O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte lastima a publicação no Instagram da médica Roberta Lacerda, com palavras preconceituosas e difamatórias, que somente destilam ódio e não trazem nenhum conteúdo para a sociedade potiguar.
Ela tenta rebaixar os profissionais da comunicação que tanto contribuem para alertar a sociedade dos males que a pandemia está causando ao nosso País, nos aproximando de 400 mil mortes causadas pela Covid.
Jornalista nenhum prescreve ou dita o que o cidadão deve tomar ou não, mas estuda muito, pesquisa e entrevistas médicos, organizações, instituições de pesquisa nacionais e internacionais, respeitando o contraditório em todo seu conteúdo para informar o que está sendo posto nos meios de comunicação.
A própria médica Roberta Lacerda já usou dos meios de comunicação para defender o seu posicionamento com relação ao tratamento precoce para o COVID 19. Termos um jornalismo livre, independente, sem amarras é importante para sustentarmos um dos pilares da democracia.
Sermos cordiais e buscarmos uma política da paz e não agressão também nos torna defensores da democracia. Não é mais fácil “fazer” jornalismo, não é mais “barato” fazer jornalismo.
Cada um responde pelos seus atos dentro de qualquer profissão onde há uma legislação específica para isso, códigos de ética, legislação civil e criminal, todos nós somos iguais perante a Lei. Para finalizar, mente quem escreveu “A resposta dos médicos”.
Quem diz que um diploma de jornalismo é a garantia de que tudo que for escrito ou dito por um repórter será a estrita e única verdade dos fatos narrados, das duas uma, está vivendo em outro planeta ou é um manipulado. Passei a minha vida profissional atuando na área de publicidade, em conceituadas empresas de comunicação do nosso Estado, nesse período, tive o prazer de conviver com jornalistas que eram referência e exemplo de dedicação e credibilidade. Alguns ainda estão na ativa. Mas hoje, infelizmente, para desgosto meu, deixei de acreditar em muitas reportagens que são publicadas, nelas são covardemente impostas aos leitores a “verdade” exclusiva de quem está escrevendo o texto, os verdadeiros fatos ocorridos que se lixem. A politização está acima de tudo, até da vida. Tô fora da polarização nefasta desses dois energúmenos, Lula e Bolsonaro. Eles são a desgraça do nosso presente e serão o lixo da nossa história. Toda minha família toma Ivermectina – algumas vezes associada a Azitromicina, – desde abril do ano passado, incluindo minha Mãe(87 anos) e o sogro(94 anos) da minha irmã. Até o dia de hoje, felizmente, nenhum de nós morreu ou teve que fazer transplante de fígado, somente dois foram acometidos por Covid-19, mas com sintomas leves. Se fossemos acreditar no que vimos em várias reportagens não teríamos agido profilaticamente. É Por exemplos como esses da Dra Roberta que deixei de acreditar em alguns “mestres” da escrita. Pesquiso muito antes de formar minha opinião. A politica atual está deteriorando valores importantes como o caráter, empatia, tolerância e o amor entre as pessoas. Temos que expurgar o lulismo e o bolsonarismo das nossas vidas, antes que seja tarde
A Dra. roberta está corretíssima, a esmagadora maioria dos jornalistas estão defendendo posições ideológicas, não estão preoculpados em informação de qualidade, se contentam em repasar o que é conveniente naquele momento, já a Dra. Roberta segue lutando para difundir a ciência e por isso está sendo cosbtantemente atacada pela imprensa em geral, estou com ela e não abro!!
Dra Roberta excelente profissional e com grande conhecimento na área, devemos ter orgulho de ter uma médica tão preparada, devemos separar a política da medicina e deixar cada profissional na sua área, assim as coisas irão fluir sem conflitos.
Dra. Roberta é Perfeita. É médica especialista com vastíssimo conhecimento técnico na área de atuação, com direito e autonomia constitucional de medicar, de falar o que conhece e presta o mais nobre e importante serviço a sociedade. Jornalista, deputado, advogado, militância política, todos leigos e muitos até “analfabetos”, quererem interferir nas decisões médicas, racionalmente isso é criminoso, pois coloca vidas em risco. É o mesmo de um jornalista interferir e discordar de um engenheiro em um cálculo estrutural de um estádio.
Parabéns a DOUTORA ROBERTA. Felizmente temos pessoas com essa fibra dentro dessa sociedade com tanta gente má.
Parabéns Dra… jornalistas e meios de comunicação é apenas noticiar, informar o que está ocorrendo e não tomar partido de melhoral e cebazol, PARABÉNS MIL PONTO A DRA. ROBERTA .
