Geral

Rio Grande do Norte não registra casos de sarampo desde 2020

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte está desde 2020 sem registrar nenhum caso de sarampo. A falta de ocorrências da doença tem sido fundamental para o sucesso das medidas de controle e redução do sarampo em todo o território nacional. Na última semana, o Brasil completou dois anos sem casos autóctones da doença, aproximando-se assim da retomada da certificação de ‘país livre de sarampo’, após ter deixado de ser considerado uma região endêmica no ano passado.

O Brasil já havia recebido o título de país livre da doença em 2016. No entanto, em 2018, o intenso fluxo migratório de países vizinhos, associado às baixas coberturas vacinais em vários municípios, permitiu a reintrodução do vírus em território nacional. Desde 2019, o número de casos de sarampo tem diminuído, caindo de 20.901 registros naquele ano para 41 casos em 2022. O último caso foi confirmado em 5 de junho de 2022, no Amapá.

No início de maio, o país recebeu a visita da Comissão Regional de Monitoramento e Reverificação da Eliminação do Sarampo, Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita na Região das Américas e do Secretariado da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) visando dar continuidade ao processo de recertificação do Brasil como livre da circulação de sarampo e com sustentabilidade da eliminação da rubéola e da síndrome da rubéola congênita (SRC).

Ainda neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o aumento de casos da doença na Europa como “alarmante”. Foram mais de 58 mil infecções pelo vírus em 41 países ao longo de 2023, um aumento em relação aos últimos três anos.

“Para que o Brasil possa continuar sem casos, é fundamental alcançar coberturas vacinais de, no mínimo, 95% de forma homogênea, visando a proteção da nossa população diante da possibilidade de ocorrência de casos importados do vírus e reduzindo assim o risco de introdução da doença. Além do que, garante a segurança até mesmo das pessoas que não podem se vacinar”, explica o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti.

Ele destaca, ainda, a importância da continuidade da estratégia de microplanejamento que, em 2023, repassou R$ 151 milhões para estados e municípios. O método, recomendado pela OMS, consiste em diversas atividades com foco na realidade local e em fortalecer e ampliar o acesso da população à vacinação, durante todo o ano.

Tríplice viral

A tríplice viral é uma das vacinas ofertadas no Calendário Nacional de Vacinação, cujo esquema vacinal corresponde a duas doses para pessoas de 12 meses até 29 anos, e uma dose para adultos de 30 a 59 anos. Esse imunizante protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola – três doenças altamente infecciosas que podem causar sequelas graves e foram responsáveis por epidemias no passado. A cobertura da primeira dose dessa vacina aumentou de 80,7% em 2022 para 87% em 2023. Os dados de 2023 ainda são preliminares e podem subir, já que alguns estados têm bases próprias e as atualizações podem demorar a chegar à rede nacional.

Fonte: Novo Notícias

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Cidades

Greve compromete alimentação no Walfredo

Foto: Magnus Nascimento 

Acompanhantes e servidores do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, ficaram sem alimentação na noite da última segunda-feira (21) em razão da movimentação dos trabalhadores terceirizados da unidade que entraram em greve nesta terça-feira (22), por falta de pagamento. Ontem, quando o movimento paredista já tinha iniciado, o café da manhã foi servido apenas para os pacientes e a previsão era a mesma para o almoço. “Já avisaram que os acompanhantes não vão almoçar”, disse o agricultor José Arruda, de 49 anos durante o meio da manhã de ontem. Uma parente dele está internada no Walfredo há mais de um mês.

“Sou de Touros e não sei como vou fazer em relação à comida”, desabafou o agricultor. “Na segunda, consegui jantar. Hoje [na terça], pediram aos acompanhantes que descessem para pegar o café, mas de última hora, mudaram de ideia e disseram que não iam mais servir. E avisaram que não ia ter almoço”, relatou Arruda.

Já os servidores que não têm ligação com as empresa terceirizadas se organizaram entre si para comprar o almoço. “Nos deparamos com a falta de alimento desde a segunda-feira. Esperávamos que o Governo do Estado pagasse à empresa terceirizada e os valores fossem repassados aos trabalhadores, mas nada”, conta a técnica de enfermagem Carla Michelle.

“É uma situação constrangedora, porque nós que damos plantão de 12 ou 24 horas, chegamos ao hospital contando com a alimentação. Tiramos do bolso para comer. Estamos nos virando, comprando uma quentinha para duas pessoas, fazendo um lanche ou outro porque a essa altura do mês nem todo mundo tem de dinheiro para fazer esse gasto extra. Os acompanhantes também estão sofrendo muito. A maioria deles é do interior”, acrescenta.

“Ninguém é contra a greve, o que nós queremos é que a Sesap [Secretaria de Saúde do Estado] e o Governo comprem quentinhas para os trabalhadores e os acompanhantes, porque nós não temos culpa da falta de repasse”, disse Lúcia Silva, uma das coordenadoras do Sindsaúde. O Sindicato acompanha a situação de perto, uma vez que os trabalhadores da Saúde têm sido diretamente afetados pela paralisação dos terceirizados.

“Todo o serviço público é afetado porque não tem o terceirizado para fazer a comida. Outros hospitais do Estado estão nesta situação. Paralisou o pessoal da limpeza, da alimentação e maqueiros, de três empresas. Os atrasos nos pagamentos são corriqueiros”, explicou Carlos Alexandre, coordenador do Sindsaúde. Os terceirizados chegaram a fazer um protesto no Walfredo no começo da manhã de terça, mas quando a reportagem chegou ao local, a manifestação já havia encerrado. A TN não conseguiu falar com nenhum representante direto da paralisação.

De acordo com o Sindsaúde, o limite de greve está sendo respeitado, com 30% do quadro de funcionários em atuação. Segundo o Sindicato, no plantão diurno do Walfredo Gurgel trabalham 12 maqueiros, mas nesta terça-feira só havia quatro para atender os dois prédios do hospital. A lavanderia da unidade também funcionava somente com um contingente de 30%. A TRIBUNA DO NORTE pediu um posicionamento da Sesap sobre a questão, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

Tribuna do Norte

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Brasil

Militares queriam envenenar Lula, Alckmin e Moraes e monitoraram passos de autoridades, diz PF

Foto: Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes tornou pública nesta quinta-feira (19) a decisão que autorizou uma operação contra militares suspeitos de tramar um golpe de Estado e articular a prisão e a execução de Lula, Geraldo Alckmin e do próprio ministro Moraes.

