O Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL-UFRN/Ebserh) confirmou que apura um erro ocorrido durante um procedimento de transplante renal em Natal. Em nota divulgada nesta quarta-feira (24), a instituição informou que todas as providências cabíveis foram adotadas, incluindo a notificação dos órgãos competentes, acompanhamento integral do paciente, suporte psicológico à família e a abertura de um processo interno para apurar a cadeia de eventos. O prazo para conclusão da investigação é de 60 dias.
Segundo informações preliminares, o caso envolveu dois pacientes que estavam na fila de transplante renal. A confusão teria ocorrido porque ambos tinham nomes semelhantes. O paciente convocado de forma equivocada acabou recebendo o rim destinado a outra pessoa, mesmo sem compatibilidade de tipo sanguíneo.
Após a cirurgia, o receptor apresentou complicações, precisou ser levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e teve o órgão removido. O rim não pôde mais ser aproveitado para o paciente originalmente indicado.
O HUOL ressaltou que desde 1998 é referência em transplantes de rim e córnea no Rio Grande do Norte e no Brasil, acumulando 854 procedimentos realizados ao longo da trajetória. A instituição destacou ainda a atuação de uma equipe qualificada em tratamentos de alta complexidade.
Essa desculpa do nome parecido é muito fraca, até porque no momento da busca no cadastro, isso é feito de forma automática sem a possibilidade de erro, a busca é feita pela compatibilidade e em seguida o paciente é identificado pelo CPF não elo nome.
As novas diretrizes brasileiras de manejo da hipertensão arterial, apresentadas nesta quinta-feira, 18, no 80° Congresso Brasileiro de Cardiologia, promovem uma alteração em relação à classificação da pressão 120 por 80, o famoso 12 por 8.
O valor deixa de ser o padrão almejado para ser enquadrado como um indicador de pré-hipertensão, em linha com a diretriz europeia lançada no fim do ano passado.
A nova classificação foi adotada visando à identificação precoce de indivíduos em risco. Outro objetivo é incentivar intervenções não medicamentosas para prevenir a progressão para a hipertensão, informam os cientistas.
Agora, para que o nível não seja considerado de risco, a pressão arterial sistólica deve ficar abaixo de 120 mmHg e/ou a pressão arterial diastólica deve ser inferior a 80 mmHg.
Já o nível de pressão arterial que leva ao diagnóstico de um quadro de hipertensão permanece sendo aquele igual ou superior a 140 por 90 (14 por 9). E a meta de pressão arterial a ser atingida pelos pacientes com a doença, segundo as diretrizes, é de 130 por 80 (13 por 8).
A atualização é essencial “para quem busca fazer medicina baseada em evidências e alinhada às recomendações mais recentes”, afirma a Sociedade Brasileira de Cardiologia, em publicação nas redes sociais.
Tratamento
As diretrizes indicam também que o tratamento da hipertensão arterial não deve ficar restrito ao uso de medicamentos
Idealmente, ele deve incluir não fumar, ter uma dieta saudável, praticar atividade física e ter um Índice de Massa Corpórea (IMC) entre 18 e 24 kg/m².
Em termos de alimentação, a recomendação é ter uma dieta saudável, diminuir a ingestão de sal e álcool, e aumentar a de potássio.
Pressão baixa também é ruim.
Inclusive causa desconforto.
O caba vai ter que andar com um salzinho no bolso.
Kkkkkk.
Tudo indica, que o povo vai ter que começar a tomar remédio para Pressão mais cêdo, e mais cêdo o caba fica broxa.
Kkkkkkk.
Pau mole.
A Coopmed-RN protagonizou nesta semana um episódio revelador sobre sua gestão de crises. Diante da exposição de gastos de R$ 5,5 milhões em honorários advocatícios em apenas três anos, a cooperativa optou por uma estratégia peculiar: defender o que ninguém atacou.O Blog do BG publicou números que certamente espantaram a classe médica: R$ 3,6 milhões apenas em “Honorário Recuperação Tributo”, R$ 901 mil em assessoria contratual, R$ 252 mil em assessoria tributária.
Valores que, contextualizados com o risco tributário de R$ 468 milhões e os R$ 1,5 milhão anuais da diretoria, pintam um quadro financeiro preocupante.
O que não foi atacado, mas foi defendido
Em resposta, a Coopmed saiu em defesa da “competência”, “ética” e “responsabilidade” de sua equipe jurídica – aspectos que sequer foram questionados no artigo original. O Blog do BG criticou exclusivamente os valores astronômicos e a falta de transparência nos gastos, não a qualidade do trabalho jurídico.