Parabéns a Dra Roberta sempre faz uso da palavra com muito embasamento técnico, mostrando que política não pode se misturar com tratamento médico. Admiro a coragem da renomada médica, que luta para que todos tenham direito ao tratamento precoce desta doença infame. Infelizmente a classe de jornalistas vem perdendo credibilidade a cada dia, onde vemos a cada dia a mercantilização da notícia.
Esse mesmo sindicato de jornalista, não se pronunciou até o momento sobre a prisão do Osvaldo Eustáquio, o bloqueio das redes sociais do Alan dos santos, a censura da revista Crusoé a mando do Alexandre o glande,etc. Estão querendo calar a doutora Roberta! A picaretagem não tem argumentos pra debater,e fica com essas narrativas fajunta.
O dito sindicato também não emitiu uma vogal quando BG foi quase que excomungado pelo exército cibernético do gabinete da governadora Fátima Bezerra.
Lamentável!
Infelizmente sobraram poucos jornalistas em nossa imprensa. Foi lastimável o posicionamento politico assumido pelo jornalista. O indivíduo foi grosseiro ao defender seu posicionamento sem qualquer embasamento técnico e científico por pura birra política.
Sugiro ao nobre jornalista que se dedique mais aos estudos e a pesquisa.
Há também algumas escolas de boas maneiras!
Dr. Jivago, inicialmente não se defama ninguém, se DIFAMA, vamos estudar mais, e um bom profissional sabe separar o joio do trigo, generalizar e criticar em bolo, é desonesto e perigoso.
Já que é para corrigir, sugiro ao Senhor “António” Veras que faça uma revisão nas regras de acentuação. O correto é Antônio. ^^^^^^^^^^^^^^ entendeu?
Você pode discordar do Dr. Jivago, mas seja educado!
A doutora tentou se defender, pois está sendo muito criticada. Mas, receber críticas faz parte de quem se expõe. Ela não soube lidar com isso… Como diz BG, ela quis lacrar e recebeu mais uma crítica. É fato quando defende que o médico é quem deve conduzir seus tratamentos, mas é inegável que vários outros estudos apontam a ineficácia de alguns tratamentos que ela defende. Isso é democracia, doutora.
Alguém leu o que o jornalista publicou? Porque se for o mesmo que eu li, o jornalista foi muito respeitoso, inclusive abrindo espaço para que fosse feito o contra ponto. Colocou sua opinião baseado em estudos e reportagens sim, inclusive apontando links que poderiam conferir. Defendeu o ponto de vista da ciência, de pesquisadores e das recomendações das autoridades sanitárias. Foi muito bem escrito e embasado. Com questionamentos que sao extremamente necessários vê que não foram feitos, pelo menos, nas entrevistas que ouvi.
A senhora Roberta Lacerda já falou muitas verdades, parabéns, sou da sua mesma linha de raciocínio, e já teve muito espaço equilibrado e honesto na mídia, porém, ao partir para para colocações discriminatórias, eivadas de falácia, agressões, comparações sem sentido, errou feio, esse seu DR. não devia servir para isso, estudar mais ou menos é pessoal, conheço uma penca de médicos que não sabem fazer uma prescrição, outra, seu Dr. é honorifico, talvez menor do que o analfabeto ganhou enquanto estava roubando, saiu com o peito cheio de DR HONORIS CAUSA, e aí? Tem mais, na mídia tem profissionais jornalistas honestos, que ganham dinheiro e moram onde vc não poria nem os pés, dessa um pouquinho do pedestal, reconheça que não pode generalizar, dê nomes aos bois, separe e dessa o aço, agora, respeite os excelentes profissionais que querem ver um Brasil menos grosso, ético, verdadeiro e honesto.
“Jornalista nenhum prescreve ou dita o que o cidadão deve tomar ou não, mas estuda muito…”
Parei de ler aí. A maioria dos jornalistas que conheço pessoalmente não é muito dado a estudos, gostam de resumos, sínteses e tudo já mastigados e gostam de se dizer ‘Especialistas em Tudo’. Aqui em Natal são realmente raros os jornalistas bem embasados e que costumam ir em profundidade a cada assunto que abordam. Você discorda?
Infelizmente hoje é mais fácil pesquisar no google em vez de estudar. Cada vez mais uma narrativa ou fake news se torna mais importante que um fato. Lembro que a Dra Roberta frisou e destacou que essa resposta foi para o mau jornalisa militante e lacradou, quem se ofendeu assumiu a carapuça. O médico tem liberdade e é o profissional especialista para diagnosticar e prescrever o tratamento, em comum acordo com o paciente. Jornalistas são formadores de opinião, mesmo que indiretamente, por isso a crítica justa da Dra aos lacradores de plantão…. PARABÉNS Dra ROBERTA, infelizmente a imprensa, em sua maioria, ESTÁ comtaminada por ideologias partidárias e pelo veneno mortal( dinheiro) em suas pautas….lamentável!
