O senador Rogério Marinho (PL-RN), pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, fez duras críticas à administração da governadora Fátima Bezerra (PT) neste sábado (16), durante o seminário que marcou o encerramento do projeto Rota 22, realizado na zona Sul de Natal.
Em seu discurso, Marinho afirmou que o Rio Grande do Norte enfrenta um cenário de “desgoverno”, citando problemas em áreas como educação, saúde, infraestrutura e gestão fiscal. “Fazer a crítica diante do descalabro, do desgoverno, da forma atabalhoada com que a gestão pública do estado do Rio Grande do Norte vem sendo conduzida é muito fácil. Qualquer cidadão sabe disso. Como estão as nossas estradas, como estão os nossos hospitais regionais, o tamanho da fila para cirurgias eletivas e o descaso com a educação pública”, disse.
O parlamentar criticou o desempenho do Estado nos indicadores de alfabetização e aprendizado, destacando que, apesar de ser governado por uma professora há quase sete anos, o RN ocupa as últimas posições do país. “As crianças não conseguem fazer as quatro operações matemáticas, não sabem ler, não sabem escrever. Estão em estágio de analfabetismo ou analfabetismo funcional. Isso significa que, quando forem adultos, não conseguirão se integrar de forma produtiva na sociedade. Não é esse o Rio Grande do Norte que nós queremos”, declarou.
O Seminário Rota 22 da Região Metropolitana de Natal, projeto do Partido Liberal (PL), em parceria com o Instituto Álvaro Valle, ocorreu no Olimpo Recepções. Rogério Marinho ressaltou os péssimos indicadores do Rio Grande do Norte. “Isto não é narrativa. São dados do Centro de Liderançaa Pública (CLP). O RN é último lugar em solvência fsical, último em desenvolvimento sustentável, último no esino médio, é o que menos investe orçamentariamente. Nós estamos nas mãos de irresponsáveis. Este é o retrato do Rio Grande do Norte”, disse Rogério Marinho.
Rogério Marinho também atacou a política fiscal do governo estadual, afirmando que o RN ocupa o último lugar no ranking de solvência fiscal, o que, segundo ele, compromete a capacidade de investimentos e de firmar convênios com municípios. “Isso é muito sério, porque significa que o governo não tem capacidade própria para resolver problemas básicos de manutenção de estradas, melhoria de hospitais regionais e edificação de escolas”, afirmou.
O senador ainda afirmou que a atual gestão de travar o desenvolvimento econômico do estado ao dificultar o licenciamento de empreendimentos. “Os nossos órgãos de controle e de concessão são absolutamente inservíveis. Criam dificuldades para quem quer empreender e, por fim, vendem facilidades”, criticou.
Em tom mais duro, Marinho classificou a governadora como uma “péssima professora” e resumiu o governo petista como marcado por “muita propaganda, pouca gestão e muita corrupção”.
A recusa do senador Romário (PL-RJ) em assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF, provocou uma onda de críticas dentro da oposição, especialmente entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que defendem a saída do magistrado.
Um dos ataques mais contundentes veio do advogado Paulo Faria, filiado ao PL. No sábado (9), ele usou as redes sociais para cobrar a expulsão de Romário do partido, afirmando que o ex-jogador “nunca deveria ter entrado no PL” e que “não fez nada pelo Estado nem pelo Brasil”. Faria disse ainda que vai formalizar o pedido de afastamento.
O requerimento contra Moraes foi articulado por senadores bolsonaristas em resposta à prisão domiciliar de Bolsonaro. Romário está entre os únicos dois parlamentares do PL no Senado que não assinaram o documento, resistindo às pressões que se intensificaram na última semana.
Na terça-feira (5), Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), vereador de Balneário Camboriú e filho do ex-presidente, cobrou publicamente o senador. Em tom provocativo, relembrou sua carreira no futebol: “Vai continuar vivendo do gol de 94 ou vai mostrar que também sabe jogar pelo povo?”. Segundo ele, apoiar o impeachment seria prova de compromisso com a população.
Na sexta-feira (8.ago), foi a vez do vereador Gilson Filho (PL-PE), do Recife, afirmar que “o impeachment de Romário será nas urnas”, sugerindo que o senador não terá chances de reeleição.
As críticas também vieram de fora do PL. Adrielles Jorge (União Brasil-SP), vereador de São Paulo e ex-participante do BBB, declarou que Romário foi eleito com o apoio da direita e de Bolsonaro, mas hoje “cospe no prato que comeu” e “na cara de um amigo”.
Diante da pressão, Romário divulgou uma nota no próprio dia 8 negando rompimento com Bolsonaro e desmentindo que tenha apagado fotos ao lado do ex-presidente. Reforçou que mantém boa relação com o PL e suas lideranças, e que segue atuando “pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil” em áreas como esporte, saúde, inclusão e defesa das pessoas com deficiência. Não fez, no entanto, qualquer menção ao impeachment.
Campeão mundial em 1994 e ídolo do futebol, Romário hoje está no PL, mas já passou por siglas como PP, Podemos e PSB — este último, atualmente, é base do governo Lula e abriga o vice-presidente Geraldo Alckmin.
Mau-caráter, o serviço público brasileiro está cheio de bandidos, corruptos e criminosos vestidos de autoridades cometendo crimes contra a nação, esse lixão é mais um pilantra oportunista
➡️Romário e Marcos Braz são 👉investigados por suposto esquema de corrupção no Rio.
👍Polícia Federal e Ministério Público apuram caso de desvio de dinheiro delatado por um empresário do Rio de Janeiro. 🤡 Precisa de mais algum motivo pra saber a posição dele?
Romário sempre foi um senador medíocre, ele só pensa nele, é um político mequetrefe cheio de processos nas costas, quase todos por inadimplência, gosta de comprar e não gosta de pagar, é o popular caloteiro.
Um grupo ultrasseleto de 24 pessoas no mundo acumula fortunas acima de US$ 50 bilhões (ou R$ 292,4 bilhões), segundo um levantamento da empresa de inteligência patrimonial Altrata, divulgado pelo The Wall Street Journal. No topo da lista está Elon Musk, dono da Tesla, com um patrimônio estimado em US$ 419,4 bilhões.
Juntos, esses superbilionários somam US$ 3,3 trilhões (ou R$ 19,3 trilhões), o equivalente ao Produto Interno Bruto da França.
Em fevereiro, eles detinham 16% de toda a riqueza dos bilionários, um crescimento expressivo em relação aos 4% registrados em 2014. Entre eles, 16 possuem mais de US$ 100 bilhões — pertencentes à categoria dos centibilionários.
A maior parte fez fortuna no setor de tecnologia ou teve os negócios impulsionados pelos avanços da área. Entre os dez mais ricos, seis têm ligação direta com o setor.
