Elias Fernandes deixou o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs) em janeiro de 2012. Ele mesmo pediu exoneração, após sofrer acusações de beneficiar o Rio Grande do Norte com ações da pasta e convênios com prefeituras. Mais de um ano depois, na manhã de hoje, foi deflagrada a operação Cactus, da Polícia Federal do Ceará, que realizou busca e apreensão na casa do ex-deputado.
A operação tem relação com desvios de recursos públicos. O que desperta curiosidade é o espaço de tempo. Se Elias tivesse cometido todas as irregularidade possíveis e inimagináveis ele teria em sua residência, 14 meses após deixar o órgão, documentos ou pistas que o incriminassem?
Será que realmente o alvo na busca e apreensão na casa do ex-deputado seria ele?
A frente do órgão continua uma indicação do PMDB/RN, Emerson Fernandes Daniel Júnior, que foi presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern). Na casa dele, porém, não há notícia de que tenha acontecido busca e apreensão.

Se não for Elias sou eu então,
Amigo, surpreende-me a sua postagem. A Polícia Federal certamente estava a procura de computadores pessoais, agendas e algum outro tipo de armazenamento de informações. O lapso temporal não isenta, em absoluto, o cidadão de ser investigado. Se mforam à residência desse prestigiado cidadão é porque as investigações são, também, sobre a gestão dele frente ao referido Órgão. Seu comentário parece defendê-lo, eu prefiro mais quando você "acusa", mostra, investiga, fica o mais isento possível. Abração
Amigo Ricardo, minha postagem em nada defende Elias nem ninguem. Ela é muito mais profunda, pena que vc não atentou para isso.
Abraços
Não, o alvo da operação não era EF, era bem eu que sou mole mesmo.