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Emprego na indústria cai 6,9% em agosto, maior recuo da história

lupatech-equipamentos-industriais-20090910-originalEmprego industrial acumula recuos de 5,6% no ano e de 5,1% em 12 meses(Germano Luders/VEJA)

O emprego na indústria recuou 6,9% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do 47º resultado negativo consecutivo e a maior queda já registrada na série histórica da Pesquisa Industrial Mensal – Emprego e Salário (Pimes), que começou em 2001.

Na passagem de julho para agosto a queda foi de 0,8%, o oitavo mês seguido negativo. Com isso, o emprego industrial acumula recuos de 5,6% no ano e de 5,1% em 12 meses.

Segundo o órgão, foram registradas reduções no contingente de trabalhadores em todos os 18 ramos pesquisados na comparação interanual, com destaque para meios de transporte (-12,4%), máquinas e equipamentos (-10,2%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-14,4%), alimentos e bebidas (-3,3%) e produtos de metal (-10,3%).

Horas pagas – O número de horas pagas pela indústria recuou 0,9%, o sexto resultado negativo consecutivo do índice. Com isso, o indicador acumula queda de 6,2% no ano e recuo de 5,8% em 12 meses. Já no confronto com agosto de 2014, a redução número de horas pagas pela indústria foi de 7,5%, a 27ª taxa negativa nesse tipo de comparação e a maior queda da série histórica.

Folha de pagamento – Já o valor real da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria caiu 1,3% em agosto ante julho. Com o resultado, o índice acumula queda de 6,5% no ano e redução de 5,6% em 12 meses. Em relação a agosto de 2014, a folha de pagamento real diminuiu 8,4% em agosto deste ano, a 15ª taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto e a queda mais intensa desde maio deste ano (-9,8%).

Segundo o IBGE, todos os 18 setores pesquisados na indústria registraram queda no indicador. As maiores perdas ocorreram nos segmentos de meios de transporte (-13,3%), alimentos e bebidas (-5,2%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-12,0%), máquinas e equipamentos (-5,8%), metalurgia básica (-11,5%), produtos de metal (-9,3%) e borracha e plástico (-9,4%).

Veja, com Estadão Conteúdo

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Fiesp: emprego na indústria tem maior queda desde 2009

A queda de 1,20% no nível de emprego da indústria paulista no período de janeiro a agosto, divulgada nesta terça-feira, 16, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é o pior resultado para o período desde 2009, quando o indicador registrou retração de 2,02%.

Para Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, a situação ainda deve se agravar, superando a marca de 100 mil postos de trabalho fechados neste ano. “Faltam três meses para completarmos o ano e não vemos sinais de que tenhamos alguma recuperação”, disse Francini, que classifica o este ano como melancólico.

Em números absolutos, de acordo com o Depecon, 31,5 mil pessoas perderam o emprego na indústria de janeiro a agosto. Só em agosto foram demitidos 15 mil trabalhadores. Destes, 12.275 foram dispensados pelos vários setores manufatureiros e 2.725 apenas pelo segmento de açúcar e álcool.

fonte: Estadão Conteúdo

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Emprego na indústria tem em junho nova queda, diz o IBGE

O emprego na indústria recuou 0,5% na passagem de maio para junho, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, 08. Na comparação com junho de 2013 o emprego industrial apontou queda de 3,1%, o 33º resultado negativo nesta base e o mais intenso desde novembro de 2009 (-3,7%). O emprego na indústria acumula queda de 2,3% no ano e retração de 1,9% em 12 meses.

O número de horas pagas pela indústria, descontadas as influências sazonais, recuou 1,2% em junho ante maio. Em comparação a junho do ano passado, o indicador caiu 4,2%, a 13ª taxa negativa nesse tipo de confronto e a mais intensa desde outubro de 2009 (-5,3%). No ano, o indicador relativo ao número de horas pagas pela indústria acumula queda de 2,9%. Em 12 meses a retração é de 2,3%. Comparando o resultado de junho com igual mês de 2013, o IBGE revelou que as taxas foram negativas em todos os 14 locais pesquisados e em 16 dos 18 ramos pesquisados.

Em termos setoriais, as principais influências negativas partiram do setor de meios de transporte (-8,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-10,6%), máquinas e equipamentos (-5,8%), produtos de metal (-6,9%), calçados e couro (-8,6%), alimentos e bebidas (-1,6%), produtos têxteis (-7 5%), vestuário (-4,2%) e outros produtos da indústria de transformação (-3,8%), todas na comparação com junho de 2013. Já os impactos positivos vieram de minerais não-metálicos (0,9%) e de produtos químicos (0,7%).

fonte: Estadão Conteúdo

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