A Prefeitura de Ceará-Mirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está realizando com recursos próprios um mutirão de cirurgias eletivas* e pequenas cirurgias no Hospital Dr. Percílio Alves. Procedimentos como histerectomia, perineoplastia, laqueadura, vasectomia, hidrocelectomia, hérnia, vesícula biliar, cisto de Bartholin e de cisto de ovário serão algumas das cirurgias realizadas. Nesta segunda-feira (14), o município já deu início ao mutirão e realizou as primeiras cirurgias, beneficiando 12 pacientes.
“Parabenizo toda a equipe da Secretaria de Saúde, do Hospital Dr. Percílio Alves e os profissionais de saúde em geral por todo o trabalho. Com muito esforço e planejamento, conseguimos realizar esses serviços no nosso hospital, isso para mim é muito gratificante. Quando assumi, o centro cirúrgico do Hospital Dr Percílio estava fechado, e hoje realizamos vários tipos de cirurgias. Queremos continuar trazendo ainda mais saúde para o nosso povo, zerando a fila de espera do município”, enfatizou o prefeito Júlio César Câmara.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a realização desse mutirão é de extrema importância para a população. A meta é realizar cerca de 100 cirurgias eletivas por mês, zerando a fila de espera nos próximos seis meses. A Secretaria esclarece ainda que esse tipo de cirurgia é de responsabilidade do Governo do Estado. Contudo, a demanda de pacientes de Ceará-Mirim estava muito grande e a fila de espera só aumentava, tendo em vista a quantidade de cirurgias ofertadas pelo Estado, que era imensamente menor. Para solucionar esse problema, a Prefeitura resolveu realizar esse mutirão com recursos próprios, beneficiando a população do município.
*Cirurgias eletivas são aquelas programadas, que não são consideradas de urgência.
Uma gestão voltada para ajudar a população de nossa cidade, não é fácil fazer o que vem sendo feito em Ceará Mirim, com cortes no repasse Federal e tendo que fazer com recursos próprios, inclusive demandas do governo do estado. Parabéns Prefeito Júlio Cesar, em CearáMirim as coisas acontecem graças à seus excelente trabalho.
O número de pets vem crescendo nos lares e isso tem influência direta na ampliação de serviços e produtos na área veterinária. Um balanço divulgado pelo Instituto Pet Brasil, referente ao ano de 2022, mostra que o faturamento do setor cresceu 16,4%.
No setor de diagnóstico e tratamento de doenças, estudos vêm sendo desenvolvidos e novas empresas surgem com a finalidade de oferecer as melhores soluções médicas e tecnológicas para pets.
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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cidade Satélite, na Zona Sul de Natal, está superlotada. Imagens compartilhadas nas redes sociais por pacientes e acompanhantes mostram pessoas internadas em macas nos corredores e em salas de atendimento. Para alguns pacientes, a demora para receber assistência foi de aproximadamente 7 horas.
Segundo informações destes pacientes, a unidade está superlotada desde a noite desta terça-feira (29). Em um dos vídeos compartilhados, é possível ver pacientes internados nos corredores, alimentados em macas no interior da UPA e uma fila de pelo menos 10 pessoas aguardando para entrar na fila de medicação.
Na unidade esperando atendimento desde às 8h da manhã desta quarta-feira (30), a dona de casa Maria Marta, que é diabética e estava com a pressão alta, só conseguiu ser medicada por volta das 15h e reclamou da demora de cerca de 7 horas para ter assistência.
“Estou revoltada. Uma demora gigante na triagem, tive que discutir para ser atendida. As enfermeiras riem da gente, da próxima vez que ficar doente, melhor morrer em casa, se depender dessa UPA, a gente morre sem ser atendida”, criticou.
A demora por atendimento ultrapassa a porta da unidade, do lado de fora da UPA, a cuidadora de idosos Adriana Marques afirmou que aguardou por mais de duas horas para que sua filha, com problemas intestinais, pudesse passar pela fase de triagem.