Parabéns Dra Roberta, quando o incomodo é de alguns intocáveis da imprensa é porque a Sra fez o correto. Muitas vezes a resposta tem de na altura da defamacao, Parabens.
A Doutora Roberta apenas se defendeu das ofensas que a mídia vive vociferando contra ela. Parabéns para a Dra. que teve coragem de dizer várias verdades, doa a quem doer.
A quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quarta-feira (21), novos documentos que apontam um suposto esquema milionário de utilização de recursos públicos para o envio de mensagens diretamente aos celulares de beneficiários de programas sociais do governo Lula (PT). O aditamento à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) revela que um projeto do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), inicialmente contratado por R$ 34,5 milhões, teve seu valor elevado para R$ 273,2 milhões, dos quais R$ 237,8 milhões já foram repassados.
A denúncia ganha contornos ainda mais graves porque, segundo a documentação apresentada, parte dos recursos foi redirecionada para o envio de mensagens em massa imediatamente após o primeiro turno, enquanto empresas e profissionais remunerados pelo projeto também prestaram serviços a campanhas eleitorais do PT em 2026.
A ação tem como investigados Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira.
R$ 5,26 milhões redirecionados após o primeiro turno
Um dos pontos centrais da nova documentação é a alteração no plano de trabalho do projeto Conexão Cidadã, responsável pelo envio de mensagens por WhatsApp e RCS com a identificação do Governo Federal.
Segundo a petição, os relatórios oficiais apontam que não houve campanhas de disparos em massa nos meses de junho e julho. Entretanto, em 5 de outubro, apenas um dia depois do primeiro turno, o instituto responsável pelo projeto solicitou uma mudança na destinação dos recursos.
O pedido foi aprovado pelo MDS em 7 de outubro, autorizando o redirecionamento de R$ 5,26 milhões para serviços classificados como “envio de alertas” e “envio de mensagens sociais operacionais”.
Para a defesa de Flávio Bolsonaro: “Trata-se da retomada, sob outro nome, da mesma comunicação de massa, essa que tem sido vista e noticiada por toda a imprensa.”
Dinheiro público e fornecedores de campanhas petistas
Outro elemento destacado pela investigação é a ligação entre empresas contratadas pelo projeto do governo e prestadores de serviços de campanhas eleitorais do PT.
Segundo os documentos, 62% dos pagamentos realizados pelo projeto a prestadores de serviços até abril de 2026 foram destinados à Microtarget, a empresas de seu grupo econômico e a outras sociedades com vínculos societários com seus dirigentes.
A petição também identifica pagamentos ao publicitário João Dude, que recebeu R$ 1,02 milhão do projeto entre março de 2024 e agosto de 2026. Em agosto deste ano, ele foi contratado pelas campanhas petistas de Jaques Wagner e Rui Costa ao Senado, por R$ 112,5 mil cada.
Outra empresa mencionada é a Hi Neo Comunicação e Marketing, que recebeu R$ 3,78 milhões do projeto e também foi contratada para prestar serviços a candidaturas do PT.
“Os mesmos fornecedores, pagos ao mesmo tempo pelos dois lados, em pleno período eleitoral”, destaca a petição, ao sustentar a existência de indícios de abuso de poder político e econômico.
Mensagens sobre Bolsa Família e INSS continuam às vésperas da votação
O aditamento também apresenta registros de mensagens enviadas pela conta oficial GovBR durante a semana do segundo turno.
Entre os conteúdos identificados estão comunicações sobre o Bolsa Família, incluindo o valor atualizado do benefício, além de informações sobre o programa Farmácia Popular.
Um dos episódios considerados mais graves pela defesa ocorreu nesta quarta-feira (21), quando aposentados e pensionistas receberam mensagens informando que o comparecimento às urnas também vale como prova de vida para o INSS.
A ação relaciona esses envios a uma declaração de Lula durante ato na Avenida Paulista, em 11 de outubro, quando o presidente pediu à militância que mobilizasse idosos e eleitores que não haviam comparecido ao primeiro turno.
Segundo a petição, a comunicação teve um efeito político imediato, com apoiadores de Lula reproduzindo o aviso nas redes sociais acompanhado de pedidos de voto no número 13.
Contratação sem chamamento público e suspeitas de sobrepreço
A documentação também questiona a origem e a execução do contrato do Conexão Cidadã, firmado com o Instituto de Apoio à Fundação Universidade de Pernambuco (IAUPE), sem chamamento público.
A parceria começou em dezembro de 2023, no valor de R$ 34,5 milhões, e passou por cinco acréscimos sucessivos até alcançar R$ 273,2 milhões.
A defesa aponta ainda possíveis irregularidades nos custos das mensagens. Segundo a petição, serviços de mensageria previstos em R$ 20,4 milhões acabaram custando R$ 94 milhões, com valores unitários superiores aos preços de referência apresentados na documentação.
