Diversos

Hotel Reis Magos entra na pauta de discussão do CONPLAM

21290A reunião mensal Conselho Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (CONPLAM) girou entorno da pauta sobre o Hotel Internacional dos Reis Magos, que ficou definida no encontro anterior, e serviu para pontuar discussões importantes. Os representantes da FECOMÉRCIO, Ronald Gurgel, Câmara Municipal, Hugo Manso, e do Clube de Engenharia, Vicente Caldas Amorim, foram empossados na ocasião. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (05), no auditório da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB).

A vice-presidente do Conplam, Ruth Maria da Costa Ataíde, convidou o Professor do Departamento de Arquitetura da UFRN, George Dantas, um dos responsáveis pelo estudo que atesta a importância do edifício para o patrimônio histórico, cultural e arquitetônico da cidade, cujo material foi entregue ao Ministério Público em 2014. Ele veio para apresentar a conclusão do estudo e participar da discussão, que aponta as alternativas para solucionar as questões que permeiam a edificação.

Sobre as notícias da possibilidade de demolição que a mídia vem divulgando, a Procuradora do Estado, Marjorie Madruga, membro do Conselho, assegura que o prédio está protegido por ato administrativo e a demolição atenta contra um bem da coletividade, portanto, um crime. O professor George Dantas ressalta que “é importante desfazer mitos. A preservação não é contra o desenvolvimento, não é sinônimo de estagnação e nem de marginalidade. Não demolir não significa manter o abandono”.

Ao longo do segundo semestre de 2014, a Semurb fez duas tentativas para marcar uma reunião com o arquiteto do Grupo Hotéis Pernambuco e o Departamento de Arquitetura da UFRN, que se propuseram a discutir possíveis propostas de requalificação do edifício, nos dias 07/11 e 04/12, ambas foram canceladas. A última tentativa ocorreu há 20 dias, mas o Grupo preferiu não marcar o encontro alegando que o projeto que vão apresentar ainda não está concluído. “Nosso objetivo é fazer com que a discussão aconteça e nós possamos encontrar a melhor solução para a cidade”, explica o secretário da Semurb, Marcelo Rosado.

Opinião dos leitores

  1. Somos uma cidade do depois. Depois que definem um destino para o esqueleto do T-Rex aparece meio mundo de pessoas dizendo que tem como dar uma destinação ao prédio.
    Onde esse povo estava até agora? E mais: como trocar os empregos que serão gerados com o empreendimento pela singela vista daquela obra? Mas como todos eles estão com seus empregos garantidos, para que se importar com esse "detalhe"?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *