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Sindicato dos Bugueiros Profissionais do Rio Grande do Norte emite nota de esclarecimento

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Caro Bruno Giovanni, acerca da publicação “Bugueiros credenciados trafegam em área de praia proibida” veiculada em seu respeitado blog nesta quarta-feira (13), o Sindicato dos Bugueiros Profissionais (Sindbuggy) esclarece:

1 – Os veículos credenciados são devidamente identificados conforme lei vigente e não apenas identificados por placas vermelhas. Logo, é importante que se identifique realmente se são veículos conduzidos por bugueiros profissionais ou se são conduzidos por clandestinos;

2 – O Sindbuggy não compactua qualquer tipo de irregularidade. Portanto, quaisquer descumprimentos da lei ou das normas vigentes devem ser denunciados diretamente aos órgãos competentes;

3 – Os atos irregulares de um ou mais bugueiros profissionais não representam a atitude de toda a categoria. Portanto, se faz necessário separar os bons dos maus profissionais respeitando os mais de 760 permissionários e motoristas devidamente preparados para trabalhar com a atividade no Rio Grande do Norte;

4 – Por falta de conhecimento, muitos condutores trafegam ilegalmente em áreas de dunas. Devido à falta de fiscalização e pensando no bem estar e segurança de todos, os condutores são abordados pelos bugueiros e orientados a não continuarem com passeios irregulares e a não continuarem descumprindo o que determina a lei;

5 – A atividade do passeio de buggy é um dos principais atrativos turísticos do Rio Grande do Norte e merece ser respeitada. A atividade gera mais de 150 mil empregos diretos e indiretos nos 410 quilômetros de faixa litorânea do Rio Grande do Norte.

Natal, 14 de janeiro de 2016

Sindicato dos Bugueiros Profissionais do Rio Grande do Norte

Opinião dos leitores

  1. Bom dia
    Fiz uma.passeio ontem com bugui o passeio foi tranquilo, ocorre que ao descer do bugui pela parte traseira local indicado pelo bugueiro meu pé deslizou do parachoque e veio a entrar em um vai entra o parachoque e o motor tive várias queimaduras na perna , planejei a viagem e agora não posso fazer mais nenhum passeio minha viagem acabou tudo isso por imprudência, vou procurar meus direito e não vou deixar barato, pois teria que haver uma grade nesse vão.

  2. Quer dizer q o sindicato não pode punir os infratores que mancham a categoria de vocês?? É incrível como vcs tiram o corpo fora, querendo desvirtuar a discussão e inclusive chamando de bobagem e de declarações venenosas o que é FATO: há muitos bugueiros transitando em área proibida da orla e colocando em risco a vida dos banhistas e das nossas crianças!!!!!! Excluam os infratores que mancham a categoria de vcs!!!! Querem fotos das placas??? Nos iremos postar nas redes sociais os bugs q passarem em frente às nossas casas de Muriu, Pitangui etc. Nao somos contra o turismo, os buggys, somos contra os infratores dessa categoria profissional!!! Tenham consciência, pratiquem turismo e não crime!!! Não queiram justificar as infrações com argumentos referentes a outras pessoas, respondam por si.

  3. Os bugueiros transitam em locais proibidos todos os dias, sim. Sao centenas. Se quiserem, posso informar aqui, neste blog, os numeros de muitos buggys que passam nas areias de Jenipabu

  4. Tem que haver sim, uma maior fiscalização com os bugueiros, pois vejo na praia que veraneio todos os dias eles indo contra a Lei, e se formos reclamar a confusão está formada, ligam logo para os amigos e ameaçam sem a menor cerimônia. Quanto à legislação não abranger outras categorias: 4×4, quadriciclos, etc, etc. aí é que começa o erro, as Dunas e praias pertencem a todos, a quem quiser passear com respeito a natureza, por que somente vocês têm essa licença? Lembrando que o tal Luiz diz que: enquanto estamos trabalhando vocês estão de férias, certíssimo, isso no maximo 6 meses ao ano, e o restante os senhores fazem o quê? vão limpar as dunas que sujaram com os passeios?

