Os preços dos medicamentos em todo o país devem ser reajustados em até 4,5% a partir deste domingo (31).
Esse percentual, que funciona como um teto (valor máximo), foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos e publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (28).
As farmácias podem aplicar esses 4,5% de reajuste de uma vez ou “parcelar” esse aumento ao longo do ano.
Mas, até março do ano que vem (quando a Câmara de Regulação deve soltar nova regra), farmácias e fabricantes não podem aplicar reajustes maiores que esse.
Na resolução sobre o reajuste, o conselho informa que as empresas produtoras deverão dar “ampla publicidade” aos preços de seus medicamentos, não podendo ser superior aos preços publicados pela Câmara de Regulação no portal da Anvisa.
Depois de passar 35 anos no Walfredo Gurgel, faço uso de aproximadamente 13 medicamentos diariamente, se a coisa continuar com esta indo, com certeza, não poderei mais comprar nada.
Mais uma demonstração de amor do Presidente aos pobres de seu País.
O médico cirurgião torácico, conselheiro do Conselho Federal de Medicina, Jeancarlo Fernandes Cavalcante, atual vice-presidente do CFM, e também advogado, vem protagonizando um importante papel, através de ações de apoio em favor da segurança jurídica da medicina.
Sua mais recente atuação, que ganhou destaque, foi na iniciativa do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) para retirar a generalização do termo “erro médico” do Sistema Nacional de Nomenclatura de Processos. A medida já está em vigor desde o último mês de fevereiro.
Em recente evento realizado no mês passado, o Dr. Jeancarlo Cavalcante conheceu o trabalho de uma delegada da Polícia Civil, do estado de Goiás, que trabalha no combate aos falsos médicos, atuando com procedimentos estéticos invasivos. Com novas perspectivas, o conselheiro agora pretende atuar junto às autoridades potiguares para replicar o exemplo goiano através da criação de um núcleo de combate a crimes contra a Saúde dentro de alguma delegacia especializada.
Um diferencial está no conhecimento jurídico de Jeancarlo Cavalcante, que vem transformando o cenário de judicialização da Saúde e de constantes infrações à lei do ato médico (lei 12.842/2013) por outras profissões.
O município de Natal lida com o aumento de notificações da dengue em seu território e uma adesão tímida à vacinação. A capital potiguar chegou a 1.318 casos confirmados da doença e superou o número registrado em todo o ano de 2023, que é de 1.241. Em paralelo a isso, até esta segunda-feira (8), 20,81% do público alvo da vacinação (entre 10 e 14 anos de idade) receberam suas doses.
O percentual, conforme dados da plataforma Localiza SUS, corresponde a 9.687 pessoas, contra um público total de 46.549. No entanto, em relação às doses do imunizante, chamado Qdenga, enviadas ao município, a capital utilizou cerca de 51,5%. No total, o Ministério da Saúde enviou 18.806 no primeiro lote.
Com pouco mais de 50% dos imunizantes disponíveis utilizados e o aumento do número de casos prováveis da doença, que chegou a incidência de 391,13 a cada 100 mil habitantes na cidade, levanta-se a possibilidade de uma alteração no público-alvo atual.
A culpa é do Bolsonaro que não exterminou o mosquito da dengue é de são Pedro que manda muita chuva, é da população que não tira a água do seu terreno, é do mosquito que não tomou a vacina e prolifera muito rápido, é dos hospitais que não param de diagnosticar dengue nas pessoas , mas nunca será do ex-presidiário e da sua ministra da saúde, que se negaram a comprar as vacinas e não fazem nem falam nada a respeito da doença.
Genocidas?
Não era.isso que vocês queiram
Então toooomaaaaa!!!!!
A prefeitura de Macau realiza, neste sábado (13), o Dia D da Vacinação contra a Influenza, vacina de combate e prevenção à gripe. A campanha será realizada nas UBS’s do Valadão e CEM, das 8h às 14h.
O público-alvo a receber a imunização será: idosos, gestantes, puérperas, crianças menores de 6 anos, indígenas, professores, profissionais da saúde, pessoas em situação de rua, profissionais da área de segurança e salvamento, militares das forças armas e pessoas com deficiência permanente.
