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Você vive uma amizade bromossexual? Ela está em alta nos EUA

23ago2016---ben-moss-e-seu-colega-de-quarto-lucas-whitehead-dir-na-entrada-do-predio-onde-moram-no-brooklyn-nova-york-1475864916323_615x300Foto: Andrew White/The New York Times

Uma propaganda recente para o programa “”Shahs of Sunset”, do canal de TV americana Bravo, mostra dois de seus protagonistas masculinos relaxando em espreguiçadeiras na praia. Diante de uma cena de banhistas sumariamente vestidos, os melhores amigos Reza Farahan e Mike Shouhed olham para diferentes objetos do desejo: Farahan para homens musculosos, e Shouhed para mulheres curvilíneas.

Seus desejos distintos, que podem ter afastado homens gays e héteros uns dos outros no passado, inspiram o gesto definitivo da conexão fraternal: um “fist bump” (cumprimento com os punhos fechados).

“Mike e eu somos muito parecidos”, diz Farahan. “Ele sempre foi mulherengo, e eu sempre fui pegador. Na propaganda, estamos vivendo um momento, e é o mesmo momento. A única diferença é que estou olhando para os homens e ele, para as mulheres.”

O autor irlandês Jarlath Gregory vê essa ligação como nova para a cultura e familiar para ele. Seu mais novo romance, “The Organised Criminal” (“O criminoso organizado”, em tradução livre), gira em torno de uma amizade fraternal entre um gay e um hétero.

“Esse tipo de relacionamento fácil não seria verossímil para o grande público 10 anos atrás”, diz Gregory, 38, que é gay. “Uma das coisas de que meu editor gostou a respeito do meu livro é que essa amizade era algo que não víamos com muita frequência antes.”

Pelo menos não na cultura pop. É claro, sempre houve amizades entre gays e héteros, mas só recentemente eles passaram a ser representados com mais destaque e naturalidade em séries de TV, filmes, livros e blogs.

Muitas vezes existe em jogo um senso tradicionalmente masculino de familiaridade nessas representações, exalando um sentimento peculiar o suficiente para sugerir um termo próprio: relacionamentos bromossexuais [junção das palavras “”bro” (“irmão”) e “homossexual”].

A representação crescente deles contrasta com uma que acabou se tornando um clichê: a conexão entre uma mulher heterossexual e seu melhor amigo gay.

A manifestação mais recente da mídia também dá um salto significativo em relação a uma de suas primeiras versões. De 2003 a 2007, o programa “Queer Eye for the Straight Guy” apresentou homens gays como seres mágicos que funcionavam como ajudantes para homens heterossexuais, orientando-os em matéria de moda e decoração, enquanto mantinham boa parte de suas próprias vidas fora de cena.

Em comparação, a última temporada de “Scream Queens” mostrou o bonitão Nick Jonas como um membro de fraternidade gay que compartilha um interesse em comum pelo golfe com seu irmão de fraternidade e melhor amigo, o heterossexual Chad.

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Opinião dos leitores

  1. Eu achei Tchudo!! tenho varios amigos gays, e convivemos numa boa…tocamos a mao e nos beijamos. Isso é o futuro gente!

  2. Vejo tanto homosexualidade reprimida e enrustida nos depoimentos deste post, muita gente precisa de terapia para deixar de ofender que ama aos seus pares, ninguém obriga ninguém a ser gay, vc nasci, se resolver sexualmente é a solução para o preconceito.

  3. Bromofuleragem!
    A coisa tá só piorando… cada vez mais as aberrações estão ficando comuns, e as pessoas não podem expressar opiniões contrárias para não serem taxadas de "preconceituosas" ou "intolerantes".
    Pense num desafio grande é querer educar um filho ou uma filha nesse mundo de hoje…

  4. Rapaz, querem mesmo de toda forma destruir nossa sociedade. E a grande mídia é altamente conivente com isso. Talvez porque boa parte de seus membros habitam um ambiente de grande permissividade, com altíssima tolerância (prá ficar "por menos") com as drogas, com a liberalidade sexual, a massificação do "coitadismo" social, essa onda do "politicamente correto"… Francamente, a civilização ocidental sofre constante agressão aos valores que nos trouxeram até aqui. E muitos não enxergam isso e se deixam levar pela onda.

    1. Concordo com tudo que você escreveu. A grande maioria dos infelizes quer transformar a vida em um grande e lamentável puteiro.

  5. Concordo com você Francisco Cândido, belo comentário !!!
    A mídia vive divulgando coisas exdrúxulas com o único objetivo de criar manchete e depois vem reclamar dos efeitos destas aberrações, veja o que aconteceu com a proteção desenfreada aos marginais (vítimas da sociedade) agora estamos todos sofrendo com a onda de violência desenfreada e todos tiram o corpo fora e ficam culpando uns aos outros.

  6. Não tem como a mídia dar manchete ao casamento na forma da bíblia? Mostrar relações heterossexuais? Citar casais formado por homem e mulher que mantém uma relação a mais de 10, 20, 30 anos?
    Quantos filhos uma união assim poderá gerar? O princípio bíblico de crescer e multiplicar fica como nessa relação?

    1. Felizmente eu não vou tá mais aqui pra ver na m*rda que vai dar, e o ensaio já começou.

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