O documento cita, por exemplo, que os golpistas começaram a monitorar o deslocamento de autoridades ainda em novembro de 2022, antes da posse de Lula – após uma reunião na casa do ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto, que foi candidato a vice de Bolsonaro na chapa de reeleição.

As atividades anteriores ao evento do dia 15 de dezembro de 2022 indicam que esse monitoramento teve início, temporalmente, logo após a reunião realizada na residência de Walter Braga Netto, no dia 12 de novembro de 2022“, diz a PF no documento.

A PF diz que, entre as ideias cogitadas pelo grupo, estava a de envenenar o ministro Alexandre de Moraes.

Foram consideradas diversas condições de execução do ministro Alexandre de Moraes, inclusive com o uso de artefato explosivo e por envenenamento em evento oficial público. Há uma citação aos riscos da ação, dizendo que os danos colaterais seriam muito altos, que a chance de ‘captura’ seria alta e que a chance de baixa (termo relacionado a morte no contexto militar) seria alto“, afirma trecho.

Ou seja, claramente para os investigados a morte não só do ministro, mas também de toda a equipe de segurança e até mesmo dos militares envolvidos na ação era admissível para cumprimento da missão de ‘neutralizar’ o denominado ‘centro de gravidade’, que seria um fator de obstáculo à consumação do golpe de Estado“, prossegue a PF em trecho citado por Moraes.

O grupo cogitou também “neutralizar” (assassinar) Lula e Geraldo Alckmin, então presidente e vice-presidente eleitos.

Para execução do presidente Lula, o documento descreve, considerando sua vulnerabilidade de saúde e ida frequente a hospitais, a possibilidade de utilização de envenenamento ou uso de químicos para causar um colapso orgânico“, descreve a PF.

Já o codinome Joca, por sua vez, é uma referência ao citado vice-presidente Geraldo Alckmin. […] Como, além do presidente, a chapa vencedora é composta, obviamente, pelo vice-presidente, é somente na hipótese de eliminação de Geraldo Alckmin que a chapa vencedora estaria extinta“.

Segundo a PF, a organização era dividida em cinco núcleos:

  • ataques virtuais a opositores;
  • ataques às instituições (STF, TSE), ao sistema eletrônico de votação e à higidez do processo eleitoral;
  • tentativa de Golpe de Estado e de Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • taques às vacinas contra a Covid-19 e às medidas sanitárias na pandemia e;
  • uso da estrutura do Estado para obtenção de vantagens, o qual se subdivide em: uso de suprimentos de fundos (cartões corporativos) para pagamento de despesas pessoais; e inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde para falsificação de cartões de vacina; e desvio de bens de alto valor patrimonial entregues por autoridades estrangeiras ao ex-Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, ou agentes públicos a seu serviço, e posterior ocultação com o fim de enriquecimento ilícito”.

Fonte: g1

Opinião dos leitores

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Grupo Globo mantém larga liderança em verba publicitária sob Lula

Foto: TV Globo/Reprodução

O Grupo Globo se mantém à frente na divisão das verbas de publicidade do governo Lula (PT) e com larga vantagem sobre veículos da Record.

Em 2024, os canais de mídia da Globo receberam ao menos R$ 126 milhões para veicular propagandas do governo e campanhas de interesse público, como ações contra a dengue ou de estímulo à vacinação. O grupo ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, por sua vez, foi o destino de ao menos R$ 52 milhões.

No total, as cifras consideram cerca de R$ 413 milhões em campanhas publicitárias federais realizadas no último ano, principalmente pela Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência e pelo Ministério da Saúde. Os repasses são feitos pelas agências de publicidade contratadas pelo governo.

O dado é parcial, pois o governo divulga com lentidão as informações sobre os pagamentos aos veículos de mídia. Além disso, não há detalhes de quanto foi direcionado aos canais por empresas públicas e bancos, como a Petrobras, a Caixa e o Banco do Brasil.

O recorte disponível mostra que praticamente os mesmos veículos compõem a lista dos 10 maiores beneficiados em publicidade em 2024 e no último ano do governo Jair Bolsonaro (PL), em 2022.

No primeiro ano da gestão Bolsonaro, a Globo, que é líder de audiência na TV aberta, chegou a ficar atrás da Record e do SBT na distribuição da verba publicitária. O quadro mudou após o TCU (Tribunal de Contas da União) apontar que faltavam critérios técnicos na distribuição dos anúncios a TVs abertas.

O valor destinado ao Grupo Globo considera principalmente as inserções feitas em canais de TV, além de R$ 1,5 milhão ao site globo.com e propagandas veiculadas na rede CBN.

Já a Jovem Pan praticamente sumiu das campanhas federais em 2023. O governo Lula chegou a argumentar que cortou o dinheiro ao canal por fake news e foi à Justiça pedindo a condenação da emissora por suposto incentivo a discursos golpistas.

No ano seguinte, porém, os canais de rádio do grupo voltaram a ser priorizados e a empresa se tornou a 11ª no ranking de principais destinos da verba publicitária federal.

Ainda em 2024, o levantamento aponta o Facebook como quinto principal destino dos anúncios (R$ 10,4 milhões). A rede Kwai, de vídeos curtos, é a 7ª empresa da lista e recebeu ao menos R$ 4,48 milhões.

Os mesmos dados apontam que as campanhas da Secom respondem por ao menos R$ 227 milhões em inserções publicitárias feitas em 2024 pelo governo. Em seguida, há informações sobre R$ 153 milhões desembolsados em ações da Saúde.

As propagandas de “posicionamento do governo” custaram ao menos R$ 71 milhões em anúncios. Já a campanha “Fé no Brasil”, voltada a veículos regionais, teve outros R$ 30 milhões em inserções pagas. A Secom também desembolsou ao menos R$ 10 milhões para promover a campanha do programa Pé-de-Meia.

Na Saúde, as ações de combate à dengue custaram ao menos R$ 42 milhões em anúncios. A crise sanitária tornou o governo Lula alvo de críticas no último ano.