Esta desconexão entre o que foi publicado e o que foi respondido não parece acidental. Ao criar uma polêmica inexistente sobre a competência de seus advogados, a Coopmed desvia o foco das cifras que realmente incomodam: os R$ 5,5 milhões que saíram dos cofres da cooperativa.
Cortina de fumaça
A estratégia é clara: em vez de explicar como R$ 3,6 milhões em “Honorário Recuperação Tributo” beneficiaram os cooperados, ou detalhar os resultados concretos dos demais investimentos jurídicos, a cooperativa prefere atacar um “sensacionalismo” que não existe e defender uma “competência” que não foi questionada.
Os médicos cooperados, que bancam esses gastos milionários, merecem transparência sobre os resultados obtidos, não uma defesa de aspectos que ninguém atacou.
Quando uma instituição gasta R$ 5,5 milhões em três anos, a prestação de contas deveria ser automática, não uma cortina de fumaça.
A reação desproporcional da Coopmed sugere desconforto com o escrutínio público sobre suas finanças. Uma gestão transparente e segura de suas práticas não precisaria criar polêmicas imaginárias para desviar atenção dos números reais.
Ao defender o que não foi atacado, a Coopmed acabou confirmando o que realmente incomoda: não são as críticas à competência jurídica, mas sim a exposição de gastos que podem gerar questionamentos legítimos da classe médica sobre a gestão financeira da instituição.
Os cooperados pagam a conta e merecem respostas sobre os números, não sobre questões que ninguém levantou.
Mais de mil pessoas aguardam por um transplante de órgãos no Rio Grande do Norte. Os dados são da Central Estadual de Transplantes, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
Neste início de setembro, 1.043 pacientes estão na fila de espera: dois por coração, 22 por medula óssea, 363 por rins e 656 por córneas.
De janeiro até agosto deste ano, o estado realizou 185 transplantes, sendo um de coração, 37 de rins, 63 de medula óssea (até julho) e 84 de córneas. “Nosso objetivo é que esse número cresça muito mais, pois muitas pessoas ainda aguardam”, afirmou a coordenadora da Central Estadual de Transplantes do RN, Rogéria Medeiros.
A campanha Setembro Verde, lançada nesta segunda-feira (1º) no Hospital Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim, busca incentivar a doação de órgãos. O evento reuniu gestores, profissionais de saúde, familiares de doadores e transplantados.
“Temos que apontar os caminhos da informação correta sobre os transplantes, a doação. Precisamos que as pessoas entendam o papel da solidariedade e da empatia”, disse o secretário de Saúde do RN, Alexandre Motta.
Maria Pimentel, servidora do hospital, relatou a experiência de doar os órgãos do filho e conhecer uma das pessoas que recebeu a doação. “Só em saber, de alguma forma, que os órgãos do meu filho estão em outras vidas, dando vida, melhorando a qualidade de vida de alguém, já é um conforto”, afirmou.
O Ministério da Saúde aponta que, a cada 14 pessoas que manifestam interesse em doar, apenas quatro efetivamente se tornam doadoras. A recusa familiar é um dos principais fatores que impedem a concretização das doações.
A Central de Transplantes do RN também coordena a captação de órgãos em hospitais do estado e, em alguns casos, o envio para outras regiões do país, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Civil (Sesed) e a Força Aérea Brasileira.
O Rio Grande do Norte enfrenta um momento crítico nos hospitais da rede estadual por falta de insumos. A situação, alvo de uma decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal que apontou um “cenário de colapso progressivo” na saúde, é enfrentada de perto por pacientes e profissionais da área. Segundo o Sindsaúde, faltam itens como cateteres, sabão, álcool, antibióticos, heparina (medicamento anticoagulante), gazes e outros. O Walfredo Gurgel, referência em trauma-ortopedia no RN, é a unidade mais afetada, onde as tomografias computadorizadas com contraste foram suspensas no início do mês por falta de bombas injetoras.
A lista de insumos em falta é extensa. De acordo com o sindicato, faltam também lençóis, óleo mineral (ofertado a pacientes com prisão de ventre), óleo de girassol para curativos, equipo (dispositivo utilizado na dieta de pacientes) e crepom. Uma funcionária do setor de materiais do Walfredo Gurgel disse à reportagem que os kits usados em cirurgias, conhecidos como ‘laps’, estão em péssimo estado. “Além disso, esse é um material que precisa de reserva para casos de emergência – são necessários pelo menos dois lápis-reserva, mas não temos nenhum”, contou a funcionária sob condição de anonimato.
