O Estado norte-americano do Kansas abriu um processo judicial, nesta segunda-feira (17), contra a Pfizer, acusando a empresa de enganar o público sobre sua vacina contra Covid-19 ao esconder os riscos e fazer alegações falsas sobre sua eficácia.
Em uma ação aberta no Tribunal Distrital do Condado de Thomas, o Estado disse que as supostas declarações falsas da farmacêutica sediada em Nova York violaram a Lei de Proteção ao Consumidor do Kansas. O Estado está buscando indenizações financeiras não especificadas.
O Kansas também disse que a Pfizer alegou falsamente que sua vacina, desenvolvida com a parceira alemã BioNTech 22UAy.DE para a cepa original do vírus, mantinha uma alta eficácia contra variantes e que impediria não apenas a doença, como também a transmissão. A BioNTech não é ré no caso.
Vejam as estatísticas. Depois dessas vacinas, o número de infarto e AVCs aumentaram progressivamente. Isso é fato. As vacinas foram experimentais e anda matando muita gente. Tomei 3 doses dessa Pfizer. Me arrependo.
E o número de mortes por Covid caíram exponencialmente. Agora, porque vc tomou 3 doses de uma vacina que era dose única, é uma questão sua. O grande ponto é vacinar crianças sem comorbidade, onde a taxa de óbitos por Covid é praticamente nula.
O Bolsonaro é uma pessoa de visão, tudo que ele falou está se concretizando
KKKKKKKKKKK, é a piada do dia. Eu me divirto com estes bolsomínions.
Mas não deixa de ter uma certa razão. Ele disse que Lula iria vercer a eleição e Lula venceu. Fora isso só falava mer@# de 5a série.
*será que o BG vai censurar também esta resposta?
Devem vacinar OBRIGATORIAMENTE todo o rebanho petista. É só mandar a globo dizer que faz bem, aí todos se vacinarão felizes da vida.
Artigos como esse é uma festa junina para terraplanistas. Continuem negando as vacinas e façam o favor de não tomar nenhuma. A monetização de fake News virou um negócio rentável realmente.
Albert, você já tentou aceitar a realidade, faça isso, vai ser bom para você
Vacina tradicional (como a feita no Butantan) é uma coisa… meu filho tomou TODAS. Outra coisa é vacina experimental que petista quis empurrar “guela” abaixo (até em crianças) para lacrar e usar o povão de cobaia para os governantes verem se era seguro tomar depois. AstraZeneca sendo processada na Inglaterra e o governo de um Estado inteiro dos EUA processando a Pfizer é teoria terraplanista?
Deixa de ser idiota, a notícia foi dada no informando, vc que faz parte dessa galera analfabeta, que só entende de chifres, acredita piamente que as pessoas são contra as vacinas, nada mais ridículo e mentiroso, ninguém nega VACINAS, suspeitamos sim dessa vacina em específico, tem mais, não são todas que são suspeitas, deixa de ser ridículo, troque de mulher, quem sabe assim vc deixe de ser especialista em Gália.
Infomoney….
Tá envergonhando o sertão, jumento. Muda pra boi do sertão!
Um amplo ensaio clínico com o medicamento lenacapavir surpreendeu especialistas. O ensaio, chamado Propósito 1, foi prorrogado em Uganda e na África do Sul após constatar que uma injeção semestral do novo medicamento deu proteção total contra o HIV em mulheres com idades entre 16 e 25 anos.
Mais de 5.300 pessoas em 28 cidades participaram do ensaio. Por conta do resultado, o comitê independente da pesquisa recomendou que as doses fossem aplicadas em todos — e não só em parte dos participantes, na chamada fase cega do ensaio.
Os resultados foram anunciados pela Giliad, farmacêutica responsável pelo medicamento. Os dados ainda não foram submetidos à revisão da comunidade científica.
Mais de 3 milhões de pessoas morrem por ano devido ao consumo de álcool e de drogas psicoativas, segundo um novo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria dos óbitos ocorreu entre os homens, segundo o documento.
Do total de óbitos anuais, 2,6 milhões estão relacionados ao consumo de álcool, e outros 600 mil, ao uso de drogas psicoativas. O “Relatório de status global da OMS sobre álcool e saúde e tratamento de transtornos por uso de substâncias” fornece uma atualização abrangente sobre o impacto do uso de álcool e drogas na saúde pública, com base em dados de 2019.
Além disso, o documento traz um panorama sobre a situação do consumo de substâncias e de bebidas alcoólicas em todo o mundo.
De acordo com o levantamento, cerca de 400 milhões de pessoas viviam com transtornos por uso de álcool e drogas em todo o mundo em 2019. Desse total, 209 milhões eram dependentes de álcool. Do total de mortes, o público masculino foi o mais afetado: 2 milhões de homens morreram devido ao uso de álcool e 400 mil devido ao uso de drogas.
