Saúde

Descoberta de Ômicron em animais em Nova York gera preocupação

Foto: Wikimedia Commons

A descoberta da variante Ômicron em veados de cauda branca em Nova York levantou preocupações de que a espécie, que chega a 30 milhões nos Estados Unidos (EUA), possa se tornar hospedeira de nova cepa do coronavírus, segundo pesquisa divulgada nessa terça-feira (8).

Sangue e algumas amostras nasais de 131 veados em Staten Island (Nova York) revelaram que quase 15% tinham anticorpos para o vírus. A descoberta sugeriu que os animais tiveram infecções anteriores por coronavírus e eram vulneráveis ​​a repetidas reinfecções com novas variantes, disseram os pesquisadores, liderados por cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia.

“A circulação do vírus em população animal sempre aumenta a possibilidade de voltar aos humanos, oferecendo oportunidades para o vírus evoluir para novas variantes”, disse Suresh Kuchipudi, microbiologista veterinário da Universidade Estadual da Pensilvânia. “Quando o vírus sofre mutação completa, ele pode escapar da proteção da vacina atual. Então, teríamos que mudar a vacina novamente”, afirmou Kuchipudi.

Agência Brasil

 

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Saúde

COVID: RN possui 15 leitos críticos disponíveis e 23 de pacientes na lista de regulação; Leitos clínicos disponíveis são 78

Conforme levantamento feito por volta das 16h30 desta segunda-feira (7), o RN possui mais pacientes necessitando de leitos críticos do que a quantidade disponível.

Neste período, havia 23 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e 1 aguardava avaliação.

Foram registrados disponíveis 15 leitos críticos e outros 78, sendo clínicos.

Em relação aos leitos clínicos, havia 16 pacientes na lista de regulação até o momento desta publicação.

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Saúde

Menos de 20% das crianças de 5 a 11 anos foram vacinadas no Brasil

Foto: SMSA/Divulgação

Mesmo com oferta de vacinas pediátricas contra a Covid-19, oficialmente o Brasil só registrou a imunização de menos de 20% do público de 5 a 11 anos, até esta segunda-feira (7). São 3,7 milhões de aplicações nessa faixa etária, embora os estados e o Distrito Federal tenham recebido cerca de 10 milhões de doses das vacinas da Pfizer e da CoronaVac para a campanha infantil.

As atualizações foram compiladas a pedido do R7 pelo Vacinômetro do Painel Covid-19 – Estatísticas do Coronavírus, plataforma criada pelo analista de sistemas e matemático Giscard Stephanou com base em dados do Ministério da Saúde e das secretarias de Saúde dos estados e do DF.

O vacinômetro mostra que o número de crianças entre 5 e 11 anos que receberam a primeira dose até o momento corresponde a 18,25% da população estimada em 20,2 milhões nessa faixa etária. As unidades federativas que proporcionalmente mais vacinaram até o momento foram São Paulo, com quase 2 milhões de crianças imunizadas (49,34%), Distrito Federal (30,34%), Rio Grande do Norte (22,79%) e Espírito Santo (19,57%).

R7

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Saúde

COVID: Brasil registra 391 óbitos 59 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (6).

– O país 391* óbitos nas últimas 24h, totalizando 632.193 mortes;

– Foram 59.737* novos casos de coronavírus registrados, no total 26.533.010;

*Sem dados do DF, MT e TO que não divulgam aos domingos. Sem dados de casos de GO e RN, por problemas para acessar o sistema do Ministério da Saúde.

Dessa forma, a média móvel de óbitos dos últimos sete dias ficou em 763 e a média móvel de casos em 169.163.

O ministério da Saúde calcula que mais de 22,6 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 77,5%

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 77,5%, registrada no início da tarde deste domingo (6). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 258.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 73,6% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 84,4% e a Região Seridó tem 80%.

Até o momento desta publicação são 14 leitos críticos (UTI) disponíveis e 117 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 64 disponíveis e 141 ocupados.