Elizabeth Teixeira, diretora do Sindsaúde, denunciou que médicos do Walfredo chegam a tirar dinheiro do próprio bolso para comprar alguns itens. “Isso tem ocorrido no Centro de Queimados, que está sendo improvisado em uma área do hospital depois que iniciaram uma obra no setor e que já se arrasta há um ano. Por lá falta crepom, usado em ataduras em pacientes queimados. A falta de insumos é uma realidade que se agrava no Walfredo Gurgel, mas que não é difícil de encontrar também em hospitais como o Maria Alice Fernandes, por exemplo”, afirma.
Questionada sobre a situação em toda a rede e sobre qual o planejamento para resolver os problemas, a Sesap respondeu citando apenas o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Em nota, a pasta afirmou que “não procedem as faltas relativas ao abastecimento do hospital”. Segundo a Secretaria, “nunca foi registrada falta, por exemplo, de gazes ou óleo mineral, bem como há estoque de álcool, sabão, laps e outros itens, tornando improcedente a lista apresentada. Sobre as angiotomografias, estão sendo todas realizadas em outros hospitais da rede estadual, não tendo, portanto, registro de desassistência aos pacientes”.
Ainda segundo a Sesap, a respeito da situação registrada no Hospital Geral João Machado, “conforme manifestação anterior da Secretaria à época do episódio no início de agosto, boa parte da alimentação fornecida na unidade é produzida por uma empresa contratada, que entrega as refeições lacradas para consumo. Diante do registro apresentado, a Secretaria notificou a empresa responsável e acionou a Vigilância Sanitária para a apurar a situação”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro deu entrada no hospital DF Star, em Brasília, na manhã deste sábado (16), para a realização de exames médicos. Ele está em prisão domiciliar preventiva desde a semana passada, e a ida à unidade foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a defesa, o médico responsável solicitou nove procedimentos, entre eles exames de sangue e urina, endoscopia e ultrassonografia de próstata. A previsão é de que as avaliações durem entre seis e oito horas.
Em petição enviada ao STF, os advogados informaram que os exames foram pedidos para acompanhamento de tratamento em curso e para investigar sintomas de refluxo, crises de soluço persistentes e episódios de falta de ar.
Bolsonaro tem relatado piora do quadro clínico nos últimos dias. Aliados e familiares apontam que ele voltou a apresentar crises frequentes de soluços e dificuldades respiratórias, atribuídas a uma esofagite decorrente de cirurgia abdominal feita em abril. Um dos médicos relatou que, na última quarta-feira, o ex-presidente chegou a ter dificuldade para completar frases. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho, afirmou que a situação se agravou desde o início do cumprimento da prisão domiciliar.
Além de questões médicas, pessoas próximas relatam alterações no humor do ex-presidente. Na semana passada, Bolsonaro teria apresentado episódios de choro ao comentar a restrição de contato com o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive nos Estados Unidos e também é alvo de investigação da Polícia Federal.
Nesse período, Bolsonaro recebeu visitas de parlamentares aliados e do empresário Renato Araújo, além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem assumido papel de interlocução política dentro do PL, diante das restrições impostas ao marido, e se reúne diariamente com dirigentes na sede do partido.
Na próxima semana, o ex-presidente deve receber visitas de dirigentes do PL autorizadas por Moraes, entre eles o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, o vice-presidente da Câmara, deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), e o secretário-geral do partido, senador Rogério Marinho (PL-RN).
Sr Alexandre Moraes, o senhor tem familia, cuidado que o senhor estar fazendo um grande mal a um homem do bem um inocente. Lembre que os castigos devino ainda existem. Todo povo brasileiro sabe que tudo isso é mando do Bandido Lula, que é um incapaz de vencer as eleição de 2026, ele perderá até para Michele Bolsonaro.
Mais de 700 mil pessoas que morreram de Covid-19 também tinham famílias, e todos viram o que ele fazia, debochando das pessoas com falta de ar, até quando ele vai ficar de mi mi mi, todos vão morrer um dia (disse Bolsonaro)
Esse J só pode ser de J E G U E , pois abrir a boca para falar um Merd@@ dessas , é a frase : “ AINDA BEM QUE A NATUREZA CRIOU O CORONA VÍRUS “ foi de quem ? Eu lembro foi do bebum em uma live bebado para variar , mas isso vcs não falam , bando de hipócritas vcs. Vão trabalhar vê se dão mais dinheiro para papai Lula gastar pq eu não tô aguentando mais aumento e criação de impostos não .
