O número de pessoas mortas durante os ataques israelenses na Faixa de Gaza desde 7 de outubro aumentou para 7.950, informou no domingo (29) o Ministério da Saúde palestino, controlado pelo grupo radical islâmico Hamas em Ramallah.
Quase 73% dos mortos pertencem a populações vulneráveis, incluindo crianças, mulheres e idosos, de acordo com o relatório do ministério.
Mais de 20 mil pessoas ficaram feridas, acrescentou o ministério.
O número de mortos relatado inclui 116 profissionais médicos, já que muitos hospitais foram atingidos por ataques militares.
Numa atualização anterior, o ministério disse que 24 hospitais no norte de Gaza, com uma capacidade combinada de 2.000 camas, foram instruídos a evacuar.
O moedor de carne humana continua a todo vapor, o hamas vitorioso com sua retórica por outro lado Israel destruindo geral, no meio de tudo isso a população civil sendo esmagada, idosos , mulheres e crianças virando pó nesse genocídio sem fim.
A meta é ampliar a cobertura multivacinal em Parnamirim. Para isso, a equipe de vigilância epidemiológica do município vem realizando uma série de encontros e treinamentos, sob a coordenação do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) da SESAD.
Essa semana, o grupo recebeu a professora Antônia Teixeira, enfermeira, graduada pela Universidade federal do Rio Grande do Norte; especialista em epidemiologia e mestre em saúde coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, representante da Sociedade Brasileira de Imunização no Rio Grande do Norte Sbim/RN.
Entre os temas abordados está a busca ativa vacinal,
para identificar alvos de vacinação contra rubéola, o HPV, febre amarela, sarampo e caxumba.
Parnamirim trabalha para alcançar todos os indicadores para certificação do Selo Unicef, aderido pelo município. As equipes de saúde da prefeitura estão trabalhando em parceria com Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Secretaria de Estado e da Saúde Pública( SESAP).
Algumas gotinhas de sangue e um resultado que pode mudar a vida de um bebê. O teste do pezinho para detecção de seis doenças, está sendo realizado nas unidades básicas de saúde e na maternidade Divino Amor, municipio de Parnamirim. As mães devem procurar ou agendar o exame diretamente nas UBSs com os agentes de saúde, preferencialmente, entre o 3º e o 5º dia de vida do recém-nascido. Se não for possível, pelo menos até o 30º dia de nascimento.
Em Parnamirim, a Secretaria Municipal de Saúde está intensificando a divulgação do teste do pezinho para conscientizar a população. O simples exame é capaz de detectar: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.
Quanto mais cedo – a partir das 72h de vida do bebê – o teste for realizado, melhor. Caso seja encontrado algum problema, o tratamento pode ser iniciado o mais precocemente possível.
Para o teste do pezinho, os pais devem levar cópia de documento de identidade da mãe, copia do cartão SUS da mãe, cópia da Declaração de Nascido Vivo DNV – papel emitido pela maternidade no qual constam a hora do nascimento e o peso do recém-nascido ou certidão de nascimento da criança.
Confira abaixo as unidades onde o teste do pezinho está disponível:
PIUM
UBS NALVA MARIA DE OLIVEIRA BEZERRA CAJUPIRANGA
UBS FRANCISCO FERNANDES PIMENTA LIBERDADE
UBS ENFERMEIRO FRANCISCO GOMES DA SILVA JARDIM PLANALTO
UBS DR. ANTÔNIO FERREIRA DA SILVA CENTRO
MONTE CASTELO
UBS ENFERMEIRO MARCELINO AUGOSTINHO COSTA PASSAGEM DE AREIA II
UBS ROSA FERNANDES ROSA DOS VENTOS
CAIC NOVA ESPERANÇA I
UBS MARCONDES BEZERRA PARQUE INDUSTRIAL
UBS VULPIANO CAVALCANTE EMAÚS
UBS PROFESSOR CLOVIS DOS SANTOS NOVA PARNAMIRIM
UBS JOÃO DIAS
Não faz mais do que a obrigação!! E vamos lá né? Teste do pezinho é obrigação faz tempo, mas vocês querem levantar a bola de Taveira. Tudo na vida tem um interesse por trás.