Para os advogados de Flávio, a dimensão financeira do projeto amplia a gravidade dos fatos investigados e exige esclarecimentos sobre a utilização dos recursos públicos.
Diante dos novos elementos, Flávio Bolsonaro reiterou o pedido de tutela de urgência para suspender os disparos de mensagens pelos canais oficiais investigados, incluindo aqueles vinculados ao projeto Conexão Cidadã.
A defesa também solicita que o Ministério do Desenvolvimento Social apresente, em 24 horas, contratos, relatórios, comprovantes de repasses e informações sobre o conteúdo e o número de destinatários das mensagens enviadas.
Além disso, pede que o INSS e o Ministério da Gestão esclareçam os critérios utilizados para selecionar os cidadãos que receberam comunicações relacionadas à prova de vida.
A ação sustenta que a continuidade dos disparos pode comprometer a igualdade de oportunidades entre os candidatos na reta final da eleição presidencial.
“Sem a pronta intervenção desta Corregedoria, os disparos prosseguirão até a véspera do pleito, quando nenhuma decisão posterior poderá recompor a igualdade de oportunidades”, alerta a petição.
O processo tramita no TSE sob o número 0603241-16.2026.6.00.0000, sob relatoria do corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
A Inter TV promove nesta quinta-feira (22) um debate entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT), candidatos ao governo do Rio Grande do Norte no 2º turno das eleições. O confronto começa às 22h35, após a novela “Quem Ama Cuida”, com transmissão pela Inter TV Cabugi, Globoplay e g1 RN.
O debate será realizado nos estúdios da emissora, em Natal, com mediação da jornalista Emmily Virgílio. A duração prevista é de 1 hora e 40 minutos, dividida em quatro blocos, com perguntas entre os candidatos sobre temas livres e assuntos determinados pela produção.
No 1º e no 3º blocos, os candidatos poderão fazer perguntas sobre qualquer tema, com 10 minutos para cada um administrar livremente. Já no 2º e no 4º blocos, os assuntos serão sorteados ao vivo, com cinco minutos por candidato para cada tema.
Allyson abrirá os dois primeiros blocos, enquanto Cadu iniciará o terceiro e o quarto. Ao final, cada candidato terá 1 minuto e 30 segundos para as considerações finais.
As regras permitem que os participantes circulem pelo cenário, mas proíbem contato físico e interrupções durante as falas. Em caso de ofensa pessoal, poderá ser concedido direito de resposta de um minuto, após avaliação da produção.
Se um dos candidatos não comparecer, o debate será substituído por uma entrevista de 25 minutos com o participante presente.
Durante agenda de campanha em Fortaleza, no Ceará, o candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que vai “aposentar” o presidente Lula (PT). O senador também fez críticas ao PT e negou que pretenda cortar programas sociais.
Em discurso a apoiadores, Flávio dirigiu uma mensagem à comunidade LGBTQIA+. “Quero falar para os gays que estão aqui hoje, vocês são sempre muito bem-vindos, porque vocês fazem parte do nosso Brasil”, declarou.
A rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 48%, enquanto a do senador Flávio Bolsonaro (PL) ficou em 44%, segundo levantamento PoderData/Aya divulgado na segunda-feira (19). Os números mostram uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos a seis dias do 2º turno das eleições presidenciais.
Em relação à rodada anterior, a rejeição a Lula passou de 46% para 48%, uma oscilação de dois pontos percentuais para cima. Já Flávio registrou queda de um ponto, passando de 45% para 44%.
Entre os entrevistados, 42% afirmaram que Lula é o único candidato em quem votariam, enquanto 7% disseram que poderiam votar no petista. Na rodada anterior, os percentuais eram de 44% e 7%, respectivamente.
No caso de Flávio Bolsonaro, 44% declararam que o senador é sua única opção de voto, enquanto 8% afirmaram que poderiam votar nele. Anteriormente, os índices eram de 43% e 7%.
O levantamento também avaliou a expectativa de vitória. Para 52% dos entrevistados, Flávio tem mais chances de vencer o 2º turno, enquanto 41% apontaram Lula. Outros 7% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada entre 16 e 18 de outubro, com 3 mil entrevistas por telefone em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02586/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo levantamento PoderData/Aya divulgado nesta quinta-feira (22). A três dias do 2º turno, os candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 1,6 ponto percentual.
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 19 de outubro, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto Lula avançou na mesma proporção. O senador tinha 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente.
Entre os votos totais, Flávio registra 49% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 48%. Brancos e nulos somam 3%, e 1% dos entrevistados não soube responder.
