Política

DIPLOMACIA: Para Dilma, Serra quer fazer acordos ‘profundamente lesivos’ ao país

Por interino

Reagindo ao novo tom adotado pelo Itamaraty, a presidente afastada Dilma Rousseff afirmou nessa segunda-feira (16) que o ministro José Serra tem disposição de estabelecer acordos “profundamente lesivos ao interesse nacional”.

Para ela, o novo comando da Chancelaria brasileira “é tradicionalmente submisso às grandes potências” não tem “autoridade política ou moral” para invocar o princípio da soberania. Ela o acusou de praticar ingerência nos assuntos internos de outros países da América Latina.

Segundo ela, em nota divulgada nas redes sociais, os governos de países latino-americanos estão preocupados com as “ameaças que o novo ministro recorrentemente fez ao Mercosul”.

“Governos e povos da América Latina estão preocupados com ameaças que o ministro recorrentemente fez ao Mercosul e com sua disposição de estabelecer acordos econômicos e comerciais profundamente lesivos ao interesse nacional”.

Dilma

Na sexta (13), o novo chanceler rebateu em termos duros as críticas feitas ao processo de impeachment por Cuba, Venezuela, Equador, Nicarágua e Bolívia, tradicionalmente aliados da administração petista.

O Itamaraty emitiu duas notas rechaçando o que chamou de “falsidades” propagadas pelos países. A reportagem apurou que o próprio Serra ajudou a redigir as notas, em tom muito acima do habitual comedimento diplomático.

Segundo a presidente afastada, as notas foram emitidas na “tentativa de justificar o ataque ao estado democrático de direito”. Ela agradeceu ainda a solidariedade de países estrangeiros contra seu afastamento do cargo.

“A reação de governos estrangeiros e de importantes setores da opinião pública mundial expressa a indignação internacional diante da farsa jurídica aqui montada”, disse.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Pelo visto acordo bom foi o de Luiz Inácio/Dilma ao abrir várias embaixadas em países com pouquíssima importância com o único objetivo de ser indicado para as Nações Unidas…com isso de elevou os custos com as representações,deixando o Itamaraty com fama de mal pagador já q em alguns casos até. A energia elétrica foi cortada por esta de pgto…Belo exemplo….

  2. Dillllllmaaaaa, calaaaaada. Os países que ela adora como Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, El Salvador, são países que devem respeitar o Brasil e não
    nós abrirmos os cofres para essas "ditaduras democraticas".

    1. GOLPE e dar Atenção abum Petista Fanatico

  3. Acordos lesivos?
    Será que ele vai comprar outra refinaria enferrujada?
    Ou fará outro metrô na Venezuela ou outro porto em Cuba?
    Estou apreensivo!
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Belo comentário ela não podia ver uma Sucataria abandonada que queria comprar dando GOlPE na economia do Brasil

  4. Dilma, nem ajuda e ainda atrapalha ! Bem que ela poderia passar uma temporada no "paraíso cubano" .

  5. As grandes potências para a PTralhada são:Cuba,Venezuela,Bolívia ,El Salvador…..
    Podemos rir ou é sério???

  6. Será que a rainha da incompetência reúne condições para opinar sobre alguma coisa?

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Finanças

Para Dilma, delação da Andrade tenta criar “ambiente propício ao golpe”

Como reação à divulgação de delação premiada que aponta financiamento de sua campanha eleitoral com propina, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (7) que trata-se de um “vazamento premeditado e direcionado” com objetivo de criar um “ambiente propício ao golpe” às vésperas da votação do impeachment no plenário da Câmara.

Em mais um evento no Palácio do Planalto transformado em palanque contra o seu afastamento, a petista afirmou que nos próximos dias poderão haver “vazamentos oportunistas e seletivos” e informou que pediu ao Ministério da Justiça que tome medidas judiciais cabíveis.

Segundo ela, “passou de todos os limites” o que chamou de “seleção muito clara de vazamentos” no país. A Folha de S.Paulo revelou nesta quinta trechos da delação premiada do ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo, que foi sistematizada em uma planilha apresentada à Procuradoria-Geral da República.

“Na trama golpista, gostaria de destacar o uso de vazamentos seletivos. A nossa Constituição Federal garante a privacidade e proíbe vazamentos que hoje são premeditados e direcionados, com claro objetivo de criar ambiente propicio ao golpe”, criticou. “Nós poderemos nos próximos dias ter vazamentos oportunistas e seletivos e pedi ao ministro da Justiça a rigorosa responsabilidade por eles”, acrescentou.

Em longo discurso, no qual chegou a embargar a voz, a petista voltou a chamar um impeachment sem a comprovação de crime de responsabilidade fiscal contra o presidente de “golpe” e fez questão de frisar que não perdeu ou perderá nem o controle nem o eixo.

“Submeter-me ao impeachment ou pedirem que eu renuncie é um golpe de Estado. Um golpe dissimulado, com pretexto e verniz de legalidade”, disse. “Não perco o controle, não perco o eixo, não perco a esperança. Porque sou mulher e me acostumei a lutar por mim e pelos que amo.”

Ela afirmou ainda que aqueles que defendem o impeachment devem saber que são “imensos os riscos a que submeterão o país” e fez um apelo por um pacto nacional, que envolva uma “urgente reforma política” e o fim das chamadas “pautas-bomba” e a superação da atual crise econômica para voltar a gerar emprego e renda.