Somados, os contratos de publicidade dos ministérios, bancos e empresas ligadas ao governo devem chegar a R$ 3,5 bilhões, após o fim de licitações ainda abertas, como mostrou a Folha. O valor efetivamente desembolsado por ano depende do orçamento separado por cada órgão.

Os portais de transparência ativa do governo só permitem levantar uma fração da verba destinada aos veículos de imprensa. Isso porque alguns dos órgãos com maiores contratos de publicidade, como o Banco do Brasil (R$ 750 milhões anuais), não detalham os seus gastos, sob justificativa de que se trata de informações estratégicas para a atuação no mercado.

Dados da Secom utilizados em análise recente do TCU apontam que 10% do custo das campanhas do governo são destinados à produção —ou seja, elaboração de peças publicitárias, vídeos, entre outros pontos. Os outros 90% são destinados à compra dos espaços publicitários.

Os dados da Secom e de ministérios apontam que a Folha recebeu ao menos R$ 607,3 mil em anúncios. O jornal O Estado de S. Paulo foi o destino de ao menos R$ 619,2 mil, e o jornal O Globo recebeu R$ 485,6 mil. Estes mesmos jornais não receberam anúncios destes órgãos de 2020 a 2022, segundo os mesmos dados.

Já o UOL, empresa em que o Grupo Folha possui participação indireta e minoritária, recebeu ao menos R$ 2 milhões com a venda de espaços publicitários ao governo.

Em nota, a Secom disse que mantém contrato com as agências selecionadas em licitação e que as ações de publicidade estão ligadas à missão institucional da pasta. A pasta cita como missões dar amplo conhecimento à sociedade sobre as políticas do Executivo, além de divulgar serviços e direitos.

Folhapress

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Geral

20% das mães adolescentes não sabem como evitar filhos e engravidam de novo antes da maioridade

Foto: iStock

Para muitas mulheres adultas, a gravidez é planejada e as fases da gestação são rodeadas pela ansiedade do nascimento do bebê. Quando a gravidez ocorre na adolescência, o gestar se torna algo preocupante e incerto. Por dia, nascem cerca de mil bebês filhos de mães adolescentes, no Brasil, e uma pesquisa revelou que 20% delas afirmaram não saber como evitar filhos e a mesma fração volta a engravidar antes de atingir a maioridade.

“Os resultados que alcançamos com o estudo demonstram uma premissa simples: precisamos falar mais sobre gravidez na adolescência ainda em 2023/2024 e olhar para as mães adolescentes. Hoje temos o dobro dos nascidos vivos destas jovens em comparação a países desenvolvidos”, destaca o pediatra Tiago Dalcin, líder do projeto Adolescentes Mães do Hospital Moinhos de Vento.

Entre agosto de 2022 e maio de 2023, as vozes de 1.177 mulheres de cinco regiões do país foram ouvidas pelo Projeto Adolescentes Mães, que é liderado pelo Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) do Ministério da Saúde. O estudo foi publicado em dezembro, com o objetivo de avaliar o perfil biopsicossocial de mães adultas e adolescentes.

A partir de hospitais selecionados, mães adolescentes e jovens foram recrutadas. Durante dez meses, a equipe do projeto foi in loco para realizar entrevistas com 1.177 mães, divididas em duas categorias: adolescentes de 10 a 19 anos de idade (49,5%) e adultas de 20 a 29 anos (50,4%). Das mães adolescentes, 2,12% são meninas que foram mães entre 10 e 14 anos.

A média de idade de participação das adolescentes no estudo é de 17 anos, enquanto a de adultas é de 24. A maioria das participantes se considera parda e há uma prevalência de mães solteiras: cerca de 88,5% entre as adolescentes, e 73,7% entre as adultas.

A maioria das adolescentes e das adultas têm Ensino Médio incompleto e estão desempregadas. O levantamento ainda revelou que 67% das mães adolescentes não estudavam quando o filho nasceu e 79% não estudavam no momento da entrevista. Para a maioria das meninas-mães, uma das principais consequências da maternidade foi o abandono do estudo.

“A gente teve o cuidado de entrar na trajetória de vida de cada menina e mulher durante o projeto”, explica a enfermeira e pesquisadora, Daniela Guaranha, em comunicado

Relações sexuais cedo

A pesquisa mostrou que a idade média da primeira relação sexual das mães adolescentes foi de 14 anos, com a primeira gestação aos 16. A idade dos pais dos filhos de mães adolescentes é, em média, de 22 anos. Já entre as mães adultas, a primeira relação foi por volta dos 16 anos, com a primeira gravidez aos 22. Os pais têm, em geral, 29 anos.

Um quarto das mães adolescentes entrevistadas foi abandonada pelo cônjuge ao descobrir a gravidez e 10% não manteve vínculo com o pai do filho. Entre as adultas, isso aconteceu com 15,4%, e 4,3% não manteve contato com o pai.

Para 58% das mães adultas, a gestação ocorreu por elas quererem ser mães. Para as adolescentes, 64,4% afirma ter engravidado sem querer. Delas, 20,4% disseram ainda não saber como evitar filhos.

Falta de informação

A maioria das adolescentes classificou as informações sobre sexualidade que obtiveram como ausentes e confusas. Menos da metade das entrevistadas era bem informada antes de engravidar, e a principal fonte era de familiares. Pouco mais da metade das mães adolescentes (55,4%) fazia uso de anticoncepção antes da gestação.

Para Carmem de Souza, pedagoga e consultora técnica do projeto, falar de educação no meio da saúde é um desafio.

“Quando fazemos uma pesquisa não queremos que ela fique apenas na seara científica, queremos que todos tenham acesso. Não foi fácil para as meninas falarem, não foi simples conseguir o aceite. Elas estão aprendendo a ser mães ainda jovens, ainda meninas, é uma realidade doída que tentamos traduzir de uma forma branda e emocionante”.

Impactos sociais, emocionais e econômicos

A mudança impactou também a vida social das meninas: 65% consideram a vida mais difícil, 58% perderam amigos após a gestação e 17% consideram que a gestação foi o pior período da vida. Cerca de 8,8% das adolescentes não tiveram o apoio da família na descoberta da gravidez e 25% foi abandonada pelo parceiro.