A esquerda não tem argumentos, quem são vocês para acusar alguém? Fala aí Sr J! Deveria ter colocado seu nome todo, ou seja, JUMENTO.
E de se lamentar um fato desse, esse bandido Lula e juntamente com a maldade do Alexandres Moraes, como é que se aplica uma pena a uma pessoa doente, seja ela qual for,isso já é um verdadeiro crime, ao uma pessoa que está relativamente incapaz, com a sua saúde debilitada, vitima de uma facada a mando do PT. Gente vamos ser claro, ganhar uma eleição nas urnas sem a necessidade da compra de votos, como vem ocorrendo sempre pelo o PT, com todos esses programas eleitoreiro, e por cima de tudo essa perseguição de Lula e todos os petistas, não vão brincar com os castigos de Deus, que vocês todos podem ser castigados , vamos ter ao amor ao próximo, lembre-se que dinheiro não é tudo, mais vale uma pessoa pobre de caráter do que um rico sem coração e desumano. Rogo a Deus e peço justiça de Deus, ara que solte o Bonlsonaro, que ele possa viver em paz com sua família, ele não matou, nem roubou e nem mandou o povo fazer tentativa de golpe, ele nada teve com o ocorrido de 8/1/2023. É a mesma coisa de uma torcida de um time invadir o grama, sem o presidente do time ter madado.
Todos os 20 leitos de UTI do Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, em Natal, estão disponíveis desde o início da tarde desta sexta-feira (15). A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e marca a normalização do serviço um dia após decisão da Justiça Federal.
Na quinta-feira (14), a Justiça determinou a reabertura dos sete leitos de terapia intensiva que estavam bloqueados, estabelecendo prazo máximo de 48 horas para cumprimento. Com a medida, a unidade voltou a operar com sua capacidade total, reforçando a assistência a crianças em estado grave na rede pública de saúde do Rio Grande do Norte.
Uma denúncia recebida pelo Blog do BG revela um cenário alarmante nas unidades de terapia intensiva (UTIs) pediátricas e neonatais do Rio Grande do Norte. Segundo a fonte, a falta de medicamentos e materiais básicos compromete o atendimento de crianças internadas.
Ainda de acordo com a fonte, “todos os hospitais do estado estão na mesma situação” e que na unidade UTI pediátrica do Hospital Walfredo Gurgel, “a situação é ainda pior”.
Ela relata que, apesar de haver estrutura física, médicos e equipe de enfermagem qualificados, insumos essenciais — considerados simples e de baixo custo — estão em falta. “Nossas crianças vão morrer sem ao menos ter uma assistência digna”, lamentou.
Também informou que já apresentou denúncia formal ao Ministério Público, mas não obteve retorno. “É incrível que o MP não faça nada. A UTI tem, os profissionais tem, mas o básico não tem”, reforçou.
O Brasil voltou a integrar a lista dos 20 países com maior número de crianças não vacinadas no mundo. Os dados são de relatório divulgado nesta terça-feira (15) pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e pela OMS (Organização Mundial da Saúde), com base em informações de 2024.
O país havia deixado o ranking em 2023 depois de avanços na cobertura vacinal. No entanto, com a piora no último ano, retornou à lista, ocupando agora a 17ª posição global.
Em 2024, cerca de 229.000 crianças brasileiras não receberam nenhuma dose da DTP, conhecida como vacina tríplice bacteriana e administrada como vacina pentavalente pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações). O imunizante protege contra difteria, tétano e coqueluche. Em 2023, eram 103.000 crianças nessa condição.
A DTP é considerada um dos principais indicadores de acesso à imunização de rotina. A ausência da 1ª dose classifica a criança como “zero dose”, ou seja, que não recebeu nenhuma vacina. Na região da América Latina, só o México apresentou número absoluto maior de crianças não vacinadas em 2024, com 341.000 registros. Globalmente, o Brasil ficou atrás de países como Mianmar, Costa do Marfim e Camarões.
CENÁRIO GLOBAL
Em 2024, 89% das crianças no mundo (cerca de 115 milhões) receberam ao menos uma dose da DTP, e 85% (aproximadamente 109 milhões) completaram as 3 doses.
Em relação a 2023, cerca de 171.000 crianças a mais receberam ao menos uma vacina e 1 milhão a mais completaram o esquema de 3 doses da DTP. Segundo a OMS, “embora os avanços sejam modestos, eles indicam progresso contínuo dos países em proteger as crianças, mesmo diante de desafios crescentes”.