Outros 20 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 43 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.

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Saúde

OMS volta a pressionar China a investigar origem da pandemia de Covid-19

Foto: DENIS BALIBOUSE/REUTERS

O chefe da OMS (Organização Mundial da Saúde) disse neste sábado (5) que discutiu com o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, a necessidade de uma colaboração mais forte sobre as origens do coronavírus Sars-CoV-2, causador da Covid-19, um assunto de controvérsia que prejudicou as relações de Pequim com o Ocidente.

Tedros Adhanom Ghebreyesus já havia pressionado a China a ser mais aberta com dados e informações relacionadas à origem do vírus.

“Prazer em conhecer o primeiro-ministro Li Keqiang”, tuitou Tedros. “Discutimos a Covid-19 e a necessidade de um esforço agressivo no VaccinEquity este ano para vacinar 70% de todas as populações”, disse ele, referindo-se à campanha da OMS por acesso justo a vacinas em todo o mundo.

“Também discutimos a necessidade de uma colaboração mais forte nas origens do vírus Covid-19, enraizada na ciência e nas evidências”, acrescentou.

A OMS estabeleceu no ano passado o Grupo Consultivo Científico sobre as Origens de Novos Patógenos e pediu à China que forneça dados brutos para ajudar em qualquer nova investigação. A China recusou, citando regras de privacidade do paciente.

A China negou consistentemente as alegações de que o vírus vazou de um laboratório especializado na cidade de Wuhan, onde o Covid-19 foi identificado pela primeira vez no final de 2019.

Um estudo conjunto da China e da OMS publicado no ano passado praticamente descartou a teoria de que o Sars-CoV-2 se originou em um laboratório, dizendo que a hipótese mais provável era que ele infectasse humanos naturalmente, provavelmente através do comércio de animais selvagens.

Em novembro passado, a China afirmou que um relatório de inteligência dos EUA desclassificado dizendo que era plausível que a pandemia tenha se originado em um laboratório não era científico e não tinha credibilidade.

R7

Opinião dos leitores

  1. Isso não tem nada a ver com o fato sa China e a Russia terem anunciados uma parceria na luta pelo poder mundial frente aos EUA.

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Saúde

RN: Em ritmo ‘abaixo das expectativas’, vacinação contra a covid alcança 22% das crianças

Foto: Saulo Roberto/Sistema Verdes Mares

Passadas três semanas do início oficial da vacinação infantil contra a Covid no Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde Pública avalia que o número de crianças vacinadas no Estado está abaixo das expectativas. Para a pasta, pelo menos 40% do público alvo já deveria ter tomado a primeira dose, mas apenas 22% das crianças, o que corresponde a 74.616 pequenos potiguares, se imunizou contra o coronavírus.

Segundo a coordenadora de vigilância em saúde da Sesap, Kelly Lima, o Estado já enviou aos municípios um montante superior a 200 mil doses da vacina pediátrica. O público total estimado é de 350 mil crianças.

A Sesap avalia também um Dia D na segunda quinzena de fevereiro, visando estimular a vacinação infantil das crianças potiguares. A expectativa é que a data aconteça num domingo. “Vamos propor aos municípios que esse dia seja num domingo entendendo que mesmo aos sábados alguns pais ou responsáveis tem dificuldade de levar os filhos porque também exercem atividades laborais”, completou Kelly Lima.

Brasil

A aplicação de vacinas contra a covid-19 em crianças de cinco a 11 anos avança em ritmo lento no Brasil. Desinformação, problemas de planejamento e escassez de imunizantes dificultam o avanço da campanha, iniciada só um mês depois da aprovação das autoridades sanitárias. Levantamento feito pelo Estadão junto aos governos estaduais mostra que, até a última segunda-feira, cerca de 1,9 milhão de crianças tinham sido vacinadas no Brasil – o que equivale a 10% do público-alvo.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse em mais de uma oportunidade que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem capacidade para vacinar 2,4 milhões de pessoas por dia. Há salas e profissionais suficientes para isso e o número já foi batido diversas vezes durante a campanha de imunização contra a covid-19. Considerando que o Brasil vem aplicando metade disso, cerca de 1,2 milhão de doses por dia, há espaço para vacinar mais de um milhão de crianças diariamente.