Veja quem são os superbilionários e onde ele investem suas fortunas:
1 – Elon Musk (US$ 419 bilhões)
Fundador da Tesla, da SpaceX e de outras empresas, acumulou fortuna com inovação em tecnologia e transporte. Lidera projetos de inteligência artificial e exploração espacial. Conduziu a aquisição do Twitter em 2022.
2 – Jeff Bezos (US$ 264 bilhões)
Criou a Amazon em 1994, expandindo-a para ecommerce, tecnologia e mídia. Investiu na Blue Origin para exploração espacial. Deixou o cargo de CEO da Amazon em 2021.
3 – Bernard Arnault (US$ 239 bilhões)
Comanda a LVMH, maior conglomerado de luxo do mundo. Expandiu o portfólio da empresa com marcas icônicas, como Louis Vuitton e Dior. Atua na sucessão do grupo envolvendo seus filhos.
4 – Lawrence Ellison (US$ 237 bilhões)
Fundou a Oracle em 1977, consolidando-se no setor de software corporativo. Atua no conselho da Tesla e investe em tecnologia e biomedicina. Possui propriedades de alto valor, incluindo a ilha de Lanai.
5 – Mark Zuckerberg (US$ 221 bilhões)
Fundou o Facebook em 2004, transformando-o na Meta, focada no metaverso. Expandiu a empresa com aquisições como Instagram e WhatsApp. Investe em inteligência artificial e realidade virtual.
6 – Sergey Brin (US$ 161 bilhões)
Cofundou o Google em 1998, impulsionando a Alphabet, holding que controla a empresa. Trabalhou em avanços de inteligência artificial e inovação tecnológica. Permanece como acionista e conselheiro.
7 – Steve Ballmer (US$ 157 bilhões)
Foi CEO da Microsoft entre 2000 e 2014, expandindo a empresa para serviços na nuvem. Proprietário do Los Angeles Clippers, investe em tecnologia e esportes. Atua em projetos de impacto social e dados governamentais.
8 – Warren Buffett (US$ 154 bilhões)
Comanda a Berkshire Hathaway, apostando em diversos setores. Defensor do investimento a longo prazo, doa parte da fortuna para filantropia. Segue ativo nos negócios, com 94 anos..
9 – Jim Walton (US$ 118 bilhões)
Herdeiro do Walmart, integra o conselho do Arvest Bank. Mantém investimentos na holding da família. Apoia iniciativas de educação nos EUA.
10 – Rob Walton (US$ 114 bilhões)
Ex-presidente do Walmart, dirigiu a empresa por mais de 20 anos. Investe em esportes, sendo proprietário do Denver Broncos. Atua na administração da fortuna familiar.
11 – Amancio Ortega (US$ 113 bilhões)
Fundou a Inditex, dona da Zara, consolidando um império no varejo de moda. Expande investimentos em imóveis de alto padrão. Mantém perfil discreto e gestão familiar da empresa.
12 – Alice Walton (US$ 110 bilhões)
Herdeira do Walmart, gosta de filantropia e artes. Criou o Crystal Bridges Museum of American Art. Investe na modernização do ensino nos EUA.
13 – Jensen Huang (US$ 108 bilhões)
Fundador e CEO da NVIDIA, impulsionou o avanço das GPUs. Lidera a empresa na corrida da inteligência artificial. Expande negócios para setores como automotivo e data centers.
14 – Bill Gates (US$ 106 bilhões)
Cofundou a Microsoft e consolidou sua liderança no setor de software. Dedica-se à Fundação Gates, focada em saúde e educação. Mantém investimentos em tecnologia e sustentabilidade.
15 – Michael Bloomberg (US$ 103 bilhões)
Fundou a Bloomberg LP, referência em dados financeiros. Foi prefeito de Nova York entre 2002 e 2013. Atua em filantropia e causas ambientais.
16 – Larry Page (US$ 101 bilhões)
Cofundou o Google, impulsionando a Alphabet. Investe em inovação, incluindo carros voadores e inteligência artificial. Permanece como acionista e membro do conselho.
17 – Mukesh Ambani (US$ 91 bilhões)
Comanda a Reliance Industries, expandindo-se para energia, telecomunicações e varejo. Lidera a digitalização da Índia com a Jio. Investe na transição para energias renováveis.
18 – Charles Koch (US$ 67 bilhões)
Dirige a Koch Industries, conglomerado com atuação global. Influente no cenário político e econômico dos EUA. Investe em iniciativas educacionais e sociais.
19 – Julia Koch (US$ 65 bilhões)
Herdeira da Koch Industries, administra a fortuna da família. Atua em filantropia, focando saúde e artes. Mantém investimentos estratégicos no grupo empresarial.
Herdeira da L’Oréal, preside o conselho da empresa. Expande os negócios de cosméticos globalmente. Atua em filantropia e preservação cultural.
21 – Gautam Adani (US$ 61 bilhões)
Fundador do Adani Group, investe em infraestrutura, energia e logística. Expande operações em portos e aeroportos. Foca a transição para energias limpas.
22 – Michael Dell (US$ 60 bilhões)
Fundou a Dell Technologies, consolidando-a no setor de computação. Expandiu os negócios para soluções corporativas e armazenamento de dados. Investe em tecnologia e inovação.
23 – Zhong Shanshan (US$ 58 bilhões)
Comanda a Nongfu Spring, gigante de bebidas na China. Atua no setor farmacêutico com investimentos em biotecnologia. Mantém perfil discreto e gestão direta dos negócios.
24 – Prajogo Pangestu (US$ 55 bilhões)
Lidera a Barito Pacific, com negócios em energia e petroquímica. Expande investimentos em recursos naturais e infraestrutura. Atua no crescimento do setor industrial na Indonésia.
Consolo de pobre. Onde estão os herdeiros de Ford, ou Rockefeller hoje?
Mas aproveitou patrimonialmente e emocionalmente muito mais que tu invejoso ! Deve ser canhoto parasita !
Bilionário americano transforma empresa em S.A. Não fica tudo em mão de herdeiro. Ganham tanta grana que depois que morrem ficam fundações que vivem dando dinheiro para esquerdista atrapalhar a vida de eventuais concorrentes com aquele monte de agenda woke, lacradora ou ambiental.
Oxe eu não tô nessa listra ? Prumodi num me butaro
Alunas da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte acusaram um professor do departamento de assédio. O fato foi exposto nesta quinta-feira (21) pelo Diretório Central dos Estudantes da UFRN (DCE-UFRN) através das redes sociais.