Para se vacinar é preciso estar munido de documento com foto, cartão SUS e carteira de vacina. A expectativa é imunizar mais de 300 pessoas apenas neste dia D.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal ampliou, de forma temporária, a estratégia de vacinação contra a dengue para o público com idade entre 4 e 59 anos, a partir desta quinta-feira (18). A estratégia segue recomendação do Ministério da Saúde visando evitar a perda de doses do imunizante com data de validade até 30 de abril de 2024.
“A estratégia acontece de forma temporária para esse lote do imunizante com validade até o final do mês de abril, e segue enquanto houver estoque das vacinas nas unidades de saúde, pois essa é uma ampliação temporária para não acontecer perdas do imunizante”, reforça Veruska Ramos, chefe do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI).
No município, a vacinação com o imunizante Qdenga (TAK-003) começou no dia 19 de fevereiro, tendo como público-alvo inicial pessoas com idade entre 10 e 14 anos. Dados da plataforma LocalizaSUS contabilizam 10.207 doses aplicadas para esse público até a quarta-feira (17), o que representa cerca de 21,93% da população alvo vacinada em Natal, o que motivou a ampliação para a imunização de pessoas com idade entre 4 aos 59 anos 11 meses e 29 dias, seguindo o limite especificado na bula do fabricante da vacina.
A imunização acontece nas Unidades Básicas de Saúde, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 15h. O esquema vacinal é composto por duas doses do imunizante Qdenga com intervalo de três meses entre elas.
A ampliação temporária das doses para o novo público segue a quantidade das vacinas disponíveis nas Unidades de Saúde e são referentes aos imunizantes recebidos no primeiro lote da vacina Qdenga (TAK-003), com validade até 30 de abril.
Quem pode se vacinar?
pessoas com idade entre 4 e 59 anos 11 meses e 29 dias de idade;
Quem não pode se vacinar?
Gestantes;
Lactantes;
Menores de 4 anos;
Maiores de 60 anos;
Imunossuprimidos.
Quais documentos apresentar para vacinação?
Documento de identificação pessoal;
Cartão de vacinação;
Menores de idade – Estar acompanhadas de um responsável maior de idade;
Apresentar comprovante de residência de Natal.
O Brasil alcançou a marca dos 1.601 óbitos por dengue confirmados em 2024. Além disso, outras duas mil mortes seguem em investigação e podem ter sido causadas pela doença, totalizando 3,6 mil mortes confirmadas ou suspeitas até o momento. Os dados são do painel de casos do Ministério da Saúde atualizado nessa sexta-feira (19).
O número de mortes confirmadas é 35% superior a todo o ano de 2023, quando 1.179 brasileiros perderam a vida para doença. A diferença entre os casos ainda em investigação de 2023 e 2024 supera os 1.707%. Do ano passado, apenas 114 ocorrências seguem em investigação.
Em relação aos casos prováveis da doença, os números chegam a 3,535 milhões em 2024 contra 1,649 milhão em 2023, aumento de 114%. Já o coeficiente de incidência de casos por 100 mil habitantes cresceu de 773 em 2023 para 1.741 casos prováveis para cada 100 mil brasileiros em 2024.
As mulheres são as mais afetadas pela doença, representando 55% das ocorrências prováveis, contra 44% de pessoas do sexo masculino. A faixa etária mais afetada é dos 20 aos 29 anos, com 358 mil mulheres dessa faixa etária atingidas contra 299 mil homens.
Apesar do aumento expressivo no número de casos e óbitos, a letalidade da doença em relação ao total de casos teve leve redução. De uma letalidade de 4,83% em casos graves em 2023 para 4,35% em 2024. Além disso, a letalidade dos casos prováveis passou de 0,07% para 0,05% no mesmo período.
