A Ministra da saúde Nísia Trindade receberá o título honorífico de Cidadã Norte-rio-grandense no próximo dia 2 de setembro, às 14h, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. A Ministra, primeira mulher a ocupar este cargo, é uma figura de destaque na área da saúde e da ciência no Brasil. A sessão solene acontece no plenário da Casa.
A proposta para a homenagem é da deputada Divaneide Basílio (PT RN), que é autora do texto subscrito pelos deputados Isolda Dantas e Francisco do PT, em reconhecimento ao trabalho da Dra. Nísia Trindade , especialmente durante o período crítico da pandemia de COVID-19. Uma contribuição fundamental para a saúde e para o bem-estar da população brasileira.
“É muita satisfação e orgulho conceder o título de cidadã potiguar à Ministra Nísia, junto aos meus colegas de bancada. Sua dedicação incansável à saúde pública merece reconhecimento, principalmente em defesa da democracia e contra o negacionismo, por isso, esse momento de tributo à sua contribuição é também um agradecimento em nome do povo potiguar”, declarou Divaneide, autora da proposição.
Quem é Nísia
Nísia Trindade Lima é Doutora em Sociologia, mestre em Ciência Política e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Com uma trajetória notável, foi a primeira mulher a presidir a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entre 2017 e 2022, período durante o qual a instituição se destacou globalmente pela produção de vacinas e pesquisas essenciais para o enfrentamento da pandemia. A Fiocruz, sob sua liderança, consolidou ainda mais seu papel como um centro de excelência em ciência e tecnologia, enfrentando os desafios impostos pela crise sanitária.
O Ministério da Saúde já incinerou, em 2024, 10,9 milhões de vacinas com o prazo de validade expirado. A maior perda se refere a imunizantes da Covid-19, mas há também doses para febre amarela, tétano, gripe e outras doenças.
A quantidade de imunizantes desperdiçados deve ser maior ainda, uma vez que o estoque do Ministério da Saúde armazena outras 12 milhões de doses que já venceram, incluindo 9 milhões da Janssen contra a Covid-19. As vacinas também devem ser incineradas.
Os dados foram obtidos pela coluna via Lei de Acesso à Informação (LAI). A resposta foi enviada em 25 de outubro.
Procurado, o Ministério da Saúde explicou que campanhas de desinformação impactaram a adesão da população aos imunizantes e assegurou que não há falta de vacinas no país.
Entre os imunizantes já incinerados, cerca de 6,4 milhões de doses eram para a Covid-19. A doença já matou mais de 5,1 mil pessoas no Brasil neste ano, de acordo com dados da pasta.
Já a DTP, vacina infantil que previne a difteria, o tétano e a coqueluche, aparece em seguida, com 3,1 milhões de doses incineradas. Depois, consta o imunizante contra febre amarela: foram 663,2 mil doses perdidas.
Como os dados são parciais, os números podem aumentar até o fim de 2024. A Saúde ainda explicou, em ofício, que “não possui gerência sobre a incineração no âmbito estadual”.
Aplicação de vacinas contra a Covid-19 começou depois do planejado
Campanhas de vacinação têm sido um desafio para o ministério. A própria iniciativa contra a Covid-19 é um exemplo: começou depois do planejado, em maio, com imunizantes com prazo curto de validade.
A crise na vacinação, porém, não é nova. Desde 2016, o Brasil registra diminuição nas taxas de cobertura para meningite e HPV, por exemplo. Houve até mesmo falta de estoque de doses no período, o que não existe no momento, de acordo com a pasta.
As taxas de vacinação foram parcialmente revertidas e aumentaram no ano passado. O Brasil saiu da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgadas em julho.
O que diz o Ministério da Saúde sobre vacinas incineradas
Em nota, o Ministério da Saúde explicou que as vacinas da Covid-19 são o principal alvo de campanhas sistemáticas de desinformação, o que gera “desconfiança sobre a eficácia e segurança do imunizante, impactando a adesão da população”.
“Para evitar desperdício e garantir proteção máxima, na compra da vacina contra Covid-19 deste ano, o Ministério da Saúde adotou inovações: entrega parcelada por parte do laboratório contratado conforme a demanda apresentada pela pasta e possibilidade de troca pela versão mais atual aprovada pela Anvisa”, acrescentou a pasta.
O Ministério da Saúde também informou que o Programa Nacional de Imunizações adota “práticas como cláusulas de troca para lotes próximos à validade, contratos plurianuais para gestão eficiente, monitoramento contínuo dos estoques e reuniões mensais com laboratórios para ajuste de cronogramas”.
“Cabe informar ainda que perdas percentuais mínimas são previstas mundialmente na construção de políticas públicas de saúde pela necessidade de reserva técnica”, finalizou.
Um estudo realizado pelo Pew Research Center, organização independente de pesquisa, aponta que 48% dos adolescentes entrevistados acreditam que as redes sociais afetam de forma prejudicial a saúde mental de pessoas da sua faixa etária. O número representa um aumento de 16 pontos percentuais em relação à última edição da pesquisa realizada pela instituição, em 2022. O levantamento, publicado nesta terça-feira, ouviu 1.391 jovens de 13 a 17 anos, além de seus pais.
Perguntados sobre o efeito das redes em suas próprias vidas, apenas 14% dos adolescentes afirmaram se sentir impactados negativamente. A maioria (59%) considera que o efeito é neutro, enquanto 27% veem o uso das plataformas como algo positivo em suas vidas.
Um adolescente citado no relatório disse aos entrevistadores que o uso excessivo das redes sociais na nossa sociedade parece ser a principal causa de depressão entre pessoas da sua faixa etária:
“As pessoas parecem se deixar afetar pelas opiniões de quem elas nem conhecem, e isso destrói seu estado mental”, acrescenta.
Tempo demais conectado
O novo estudo atualiza informações de outro levantamento feito pela Pew, publicado em dezembro do ano passado, que mostrou que quase metade dos adolescentes americanos afirmam estar on-line praticamente “o tempo todo”. Mesmo assim, a nova pesquisa também apresenta um interesse por parte dos adolescentes em pelo menos tentar controlar o próprio uso das redes: 45% dizem que passam tempo demais nas redes sociais, um aumento em relação aos 36% de 2022. E 44% dos adolescentes afirmaram que reduziram o tempo gasto nas redes e nos smartphones.
O levantamento também destacou uma diferença de percepção significativa entre gêneros. Meninas são mais propensas a enxergar as redes sociais como um fator prejudicial: 57% delas afirmam que as redes impactam negativamente pessoas da sua idade, contra 38% dos meninos. Quando o foco é a autopercepção, no entanto, tanto meninos quanto meninas se mostram mais otimistas — 15% das meninas e 14% dos meninos dizem que os efeitos sobre si são negativos.
O estudo também apontou variações no olhar dos jovens conforme sua origem racial e étnica. Adolescentes brancos tendem a perceber com mais frequência os impactos negativos das redes sobre os colegas, em comparação a jovens negros e hispânicos. Contudo, quando questionados sobre os efeitos em suas próprias vidas, a percepção negativa foi praticamente a mesma entre os três grupos.
Pais preocupados, filhos resilientes
A pesquisa reforça um ponto que vem ganhando cada vez mais espaço nas rodas de conversa de pais, educadores e especialistas: o abismo que existe entre a consciência coletiva sobre os danos das redes sociais e a percepção pessoal dos adolescentes. Enquanto a sociedade discute os riscos de exposição, comparação e sobrecarga de informações, muitos jovens seguem enxergando as redes como uma ferramenta de entretenimento e conexão, minimizando os potenciais efeitos sobre sua saúde mental.
O bem-estar mental geral dos adolescentes é uma preocupação mais ampla; 89% dos pais e 77% dos adolescentes disseram estar “um pouco” ou “extremamente” preocupados com o tema.
No entanto, o relatório sugere que os pais estão mais ansiosos em relação ao impacto das redes sociais sobre seus filhos do que os próprios adolescentes. Para os pais, as redes sociais (44%) e a tecnologia de maneira geral (14%) foram apontadas como os fatores que mais prejudicam a saúde mental dos jovens, enquanto apenas 22% e 8% dos adolescentes, respectivamente, afirmaram o mesmo.
“A tecnologia está tornando-os mais receosos de tentar coisas novas, menos criativos e menos propensos a resolver seus próprios problemas, sejam eles de relacionamento ou práticos,” disse uma mãe de adolescente entrevistada na pesquisa.
Nem tudo é negativo
Quase seis em cada dez adolescentes disseram que as redes sociais lhes oferecem “um espaço para mostrar seu lado criativo,” e ainda mais jovens afirmaram que as redes os ajudam a se manter conectados com o que está acontecendo na vida de seus amigos.
Encontro reuniu médicos cooperados, entidades representativas, diretoria e colaboradores em uma programação que também apresentou as perspectivas futuras da cooperativa
Atenta às pautas recorrentes entre seus cooperados, a Unimed Natal realizou, na noite desta quarta-feira (25), um evento que reuniu mais de 200 médicos, cerca de 600 convidados entre entidades representativas, diretoria e colaboradores e que trouxe reflexões importantes sobre o cenário econômico-financeiro da saúde suplementar.
Consolidada como a maior cooperativa no segmento da Saúde, a Unimed Natal levou ao público uma programação técnica, apresentando os desafios atuais do mercado, bem como a necessidade de estratégias e novos negócios que garantam a sustentabilidade econômico-financeira da empresa. O encontro contou com a participação de palestrantes especialistas em Saúde Suplementar, como o presidente da Unimed Participações, Adelson Chagas, e o economista e diretor da Multicoop, Fabiano Lopes.
“A intenção desse evento foi apresentar o atual cenário em que estamos trabalhando e incentivar todos os envolvidos no Sistema Unimed a implementar estratégias inovadoras, modernas e que se adaptem aos principais desafios”, declarou o presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto.
Prestigiado por autoridades empresariais de entidades representativas como CRM, AMARN e SINMED, e viabilizado por meio do apoio de empresas parceiras, o evento foi também uma oportunidade para fortalecimento e união da categoria.
“A Unimed tem em seu nome a abreviatura do nosso maior princípio, que é a “união de médicos”, porque entendemos que juntos somos mais fortes. E esse evento nos possibilitou uma excelente oportunidade para fortalecermos mais ainda nossa união e nosso propósito”, declarou o presidente.
O evento marcou data importantes do calendário institucional da cooperativa, como os *46 anos de Unimed Natal, 19 anos do Hospital da Unimed e Dia do Médico*, todos comemorados no mês de outubro. A programação contou ainda com apresentações da ONG Atitude Cooperação e com o lançamento da campanha institucional da empresa, que nos últimos dias espalhou pela cidade diversas mídias com a frase “É muito bom ter”, slogan que faz referência ao trabalho desenvolvido e que transformou a empresa em um pilar econômico na saúde e nos segmentos social, cultural, esportivo e econômico.
“Atualmente, cuidamos de *mais de 200 mil beneficiários*, somos a empresa que mais apoia a cultura, a arte e o esporte por meio de *patrocínios e incentivos* e geramos *mais de 36 mil empregos diretos e indiretos*. É realmente muito bom ter a Unimed Natal, uma empresa que está há *46 anos* construindo uma cooperativa forte, que valoriza e cuida de todos esses segmentos e promove a Economia do nosso estado”, celebrou o presidente.
O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Eraldo “O Ingrato”, está adotando uma postura crítica e ácida em relação ao seu adversário político o ex-prefeito Jaime Calado que lidera todas as pesquisas de intenção de voto no município. Em entrevistas, Eraldo está fazendo ataques aos governos passados que ele apoiou e resolveu cobrar uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA que alega ter sido rejeitada no governo de Jaime. Eraldo só não explica o porquê de não ter feito essas cobranças quando era vereador da base aliada de Jaime e nem quando exerceu o cargo de vice-prefeito de Paulinho.
O que o prefeito Eraldo também precisa explicar é um assunto que está repercutindo na cidade. O perfil do Alerta São Gonçalo trouxe à tona hoje duas portarias editadas pelo governo federal, este ano, dando oportunidades a estados e municípios de fazerem repactuação com o Ministério da Saúde.
Segundo apurado pelo Alerta, essas portarias nº 3.084 de 12 de janeiro de 2024 e nº 430 de 15 de março de 2024 dariam condição da gestão de Eraldo solicitar uma UPA no valor de R$ 1,4 milhão dentro do Pacto Nacional pela Retomada de Obras e de Serviços de Engenharia e, mesmo com os prazos prorrogados até 15 de abril de 2024, nem o Governo do Estado e nem a Prefeitura de São Gonçalo manifestaram interesse.
Além de ter de explicar por que não pleiteou a UPA de São Gonçalo esse ano, Eraldo ainda não conseguiu apresentar ao povo os motivos do fechamento dos 10 leitos de UTI do Hospital Belarmina Monte e como o seu governo não consegue prestar um bom atendimento da saúde básica. As reclamações são constantes De falta de medicamentos, médicos e dentistas nas unidades de saúde.
A raiva de Eraldo é tanta, que faz algumas pessoas da direita apoiarem esquerdistas aliados da governadora Fátima e do presidente Lula.Por isso é bom a democracia.
Esse ingrato inaugurou uma praça em homenagem ao ex-prefeito Paulo Emídio mas colocou o nome dele mesmo em destaque e não ao homenageado de fato. INGRATO.
Essa História da UPA.de São Gonçalo.vem rendendo já a Três campanha,a verdade é que Jaime Devolveu o Dinheiro da UPA.ai agora aparece como o Puritano.ou querendo ser o Salvador da Pátria.
Cinco anos depois de sancionada a lei nº 13.871/2019, que obriga os agressores de mulheres a pagarem pelos atendimentos das vítimas no SUS (Sistema Único de Saúde), o Ministério da Saúde “não possui registros de valores que tenham sido ressarcidos” e que comprovem a efetividade da norma legal.
O posicionamento foi recebido em resposta a pedido via Lei de Acesso à Informação feito pelo R7. No documento, a pasta explicou que os procedimentos realizados em vítimas de violência doméstica são pagos conforme Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do Sistema Único de Saúde.
Segundo o ministério, todas as vezes em que os serviços têm ciência de casos de violência, os profissionais devem fazer a notificação compulsória de violência contra à mulher. Em 2024, por exemplo, pelo menos 292 mil procedimentos foram feitos em mulheres vítimas de violência.
Questionado sobre a falta de efetividade da Lei nº 13.871/2019, o Ministério da Saúde disse que os ressarcimentos dos valores previstos na legislação “devem ser destinados ao fundo de saúde do ente federado responsável pelo atendimento, estado e/ou município, e não ao fundo da União”.
Após o posicionamento da pasta, a reportagem do R7 entrou em contato com diversas secretarias de saúde estaduais. Até a publicação desta nota, três já haviam respondido e informaram não ter esse tipo de dados: Secretaria de Saúde do DF, de Goiás e de São Paulo.
Em 2024, o gasto em atendimento de mulheres vítimas de violência doméstica chegou a R$ 88,6 mil. Este ano, até agosto, o montante estava em R$ 65,3 mil. O maior gasto, desde 2020, foi contabilizado em 2023, com o valor de R$ 156,1 mil.
O que diz o Ministério da Saúde?
Em nota oficial, o ministério reforçou o compromisso no enfrentamento à violência contra as mulheres, “com foco no cuidado integral, na reconstrução da autonomia e na ampliação do acesso a serviços especializados no SUS”.
“Entre as iniciativas, destacam-se o atendimento odontológico gratuito para mulheres vítimas de violência doméstica, que garante reconstrução dentária pelo SUS, e a expansão das Salas Lilás, espaços localizados em unidades de urgência e emergência que oferecem acolhimento humanizado, escuta qualificada e atendimento multiprofissional às mulheres em situação de violência. Essas salas garantem sigilo, segurança e o encaminhamento adequado para os demais serviços da rede de proteção”, disse.
A nota também citava o “Novo PAC – Saúde da Mulher” que prevê investimentos na ampliação da infraestrutura e dos serviços voltados à saúde feminina, com prioridade para o cuidado integral das vítimas de violência.
“Em relação à Lei nº 13.871/2019, que prevê o ressarcimento ao SUS pelos custos de atendimentos decorrentes de violência doméstica e familiar, o Ministério informa que os valores devem ser destinados ao fundo de saúde do ente federado responsável pelo atendimento, estado e/ou município, e não ao fundo da União. A pasta ressalta que a norma reconhece a violência contra a mulher como um dano coletivo, que deve ser enfrentado de forma integrada entre os Poderes e esferas de governo, com foco na prevenção, acolhimento e reabilitação das vítimas”, explica.
A Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, assinaram na manhã desta terça-feira (10), na sede da Fundação, um convênio que viabiliza atendimentos gratuitos a pacientes regulados pelo município, no Ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde da Funpec (FunPICS). A previsão é que o espaço seja inaugurado no segundo semestre deste ano.
O ambulatório vai oferecer cerca de 120 atendimentos mensais gratuitos à população, no âmbito da atenção primária à saúde, com foco nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), instituídas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os atendimentos previstos estão: acupuntura, auriculoterapia, ventosaterapia, reflexoterapia, moxabustão e reiki.
Segundo o diretor-presidente da Funpec, professor Aldo Dantas, o ambulatório integra a missão da Fundação de promover o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. “Este é um dos projetos que traduzem nosso compromisso com a população do estado. Iniciaremos com seis práticas integrativas, com atendimento totalmente gratuito, mas a expectativa é incorporar novas práticas futuramente, além de prospectar uma unidade na zona norte de Natal”, afirmou.
Para o secretário municipal de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, a capital contará com um espaço estruturado e voltado ao cuidado terapêutico, “é com muita alegria que hoje celebramos esse convênio da Secretaria com a Funpec, para entregar à população de Natal esse novo centro. Damos esse grande passo na ampliação da oferta dessas práticas que tanto melhoram a qualidade de vida das pessoas, e agora com essa parceria vamos avançar ainda mais na qualidade da assistência e saúde da população. Acredito que esta seja apenas a primeira de muitas parcerias entre o município, a Funpec e a UFRN”, destacou.
A criação do FunPICS está alinhada à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), do Ministério da Saúde, que orienta a promoção de terapias que favoreçam o autocuidado, o uso de recursos naturais, bem como promovam o acesso de toda população a tecnologias de cuidado seguras e eficazes.
A fraude nos descontos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) superou em grupos de mensageria outros temas de amplitude nacional, como a saúde de Jair Bolsonaro (PL) nas semanas em que o ex-presidente esteve no hospital e a possibilidade de anistia aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de janeiro.
O tema também puxou mais discussão se comparado à crise do Pix na época em que esta ocorreu, revela pesquisa da Quaest feita de 21 de abril a 7 de maio .
Por meio de uma plataforma automatizada, o instituto de pesquisa coletou cerca de 3,6 milhões de mensagens no WhatsApp, Discord e Telegram que citavam diretamente o tema. Foram considerados 30 mil grupos públicos acompanhados pela Quaest. A análise foi feita a partir de uma metodologia chamada social listening, na qual conversas são monitoradas para identificar tendências e sentimentos.
O resultado mostra que 50% das mensagens tinham falas críticas. Com a maior proporção, aparecem notícias sobre o tema (47%). Apenas 3% do conteúdo foi classificado como de defesa ao governo Lula (PT). A Quaest estima que as mensagens atingiram, em média, 818 mil pessoas por dia nos grupos públicos.
O esquema de fraude no INSS promovia descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas por associações e sindicatos. Segundo a Polícia Federal, a soma dos valores descontados de 2019 a 2024 chega a R$ 6,3 bilhões. A porcentagem ilegal ainda vai ser apurada.
A operação que investiga o esquema foi deflagrada em 23 de abril pela CGU (Controladoria-Geral da União) e pela PF. O evento gerou o primeiro pico de mensagens, segundo a Quaest. Ele foi seguido por outros dois picos, um no dia 29 de abril, motivado por relatório da PF, e outro em 6 de maio, mobilizado a partir de um vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Segundo a consultoria, o vídeo impulsionou uma alta de 204% das menções em 24 horas. A publicação correspondeu a 20% de todos os links compartilhados sobre o tema, incluindo notícias.
O impulsionamento foi superior a outro vídeo feito pelo deputado no caso da fiscalização do Pix. Em janeiro, o parlamentar fez uma publicação a respeito do assunto em meio a uma onda de desinformação sobre taxação que gerou crise para o governo Lula.
Segundo o levantamento da Quaest, a comparação dos primeiros 15 dias de repercussão dos dois casos mostra um volume de mensagens 2,6 vezes maior no episódio do INSS.
O tema também superou o interesse pela saúde do ex-presidente Bolsonaro e pela anistia, nesse segundo caso em muito.
Segundo a Quaest, o perdão aos envolvidos no 8 de janeiro tem mobilizado pouco os grupos nos últimos dias, inclusive na direita.
Para Felipe Nunes, cientista social e CEO da Quaest, a pesquisa nas plataformas de mensagem ajuda a identificar um “comportamento coletivo silencioso” e às vezes invisível a “olho nu”.
“Quando algum assunto interessa e mobiliza a população, ele aparece de forma muito clara nos grupos de mensageria, que são espaços seguros para opinar sem aparecer. Enquanto a anistia nunca conseguiu protagonismo no cardápio de interesse das pessoas, os desvios no INSS ganharam rapidamente a atenção e curiosidade da população.”
Segundo ele, “resta saber se, assim como a chamada taxação das blusinhas e o Pix, o INSS vai ou não ser mais um detrator de popularidade para o governo”.
No caso da fraude do INSS, as mensagens tinham, de início, um teor sobretudo noticioso, aponta a pesquisa. Após a divulgação do relatório da PF, porém, as menções começaram a ter cunho mais político.
“Em grupos de direita, o possível envolvimento do irmão de Lula no esquema para acusar o presidente de corrupção foi o principal tema. As mensagens relembravam escândalos de governos anteriores e ressuscitaram termos como ‘LULADRÃO’. Além disso, bolsonaristas responsabilizam Lula e o PT por uma suposta revogação da lei antifraudes que havia sido sancionada por Bolsonaro”, aponta relatório da Quaest.
Conhecido como Frei Chico, o irmão de Lula José Ferreira da Silva é vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical), entidade investigada pela CGU e pela Polícia Federal no caso.
A entidade posteriormente ficou fora da lista de associações consideradas como o “núcleo do esquema de fraudes” em ação movida pela AGU (Advocacia-Geral da União).
Em relação ao outro ponto da mensagem, segundo a iniciativa de checagem Projeto Comprova, não é verdade que Lula tenha derrubado a lei de combate a fraudes sancionada por Bolsonaro.
Durante três dias consecutivos, a população da Zona Norte de Natal recebeu uma série de atendimentos de saúde e serviços de cidadania em uma iniciativa que contou com a presença do vereador Ériko Jácome e sua equipe. A ação ocorreu no Ginásio Nélio Dias, como parte do mutirão de regularização do Cadastro Único, promovido pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMTAS). A secretária da pasta, Nina Souza, convidou todos os vereadores da CMN e demais entidades para unir esforços e realizar um grande mutirão social.
Ao longo do evento, centenas de natalenses tiveram acesso a atendimentos médicos, aferição de pressão arterial, testes rápidos e orientações de saúde, além de suporte para a regularização de documentos e acesso a benefícios sociais. A iniciativa teve como objetivo ampliar o atendimento à população e garantir maior inclusão social por meio da prestação de serviços essenciais.
Para o vereador Ériko Jácome, ações como essa reforçam o compromisso com a qualidade de vida dos cidadãos. “Nosso papel é estar próximo da população, ouvindo suas demandas e buscando soluções concretas. Esses três dias foram de muito trabalho e dedicação para garantir que mais pessoas tenham acesso aos serviços de que necessitam”, destacou.
O Papa Francisco celebrando missa em hospital após um mês internado. — Foto: Sala Stampa della Santa Sede
A condição de saúde do papa Francisco segue apresentando melhora, e o pontífice não precisa mais de ventilação mecânica não invasiva, informou o Vaticano nesta quarta-feira (19).
No boletim médico, a Santa Sé também afirma que a necessidade de oxigenação de alto fluxo foi reduzida.
Essa é a primeira informação sobre a saúde do papa desde a segunda-feira. No domingo, o Vaticano divulgou pela primeira vez uma foto de Francisco desde que ele iniciou seu tratamento médico no hospital Policlinico Gemelli de Roma, há mais de um mês, por conta de uma bronquite que evoluiu para um pneumonia nos dois pulmões.
Na imagem, o Pontífice aparece de costas celebrando a Santa Missa na capela do apartamento localizado no décimo andar do hospital Policlínico Gemelli, em Roma, na Itália.
No dia seguinte, a Santa Sé publicou esclarecimentos sobre um inchaço visível da mão do pontífice — segundo o comunicado, devido à sua mobilidade reduzida.
A melhora do quadro de saúde tem se refletido nas últimas informações divulgadas. Na semana passada, os médicos disseram que o pontífice não está mais em estado crítico — mas enfatizaram que, ainda assim, as condições de saúde continuam complexas (devido à sua idade, à falta de mobilidade e à perda de parte de um pulmão quando era jovem).
O Prefeito de São José de Mipibu, Zé Figueiredo, entregou à comunidade do Arenã a Unidade Básica de Saúde Antônio Amancio da Silva, um espaço amplo, moderno e bem estruturado que vai garantir um atendimento digno e humanizado a todos os moradores da comunidade. A UBS conta com consultório médico, consultório odontológico completo, sala de vacina, farmácia e um núcleo de enfermagem completo.
A obra foi possível graças a uma emenda parlamentar destinada pela Senadora Zenaide Maia, que esteve presente na solenidade de entrega ao lado da deputada estadual Cristiane Dantas, do prefeito Zé Figueiredo, do vice-prefeito Bruno Dantas.
Durante o evento, o prefeito destacou a importância desse investimento para o município. “Sabemos o quanto essa UBS era esperada pela comunidade. Agora os moradores do Arenã terão um espaço adequado, com mais conforto e estrutura para o atendimento. Agradecemos à Senadora Zenaide Maia pelo compromisso com nossa cidade e todos que contribuíram para tornar essa obra realidade,” afirmou o Prefeito.
Para os moradores da comunidade, essa UBS não é só um prédio novo. É mais tranquilidade para as mães que precisam levar seus filhos ao médico, mais cuidado para os idosos que terão acompanhamento perto de casa e mais dignidade para cada pessoa que precisar de atendimento humanizado.
O Ministério da Saúde aprovou o uso no Sistema Único de Saúde (SUS) do primeiro remédio para casos leves de Covid-19. É o Paxlovid, fabricado pela Pfizer e composto pelos medicamentos antivirais nirmatrelvir e ritonavir. A pasta tem 180 dias para fornecer o remédio na rede pública.
O medicamento não deverá ser usado em todos os pacientes. Ele vai ser indicado para quadros leves e moderados, que não estejam hospitalizados nem precisem de oxigênio suplementar, mas com alto risco de complicações, caso de pessoas acima de 65 anos ou com sistema imunológico comprometido.
Para poder usá-lo, será preciso ter um teste positivo para Covid-19. O tratamento deve começar em até cinco dias após o início dos sintomas. Os antivirais que compõem o tratamento serão ingeridos via oral. Para receber o medicamento, a pessoa pode estar vacinada ou não contra a doença.
Segundo o Ministério da Saúde, o nirmatrelvir é uma molécula que inibe uma enzima importante do coronavírus, impedindo que ele se prolifere. Já o ritonavir inibe outra enzima que ataca o nirmatrelvir. Pela decisão tomada pela pasta, também será feita uma reavaliação em até 12 meses sobre o uso do remédio.
Na última quinta-feira, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou a incorporação do remédio no SUS. Na sexta-feira, a medida foi aprovada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde.
Em março, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a aprovou o uso emergencial do Paxlovid, por um período não superior a cinco dias, e mediante apresentação de receita médica. Também recomendou evitar seu uso durante a gravidez, e em pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal. Antes da Anvisa, o remédio já tinha sido autorizado pelas agências dos Estados Unidos, da União Europeia, do Canadá, da China, da Austrália, do Japão, do Reino Unido e do México.
Em abril, o Ministério da Saúde tinha incorporado o remédio baricitinibe para casos graves.
Onde na matéria fala em “tratamento precoce”? O remédio foi testado e tem efeito comprovado por testes, o que eh imensamente diferente dos remédios sem eficácia que o MINTOmaníaco das rachadinhas defendia e defende como cloroquina e ivermectina… Muuuu
Mané, você vota em quem? Uma coisa é certa: Você é apaixonado por Bolsonaro. Tudo quanto é matéria você tem que falar do Bolsonaro. Quanta paixão! Kkkk
Neco é gado, vide seus argumentos.
CaNeco, cabra bom! Leia a matéria direito, isso né remédio para verme não!
Os cuidados com a saúde estão presentes na rotina da maioria das pessoas, mas nem sempre é possível reunir todos os procedimentos necessários para essa assistência em um só lugar. Na maioria das vezes, a consulta é feita em uma clínica, os exames são marcados em outra e os remédios comprados num terceiro estabelecimento. Mas, os moradores de Nova Parnamirim e região têm a opção de resolver tudo isso e muito mais no polo de saúde encontrado no Shopping Cidade Verde.
Hoje, o local conta com 5 clínicas médicas, 2 lojas de cuidados com a saúde e estética, e mais 2 farmácias, sendo uma voltada para o comércio varejista, com produtos farmacêuticos e cosméticos tradicionais, e outra voltada para produtos de manipulação.
Entre as opções, está o Centro Clínico Zona Sul da Unimed, com mais de 20 especialidades, que vão desde ginecologia, clínica médica e pediatria à cirurgia geral, alergologista, angiologista e cirurgia pediatra. Ao todo, 72 profissionais médicos atendem no local, em 10 consultórios e uma sala de eletrocardiograma. Por mês, são realizados mais de 4 mil atendimentos.
A saúde da visão também pode ser tratada no Shopping Cidade, que possui uma unidade do Instituto de Oftalmologia Marco Rey, referência em serviços oftalmológicos no Rio Grande do Norte há quase uma década. Além de consultas, na clínica também é possível realizar uma série de exames, procedimentos e cirurgias.
E dá pra sair do oftalmologista e encomendar os óculos ainda no shopping, que conta com a ótica Visualle. Com aparelhos de excelente precisão, a empresa tem como diferencial a qualidade das lentes e entrega dos seus produtos em prazo reduzido.
Os óculos são montados em laboratório próprio, com máquinas de alta tecnologia que conferem melhor acabamento no corte da lente e na sua montagem.
Mas se o seu problema for relacionado aos ouvidos, nariz, garganta e distúrbios da fala e do sono, a opção é a Otorrino Premium, que possui a estrutura necessária para a realização de consultas e exames com os melhores especialistas da região.
No shopping, também é possível fazer exames laboratoriais, testes para Covid-19, testes para Influenza e um amplo portifólio de genômica no Centro de Patologia Clínica, que tem mais de 45 anos de atuação.
“Todos os dias mais de 2 mil veículos passam pelo shopping. É um fluxo muito grande de pessoas que podem otimizar o seu dia resolvendo tudo em um só lugar. O cliente pode ir ao médico, fazer o exame e comprar o remédio aqui, economizando tempo, dinheiro e combustível, com comodidade e segurança”, disse Maria Elisa Bezerra, sócia-diretora do Shopping Cidade Verde.
Medicamentos e estética
Além de consultórios e laboratório, o polo de saúde do Shopping Cidade Verde também conta com opções que complementam os cuidados com o bem-estar, com a presença de farmácias e clínicas de estética.
Depois de sair do médico, o paciente pode adquirir os remédios que forem receitados na unidade da rede Drogasil, voltada para o comércio varejista de medicamentos, ou na Farmafómula, que oferece produtos manipulados, sejam medicamentos, suplementos ou cosméticos.
Também dá para cuidar da saúde dos pés na All Pé. A rede de franquias oferece os serviços de corte técnico de unhas, tratamento de calos, rachaduras, micoses, unhas encravadas, além massagem, eletrocautério e hidratação por vapor de ozônio.
E se o problema for os pelos no corpo que incomodam, dá pra resolver na Espaçolaser, que trabalha com uso da tecnologia do Gentlelase da Candela, padrão ouro em depilação, que elimina os pelos definitivamente desde a raiz e tem baixa intensidade de dor.
Servidores da saúde de Natal realizaram na manhã desta segunda-feira (28) um protesto em frente ao Hospital Municipal, no bairro de Petrópolis, contra o possível fechamento da unidade. Os servidores relataram ter recebido, nos últimos dias, informações de que a gestão do prefeito Álvaro Dias (PSDB) estuda encerrar os atendimentos no local.
Um comunicado interno ao qual os servidores tiveram acesso aponta que, além do fechamento do Hospital Municipal, a Prefeitura do Natal avalia encerrar contratos temporários. O Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde) afirma que isto já começou a acontecer.
Ao Portal da 98FM, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) afirmou que “não há nada de concreto” a respeito desse assunto. A reportagem apurou que há, sim, estudos para fechar o hospital, mas apenas quando for construído o novo Hospital Municipal, no conjunto Cidade Satélite. O hospital atual funciona em um prédio alugado.
Durante o protesto, servidores fizeram um abraço coletivo na frente do hospital.
A manifestação desta segunda-feira já havia sido antecipada na última quinta (24), quando servidores fizeram uma paralisação de 24 horas para cobrar da prefeitura melhores condições de trabalho e reajuste salarial. A categoria está há oito anos sem aumentos.
Esse Álvaro Arregão Dias, tá seguindo a chefa Guvernadora Fátima do PT, que fechou vários hospitais.
Ainda bem que esses dois trastes não serão reeleitos.
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal) vai levar vacinação contra Pólio, Varicela e Tríplice Viral, além de outros serviços ao bairro do Tirol no próximo sábado (8).
É o projeto Saúde na Praça, que objetiva promover uma manhã inteira de saúde voltada para a população da capital, das 8h às 12h, no Parque Ney Aranha Marinho (Av. Gov Juvenal Lamartine, 2). Neste dia todas as unidades básicas de saúde do município também estarão com a sala de vacina a portas abertas, no mesmo horário, para atualização do esquema vacinal de crianças.
Até o momento Natal registra 28% de cobertura contra a pólio (crianças de 1 ano a menores de 5 anos), 33% contra a Varicela (crianças entre 15 meses e 4 anos) e 52% contra a Tríplice Viral – sarampo caxumba e rubéola (crianças entre 12 e 15 meses).
Em virtude disso, o ‘Vacinando com Natal’ intensifica a aplicação dos imunobiológicos dentro do projeto Saúde na Praça deste sábado (8).
A 2ª Vara Cível da Comarca de Natal sentenciou uma operadora de plano de saúde a custear o tratamento de escoliose para uma cliente, durante todo período necessário à sua recuperação, por meio da realização de sessões de fisioterapia. A mesma determinação judicial também concedeu indenização de R$ 3 mil para a consumidora, em razão dos danos morais sofridos.
Conforme consta no processo, a filha da autora, que é sua dependente legal, é portadora de “escoliose de início precoce, concluindo o laudo médico pela necessidade de tratamento com três sessões de fisioterapia na semana” para evitar piora na deformidade, ou até mesmo realização de procedimento cirúrgico no futuro.
Assim, ela requereu, administrativamente, o custeio das terapias solicitadas, mas tal solicitação não foi atendida, sob o argumento de que o “método terapêutico solicitado não está contemplado nas coberturas da resolução normativa nº 428/2017, da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS”.
Ao analisar o processo, a magistrada Carla Portela ressaltou inicialmente que cabe ao caso a aplicação das regras do código de defesa do consumidor ao caso concreto, pelo fato da autora estar “na condição de beneficiária, como destinatária final de um serviço de natureza, podemos afirmar, securitária, enquanto que a empresa ré corresponde a figura do fornecedor”.
Em seguida, a juíza considerou “abusiva a conduta da operadora ré, ao influir na escolha do tratamento indicado à paciente, cabendo, pois, tão somente ao médico assistente essa escolha”. Além disso, a operadora não “apresentou evidências científicas sobre o êxito efetivo de tratamentos alternativos” que poderiam ser indicados para o restabelecimento da saúde da paciente.
Sobre este ponto: […]concluindo o laudo médico pela necessidade de tratamento com três sessões de fisioterapia na semana”
Não cobrando este conhecimento ao Blog mas o profissional Fisioterapeuta é um profissional independente e somente ele pode determinar a frequência de sua condutas conforme a necessidade do paciente.
Infelizmente esse modelo biomédico ainda é presente mas cada profissional tem sua autonomia e não pode ter suas prerrogativas atingidas por nenhum outro profissional.
Essa fez “muita coisa” pelo RGN , ilustre desconhecida , uma burocrata a serviço do molusco , e só !!!
Vão se ocupar em combater o mosquito da dengue, bando de desocupados.O que esta senhora fez de importante para este estado pobre????
Existe essa, nem sabia, ou título sem noção.
Não merece.
Ministra libera mais R$ 3,6 mi para cidade em que filho é secretário
Peçam para ela liberar verbas aqui da mesma maneira que ela fez liberando milhões no estado do Rio de Janeiro onde o filho dela trabalha.
O nosso Rio Grande do Norte não merece isso.
Aproveitem a vinda dela aqui e levem (sem avisar) ao hospital Walfredo Gurgel.