Segundo a publicação, o docente, que já teria sido denunciado por assédio moral e sexual na Ouvidoria da instituição em 2018, estaria perseguindo cinco alunas. De acordo com o texto, uma das discentes passou a ter fortes crises de ansiedade após sofrer com assédio moral e constrangimentos em público desde o retorno presencial neste ano de um projeto de extensão. A aluna acabou faltando as aulas devido ao seu estado de saúde.
“Infelizmente, esse retorno veio acompanhado de diversos casos de assédio direcionados especialmente às mulheres”, diz a publicação.
Ainda segundo o DCE, a aluna chegou a denunciar o ocorrido aos seus superiores e teria sido novamente assediada moralmente e acusada de estar mentindo. “[…]Escutou que estava mentindo, que não rendia nas performances pelos problemas de saúde pessoais e que isso não tinha relação alguma com as violências que vinha sofrendo […]. Nessa mesma ocasião, após ser agredida verbalmente, essa aluna (bolsista remunerada), comunicou que estava considerando sair do projeto pois não aguentava mais tanto descaso. A Coordenadora Geral do mesmo interviu e pediu que ela refletisse sobre essa decisão com mais calma”, diz a nota.
A aluna ainda teria sofrido represálias após tentar denunciar o professor e teve sua bolsa, que era remunerada, cortada, perdendo as condições de se manter na universidade. Segundo o diretório, as vítimas teriam tomado todas as medidas institucionais possíveis e acabaram conseguindo nesta quarta-feira (20) uma reunião com o setor de humanização da Pró Reitoria de Gestão de Pessoas da UFRN (PROGESP) e os membros projeto para traçar soluções em comum.
De acordo com a publicação, uma das pessoas presentes na reunião mantém uma relação pessoal com o professor acusado de assédio e teria tentando atrapalhar as tratativas sobre o assunto. A nota diz ainda que apesar de haver mais de 6 denúncias institucionalizadas e 10 informais contra o mesmo professor nenhuma providência foi tomada pela universidade.
“Defendemos uma universidade livre de assédios e segura pras mulheres. É necessário que a UFRN, considerada uma das melhores universidades do país, reflita sua excelência também na política de combate ao assédio e isso perpassa por além de amparar as vítimas, punir seus assediadores e levar as denúncias na Ouvidoria para frente! São diversos os casos de descaso. Chega de acobertar assédios, UFRN!”, finaliza o diretório.
O que diz a UFRN
Por meio de nota, a UFRN pontuou que casos específicos não podem ser informados ao público em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). A universidade disse ainda que desenvolve ações no intuito de prevenir e oferecer suporte às pessoas denunciantes de casos de abuso sexual e moral, no âmbito da instituição de ensino. A instituição destacou que em junho deste ano foi instituído o Grupo de Trabalho pelo Enfrentamento ao Assédio Sexual na UFRN, com o objetivo de identificar e sugerir medidas institucionais de curto, médio e longo prazo para prevenir e combater o assédio sexual, além de outras violências de gênero.
Veja a nota completa:
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) desenvolve ações no intuito de prevenir e oferecer suporte às pessoas denunciantes de casos de abuso sexual e moral, no âmbito da instituição de ensino. Em junho deste ano, foi instituído o Grupo de Trabalho pelo Enfrentamento ao Assédio Sexual na UFRN, com o objetivo de identificar e sugerir medidas institucionais de curto, médio e longo prazo para prevenir e combater o assédio sexual, além de outras violências de gênero. Seguem outras iniciativas da Universidade:
1) A Comissão de Humanização das Relações de Trabalho tem caráter interdisciplinar e é composta por servidores de diferentes áreas de atuação, como Serviço Social, Psicologia, Administração, Direito, entre outras. A ação tem o intuito de promover ações de natureza educativa e preventiva acerca das violências relacionadas ao trabalho (incluindo assédio sexual e moral); atuar como suporte diante dos problemas ou conflitos nas relações laborais; e analisar as demandas com indícios de violências no trabalho, agindo para cessá-las, oferecendo suporte e/ou encaminhando os envolvidos;
2) Capacitações sobre temáticas ligadas à prevenção de violências, como “Mediação de Conflitos”, “Gestão de Conflitos”, “Gestão das Emoções”, “Assédio Moral (Sensibilização e instrumentalização para combater o assédio moral)”, “Diversidades Afetiva, Sexual, Racial, Religiosa, entre outras (combate aos múltiplos preconceitos)”;
4) Comitê UFRN com Diversidade (em fase de reativação), que tem o objetivo de propor ações transversais, interdisciplinares e intersetoriais de enfrentamento à violência de gênero e a todos os tipos de preconceito e intolerância (machismo, racismo, lgbtqia+fobia, capacitismo, gordofobia, etc);
5) Treinamento Introdutório para Servidores e Programa de Atualização Pedagógica para Docentes (PAP), abordando a temática do assédio.
6) A Ouvidoria da UFRN é um canal para manifestações, via Plataforma FalaBR: https://ouvidoria.ufrn.br/ .
7) A Divisão de Segurança Patrimonial (DSP) também oferece canais de comunicação, nos telefones 08000 84 20 50 e (84) 99193-6471 ou no aplicativo “Smart Campus Seguro”.
Em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), casos específicos não podem ser informados ao público.
Esses servidores públicos fazem conluio, magote de corporativista seboso, na cadeia ia tudinho chorar com o tororó rasgado, na frente das estudante é tudo bixão, quero vê esses inrrustido com uma rola no boga
Na igrejinha UFRN, onde o sacerdócio da quase totalidade dos seus mestres está mais para o dogmatismo do marxismo-leninista do que para o saber e a política educacional não é a prioridade, nada é mais importante. Daí a irrelevância de “besteiras” (como essa) criadas pela imaginação dessas mulheres. Bom, mas cadê as feministas militontas de esquerda? Bora! Vai ficar assim? E o berro histérico do ” mexeu com uma, mexeu com todas”? Aí não, né? Estamos em casa. É da nossa igrejinha. Hipócritas!!!
E na UFRN já tem um professor tarado, um tal de Daniel Dantas Lemos. Tá livre, leve e solto… É um esquerdista, se fosse de direita o MPF já tinha recomendado o seu afastamento. Cadê as feministas da UFRN??
Seus “profs” dali acham que tem o rei na barriga. A UFRN não faz absolutamente nada na prática. DCE, alunas, gravem tudo e joguem nas redes sociais. Precisamos saber quem é esse assediador.
A reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta 2ª feira (4.nov.2024), no Palácio do Planalto, para tratar de medidas que resultem em corte de gastos terminou sem definição. O encontro teve início por volta das 15h30 e foi concluído às 18h50 –ou seja, durou 3h20.
Uma das razões para haver dificuldade no anúncio do pacote é a necessidade de cortar ou limitar reajustes de programas sociais, como o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e o seguro-desemprego. Outras duas áreas que podem ter limitação do uso de recursos são saúde e educação. Esse tipo de medida tem impacto político. Há resistência de Lula, do PT e de legendas de esquerda que hoje apoiam o Planalto.
Há uma expectativa de que o governo anuncie um plano para cortar despesas ainda nesta semana, conforme disse mais cedo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a jornalistas. Era possível que isso se desse ainda nesta 2ª feira (4.nov), mas houve o adiamento.
Além de Lula e Haddad, a reunião teve a participação de outros auxiliares do governo:
Rui Costa, ministro da Casa Civil:
Simone Tebet, ministra do Orçamento e Planejamento;
Esther Dweck, ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos;
Nísia Trindade, ministra da Saúde;
Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego;
Camilo Santana, ministro da Educação;
Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda;
Guilherme Mello, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda;
Miriam Belchior, secretária-executiva da Casa Civil.
Uma nova rodada de conversas será realizada na 3ª feira (5.nov), com a presença de outros ministérios, segundo nota da Fazenda. Eis o comunicado:
“O Ministério da Fazenda informa que na reunião desta segunda-feira (4), o quadro fiscal do país foi apresentado e compreendido, assim como as propostas em discussão.
“Nesta terça (5), outros ministérios serão chamados pela Casa Civil para que também possam opinar e contribuir no âmbito das mesmas informações.”
Até agora, o governo não antecipou detalhes do pacote que revisará gastos.
DÓLAR E BOLSA
Nesta 2ª feira (4.nov), o dólar comercial fechou a R$ 5,78, uma queda de 1,48% em relação à cotação da 6ª feira (1º.nov), quando atingiu R$ 5,87.
Foi o 2º maior valor nominal da história. Perde só para 13 de maio de 2020, na pandemia de covid-19. Naquele dia, a moeda norte-americana fechou a R$ 5,90.
O Ibovespa, principal índice da da B3, terminou esta 2ª feira (4.nov) aos 130.514,79. Representa uma alta diária de 1,87%. O movimento destoou das principais bolsas dos EUA, que registraram queda.
HADDAD CANCELA VIAGEM
Haddad cancelou viagem para a Europa que faria nesta 2ª feira (4.nov) depois que o dólar subiuR$ 0,09 na 6ª feira (1º.nov). Os investidores reagiram mal à notícia da visita do ministro ao continente europeu. O motivo: esperam com ansiedade o anúncio de medidas que cortem os gastos públicos para tornar mais crível as metas fiscais dos próximos anos.
“Minha ida estava dependendo dessa definição, se esta semana ou semana que vem que seriam feitos os anúncios. Como o presidente pediu para eu ficar, e como as coisas estão muito adiantadas do ponto de vista técnico, eu acredito que nós estejamos prontos esta semana para anunciar”, declarou Haddad.
O atraso no anúncio é avaliado, por alguns, como uma resistência de Lula com o pacote de medidas. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse em 28 de outubro, ao Poder360, que o envio das medidas tem que ser “rápido”.
DETALHES DO PACOTE
O formato do pacote ainda estava em elaboração, conforme apurou este jornal digital. Segundo reportagem da revista Veja, Haddad deve propor duas PECs (Propostas de Emenda à Constituição) para reduzir a trajetória de alta dos gastos públicos.
As medidas limitam gastos com o BPC, o seguro-desemprego e o abono salarial. Querem definir que essas despesas obrigatórias estejam sujeitas também à regra do marco fiscal, que limita a expansão dos gastos a uma alta de 2,5% acima da inflação.
Se houver uma alta maior do que neste patamar, as propostas do governo permitem que gatilhos sejam acionados para travar a despesa obrigatória.
Lula ainda precisaria dar o aval para algumas medidas. Um dos pontos de impasse é o BPC, mas a equipe econômica defende um redesenho do benefício e a inclusão no guarda-chuva do marco fiscal. Os gastos com Previdência e BPC subiram R$ 48 bilhões só no 1º semestre de 2024 em relação ao mesmo período de 2023.
A equipe econômica defende um redesenho do BPC e do seguro-desemprego para torná-lo menos custoso para a União, sem romper com as diretrizes iniciais dos programas.
O salário mínimo e a Previdência Social devem ficar de fora das medidas. Portanto, não responderiam às regras do marco fiscal.
A 2ª PEC trata sobre o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). A equipe econômica avalia que o aumento de R$ 21 bilhões de 2021 para R$ 43 bilhões em 2024 no Orçamento não se refletiram nos indicadores de qualidade do ensino básico.
A PEC vai desvincular receitas para aumentar a parcela do Fundeb nos gastos mínimos de educação. Um outro projeto de lei poderá atacar o sombreamento dos programas sociais –que é quando uma pessoa recebe mais de um benefício social.
Os argentinos vão às urnas neste domingo (7) para votar nas eleições legislativas na província de Buenos Aires, que abriga quase 40% dos eleitores do país. A disputa será um desafio para o governo do presidente Javier Milei, já que a região tem sido tradicionalmente um reduto da oposição peronista.
O líder argentino tem apresentado as eleições legislativas deste fim de semana como uma oportunidade para acabar com kirchnerismo, movimento da oposição liderado pela ex-presidente Cristina Kirchner.
Milei também está atento às eleições de meio de mandato que acontecerão no dia 26 de outubro, quando os argentinos voltam às urnas para preencher as cadeiras do Congresso, onde o governo conta com uma minoria atualmente.
Uma bancada maior no Congresso daria ao governo mais liberdade para bloquear as medidas da oposição que buscam derrubar as reformas de Milei. Diante das políticas de austeridade do presidente, parlamentares da oposição buscaram aumentar gastos com saúde e educação e, na quinta-feira (4), pela primeira vez, derrubaram seu veto a um projeto de lei de ampliação do orçamento para pessoas com deficiência.
Um resultado fraco nas eleições pode intensificar a incerteza sobre sua capacidade de aprovar as reformas que muitos investidores veem com simpatia.
Mas manchetes dos jornais argentinos têm sido tomadas por um escândalo de corrupção que pode levar a consequências políticas para a eleição deste domingo, e colocam pressão sobre o governo Milei.
No fim de agosto, a imprensa local publicou gravações de áudio nas quais uma autoridade de alto escalão do governo estaria discutindo suborno e sugerindo que a irmã e chefe de gabinete do presidente, Karina Milei, estaria recebendo propina. Javier Milei classificou as alegações como mentiras, e Karina Milei não comentou o caso.