“Entrei lá e perguntei o porquê estava demorando e eles disseram que os pacientes da UPA Cidade da Esperança foram encaminhados para cá, porque lá parece que está sem energia. Está muito lotado, demorando chamar até para triagem”, explicou.
A reportagem da Inter TV Cabugi esteve no local mas não foi autorizada a entrar na unidade. Até a última atualização dessa matéria, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal não havia retornado o contato feito pela reportagem da TV para falar sobre a superlotação da UPA Cidade Satélite.
Isto e vergonhoso um país onde o pte da República paga diárias em hotéis caríssimos desde que se diz pte. Deveria ter verba e profissionais para poder dá assistência à população carente.
A taxa de testes positivos para Covid 19 aumentou no Brasil nas primeiras semanas de agosto, segundo dois relatórios independentes divulgados na quarta-feira (30). A alta em ambos os levantamentos é da ordem de 7 pontos percentuais, que representou o dobro de pessoas que testaram positivo para o vírus Sars-Cov-2.
ENTENDA O CENÁRIO: O aumento ocorre diante de um cenário distinto do já verificado em momentos anteriores da pandemia:
Variante: OMS monitora o aumento da circulação da Éris, uma subvariante da Ômicron, que é um dos fatores apontados por especialistas para o aumento dos casos;
Gravidade: Apesar de mais transmissível, a Éris não está associada a casos mais graves ou mortes; para a OMS, ela é uma “variante de interesse”, grau inferior ao das “variantes de preocupação”;
Vacinação: Brasil enfrenta a sazonalidade dos casos com maioria da população já tendo tomado as doses básicas da vacina, mas o reforço da vacina bivalente só foi aplicado em 15% do público-alvo;
Grupos vulneráveis: pessoas imunossuprimidas (com baixa imunidade, seja por doenças ou por transplante) devem redobrar o cuidado com aglomerações e sempre manter o uso de máscaras;
Duração da onda: na avaliação de Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, a atual onda da Covid deve durar entre 4 a 6 semanas.
O BLOGDOBG recebeu a denúncia de que uma mulher que perdeu a filha por complicações na gestação ficou aguardando, desde a última sexta-feira (8), para fazer uma cesária no Hospital Santa Catarina. O corpo do bebê está em seu ventre em estado de óbito.
Por meio das redes sociais, parentes chegaram a pedir urgência para realização do procedimento, pois a mulher sentia fortes dores.
Após contato feito com a Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap-RN) na manhã desta segunda-feira (11), foi confirmado que a mulher estava sendo acompanhada na unidade hospitalar e deverá passar por um parto normal. Confira o comunicado encaminhado pela assessoria de imprensa da pasta:
NOTA
O Hospital Dr. José Pedro Bezerra esclarece que a paciente foi recebida na unidade já com a constatação óbito fetal intra-útero. Seguindo o protocolo, a paciente está sendo acompanhada pela equipe médica e evoluindo para a realização do parto normal, não sendo constatado até o momento risco de intercorrência e sem indicação de cesárea.
Ilustração mostra a trombectomia mecânica: stent retira o coágulo de um vaso cerebral | Imagem: Reprodução/Saludiario
Ercília de Lima, 41, emocionou os médicos do Hospital das Clínicas, em São Paulo, ao deixar a UTI após um AVC (Acidente Vascular Cerebral) que a deixou “perto da morte”. Ela foi salva por uma trombectomia mecânica, técnica que reduz em quase três vezes as sequelas do AVC isquêmico, a principal responsável por incapacidade motora no mundo.
Aprovada no SUS em 2021, a técnica ainda não foi incorporada pelo governo, deixando cerca de 73 mil pacientes sem o tratamento desde então.
Mas a técnica ainda usada no SUS é a trombólise: um remédio dissolve o coágulo desde que ministrado quatro horas e meia após os sintomas.