PESQUISA PERFIL/ BG/ BOA SAÚDE também avaliou o cenário espontâneo para Prefeitura. Dr. Wellington tem 39%, enquanto 35,2% estão indecisos, 23,5% João Maria e 2,2% branco ou nulo.
O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral é o RN-04078/2024. A margem de erro é de 4,9% e o intervalo de confiança é de 95%, a pesquisa entrevistou 400 pessoas, nos dias 13 e 14 de junho.
A Ministra da saúde Nísia Trindade receberá o título honorífico de Cidadã Norte-rio-grandense no próximo dia 2 de setembro, às 14h, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. A Ministra, primeira mulher a ocupar este cargo, é uma figura de destaque na área da saúde e da ciência no Brasil. A sessão solene acontece no plenário da Casa.
A proposta para a homenagem é da deputada Divaneide Basílio (PT RN), que é autora do texto subscrito pelos deputados Isolda Dantas e Francisco do PT, em reconhecimento ao trabalho da Dra. Nísia Trindade , especialmente durante o período crítico da pandemia de COVID-19. Uma contribuição fundamental para a saúde e para o bem-estar da população brasileira.
“É muita satisfação e orgulho conceder o título de cidadã potiguar à Ministra Nísia, junto aos meus colegas de bancada. Sua dedicação incansável à saúde pública merece reconhecimento, principalmente em defesa da democracia e contra o negacionismo, por isso, esse momento de tributo à sua contribuição é também um agradecimento em nome do povo potiguar”, declarou Divaneide, autora da proposição.
Quem é Nísia
Nísia Trindade Lima é Doutora em Sociologia, mestre em Ciência Política e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Com uma trajetória notável, foi a primeira mulher a presidir a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entre 2017 e 2022, período durante o qual a instituição se destacou globalmente pela produção de vacinas e pesquisas essenciais para o enfrentamento da pandemia. A Fiocruz, sob sua liderança, consolidou ainda mais seu papel como um centro de excelência em ciência e tecnologia, enfrentando os desafios impostos pela crise sanitária.
O Ministério da Saúde já incinerou, em 2024, 10,9 milhões de vacinas com o prazo de validade expirado. A maior perda se refere a imunizantes da Covid-19, mas há também doses para febre amarela, tétano, gripe e outras doenças.
A quantidade de imunizantes desperdiçados deve ser maior ainda, uma vez que o estoque do Ministério da Saúde armazena outras 12 milhões de doses que já venceram, incluindo 9 milhões da Janssen contra a Covid-19. As vacinas também devem ser incineradas.
Os dados foram obtidos pela coluna via Lei de Acesso à Informação (LAI). A resposta foi enviada em 25 de outubro.
Procurado, o Ministério da Saúde explicou que campanhas de desinformação impactaram a adesão da população aos imunizantes e assegurou que não há falta de vacinas no país.
Entre os imunizantes já incinerados, cerca de 6,4 milhões de doses eram para a Covid-19. A doença já matou mais de 5,1 mil pessoas no Brasil neste ano, de acordo com dados da pasta.
Já a DTP, vacina infantil que previne a difteria, o tétano e a coqueluche, aparece em seguida, com 3,1 milhões de doses incineradas. Depois, consta o imunizante contra febre amarela: foram 663,2 mil doses perdidas.
Como os dados são parciais, os números podem aumentar até o fim de 2024. A Saúde ainda explicou, em ofício, que “não possui gerência sobre a incineração no âmbito estadual”.
Aplicação de vacinas contra a Covid-19 começou depois do planejado
Campanhas de vacinação têm sido um desafio para o ministério. A própria iniciativa contra a Covid-19 é um exemplo: começou depois do planejado, em maio, com imunizantes com prazo curto de validade.
A crise na vacinação, porém, não é nova. Desde 2016, o Brasil registra diminuição nas taxas de cobertura para meningite e HPV, por exemplo. Houve até mesmo falta de estoque de doses no período, o que não existe no momento, de acordo com a pasta.
As taxas de vacinação foram parcialmente revertidas e aumentaram no ano passado. O Brasil saiu da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgadas em julho.