“O uso de substâncias prejudica gravemente a saúde individual, aumentando o risco de doenças crônicas, condições de saúde mental e resultando tragicamente em milhões de mortes evitáveis todos os anos. Isso coloca um fardo pesado sobre as famílias e comunidades, aumentando a exposição a acidentes, ferimentos e violência”, diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.
O relatório destaca a necessidade de acelerar as ações globais para alcançar a meta 3.5 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030, que inclui a redução do consumo de álcool e drogas e a melhoria do acesso a tratamento de qualidade para transtornos por uso de substâncias.
Número de mortes por álcool continua elevado
Os dados mostram que, apesar de as taxas de mortalidade relacionadas ao uso de álcool tenham diminuído desde 2010, o número total de mortes continua elevado, principalmente na Europa e na África. Segundo o documento, as taxas de mortalidade devido ao álcool por litro de álcool consumido são mais altas em países de baixa renda e mais baixas em países ricos.
O documento também mostra que, de todas as mortes atribuíveis ao álcool em 2019, cerca de 1,6 milhão foram por doenças não transmissíveis, incluindo 474 mil óbitos por doenças cardiovasculares e 401 mil por câncer. Cerca de 724 mil mortes foram devidas a ferimentos, como os de acidentes de carro, lesões autoprovocadas e violência interpessoal.
Outras 284 mil mortes foram relacionadas com doenças transmissíveis, como o HIV (o consumo de álcool pode aumentar o risco de transmissão do vírus, segundo o relatório). A maior proporção (13%) de mortes atribuíveis ao álcool em 2019 foi entre jovens de 20 a 39 anos.
O Rio Grande do Norte tem 13 vagas remanescentes no Programa Mais Médicos, que visa inserir profissionais da área médica em regiões mais vulneráveis e potencializar a Atenção Primária à Saúde (APS), distribuídas em 10 cidades. Ao todo, de acordo com edital publicado pelo Ministério da Saúde, estão sendo ofertadas 1.042 vagas ainda não preenchidas em todo o país. O prazo para confirmação das oportunidades remanescentes pelos municípios segue até esta quarta-feira (26).
No Rio Grande do Norte, com exceção de Natal que tem quatro vagas remanescentes, todas as cidades oferecem uma vaga. Entre elas, estão Barcelona, Canguaretama, Ceará-Mirim, Currais Novos, Extremoz, Macaíba, Mossoró, Nísia Floresta e Santa Cruz. Além do território potiguar, outros estados da região Nordeste, a exemplo de Sergipe e Paraíba, também contam com vagas a serem ocupadas.
De acordo com o Ministério da Saúde, neste 38º ciclo do Programa Mais Médicos, os profissionais contam com oportunidades de especialização e mestrado, benefícios proporcionais ao valor mensal da bolsa para atuarem nas periferias e regiões mais remotas e direito à compensação do valor pago pelo INSS para alcançar o valor da bolsa durante os seis meses de licença-maternidade, no caso das médicas que se tornarem mães. Os médicos que se tornarem pais, terão direito a licença de 20 dias.
O Programa Mais Médicos foi criado pela Medida Provisória (MP) Nº 621, de 8 de julho de 2013, depois convertida na Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, com a finalidade de formar recursos humanos na área médica para o Sistema Único de Saúde (SUS). Os dois eixos principais da iniciativa, portanto, são a formação médica com foco no atendimento humanizado e expansão do número de vagas para os cursos de Medicina e residência médica no País; e a melhoria da infraestrutura da APS com ações voltadas à infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para uma variante mais perigosa da mpox, doença anteriormente conhecida como varíola dos macacos. De acordo com a entidade, a República Democrática do Congo enfrenta, desde 2022, um surto da doença e a intensa transmissão do vírus entre humanos levou a uma mutação até então desconhecida.
Dados da OMS indicam que a taxa de letalidade pela nova variante 1b na África Central chega a ser de mais de 10% entre crianças pequenas, enquanto a variante 2b, que causou a epidemia global de mpox em 2022, registrou taxa de letalidade de menos de 1%. A entidade contabiliza atualmente mais de 95 mil casos confirmados da doença em 117 países, além de mais de 200 mortes.
“É um número impressionante quando se considera que apenas alguns milhares de casos de mpox haviam sido relatados até então em todo o mundo e, de repente, estamos nos aproximando de 100 mil casos”, destacou a líder técnica sobre varíola dos macacos do Programa de Emergências Globais da OMS, Rosamund Lewis.