Estados
Proporcionalmente, as unidades da federação com a situação mais grave da doença, índice calculado por casos prováveis a cada 100 mil habitantes (coeficiente de incidência), são: Distrito Federal (7,9 mil x 100 mil); Minas Gerais (5,3 mil x 100 mil); Paraná (3,0 mil x 100 mil); Espírito Santo (2,9 mil x 100 mil); Goiás (2,5 mil x 100 mil); Santa Catarina (2,0 mil x 100 mil); São Paulo (1,8 mil x 100 mil); e Rio de Janeiro (1,3 mil x 100 mil).
Na parte embaixo da tabela, com os melhores índices de incidência, estão os estados de Roraima (36 casos x 100 mil); Ceará (96 casos x 100 mil); Maranhão (128 casos x 100 mil); Sergipe (137 casos x 100 mil) e Alagoas (152 casos x 100 mil).
Fico só imaginando se esse governo das trevas estivesse no poder na época da covid 19. Eles nem estavam e ainda roubaram dinheiro. Imagina na pandemia da covid. Cadê o dinheiro dos respiradores? Não cuidam nem de dengue, imagina de COVID, totalmente desconhecida. PT é só hipocrisia.
Quase um mês após o início da vacinação contra a gripe no Brasil, apenas 21% do público-alvo recebeu o imunizante. De acordo com dados do Ministério da Saúde, pouco mais de 14 milhões de pessoas foram vacinadas. A meta é imunizar 75 milhões de brasileiros.
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal, são os estados com as menores porcentagens da população vacinada. Nesses locais, a cobertura vacinal não passa de 17%.
Por conta do aumento da circulação de vírus respiratórios no país, o ministério antecipou a campanha anual, que normalmente ocorre entre os meses de abril e maio.
Oficialmente, a imunização nacional começou no dia 25 de março, mas em alguns locais a vacinação se iniciou ainda mais cedo, conforme a chegada de doses – medida que foi orientada pelo próprio Ministério da Saúde.
O público-alvo elegível para tomar a vacina da gripe pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é formado por:
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
Crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos;
Trabalhadores da Saúde;
Gestantes;
Puérperas;
Professores dos ensinos básico e superior;
Povos indígenas;
Idosos com 60 anos ou mais;
Pessoas em situação de rua;
Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
Profissionais das Forças Armadas;
Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
Pessoas com deficiência permanente;
Caminhoneiros;
Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
Trabalhadores portuários;
Funcionários do sistema de privação de liberdade;
População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
A vacina também pode ser encontrada em clínicas particulares para quem quiser se imunizar e não estiver no público prioritário.
Pela primeira vez em 18 anos, o Brasil registrou um caso autóctone de cólera, ou seja, em que o paciente contraiu a doença no próprio país e não em viagem para regiões afetadas. O caso foi detectado em Salvador, na Bahia.
Nota técnica assinada pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente informou que a bactéria causadora da doença (Vibrio cholerae) foi identificada em um homem de 60 anos, que não tinha viajado recentemente a países com ocorrência de cólera, nem tido contato com algum outro caso confirmado ou mesmo suspeito.
O homem apresentou sintomas de desconforto abdominal e diarreia em março e já está curado.
Exames realizados nas pessoas que tiveram contato com o homem contaminado e nos profissionais de saúde que o atenderam deram negativo, eliminando qualquer risco de transmissão.
Medidas preventivas e investigações adicionais estão em andamento pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (CIEVS-BA), em coordenação com entidades locais e nacionais, segundo nota divulgada pelo ministério.
A cólera é uma doença infecciosa intestinal aguda, transmitida por contaminação fecal-oral direta, ingestão de água ou alimentos contaminados e ainda de pessoa para pessoa.
A bactéria da cólera está ativa na natureza. Sua propagação pode ser evitada com medidas de higiene pessoal adequadas e, sobretudo, com saneamento básico.
Cerca de 75% das pessoas infectadas permanecem assintomáticas. Formas graves da doença devem ser tratadas imediatamente para evitar complicações e, em casos extremos, a morte.
Desde 2006, o Brasil não registrava casos autóctones da doença. Nesse período foram registrados apenas quatro casos importados de países com surtos da doença. Os últimos casos autóctones foram registrados em Pernambuco, entre 2004 e 2005.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), de janeiro a março deste ano, 31 países registraram casos ou surtos de cólera. A região africana é a mais impactada, com 18 países afetados.