O que diz o Ministério da Saúde sobre vacinas incineradas
Em nota, o Ministério da Saúde explicou que as vacinas da Covid-19 são o principal alvo de campanhas sistemáticas de desinformação, o que gera “desconfiança sobre a eficácia e segurança do imunizante, impactando a adesão da população”.
“Para evitar desperdício e garantir proteção máxima, na compra da vacina contra Covid-19 deste ano, o Ministério da Saúde adotou inovações: entrega parcelada por parte do laboratório contratado conforme a demanda apresentada pela pasta e possibilidade de troca pela versão mais atual aprovada pela Anvisa”, acrescentou a pasta.
O Ministério da Saúde também informou que o Programa Nacional de Imunizações adota “práticas como cláusulas de troca para lotes próximos à validade, contratos plurianuais para gestão eficiente, monitoramento contínuo dos estoques e reuniões mensais com laboratórios para ajuste de cronogramas”.
“Cabe informar ainda que perdas percentuais mínimas são previstas mundialmente na construção de políticas públicas de saúde pela necessidade de reserva técnica”, finalizou.
O Blog do BG recebeu informações de que os os médicos das UPAS, UBS, PAM e demais serviços prestado pela empresa SAMA à prefeitura de Mossoró, receberam salário pela última vez em novembro de 2024. A categoria está reivindicando os pagamentos atrasados.
Apesar de comemorar o que consideraram o “pontapé” da reforma ministerial prometida por Lula, uma ala do Centrão na Câmara não gostou da decisão do presidente de colocar Alexandre Padilha no Ministério da Saúde.
Esses caciques avaliam que, apesar do perfil mais político de Padilha, a tendência é que o agora ex-ministro das Relações Institucionais continue sendo um dos focos de atrito entre o Congresso e o Palácio do Planalto.
Para uma ala do Centrão, há um “desgaste natural” entre Padilha e o Parlamento, provocado pelos dois anos em que o ministro esteve à frente da articulação política do governo Lula.
Na avaliação de lideranças do Centrão, esse desgaste pode se acentuar com Padilha no Ministério da Saúde, em razão da grande quantidade de emendas parlamentares que a pasta concentra.
Por exemplo, 50% das chamadas emendas de comissão, nova linha de frente do chamado “orçamento secreto”, têm como destino obrigatório o Ministério da Saúde. Assim, Padilha estará no comando de boa parte dos recursos.
Nos bastidores, caciques do Centrão defendem que o ideal seria que Padilha fosse deslocado para um ministério com um orçamento menor, onde não haveria tanto potencial para atritos com parlamentares.
O ator e dramaturgo Juca de Oliveira morreu aos 91 anos na madrugada deste sábado (21) em São Paulo. A informação foi confirmada à TV Globo pela assessoria da família.
Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, desde o dia 13 de março em decorrência de um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.
Em nota, a família informou que seu estado de saúde era delicado e agradeceu “as manifestações de carinho e solidariedade”.
“Com pesar, comunicamos o falecimento do ator, autor e diretor Juca de Oliveira, ocorrido neste madrugada de 21 de março de 2026, aos 91 anos. Reconhecido como um dos grandes nomes das artes cênicas brasileiras, Juca de Oliveira construiu uma trajetória sólida e admirada no teatro, na televisão e no cinema”, diz um trecho do comunicado.
José Juca de Oliveira Santos nasceu no dia 16 de março de 1935, em São Roque, interior de São Paulo, e iniciou sua carreira no teatro nos anos 1950.
Ao todo, participou de mais de 30 novelas e minisséries, além de ter integrado o elenco de mais de dez longas-metragens e 60 peças de teatro, incluindo aquelas em que trabalhou como autor.
Doutor Albieri em O Clone
Seu papel mais marcante na TV foi na novela “O Clone”, de Glória Perez. Ele interpretou o médico geneticista Doutor Albieri, responsável pela produção de um clone humano.
O velório será realizado no Funeral Home, no bairro da Bela Vista, região central da capital, das 15h às 21h deste sábado. A cerimônia será restrita a amigos e familiares.
A Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, assinaram na manhã desta terça-feira (10), na sede da Fundação, um convênio que viabiliza atendimentos gratuitos a pacientes regulados pelo município, no Ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde da Funpec (FunPICS). A previsão é que o espaço seja inaugurado no segundo semestre deste ano.