O levantamento também mediu a expectativa dos eleitores sobre o resultado da eleição. Para 52% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro tem mais chances de vencer o 2º turno, enquanto 42% apontam Lula. Outros 6% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro, com 4 mil entrevistas em 865 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07926/2026.
A três dias da votação do segundo turno, as campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) intensificaram o embate político em torno de um “desafio de sigilos”. Nesta quinta-feira (22), o petista deve protocolar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma nova manifestação formal respondendo às exigências impostas pela chapa adversária.
A disputa teve início no último domingo (18), durante o primeiro debate da segunda etapa da eleição, quando Lula desafiou Flávio a abrirem conjuntamente seus sigilos bancário e telefônico, estendendo a medida a familiares. Na terça-feira (20/10), o presidente formalizou o pedido na Justiça Eleitoral.
A resposta de Flávio veio na quarta-feira (21), condicionando sua adesão à abertura de uma ampla devassa que abrange gestões passadas e o atual mandato do petista. Durante ato em São Paulo, o senador disparou: “Eu não só vou aceitar o desafio como eu vou levar até as últimas consequências. Você [Lula] não tem celular. Sabe quem recebe as ligações por você? O Marcola. É esse Marcola que abria as portas pro Lulinha, o filho dele, fazer negócios em todos os ministérios”.
Ainda na noite de quarta-feira, a coordenação da campanha à reeleição de Lula informou que o presidente aceita os termos colocados. “A única resposta é que o presidente não se opõe a absolutamente nada que ele está propondo, contanto que ele também cumpra e abra tudo que está pedindo”, declarou Camilo Santana, anunciando que a resposta oficial seria protocolada no TSE nesta quinta (22), às 11h.
Na tentativa de reverter a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na região nordestina, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foca seus esforços na caça a votos de eleitores indecisos e insatisfeitos com a atual gestão federal. A estratégia da campanha é reduzir a diferença na região, considerada um reduto petista para consolidar a liderança na contagem nacional da votação marcada para este domingo (25)
Para otimizar o alcance, a mobilização foi dividida entre o próprio presidenciável e seus principais aliados. Enquanto Flávio cumpriu agenda em Fortaleza na quarta-feira (21), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) assumiu a linha de frente de atos de rua pelo Nordeste, passando por capitais como Salvador, Teresina e Aracaju, com caminhadas previstas no Recife nesta quinta (22) e novamente em Fortaleza na sexta-feira (23), ao lado do deputado federal André Fernandes (PL-CE).
Os eventos de rua, impulsionados por trios elétricos sob o nome de “Bloquinho do 22”, mantêm a base engajada nas ruas enquanto Flávio se prepara para o debate da TV Globo. Paralelamente, nas redes sociais, Nikolas Ferreira lidera uma frente voltada a eleitores indecisos, explorando pautas sobre dificuldades econômicas e promessas não cumpridas pelo governo federal na região.
Na tentativa de reverter a desvantagem no primeiro turno das eleições presidenciais frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou uma petição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizando a quebra de seus próprios sigilos fiscal e telefônico, além de desafiar o adversário a adotar a mesma medida. No entanto, uma análise detalhada da peça jurídica e avaliações de criminalistas apontam que a promessa se resume a um gesto político, sem viabilidade técnica ou efeitos práticos. O caso está sob a relatoria do ministro André Mendonça no TSE.
“A oferta de Lula de abrir seu sigilo e de seus familiares é gesto de efeito, sem conteúdo prático. O sigilo de Lulinha já foi quebrado por ordem do STF”, avaliou o criminalista Sérgio Rosenthal à Coluna do Estadão. Para o especialista, o foco deveria se voltar a pedidos voluntários de assessores próximos e familiares investigados. Vale lembrar que, publicamente, é de conhecimento geral que o presidente não utiliza telefone celular pessoal, sendo seus contatos intermediados pela primeira-dama, Janja da Silva, e por seu assessor Marco Aurélio Ribeiro (Marcola).
O professor de Direito Alexandre Zamboni também destacou as fragilidades da iniciativa. Em suas redes sociais, o jurista resumiu o problema: “Antes de redigir qualquer petição, responda três perguntas: o que você quer que o juiz faça, com base em qual norma, e dentro de qual processo. A petição de Lula ao TSE sobre os sigilos dele e de Flávio Bolsonaro tropeça nas três”.
Os sete pontos que invalidam a petição
Juristas e especialistas apontam sete falhas fundamentais que comprovam a ineficácia jurídica da medida:
Autonomia de dados: Lula não precisa do TSE para abrir suas próprias informações. A legislação brasileira garante que qualquer cidadão pode tornar públicos seus extratos e declarações quando desejar.
Impossibilidade de expor terceiros: Assinada apenas pelo presidente, a petição menciona a exposição de dados da esposa e dos filhos. No entanto, o ordenamento jurídico impede que uma pessoa abra mão de direitos fundamentais de terceiros sem autorização expressa deles.