Segundo a especialista, um surto específico, registrado desde setembro de 2023 no leste da República Democrática do Congo, na província de Kivu do Sul, é causado por uma cepa de mpox com mutações até então não documentadas. “Essas mutações sugerem que o vírus tem sido transmitido apenas de humano para humano”, disse.
Rosamund lembrou que a epidemia global de mpox em 2022 registrou um fator incomum: a transmissão do vírus aconteceu sumariamente por via sexual. Dados recentes da OMS já indicam que um terço dos casos da nova variante 1b foi identificado entre profissionais do sexo. Há ainda evidências de que a infecção em mulheres grávidas pode causar sérios impactos no feto.
Questionada se há risco de que a mutação possa levar a uma maior transmissibilidade da doença e, consequentemente, a nova propagação global da mpox, Rosamund respondeu: “Sim, o risco claramente existe. Já vimos isso antes e sabemos que é possível. Já vimos isso acontecer com a variante 2b”.
“Estamos vendo a variante 1 sendo transmitida de pessoa para pessoa por meio do contato sexual em áreas com alta densidade populacional e com grande fluxo de pessoas cruzando fronteiras. Estamos apoiando países para que estejam alertas naquela região”, concluiu, ao citar medidas como vigilância de casos, detecção precoce e capacidade laboratorial, além de, “eventualmente”, imunização contra a doença.
A doença
A mpox é zoonótica viral. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animais silvestres infectados, pessoas infectadas pelo vírus e materiais contaminados. Os sintomas, em geral, incluem erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza.
De acordo com o Ministério da Saúde, o intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas (período de incubação) varia de três a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Depois que as crostas na pele desaparecem, a pessoa infectada deixa de transmitir o vírus. As erupções na pele geralmente começam dentro de um a três dias após o início da febre, mas podem aparecer antes.
As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas que secam e caem. O número de lesões em uma pessoa pode variar de algumas a milhares. As erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e na planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na boca, nos olhos, nos órgãos genitais e no ânus.
Emergência
Em maio de 2023, quase uma semana após alterar o status da covid-19, a OMS declarou que a mpox não configurava mais emergência em saúde pública de importância internacional. Em julho de 2022, a entidade havia decretado status de emergência em razão do surto da doença em diversos países.
“Assim como com a covid-19, o fim da emergência não significa que o trabalho acabou. A mpox continua a apresentar desafios de saúde pública significantes que precisam de resposta robusta, proativa e sustentável”, declarou, à época, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
“Casos relacionados a viagens, registrados em todas as regiões, demonstram a ameaça contínua. Existe risco, em particular, para pessoas que vivem com infecção por HIV não tratada. Continua sendo importante que os países mantenham sua capacidade de teste e seus esforços, avaliem os riscos, quantifiquem as necessidades de resposta e ajam prontamente quando necessário”, finalizou Tedros em 2023.
Médicos oftalmologistas em Boston, nos Estados Unidos, estão observando um aumento de casos de uma forma rara de cegueira súbita entre pacientes que utilizam semaglutida. Essa condição, conhecida como neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NAION, em inglês), ocorre quando o fluxo sanguíneo para o nervo óptico é interrompido, prejudicando a conexão entre o olho e o cérebro.
De acordo com a Business Insider, um novo estudo, publicado na quarta-feira, 3, no JAMA Ophthalmology, uma revista especializada em publicações de oftalmologia, indicou que pessoas tomando semaglutida apresentaram uma probabilidade ligeiramente maior de desenvolver NAION em comparação com outros pacientes com obesidade ou diabetes. A semaglutida é o ingrediente ativo de dois medicamentos da Novo Nordisk: Ozempic, para diabetes tipo 2, e Wegovy, para obesidade.
Novo Nordisk, fabricante da semaglutida, afirmou que a segurança dos pacientes é uma prioridade máxima e que todas as notificações de eventos adversos relacionados ao uso de seus medicamentos são levadas muito a sério. No entanto, a empresa expressou preocupações quanto à forma como o estudo foi conduzido, argumentando que houve poucos casos no ensaio para se tirar conclusões significativas e que este tipo de estudo retrospectivo não poderia responder às perguntas sobre um vínculo causal entre a semaglutida e a NAION.
Pacientes com diabetes e pressão alta sempre estiveram em risco aumentado de desenvolver problemas de visão. Por exemplo, níveis cronicamente altos de açúcar no sangue podem distorcer as lentes dos olhos, contribuindo para visão embaçada. A NAION geralmente é permanente e não há tratamento disponível para a condição.
O que é a semaglutida
A semaglutida é um medicamento utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, comercializado sob os nomes Ozempic e Wegovy pela farmacêutica Novo Nordisk. Este fármaco é um análogo do GLP-1, um hormônio que atua no controle dos níveis de açúcar no sangue. De acordo com a ANVISA, a semaglutida age estimulando a liberação de insulina e reduzindo a produção de glucagon pelo fígado, o que ajuda a manter a glicose em níveis adequados. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, promovendo uma sensação de saciedade, o que auxilia na perda de peso.
