2023 a quantidade de pacientes que chegam ao Hospital Walfredo Gurgel (HMWG) em ambulâncias de cidades do interior aumentou 77%. A informação consta no Levantamento Comparativo de Dados Médios, elaborado pelo Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar do próprio hospital. As razões para o crescimento da chamada “ambulancioterapia” podem estar relacionadas, segundo a Federação dos Municípios do RN à centralização de atendimentos em Natal e Mossoró, fazendo com que os pacientes das outras cidades precisem se deslocar para essas cidades, quando parte desses atendimentos poderiam ser realizados em outras unidades.
Sem um hospital adequado para tratar um fratura que teve na perna após um acidente de moto, Michel Santos, de 19 anos, teve que ser levado do município de Lagoa Dantas para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. “Eu bati em um trator e acabei quebrando o osso da perna. Cheguei ontem e estou aguardando ser encaminhado para a cirurgia”, explicou o jovem enquanto aguardava o encaminhamento na última terça-feira (19). No dia seguinte, ele foi encaminhado para um hospital da rede privada e conseguiu realizar a cirurgia. Posteriormente, recebeu alta.
Também do interior, o repositor Jose Juciel Vicente, de 29 anos, aguardava há 24 horas encaminhamento no Walfredo. Ele havia sofrido um acidente de moto em Vera Cruz. “Eu estava de moto numa estrada de barro e tombei. Acabei quebrando a clavícula e terei que fazer cirurgia. Estou aguardando encaminhamento”, disse ele.
Os dois casos ilustram como é comum pacientes do interior chegarem àquela unidade hospitalar e apontam para outro dado presente no relatório, o de atendimentos a pacientes vítimas de acidentes de moto, que apresentou também curva de crescimento no período, atingindo um pico de 700 atendimentos mensais em 2023.
“Fechamos a primeira quinzena de março com 427 atendimentos à vítimas de acidentes de moto no HMWG. Se nada mudar, a projeção é de 750 acidentes no mês. A taxa de internação é de 28,34%”, afirma o diretor técnico do hospital Leandro Freire.
Segundo ele, o hospital não tem como explicar as causas do aumento da demanda dos acidentes de moto, mas participa ativamente das discussões levando dados atualizados para que os órgãos responsáveis possam adotar medidas que reduzam esses números. “Recentemente implantamos o monitoramento do local do acidente relatado pelos pacientes e enviamos esses dados ao Detran, STTU e PRF”, diz.
Da mesma forma, não é possível apontar os motivos do aumento da ambulancioterapia, uma vez que excedem a governabilidade do hospital. “Não temos como avaliar as razões do aumento da chegada de ambulâncias do interior. Todavia, estamos sempre alertando a Sesap da alta demanda do interior, e soluções estão sendo buscadas no nível central”, explica o diretor.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que trabalha na organização dos fluxos de atendimento na rede, fortalecendo a rede própria no interior, com a ampliação dos serviços de ortopedia com vistas , por exemplo, a desafogar o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel.
“Outra medida que vem auxiliando nisso é o fortalecimento do processo de regulação, seja por meio do Regula RN, no caso dos leitos, ou pela central de acessos às portas hospitalares, que coordena o fluxo de atendimentos de urgência e emergência”, diz a pasta.
A quantidade de mortes por dengue no país entre 1º de janeiro e 28 de março deste ano é mais que o dobro do que as registradas ao longo dos três primeiros meses do ano passado: 897 em 2024 e 411 em 2023. Outras 1.337 mortes estão sendo investigadas e há mais de 2,4 milhões de casos prováveis registrados.
No dia 18 deste mês, o Brasil bateu o recorde de número de casos da série histórica, que começou a ser registrada em 2000. O maior número de óbitos registrado foi em 2023, com 1.094 mortes, e 2022 teve o segundo maior, com 1.053 mortes.
Segundo dados do painel de dengue do Ministério da Saúde, o Distrito Federal é a unidade da federação com maior incidência de casos prováveis, com 6.433,8 casos por 100 mil habitantes. O DF é seguido por Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Goiás, que, juntos, representam 55% do número absoluto de casos.
O Brasil passou de mil óbitos por dengue em 2024. Segundo dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde atualizados nesta quarta-feira (03), o país registrou 1.020 mortes nas primeiras treze semanas deste ano.
Este é o terceiro maior número desde o início da série histórica, em 2000. O recorde de óbitos ocorreu em 2023, com 1.094. Já o segundo ano com maior número foi 2022 com 1.053.
No mesmo período do ano passado, em 3 meses, o Brasil tinha 388 mortes. Além disso, até o momento, 2.671.332 casos foram registrados nas primeiras treze semanas deste ano, uma taxa inédita. Em 2023, foram 589.294 casos entre as semanas 01 e 13.
Em fevereiro, a a secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou que a estimativa do Ministério da Saúde é que o país registre, neste ano, 4,2 milhões de casos.
Apesar disso, nesta semana, o governo afirmou que a maioria dos estados brasileiros já superou o pico de casos de dengue.
Das 27 unidades da federação, oito estão em “tendência de queda consolidada” e 12 estão em “tendência de estabilidade”.
Ao todo, 11 unidades da federação decretaram emergência por causa da dengue: Acre, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Amapá, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
OS VERDADEIROS GENOCIDAS ESTÃO APARECENDO. TEM UM POVO AÍ QUE COMPROU RESPIRADORES NUMA CASA DE PRODUTOS DA CANABIS QUEM NÃO PASSA NEM WI-FI. PENA QUE SÃO DA ESQUERDA, NÃO PEGA NADA. MAS PELO MENOS, SABEMOS QUEM SÃO OS VERDADEIROS GENOCIDAS.