Apesar dos avanços, 14,3 milhões de crianças ainda não receberam nenhuma dose de vacina, e outras 5,7 milhões foram apenas parcialmente imunizadas. Em 2024, nenhuma das 17 vacinas monitoradas atingiu a meta mínima de 90% de cobertura.
De acordo com a OMS, a falta de acesso à imunização está relacionada a diversos fatores, como falhas na oferta de serviços, desigualdade territorial, conflitos armados, instabilidade política e desinformação sobre vacinas.
A Prefeitura de Parnamirim segue ampliando o acesso à vacinação para usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP), por meio do Programa de Atenção às Profilaxias (Promap). A iniciativa tem o objetivo de fortalecer a prevenção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e garantir o acesso à saúde pública de qualidade.
Atualmente, mais de 380 pacientes estão cadastrados no Serviço de Assistência Especializada (SAE) do município. A meta da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) é imunizar 100% dos pacientes em uso ativo da PrEP contra a Hepatite A — aplicada em duas doses — até novembro de 2025. Além disso, já está disponível a vacinação contra o HPV, que segue o esquema completo de três doses.
Prefeitura de Parnamirim prevê vacinar todos os pacientes em uso da PrEP contra Hepatite A e HPV até novembro, ampliando a proteção contra infecções sexualmente transmissíveis. | Foto: José Aldenir/AGORA RN
A ampliação da cobertura vacinal para esse público reforça o compromisso da gestão municipal em garantir acesso integral à saúde e reduzir os riscos de transmissão de ISTs, ampliando as ações preventivas voltadas às populações vulneráveis.
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Veja abaixo as UBSs disponíveis para aplicação:
UBS Cohabinal: Rua Dr. Mário Medeiros, nº 06 – Cohabinal;
UBS Nova Esperança: Rua Manoel Leão Rego, nº 327 – Nova Esperança;
UBS Parque Industrial: Rua Aeroporto De Pelotas, S/N – Emaús;
UBS Suzete Cavalcante: Rua dos Bem-te-vis, S/N – Nova Parnamirim
UBS Cidade Verde: Rua Araçá, nº 633 – Nova Parnamirim
UBS Passagem de Areia 1: Rua Pires de Campos, s/n – Passagem de Areia
UBS Pium: Rua Santa Luzia, S/N – Pium
“Com essa ampliação de vacina para combater ISTs, Parnamirim entra no Ranking de município modelo, que está mais atuante quando o assunto é prevenção”, disse André Maciel, Diretor Geral do SAE/Parnamirim.
Dezenove medicamentos oncológicos incorporados para uso no SUS (Sistema Único de Saúde) ainda não foram disponibilizados aos pacientes. O tempo de atraso varia de 58 dias a 11 anos, segundo levantamento do Instituto Oncoguia (ONG que apoia pessoas com câncer). O Ministério da Saúde diz que negocia com fornecedores e atualiza protocolos clínicos para viabilizar a oferta dos remédios.
Erlotinibe e Gefitinibe, usados no tratamento do câncer de pulmão metastático, são os remédios com maior atraso. Apesar de aprovados pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) em 2013, ainda não foram ofertados aos pacientes. Pela legislação, deveriam estar disponíveis em até 180 dias, mas o atraso já alcança 11 anos.
Os 19 medicamentos oncológicos aprovados no SUS acumulam, em média, 717 dias de atraso. A maior parte dos remédios é voltada para casos de câncer em estágio avançado. Dados de 2023 do Painel de Oncologia do Ministério da Saúde apontam que 57% dos pacientes iniciaram o primeiro tratamento com a doença já em estágio avançado ou metastático.
Luciana Holtz, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia, destaca que esses remédios já são oferecidos na saúde suplementar, o que pode contribuir para que pacientes atendidos em hospitais privados vivam mais do que os tratados na rede pública.
Entre os medicamentos atrasados estão também os inibidores de ciclina —classe de remédios que bloqueia o crescimento das células tumorais.
A primeira linha de tratamento para pacientes com câncer de mama hormonal metastático no SUS é a hormonioterapia, com bloqueadores hormonais associados aos inibidores de ciclina. No sistema público, só a primeira opção está disponível.
A oncologista Angélica Nogueira, presidente da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica), ressalta que todos os medicamentos com atraso já foram avaliados como custo-efetivos pelo governo, por meio da Conitec.