A frustração da população com as rígidas medidas do presidente já puxava seus índices de aprovação para baixo, segundo cientistas políticos. Em agosto, eles caíram 39%, de acordo com uma pesquisa da Trespuntozero realizada após o surgimento das denúncias de corrupção — patamar mais baixo já registrado para Milei até o momento e uma queda em relação aos 48% de julho. Outra pesquisa recente da Management & Fit constatou que 73% das pessoas estavam preocupadas com o escândalo de suborno.
O índice de referência do mercado de ações local caiu mais de 14% no mês passado e nesta semana atingiu seu nível mais baixo desde o início de abril.
Ainda assim, não está claro o efeito real que a turbulência terá sobre a eleição. Muitos dos apoiadores de Milei ignoraram as denúncias, repetindo a afirmação do presidente de que ele é vítima de uma operação orquestrada pela oposição.
Facundo Cruz, consultor político em Buenos Aires, avalia que Milei não deve perder muito apoio em decorrência do escândalo por conta do clima político altamente dividido.
“Esta é uma eleição muito polarizada”, disse. “Há a ideia de que você precisa defender o governo apesar disso.”
Se o presente tá dando certo e a Argentina tá saindo da crise econômica herdada da gestão anterior, porque mudar? Espero e desejo que o Argentino reflita e saiba votar com a razão.
O governo federal repete neste ano a estratégia de buscar receitas extraordinárias para tentar atingir as metas fiscais e, com isso, conseguir liberar recursos para o funcionamento da máquina pública.
Receitas extraordinárias são recursos que não fazem parte da arrecadação regular e prevista pelo governo, mas que entram nos cofres públicos de forma esporádica durante o ano. Exemplos deste tipo de receitas são os leilões de ativo como concessões de rodovias, aeroportos, petróleo, ou a venda de ativos, como imóveis.
Nesta semana, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento liberaram R$ 20,6 bilhões no orçamento de 2025 para gastos livres dos Ministérios com base, principalmente, no aumento de receitas não recorrentes do petróleo.
Ao mesmo tempo, a agenda de reforma de gastos estruturais, necessária para manter de pé o arcabouço fiscal, caminha a passos lentos.
O governo diz que enfrenta dificuldades para cortar gastos devido a fatores legais e políticos. A maior parte do orçamento da União é composta por despesas obrigatórias – aposentadorias, salários, benefícios sociais e transferências para estados e municípios.
Essas despesas são determinadas por leis e pela Constituição Federal, o que significa que o governo não pode simplesmente reduzi-las sem aprovação do Congresso Nacional.
Além disso, há forte resistência de grupos do governo a cortes, especialmente em áreas como saúde, educação e programas sociais. Muitos destes gastos estão vinculados a pisos constitucionais.
Outro obstáculo é o tamanho das despesas discricionárias, que o governo pode ajustar, como investimentos em infraestrutura e ciência. Essa parcela do orçamento é pequena e mesmo cortes significativos têm impacto limitado sobre o total dos gastos.
Arcabouço fiscal
O arcabouço fiscal é o conjunto de regras proposto e aprovado em 2023 para orientar os gastos públicos. Ele inclui uma sistema de metas e gatilhos para controlar o crescimento das despesas e, em tese, levar os cofres federais para um patamar sustentável de gastos.
O objetivo é conter um crescimento maior da dívida pública brasileira, que já é considerada elevada para o padrão de países emergentes, evitando, assim, um aumento maior da inflação e dos juros básicos, fixados pelo Banco Central, que servem de referência para as taxas cobradas do setor produtivo.
Sem cortes de gastos obrigatórios, a atual regra para as contas públicas terá de ser revista nos próximos anos mesmo com a mudança nos precatórios feita pelo Congresso Nacional, que retira estes pagamentos das despesas primárias em 2026 e acrescenta, a cada ano, a partir de 2027, 10% do estoque de precatórios dentro das metas fiscais. Despesas primárias são os gastos do governo antes do pagamento de juros da dívida pública.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma piada nesta quinta-feira sobre a aparência física da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Ao conversar com a imprensa em Paris, na França, Lula disse que a auxiliar está “magrinha” de tanto trabalhar e que, por isso, “não consegue engordar”.
— E a minha ministra, que está ali, bem magrinha, dá uma olhada pra Marina. De trabalhar. De trabalhar. Ela saiu do Acre, na Amazônia, pra ver se ficava mais robusta lá em Brasília. Mas dão tanto trabalho pra ela que ela não consegue engordar. Isso é de trabalhar, é de viajar, é de defender, é de tentar cuidar de um país que foi descuidado durante muito tempo — disse Lula no Palácio do Eliseu, em Paris.
A ministra acompanhava a fala de Lula, sentada no auditório. A saúde da ministra já foi assunto retratado em uma bibliografia autorizada escrita pela jornalista Marília de Camargo César, em 2010, chamada de “Marina: A Vida por uma Causa”.
No livro, ela conta que já foi vítima de malária cinco vezes, e que já contraiu hepatite e leishmaniose. “(Se falar de doença) dificilmente vai errar, porque já tive quase todas”, disse.
Marina Silva também já foi contaminada por mercúrio, chumbo e ferro, causado provavelmente pela superdosagem de remédios para o tratamento de leishmaniose. Na época, ela estava grávida e com problemas no fígado e no pâncreas. Ela tinha com frequência náuseas, desorientação espacial e mal-estar. Muitas vezes saía para fazer algo e no meio do caminho se esquecia do porquê estava ali.
No livro, Marina afirma que vive a base de uma dieta repleta de restrições como, por exemplo, não usa cosméticos, não come chocolate, laticínios e ingere pouco açúcar.
Essa é a segunda vez nesta semana que Lula cita Marina Silva em falas à imprensa. Na terça-feira, no Palácio do Planalto, Lula disse que confiava na ministra 100%.
O presidente elogiou a auxiliar sem tecer críticas aos senadores que a atacaram na Comissão de Infraestrutura na semana passada. Ela ouviu do senador Plínio Valério (PSDB-AM) que ele queria, durante sua fala, separar a mulher da ministra porque a primeira merecia respeito e a segunda, não. Marina deixou a sessão após essa fala.
— A companheira Marina Silva é da mais extraordinária lealdade ao governo. É uma companheira que tenho 100% de confiança, que tenho certeza que tem 100% de confiança em mim. Tudo que ela faz, ela se propõe a discutir comigo.
A taxa anualizada de inflação do Brasil subiu de 5,48% em março para 5,53% em abril, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta 5ª feira (8.mai.2025). É o 7º mês seguido fora do intervalo de 1,5% a 4,5% permitido pela meta. Eis a íntegra da apresentação (PDF – 539 kB).
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação oficial do Brasil, teve taxa mensal de 0,43% em abril. Havia sido de 0,56% em março.