Ausência de processo formal: A Justiça Eleitoral só pode determinar a quebra de sigilos no escopo de uma investigação ou ação judicial em andamento, e não por meio de um pleito isolado e desvinculado de autos oficiais.
Falta de indícios materiais: Para exigir a quebra de sigilo de um adversário político, a lei demanda indícios concretos de prática ilícita. O Supremo Tribunal Federal (STF) já pacificou o entendimento de que reportagens jornalísticas isoladas são insuficientes como justificativa.
Condicionante suspensiva: A proposta de Lula está atrelada à concordância de Flávio Bolsonaro. No Direito, um pleito judicial não pode ficar subordinado à vontade ou à decisão voluntária de terceiros.
Incompatibilidade institucional: O TSE e seu portal oficial (DivulgaCandContas) destinam-se exclusivamente à publicidade de dados de candidaturas e contas eleitorais, não havendo previsão legal para o tribunal atuar como repositório de extratos bancários de cidadãos.
Inutilidade prática: Caso o adversário aceite o desafio, ambos podem publicar seus dados de forma independente, sem acionar a Justiça. Se recusar, o pedido perde o objeto. Diante de qualquer um dos cenários, o TSE não possui matéria jurisdicional a decidir, caminhando o caso para o arquivamento.
Essa brincadeira custou caro a ele, tomou uma invertida imensurável do Flávio Bolsonaro no dia de ontem.
Como é, vai ou não vai ao debate da globo hein Lula?
O Flávio vai está lá te esperando.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), utilizou pela primeira vez a chamada Lei Antifacção para pedir o confisco de R$ 190,3 milhões ligados a redes criminosas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV). A ofensiva judicial ocorreu na terça-feira (20) e mira suspeitos envolvidos em tráfico internacional de drogas, contrabando de cigarros e agrotóxicos, além de lavagem de dinheiro.
Ao todo, a Procuradoria-Geral da União protocolou quatro ações civis em varas da Justiça Federal localizadas em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná. Por estarem sob segredo de Justiça, ainda não há confirmação pública sobre eventuais decisões cautelares determinando o bloqueio das quantias e patrimônios apontados.
Estrutura das ações e alvos
Segundo dados divulgados pela AGU em nota oficial, a atuação foi dividida em duas frentes principais:
Eixo PCC (R$ 82 milhões): Três processos miram 87 réus investigados por participação em grupos criminosos vinculados ao PCC. As atividades ilícitas envolvem um esquema de contrabando de cigarros paraguaios e defensivos agrícolas proibidos no território nacional.
Eixo Tráfico Internacional e CV (R$ 108,2 milhões): Um quarto processo busca reaver recursos oriundos do tráfico internacional de cocaína com destino à Europa e esquemas de lavagem de capitais. O órgão informou ter identificado conexões entre os alvos e um integrante do Comando Vermelho, embora não haja comprovação de vínculo formal com a organização.
O diferencial da nova legislação
Sancionada pelo presidente Lula em março, a Lei Antifacção permite o confisco de bens e ativos de origem ilícita por meio da esfera civil, como fez a AGU, sem a exigência de uma condenação criminal prévia transitada em julgado.
Com esses instrumentos, os procuradores federais conseguem rastrear recursos ilícitos e acionar o Judiciário para alcançar não apenas os executores dos crimes, mas também financiadores, empresas de fachada, familiares e ‘laranjas’ utilizados na ocultação de patrimônio.
“O caráter inovador da iniciativa está na utilização de instrumentos de natureza civil para atingir diretamente o patrimônio e as estruturas financeiras que sustentam as atividades criminosas, complementando a atuação dos órgãos de investigação e persecução penal”, destacou a AGU em nota.
O trabalho de mapeamento financeiro e fundamentação das ações contou com o apoio e o compartilhamento de dados estratégicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Ministério da Fazenda e da Controladoria-Geral da União (CGU).
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) mobilizou uma multidão na noite de quarta-feira (21), um ato em apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) no Centro de São Luís (MA). O evento, batizado de “Bloquinho 22” foi organizado pelos parlamentares eleitos pelo maranhão Mariana Carvalho (PL-MA) e Aldir Júnior (PL-MA).
Além da presença do deputado mineiro, a manifestação também contou com a participação do senador eleito Lahesio Bonfim (Novo-MA) e de outras lideranças políticas da região.
A concentração teve início às 18h na Praça Maria Aragão. De lá, o grupo seguiu em caminhada pela Avenida Beira-Mar, integrando a agenda de campanha de Flávio Bolsonaro para a reta final do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25). Na disputa, o candidato do PL enfrenta o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição.
Parabens Dra. Roberta…. a verdade é que o jornalismo brasileiro é uma bosta, e o do Rio Grande do Norte é merda pura.