“Eles foram aprovados porque têm alto impacto no controle do câncer. A responsabilidade agora é garantir o acesso aos pacientes”, afirma. “Pacientes do SUS vivem menos. Os mesmos medicamentos que salvam vidas na rede privada ainda não estão disponíveis na pública”, acrescenta.
A compra desses medicamentos no SUS é majoritariamente descentralizada, ou seja, as unidades de saúde fazem suas próprias negociações e aquisições com a verba disponibilizada pelo Ministério da Saúde.
“O Brasil já tem experiência com compra centralizada em programas como o de vacinação, que funcionam muito bem. Mas isso ainda não é prática na oncologia, onde as compras descentralizadas reduzem o poder de negociação do governo e dificultam o acesso aos remédios”, explica.
Para as especialistas, o SUS poderia ampliar a compra centralizada, pois o governo federal tem maior poder para negociar preços melhores, reduzir burocracias e garantir mais agilidade na distribuição ao tratar diretamente com os fornecedores.
“O governo tem carta na manga: pode negociar com a indústria usando seu poder de compra. Mas o que de fato está sendo feito? Não há transparência nem um plano efetivo apresentado”, questiona Holtz.
O Ministério da Saúde afirma ter ampliado em 48% os recursos destinados à assistência oncológica no SUS, com foco na expansão da oferta de serviços e qualificação do atendimento.
“Em 2024, foram destinados R$ 7,5 bilhões para esse atendimento, enquanto em 2022 o valor era de R$ 5,1 bilhões. Do total, mais de R$ 1 bilhão é para compra centralizada de medicamentos oncológicos”, diz a pasta em nota.
Apesar disso, o órgão argumenta que a incorporação dos novos medicamentos representa impacto de quase R$ 1 bilhão por ano, o que, de acordo com a pasta, seria um acréscimo de 83% em relação ao total já destinado para compras centralizadas.
Holtz destaca, porém, que a demora na oferta dos remédios leva pacientes a recorrer à Justiça para garantir o acesso, o que também gera custos extras para o governo. “O paciente pode acionar a Justiça para acessar esses medicamentos aprovados. Isso também tem um custo, que volta para o próprio governo. Então, que economia é essa?”, questiona.
Em 2023, cerca de 33% dos gastos dos estados brasileiros com medicamentos foram provocados por decisões judiciais. O dado é da Pesquisa Assistência Farmacêutica no SUS, elaborada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em parceria com os conselhos Nacional de Secretarias Municipais de Saúde e Nacional de Secretários de Saúde.
O levantamento ouviu gestores de saúde de 25 estados, incluindo o Distrito Federal, e de 1.865 municípios, revelando que todos os estados e 58,7% dos municípios tiveram despesas com medicamentos motivadas por ações judiciais.
Estamos fadados a virar uma venezuela, tudo no brasil da prejuízo, os que recorrem aos PS, hospitais do SUS, ou mesmo outros serviços tão importantes, estão batendo na incompetência, por outra, estou a um ano e seis meses na fila de analise do INSS, ESPERANDO A MINHA APOSENTARIA, UM VERGONHA E DESRESPEITO.
Deixa ver, o nine a algum tempo teve uma lesão nas cordas vocais, maligna?, não sei, o tratamento foi nos hospitais do SUS, o povo quando precisa vai para o Albert Einstein, Sírio Libanês, tudo de segunda categoria.
Esse presidente desgraçado poderia usar os 10 bilhões que o outro desgraçado da Venezuela deve ao nosso país para comprar esses medicamentos e salvar os brasileiros da morte,essa desgraça desse presidente deveria criar vergonha na cara 🤢🤮.
A Anvisa aprovou o Mounjaro (tirzepatida), comercializado no Brasil pela farmacêutica Eli Lilly, para o tratamento de sobrepeso com comorbidades ou obesidade, nesta segunda-feira (9), conforme publicação no Diário Oficial da União. Anteriormente, em setembro de 2023, o medicamento já havia sido autorizado pela agência para o tratamento do diabetes tipo 2.
A decisão considerou os resultados de estudos clínicos que demonstraram a eficácia e segurança do medicamento no tratamento da obesidade.
O Mounjaro é um fármaco que atua nos receptores GLP-1 (peptídeo 1 semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose), hormônios intestinais que auxiliam no controle do metabolismo energético —especialmente na regulação da glicose e do apetite.
Em estudos recentes, o medicamento se mostrou eficaz em pessoas com sobrepeso ou obesidade (sem diabetes), que perderam, em média, até 22,5% do peso corporal, quando combinado com dieta e exercícios.