Para pacientes com diabetes tipo 2, a semaglutida pode ser uma ferramenta eficaz na gestão da doença, ajudando a prevenir complicações como doenças cardiovasculares e problemas renais. No tratamento da obesidade, o Wegovy tem se mostrado promissor, oferecendo uma nova opção para aqueles que lutam contra o excesso de peso e suas consequências associadas.
O vírus do HIV (amarelo), infectando uma célula humana. — Foto: National Cancer Institute / Unsplash
Cientistas anunciaram o 7º caso de cura provável do HIV. O paciente é um homem alemão de 60 anos que, assim como nos relatos anteriores, passou por um transplante de medula óssea cujo doador tinha uma mutação genética que o tornava resistente ao vírus. Os pesquisadores relataram o novo caso nesta quinta-feira.
O paciente, que prefere permanecer anônimo, foi apelidado de “novo paciente de Berlim”, uma referência ao primeiro “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown, que foi a primeira pessoa a ser declarada curada do HIV em 2008. Timothy, no entanto, morreu de câncer em 2020.
O “novo paciente de Berlim” foi diagnosticado com o HIV em 2009. Em 2015, descobriu um quadro de leucemia mieloide aguda (LMA), a forma mais agressiva do câncer, e precisou receber um transplante de medula óssea. Os médicos selecionaram um doador que tinha uma mutação genética que tornava as suas células resistentes à entrada do HIV.
No final de 2018, o homem interrompeu o tratamento antirretroviral. Até agora, quase seis anos depois, o vírus não voltou a ser detectado no seu organismo, o que indica que ele parou de se replicar, e que o paciente foi curado. Os pesquisadores apresentarão o caso em Munique, na Alemanha, na 25ª conferência internacional de AIDS, no próximo dia 25.
“Estamos muito satisfeitos que o paciente esteja em boa saúde e indo bem. O fato de ele estar sob observação por mais de cinco anos e estar livre de vírus o tempo todo indica que realmente conseguimos erradicar completamente o HIV do corpo do paciente. Então, nós o consideramos curado do HIV”, disse Olaf Penack, médico do departamento de Hematologia, Oncologia e Imunologia do Câncer do hospital Charité, em Berlim, que cuidou do paciente, em nota.
O alemão celebrou a perspectiva de cura cerca de 15 anos após o diagnóstico: “Uma pessoa saudável tem muitos desejos, uma pessoa doente apenas um”.
Porém, Christian Gaebler, do Departamento de Doenças Infecciosas e Medicina de Cuidados Críticos do Charité e do Instituto de Saúde de Berlim da Charité (BIH), lembrou que o transplante não é uma alternativa para todos que vivem com HIV:
“Devido aos riscos significativos associados ao transplante de células-tronco, esse método não pode ser usado como um tratamento padrão do HIV. Assim que tivermos uma melhor compreensão de quais fatores no segundo paciente de Berlim contribuíram para que o vírus fosse erradicado de todos os seus esconderijos, então essas descobertas podem ser usadas para desenvolver novos conceitos de tratamento, como terapias imunológicas baseadas em células ou vacinas terapêuticas”.
Diferença dos casos anteriores
Todos os casos de remissão até agora do HIV foram de pacientes que necessitaram de um transplante de medula óssea devido a um câncer hematológico e, ao selecionar o doador, os médicos buscaram alguém com uma mutação genética que levava a não expressarem um receptor chamado CCR5.
Esse receptor é uma proteína que fica na superfície das células do sistema imunológico chamadas linfócitos T CD4, que são os principais alvos do HIV. Ele atua como uma espécie de fechadura por onde o vírus entra na célula. Porém, com a mutação e a ausência do receptor, a célula se torna resistente à infecção, interrompendo a replicação do vírus no organismo e eventualmente o eliminando.
O caso do “novo paciente de Berlim”, no entanto, é diferente de outras remissões de longo prazo, observou Sharon Lewin, presidente da Sociedade Internacional de AIDS, em nota. Os outros pacientes receberam a medula óssea de doadores que herdaram duas cópias do gene mutante, uma de cada pai, o que as tornava “praticamente imunes” ao HIV.
Já no caso mais recente, o doador havia herdado apenas uma cópia do gene mutante, algo mais comum e que amplia o número de doadores em potencial. Menos de 1% da população é portadora dessa mutação protetora do HIV, portanto, é muito raro que um doador de medula compatível tenha essa mutação com as duas cópias.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu uma nota nesta terça-feira (23) em que esclarece que a fosfoetanolamina, conhecida como a “pílula do câncer’, não possui autorização ou registro para uso como suplemento alimentar ou medicamento no Brasil. Por isso, a venda do composto é proibida no país.