Mais um feito inédito desse governo? Muitos recordes e feitos inéditos que só um governo “do amor” poderia produzir. O ódio foi derrotado, segundo os artistas e o “consórcio”. Parabéns.
Atrasos no processo de compra de vacinas contra a covid-19 pelo Ministério da Saúde levaram ao adiamento do início da campanha de imunização deste ano contra a doença e já provocam desabastecimento em vários Estados do País.
O problema, de acordo com o ministério, foi causado por um impasse entre as farmacêuticas Pfizer e Moderna, que brigavam na Justiça por divergências no pregão de compra. Especialistas, no entanto, dizem que a falta de imunizantes também está relacionada à falta de planejamento do ministério.
Em fevereiro, o ministério afirmou que estava em processo de compra da vacina atualizada contra a cepa XBB.1.5 (uma subvariante da ômicron) e que receberia as doses do imunizante em março, indicando que a campanha teria início no mês passado. A afirmação foi feita nas redes sociais pela secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, Ethel Maciel.
Posteriormente, a campanha foi prometida para abril e, agora, deverá ter início somente em maio. Segundo Ethel, a compra acabou sofrendo atrasos após impasse jurídico envolvendo as empresas em disputa no pregão. De acordo com ela, a pasta deu início a um processo de compra emergencial em dezembro, quando a vacina atualizada da Pfizer foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Em março, no entanto, a vacina da Moderna atualizada para a cepa XBB.1.5 também recebeu o aval da agência, entrou na disputa e venceu o pregão. Depois disso, segundo a secretária, a Pfizer questionou o resultado, o que levou a uma disputa jurídica que deve ter o desfecho nesta quinta-feira, 18, quando o resultado da licitação for divulgado pela pasta.
Atualmente, o Ministério da Saúde tem em seu estoque para distribuição apenas 1,5 milhão de doses da vacina pediátrica contra a covid-19, sem mais doses da vacina para maiores de 12 anos.
Com isso, ao menos seis Estados (de dez que responderam aos questionamentos da reportagem) já estão sem doses ou dizem que há risco de a vacinação ser interrompida pelos estoques baixos.
Uma preocupação dos pacientes da rede pública é com a fila de espera para cirurgias eletivas. O Ministério da Saúde fez um acordo em março de 2023 com os 26 estados e o Distrito Federal para criar a fila nacional de cirurgias eletivas.
Até janeiro de 2024, o programa realizou quase 650 mil operações agendadas que não tinham urgência, quase um terço de catarata; 37 mil pessoas fizeram cirurgia para retirar a vesícula, um aumento de 19% na comparação com o período anterior.
Mas, se de lá pra cá a fila andou, a lista de espera ainda segue longa. O ano de 2024 abriu com mais de 1,2 milhão pacientes nessa situação.
A falta de médicos especializados nos hospitais públicos é mais crítica em alguns estados por causa da má distribuição dos profissionais pelo país. Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos especialistas está concentrada no Sudeste do Brasil e há maior carência no Norte e no Nordeste.
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirma que uma das prioridades do governo é dar uma rápida resposta ao que ela classifica de grandes vazios de especialistas no país, principalmente de anestesistas, cardiologistas e oncologistas.
E daí para pior, essa Nísia Trindade está no ministério da saúde por ser mulher, porque não tem nenhuma capacidade de administrar um dos ministérios mais importante do país, desde quando teve aquele evento em seu ministério com aquela dança do “baticu” ali ela mostrou para o que veio, assim como todos neste desgoverno de merda , que está jogando o país na miséria.
Os jumentos ainda tem coragem em defender um governo deste, também esperar o que de jumentos.
Os médicos efetivos (concursados) que trabalham na rede municipal de saúde de Parnamirim passam, a partir desta terça-feira (21), a contar com uma Gratificação de Produtividade, que será paga mensalmente e individualmente, de acordo com as metas e produção de trabalho. A lei do adicional na remuneração foi sancionada pelo prefeito Rosano Taveira e publicada hoje no diário oficial do município.