A tirzepatida foi comparada com a semaglutida (substância usada em remédios como Ozempic e Wegovy) em outra pesquisa. Cerca de 65% dos pacientes perderam pelo menos 15% do peso, e 20% perderam 30% ou mais com o uso do medicamento.
Além da perda de peso, os participantes que usaram tirzepatida também apresentaram melhora na pressão arterial, colesterol e gordura abdominal —fatores importantes para a saúde cardiovascular.
A obesidade é uma doença crônica que afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo — sendo 40 milhões no Brasil, o equivalente a um em cada quatro adultos.
A condição está ligada a mais de 200 complicações, incluindo aumento no risco de diabetes tipo 2 (243%), doenças cardíacas (69%) e hipertensão (113%). Segundo a World Obesity Federation, até 2045, 75% dos adultos brasileiros poderão ter obesidade ou sobrepeso.
Em nota oficial à Folha, o diretor sênior da área médica da Eli Lilly no Brasil, Luiz Magno, afirmou que “as novas opções de tratamento trazem mais oportunidades para quem vive com obesidade e está à procura de melhores alternativas para controle de peso”.
Ele também reforçou que “a obesidade é diferente de um desejo social de emagrecer. A Lilly não promove ou encoraja o uso de medicamentos para fins estéticos e entende que essa prática só estigmatiza ainda mais a medicação para os pacientes que realmente precisam dela para ter benefícios para a saúde.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai passar por uma nova avaliação médica, na manhã desta terça-feira (27). A reavaliação de saúde ocorre após o petista ter sido diagnosticado com um quadro de labirintite, na tarde de segunda (26).
De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência, a agenda de Lula desta terça e dos próximos dias ainda será definida. O presidente está despachando do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.
Segundo apurou a CNN, as agendas de viagens previstas para o Nordeste e para o Sul, na quarta (28) e na quinta (29), podem sofrer mudanças a depender da avaliação médica.
Na segunda, Lula pediu para ser levado ao hospital depois de sentir tonturas. No Hospital Sírio-Libanês, ele passou por uma bateria de exames e foi diagnosticado com labirintite.
Segundo interlocutores do presidente, ele recebeu um primeiro atendimento, em casa, da médica da presidência, Ana Helena Germoglio, que indicou a necessidade de procurar a unidade hospitalar.
Os exames descartaram qualquer relação do mal estar de Lula com as cirurgias no crânio, no final do ano passado.
Infelizmente com costumes antigos o presidente tem sido uma maldição para o Brasil, a fome aumentando as pessoas cada vez mais ficando pobre com esse governo, Mas não podemos desejar o mal a ele pois ele é um ser humano que Deus abençoe a saúde dele e que volte para sua família🙏🙏
Não sou médico, mas sou um especialista observador do cotidiano: Se o Presidente deixar de Beber, ele vai ficar curado da tonteira, vai melhorar muito das besteiras que fala, vai começar ter vergonha do seu passado e vai desistir de disputar a reeleição.
A mulher de 53 anos que levou mais de 1,5 mil picadas de abelhas dentro de um carro em Parnamirim, na Grande Natal, recebeu alta do hospital neste domingo (27) depois de quase um mês internada. Marinez Miranda chegou a ficar na UTI, em estado grave, neste período.
“Foi um sentimento de alegria e também de ter voltado para a minha família, né, que pensava que não ia voltar mais quando disseram que foi essa quantidade [de picadas que sofreu], que eu não sabia que tinha sido essa quantidade”, disse Marinez sobre ter deixado o hospital.
O caso aconteceu no dia 29 de março deste ano. Marinez estava com o dois sobrinhos dentro de um carro do tipo Kombi, quando o caminhão que estava na frente na estrada bateu em um enxame em Parnamirim.
Após as abelhas invadirem a Kombi, Marinez e os sobrinhos saíram do veículo e tentaram se desevencilhar.
“Quando eu saí, as abelhas vieram com tudo contra mim. Aí eu comecei matar, matar, matar. Quanto mais matava, mais tinha. Eu comecei a andar a pé. Elas iam picando e eu ia matando”, lembrou.
“Chegou em certo ponto, eu parei. Fiquei um bom tempo em pé ainda para ver se elas iam embora. Depois sentei e elas continuavam em cima de mim”, contou.
Marinez relatou que percebeu uma abelha diferente na perna dela, que ela suspeitou que pudesse ser uma abelha-rainha, e, então a matou. “Ela era maior, da cor do chão. Quando matei ela foi que as outras abelhas foram se afastando do meu corpo”, disse.