A Agência ainda alerta sobre os riscos do uso de medicamentos não registrados. “Esses produtos podem interferir negativamente nos tratamentos convencionais, além de apresentar riscos de contaminação. É crucial que os pacientes não abandonem tratamentos médicos estabelecidos para utilizar terapias não autorizadas e de eficácia desconhecida, como é o caso da fosfoetanolamina”, diz o texto.
Outro ponto destacado na nota é a disseminação de fake News sobre a pílula nas redes sociais. “Propagandas nas redes sociais que sugerem que a fosfoetanolamina combate o câncer ou qualquer outra doença, atribuindo-lhe propriedades funcionais ou de saúde, são irregulares e enganosas”, afirma a agência.
Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID)
Os resultados do ensaio clínico com o antirretroviral lenacapavir contra o vírus HIV foram publicados nesta quarta-feira (24/7) no New England Journal of Medicine (NEJM). As informações também foram apresentados na 25ª conferência internacional sobre a Aids, que acontece em Munique, na Alemanha.
Usado como PrEP (profilaxia pré-Exposição), o remédio injetável foi capaz de evitar a infecção pelo vírus HIV em 100% das voluntárias. O estudo comparou a eficácia do lenacapavir com a de outros dois medicamentos de administração oral (Truvada e Descovy), que também são usados como PrEP.
A profilaxia pré-exposição consiste em estratégias para reduzir o risco de infecções pelo vírus em relações sexuais.
Os medicamentos foram testados em 5.338 mulheres cisgênero de Uganda e da África do Sul. Nenhuma das 2.134 voluntárias que receberam as infeções com lenacapavir foi infectada com o HIV, sendo que ocorreram 16 infecções entre as 1.068 mulheres que tomaram Truvada e 39, entre as 2.136 que receberam o Descovy.
Lenacapavir
O lenacapavir foi desenvolvido em 2021 pela farmacêutica Gilead e já é usado como tratamento pós-exposição contra o HIV nos Estados Unidos, Europa e Canadá. A medicação não tem registro no Brasil, pois a farmacêutica ainda não protocolou o pedido no país.
Foto: Divulgação/Gilead
No estudo, foram aplicadas duas injeções nas voluntárias com intervalo de seis meses entre as doses. Os resultados são referentes a um ano de acompanhamento.
A possibilidade de administrar o remédio com injeções é considerada uma vantagem, pois facilita a adesão ao tratamento. “Esse estudo traz um resultado excelente para nós. Pela primeira vez, temos uma estratégia testada em um grande número de pessoas que levou a zero infecções”, explicou o infectologista Sidnei Pimentel, especialista do Centro de Referência e Treinamento IST/aids (CRT) de São Paulo.
Morreu nesta terça-feira (30), em Natal, o bebê que ficou conhecido após receber uma embalagem de bolo improvisada como máscara de oxigênio durante uma internação no hospital municipal de Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pela família do bebê e pela prefeitura de Santa Cruz.
O improviso foi feito pela médica Ellenn Salviano enquanto o bebê aguardava ser transferido para uma UTI pediátrica, já que o hospital municipal de Santa Cruz não contava com o equipamento adequado.
O bebê tinha cinco meses de idade e estava internado na capital potiguar desde o dia 11 de junho, quando conseguiu a transferência para um hospital pediátrico.
Ele havia sido internado, inicialmente, por conta de uma bronquiolite, após apresentar desconforto respiratório grave, congestão nasal, febre, rinorreia, vômitos e diarreia.
Segundo a família, o bebê teve várias intercorrências após a bronquiolite, como uma pneumonia e chegou a precisar realizar uma traqueostomia.
A família disse que foi pega de surpresa com a notícia, porque o bebê havia evoluído para a enfermaria recentemente e a alta médica era aguardada. A causa da morte não havia sido informada até a atualização mais recente desta reportagem.
Segundo a família, o bebê tinha hidrocefalia, usava uma bolsa de colostomia e também tinha síndrome de Dandy-Walker, uma malformação no cérebro que pode causar problemas no desenvolvimento motor e aumento progressivo da cabeça.
Lembre o caso
O hospital municipal de Santa Cruz usou uma embalagem de bolo como capacete de oxigênio em um bebê de apenas três meses internado com suspeita de bronquiolite no dia 8 de junho.
Em nota assinada pela direção técnica, a unidade de saúde informou que o paciente, na época com 3 meses de idade, tinha um com quadro de desconforto respiratório grave, congestão nasal, febre, rinorreia, vômitos e diarreia.