O ambulatório vai oferecer cerca de 120 atendimentos mensais gratuitos à população, no âmbito da atenção primária à saúde, com foco nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), instituídas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os atendimentos previstos estão: acupuntura, auriculoterapia, ventosaterapia, reflexoterapia, moxabustão e reiki.
Segundo o diretor-presidente da Funpec, professor Aldo Dantas, o ambulatório integra a missão da Fundação de promover o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. “Este é um dos projetos que traduzem nosso compromisso com a população do estado. Iniciaremos com seis práticas integrativas, com atendimento totalmente gratuito, mas a expectativa é incorporar novas práticas futuramente, além de prospectar uma unidade na zona norte de Natal”, afirmou.
Para o secretário municipal de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, a capital contará com um espaço estruturado e voltado ao cuidado terapêutico, “é com muita alegria que hoje celebramos esse convênio da Secretaria com a Funpec, para entregar à população de Natal esse novo centro. Damos esse grande passo na ampliação da oferta dessas práticas que tanto melhoram a qualidade de vida das pessoas, e agora com essa parceria vamos avançar ainda mais na qualidade da assistência e saúde da população. Acredito que esta seja apenas a primeira de muitas parcerias entre o município, a Funpec e a UFRN”, destacou.
A criação do FunPICS está alinhada à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), do Ministério da Saúde, que orienta a promoção de terapias que favoreçam o autocuidado, o uso de recursos naturais, bem como promovam o acesso de toda população a tecnologias de cuidado seguras e eficazes.
A fraude nos descontos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) superou em grupos de mensageria outros temas de amplitude nacional, como a saúde de Jair Bolsonaro (PL) nas semanas em que o ex-presidente esteve no hospital e a possibilidade de anistia aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de janeiro.
O tema também puxou mais discussão se comparado à crise do Pix na época em que esta ocorreu, revela pesquisa da Quaest feita de 21 de abril a 7 de maio .
Por meio de uma plataforma automatizada, o instituto de pesquisa coletou cerca de 3,6 milhões de mensagens no WhatsApp, Discord e Telegram que citavam diretamente o tema. Foram considerados 30 mil grupos públicos acompanhados pela Quaest. A análise foi feita a partir de uma metodologia chamada social listening, na qual conversas são monitoradas para identificar tendências e sentimentos.
O resultado mostra que 50% das mensagens tinham falas críticas. Com a maior proporção, aparecem notícias sobre o tema (47%). Apenas 3% do conteúdo foi classificado como de defesa ao governo Lula (PT). A Quaest estima que as mensagens atingiram, em média, 818 mil pessoas por dia nos grupos públicos.
O esquema de fraude no INSS promovia descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas por associações e sindicatos. Segundo a Polícia Federal, a soma dos valores descontados de 2019 a 2024 chega a R$ 6,3 bilhões. A porcentagem ilegal ainda vai ser apurada.
A operação que investiga o esquema foi deflagrada em 23 de abril pela CGU (Controladoria-Geral da União) e pela PF. O evento gerou o primeiro pico de mensagens, segundo a Quaest. Ele foi seguido por outros dois picos, um no dia 29 de abril, motivado por relatório da PF, e outro em 6 de maio, mobilizado a partir de um vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Segundo a consultoria, o vídeo impulsionou uma alta de 204% das menções em 24 horas. A publicação correspondeu a 20% de todos os links compartilhados sobre o tema, incluindo notícias.
O impulsionamento foi superior a outro vídeo feito pelo deputado no caso da fiscalização do Pix. Em janeiro, o parlamentar fez uma publicação a respeito do assunto em meio a uma onda de desinformação sobre taxação que gerou crise para o governo Lula.
Segundo o levantamento da Quaest, a comparação dos primeiros 15 dias de repercussão dos dois casos mostra um volume de mensagens 2,6 vezes maior no episódio do INSS.
O tema também superou o interesse pela saúde do ex-presidente Bolsonaro e pela anistia, nesse segundo caso em muito.
Segundo a Quaest, o perdão aos envolvidos no 8 de janeiro tem mobilizado pouco os grupos nos últimos dias, inclusive na direita.
Para Felipe Nunes, cientista social e CEO da Quaest, a pesquisa nas plataformas de mensagem ajuda a identificar um “comportamento coletivo silencioso” e às vezes invisível a “olho nu”.
“Quando algum assunto interessa e mobiliza a população, ele aparece de forma muito clara nos grupos de mensageria, que são espaços seguros para opinar sem aparecer. Enquanto a anistia nunca conseguiu protagonismo no cardápio de interesse das pessoas, os desvios no INSS ganharam rapidamente a atenção e curiosidade da população.”
Segundo ele, “resta saber se, assim como a chamada taxação das blusinhas e o Pix, o INSS vai ou não ser mais um detrator de popularidade para o governo”.
No caso da fraude do INSS, as mensagens tinham, de início, um teor sobretudo noticioso, aponta a pesquisa. Após a divulgação do relatório da PF, porém, as menções começaram a ter cunho mais político.
“Em grupos de direita, o possível envolvimento do irmão de Lula no esquema para acusar o presidente de corrupção foi o principal tema. As mensagens relembravam escândalos de governos anteriores e ressuscitaram termos como ‘LULADRÃO’. Além disso, bolsonaristas responsabilizam Lula e o PT por uma suposta revogação da lei antifraudes que havia sido sancionada por Bolsonaro”, aponta relatório da Quaest.
Conhecido como Frei Chico, o irmão de Lula José Ferreira da Silva é vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical), entidade investigada pela CGU e pela Polícia Federal no caso.
A entidade posteriormente ficou fora da lista de associações consideradas como o “núcleo do esquema de fraudes” em ação movida pela AGU (Advocacia-Geral da União).
Em relação ao outro ponto da mensagem, segundo a iniciativa de checagem Projeto Comprova, não é verdade que Lula tenha derrubado a lei de combate a fraudes sancionada por Bolsonaro.
O Ministério da Saúde aprovou o uso no Sistema Único de Saúde (SUS) do primeiro remédio para casos leves de Covid-19. É o Paxlovid, fabricado pela Pfizer e composto pelos medicamentos antivirais nirmatrelvir e ritonavir. A pasta tem 180 dias para fornecer o remédio na rede pública.
O medicamento não deverá ser usado em todos os pacientes. Ele vai ser indicado para quadros leves e moderados, que não estejam hospitalizados nem precisem de oxigênio suplementar, mas com alto risco de complicações, caso de pessoas acima de 65 anos ou com sistema imunológico comprometido.
Para poder usá-lo, será preciso ter um teste positivo para Covid-19. O tratamento deve começar em até cinco dias após o início dos sintomas. Os antivirais que compõem o tratamento serão ingeridos via oral. Para receber o medicamento, a pessoa pode estar vacinada ou não contra a doença.
Segundo o Ministério da Saúde, o nirmatrelvir é uma molécula que inibe uma enzima importante do coronavírus, impedindo que ele se prolifere. Já o ritonavir inibe outra enzima que ataca o nirmatrelvir. Pela decisão tomada pela pasta, também será feita uma reavaliação em até 12 meses sobre o uso do remédio.
Na última quinta-feira, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou a incorporação do remédio no SUS. Na sexta-feira, a medida foi aprovada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde.
Em março, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a aprovou o uso emergencial do Paxlovid, por um período não superior a cinco dias, e mediante apresentação de receita médica. Também recomendou evitar seu uso durante a gravidez, e em pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal. Antes da Anvisa, o remédio já tinha sido autorizado pelas agências dos Estados Unidos, da União Europeia, do Canadá, da China, da Austrália, do Japão, do Reino Unido e do México.
Em abril, o Ministério da Saúde tinha incorporado o remédio baricitinibe para casos graves.
Onde na matéria fala em “tratamento precoce”? O remédio foi testado e tem efeito comprovado por testes, o que eh imensamente diferente dos remédios sem eficácia que o MINTOmaníaco das rachadinhas defendia e defende como cloroquina e ivermectina… Muuuu
Mané, você vota em quem? Uma coisa é certa: Você é apaixonado por Bolsonaro. Tudo quanto é matéria você tem que falar do Bolsonaro. Quanta paixão! Kkkk
Neco é gado, vide seus argumentos.
CaNeco, cabra bom! Leia a matéria direito, isso né remédio para verme não!