Consolidada em estudos internacionais na década passada, a trombectomia mecânica é uma cirurgia pouco invasiva. Ela é recomendada para o AVC isquêmico, quando um vaso no cérebro é obstruído por um coágulo. Esse tipo de derrame equivale a 80% de todos os AVCs, segundo o Ministério da Saúde.
A trombectomia desobstrui o vaso em 77% dos casos, contra 11% da trombólise. 46% de quem passou pelo procedimento ganharam independência em três meses, contra 26,5% do outro grupo, segundo um estudo publicado em 2017 na ‘New England Journal of Medicine’.
No Brasil, uma pesquisa avaliou por dois anos a trombectomia em 221 pacientes de 12 hospitais. Financiado pelo Ministério da Saúde, a pesquisa da RNPAVC — publicada na ‘New England Journal of Medicine’ em 2020 — constatou que a trombectomia reduziu as mortes em 16% e aumentou em duas vezes e meia a chance de o paciente voltar para casa sem sequelas.
“O tempo de internação caiu de 25, 30 dias para três, cinco dias”, diz Mont’Alverne, que participou da pesquisa e realiza o procedimento no Hospital Geral de Fortaleza.
AVC é a segunda principal causa de óbitos no mundo
Todo os anos, mais de 12 milhões de pessoas têm algum tipo de AVC no mundo, com 6,5 milhões de mortes — a segunda principal causa de óbitos, atrás apenas de problemas no coração. No Brasil, o AVC matou 50 mil no primeiro semestre deste ano e 114 mil em 2022, segundo os Cartórios de Registro Civil do Brasil.
Por que não chega ao SUS?
Aprovação foi em 2021. O pedido para autorizar o tratamento chegou em 2020 à Conitec, órgão responsável por decidir as técnicas incorporadas ao SUS. Em fevereiro de 2021, o órgão deu até seis meses (agosto) para o SUS oferecer a trombectomia a pacientes que registraram os primeiros sintomas até oito horas antes. Em dezembro, estendeu o prazo para 24 horas, mas a incorporação não aconteceu até hoje.
Devido ao atraso, até 73 mil ficaram sem atendimento
A conta da RNPAVC — que leva em consideração a incidência de AVC isquêmico sobre a população com acesso exclusivamente ao SUS— estima que 99 pessoas poderiam se beneficiar da trombectomia todos os dias no Brasil. Entre o prazo máximo para a incorporação da técnica, em agosto de 2021, e 31 de agosto deste ano, 73.458 pessoas poderiam ter recebido o tratamento.
Falta dizer de onde virá o dinheiro
De acordo com Mont’Alverne, o procedimento ainda não foi incorporado porque o governo federal não publicou portaria indicando de onde sairá o dinheiro para bancar a técnica e quais hospitais estariam capacitados. O tratamento só é oferecido em hospitais particulares ou em algumas unidades públicas bancadas por governos estaduais, como HC de SP e o Hospital Geral de Fortaleza.
Procurado, o Ministério da Saúde não respondeu sobre a necessidade de publicar a portaria. Disse em nota que “não foi efetivada a incorporação [da trombectomia] pela antiga gestão da pasta”, em referência ao governo anterior.
O histórico do presidente deixa claro que ele não economiza no quesito hospedagem, após gastar cerca de R$7,3 milhões em sua última viagem, desta vez, não será diferente. No que se refere ao aluguel de carros, na atual legislatura, a Câmara dos Deputados reembolsou, ao menos, R$ 19,2 milhões somente este ano. ESTAMOS FODIDOS, ENQUANTO ESSES PANACAS FAZEM A FESTA.
Mais de 282 mil cirurgias de amputação de membros inferiores (pernas ou pés) foram realizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) de janeiro de 2012 a maio de 2023. Apenas no ano passado, os registros alcançaram a marca de 31.190 procedimentos realizados, o que significa que, a cada dia, pelo menos 85 brasileiros tiveram pés ou pernas amputados na rede pública.