Também foi realizado um questionário com 21 perguntas relacionadas à intensidade de sintomas e situações experienciadas pelas entrevistadas, em um período de sete dias. Os resultados mostraram que 61,9% das adolescentes tem depressão, 63,8% apresenta ansiedade e 55,7% experiência o estresse. A cada dez adolescentes diagnosticadas, apenas quatro faziam acompanhamento. Em relação às adultas, 50,5% está deprimida, 51,6% ansiosa e 49,1% estressada.

Além dos impactos emocionais e sociais, o estudo identificou que o impacto econômico da gestação na adolescência é de mais de R$ 1,2 bilhões, recursos que poderiam ser realocados em estratégias para prevenção de gestação nesta faixa etária.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. No mínimo a grande maioria delas, se encontram no Nordeste.
    Terras governadas pela esquerda.
    Aposto!
    Aqui é a terra do atrazo.
    Se votar na esquerda fosse bom, aqui no nordeste era pra viver brilhando, um paraíso.
    No entanto, é terra do atrazo.
    Ôô eleitorado burro esse daqui.
    Aqui no meu Rio Grande do Norte, basta olhar na cara da governadora pra vcs entenderem isso.
    Pense numa incompetente mentirosa.
    O Estado a Deriva, Saúde, Educação e segurança pública horrível!!
    Aulas só em março.
    Atrazo total.

    1. É preciso educação sexual para as jovens, saber que existe formas de prevenção.

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Geral

‘Nem chefes do tráfico enfrentam isso’, diz Carlos Bolsonaro após STF liberar cirurgia do pai

Foto: Beto Barata/ PL – Arquivo

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro gerou reação imediata do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ). Em publicação nas redes sociais, ele criticou as restrições impostas ao pai e afirmou que o Judiciário ignora um quadro de saúde considerado grave pela família.

“Nem chefes do tráfico costumam enfrentar” as condições impostas ao ex-presidente, escreveu Carlos ao criticar o regime atual aplicado a Bolsonaro.

Carlos disse que laudos médicos enviados ao STF apontam doenças crônicas, como problemas cardíacos, hipertensão, apneia do sono, refluxo severo e câncer de pele, além de crises recorrentes com vômitos e uso contínuo de medicamentos. Para ele, a manutenção das medidas afronta a dignidade humana e coloca a vida do ex-presidente em risco.

O vereador também criticou as condições de custódia, citando duas horas diárias de banho de sol e visitas familiares limitadas a 30 minutos por semana, que classificou como mais rígidas do que as aplicadas a presos de alta periculosidade.

A manifestação ocorreu após Moraes autorizar uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral em Bolsonaro, com base em laudo médico da Polícia Federal. Apesar disso, o ministro negou o pedido de prisão domiciliar, afirmando que o ex-presidente não cumpre os requisitos legais para a mudança de regime.

Na decisão, Moraes também mencionou descumprimento de medidas cautelares e tentativa de fuga em período anterior, além de manter restrições sobre sessões de fisioterapia. Carlos Bolsonaro afirmou que o caso revela, segundo ele, o “retrato jurídico e humano do regime aplicado hoje no Brasil”.

Opinião dos leitores

  1. O presidiário tá pensando que prisão é hotel 5 estrelas é? Xandão humanizou esse povo da direita.

    1. é tudo muito engraçado até chegar o dia que é você que não pode mais falar nada sobre o governo atual senão é preso e perseguido…

    2. Thiago, Quem defendia ditadura era o golpista das rachadinhas!
      Mas se for chorar não esqueça de mandar áudio,print ou vídeo talkei!

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Geral

PF diz em nota que ida de Bolsonaro a hospital depende de autorização do STF e Michelle diz que já está no estacionamento aguardando o ex-presidente

Imagem: reprodução

A Polícia Federal divulgou nota, na tarde desta terça-feira (6/1), dizendo que não há necessidade de o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Superintendência da PF, em Brasília (DF), ser levado ao Hospital DF Star, em Brasília, após sofrer um “traumatismo leve” devido a uma queda na qual teria batido a cabeça.

Na nota, a Polícia Federal negou a gravidade do quadro e descartou a necessidade de encaminhamento hospitalar. Depois, informou que a transferência havia sido autorizada a pedido do médico particular de Bolsonaro. A mesma nota foi atualizada, pela segunda vez, por volta das 13h30, informando que “eventual encaminhamento ao hospital depende de autorização do STF (Supremo Tribunal Federal)”.

Nas redes, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse: “Estamos indo para o hospital. Meu amor passará por exames. Pedimos que orem por ele”.

Em seguida, Michelle postou que já estava no estacionamento do DF Star, aguardando autorização do ministro do STF Alexandre de Morais, para que Jair Bolsonaro deixasse a PF e fosse levado ao hospital.

Logo depois, a PF se posicionou: “O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu atendimento médico após relatar à equipe de plantão que havia sofrido uma queda durante a madrugada. O médico da Polícia Federal constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”.

A informação sobre “traumatismo leve” foi confirmada nesta terça-feira (6/1) pelo médico Cláudio Birolini, que integra a equipe que acompanha a saúde do ex-presidente. O diagnóstico de Bolsonaro após a queda é de traumatismo cranioencefálico leve.

“Em vista da situação em que ele se encontra, quedas com traumatismos são uma de nossas maiores preocupações. Já havíamos alertado sobre esse risco”, disse Birolini.

 

Opinião dos leitores

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Política

Câmara em chamas: Motta corta relações com líder do PT e crise com Lula só piora

Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, Hugo Motta, rompeu de vez com o líder do PT, Lindbergh Farias. O estopim foi a sequência de ataques públicos de Lindbergh contra Motta por causa do PL Antifacção, projeto que o governo Lula queria controlar de perto — mas acabou escorregando das mãos do Planalto, conforme o Metrópoles. Segundo aliados do presidente da Câmara, “não entra mais nada vindo dele”.

O desgaste entre o Planalto e o Congresso vinha crescendo nos últimos meses, mas piorou quando Motta escolheu o deputado Guilherme Derrite como relator da proposta. O governo queria alguém “neutro”, ou melhor, alguém alinhado. Lindbergh explodiu em entrevistas, acusando Motta de ter feito uma “lambança”.

A treta ficou ainda maior depois que Lula, ao lado de Motta no palco, atacou o Congresso, dizendo que a Casa vive seu pior “baixo nível”. A frase caiu como veneno na articulação política.