A taxa de 0,43% foi a maior para o mês de abril desde 2023, segundo o IBGE. No acumulado do ano, a taxa foi de 2,48%.
INFLAÇÃO EM ABRIL
A inflação mensal em abril teve influência de 8 dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE. A maior variação foi de saúde e cuidados pessoais, que avançou 1,18%, puxado pelos produtos farmacêuticos (+2,32%) e pelos itens de higiene pessoal (+1,09%).
O grupo que mais impactou o IPCA foi o de alimentação e bebidas. Avançou 0,82% no mês. A taxa mensal foi inferior a registrada em março (+1,17%), mas elevou em 0,18 ponto percentual a inflação de abril.
O IBGE disse que a alimentação no domicílio teve alta de 0,83%, com o encarecimento da batata-inglesa (+18,29%), do tomate (+14,32%) e do café moído (+4,48%).
O grupo de vestuário teve alta de 1,02% em abril. Destacam-se as altas na roupa feminina (+1,45%), na roupa masculina (+1,21%) e nos calçados e acessórios (+0,60%).
META DE INFLAÇÃO
O CMN (Conselho Monetário Nacional) estabeleceu uma meta de inflação contínua de 3%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo.
A regra em vigor desde o início do ano prevê que a inflação anualizada –acumulada em 12 meses– não pode ficar acima do teto de 4,5% por mais de 6 meses seguidos. Se a inflação ultrapassar o teto por mais de 6 meses seguidos, a meta será descumprida e o Banco Central terá que publicar uma carta com as explicações.
A autoridade monetária disse, em fevereiro, que deverá descumprir a meta em junho.
TAXA DE JUROS
Para controlar a inflação, o Banco Central aumentou a taxa básica, a Selic, para 14,75% ao ano na 4ª feira (7.mai.2025). Esse é o maior patamar desde 2006. O comunicado deixa a porta aberta para eventuais altas no futuro. A próxima reunião é em 17 e 18 de junho.
Acéfalo no desgoverno como vc fala enfrentou uma pandemia , já o seu governo só enfrenta roubalheira . Impressionante como tem comedor de capim q defende esse desgoverno geral do PT , só pode tá mamando nas tetas ou se identifica com com a conduta adotada pelo Pt , roubar sempre .
Com a extrema esquerda no governo, dias piores virão.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, usou o atendimento prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro como oportunidade para exaltar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) nas redes sociais, nesta sexta-feira, 11.
Em publicação no X, Padilha compartilhou uma imagem de Bolsonaro transportado por profissionais do Samu e ressaltou que o serviço foi implementado durante o primeiro governo Lula. “Todo mundo sabe: na hora da emergência, chama o Samu 192!”, escreveu o ministro. “Atendimento de urgência para salvar vidas de norte a sul.”
Todo mundo sabe: na hora da emergência, chama o SAMU 192! Atendimento de urgência para salvar vidas de norte a sul. Criado pelo presidente @LulaOficial, para todos os brasileiros, cada vez maior e mais rápido! Viva o SUS! pic.twitter.com/yxfA2aQm4r
Bolsonaro sofreu um mal-estar durante uma viagem ao Nordeste e foi hospitalizado em Santa Cruz, no Rio Grande do Norte, nesta sexta-feira. Pessoas próximas informaram que Bolsonaro está com a barriga muito inchada e relatou sentir muitas dores ao dar entrada no hospital.
Ele foi transferido de helicóptero para Natal, capital do Estado. O desconforto está associado ao atentado sofrido por Bolsonaro em 2018, quando Adélio Bispo, ex-militante do Psol, tentou assassinar o então candidato à Presidência com uma facada.
Bolsonaro estava no Estado para iniciar uma caravana do Partido Liberal, mas a viagem foi cancelada. O projeto percorreria o Nordeste do Brasil com visitas, oficinas e seminários a fim de fortalecer o PL para as eleições de 2026.
Samu foi saqueado durante o governo Lula 1
O Escândalo dos Sanguessugas, revelado pela Polícia Federal em 2006, expôs um esquema de corrupção que envolvia fraudes em licitações para a compra de ambulâncias para o Samu com recursos federais.
Sócios de uma fornecedora de equipamentos médico-hospitalares, em conluio com servidores e políticos, direcionavam emendas parlamentares para contratos superfaturados, mediante o pagamento de propinas. Estima-se que mais de R$ 110 milhões tenham sido desviados e que mais de cem políticos tenham participado diretamente ou indiretamente do esquema.
Como resposta, foi instaurada a CPI dos Sanguessugas e diversos envolvidos foram investigados, com algumas cassações e condenações judiciais. Contudo, apesar do impacto inicial e da ampla repercussão, muitos parlamentares escaparam de punições mais severas, e alguns até retornaram à vida pública.
O SAMU FOI SAQUEADO E ESSE SAFADO DO PADILHA, ERA O MINISTRO DA SAÚDE, NO GOVERNO DO DESCONDENADO LADRÃO E CORRUPTO. FOI PROCESSADO POR ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO E PROPINAS. MAS É DO PT, NADA ACONTECEU! 🤬🤬🤬🤬🤬🔰🔰🔰🔰
O governo vai proibir que beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) façam apostas nas plataformas das chamadas bets para cumprir uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi antecipada pelo secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena, em entrevista exclusiva ao Estadão.
A proibição atinge aproximadamente 20 milhões de famílias e passará por uma avaliação jurídica antes de ser efetivada em portaria. No ano passado, o Banco Central identificou que 5 milhões de beneficiários do Bolsa Família enviaram R$ 3 bilhões via Pix a plataformas de apostas em apenas um mês. A informação mobilizou o governo Lula (PT) a mudar regras de acesso ao jogo, legalizado no governo Temer e regulamentado pela atual gestão.
O STF determinou que o governo adotasse medidas para proibir o uso de recursos de programas assistenciais em apostas online. Inicialmente, o ministério estudava cumprir a decisão proibindo o dinheiro do Bolsa Família e dos meios de pagamento diretamente relacionados ao benefício, como o cartão do programa, nos sites. Os técnicos concluíram, porém, que isso era inviável e a decisão agora é proibir os beneficiários, individualmente por CPF, de efetuarem as apostas – independentemente de onde vem o recurso.
Desde o ano passado, o governo retirou 11.007 sites de apostas do ar que operavam ilegalmente, de acordo com os dados da pasta. Além disso, abriu 177 processos de investigação para apurar a conduta de influenciadores digitais que estariam fazendo propaganda ilegal de bets nas redes sociais, divulgando empresas ilegais ou fazendo publicidade não autorizada, como aquela direcionada a crianças e adolescentes. Hoje, 71 empresas estão autorizadas a operar no Brasil, totalizando 153 sites legalizados.
