Tecnologia

Entenda o que muda com a união de Facebook, WhatsApp e Instagram

Privacidade como foco na integração entre WhatsApp, Facebook e Instagram — Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo

A integração entre WhatsAppFacebook e Instagram terá como foco a privacidade nas conversas. O usuário poderá enviar ou receber mensagens em qualquer um dos chats das três plataformas –Messenger, Direct e o WhatsApp –, sem que ele tenha cadastro ativo em todas as redes sociais. Nesta quarta-feira (6), Mark Zuckerberg divulgou em seu perfil no Facebook que a novidade prevê melhorias na segurança para tornar as comunicações mais privadas, criptografadas e com limite de expirar.

Em sua publicação, Zuckerberg também abordou a importância em reduzir o tempo que mensagens e Stories ficam disponíveis para os usuários. Para o CEO, a proposta é fazer o conteúdo expirar automaticamente – como já ocorre no Stories do Instagram – e a possibilidade de apagar mensagens do bate-papo em um limite de um mês ou um ano. Outra novidade é que a integração poderá ser expandida para SMS em celulares com Android. Vale lembrar que a mudança ainda está em fase de desenvolvimento, por isso não há data de lançamento prevista – mas é esperada para os próximos anos. Veja a seguir mais detalhes sobre o que é a integração e o que muda para o usuário.

O que é a integração entre WhatsApp, Facebook e Instagram

A integração tornará possível conversar com os amigos em qualquer um dos chats das três plataformas – WhatsApp, Facebook Messenger e Direct do Instagram –, sem que eles tenham cadastro ativo em todas as redes sociais. Por exemplo, o usuário poderá enviar uma mensagem no WhatsApp para uma pessoa que não tem conta no mensageiro. Ela receberá o conteúdo no Messenger do Facebook ou Direct do Instagram. A funcionalidade também poderá ser expandida para SMS em celulares com Android.

Veja o que muda com a integração

A principal mudança é a privacidade na troca de mensagens. A criptografia de ponta a ponta, já conhecida no WhatsApp, será implementada também nas conversas de outros apps para evitar que pessoas acessem as suas mensagens, incluindo o Facebook.

Outra novidade é sobre diminuir o tempo que mensagens ou Stories ficam disponíveis. Ou seja, o conteúdo expirará automaticamente – como ocorre no Stories – ou será arquivado, por exemplo. As conversas poderiam ser excluídas após um mês ou um ano, com a opção do usuário escolher.

Além disso, Zuckerberg também abordou outro assunto em seu post no Facebook: o armazenamento de dados de forma segura. Para evitar o vazamento de informações, a mudança prevê que não serão armazenados dados de usuários em países com histórico de abuso de privacidade e liberdade de expressão.

Em janeiro deste ano, o jornal The New York Times revelou que Mark Zuckerberg integraria o WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger. As plataformas continuariam funcionando de forma separada, mas com a opção das mensagens serem compartilhadas entre as redes. Vale destacar que o usuário não precisa ter conta em cada uma para que ocorra a integração. Ou seja, é possível enviar uma mensagem no WhatsApp para um amigo do Facebook, sendo que ele não possui uma conta no mensageiro. Em fevereiro, o CEO do Facebook confirmou a integração.

Globo e Techtudo, via Facebook e TechCrunch

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Diversos

Entenda o que muda nas regras para empregados domésticos

BOA_DOMESTICAO Senado aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, o projeto que regulamenta os novos benefícios para os empregados domésticos. Pela proposta, a contribuição dos patrões para a Previdência cairá de 12% para 8%. Ao mesmo tempo, o empregador passará a ter que recolher 8% para o FGTS, além de uma alíquota mensal de 3,2%, como antecipação da multa dos 40% devida nas demissões sem justa causa. A carga tributária total passa a ser de 20% sobre o salário, contra 12% atuais. As novas regras entram em vigor em 120 dias, a partir da publicação da nova lei, após a sanção. Com a regulamentação, o empregado doméstico terá o mesmo direito dos trabalhadores regidos pela CLT. Confira o que foi aprovado:

FGTS: Passa a ser obrigatório. O patrão terá que recolher mensalmente uma alíquota de 11,2%, sendo 8% para o saldo do empregado e 3,2% como antecipação para cobrir uma eventual multa de 40% nas demissões sem justa causa. O objetivo da antecipação é formar um fundo para evitar que o empregador tenha que desembolsar de uma vez a multa de 40% do saldo acumulado no FGTS, em caso de demissão sem justa causa. Na demissão por justa causa, o dinheiro retorna para o empregador, mas não está claro o que acontece com esses recursos se o empregado pedir demissão. Com o FGTS, os empregados também passam a ter direito ao seguro-desemprego.

INSS: A alíquota de contribuição patronal para a Previdência cai dos atuais 12% para 8% e mais 0,8% para cobrir seguro por acidente de trabalho aos domésticos. Os empregados continuam pagando 8%.

Banco de horas: Foram criadas regras para compensar a jornada extra trabalhada pelos domésticos. O prazo de compensação será de um ano, mas as primeiras 40 horas extras terão de ser pagas em dinheiro no mês, com 50% a mais sobre a hora trabalhada. Só o que passar disso vai para o banco de horas e pode ser pago com folga ou dinheiro no prazo de um ano.

Babás e cuidadores: Regime de 12 horas de trabalho seguidao por 36 horas de descanso.

Imposto de Renda: O texto restitui a possibilidade de dedução da contribuição do empregador para o INSS em sua declaração de Imposto de Renda, para estimular a regularização dos trabalhadores que estão na informalidade. Pela regra da Receita, essa possibilidade acabaria este ano.

A cronologia da aprovação da Emenda Constitucional 72, de 02/04/2013, que estabeleceu no país o princípio da igualdade de direitos entre domésticos e os demais trabalhadores:

Março de 2010: A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT)

Novembro e dezembro de 2012: A PEC é aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados

Março de 2013: A PEC é aprovada em dois turnos pelo Senado

Abril de 2013: Promulgação da PEC em sessão solene do Congresso; é criada comissão mista para regulamentar os novos direitos

Julho de 2013: Senado aprova projeto de lei que regulamenta os novos direitos, que é enviado à Câmara

Março de 2015: Câmara aprova, com alterações, o projeto que retorna para o Senado

Maio de 2015: Senado conclui a votação do projeto, que é enviado para sanção presidencial

O Globo

Opinião dos leitores

  1. CATEGORIA COM TENDÊNCIA DE DESAPARECER DO MERCADO.
    DONO DE CASA NÃO TEM LUCRO COM A DOMÉSTICA.
    ELAS NÃO POSSUEM QUALIFICAÇÃO;
    ALIMENTAM-SE NO EMPREGO SEM DEDUÇÃO;
    TOMAM BANHO SEM DEDUÇÃO;
    NÃO VEJO COMO MELHORIA, POIS AS NOVAS REGRAS ESTABELECIDAS DESTROEM A LIGAÇÃO QUE EXISTIA NESTE TIPO DE TRABALHO QUE SEMPRE FOI DIFERENTE DO TRABALHO FORMAL.
    VAI DEIXAR MUITA GENTE SEM QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE MÃOS VAZIAS, FOI CRIADA UMA ENORME DESPESA.
    AGORA SÓ POLÍTICOS, MAGISTRADOS, GRANDES EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS LIBERAIS BEM SUCEDIDOS PODERÃO MANTER ESSE ARTIGO DE LUXO.

    1. Caro George, se não tem condições de manter uma emprega dentro das normas básicas de um trabalhador, que não tenha. Essa "classe média" acha-se no direito de ter alguém que cozinhe, lave, passe, arrume a casa, cuide das crianças, cuide dos cachorros, e receba uma esmola pra isso. Meu caro, se você não tem condições de ter uma empregada, então comece a fazer seus afazeres. O tempo da escravidão acabou no Brasil.

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