Ainda de acordo com o hospital, o bebê foi medicado e a equipe solicitou vaga de internamento em alguma unidade com UTI pediátrica. Porém, foi preciso usar o equipamento improvisado enquanto a transferência não ocorreu.
O paciente estava “clinicamente grave, mantendo quadro de desconforto respiratório e taquidispineia”, segundo a nota.
O município informou que o hospital não é referência em urgência materno infantil e que a médica plantonista usou a embalagem de bolo para montar um leito semi intensivo e atender a necessidade criança enquanto aguardava regulação para leito de UTI.
O bebê foi transferido para o Hospital Varela Santiago, em Natal, no dia 11 de junho.
Mais uma vítima para a conta do DesGoverno do RN, A Desgovernadora está em Paris pedindo a Atenção da PRESIDENTE do Brasil janja, para mostrar as jaquetas, gastando dinheiro público.
É numa pena a morte desse garotinho que me parece ser de Santa Cruz, por falta de um equipamento não barato, morrer uma criança que poderia ser um grande homem, e ajudar até essa cidade. Lamento também o esforço da médica que prestou socorro a essa criança, uma profissional tão dedicada, mas agora não podemos fazer nada. Esses fatos de faltar equipamento para salvar pacientes, acontece com frequência. Uma oportunidade, isso há mais de 5 anos, um médico conhecido meu, me falou que em uma APA da cidade da esperança aconteceu um caso desse quando um senhor com mais de 60 anos deixou de ser salvo por motivo de um equipamento para fazer a reanimação. É de se lamentar , enquanto isso os políticos ficam viajando para fazer turismo no exterior.
Enquanto isso, a Governadora e comitiva de 18 pessoas, fazendo turismo na França, com recursos públicos…
Como a palavra ou o silêncio, o Ministério Público…
Enquanto isso Fátima faz distribuição de jaquetas e bajula Janja em Paris, elejam esquerdistas e instalem o caos e a destruição em seu País, Estado ou Município, a esquerda com nem compromisso com ninguém, a culpa disso tudo é de quem votou nesse bando de imcompetentes corruptos.
Um bebê muito especial. Deus preferiu levá-lo para os braços Dele. Que o Eterno console a mãe e parentes enlutados. Obrigado a cada profissional que se curvou para atender a criança.
A população brasileira com mais de 60 anos está crescendo e chegou a mais de 32 milhões no Censo do IBGE de 2022. Contudo, também tem sido crescente o índice de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) nessa faixa etária. De acordo com boletins epidemiológicos divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), na última década, de 2013 a 2023, houve aumento nos casos de sífilis (1.494,44%), hepatite C (180%) e HIV (103,57%) no Rio Grande do Norte. A hepatite B foi a única das ISTs monitoradas que teve uma baixa, de 30,76%.
Nos levantamentos, a Sesap/RN, com base em notificações de sistemas federais, indicou que o total de idosos infectados com HIV era de 28, em 2013, chegando a 57, em 2023, número que ultrapassa o dobro. A incidência de sífilis aumentou quase 15 vezes nesse período, passando de 18 para 287 casos. Dados referentes à hepatite B apresentaram redução de 13 para nove. Quase dobrou o número de casos de hepatite C: de 20 para 56.
Conforme o Ministério da Saúde, as ISTs “são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada”. São exemplos de ISTs: herpes genital, sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase, infecção pelo HIV, infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), além das hepatites virais B e C.
Dados no RN
Casos de HIV em 2013: 28
Casos de HIV em 2023: 57
Aumentou em 103,57%
Casos de sífilis em 2013: 18
Casos de sífilis em 2023: 287
Aumentou em 1.494,44%
Casos de hepatite B em 2013: 13
Casos de hepatite B em 2023: 9
Diminuiu em 30,76%
Casos de hepatite C em 2013: 20
Casos de hepatite C em 2023: 56
Aumentou em 180%
Os profissionais da enfermagem do Rio Grande do Norte vão paralisar seus serviços por 48 horas a partir desta terça-feira (6) em protesto contra a falta de pagamento dos retroativos de maio a agosto de 2023.
Além da paralisação, a categoria realizará um ato na frente da governadoria, e deve promover um encontro nesta quarta-feira (7) no auditório dos bancários.
“Já se passou um ano das promessas do governo Fátima Bezerra (PT) de que os valores retroativos de maio a agosto/2023 seriam pagos. Mas o que a gente vê em todas as reuniões quando cobramos, é a falta de agilidade para que essa questão seja resolvida junto ao Ministério da Saúde”, enfatiza João Assunção, diretor do Sindsaúde/RN e membro da comissão do Piso.
Além dos retroativos, os profissionais reivindicam o reajuste do piso salarial, a implantação do piso ao PCCR, o pagamento do piso para os aposentados e a aprovação da PEC 19/2024.