Parabéns Dra. Roberta! Sabemos que suas palavras cabem na carapuça de muitos… Força!
Quem diz que um diploma de jornalismo é a garantia de que tudo que for escrito ou dito por um repórter será a estrita e única verdade dos fatos narrados, das duas uma, está vivendo em outro planeta ou é um manipulado. Passei a minha vida profissional atuando na área de publicidade, em conceituadas empresas de comunicação do nosso Estado, nesse período, tive o prazer de conviver com jornalistas que eram referência e exemplo de dedicação e credibilidade. Alguns ainda estão na ativa. Mas hoje, infelizmente, para desgosto meu, deixei de acreditar em muitas reportagens que são publicadas, nelas são covardemente impostas aos leitores a “verdade” exclusiva de quem está escrevendo o texto, os verdadeiros fatos ocorridos que se lixem. A politização está acima de tudo, até da vida. Tô fora da polarização nefasta desses dois energúmenos, Lula e Bolsonaro. Eles são a desgraça do nosso presente e serão o lixo da nossa história. Toda minha família toma Ivermectina – algumas vezes associada a Azitromicina, – desde abril do ano passado, incluindo minha Mãe(87 anos) e o sogro(94 anos) da minha irmã. Até o dia de hoje, felizmente, nenhum de nós morreu ou teve que fazer transplante de fígado, somente dois foram acometidos por Covid-19, mas com sintomas leves. Se fossemos acreditar no que vimos em várias reportagens não teríamos agido profilaticamente. É Por exemplos como esses da Dra Roberta que deixei de acreditar em alguns “mestres” da escrita. Pesquiso muito antes de formar minha opinião. A politica atual está deteriorando valores importantes como o caráter, empatia, tolerância e o amor entre as pessoas. Temos que expurgar o lulismo e o bolsonarismo das nossas vidas, antes que seja tarde
Força Doutora Roberta, acreditamos nas suas palavras.
A Dra. roberta está corretíssima, a esmagadora maioria dos jornalistas estão defendendo posições ideológicas, não estão preoculpados em informação de qualidade, se contentam em repasar o que é conveniente naquele momento, já a Dra. Roberta segue lutando para difundir a ciência e por isso está sendo cosbtantemente atacada pela imprensa em geral, estou com ela e não abro!!
Parabéns Dra.
Parabéns Dra. ROBERTA.
Dra Roberta excelente profissional e com grande conhecimento na área, devemos ter orgulho de ter uma médica tão preparada, devemos separar a política da medicina e deixar cada profissional na sua área, assim as coisas irão fluir sem conflitos.
Parabéns Dra. Roberta Lacerda!!! Vc tem o apoio dos cidadãos de bens.
Dra. Roberta é Perfeita. É médica especialista com vastíssimo conhecimento técnico na área de atuação, com direito e autonomia constitucional de medicar, de falar o que conhece e presta o mais nobre e importante serviço a sociedade. Jornalista, deputado, advogado, militância política, todos leigos e muitos até “analfabetos”, quererem interferir nas decisões médicas, racionalmente isso é criminoso, pois coloca vidas em risco. É o mesmo de um jornalista interferir e discordar de um engenheiro em um cálculo estrutural de um estádio.
Parabéns a DOUTORA ROBERTA. Felizmente temos pessoas com essa fibra dentro dessa sociedade com tanta gente má.
Parabéns Dra… jornalistas e meios de comunicação é apenas noticiar, informar o que está ocorrendo e não tomar partido de melhoral e cebazol, PARABÉNS MIL PONTO A DRA. ROBERTA .
Jornalista, Ministro do STF, Professor da Rede Pública e Sindicalistas, tudo farinha do mesmo saco!
Parabéns a Dra Roberta sempre faz uso da palavra com muito embasamento técnico, mostrando que política não pode se misturar com tratamento médico. Admiro a coragem da renomada médica, que luta para que todos tenham direito ao tratamento precoce desta doença infame. Infelizmente a classe de jornalistas vem perdendo credibilidade a cada dia, onde vemos a cada dia a mercantilização da notícia.
Esse mesmo sindicato de jornalista, não se pronunciou até o momento sobre a prisão do Osvaldo Eustáquio, o bloqueio das redes sociais do Alan dos santos, a censura da revista Crusoé a mando do Alexandre o glande,etc. Estão querendo calar a doutora Roberta! A picaretagem não tem argumentos pra debater,e fica com essas narrativas fajunta.
O dito sindicato também não emitiu uma vogal quando BG foi quase que excomungado pelo exército cibernético do gabinete da governadora Fátima Bezerra.
Lamentável!
Infelizmente sobraram poucos jornalistas em nossa imprensa. Foi lastimável o posicionamento politico assumido pelo jornalista. O indivíduo foi grosseiro ao defender seu posicionamento sem qualquer embasamento técnico e científico por pura birra política.