A partir de agora, os médicos podem receber extras de até R$ 2.000,00: para carga horária de 20h; e até R$ 4.000,00: para carga horária de 40h. A Gratificação de Produtividade Médica será paga em conformidade do resultado obtido a partir do cumprimento dos indicadores de metas e produção, levando em consideração:
• As peculiaridades de cada atividade;
• A quantidade de atendimentos na Atenção Primária;
• Assiduidade no serviço para os médicos inseridos da Rede de Urgência e Emergência;
• Quantidade de atendimentos para os médicos da Atenção
• Especializada.
“Parnamirim está trabalhando para melhorar cada vez mais o atendimento na área da saúde para nossa população. Ampliamos o número de médicos e agora estamos implantando esse adicional que serve como estímulo para a produtividade”, destacou o prefeito Rosano Taveira.
De 28 de novembro a 01 de dezembro, Parnamirim estará recebendo uma equipe do Ministério da Saúde com o Projeto Roda Hansen, quando uma carreta estará na cidade, estacionada em frente ao CIS – Centro Integrado de Saúde, em Santos Reis, para atender a população que apresente manchas de pele ou lesões, com testes e exames para diagnóstico precoce da hanseníase. Além dos testes, a equipe também vai trabalhar no tratamento de quem precisar.
A Carreta da Hanseníase estará atendendo das 8h às 16h e não é necessário fazer marcação para as consultas e exames. Qualquer pessoa que apresente manchas de pele, perda de sensibilidade ou ainda quem teve contato direto com pessoas infectadas, fazem parte do público alvo dessa ação.
Os profissionais do Governo Federal também vão trabalhar na qualificação e atualização dos profissionais das equipes de Estratégia de Saúde de Família e dermatologistas da rede municipal, para diagnóstico precoce de casos da Hanseníase.
A Secretaria de Saúde de Natal (SMS) efetuou na manhã desta sexta-feira (24) a transferência de valores que chegam a mais de R$ 5 milhões para hospitais da rede privada que realizam serviços cardiológicos conveniados com o Município. Com o pagamento, efetuado antes de decisão judicial proferida sobre a questão, a SMS recebeu dos hospitais Incor e Hospital do Coração a confirmação do restabelecimento dos serviços que haviam sido suspensos.
Por outro lado, a Procuradoria do Município apresenta embargos à decisão da 6ª Vara da Fazenda Pública que havia determinado o bloqueio nas contas do município para o pagamento desses prestadores de serviço. “A decisão é para o bloqueio nas contas do município para o repasse à conta da secretaria municipal de Saúde para que seja feito o pagamento. Como esse repasse da conta geral para a da Saúde já foi feito hoje, a decisão perde a sua eficácia e, em virtude disso, entramos com os embargos”, explica o procurador Thiago Tavares.
“Os hospitais deverão emitir uma nota ainda hoje, comunicando a retomada dos atendimentos ainda hoje”, informou o secretário municipal de Saúde, George Antunes, em entrevista à 96 FM, acrescentando ter recebido a confirmação das duas unidades hospitalares, após a liberação dos recursos.
De acordo com o secretário, o atraso no pagamento ocorreu devido às dificuldades financeiras enfrentadas pelo Poder Público. “Problema é falta de dinheiro”, resumiu ele.
Por intermédio da SMS, a Prefeitura de Natal vem atuando para contornar as adversidades para manter os serviços médicos em funcionamento contínuo. No início deste mês, a secretaria havia assumido o pagamento integral dos serviços que haviam sido prestados pelos hospitais privados que prestam atendimento em cardiologia no Município.
George Antunes ainda reiterou que os repasses obrigatórios do Ministério da Saúde a Natal estão defasados há um ano, o que compromete o fluxo de pagamentos da SMS aos hospitais e outros fornecedores. “Desde o ano passado, temos direito ao aumento do teto financeiro para R$ 43 milhões. Mesmo com essa questão já tendo sido aprovada pelo Ministério da Saúde, falta a liberação do valor. O resultado é que a nossa execução financeira acaba sendo maior que as receitas que chegam do Ministério”, relatou. “Quem banca os serviços na prática é apenas o Município”.
O Sistema Único de Saúde (SUS) possui 340 milhões de cadastros ativos, segundo o Ministério da Saúde. O número é muito superior à quantidade de pessoas que vivem no país. O último Censo, divulgado em junho deste ano, apontou que o Brasil tem 203 milhões de habitantes.
O Ministério da Saúde justificou que o número de cadastros ativos ultrapassa a estimativa populacional devido à universalização do atendimento, que abrange usuários estrangeiros e registros de óbitos. A pasta declarou que os cadastros duplicados decorrem da “prioridade do SUS em assegurar atendimento a todos, mesmo em situações em que os pacientes não podem fornecer dados completos no momento do atendimento”.
Em janeiro, Lula sancionou a lei que torna o CPF o único número do registro geral no Brasil. O texto prevê que os sistemas de órgãos públicos, entre eles o SUS, devem se adequar à medida em um prazo de 12 meses.
O deputado Julio Lopes, do PP do Rio de Janeiro, levou o problema do SUS para o presidente do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas, e disse que acionará o STF contra o governo. “Não existe demonstração de desordem e de falta de controle maior do que isso”, afirmou.
A falta de controle nos cadastros do SUS prejudica o monitoramento dos serviços médicos prestados no país e pode levar à distorção dos dados da saúde. Também torna mais difícil a fiscalização contra procedimentos fraudulentos e desvios de medicamentos.
O Ministério da Saúde afirmou que “continua trabalhando na vinculação de cadastros duplicados assim que obtém dados suficientes para garantir a identificação precisa do usuário, reforçando o seu compromisso com a eficiência e transparência na gestão dessas informações”.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta sexta-feira (1º) a abertura de uma consulta pública para revisar a proibição dos cigarros eletrônicos no Brasil. A decisão foi unânime entre os colegiados, e a consulta à sociedade tem validade de 60 dias.
Os votos seguiram conforme a decisão do diretor-presidente e relator, Antonio Barra Torres.
“Conforme supracitado no Ministério da Saúde, a meta de redução de tabagismo no Brasil em 40% até 2030 está prevista no plano de ações estratégicas para o enfrentamento de doenças crônicas e agravos não transmissíveis no Brasil de, 2009 a 2030, desse Ministério, e que esse referido órgão aponta inteiramente para a alternativa dois do relatório de Análise de Impacto Regulatória, qual seja a manutenção das proibições estabelecidas pela RDC 46 de 2009, com aprimoramento do instrumento normativo e implementação de ações adicionais não normativas. Nesse cenário, destaco as implicações médico-sanitárias e o que temos hoje consolidado como política sanitária de combate ao tabagismo”, justificou Torres, em relação ao seu voto.
O maior hospital do Rio Grande do Norte, o Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, ficou lotado na tarde desta quinta-feira (14). Pacientes registraram em vídeos a recepção da unidade cheia e com pelo menos sete macas espalhadas.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que o sistema eletrônico de prontuário da unidade, que é contratado junto a uma empresa terceirizada, tem apresentado problemas há cerca de cinco dias.
“A empresa foi acionada e o setor de gestão de tecnologia da Sesap também trabalha em paralelo para solucionar a situação. A assistência aos pacientes está mantida normalmente ao longo destes dias”, diz a nota.
O monitor que fica na recepção para informar as fichas de atendimento também estava desligada no momento em que a a reportagem da Inter TV Cabugi esteve no local, por conta do problema.
A Sesap informou que ainda não há prazo definido para que a questão seja solucionada. A expectativa era de que o problema fosse resolvido nesta quinta, mas não foi possível.
Compare com os aumentos dados pelo (des)Governo de Bostanaro!
Depois de passar 35 anos no Walfredo Gurgel, faço uso de aproximadamente 13 medicamentos diariamente, se a coisa continuar com esta indo, com certeza, não poderei mais comprar nada.
Mais uma demonstração de amor do Presidente aos pobres de seu País.
BG, procura aí uma notícia desse desgoverno que nos dê alegria! É só miséria?
Ainda falta o grosso…meu querido, o carro está de ladeira abaixo.
O aumento do amor.