    1. Por que bugueiros podem transitar? Por terem recebido treinamento não lhe basta?
      Respeito à natureza por parte dos particulares não existe, sempre abusando da velocidade em manobras inconsequentes em subidas, pra ver quem vai mais alto ou quem tem o 4×4 mais potente, em áreas de preservação, onde a qualquer momento podem atingir de frente um buggy transportando turistas, muitas vezes com a latinha na mão e outra no volante, coller cheio do lado e nenhuma preocupação em beber e dirigir, deve ser mentira minha, estou inventando isso não é mesmo? Sujeira deixada pelos buggys? Perdão, você não sabe o que está dizendo, não conhece as ações de limpeza periódicas e as orientações aos turistas para deixar todo o lixo dentro do buggy. Difamar é fácil, difícil é argumentar contra fatos

  5. Caro Luiz Thiago, pelo que acompanhei no blog a denuncia é clara e não concordo que se trate de capricho. Não vamos desvirtuar a materia. Não tem justificativa alguma para que essa prática criminosa ocorra todos os anos nas áreas do litoral onde por lei e "por sã consciência" é proibido tráfego de veículos, seja buggy ou como vc mesmo se referiu " carros jeep quadriciclos ou qualquer um outro" – embora constatemos frequentemente que a prática mais recorrente é a de vários bugueiros que deveriam honrar a "profissão de vcs" e não burlar as leis vigentes e principalmente colocar em risco a vida dos banhistas e das crianças, como ocorreu anos atrás em relação a morte de uma criança em Genipabu. A questão é simples e direta: cumpram a lei e só trafeguem onde é permitido por lei (com certeza vcs devem saber os trechos, não é mesmo?), desse modo todos serão respeitados e não apenas uma categoria que ao invés de estar pensando na coletividade, agindo dessa forma só pensa em seu próprio bolso.

    1. Quem anda a margem da lei é para ser punido concordo plenamente com vc, acontece amigo que as matérias esta saindo em nome de toda a categoria… E esta atrapalhando os verdadeiros proficionais de uma forma constrangedora e nem todos são proficionais, como o veranista que foi pego no teste do bafômetro no litoral sul.

  6. Alguns veranistas ignoram o fomento à renda que os buggys incrementam em Extremoz e Ceará Mirim, se os nativos fossem expectadores do BG veríamos outros comentários por aqui. O desconhecimento e a ignorância sobre a profissão estadual de bugueiro é muito comum, se alguns credenciados teimam em desobedecer à determinação de não transitar em trechos do litoral que são proibidos, a categoria e o sindicato não tem culpa, que sejam identificados e punidos os transgressores não e não generalizar a categoria. São profissionais concursados e treinados para exercer uma atividade com mais de 30 anos de tradição, regulamentados através de alvarás expedidos pela secretaria de turismo do estado, pagam seguro para os passageiros em caso de morte ou acidente, atendimento realizado no hospital são Lucas, não se trata apenas de 'com ou sem emoção', é O passeio mas procurado por turistas do mundo todo o ano inteiro.

    A desinformação da expectadora que 'denuncia' que os buggys passam pelo litoral o ano inteiro é evidente, a proibição de determinados trechos do litoral é concomitante ao movimento de banhistas nas praias, logo, a proibição se dá em período de férias no meio e final do ano, assim como durante todos os finais de semana do ano, durante os dias de semana fora das férias, o tráfego nas praias não é proibido. Toda iniciativa de documentar e denunciar aqueles que desobedecem merece todo apoio, mas compreender e buscar informações sobre a portaria que regulamenta a atividade não dói e previne as declarações bobas ou meramente venenosas dos que por uma razão ou outra não aceitam o papel fundamental do buggy no turismo da região metropolitana.
    Se houve alguma dificuldade de expressão ou interpretação, reitero, são quase 150.000 empregos indiretos gerados DIRETAMENTE pela atividade, e quem se beneficia realmente não são veranistas, que fomentam o mercadinho e os serviços domésticos que as patroas terceirizam às nativas com diárias bem distantes da CLT, mas TODA FAMÍLIA do litoral de Extremoz e Ceará-Mirim tem algum ou alguns membros que trabalham com o turismo de buggy.
    Repito que todo aquele que infringir os trechos proibidas do litoral deve ser punido com todo rigor, pois este prejudica toda uma categoria que exerce um serviço maravilhoso de ser executado e MUITO, muito importante para o turismo do Rio Grande do Norte, todo apoio a punição dos transgressores, pelo fortalecimento da categoria e do turismo e pela conscientização dos que falam mal por que não sabem o que dizem e dizem bobagens.

