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E QUEM PAGA O PATO? Governo quer aumentar impostos para compensar a CPMF

mi_15300591238426070Com as dificuldades de aprovação, que se acentuaram com a piora do quadro político, equipe econômica estuda a elevação de tributos como o IPI e o IOF para cobrir a receita prevista de R$ 10 bilhões

O governo prepara novos aumentos de tributos como um “Plano B” para o caso de o Congresso não aprovar a recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF). “Para não errar, pode dizer que estamos estudando todos os tributos”, disse um integrante da equipe econômica.

O orçamento deste ano já conta com R$ 10 bilhões em arrecadação da CPMF. Porém, a piora no quadro político reduziu as chances, que já eram pequenas, de recriação desse tributo. Diante de uma rejeição da proposta, o governo poderia simplesmente admitir um resultado ainda pior para as contas públicas. Mas essa não é uma alternativa sobre a mesa. “Não ficaremos inertes se não for possível aprovar a CPMF”, disse uma fonte. Ela, porém, não revelou quais impostos e contribuições poderiam ser elevados como alternativa.

Num quadro de dificuldade de aprovação de medidas no Congresso Nacional, a opção mais viável são os tributos que podem ser elevados sem aprovação do Legislativo, como é o caso do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). As contribuições, como o PIS/Cofins, dependem de alteração na lei para serem elevadas, mas podem ser cobradas 90 dias depois de aprovadas. A pior alternativa são os impostos, pois esses só são elevados no ano seguinte à aprovação da lei.

As medidas que dependem do Congresso despertam ceticismo nos corredores do Ministério da Fazenda. “Mais justo do que recriar a CPMF seria reverter as desonerações concedidas no passado só para alguns setores”, comentou um técnico. “Mas o ajuste do ex-ministro Levy, que fazia isso, não deu certo porque o Congresso não aprovou a tempo.”

Assim, a CPMF é vista como a alternativa menos dolorosa para ajustar as contas nesse cenário de crise. “Ela traz para as contas públicas a estabilidade de que precisamos”, comentou uma fonte. Ela ressaltou que se trata de um tributo de fácil arrecadação e fiscalização. E, dessa vez, diz a fonte, o governo tomou o cuidado de preservar os contribuintes de menor renda – que eram os maiores prejudicados na edição anterior do “imposto do cheque”. Dessa vez, eles ficarão isentos do tributo.

A decisão sobre se e quando os aumentos tributários entrarão em vigor depende da leitura que o governo faça do quadro político. Por enquanto, ainda está mantida a aposta na aprovação da CPMF. O governo alega que há espaço para elevar alguns impostos e contribuições, porque a carga tributária caiu 1% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008 para cá. Essa redução foi provocada pelas desonerações concedidas pelo governo para combater os efeitos da crise econômica.

Isto É, com AE

Opinião dos leitores

  1. Desgraça APERTE O 13 …teremos ROUBO ,inflação ,corrupção e aumento de impostos ,e esses imbecís do PT acham que é culpa dos coxinhas

  2. Não tem mais quem aguente tanto imposto. Quer ver quanto de imposto pagamos no dia a dia? Olha na sua nota fiscal. É quase 40% do valor da compra. E qual o retorno q temos? Nenhum. Enquanto isso, sabem quanto um norte americano para de imposto em uma compra? Dependendo do Estado q ele mora, entre 6 e 8%. Não é de se estranhar tanta diferença entre imposto pago e retorno?
    Não estamos precisando de mais impostos, Sra. Presidente. Estamos precisando é de bons administradores. E honestos.

  3. QUEREM MAIS? A PETROBRAS BAIXOU DE NOVO O PREÇO DA GASOLINA PARA EXPORTAÇÃO AOS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL E DOS EUA. BAIXAR PREÇO AQUI NO BRASIL?
    NEM PENSE NISSO, A PETROBRAS PRECISA PAGAR O ROMBO QUE FOI FEITO NA EMPRESA COM A CORRUPÇÃO. SABE QUEM VAI PAGAR?
    OBRIGADO PT!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. Definitivamente esse des governo não pode continuar. Sinceramente já estou pensando que essa mulher não tá batendo bem da cachola não. Ela só pode tá checrete do quengo. O povo o país já está F… e ela ainda quer mais. Paciência.