Faz o L e o F, o melhor já começou. Não falta dinheiro público para bancar turismo de Fátima sua turma para Paris, viajando de primeira classe. Agora ela pretende aumento de ICMS para continuar bancando viagens e desvios.
O Brasil registrou entre os dias 21 e 27 de julho deste ano mais casos prováveis de dengue do que o acumulado de 21 países das Américas, segundo dados da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde). Naquela semana, foram 29.423 novos registros de infecções pela doença no país.
Os casos registrados no Brasil superaram os dos seguintes países somados, que juntos tiveram 27.171 novas ocorrências:
Honduras: 8.450
Colômbia: 7.369
Guatemala: 4.733
Nicarágua: 1.941
Panamá: 1.571
Costa Rica: 977
Peru: 745
Paraguai: 454
El Salvador: 270
Bolívia: 194
Trinidad e Tobago: 102
Guiana Francesa: 94
Guiana: 68
Guadalupe: 50
Estados Unidos: 50
República Dominicana: 41
Granada: 24
Martinica: 24
Ilhas Virgens: 10
Barbados: 2
São Bartolomeu: 2
Os números do Brasil também foram superiores à soma de Argentina (15.252) e México (12.121), que completam o top 3 de mais casos prováveis entre 21 e 27 de julho.
No total, 83.967 novos casos prováveis foram registrados em 24 países americanos neste intervalo de tempo. Na semana anterior, de 14 a 20 de julho, a Opas tinha contabilizado 70.874 novas ocorrências em 23 países.
Cadê o tal carro do fumacê, virou sucata? A dengue é previsível, e a população esperando sempre pelo estado. Eita Brasil velho de guerra do futuro, mas sem futuro.
Lamentável poda essa situação. Demonstra falta de instrução , educação e capacidade dos governantes. Agora, vivemos tempo e momentos oportuno para mudança.
A população também não colabora. Essa semana fui trocar o pneu do carro em uma borracharia em cidade satélite tinha vários pneus com água e infestados de larvas. Aí também é complicado.
São os educados pela pedagogia de Paulo Freire , ícones dos canhotos !
Como ter uma população educada quando temos uma professora como governadora e o maior indice do pais de crianças sem acesso a educação , infelizmente com um povo sem cultura dependemos cada vez mais de politicas publicas . E quanto mais sem educação a população for mais dependentes seremos deste desgoverno podre!
Claro um estado comandado pelo PT is índices de educação o pior fo Brasil
A experiência de conhecer a praia, tocar os pés na água do mar e construir um castelo de areia pode parecer comum, mas essa não é realidade de quem vivencia a luta contra uma doença desde os primeiros anos de vida. Essa era o cenário de Ana Laura, que aos quatro anos é portadora de uma condição congênita rara. Há 40 dias internada no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN/Ebserh) e visualizando o mar diariamente através das janelas da enfermaria, a equipe da unidade realizou o sonho de Laurinha durante esta quarta-feira (21).
De acordo com Ana Leonor Medeiros, médica intensivista pediátrica e paliativista pediátrica do Huol, a doença de Laura compõe um grupo de distrofia muscular em uma mutação mais rara. Essa condição gera um grande desconforto respiratório e fraqueza muscular, mas dentro do tratamento não impedia as maneiras de expressar o desejo de vivenciar a brisa do mar e o toque de cada detalhe desse ambiente.
“Não é só o tratamento farmacológico com outras terapias. A gente acredita também que essas formas de cuidado mais humanizado com passeio terapêutico, com o lúdico e trazendo a criança, a gente consegue melhorar a qualidade de vida não só dela, como da família, e consequentemente a gente consegue um resultado favorável no fisiológico”, afirma a médica Ana Leonor Medeiros.
Com a decisão de proporcionar essa experiência inusitada na vida de Ana Laura, o Huol mobilizou cerca de 20 profissionais para chegar até a Praia do Forte, local escolhido como seguro e apto para receber a paciente. Do caminho da enfermaria até a ambulância, todos os momentos em que o mar era citado pela equipe, Laurinha não deixava o sorriso de lado e emocionava todos que acompanhavam a cena.
Ao chegar na Praia do Forte, Laura foi amparada por toda a equipe enquanto era segurada pela mãe, Francisdalva Rafael. Durante cerca de 20 minutos, ela aproveitou o toque da pele na areia e nas águas, a brisa do mar e não deixou de lado a construção do primeiro castelinho de areia.
“Ela ficou muito feliz, eu percebi. Não tem palavras para descrever. É um sonho realizado”, define a mãe de Ana Laura com os olhos marejados ao perceber a realização do desejo da filha. Esse não é o primeiro caso de distrofia muscular na família. O irmão de Francisdalva também sofre da mesma doença. “Eles vieram assim, e nós precisamos dar cuidado, amor e carinho”, afirma.