No entanto, a média dessas primeiras duas semanas de campanha é de 130 mil vacinas aplicadas por dia no público infantil. Os números foram informados pelos Estados – pode haver defasagem por causa da demora entre a aplicação da vacina e o registro no sistema.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. O camarada colocar a vida dos filhos em risco por conta das idiotices de bolsonaro? Deus tenha misericórdia das crianças inocentes.

    1. Como assim? O que Bolsonaro tem a ver?quer dizer que Os pais de 80% das crianças o apoiam? É isso???

  2. Deve ser boa essa vacina. Os governadores da Bahia e de Pernambuco já vacinaram os filhos. Por que os exaltadinhos não cobram eles? Hum… Parece que tem hipocrisia no ar…

  3. Quem tá Perdido é vc Alldo com essa retórica desinformada negacionista acerca dos benefícios da Vacina.

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Saúde

Linhagem mais transmissível da variante Ômicron é detectada no Brasil, diz Fiocruz

Imagem: Getty Images

Um monitoramento das variantes da Covid-19 em circulação no país feito pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) constatou a presença da linhagem BA.2 da Ômicron. A subvariante preocupa por ser pelo menos 33% mais transmissível que a cepa original da Ômicron e por demonstrar um maior potencial de infectar pessoas já vacinadas contra o coronavírus.

A identificação da linhagem foi feita a partir de um sequenciamento genômico das linhagens e variantes do vírus da Covid-19, conduzido pela Rede Genômica Fiocruz entre os dias 14 e 27 de janeiro. Segundo o instituto, detectou-se um caso da subvariante BA.2 nesse intervalo.

Os resultados do sequenciamento genômico também mostraram que a Ômicron domina quase que por completo o cenário epidemiológico da Covid-19 no Brasil. Segundo a análise da Fiocruz, em janeiro, a variante correspondeu a aproximadamente 96% do total de infecções pela doença no país. Em dezembro de 2021, apenas 39% dos casos de Covid-19 foram devidos à Ômicron.

Além da linhagem BA.2, a Fiocruz identificou a presença de outras subvariantes da Ômicron no Brasil. Segundo o instituto, foram ao menos 2.382 casos da linhagem BA.1 e 226 casos da cepa BA.1.1.

R7

Opinião dos leitores

    1. Enquanto houver derramamento de dinheiro, não… Vão aparecer 795 variantes das variantes, cada uma mais contaminante do que a outra. E mais doses e doses de vacina. Tudo pela SIENSIA…

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Saúde

Mãe vacinada com CoronaVac transmite anticorpos ao bebê, diz estudos

Foto: Divulgação / Fiocruz

Dois estudos de caso publicados recentemente em revistas científicas mostram que bebês cujas mães tomaram a vacina CoronaVac durante a gravidez nasceram com imunidade contra a covid-19, ou seja, com anticorpos contra o Sars-Cov2. A CoronaVac é o imunizante da farmacêutica chinesa Sinovac, produzido no Brasil pelo Instituto Butantan.

Em um desses estudos, feito por pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), publicado na revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, constatou-se que um recém-nascido, cuja mãe havia sido vacinada com a CoronaVac na 34ª e na 37ª semana de gestação, havia desenvolvido anticorpos contra a covid-19.

De acordo com o Butantan, foram colhidas amostra de sangue do recém-nascido 24 horas depois do parto. “A imunidade passiva pode ter ocorrido por via transplacentária. Isso porque a transferência de imunoglobulina G (anticorpos do tipo IgG) da mãe para o feto começa no final do primeiro trimestre de gestação e aumenta ao longo da gravidez. A concentração continua a aumentar no terceiro trimestre, permitindo que as concentrações de anticorpos fetais excedam os níveis maternos em 20% a 30%”, detalha a pesquisa.