O secretário se posicionou contra o projeto de lei que proíbe a propaganda de bets na TV e na internet – proposta apresentada pelo líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e que recebeu parecer favorável da relatora, Damares Alves (Republicanos-DF).
Em outubro, o presidente Lula afirmou que acabaria com as apostas eletrônicas se a regulação não desse conta de resolver os problemas relacionados às bets. A preocupação do governo girava em torno do uso por crianças e adolescentes, beneficiários de programas sociais, danos à saúde, lavagem de dinheiro e outros crimes. De acordo com o secretário, o governo tem dado conta de resolver as questões e o pior cenário seria voltar à ilegalidade.
Isso é só lorota desse governo medíocre. Não tem como saber a origem do dinheiro de quem jogou ou joga, o dinheiro das apostas é depositado (transferido) de conta a conta.
As recuperações judiciais no agronegócio brasileiro bateram recorde em 2024, com crescimento de 138% na comparação com o ano anterior, totalizando 1.272 solicitações, de acordo com dados da Serasa Experian divulgados nesta terça-feira (1º).
O impulso nos pedidos veio principalmente de produtores rurais pessoa física, com alta próxima de 350% na comparação anual, para 566 solicitações.
De acordo com o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, diversos fatores impactaram a saúde financeira dos produtores e proprietários rurais, principalmente aqueles que estavam mais alavancados.
“A alta da taxa de juros, aliada ao aumento dos custos de produção com insumos agrícolas — que ficaram mais caros devido à inflação e à desvalorização cambial –, foram alguns dos desafios principais e, para além disso, tivemos o agravante das adversidades climáticas”, afirmou Pimenta.
O ano de 2024 foi marcado por uma histórica quebra da safra de grãos, que afetou inclusive produtores de Mato Grosso, após uma colheita recorde de soja e milho em 2023.
Por outro lado, instituições como o Banco do Brasil chamaram a atenção em 2024 para a chamada “advocacia predatória”, com produtores sendo levados a pedir RJ antes de avançar em renegociações com os bancos credores.
Apesar do forte aumento, o executivo da Serasa lembrou em nota que o número absoluto de solicitações é pequeno se considerado um universo com cerca de 1,4 milhão de produtores que tomaram crédito rural durante os últimos dois anos no país.
No recorte da pessoa física, o levantamento mostra ainda que 224 pedidos de RJ foram feitos por aqueles que não possuem propriedades no campo, ou seja, possíveis arrendatários de terras ou grupos econômicos ou familiares relacionados ao setor.
Os grandes proprietários foram responsáveis por 132 solicitações, os pequenos por 113 e os médios, 97, de acordo com o estudo.
Já os produtores rurais brasileiros que atuam com perfil de pessoa jurídica acumularam, em 2024, 409 pedidos de recuperação judicial, alta de 152,5%.
No caso dos produtores PJ, aqueles ligados ao cultivo de soja, principal produto do agronegócio, concentraram o maior número de recuperações judiciais (222), seguido pela pecuária bovina (75), cereais (49) e café (16).
A Serasa Experian revelou também que as empresas que atuam de forma relacionada ao setor do agronegócio realizaram 297 pedidos de recuperação judicial no ano passado, alta de 21,22%.
O país registrou uma taxa de informalidade de 38,1% no mercado de trabalho no trimestre entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025.
Havia 39,079 milhões de trabalhadores atuando na informalidade no período, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em um trimestre, 1,172 milhão de pessoas deixaram de atuar como trabalhadores informais.
O total de vagas no mercado de trabalho como um todo no período encolheu em 1,240 milhão de postos de trabalho. Ou seja, o emprego diminuiu quase totalmente via informalidade.
“Basicamente, a retração de ocupação no trimestre foi gerada pela queda da população ocupada informal”, confirmou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa.
Segundo a pesquisadora, a queda na informalidade tem relação com as dispensas na agricultura, construção e serviços domésticos.
Ela diz que a informalidade já vinha em tendência de queda, graças a uma maior participação da carteira assinada na composição da ocupação.
Atualmente, a fatia dos informais na ocupação está nas mínimas históricas, excetuando-se a excepcionalidade do período de pandemia de covid-19.
Beringuy disse não ser possível afirmar que a atual queda brusca na informalidade poderia ser o início de um processo de ajuste no mercado de trabalho, que posteriormente se espalharia para outras atividades.
“Essa queda agora ocorreu em atividades que a gente já esperava que caíssem mesmo, como é o caso da administração publica, saúde educação, que foi a queda de quase meio milhão de pessoas. A construção também, e o próprios serviços domésticos”, respondeu Beringuy, referindo-se a movimentos sazonais.
“A gente não teve retração no comércio. A gente não observou também retração muito significativa nos serviços de modo geral. Então não temos condições de afirmar que isso possa ser início de um espalhamento, de uma difusão entre as atividades de perda de ocupação.”
“Eu não teria como confirmar isso. O que a gente tem são dados que conversam com a série histórica da própria pesquisa”, afirmou.
Em um trimestre, na informalidade, houve redução de 861 mil empregos sem carteira assinada no setor privado, de 285 mil trabalhadores domésticos sem carteira assinada, de 33 mil empregadores sem CNPJ e de 29 mil pessoas no trabalho por conta própria sem CNPJ.
Porém, houve aumento de 36 mil pessoas atuando no trabalho familiar auxiliar.
A população ocupada atuando na informalidade caiu 2,9% em um trimestre. Em relação a um ano antes, o contingente de trabalhadores informais aumentou em 261 mil pessoas, alta de 0,7%.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que o governo vai aguardar a eleição da presidência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para iniciar a discussão da reforma da renda no Congresso Nacional. A declaração foi realizada após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O encontro com o presidente foi realizado para tratar da agenda econômica de 2025 e da votação do Orçamento deste ano. Segundo Haddad, a votação da Lei Orçamentária Anual é a prioridade do governo neste início de ano.
No final de 2024, Haddad havia informado que pasta econômica identificou uma “inconsistência” no projeto da reforma da renda que vem sendo elaborado pelo governo. Ao ser questionado se a inconsistência foi solucionada, Haddad respondeu: “Vou saber hoje”.
“A Receita Federal ainda não rodou o novo modelo porque nós estávamos terminando o ano com muitas coisas. Mas isso já deve ficar pronto nos próximos dias”, disse a jornalistas nesta segunda (6).
Orçamento
O Congresso Nacional não aprovou o Orçamento de 2025 em dezembro do ano passado. Apesar disso, a União poderá pagar normalmente as despesas obrigatórias ou essenciais, como salários, aposentadorias e estoques dos serviços de saúde. Em geral, outras despesas poderão ficar limitadas a 1/12 do valor previsto por mês.