Chama os lambe lambe que votaram no PT, o nine só quer saber de viajar e adular janja.
Na manhã desta quinta-feira (11), o CREMERN realizou uma vistoria técnica na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro de Pajuçara, em Natal. A unidade é a mesma que na última terça-feira (9), teve que retirar pacientes da Sala Amarela após um princípio de incêndio causado por uma pane elétrica em um dos aparelhos de ar-condicionado. O incêndio foi controlado pelos próprios funcionários da unidade, com uso de extintores, e ninguém ficou ferido durante o ocorrido.
Além de avaliar a situação da UPA após o principio de incêndio, o CREMERN foi até a unidade para saber quais as condições de atendimento e o que foi feito depois de fiscalização realizada em julho de 2023.
Na ocasião, várias deficiências na infraestrutura da UPA foram constatadas na fiscalização, realizada pelo Departamento de Fiscalização do CREMERN (DEFIS). Tudo que foi verificado fez parte do relatório encaminhado aos gestores da Secretaria Municipal de Saúde de Natal, afim de corrigir as não conformidades apresentadas durante a vistoria técnica.
Hoje, o médico fiscal Dr. Danilo Machado e a agente fiscal Zeandra Lopes fizeram uma visita técnica na UPA e constataram que as salas Amarela e Vermelha continuam interditadas, que o reparo no ar condicionado, que provocou o incêndio, já foi feito, mas que praticamente tudo que foi observado na fiscalização do julho de 2023 continuam pendentes. A infraestrutura da unidade apresenta vários pontos de ferrugem nas paredes, a lista de falta de medicamentos também é outro agravante, além de outros itens que precisam urgentemente de manutenção. A equipe foi recebida pela diretora geral Rosamaria Katiane Borges Vital.
Foto: Cedida
De acordo com o diretor do DEFIS, Dr. Francisco Braga, um novo relatório será encaminhado para Secretaria Municipal de Saúde de Natal. “A Secretaria Municipal de Saúde de Natal será mais uma vez notificada para fazer as correções e será concedido um prazo para realização dos serviços. Ao término do prazo concedido será feita uma nova vistoria técnica. Dentre as medidas cabíveis pode acontecer um indicativo de interdição ética, caso não seja cumprida as existências”, esclareceu Dr. Braga.
CADÊ A VIGILÂNCIA SANITÁRIA? O CRM NÃO TEM NENHUM PODER SOBRE ISSO, SUA FUNÇÃO É FISCALIZAR A PROFISSÃO MÉDICA. O ÚNICO ORGÃO COM PODER SOBRE ISSO É A VIGILÂNCIA SANITÁRIA, MAS ELA É CEGA PARA AS UNIDADES PÚBLICAS DE SAÚDE.
Sábado, 13 de abril, é o Dia D de Vacinação contra a Influenza em Extremoz. Na ocasião, será possível fazer a atualização vacinal com todas as vacinas, inclusive a da dengue, voltada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.
A Secretaria de Saúde de Extremoz mobilizou suas equipes e irá abrir todas as UBS, das 8h às 13h. O público-alvo para a vacinação contra a influenza é: crianças de 6 meses até 5 anos 11 meses e 29 dias, pessoas em situação de rua, gestantes, puérperas, idosos, trabalhadores da saúde, indígenas, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento e forças armadas, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e demais doenças clínicas especiais de qualquer idade.
A documentação a ser apresentada no momento da vacinação é: documento com foto, cartão SUS e carteira de vacinação. A imunização é a forma mais eficaz de prevenir a gripe e a dengue, evitando a contaminação ou o agravamento da doença.
Os vereadores de Natal aprovaram em sessão nesta quinta-feira (18) a criação de uma política municipal para fornecimento de medicamentos à base de canabidiol, pelo Município. A matéria foi à plenário em segunda discussão, assim como outras seis matérias.
O Projeto de Lei nº 198/2023, do vereador Felipe Alves (União Brasil), institui a política municipal de fornecimento gratuito de medicamentos formulados de derivado vegetal à base de canabidiol, em associação com outras substâncias canabinóides, incluindo o tetrahidrocanabidiol.
Essa distribuição ocorreria em caráter de excepcionalidade, pelo Poder Executivo nas unidades de saúde pública municipais. “É uma matéria que regula uma questão que é tendência mundial para tratar diversas doenças, como epilepsia, Parkinson, cânceres, proporcionando qualidade de vida aos pacientes. Inclusive, a Anvisa já regulamentou e o SUS fornece esses remédios com critérios rígidos”, destacou o autor.
Minha vereadora é Margarete Regia e ponto final.
E a melhor e única que trabalha pelo povo pobre de Natal. O resto só aparece na véspera ds eleição .
Vamos lá Natal
O governo federal reconhece o surto de dengue e está tomando medidas para combate-lo!
Bem diferente do canalha fascista que falou que a Covid 19 “era apenas uma gripezinha”!
E as vacinas contra a dengue porque não compra, já pode chamar o asqueroso de genocida?
Quando o Q.I. é Baixo: A dengue é uma doença que acomete a população a décadas, então porque o PT não erradicou esta doença, nos anos que estiveram no poder ? Negligência ou incompetência ?