No outro estudo de caso, publicado na revista Human Vaccines & Immunotherapeutics, realizado por pesquisadores do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Istambul, na Turquia, constatou-se também a passagem do anticorpo para o recém-nascido.

A mãe recebeu a primeira dose de CoronaVac na 28ª semana de gestação e a segunda dose na 32ª. Imediatamente após o parto, que ocorreu com 38 semanas, uma amostra de sangue do cordão umbilical do bebê foi coletada, constatando a transferência dos anticorpos contra a covid-19. Segundo o estudo, a mulher não relatou nenhum evento adverso relacionado à vacina após a 1ª ou a 2ª dose.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Esta vacina é produzida ou envasada no Brasil? E como confiar no butantan, que dizia ter proteção em 100% contra óbitos, e todos sabemos que nenhuma vacina protege 100% e a coronavac é a menos confiável em proteção.

    1. Cacá, gadite crônica se contrai fora do útero e aprofunda-se com a alienação ideológica hahaha

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Saúde

Instituto Atena convoca voluntários para quebra do sigilo em vacina testada em Natal

Foto: Magnus Nascimento

O Instituto Atena de Pesquisa Clínica, que desde abril de 2021 está coordenando uma pesquisa de testes de uma vacina contra a covid em Natal, iniciou o estudo de ensaio clínico fase 2/3 de vacina candidata contra Covid-19, do laboratório Sichuan Clover Biopharmaceuticals. Durante o processo, participaram cerca de 8 mil voluntários no Brasil, distribuídos entre Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro.

Na capital potiguar, Natal e Grande Natal, foram mais de três mil voluntários, com faixa etária entre 18 e 55 anos. Durante quase um ano de acompanhamento, os participantes passaram por consultas presenciais e online, porém, sem saberem se as aplicações recebidas se tratavam do imunizante em teste, ou se estavam recebendo placebo, ou seja, uma injeção sem efeito algum. É o que se chama estudo duplo-cego.

Agora, os voluntários estão sendo chamados para a ‘quebra do cego’. Os que foram vacinados no começo do estudo poderão, caso queiram, receber uma dose de reforço do imunizante. Já o voluntário que recebeu placebo, poderá escolher se receberá imunização da própria Clover ou se preferirá receber outro tipo de vacina, disponível na rede pública.

O ensaio clínico, cuja coordenação nacional é da médica potiguar e diretora do Instituto Atena, Dra. Sanali Paiva, é chamado Estudo de fase 2/3 (CLO-SCB-2019-003), duplo-cego, randomizado, controlado por placebo, e tem o objetivo de avaliar a eficácia, a imunogenicidade e a segurança da vacina recombinante da subunidade da proteína S trimérica do Sars-CoV-2 (SCB-2019), com o adjuvante CpG 1018/Alum para prevenção da Covid-19.

Em setembro de 2021, o fabricante da vacina declarou que o imunizante mostrou eficácia de 100% para casos graves da doença (com internação), evitando mortes, inclusive abrangendo as variantes Gama e Delta, que estavam em alta circulação no Brasil naquele período. Já para os casos leves a moderados contra qualquer variante – quando não necessita de hospitalização – a eficácia foi de 83%. A pesquisa revelou eficácia em todos os casos que foram sequenciados, inclusive em indivíduos que já tinham sido previamente infectados com a Covid 19. O estudo anunciando essas descobertas foi publicado no The Lancet.

Tribuna do Norte

 

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 68,9%

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 68,9%, registrada no início da tarde desta sexta-feira (4). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 241.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 67,8% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 69,6% e a Região Seridó tem 73,3%.

Até o momento desta publicação são 31 leitos críticos (UTI) disponíveis e 104 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 79 disponíveis e 137 ocupados.