  7. O turismo é a industria que mais gera emprego nesse Estado. acredito que os senhores deve se informar e analisar que estão causando prejuízo em nosso estado com essas falsas acusações. vamos deixar de ser hipócritas todos que vivem do turismo passam o ano todo investido,retirando até recursos próprios para trazer turista para cidade, e vocês com apenas um capricho fica com essa palhaçada nas redes sociais. Pega seus carros jeep quadriciclo e anda onde quiser. não temos culpa se a legislação não contempla vocês. Somos uma classe trabalhadora não marginais. enquanto estão de ferias estamos trabalhando e 150 empregos temos só no Eskibunda, vai fazer estatística em uma das maiores rede Hoteleira do pais que é o Estado RN. Lamentável tanta hipocrisia e falta de respeito com Turismo do nosso Estado.

    1. Não sei o que esse povo usa quando faz contas, mas tem algo bem errado nelas.
      Um diz que são 150 mil empregos diretos gerados apenas com os passeios de buggys. O outro vem e diz que 150 tem só no esquibunda…
      Desse jeito vai terminar deixando o HUB da TAM envergonhado e indo para Pernambuco que, sem dunas nem esquibunda, deve estar passando necessidade.
      Querem esconder que sem os passeios, NO MÁXIMO, os bugueiros seriam afetados. De resto ninguém sentiria tanta falta.

  8. Tenho casa na orla e além de no período do veraneio, o ano inteiro os bugueiros CREDENCIADOS, passam na orla, nos últimos dias presenciei vários que aceleraram para passar numa faixa de areia onde a água já batia e nesse mesmo ambiente estavam uma pessoa cadeirante com sua família, além de várias crianças que a qualquer momento poderiam correr para frente do carro. Estamos indignados e vamos continuar denunciando inclusive nas redes sociais!!! Sindicato e seus "profissionais" se conscientizem que burlar a lei também é um ato de CORRUPÇÃO. Deveriam ter vergonha frente aos turistas e a sociedade natalense!!!

  9. 150 mil empregos diretos! Nunca que isso é verdade. Se brincar hoje nem a Construção Civil tem esse número, imagina bugueiros.

  10. Deve haver um engano, deve ser 150 empregos direto. O restante é "Efeito Renda" inerente da industria turistica do RN (com ou sem a atividade de passeios de buggy).

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TRÂNSITO CAÓTICO: Interdições para Desfile Cívico complicam manhã de motoristas em Natal

Foto: Magnus Nascimento/STTU

O trânsito no entorno da Praça Cívica, em Petrópolis, está complicado desde o início da manhã desta terça-feira (1º), por causa das interdições para a cerimônia de abertura do Desfile Cívico de 2026.

Desde por volta das 6h30, motoristas enfrentam retenções principalmente no acesso de quem vem da Zona Norte pela Avenida Floriano Peixoto. Mesmo com a presença de agentes da STTU, os “amarelinhos”, o fluxo está lento e há congestionamento na região.

As interdições começaram às 6h e estão previstas para seguir até as 12h. Os bloqueios atingem trechos da Avenida Prudente de Morais e vias próximas à Praça Cívica.

Há controle de trânsito nos cruzamentos da Prudente de Morais com as ruas Otávio Lamartine e Seridó, além das avenidas Campos Sales, Floriano Peixoto e Nilo Peçanha. A orientação é buscar rotas alternativas durante a manhã.

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FORA DO AR: YouTube e Instagram removem perfis de Renan Santos após decisão de Toffoli

Foto: Felipe Soares/Divulgação Missão

O YouTube e o Instagram retiraram do ar no Brasil perfis do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) na noite desta segunda-feira (31), após decisão do ministro Dias Toffoli, do TSE.