“No começo do ano, é sempre uma discussão mais lenta mesmo ordinariamente. Temos que falar com o relator [senador Angelo Coronel] para ajustar o orçamento às perspectivas do arcabouço fiscal e das leis que foram aprovadas no final do ano passado”, disse Haddad.
O relator do Orçamento de 2025, senador Angelo Coronel, optou por adiar a votação do Orçamento para que pudesse haver mais tempo na incorporação das medidas fiscais apresentadas pelo governo no seu relatório final.
Alta do dólar
Haddad descartou a possibilidade de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para conter a saída do dólar. Segundo o ministro, haverá um processo de “acomodação natural” no preço da moeda norte-americana.
“Não existe discussão de mudar regime cambial no Brasil nem de aumentar imposto com esse objetivo. Estamos recompondo a base fiscal por meio das propostas que estão sendo endereçadas ao Congresso Nacional”, afirmou.
“Sobre a questão do dólar, há um processo de acomodação natural. Nós tivemos um estresse no final do ano passado no mundo todo e também no Brasil. Hoje o presidente eleito nos Estados Unidos [Donald Trump] deu declarações moderando determinadas propostas feitas ao longo da campanha. É natural que as coisas se acomodem”, disse.
O ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, Jaime Calado, deu uma pausa na agenda da pré-campanha a deputado federal, para uma viagem ao Vaticano, onde participou de audiência com o Papa Francisco, na última quinta-feira (2). O convite partiu do Dom Rubival Britto para o acompanhar no despacho com o santo padre, no Palácio Apostólico, integrando um grupo de 12 bispos do Nordeste.
“Por estar se recuperando de um tratamento na perna e, portanto, utilizando cadeira de rodas, o contato com o Papa foi diferente do formato de 2014. Mesmo assim, tive a honra de cumprimentá-lo e ser cumprimentado, individualmente, e demonstrar toda minha admiração”, explicou Jaime que também acompanhou a audiência geral, ocorrida na quarta-feira, 1º de junho, na Praça de São Pedro.
Calado ainda o presenteou com uma peça do Galo Branco de Dona Neném, símbolo do folclore do Rio Grande do Norte, por intermédio do monsenhor Flávio Medeiros, cônego efetivo da Basílica de São Pedro (Vaticano), potiguar da cidade de Acari. “Presenteei o nosso líder religioso com um artesanato que tem a nossa digital, é símbolo da nossa cultura. Também entreguei uma carta traduzida para o espanhol, seu idioma de origem”.
Quando esteve no Vaticano, em 2014, e passou em mãos uma medalha ao Papa Francisco, Jaime Calado ainda ocupava o cargo de prefeito de São Gonçalo do Amarante/RN e, agora, não conseguiu disfarçar a emoção em reviver esse momento, especialmente, ao relatar as preocupações do chefe da Igreja Católica. “No mundo atual, há uma verdadeira tendência de descartar as pessoas, principalmente, os idosos, os doentes, os mais pobres, como se fossem objetos sem uso. E essa é uma grande preocupação dele, assim como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. E ele com toda diplomacia católica está fazendo um grande trabalho para tentar reconquistar a paz. O temor é a guerra se prolongar e trazer mais sofrimento às pessoas. Ao final, o santo padre nos entregou um terço e pediu orações pela sua saúde”.
Dr. Jaime reforçou a simpatia do Papa Francisco, que os recepcionou com muito bom humor. “Eu estou muito feliz, satisfeito com esse convite e por ter sido tão bem recebido no Vaticano, em todos os lugares que estive, foi uma benção, realmente, e eu voltei muito mais animado com a vida, gratificado com tudo que Deus tem me proporcionado, e mais disposto a ajudar mais as outras pessoas”, finalizou.
A Comissão de Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização da Câmara Municipal de Natal, em reunião na manhã desta quarta-feira (01), aprovou 14 projetos de lei. Entre eles, os projetos de regulamentação das Zonas de Proteção Ambiental (ZPAs) 9 (Ecossistema de Lagoas e Dunas ao longo do Rio Doce) e 10 (Farol de Mãe Luiza e entorno).
O vereador Raniere Barbosa (Avante), que foi o relator do projeto de lei complementar nº 04/22 que trata da ZPA 9, afirmou que os projetos foram encaminhados com parecer favorável pois não possuem impacto nas previsões orçamentárias do município: “Os projetos estão compatíveis com a previsão de orçamentos do município, por isso demos parecer favorável, entretanto, tanto a ZPA 9 quanto a ZPA 10 foram encaminhadas agora para a Comissão de Planejamento Urbano, que é onde eles irão verificar os aspectos ambientais e urbanísticos dos projetos”, declarou.
Também durante a reunião foi aprovado o PL n° 312/2021, de autoria do vereador Anderson Lopes (SD), que dispõe da definição de prioridade em atendimento a pessoas específicas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
“Esse projeto vem dar prioridade às pessoas que por lei já possuem prioridade em atendimento, como pessoas com deficiência, idosos, mulheres gestantes e lactantes, ou pessoas com crianças de colo. Nas UBSs não existe uma triagem, e muitas vezes sabemos que existem cidadãos que recebem para poder dormir nas filas para garantir atendimento de terceiros. Por isso pedimos aqui nesse projeto prioridade para essas pessoas, que já são prioridades normalmente em outros locais, então estamos buscando agora garantir as prioridades também nas UBSs deste município”, afirmou o vereador Anderson Lopes.
Outra matéria aprovada, foi a de nº 371/2021, de autoria do Chefe do Executivo, que cria o Conselho Municipal do Esporte e Lazer. Para o relator do projeto, vereador Robson Carvalho (União Brasil) esse é o primeiro passo para dar encaminhamento a outros projetos que já tramitam na Casa. “É um marco o envio desse projeto para a Câmara, a partir dele poderemos dar funcionalidade a outros projetos que já estão passando pela Casa e discutir também leis a nível nacional, como a lei de incentivo ao esporte. Então esse é o marco inicial, a criação do conselho e para a criação também de um fundo municipal para o esporte”.
Os vereadores Nivaldo Bacarau (PSB) e Robério Paulino (PSOL) também participaram da reunião.
Quando estiverem revisando os Planos Diretores das cidades tenham responsabilidade e sigam os pareceres técnicos. Evitem transformar as cidades em armadilhas de tragédias anunciadas. Estruturas de drenagem, saneamento, trânsito precisam chegar antes das grandes expansões imobiliárias. O atrativo paisagístico natural deve ser preservado, para que seja preservada a indústria do turismo.
Esses BOZOS estão doentes
Fique tranquilo Alisson vai resolver toda essa bagunça causada por vocês