Outros 16 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 47 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.

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Saúde

Covid-19: ocupação de UTIs do SUS no RN está em zona de alerta crítico, segundo Fiocruz

Foto: Kacper Pempel

A ocupação de leitos de terapia intensiva do Sistema Único de Saúde (SUS) para adultos com covid-19 superou 80% em nove unidades da federação e 13 capitais, alertou hoje (3) uma nota técnica do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Rio Grande do Norte e a capital potiguar, Natal, estão na chamada zona de alerta crítico.

Os pesquisadores consideram que a ocupação de mais de 80% dos leitos de Unidade de Terapia Intensivo (UTI) configura zona de alerta crítico e apontam que essa situação era registrada, no dia 31 de janeiro deste ano, no Piauí (87%), Rio Grande do Norte (86%), Pernambuco (88%), Espírito Santo (83%), Mato Grosso do Sul (103%), Goiás (91%), Distrito Federal (97%), Amazonas (80%) e Mato Grosso (91%).

Entre as capitais, as 13 que estão na zona de alerta crítico são: Manaus (80%), Macapá (82%), Teresina (83%), Fortaleza (80%), Natal (estimado de 89%), Maceió (81%), Belo Horizonte (86%), Vitória (80%), Rio de Janeiro (95%), Campo Grande (109%), Cuiabá (92%), Goiânia (91%) e Brasília (97%).

Agência Brasil

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Saúde

COVID: RN possui 18 leitos críticos disponíveis e 23 pacientes na lista de regulação; Leitos clínicos disponíveis são 64

Conforme levantamento feito por volta das 13h30 desta quinta-feira (3), o RN possui mais pacientes necessitando de leitos críticos do que a quantidade disponível.

Neste período, havia 23 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e 1 aguardava avaliação.

Foram registrados disponíveis 18 leitos críticos e outros 64, sendo clínicos.

Em relação aos leitos clínicos, havia 4 pacientes na lista de regulação até o momento desta publicação.

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Saúde

Confira 5 sinais de que você pode ter tido Covid sem saber

Foto Ilustrativa: Reprodução

Por todos os lados, é possível identificar pessoas que foram ou estão sendo infectadas pelo coronavírus. Com a descoberta da nova variante Ômicron, conhecida por sua alta transmissibilidade, está cada dia mais difícil fugir da Covid-19 que, muitas vezes, ocorre com a ausência de sintomas ou manifestações muito discretas. Essas e outras características da cepa fazem com que muitos sejam vítimas do vírus sem tomarem conhecimento da doença.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o paciente assintomático é perigoso e impacta negativamente a pandemia: embora não apresente os sintomas, ele pode ser um transmissor em potencial do vírus. A Covid-19 nem sempre vem acompanhada de tosse, dor de garganta ou febre, por exemplo. De acordo com especialistas, existem outros sinais menos comuns que revelam a presença da infecção pela variante e podem passar despercebidos. Confira:

1. Apresentou sintomas de gripe ou resfriado, mas não fez o teste

Doenças virais apresentam sintomas parecidos no corpo, e identificar os sinais de cada uma delas é necessário para proteger a sua saúde e também a dos outros. Há evidências de que a cepa Ômicron, ao contrário das versões anteriores do vírus, causa sintomas mais leves, parecidos com os da gripe. Então, se você não se sentiu doente o suficiente para fazer o teste, pode ter tido Covid-19 e se recuperado sem saber.

2. Cabelo está caindo muito nos últimos tempos

Se você notar uma queda de cabelo incomum, pode ser porque você tenha tido o vírus. Um estudo publicado na revista científica The Lancet há cerca de um ano descobriu que 22% dos pacientes sofrem de perda de cabelo nos seis meses após a infecção, e as mulheres estão em maior risco.