Os dados fazem parte de um levantamento produzido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), que alerta para o aumento desse tipo de procedimento em todo o país. De acordo com a entidade, há estados onde o volume de amputações aumentou mais do que 200% de 2012 para 2013.
“Os dados sugerem uma alta progressiva no número de amputações e desarticulações de membros inferiores no Brasil. O levantamento revela que os dados acumulados em 2023 projetam este ano como o pior da série histórica iniciada em 2012”, destacou a entidade.
“A probabilidade desses números serem superados em 2023 já é desenhada a partir dos dados dos 5 primeiros meses do ano. O levantamento aponta que pelo menos 12.753 cirurgias foram realizadas entre janeiro e maio deste ano, número superior aos 12.350 registros para o mesmo período de 2022”, alerta a entidade.
O estudo também acende um alerta para os cuidados voltados às doenças vasculares, como a síndrome do pé diabético. Dados da SBACV mostram que mais da metade dos casos de amputações envolvem pessoas com diabetes.
Cenário nacional
O acúmulo de procedimentos realizados de janeiro de 2012 a maio de 2023, em números absolutos, tem maior expressão nas regiões Sudeste e Nordeste. A primeira é responsável por mais de 42% de todas as cirurgias realizadas no Brasil, com um montante de 118.962 procedimentos. Já no Nordeste, 92.265 amputações ou desmobilizações de membros inferiores foram realizados nesse período. Na sequência, vêm o Sul, com 39.952 registros; o Norte, com 15.848; e o Centro-Oeste, com 15.546 registros.
Cuidados
Algumas medidas, segundo a entidade, podem diminuir os riscos de complicações nos pés de pessoas diabéticas. Alimentar-se de forma equilibrada, praticar atividade física e manter o controle da glicemia, por exemplo, contribuem para uma melhora do sistema vascular como um todo.
O paciente com esse fator de risco também deve estar atento aos perigos de acidentes e adotar mudanças de comportamento, como evitar andar de pés descalços.
Confira outras medidas citadas pela entidade para a prevenção do pé diabético:
– Não fazer compressas frias, mornas, quentes ou geladas nem escalda pés. Por causa da falta de sensibilidade acarretada pela neuropatia, o paciente pode não perceber lesões nos pés;
– Usar meias sem costuras ou com as costuras para fora. Assim, o paciente evita o atrito da parte áspera do tecido com a pele;
– Não remover cutículas das unhas dos pés. Qualquer machucado, por menor que seja, pode ser uma porta de entrada para infecções;
– Não usar sandálias com tiras entre os dedos;
– Cortar as unhas retas e acertar os cantos com lixa de unha, com o devido cuidado;
– Hidratar os pés, já que a pele ressecada favorece o surgimento de rachaduras e ferimentos;
– Nunca andar descalço. O paciente pode não sentir que o chão está quente ou que cortou o pé;
– Olhar sempre as plantas dos pés e tratar logo qualquer arranhão, rachadura ou ferimento. Se não conseguir fazer isso sozinho, pedir ajuda a um familiar ou amigo;
– Não usar sapatos apertados ou de bico fino;
– Tratar calosidades com profissionais de saúde;
– Olhar sempre o interior dos calçados antes de usá-los;
– Enxugar bem entre os dedos após o banho, a piscina ou praia.
A matéria esqueceu de falar nas (inúmeras) amputacoes de dedos dos pés e amputação ao nível da coxa ( muitas), no nosso glorioso estado, com essa excelente governadora, o único serviço de porta fechada, direcionado ao diabético (Ruy Pereira) foi fechado, um crime.
Foi aprovada nesta segunda-feira (25/9), pela Anvisa, uma nova injeção semanal para o tratamento de diabetes tipo 2, o Mounjaro (tirzepatida), da farmacêutica Eli Lilly.
O remédio auxilia no controle da taxa de açúcar no sangue de pacientes adultos junto a dieta e exercícios.