Segundo a campanha, o YouTube informou que recebeu uma ordem judicial e bloqueou o canal de Renan no Brasil. Novos vídeos publicados na página também serão bloqueados. O candidato a vice, Aroldo Medina, também teve perfis retirados do ar.

A decisão atinge páginas que não foram informadas à Justiça Eleitoral dentro do prazo. Renan comunicou ao TSE 16 perfis em 19 de agosto, 12 dias depois de apresentar o pedido de registro da candidatura.

Toffoli também suspendeu gastos com recursos do Fundo Eleitoral e a participação de Renan em debates de rádio, TV, podcasts e outros meios de comunicação. O ministro deu 24 horas para o candidato prestar esclarecimentos, sob pena de indeferimento do registro da candidatura.

Com informações da CNN Brasil

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Na mira da Justiça Eleitoral, Lula prepara 7 de Setembro “sóbrio” e sem símbolos do PT

Foto: Igo estrela/Metrópoles

O Palácio do Planalto prepara um desfile de 7 de Setembro com perfil “sóbrio” neste ano eleitoral. Para evitar problemas com a Justiça Eleitoral, os preparativos estão sendo submetidos à Advocacia-Geral da União (AGU).

Segundo a colunista Milena Teixeira, do Metrópoles, a programação terá caráter “verde e amarelo” e deverá abordar temas como soberania nacional, combate ao feminicídio e a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Entre as atrações previstas está um pavilhão com desfile de atletas da Seleção Brasileira feminina de futebol, com destaque para jogadoras que participaram da primeira equipe formada no país. Faixas e mensagens contra a violência à mulher também serão espalhadas ao longo do desfile.

Embora não exista uma orientação explícita, ministros e apoiadores do presidente Lula deverão evitar acessórios e símbolos associados ao PT, como adesivos com o número 13 e o uso de vermelho.

A estratégia busca reduzir riscos de questionamentos sobre eventual uso da cerimônia oficial para fins eleitorais durante a campanha presidencial.

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Governo inclui “imposto do pecado” no orçamento de 2027 com previsão de arrecadar R$ 41,9 bilhões


Reprodução / Internet

O governo federal incluiu o imposto seletivo, popularmente chamado de “imposto do pecado”, no projeto da lei orçamentária de 2027 enviado ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31). A equipe econômica projeta arrecadar R$ 41,9 bilhões com o novo tributo no próximo ano.

A tributação incidirá sobre cigarros, refrigerantes, bebidas alcoólicas, veículos de acordo com o grau de poluição, extração mineral, além de loterias, apostas e jogos de fantasy sports. Segundo o Ministério da Fazenda, a intenção inicial é preservar a carga tributária vigente durante um período de transição sem prazo definido, com planos de elevar as alíquotas posteriormente para cumprir um papel regulatório de desestímulo ao consumo de itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

A medida visa, em conjunto com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), assegurar a estabilidade da arrecadação frente ao PIB. Para que o tributo entre em vigor, o Congresso ainda precisa apreciar a regulamentação específica, que ainda não foi remetida pelo Executivo.

Para justificar a taxação, o governo pontuou os impactos financeiros gerados por esses produtos nos cofres públicos. Um estudo da Fiocruz apontou que o consumo de álcool gerou um custo de R$ 18,8 bilhões em 2019, somando despesas federais com internações no SUS e perdas de produtividade por mortalidade prematura ou afastamentos. No caso do tabagismo, o Ministério da Saúde aponta que as doenças associadas geram despesas de R$ 153,5 bilhões anuais (1,6% do PIB), enquanto a arrecadação federal com a venda de cigarros fica em torno de R$ 8 bilhões por ano. Já o tratamento de enfermidades ligadas a bebidas ultraprocessadas, como refrigerantes, custa cerca de R$ 3 bilhões anuais ao SUS.

Em contrapartida, produtores nacionais criticam a medida e argumentam que os setores afetados já enfrentam alta carga tributária no país. O setor avalia que futuros aumentos de impostos comprimirão as margens de lucro, resultando em reajustes de preços ao consumidor, risco de demissões e incentivo ao mercado ilegal.

Com informações do G1

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“Capaz de eu ter foto até com o Flávio Bolsonaro”, diz Haddad sobre registro com Roberta Luchsinger


Reprodução / TV Cultura

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, declarou na segunda-feira (31) que não possui qualquer vínculo com a lobista Roberta Luchsinger, alvo de investigações da Polícia Federal em inquérito que apura a suposta participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em sabatina no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Haddad afirmou desconhecer a atuação da lobista e negou ter recebido pedidos de audiência ou participado de encontros sociais com ela. Questionado sobre uma fotografia em que aparece ao lado de Luchsinger, o ex-ministro minimizou o impacto do registro: “Capaz de eu ter foto até com o Flávio Bolsonaro. Ninguém vai me acusar de nada por causa disso, né?”.

A polêmica em torno de imagens públicas também atingiu o presidente Lula. Após afirmar no “Jornal Nacional” que não conhecia Luchsinger, adversários divulgaram registros fotográficos de ambos nas redes sociais. A campanha presidencial argumentou que as imagens foram produzidas em contextos públicos e que não indicam qualquer tipo de relação pessoal, profissional ou interlocução política.

Luchsinger é investigada pela PF por suspeita de tráfico de influência, com suspeitas de manter uma sociedade oculta com Lulinha para intermediar interesses corporativos junto a órgãos da administração federal. Conforme as apurações, a lobista recebeu ao menos 2,5 milhões de reais entre março de 2024 e dezembro de 2025 do empresário Cleber Ribas para atuar em favor de seus negócios perante o poder público. A defesa de Lulinha refuta a existência de irregularidades.

Com informações do Poder360

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[VÍDEO] “Não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito”, diz Flávio Bolsonaro sobre ataques a Raquel Lyra


Reprodução / Redes Sociais

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais nesta semana para manifestar solidariedade à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, após a circulação de cartazes difamatórios contra ela nas ruas do Recife.

No registro, Flávio classificou as ofensas como “ataques baixos” e afirmou que o episódio ultrapassa as barreiras da disputa político-partidária. “Isso aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, declarou.

O senador disse que compreende o impacto emocional de situações extremas e relembrou episódios vividos por sua própria família, mencionando o atentado a faca sofrido por seu pai, Jair Bolsonaro, em 2018. Ao concluir, Flávio aconselhou a governadora a buscar as medidas legais cabíveis e desejou força e coragem para superar o momento.

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LEONARDO SAKAMOTO: Suspensão de campanha digital de Renan abre espaço para Flávio Bolsonaro


Reprodução / Redes Sociais

A decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impôs restrições à campanha de Renan Santos (Missão), acaba beneficiando politicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL). A avaliação foi feita pelo colunista Leonardo Sakamoto durante o programa UOL News.

A medida do TSE determinou a suspensão da propaganda eleitoral digital de Renan e proibiu o candidato de participar de debates, entrevistas e sabatinas, além de paralisar os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. A punição ocorreu após a campanha deixar de informar os perfis oficiais nas redes sociais dentro do prazo legal de registro.

Segundo Sakamoto, a sanção atinge o principal reduto de atuação de Renan, cuja estratégia eleitoral é fortemente ancorada no ambiente digital. Ao tolher a presença online e a participação em sabatinas, o tribunal reduz drasticamente a capacidade do candidato de dialogar com seu público-alvo, situado no mesmo espectro ideológico de direita e extrema direita.

O analista destacou que o eleitorado de Renan compartilha afinidades com bases políticas ligadas a nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e o próprio Flávio Bolsonaro. Com o impedimento de seu concorrente no campo conservador, Flávio ganha espaço político e uma via facilitada para captar esse eleitorado em disputa.

Com informações do UOL.

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Investigada por tráfico de influência, Roberta Luchsinger tentou captar R$ 336 mil via Lei Rouanet em 2015


Reprodução / Redes Sociais

A empresária Roberta Luchsinger, alvo de investigações da Polícia Federal por tráfico de influência e corrupção em esquema voltado à obtenção de contratos privados no governo federal, tentou viabilizar um projeto cultural via Lei Rouanet em 2015. Na época, após perder 35 quilos sem cirurgia ou remédios, ela deu aulas particulares de gastronomia e planejou o lançamento do livro Gastronomia em Verso e Prosa, que uniria poesia, receitas e fotografia. O projeto foi aprovado pela gestão de Dilma Rousseff no valor de 336.085 reais, mas a captação de recursos fracassou por falta de patrocinadores dentro do prazo, resultando no arquivamento do processo.

Anos mais tarde, o foco de Luchsinger voltou-se para a articulação de interesses corporativos. Investigações da Polícia Federal apontam a existência de um núcleo permanente de atuação coordenada formado por Roberta, por Fábio Luís Lula da Silva (o Lulinha) e por Fernando Bittar, com o objetivo de intermediar negócios junto à administração pública. Em conversas de 2024, a lobista gabava-se de manter parcerias com o filho do presidente e afirmava ter recusado um cargo no governo oferecido por Luiz Inácio Lula da Silva. Em sabatina recente, o presidente negou o convite e rotulou Roberta de “pilantra”.

Os relatórios da PF detalham que o grupo buscava acesso ao Ministério da Saúde para liberar a produção de medicamentos à base de canabidiol. Com a intermediação de Lulinha, Roberta reuniu-se com Swedenberger Barbosa, então secretário-executivo da pasta, conhecido como Berge. Após o encontro, a lobista enviou minutas de documentos ao assessor especial do presidente, conhecido como Marcola.

Entre fevereiro e novembro de 2024, Roberta pagou 217.098 reais em faturas de cartão de crédito, boletos de automóvel, seguros e joias destinadas à esposa de Marcola. O assessor, que possuía trânsito livre no gabinete presidencial e respondia a ligações de Lula, foi exonerado em julho de 2024. Tanto Marcola quanto a defesa da lobista alegam que os repasses se referem a um empréstimo pessoal quitado posteriormente. Marcola não consta como investigado no inquérito.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] Após jantar com Lula, empresários e banqueiros deixam Brasília em jatinhos


Vídeo: Metrópoles

Empresários e banqueiros deixaram Brasília em jatinhos particulares pelo Terminal Executivo do Aeroporto Internacional na noite desta segunda-feira (31), após participarem de um jantar de cerca de três horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio (PT), no Palácio da Alvorada. Entre os convidados presentes no evento, registrado por veículos de imprensa por volta das 23h, estavam Joesley Batista (J&F), Rubens Menin (MRV), Roberto Setúbal (Itaú Unibanco) e Ricardo Lacerda (BR Partners). Nenhum deles quis responder a questionamentos da imprensa na saída.

O encontro foi articulado pela equipe econômica e pela articulação política após o senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizar reuniões com o setor produtivo em São Paulo. Pelo menos cinco aeronaves executivas transportando os participantes aterrissaram na capital federal pouco antes do evento.

Durante o jantar, o presidente ouviu apelos por maior rigor no equilíbrio fiscal e conversou com os convidados sobre a condução da economia. A fala de Lula incluiu um balanço das ações governamentais e uma negativa categórica sobre boatos de atritos com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. O petista afirmou nutrir uma relação de amizade e respeito por Galípolo e ponderou que sua influência sobre os juros é limitada devido à autonomia legal do BC.

Além do presidente, discursaram no evento o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e os ministros Dario Durigan (Fazenda) e Bruno Moretti (Planejamento).

Com informações da colunista Milena Teixeira / Metrópoles 

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André Mendonça pede manifestação da PGR sobre mensagem de Daniel Vorcaro citando Gonet e chefe da PF


Foto: Alice Rabello


Vídeo: Metrópoles

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio de um ofício à Procuradoria-Geral da República (PGR) para obter informações complementares sobre um dos desdobramentos mais sensíveis do caso Master. O magistrado quer esclarecimentos acerca do conteúdo de uma mensagem de WhatsApp que menciona o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A demanda do ministro foi motivada por um registro em que o banqueiro Daniel Vorcaro afirma a um interlocutor que precisa da proteção de “Andrei” e “Paulo”. Relatórios produzidos pela própria PF identificaram que as citações se referem a Andrei Rodrigues e a Paulo Gonet.

Após o aprofundamento das apurações preliminares, a corporação concluiu que a mensagem em questão foi enviada por Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.

Com informações da coluna de Andreza Matais / Metrópoles

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