E não é só na Câmara que Lula coleciona brigas. No Senado, Davi Alcolumbre ficou atravessado com a escolha do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF. O senador queria emplacar seu aliado Rodrigo Pacheco.

Resultado: Alcolumbre silenciou o governo e decidiu pautar, no mesmo dia, um projeto que contraria diretamente os interesses do Planalto — a regulamentação da aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de endemias.

 

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Geral

Trio na Folia estreia no Carnatal com a maior transmissão digital da micareta

Foto: Divulgação

A maior transmissão digital do Carnatal 2025 começa hoje! O Blog do BG, o Via Certa e o Todo Natalense, perfis com quase dois milhões de seguidores no Instagram, uniram-se para formar o Trio na Folia.

Serão nove horas de transmissão ininterrupta, com cobertura exclusiva no YouTube do canal Via Certa (www.youtube.com/viacerta) e também no Blog do BG, o blog de maior audiência do Rio Grande do Norte.

A apresentação ficará por conta dos feras Victor Águia (@viacertanatalrn – Via Certa), Ediana Miralha (@edianamiraglia – a Maninha) e Mateus Ângelo (@mateusang – Todo Natalense).

No Trio na Folia, não haverá intervalos. Serão nove horas de pura folia, com muita diversão, entrevistas com os artistas, bastidores e, claro, a presença do fenômeno das redes sociais do momento: Kelton, boy da toalha azul (@kelton_andre), que promete mostrar tudo o que as outras transmissões não mostram.

A transmissão começa às 17h (na sexta-feira) e às 16h (sábado e domingo), seguindo até a passagem do último trio no corredor da folia.

Então, está combinado. O melhor do Carnatal 2025 estará na sua TV, no seu celular e em qualquer lugar!

O Trio na Folia tem o patrocínio de: Viver Saúde; Governo do RN; Prefeitura do Natal; Super Show; Arena das Dunas; Galego Consórcio; Grupo Duarte; Outlet Select; Outlet Moda; Mondial Modulares; Auto Escola Paiatis e Pittsburg.

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Geral

Deputado Tomba reúne amigos dia 1º para comemorar aniversário com shows de Grafith, Michele Andrade e Circuito Musical

Um dos eventos mais tradicionais da região do Trairi, a festa de aniversário do deputado estadual Tomba Farias, líder do PL na Assembleia Legislativa, está confirmada para o 1º de novembro, a partir das 22 horas, na Vila de Todos, em Santa Cruz. Na véspera, dia 31 de outubro, haverá uma missa de ação de graças na Igreja Matriz, às 19 horas, sob a celebração de padre Vicente Fernandes, pároco da Paróquia de Santa Rita de Cássia. A comemoração promete ser uma das maiores dos últimos anos, com shows do Grafith, Michele Andrade e Circuito Musical.

Como acontece todos os anos, a festa irá reunir familiares, amigos, correligionários e lideranças da política estadual. “Vamos comemorar ao lado do povo como faço há mais de vinte anos”, ressalta o deputado Tomba Farias, que completa 67 anos.

Para o parlamentar é grande a satisfação de comemorar o seu aniversário junto com a população de sua base eleitoral e os amigos que o acompanham ao longo da vida.

“É uma oportunidade de agradecer a Deus e a Santa Rita de Cássia pela minha saúde e pelas conquistas obtidas na minha vida pública e pessoal. O evento também contribui ainda para fomentar a economia da região, tendo em vista a realização de shows de grande aceitação popular que acontecem ao ar livre, gratuitamente”, destaca.

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Brasil

PF conclui inquérito que aponta incitação ao crime, por parte de Bolsonaro, ao divulgar dados falsos sobre máscaras e vacina da Covid

Reprodução 

A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que encerrou as investigações do inquérito aberto para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro ao associar, falsamente, as vacinas contra a Covid a um risco maior de contrair o vírus da Aids.

O inquérito já havia concluído que Bolsonaro cometeu incitação ao crime ao divulgar essas informações falsas – e, com isso, desestimular o uso de máscaras e a vacinação contra Covid no país.

A relação que o presidente fez não corresponde à verdade. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outras autoridades de saúde já esclareceram que as vacinas não trazem doenças. Pelo contrário, evitam contaminação.

Na mesma transmissão pela internet, Bolsonaro divulgou outra mentira: a de que pessoas teriam morrido de pneumonia, durante a epidemia de gripe espanhola na Europa, por terem usado máscaras. Não há dados históricos que comprovem essa afirmação.

Agora, com a conclusão das investigações, o material será remetido ao STF.

A live em que Bolsonaro divulgou as informações falsas foi retirada do ar, dias depois, por YouTube e Facebook.

Bolsonaro fez a associação falaciosa entre vacina da Covid e risco de desenvolver Aids em uma live nas redes sociais no dia 21 de outubro do ano passado.

Em agosto, a delegada Lorena Lima Nascimento afirmou ao STF ter elementos de que Bolsonaro e o ajudante de ordens Mauro Cid, que ajudou o presidente produzir o material divulgado na live, cometeram incitação ao crime.

No Código Penal, incitação ao crime é conduta ilegal que pode dar prisão de três a seis meses.

A PF vê ainda que houve uma contravenção penal dos dois por provocarem alarme , “anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto”.

“Jair Messias Bolsonaro teria, de forma direta, voluntaria e consciente disseminado a desinformação de que as vítimas da gripe espanhola, na verdade teriam morrido em decorrência de pneumonia bacteriana, “causada pelo uso de máscara”, incutindo na mente dos expectadores um verdadeiro desestímulo ao seu uso no combate à COVID-19, quando naquele momento, por determinação legal, seu uso era obrigatório pela população, contrariando as orientações mundiais atinentes ao combate à pandemia da COVID-19 promovidas pela Organização Mundial de Saúde, à utilização de vacinas no enfretamento da COVID-19, bem como às normas legislativas vigentes à época”, escreveu a delegada.

A delegada cita que Bolsonaro foi intimado para marcar depoimento, mas como não houve resposta a PF considerou que era o exercício do direito de permanecer em silêncio.

“Essa ausência, contudo, não trouxe qualquer prejuízo à elucidação dos fatos”, diz.