    1. Até esses malucos, sabem que essa Anta tá mais perdida do que cego em tiroteio!

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Diversos

Governo quer aumentar impostos de telefonia para atingir meta fiscal

Não dá para negar que o Brasil está passando por dificuldades na economia — e para amenizar a crise, o governo busca novas formas de aumentar a arrecadação e atingir o superávit primário. Uma delas, encontrada pelo ministro Joaquim Levy, é elevar as taxas do Fistel, o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações.

Para quem não sabe, toda operadora deve pagar uma taxa de habilitação de telefones, seja móvel ou fixo. Esse valor é recolhido no Fistel, que atualmente custa R$ 26 por linha. Além da taxa de habilitação, as operadoras precisam arcar com uma taxa extra de R$ 13 por ano para todos os acessos ativos. O governo planeja um aumento de apenas 263% (!), elevando para R$ 73,58 o valor da habilitação e R$ 36,79 a anuidade.

A argumentação para o grande aumento é que não houve reajuste desde 1998. Mesmo assim, com o crescente número de linhas móveis, o Fistel já arrecadou mais de 64,9 bilhões de reais desde que foi criado, em 1997. Apenas em 2014, os valores arrecadados ultrapassaram a casa dos 8,7 bilhões de reais, quantia bastante expressiva.

Apesar das cifras brilharem nos olhos de Levy, o ministro da Fazenda está encontrando certa resistência. Quem não ficou contente com a notícia foi o Ministério das Comunicações, que se preocupa com os prejuízos que as mudanças podem trazer para o plano Banda Larga para Todos. Ao Teletime, uma fonte afirmou que as operadoras perderiam a capacidade de investimentos, o que inviabilizaria o programa do governo.

As operadoras também não gostaram dessa história. A Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel) é bem direta ao dizer que o reajuste nas taxas trará aumento de preços na telefonia e redução do acesso:

É INADMISSÍVEL, NUM MOMENTO COMO ESSE, QUALQUER REAJUSTE, QUE RESULTARÁ, SEGURAMENTE, EM AUMENTO DE INFLAÇÃO E CRIARÁ UM EFEITO DEVASTADOR PARA O CONSUMIDOR”.

A Febratel também teme um reajuste no Fust, o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações. Atualmente, as operadoras devem recolher o montante de 1% do faturamento para destiná-los à universalização do serviço. O projeto de lei 430/2014, que está em trâmite no Senado e próximo da Comissão de Ciências e Telecomunicações, prevê um aumento da contribuição para 3% do faturamento. Desde 2001, já foram repassados 81 bilhões de reais para o governo, mas apenas 6% do valor pago foi destinado à universalização.

Com dois reajustes significativos para o mercado de telefonia, é certo esperar que todo esse aumento seja repassado para o consumidor. Enquanto a tendência mundial é de que as tarifas de serviços de telecomunicações estejam cada vez menores, o governo acaba pressionando as operadoras para que o contrário aconteça no Brasil.

Tecnoblog R7, via Exame

https://tecnoblog.net/178447/governo-aumentar-impostos-telefonia-meta-fiscal/

Opinião dos leitores

  1. Ajuste mais tucano impossível….só nao entendo é eleitor dos tucanos se revoltar! Os tucanos fizeram isso durante 8 anos de governo!
    Quanto a corrupção, não havia nada naqueles lindos anos 90, o Brasil era um paraíso de honestidade q até a Suécia tinha inveja!

  2. Esse era o partido que tudo ia resolver
    Mas que está destruindo tudo. Imoral e ilegal, Pátria Traída …PT…..saudações

  3. E tome aumento de imposto.
    Mais uma vez o PT se distancia do seu discurso político e perde credibilidade com isso, se é que ainda existe algum crédito desse partido.
    O desemprego cresce de forma espantosa a cada dia, só aparece pessoas sendo demitidas, é o assunto da moda em todos os bares, praças e conversas.
    A corrupção impera, cada vez fica pior, a cada investigação, mais escândalos e desvio comprovado de dinheiro. Basta investigar as provas não deixam qualquer dúvida sobre a rapinagem.
    Vou concordar com a frase dita por FHC: "tem que condenar o corrupto, o corruptor e quem assistiu a tudo e foi omisso".
    Falamos no desvio contínuo e sistemático de bilhões, como nunca visto antes na história desse país.

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