O Mounjaro age nos receptores de dois hormônios: o GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose) e o GLP-1 (peptídeo 1 semelhante ao glucagon). GIP e GLP-1 são hormônios responsáveis pelo efeito incretina que são secretados pelo intestino em resposta aos nutrientes e atuam melhorando a liberação de insulina após uma refeição.
De acordo com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), a aprovação regulatória de tirzepatida no Brasil representa um importante marco no tratamento do diabetes tipo 2 e impactará a forma como a doença é tratada hoje.
“Além de ser a medicação com maior potência glicêmica já aprovada até hoje, ele conseguiu alcançar, na média, que indivíduos tivessem um controle glicêmico semelhantes ao de pessoas sem diabetes”, afirmou o endocrinologista Bruno Halpern, que é presidente da Abeso e ainda do Departamento de Obesidade da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), vice-presidente pela América Latina da WOF (World Obesity Federation), e um dos pesquisadores do estudo com o Mounjaro no Brasil.
O HPV (apilomavírus humano) é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que existam entre 9 e 10 milhões de pessoas infectadas pelo HPV no Brasil e que surjam 700 mil novos casos de infecção por ano.
Nas mulheres, o desenvolvimento da doença pode até levar ao câncer de colo de útero. E, devido aos casos crescentes da doença, sendo o segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres, o Outubro Rosa, mês de conscientização contra o câncer de mama, inclui também o de colo do útero a campanha.
No entanto, nos últimos anos, as formas de prevenção à doença ganharam mais um aliado, a vacina Gardasil. O imunizante, que está disponível na Vacina Clínica, é destinado a meninas e mulheres entre 9 e 45 anos de idade; além de meninos e homens também entre 9 a 45 anos, e pode proteger contra vários tipos de HPV.
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O dia 12 de outubro em Parnamirim foi marcado por uma ação especial da Secretaria Municipal de Saúde voltada para as crianças.
A Unidade Básica de Saúde do Parque Industrial promoveu um verdadeiro mutirão de atendimentos.
Foram 40 consultas pediátricas e 40 atendimentos odontológicos, com aplicação de flúor. A UBS Emaús II – Parque Industrial Dr Vulpiano Cavalcante também cuidou da saúde das mamães que acompanharam seus filhos. Foram realizadas 80 mamografias.
Com potencial epidemiológico elevado, o sarampo, a caxumba e a rubéola podem ser evitadas, especialmente, através da vacinação, que é a medida preventiva mais segura para conter a propagação das doenças.
A vacina tríplice viral – MMR traz cobertura aos três vírus, sendo uma das imunizações mais relevantes da infância para toda vida. Efoi através dela que o Brasil conseguiu erradicar o sarampo e a rubéola. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a tríplice viral deve ser aplicada a partir dos 12 meses de idade.
Já a segunda dose deve acontecer entre os 15 e 24 meses, o que traz uma eficácia de proteção que ultrapassa os 99%. Por outro lado, adultos que não tenham confirmação da aplicação da segunda dose também podem receber a vacina.
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O Brasil tem as mais altas taxas de depressão em toda a América Latina. Atualmente, é o país com o maior número de pessoas diagnosticadas com a doença, onde mais indivíduos receberam o diagnóstico no último ano e onde mais pessoas irão desenvolver ao longo de suas vidas.
Os dados são de uma revisão de estudos que mapeou a prevalência da doença na América Latina, conduzida por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Chile e publicada no periódico científico Lancet.
Em média, cerca de 12% dos latino-americanos apresentarão a doença ao longo da vida, enquanto no Brasil esse número é de 17%. A taxa de diagnóstico nos últimos 30 dias é de 5,48% no Brasil e, no resto do grupo, de 3,12%. Nos últimos 12 meses, 8,11% dos brasileiros preencheram os critérios diagnósticos para a depressão, em comparação com 5,3% na América Latina.
O número de brasileiros que atualmente sofrem com a doença está acima das estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde), que apontam para cerca de 5% dos adultos do mundo.