“Pelas razões acima expostas, finalizamos a presente investigação criminal concluindo-se pela existência de elementos probatórios concretos suficientes de autoria e materialidade para se atestar que JAIR MESSIAS BOLSONARO e MAURO CESAR BARBOSA CID, em concurso de pessoas, em concurso de pessoas, cometeram os delitos de ‘provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto’, previsto do art. 41 da Lei de Contravenções Penais, bem como de ‘incitação ao crime’, previsto no art. 286 do Código Penal Brasileiro”.

G1

Opinião dos leitores

  1. Nossa!😲 Não, essa me deixou surpreso! Não esperava! Que coisa neh? E agora? Ainda bem que ele vai pra Flórida passar umas férias merecidas num resort de custo médio de 10mil reais de diária.

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Cidades

Pais de bebê morto dentro da barriga da mãe por erro médico no RN receberão indenização de R$ 75 mil e pensão mensal

Foto: Ilustrativa

Os pais de um bebê que morreu ainda dentro da barriga da mãe em um hospital de Mossoró, no Oeste potiguar, receberão indenização de R$ 75 mil e pensão mensal no valor de 2/3 do salário mínimo até o momento que o filho completaria 25 anos de idade. A partir de então, o valor será reduzido para 1/3 até a data em que ele completaria 65 anos, ou até o falecimento dos pais.

A decisão foi tomada pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, que negou recurso interposto por uma associação que presta serviços na área da saúde em Mossoró e manteve a condenação dela e do Município.

De acordo com a mãe, o erro médico foi a demora na realização do seu parto, resultando na morte do bebê. Ela afirmou em juízo que chegou ao hospital com a bolsa gestacional já rompida, mas só foi encaminhada ao centro cirúrgico para a realização do parto cesariana 18 horas depois.

Ela ainda acrescentou que, antes da realização do parto, não foram feitos os exames médicos, que podem indicar alterações na saúde da mãe ou da criança.

No recurso, o Município de Mossoró argumentou que a morte do bebê aconteceu devido as reações imprevisíveis do corpo humano, que nem sempre podem ser controladas pela medicina. “Inexistindo, deste modo, demonstração de que o dano sofrido tenha decorrido de atuação irregular da conduta dos profissionais, uma vez que os procedimentos adotados foram os usuais em casos semelhantes, ficando afastada a responsabilidade civil”.

Portanto, alegou que não devem ser responsabilizados por compensar a mãe pelo ocorrido, pois não há ligação clara entre o dano sofrido e as ações do município. O Município solicitou a revisão da sentença para que seja excluído de qualquer responsabilidade, ou a redução do valor da indenização fixada.

A associação sustentou que não foi possível comprovar, de fato, se houve qualquer relação entre a causa da morte e as ações tomadas pelo hospital. Defendeu também que não há evidências suficientes nos autos que possam provar qualquer ligação direta entre a causa da morte e os serviços prestados por ela. Pediu a revisão da sentença, julgando a demanda improcedente.

Relação entre a morte e falha no serviço
Para o relator do recurso no TJ, desembargador Claudio Santos, não restaram dúvidas quanto à má prestação do serviço que resultou na morte do bebê no momento do parto.

Ele levou em consideração em seu voto o parecer do especialista levado aos autos, onde destacou que “não houve avaliação da vitalidade fetal adequada (ausculta de batimentos cardiofetais em uma frequência ideal, realização de cardiotocografia, perfil biofísico fetal e/ou doppler)”.

Tal informação, segundo o desembargador, confirma a ligação direta entre a falha na prestação do serviço e a morte do filho dos autores.

“Dessa forma, tem-se que a conduta censurável dos agentes públicos que atuaram no atendimento prestado à parturiente na situação narrada foi o fato determinante para a configuração do dano, qual seja, o óbito do nascituro, restando caracterizado o nexo de causalidade a ensejar a responsabilização dos demandados e a consequente reparação de cunho moral pelo prejuízo advindo da falha na prestação do serviço ofertado”, destacou.

G1 RN

Opinião dos leitores

  1. Esses casos de mortes de crianças ao fazerem partos, no interior acontece com mais frequência , e também acontecem em Natal

  2. Seria importante a divulgação do nome dos profissionais e entidades , que negaram o atendimento a gestante no momento necessário para o parto. Pessoas podem ter seus nomes envolvidos , e os reais responsáveis nao

  3. R$ 75.000 por uma vida de um bebê , POR ERRO MÉDICO . Isso é um país MERDA , país safado . Cabaré perde !

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Brasil

VÍDEO: PESQUISA FUTURA/VEJA: Lula seria superado por Bolsonaro além da margem de erro se eleições fossem hoje; veja números

 

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Uma publicação compartilhada por Exame (@exame)


A pesquisa Futura Inteligência divulgada nesta quarta-feira, 11, mostra que, se as eleições de 2026 fossem hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria superado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, para além da margem de erro.⁣

Lula aparece com 39,9% das intenções de voto contra 48,4% de Jair Bolsonaro.

O levantamento mostra ainda que 20,2% consideram o trabalho do petista regular, e 1,2% não sabe ou não respondeu sobre o governo do petista.

Os dados mostram uma recuperação da avaliação do governo após atingir o seu pior patamar do mandato no levantamento divulgado em março. A aprovação ao trabalho do petista subiu cinco pontos percentuais, enquanto a negativa caiu 5,9 pontos percentuais.

Apesar da melhora, essa é a quinta vez que a avaliação negativa fica numericamente acima da positiva na série histórica da pesquisa, que conta com nove rodadas.

Nos recortes demográficos, as mulheres, pessoas entre 45 a 59 anos e quem recebe até um salário mínimo são os únicos grupos em que a porcentagem de ótimo e bom é superior a de ruim e péssimo.

Homens, moradores do sudeste, pessoas entre 25 a 34 anos e quem recebe de dois a cinco salários mínimos são os grupos com maior percentual de avaliação negativa.

O Nordeste, tradicional reduto petista, tem mais pessoas rejeitando a gestão de Lula do que aprovando.

Este é o primeiro levantamento que sinaliza um alívio na queda de popularidade do governo. Outras pesquisas, divulgadas no início deste mês, mostraram que a crise do INSS e a falta de resultados concretos do governo resultaram em patamares negativos com a opinião pública.