Internação foi de quase 1 mês
A mulher foi levada inicialmente para a UPA da Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal, que confirmou o número de picadas no laudo médico.
Três dias depois ela conseguiu transferência para a UTI do Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal. Depois, completou o período de internação no Hospital de Macaíba.
Em certo momento da internação, segundo a família, ela não estava aceitando bem a medicação e estava com pouca consciência.
Marinez contou que as picadas deixavam uma sensação de dormência no corpo e que temia perder a capacidade de andar, já que enfrenta outros problemas de saúde em decorrência de um AVC.
“Eu ficava com medo de elas picarem minhas pernas, estava a todo o tempo passando a mão para não picar mais na minha perna, porque eu tava sentindo que estavam dormentes já”, disse.
Originalmente desenvolvida para tratar a disfunção erétil, a tadalafila tem ganhado popularidade além das farmácias e se transformado numa espécie de fenômeno cultural. Citada em músicas, amplamente comentada nas redes sociais e até promovida por influenciadores como um suposto impulsionador do desempenho físico, a substância vem sendo adotada por frequentadores de academias como um tipo de “pré-treino alternativo”. Entretanto, especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE alertam: não há comprovação científica de que o uso desse medicamento impulsione o desempenho esportivo, além do que a automedicação pode trazer riscos à saúde.
Segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as vendas da “tadala” — como é conhecido popularmente — no Brasil registraram um aumento expressivo nos últimos anos. Em 2020, foram comercializadas 21,4 milhões de caixas do medicamento. O número saltou para 47,2 milhões em 2023. Já no primeiro semestre de 2024, já haviam sido contabilizadas 31,1 milhões de caixas vendidas, o que mostra uma tendência de crescimento contínuo.
O urologista Rafael Pauletti, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia do Rio Grande do Norte (SBU-RN), revela que cada vez mais os médicos têm sido procurados para prescrever o medicamento para pacientes que estão em busca de um melhor desempenho físico. Diante disso, o médico alerta sobre a falta de evidências científicas a respeito do uso do medicamento com essa finalidade, bem como sobre os possíveis riscos envolvidos nessa prática. “Eu desencorajo fortemente o uso da tadalafila com essa finalidade. Não há comprovação científica de benefícios no desempenho esportivo para indivíduos saudáveis”, alerta o profissional.
O especialista comenta que alguns estudos estão sendo realizados sobre o uso da tadalafila na prática de atividades físicas. Uma pesquisa feita com atletas saudáveis intitulada “Efeitos da tadalafila no tecido muscular esquelético: explorando interações e novos mecanismos de ação”, publicada na revista Minerva Endocrinology, mostrou que uma dose de 20 mg não alterou significativamente parâmetros como volume máximo de oxigênio ou limiares aeróbicos e anaeróbicos em condições normóxicas — aquelas em que há um suprimento adequado de oxigênio. Isso sugere que o medicamento não melhora o desempenho físico nessas circunstâncias.
“Existem estudos publicados e em andamento a respeito do uso de tadalafila no esporte. Por exemplo, uma pesquisa avaliou o impacto da tadalafila em índices de desempenho anaeróbio em atletas saudáveis e encontrou aumentos nos níveis de lactato após o exercício, mas sem melhora significativa no desempenho. Com relação à massa muscular, apenas estudos em laboratório foram realizados, uma vez que as sociedades médicas e do esporte já debatem há muitos anos sobre os riscos da utilização de drogas em geral para a prática de esporte”, comenta o urologista.
Rafael também esclarece que não há evidências científicas de que a tadalafila cause dependência física. Porém, o uso recreativo pode levar a uma dependência psicológica, de tal modo que faça com que o indivíduo sinta a necessidade do medicamento como condição única para um desempenho sexual adequado, conforme se tem propagado em redes sociais e em sites de conteúdo adulto.
Jair Bolsonaro passa mal e é levado para o hospital de Santa Cruz. A princípio, tudo indica que foi queda de pressão. O ex-presidente segue no hospital para fazer exames.
A parada em Tangará não aconteceu pois ele seguiu direto para o hospital.
No RN esse “cara”, não é bem vindo. Na outra vez as abelhas botaram ele para correr, agora passou mal. realmente é sangue “RUIM”. Quando se deseja mal ou se prática o mal com outra pessoa é isso que acontece.
Essa desculpa do nome parecido é muito fraca, até porque no momento da busca no cadastro, isso é feito de forma automática sem a possibilidade de erro, a busca é feita pela compatibilidade e em seguida o paciente é identificado pelo CPF não elo nome.