Os pesquisadores examinaram uma variedade de sintomas de longo prazo do coronavírus e descobriram que 359 dos 1.655 pacientes em Wuhan sofriam de queda de cabelo. De acordo com o levantamento, esse é um sintoma primário da Covid-19 a longo prazo.

3. Os familiares pegaram Covid-19

Se todos em sua família se contaminaram, exceto você, pode ser que tenha sido infectado e não soube. Com o avanço da vacinação, muitas pessoas contaminadas apresentam sintomas leves ou nenhum sintoma.

4. Teve problemas estomacais

Além dos principais sintomas respiratórios da Covid-19, há relatos de pacientes que tiveram diarreia, náusea, vômito e desconforto abdominal. Segundo um estudo publicado na revista Gastroenterology, para alguns a diarreia pode ser o primeiro e único sinal de infecção.

5. Apresentou erupção cutânea ou infecção nos dedos dos pés

Alguns pacientes têm apresentado alterações na pele muito parecidas com ressecamento e alergia — especialistas alertam que as ocorrências podem significar que você contraiu a Ômicron. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, revela que palidez na pele, erupções cutâneas, brotoejas, ressecamento da pele e dedos de Covid – caracterizados por descamação, vermelhidão, bolhas e inchaços nos pés – também são sinais da doença.

Embora a erupção cutânea seja um sintoma bem conhecido de alguns vírus, os pesquisadores se surpreenderam ao ver um grande número e variedade de tipos de problemas de pele em pacientes com coronavírus. Em alguns casos, elas aparecem mesmo na ausência de qualquer outro sintoma.

Metrópoles

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Saúde

“Lockdowns tiveram pouco ou nenhum efeito na mortalidade por Covid”, diz estudo da Johns Hopkins

Foto: Reprodução

Em artigo da Gazeta do Povo dessa quarta-feira (2), foi destacado que estamos no terceiro ano da pandemia de Covid-19. Do uso obrigatório de máscaras aos passaportes de vacinação, as restrições governamentais às nossas liberdades permanecem em vigor. Entretanto, pelo menos nos EUA, a era dos lockdowns que limitavam os americanos às suas casas para “retardar a propagação” acabou.

Infelizmente, uma nova meta-análise de estudos mostra que toda a dor e sacrifício que sofremos com essas imposições não teve muito resultado – apesar de seus enormes custos.

A nova revisão de pesquisa foi liderada pelo economista Steve Hanke e publicada pela Universidade Johns Hopkins. Ele avaliou 24 estudos relevantes examinando o rigor do lockdown, o impacto das campanhas para que o povo não saísse de casa e a eficácia de restrições específicas. A meta-análise conclui que “os lockdowns tiveram pouco ou nenhum efeito na mortalidade por Covid-19”.

Por que a ordem de permanecer em casa não combateria efetivamente a pandemia? Bem, até certo ponto ela simplesmente atrasa o inevitável. Além disso, pesquisas mostraram que a maior parte da disseminação do Covid-19 ocorreu em casa.

“As microevidências contradizem o ideal de saúde pública em que as famílias seriam locais de confinamento solitário e transmissão zero”, concluiu Casey B. Mulligan, economista da Universidade de Chicago. “Em vez disso, as evidências sugerem que ‘os domicílios apresentam as taxas de transmissão mais altas’ e que ‘os domicílios são ambientes de alto risco para a transmissão de [Covid-19]’”.

“Estudos de índice de rigor descobriram que os lockdowns na Europa e nos Estados Unidos reduziram a mortalidade por Covid-19 em apenas 0,2%, em média”, conclui sua nova pesquisa. “[Ordens para que os cidadãos permanecessem em casa] também foram ineficazes, reduzindo a mortalidade por Covid-19 em apenas 2,9%, em média. Estudos específicos (sobre restrição não farmacêuticas) também não encontraram evidências amplas de efeitos visíveis na mortalidade por Covid-19.”