A pesquisa Futura entrevistou 1.001 brasileiros adultos entre os dias 2 e 4 de junho de 2025. A margem de erro do levantamento é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

Aprovação de governadores é maior que de Lula

A pesquisa mostra ainda que avaliação de governadores é superior ao do presidente Lula. Os chefes de executivos estaduais aparecem com 47,5% de avaliação positiva na média geral, quase o dobro da aprovação do trabalho de Lula.

Preocupação com saúde aumenta

O levantamento mostra que a preocupação do brasileiro com a saúde aumentou nos últimos meses, de 32,7% para 38,8%, e segue na liderança. Outro assunto que os entrevistados afirmam que demanda maior atenção do presidente Lula é a segurança. Cerca de 12% citaram o tema, o terceiro da lista. Educação é o segundo tema mais citado, com 14,7% das citações.

Em contrapartida, a preocupação com inflação diminuiu em relação ao levantamento de março e chegou a 10%. A pesquisa ainda revela que temas como rodovias e infraestrutura são menos citados, com apenas 1,3% e 1,5%, respectivamente.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Pegue o bêco Luladrão.
    Quem diria han?
    O governo do amor derretido.
    Dias piores virão.
    Faz o L.

  2. Ver o gado hj acreditando em pesquisar é muito hilário kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Judiciário

Barroso prorroga proibição para despejo de imóveis até junho de 2022

Foto: Nelson Jr./STF/18-03-2021

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira estender o veto a despejos e desocupações até o final de junho de 2022. Esta é a segunda vez que o magistrado prorroga o prazo para suspender reintegrações e despejos coletivos urbanos e rurais.

No despacho, o ministro destacou que esta deve ser a última prorrogação do prazo, salvo se a pandemia recrudescer — apontando que os despejos estão ligados à falta de política pública de habitação, e não mais de saúde. Para o ministro, com a progressiva superação da pandemia, o papel do STF sobre a temática deve se esgotar.

“Registro que se os dados da pandemia continuarem decrescentes, os limites da jurisdição deste relator em breve se esgotarão. Isso porque embora possa caber ao Tribunal a proteção da vida e da saúde durante a pandemia, não cabe a ele traçar a política fundiária e habitacional do país”, afirmou Barroso.

Segundo o ministro, apesar da melhora do cenário da pandemia no Brasil, “com a evolução da vacinação e a redução do quantitativo de óbitos e de novos casos”.

“Todavia, é certo que a pandemia ainda não acabou e a média móvel de mortes ainda corresponde à queda de um avião por dia. O plano internacional reforça as incertezas com o aumento de casos na Ásia e Europa. Sob o ponto de vista socioeconômico, houve uma piora acentuada na situação de pessoas vulneráveis”, afirmou.

Na decisão, o ministro ainda fez um pedido para que o Legislativo “delibere sobre meios que possam minimizar os impactos habitacionais e humanitários eventualmente decorrentes de reintegrações de posse após esgotado o prazo de prorrogação concedido”.

Barroso defendeu que se estabeleça um regime de transição para evitar que a realização de reintegrações de posse por todo o país em um mesmo momento gere uma situação de crise humanitária.

“A conjuntura demanda absoluto empenho de todos os órgãos do poder público para evitar o incremento expressivo do número de desabrigados”, afirmou o ministro na decisão.

Ao atender ao pedido de prorrogação, o ministro também chamou a atenção para a existência de 132.290 famílias ameaçadas de despejo no país, e o “agravamento severo das condições socioeconômicas”, que, na avaliação de Barroso, tendem a aumentar ainda mais o número de desabrigados.

Em dezembro de 2021, o magistrado havia determinado a prorrogação da suspensão, até o dia 31 de março, de medidas administrativas ou judiciais com ordens de desocupação.

A primeira decisão dada pelo ministro ocorreu em junho de 2021, tendo como foco áreas já ocupadas antes da pandemia. Ele estendeu a medida também para pessoas que deixem de pagar aluguel em imóvel residencial e que estejam em situação de vulnerabilidade.

A decisão do ministro atendeu parcialmente a uma ação movida pelo PSOL e leva em consideração a data de aprovação do estado de calamidade em decorrência da pandemia da Covid-19.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. E os proprietários desses imóveis serão ressarcidos dos prejuízos?
    Mais uma dessa turma ( STF )!
    Verdadeiro absurdo.

  2. Atendendo pedidos da curriola do PSOL pra fazer média em cima dos proprietários de imóveis que não podem reaver seus bens! Absurdo! Isso é culpa justamente do STF que incentivou o “fique em casa”! Proprietários do imóvel não podem ser penalizados!

  3. OU SEJA O CRIMINOSO PETRALHA CÃOMUNISTA BARROSO AGINDO MAIS UMA VEZ A SERVIÇO DA ESQUERDALHA E DA QUADRILHA DOS PETRALHAS OU SEJA A SERVIÇO DESSA VEZ DO PSOL. CRIMINOSAMENTE INTERFERINDO NOS BENS E PROPRIEDADES DOS OUTROS METENDO A MÃO SUJA NO QUE É DOS OUTROS ISSO SE CHAMA CÃOMUNISMO ESSE BARROSO NÃO VALE O QUE O GATO ENTERRA ESSE STF BOLIVARIANO DE HOJE LEIASE MINISTROS FORAS DA LEI SÃO O ESCRITORIO DO CRIME ORGANIZADO QUE É A ESQUERDALHA E A QUADRILHA DOS PETRALHAS. LULADRÃO LIVRE E O POVO VAI TER QUE PAGAR O QUE O LADRÃO DE 9 DEDOS ROUBOU. E VIVA AS URNAS MAGICAS DO TSE E O SUPER COMPUTADOR DO TSE QUE QUEBRA NA HORA DA APURACÃO DOS VOTOS NÉ BARROSO? VOTO IMPRESSO PRAQUE?

  4. NostraDeu é primo desse ministro, cabra bom, arrochado, só como se pronúncia nos votos vc percebe.

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Turismo

Setor hoteleiro tem aumento de 47,7% na ocupação anual em comparação com 2020

Foto: Frankie Marcone

O setor hoteleiro do Rio Grande do Norte está se recuperando da crise do covid-19. Uma pesquisa realizada entre os associados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN), mostrou um aumento de 47,7% na ocupação média anual.