Essa não é a primeira vez que o Huol proporciona atividades fora das paredes da unidade. Ainda em dezembro de 2023, a ida a praia já era vista como uma oportunidade positiva pela equipe médica. Na época, o pequeno Anthonny Lukas Oliveira, de 2 anos, portador de síndrome nefrótica, também conheceu o mar pela primeira vez.
Na avaliação de Ana Leonor Medeiros, por se tratar de uma condição sem cura, a constante busca por proporcionar uma melhor qualidade de vida é essencial para a resposta adequada ao tratamento de Ana Laura.
O número de casos de dengue no Rio Grande do Norte teve crescimento alarmante em 2024. De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde, entre janeiro e agosto deste ano, foram contabilizados 16.947 casos prováveis da doença, um aumento de 177,4% em relação ao mesmo período de 2023, quando o estado registrou 6.109 casos. Além disso, o Estado contabilizou três mortes por dengue e dois óbitos estão em investigação. Os casos registrados até agosto deste ano já superam o total do ano passado, que foi de 7.679.
Apesar desse aumento significativo, a adesão à campanha de vacinação contra a dengue tem sido irrisória. A campanha de 2024, que tinha como público-alvo 112.321 pessoas, alcançou apenas 7.212 indivíduos com a primeira dose da vacina, representando 6,42% do total. A situação é ainda mais preocupante com relação à segunda dose: somente 2.464 pessoas, ou 2,19% do público-alvo, completaram o esquema vacinal.
Os três bebês que nasceram nesta terça-feira, 08 de outubro, na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC) estão internados na UTI Neonatal da unidade. Dois deles nasceram ligadas pelo peito. Uma equipe médica multidisciplinar está acompanhando a família neste momento.
Os bebês nasceram de 37 semanas em uma cesárea. A maternidade não divulgou se os gêmeos siameses se interligam em outras partes do corpo. A mãe das crianças também continua internada no local e não quis se pronunciar sobre o assunto.
O nascimento de siameses é raro no Brasil. Nos últimos 11 anos foram constatados 500 casos no país. Aqui no Rio Grande do Norte um caso foi registrado em 2012 quando duas irmãs nasceram interligadas pela região glútea.
Vejam as estatísticas. Depois dessas vacinas, o número de infarto e AVCs aumentaram progressivamente. Isso é fato. As vacinas foram experimentais e anda matando muita gente. Tomei 3 doses dessa Pfizer. Me arrependo.
E o número de mortes por Covid caíram exponencialmente. Agora, porque vc tomou 3 doses de uma vacina que era dose única, é uma questão sua. O grande ponto é vacinar crianças sem comorbidade, onde a taxa de óbitos por Covid é praticamente nula.
O Bolsonaro é uma pessoa de visão, tudo que ele falou está se concretizando
KKKKKKKKKKK, é a piada do dia. Eu me divirto com estes bolsomínions.
Mas não deixa de ter uma certa razão. Ele disse que Lula iria vercer a eleição e Lula venceu. Fora isso só falava mer@# de 5a série.
*será que o BG vai censurar também esta resposta?
Devem vacinar OBRIGATORIAMENTE todo o rebanho petista. É só mandar a globo dizer que faz bem, aí todos se vacinarão felizes da vida.
Artigos como esse é uma festa junina para terraplanistas. Continuem negando as vacinas e façam o favor de não tomar nenhuma. A monetização de fake News virou um negócio rentável realmente.
Albert, você já tentou aceitar a realidade, faça isso, vai ser bom para você
Vacina tradicional (como a feita no Butantan) é uma coisa… meu filho tomou TODAS. Outra coisa é vacina experimental que petista quis empurrar “guela” abaixo (até em crianças) para lacrar e usar o povão de cobaia para os governantes verem se era seguro tomar depois. AstraZeneca sendo processada na Inglaterra e o governo de um Estado inteiro dos EUA processando a Pfizer é teoria terraplanista?
Deixa de ser idiota, a notícia foi dada no informando, vc que faz parte dessa galera analfabeta, que só entende de chifres, acredita piamente que as pessoas são contra as vacinas, nada mais ridículo e mentiroso, ninguém nega VACINAS, suspeitamos sim dessa vacina em específico, tem mais, não são todas que são suspeitas, deixa de ser ridículo, troque de mulher, quem sabe assim vc deixe de ser especialista em Gália.
Infomoney….
Tá envergonhando o sertão, jumento. Muda pra boi do sertão!
Bolsonaro sempre esteve certo.
Mas tomou todas as vacinas escondido… Não seja cego, meu nobre.
Mais vacinas.