No entanto, os custos dessas medidas draconianas não foram mínimos. Elas devastaram a economia, agrediram a classe trabalhadora, alimentaram uma crise de saúde mental juvenil, levaram a overdoses recordes de drogas, pioraram uma onda de crimes, atrasaram tratamentos médicos que salvam vidas e muito mais.

Quando se trata de políticas de lockdown, a “cura” provou ser muito mais prejudicial do que útil.

Opinião dos leitores

  1. Para a esquerda não adianta, qualquer cientista, universidade ou o PAPA que falar o contrário do que eles pensam, não terá valor nenhum, só as universidades, cientistas e o Papas deles prestam, o resto é tudo negacionista. Aliás nem precisava dessa pesquisa aí, isso a gente percebe a “olho nu”, se hoje for divulgado uma pesquisa de que Ivermectina é eficaz, os amigos e amigas do ódio do bem vão odiar a Ivermectina pro resto da vida. Por ser contra Bolsonaro eles torcem a favor do Vírus.

    1. Opião acertadíssima, Felipe. Concordo em gênero, númeroe grau.

  2. Tiveram sim, para as famílias que de fato se isolaram( e se isolam) e cumpriram(e cumprem), aos protocolos não farmacológicos. Tiveram sim, porque na Nova Zelândia deu e está dando certo. É só ver o número de casos e óbitos, lá. Isso depende muito do direcionamento dessa pesquisa, ao meu ver, bem tendencioso. No que se refere a “atrasar o inevitável,” a propagação, principalmente em países polarizados (como o Brasil), isso é outro erro dessa pesquisa, porque esse “retardo” ou atraso, permitiu que se desse tempo para que fossem construídos ou adaptados, hospitais de campanha, a chegada das vacinas, entre outras providências urgentes. Nesse sentido, essa pesquisa é totalmente “furada”. E mais: quantas pessoas representa 2,9% da população em questão? Esse número é pouco pra eles? A nível mundial, isso é um bocado de gente, e eles esqueceram de computar a Oceania!

    1. Um Brasileiro, contestando um dos maiores centros médicos do planeta. Estamos lascados mesmo!

  3. Parabéns meu presidente Bolsonaro por sua visão de catástrofe anunciada, sendo totalmente contra a famosa frase “fique em casa que a economia agente vê depois” e sempre defendendo a imunidade de rebanho , como esta universidade hoje apresenta. Por conta disso foi massacrado pela “SIENSIA” e as midiaslixo.
    Hoje vemos pelo mundo inteiro inflação , aumento de pobreza, restrição de produção, pessoas com problemas psiquiátricos por conta da ansiedade ou depressão e uma vacina que pode ser tomada dezenas de vezes que não combate o vírus 100%.

  4. Nao adianta.. petista intelectual so obedece ao que o chefe do partido manda… se mandar comer capim, vao comer… assim se obrigarem pelo medo a fazer lockdown, uma ideia inventada por uma jovem de 15 anos Laura M. Glass em 2006, sem nenhuma comprovação cientifica, vao bloquear nas redes sociais quem questionar.. o importante é alguem ganhar poder e dinheiro com tudo isso..

  5. Gazeta do Povo, CEY

    Mostra os estudos agora, pois até o ministro da saúde usa a informação de forma equivocada.

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Saúde

RN registra 14 óbitos por covid nas últimas 24 horas; Novos casos são 2.275

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quarta-feira (2). São 431.134 casos confirmados. Na terça-feira (1) eram contabilizados 428.630, ou seja, 2.504 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 2.275 confirmados nas últimas 24 horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.758 no total. 14 óbitos foram registrados nas últimas 24 horas: 01(UM) PATU; 01(UM)PENDÊNCIAS; 01(UM)PARNAMIRIM; 03(TRÊS)MOSSORÓ; 05(CINCO) NATAL; 01(UM)OURO BRANCO; 01(UM)ANGICOS; 01(UM)CARAUBAS.

Casos suspeitos somam 5.694 e descartados são 865.824.

Opinião dos leitores

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