Popularmente conhecido pelos pais de crianças até cinco anos de idade, o rotavírus é o agente viral causador de diarreia aguda e, muitas vezes, grave. Mesmo sendo mais diagnosticada nas crianças, adultos também podem ser acometidos pela doença, que apresenta uma série de sintomas relacionados ao sistema digestivo.
Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas variam de acordo com a idade. Por exemplo, nas crianças de seis meses aos dois anos as ocorrências são o aparecimento repentino de vômitos, podendo ocorrer ao mesmo tempo diarreia com aspecto aquoso, gorduroso e explosivo; além de febre alta. Já nos adultos ele se manifesta nas formas leves e subclínica.
Para evitar que seu filho seja alvo da infecção viral, alguns cuidados podem ser tomados, como a administração da vacina Rotateq. A Vacina Clínica dispõe do imunizante, que é administrado por via oral em uma série de três doses. A primeira deve ser aplicada entre 6 e 12 semanas de idade. As doses subsequentes devem ser administradas com intervalo mínimo de 4 semanas entre cada dose.
As duas unidades da Vacina Clínica, Natal Shopping e Midway Mall, abrem de segunda a sábado, das 10h às 20h, e das 14h às 20h nos domingos e feriados. Acesse o Instagram @vacinaclinica, ou através do WhatsApp (84) 99912.3181, para mais informações.
Profissionais da medicina veterinária estão constantemente vivenciando situações e diagnósticos que demandam conhecimentos cada vez mais específicos. Como por exemplo, o carcinoma inflamatório, que é um câncer de mama diagnosticado, também, em espécies caninas e felinas.
Para a neoplasia, a Oncopety conta com medicamentos adequados para o seu animal, como os utilizados no tratamento quimioterápico, com administração de anti-inflamatórios não esteroides e antineoplásicos. Exemplo deles são a doxorrubicina intravenosa e a ciclofosfamida. Esta última, muitas vezes, aplicadas em doses baixas, diariamente e por via oral, a chamada metronômicas.
Também é importante destacar que, diferentemente das demais neoformações mamárias, o carcinoma inflamatório tem a cirurgia de mastectomia contraindicada. O que exige dos profissionais e clínicas que, ao perceberem a suspeita, realizem a coleta das amostras das lesões e início do tratamento.
A neoplasia também tem como característica o aparecimento de lesões na pele das mamas e face interna das coxas dos pets. Para saber mais, os contatos da Oncopety podem ser feitos pelo Instagram @oncopety e pelo WhatsApp (84) 98114-1392.
Maior cooperativa de médicos do RN, a Unimed Natal foi reconhecida nas categorias Responsabilidade Socioambiental e Governança e Gestão
Em uma noite de celebração do cooperativismo potiguar, a OCERN – Organização das Cooperativas do RN – realizou o Prêmio SomosCoop RN, evento que reuniu cooperativas, homenageados e autoridades políticas e empresariais do estado. Entre as premiadas, a Unimed Natal foi um dos destaques da noite, recebendo os prêmios em duas categorias. O diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto, e o vice-presidente, Dr. Carlos Medeiros receberam o prêmio Diagnostico de Governança e Gestão.
Na sequência, a presidente da ONG Atitude Cooperação, Dra. Maria do Pérpetuo, se juntou aos diretores para receber o prêmio na categoria Responsabilidade Socioambiental – Dia C, em reconhecimento aos serviços e ações desenvolvidas na ONG, fundada e mantida pela Unimed Natal na zona oeste de Natal.
O Dr. Fernando Pinto destacou a importância da premiação para o fortalecimento do sistema de cooperativas no estado. “Premiações como essa realizada pela OCERN, além de nos deixar lisonjeados e imensamente agradecidos, ela fortalece ainda mais o cooperativismo pois consegue reunir todas as cooperativas em um momento de união, prestígio e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido. É uma honra participar desse sistema e é muito bom ter a Unimed Natal como destaque em duas categorias”, disse o presidente.