Os cuidados com a saúde estão presentes na rotina da maioria das pessoas, mas nem sempre é possível reunir todos os procedimentos necessários para essa assistência em um só lugar. Na maioria das vezes, a consulta é feita em uma clínica, os exames são marcados em outra e os remédios comprados num terceiro estabelecimento. Mas, os moradores de Nova Parnamirim e região têm a opção de resolver tudo isso e muito mais no polo de saúde encontrado no Shopping Cidade Verde.
Hoje, o local conta com 5 clínicas médicas, 2 lojas de cuidados com a saúde e estética, e mais 2 farmácias, sendo uma voltada para o comércio varejista, com produtos farmacêuticos e cosméticos tradicionais, e outra voltada para produtos de manipulação.
Entre as opções, está o Centro Clínico Zona Sul da Unimed, com mais de 20 especialidades, que vão desde ginecologia, clínica médica e pediatria à cirurgia geral, alergologista, angiologista e cirurgia pediatra. Ao todo, 72 profissionais médicos atendem no local, em 10 consultórios e uma sala de eletrocardiograma. Por mês, são realizados mais de 4 mil atendimentos.
A saúde da visão também pode ser tratada no Shopping Cidade, que possui uma unidade do Instituto de Oftalmologia Marco Rey, referência em serviços oftalmológicos no Rio Grande do Norte há quase uma década. Além de consultas, na clínica também é possível realizar uma série de exames, procedimentos e cirurgias.
E dá pra sair do oftalmologista e encomendar os óculos ainda no shopping, que conta com a ótica Visualle. Com aparelhos de excelente precisão, a empresa tem como diferencial a qualidade das lentes e entrega dos seus produtos em prazo reduzido.
Os óculos são montados em laboratório próprio, com máquinas de alta tecnologia que conferem melhor acabamento no corte da lente e na sua montagem.
Mas se o seu problema for relacionado aos ouvidos, nariz, garganta e distúrbios da fala e do sono, a opção é a Otorrino Premium, que possui a estrutura necessária para a realização de consultas e exames com os melhores especialistas da região.
No shopping, também é possível fazer exames laboratoriais, testes para Covid-19, testes para Influenza e um amplo portifólio de genômica no Centro de Patologia Clínica, que tem mais de 45 anos de atuação.
“Todos os dias mais de 2 mil veículos passam pelo shopping. É um fluxo muito grande de pessoas que podem otimizar o seu dia resolvendo tudo em um só lugar. O cliente pode ir ao médico, fazer o exame e comprar o remédio aqui, economizando tempo, dinheiro e combustível, com comodidade e segurança”, disse Maria Elisa Bezerra, sócia-diretora do Shopping Cidade Verde.
Medicamentos e estética
Além de consultórios e laboratório, o polo de saúde do Shopping Cidade Verde também conta com opções que complementam os cuidados com o bem-estar, com a presença de farmácias e clínicas de estética.
Depois de sair do médico, o paciente pode adquirir os remédios que forem receitados na unidade da rede Drogasil, voltada para o comércio varejista de medicamentos, ou na Farmafómula, que oferece produtos manipulados, sejam medicamentos, suplementos ou cosméticos.
Também dá para cuidar da saúde dos pés na All Pé. A rede de franquias oferece os serviços de corte técnico de unhas, tratamento de calos, rachaduras, micoses, unhas encravadas, além massagem, eletrocautério e hidratação por vapor de ozônio.
E se o problema for os pelos no corpo que incomodam, dá pra resolver na Espaçolaser, que trabalha com uso da tecnologia do Gentlelase da Candela, padrão ouro em depilação, que elimina os pelos definitivamente desde a raiz e tem baixa intensidade de dor.
Servidores da saúde de Natal realizaram na manhã desta segunda-feira (28) um protesto em frente ao Hospital Municipal, no bairro de Petrópolis, contra o possível fechamento da unidade. Os servidores relataram ter recebido, nos últimos dias, informações de que a gestão do prefeito Álvaro Dias (PSDB) estuda encerrar os atendimentos no local.
Um comunicado interno ao qual os servidores tiveram acesso aponta que, além do fechamento do Hospital Municipal, a Prefeitura do Natal avalia encerrar contratos temporários. O Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde) afirma que isto já começou a acontecer.