Para o presidente da ABIH-RN, o empresário Abdon Gosson, o resultado é bastante positivo uma vez que estamos lidando com o aparecimento de uma nova variante da covid-19. “Os números respaldam o trabalho que desenvolvemos juntamente com o Governo do RN, através da Secretaria Estadual de Turismo/Emprotur, Prefeitura de Natal, através da Secretaria Municipal de Turismo/Setur e Natal Convention Bureau. Ao longo do ano realizamos diversas ações pelo Brasil divulgando o Rio Grande do Norte e mostrando que é seguro visitar o nosso estado”, disse.

Segundo Abdon Gosson, o fechamento de fronteiras, cancelamentos de voos e outras medidas necessárias para combater o coronavírus afetam diretamente o setor turístico, mas a pesquisa revelou que o viajante continuou a procurar o RN como opção de lazer.

Em janeiro de 2022, a ocupação nos hotéis se manteve na mesma média de 2021. “Natal foi a cidade que mais recebeu visitantes, tendo um aumento de 9,5% na comparação com janeiro do ano anterior”, afirmou o presidente.

Em 2021, a ABIH-RN e os hoteleiros associados capacitaram cerca de 1.500 agentes de viagens em 15 cidades brasileiras – Brasília/DF, Uberlândia/MG, Goiânia/GO, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Ribeirão Preto/SP, São José do Rio Preto/SP, Presidente Prudente/SP, Bauru/SP, Campinas/SP, Curitiba/PR, Londrina/PR, Maringá/PR, Cascavel/PR e Foz do Iguaçu/RN. Participaram de feiras nacionais e internacionais com o objetivo de promover o destino.

Entre as ações que destacamos nesta gestão estão as campanhas de arrecadação de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) para os profissionais de saúde do Amazonas, e de cestas básicas, com o apoio da Pastoral Amigos de Santa Dulce e Pastoral Social arrecadando 500 cestas básicas.

Em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Natal, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN, realizou em julho, uma ação em sua sede para que os colaboradores dos hotéis associados recebessem a vacina da gripe H1N1.

O presidente fala sobre as perspectivas para este ano. “Para 2022, teremos inúmeros desafios, entre eles, associar a hotelaria do interior do Rio Grande do Norte, uma vez que a pandemia tem fortalecido o turismo regional, contribuindo assim para o crescimento do turismo do estado, com mais ações e infraestrutura. Vamos continuar cada vez mais com as nossas ações de promoção e divulgação do destino, e talvez uma das maiores lutas: a redução do custo das passagens aéreas para Natal”, finalizou.

Opinião dos leitores

  1. Notícia que não deveria ser publicada.
    Agora vão noticiar a chegada de nova variante do covid, vão classificar como muito perigosa e logo virá a “recomendação” para fechar tudo, parar tudo. O importante é parar a cadeia produtiva, deixar o povo com medo, prolongar a pandemia, manter a narrativa da doença.
    No estado temos uma população com mais de 3,4 milhões de habitantes, tem morrido em média 3 pessoas por dia, que dizem ser por covid, e assim, talvez tenhamos 90 mortes ou um pouco mais por mês.
    Em números a quantidade de mortes por mês representa 0,002% da povo potiguar. Qual a razão de nunca olhar a situação sobre esse percentual? Onde esse percentual pode representar uma pandemia e justificar medidas para vigiar, parar, impedir o acesso e impor restrições?

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Brasil

População do Brasil tem menor aumento da história, aponta prévia do censo

Foto: Eduardo Anizelli/ Folhapress

O Brasil tem 208 milhões de habitantes, segundo a prévia do Censo 2022. Em média, a população cresceu apenas 0,7% ao ano desde o último recenseamento, em 2010. É o menor aumento populacional já registrado pelo país — a série histórica começa em 1872.

Os dados refletem a queda no número de nascimentos. Ainda nascem mais pessoas do que morrem no Brasil, mas a diferença é cada vez menor. O resultado é o envelhecimento da população brasileira, o que gera impactos na força de trabalho, na saúde e na previdência. Dentro de uma ou duas décadas, o país deve começar a diminuir.

O que os dados mostram?

  • A população do Brasil subiu de 191 milhões, em 2010, para 208 milhões, em 2022, de acordo com a prévia do censo;
  • Usando os dados, o UOL calculou que a média anual de crescimento no período foi de 0,7%;
  • Desde o censo de 1960, a taxa de crescimento vem caindo de forma contínua, mas nunca antes havia sido tão baixa;
  • Os dados oficiais do censo estão previstos para março, mas a informação de que o crescimento da população brasileira é o menor já registrado não vai mudar — seria preciso que a população ficasse acima de 219 milhões, o que é impossível considerando todos os cálculos do IBGE;
  • A prévia aponta que a população do Nordeste é a que menos cresceu no país –metade da média nacional. É improvável que esse quadro mude até os resultados finais do censo, porque a diferença em relação a outras regiões é muito grande. Além disso, o Nordeste é o local do país onde o recenseamento está mais avançado;
  • Um grande número de cidades diminuiu de tamanho. Na prévia do censo, a proporção chega a 40% dos municípios, mas os dados podem mudar na versão final.

Por que o crescimento da população está em queda?

  • O fator principal é a queda na taxa de natalidade. Para manter o tamanho da população no longo prazo, é necessário, no mínimo, uma média de 2 filhos por mulher. Em 2010, o número já estava abaixo desse patamar: 1,9. O Censo 2022 deve apresentar um resultado ainda menor.
  • A pandemia de covid-19 contribuiu para que o ritmo de crescimento caísse ainda mais, devido à alta na mortalidade. O Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) estima que, entre 2020 e 2022, um milhão de pessoas morreram a mais do que a média dos anos anteriores. Na conta, estão as mortes pela covid-19, mas também as que podem ter ocorrido pela redução dos atendimentos médicos durante a pandemia.
  • Também na pandemia, o número de nascimentos, que já estava em queda, caiu ainda mais — por motivos comportamentais, como o adiamento da gravidez e o isolamento social.
  • No caso específico do Nordeste, há ainda efeitos da migração para outras regiões. A versão final do censo vai permitir entender melhor essas dinâmicas demográficas.

UOL

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