Para a Dra. Maria do Perpétuo, o reconhecimento impulsiona e valoriza a cultura do voluntariado, um dos princípios da ONG. “Na Atitude Cooperação temos uma média de 800 matrículas em atividades de apoio pedagógico, música, luteria, esporte e apoio para inserção no mercado de trabalho. Isso é possível por meio da dedicação de voluntários e de profissionais comprometidos. É uma iniciativa nobre e que promove uma verdadeira transformação nas comunidades atendidas”, destaca da médica.
Além da Unimed Natal, outras 13 cooperativas foram premiadas no evento da OCERN. A premiação integra as comemorações pelos 60 anos da entidade, que atua como foco na promoção, fomento e defesa do sistema cooperativista, em todas as instâncias políticas e institucionais.
Lawrence Faucette, a segunda pessoa a receber um transplante experimental de coração de porco geneticamente modificado, morreu seis semanas após ser submetido ao processo.
O Centro Médico da Universidade de Maryland, onde foi realizado o procedimento experimental, disse que o coração começou a mostrar sinais de rejeição nos últimos dias.
“O último desejo do Sr. Faucette era que aproveitássemos ao máximo o que aprendemos com a nossa experiência, para que outros possam ter garantida a oportunidade de um novo coração quando um órgão humano não estiver disponível. Ele disse à equipe de médicos e enfermeiros reunidos ao seu redor que nos amava. Sentiremos muita falta dele”, disse em nota Bartley Griffith, responsável por fazer a cirurgia e diretor clínico do Programa de Xenotransplante Cardíaco da Escola de Medicina da Universidade de Maryland.
Faucette tinha 58 anos quando foi internado pela primeira vez, em 14 de setembro, após apresentar sintomas de insuficiência cardíaca. Ele foi submetido ao transplante experimental seis dias depois. Sua doença cardíaca e condições pré-existentes o tornaram inelegível para um transplante de coração humano tradicional.
“Minha única esperança real é optar pelo coração de porco, o xenotransplante”, disse Faucette ao hospital em entrevista interna dias antes da cirurgia.
“Não temos outras expectativas a não ser passar mais tempo juntos”, disse sua esposa, Ann Faucette, na época. “Isso poderia ser tão simples quanto sentar na varanda da frente e tomar café juntos”.
Nas semanas que se seguiram imediatamente ao transplante, os médicos relataram que ele estava fazendo progressos significativos, inclusive participando de fisioterapia e passando tempo com a família.
Um mês após a cirurgia, seus médicos disseram acreditar que sua função cardíaca estava excelente e retiraram todos os medicamentos para apoiar sua função cardíaca. “Não tivemos nenhuma evidência de infecções nem de rejeição no momento”, disse Griffith na época.
Os médicos trataram Faucette com um tratamento experimental, com anticorpos, para suprimir ainda mais o sistema imunológico e prevenir a rejeição.
No entanto, a rejeição de órgãos é “o desafio mais significativo nos transplantes tradicionais que envolvem também órgãos humanos”, disse a a unidade de saúde em nota.
Numa declaração sobre o falecimento de seu marido, Ann agradeceu aos envolvidos nos cuidados de seu marido.
“Larry começou esta jornada com a mente aberta e total confiança no doutor Griffith e sua equipe. Ele sabia que seu tempo conosco era curto e esta era sua última chance de ajudar os outros”, disse ela.
Segundo o governo federal dos Estados Unidos, há mais de 113 mil pessoas na lista de transplantes de órgãos, incluindo mais de 3.300 pessoas que precisam de um coração. O grupo Donate Life America afirma que 17 pessoas morrem todos os dias à espera de um doador de órgão.
Espero minha cirurgia quase 2 anos
Uma gestão voltada para ajudar a população de nossa cidade, não é fácil fazer o que vem sendo feito em Ceará Mirim, com cortes no repasse Federal e tendo que fazer com recursos próprios, inclusive demandas do governo do estado. Parabéns Prefeito Júlio Cesar, em CearáMirim as coisas acontecem graças à seus excelente trabalho.