Ao Portal da 98FM, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) afirmou que “não há nada de concreto” a respeito desse assunto. A reportagem apurou que há, sim, estudos para fechar o hospital, mas apenas quando for construído o novo Hospital Municipal, no conjunto Cidade Satélite. O hospital atual funciona em um prédio alugado.
Durante o protesto, servidores fizeram um abraço coletivo na frente do hospital.
A manifestação desta segunda-feira já havia sido antecipada na última quinta (24), quando servidores fizeram uma paralisação de 24 horas para cobrar da prefeitura melhores condições de trabalho e reajuste salarial. A categoria está há oito anos sem aumentos.
Esse Álvaro Arregão Dias, tá seguindo a chefa Guvernadora Fátima do PT, que fechou vários hospitais.
Ainda bem que esses dois trastes não serão reeleitos.
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal) vai levar vacinação contra Pólio, Varicela e Tríplice Viral, além de outros serviços ao bairro do Tirol no próximo sábado (8).
É o projeto Saúde na Praça, que objetiva promover uma manhã inteira de saúde voltada para a população da capital, das 8h às 12h, no Parque Ney Aranha Marinho (Av. Gov Juvenal Lamartine, 2). Neste dia todas as unidades básicas de saúde do município também estarão com a sala de vacina a portas abertas, no mesmo horário, para atualização do esquema vacinal de crianças.
Até o momento Natal registra 28% de cobertura contra a pólio (crianças de 1 ano a menores de 5 anos), 33% contra a Varicela (crianças entre 15 meses e 4 anos) e 52% contra a Tríplice Viral – sarampo caxumba e rubéola (crianças entre 12 e 15 meses).
Em virtude disso, o ‘Vacinando com Natal’ intensifica a aplicação dos imunobiológicos dentro do projeto Saúde na Praça deste sábado (8).
A 2ª Vara Cível da Comarca de Natal sentenciou uma operadora de plano de saúde a custear o tratamento de escoliose para uma cliente, durante todo período necessário à sua recuperação, por meio da realização de sessões de fisioterapia. A mesma determinação judicial também concedeu indenização de R$ 3 mil para a consumidora, em razão dos danos morais sofridos.
Conforme consta no processo, a filha da autora, que é sua dependente legal, é portadora de “escoliose de início precoce, concluindo o laudo médico pela necessidade de tratamento com três sessões de fisioterapia na semana” para evitar piora na deformidade, ou até mesmo realização de procedimento cirúrgico no futuro.
Assim, ela requereu, administrativamente, o custeio das terapias solicitadas, mas tal solicitação não foi atendida, sob o argumento de que o “método terapêutico solicitado não está contemplado nas coberturas da resolução normativa nº 428/2017, da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS”.
Ao analisar o processo, a magistrada Carla Portela ressaltou inicialmente que cabe ao caso a aplicação das regras do código de defesa do consumidor ao caso concreto, pelo fato da autora estar “na condição de beneficiária, como destinatária final de um serviço de natureza, podemos afirmar, securitária, enquanto que a empresa ré corresponde a figura do fornecedor”.
Em seguida, a juíza considerou “abusiva a conduta da operadora ré, ao influir na escolha do tratamento indicado à paciente, cabendo, pois, tão somente ao médico assistente essa escolha”. Além disso, a operadora não “apresentou evidências científicas sobre o êxito efetivo de tratamentos alternativos” que poderiam ser indicados para o restabelecimento da saúde da paciente.
Sobre este ponto: […]concluindo o laudo médico pela necessidade de tratamento com três sessões de fisioterapia na semana”
Não cobrando este conhecimento ao Blog mas o profissional Fisioterapeuta é um profissional independente e somente ele pode determinar a frequência de sua condutas conforme a necessidade do paciente.
Infelizmente esse modelo biomédico ainda é presente mas cada profissional tem sua autonomia e não pode ter suas prerrogativas atingidas por nenhum outro profissional.
O moedor de carne humana continua a todo vapor, o hamas vitorioso com sua retórica por outro lado Israel destruindo geral, no meio de tudo isso a população civil sendo esmagada, idosos , mulheres e crianças virando pó nesse genocídio sem fim.