Sugiro ao nobre jornalista que se dedique mais aos estudos e a pesquisa.
Há também algumas escolas de boas maneiras!
Dr. Jivago, inicialmente não se defama ninguém, se DIFAMA, vamos estudar mais, e um bom profissional sabe separar o joio do trigo, generalizar e criticar em bolo, é desonesto e perigoso.
Já que é para corrigir, sugiro ao Senhor “António” Veras que faça uma revisão nas regras de acentuação. O correto é Antônio. ^^^^^^^^^^^^^^ entendeu?
Você pode discordar do Dr. Jivago, mas seja educado!
A doutora tentou se defender, pois está sendo muito criticada. Mas, receber críticas faz parte de quem se expõe. Ela não soube lidar com isso… Como diz BG, ela quis lacrar e recebeu mais uma crítica. É fato quando defende que o médico é quem deve conduzir seus tratamentos, mas é inegável que vários outros estudos apontam a ineficácia de alguns tratamentos que ela defende. Isso é democracia, doutora.
Parabéns para a médica…Hoje em dia jornalistas são ótimos militantes político-ideológicos e péssimos profissionais…
Alguém leu o que o jornalista publicou? Porque se for o mesmo que eu li, o jornalista foi muito respeitoso, inclusive abrindo espaço para que fosse feito o contra ponto. Colocou sua opinião baseado em estudos e reportagens sim, inclusive apontando links que poderiam conferir. Defendeu o ponto de vista da ciência, de pesquisadores e das recomendações das autoridades sanitárias. Foi muito bem escrito e embasado. Com questionamentos que sao extremamente necessários vê que não foram feitos, pelo menos, nas entrevistas que ouvi.
A senhora Roberta Lacerda já falou muitas verdades, parabéns, sou da sua mesma linha de raciocínio, e já teve muito espaço equilibrado e honesto na mídia, porém, ao partir para para colocações discriminatórias, eivadas de falácia, agressões, comparações sem sentido, errou feio, esse seu DR. não devia servir para isso, estudar mais ou menos é pessoal, conheço uma penca de médicos que não sabem fazer uma prescrição, outra, seu Dr. é honorifico, talvez menor do que o analfabeto ganhou enquanto estava roubando, saiu com o peito cheio de DR HONORIS CAUSA, e aí? Tem mais, na mídia tem profissionais jornalistas honestos, que ganham dinheiro e moram onde vc não poria nem os pés, dessa um pouquinho do pedestal, reconheça que não pode generalizar, dê nomes aos bois, separe e dessa o aço, agora, respeite os excelentes profissionais que querem ver um Brasil menos grosso, ético, verdadeiro e honesto.
Parabéns!
Parabéns!
Parabéns!
Senhor Antonio, o senhor foi impecável nas suas colocações.
Força Dra Roberta, aqui no Brasil, pagando eles até publicam a verdade.
“Jornalista nenhum prescreve ou dita o que o cidadão deve tomar ou não, mas estuda muito…”
Parei de ler aí. A maioria dos jornalistas que conheço pessoalmente não é muito dado a estudos, gostam de resumos, sínteses e tudo já mastigados e gostam de se dizer ‘Especialistas em Tudo’. Aqui em Natal são realmente raros os jornalistas bem embasados e que costumam ir em profundidade a cada assunto que abordam. Você discorda?
Eles deveriam ter vergonha do que os jornalistas estão fazendo! Eu apoio Dr. ROBERTA!
Infelizmente hoje é mais fácil pesquisar no google em vez de estudar. Cada vez mais uma narrativa ou fake news se torna mais importante que um fato. Lembro que a Dra Roberta frisou e destacou que essa resposta foi para o mau jornalisa militante e lacradou, quem se ofendeu assumiu a carapuça. O médico tem liberdade e é o profissional especialista para diagnosticar e prescrever o tratamento, em comum acordo com o paciente. Jornalistas são formadores de opinião, mesmo que indiretamente, por isso a crítica justa da Dra aos lacradores de plantão…. PARABÉNS Dra ROBERTA, infelizmente a imprensa, em sua maioria, ESTÁ comtaminada por ideologias partidárias e pelo veneno mortal( dinheiro) em suas pautas….lamentável!
Parabéns Dra Roberta, quando o incomodo é de alguns intocáveis da imprensa é porque a Sra fez o correto. Muitas vezes a resposta tem de na altura da defamacao, Parabens.
A Doutora Roberta apenas se defendeu das ofensas que a mídia vive vociferando contra ela. Parabéns para a Dra. que teve coragem de dizer várias verdades, doa a quem doer.
Todo brasileiro de bem está com a dra. Roberta, o resto é canalhice.