“O Brasil hoje precisa de um grande pacto, mas nenhum pacto ou entendimento prospera se não tiver como premissa o respeito pela legalidade e pela democracia”, disse, fazendo questão de frisar que só deixará o cargo em janeiro de 2019.

BOLSONARO E BRONCA

Durante o evento, houve um princípio de confusão quando uma mulher tentou abrir uma faixa favorável à saída da presidente. A responsável pela manifestação foi Kelly Cristina, 29, que vestia uma camiseta com a inscrição “impeachment é democracia”.

Nas redes sociais, a estudante de jornalismo se identifica como Kelly Bolsonaro. Ela negou, no entanto, que seja parente do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). No mês passado, ela invadiu o gramado do estádio Mané Garrincha, em Brasília, durante jogo entre Flamengo e Fluminense, para pedir a saída da presidente.

“Eu vim lutar pela democracia. Aqui é um ato pela democracia da mulher. Como sou mulher, vim lutar pela minha democracia e pela democracia do país”, disse, acrescentando que o protesto foi uma “manifestação espontânea”.

Em reação à estudante, a plateia do evento formada por movimentos de esquerda e centrais sindicais pediu a saída dela, que foi escoltada por seguranças para fora do Palácio.

Com bandeiras, cartazes e camisetas contra o impeachment, as mulheres presentes passaram a cerimônia inteira entoando músicas contra o impeachment, como “não vai ter golpe” e “Fora, Michel Temer”, e chamaram veículos de comunicação de “golpistas”.

Os gritos interromperam o evento mais de uma vez, o que levou o mestre de cerimônia a pedir calma para as mulheres. Em resposta, ele foi chamado de “machista” pela plateia.

A fala do mestre de cerimônia também rendeu uma bronca da presidente. Em discurso, ela pediu calma aos “companheiros de protocolo”. “Não vou cometer aquela frasesinha que os nossos companheiros do protocolo cometeram contra nós”, disse.

‘ESTUPRO POLÍTICO’

Em discurso, a filósofa e escritora Márcia Tiburi pediu a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e disse que as críticas sofridas pela presidente são “do nível do estupro político”.

“Os ataques hoje são do nível do estupro político. O que fazem com a presidente é do mesmo nível das violências sofridas pelas mulheres do país”, disse. “Defender a democracia é defender a figura de Dilma Rousseff”, acrescentou.

Para Márcia Coelho, da Marcha Mundial das Mulheres, o lugar do presidente da Câmara dos Deputados deveria ser “na cadeia”. “Nós queremos repudiar a violência que a presidente tem sofrido com ataques machistas e fascistas.”

A secretária-geral da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Junéia Martins Batista, disse que tem certeza que a presidente ficará no mandato até o final de 2018 e afirmou que a tentativa do impeachment representa um “retrocesso na vida do país”.

A secretária de mulheres da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Alessandra Lunas, manifestou indignação pelo que chamou de “violências” sofridas pela presidente. “Nós envergamos juntas, mas não quebramos. Nós vamos juntas resistindo”, disse.

Para a presidente da Fenatrad (Federação Nacional dos Trabalhadores Domésticos), Creuza Maria, não se pode aceitar que a Constituição Federal “seja rasgada”. “Mexeu com a presidente, mexeu conosco.”

A cerimônia faz parte de esforço do Palácio em tentar repetir a “Campanha pela Legalidade” da década de 1960, feita em defesa da posse de João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros.

Na semana passada, encontros similares foram realizados com advogados e com artistas. Além deles, o governo também fez questão de transformar em palanques eventos oficiais do Minha Casa, Minha Vida e de regularização de áreas rurais.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Tá com medo dilmosquita? Seu lugar tá reservado na papuda junto com o molusco e a trupe do pt

  2. ta desesperada a casa estar caindo ( o golpe que ela fala foi autorizado pelo stf??????, para onde correram para não botarem o molusko em curitiba????

  3. Na Olimpíada foi cancelado essas duas modalidades o karatê, judo, dilmanta falou que não vai ter golpe !!!

  4. Golpe??? Golpe são estes milhares de desempregados ,estes VERMES do PT FIZERAM CAMPANHA ROUBANDO ……ROUBANDO ..ROUBANDO A PETROBRAS E vem falar em golpe !!!! Eu falo é roubo

    1. Sem partido? Tá "serto".
      Parabéns pelo belo discurso minha presidente!

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Polêmica

Para Dilma, condução coercitiva de Lula foi “desnecessária”

No dia em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de nova fase da Operação Lava Jato, a presidente Dilma Rousseff saiu em defesa nesta sexta-feira (4) de seu antecessor no Palácio do Planalto e avaliou como um “desnecessária” a expedição de um mandado de condução coercitiva contra o petista.

Em reunião com a Frente Nacional de Prefeitos, a presidente abriu seu discurso com uma espécie de desabafo e lamentou o episódio envolvendo o seu padrinho político. Segundo relatos de presentes, ela avaliou que a situação está saindo da normalidade e do que prega o estado democrático de direito.

Ela ponderou a necessidade de se respeitar as instituições judiciais do país, mas ressaltou que o petista nunca havia se negado a prestar esclarecimentos sobre as suspeitas contra ele.

Mais cedo, o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, também avaliou como um “exagero” o mandado de condução coercitiva e reconheceu que o episódio é “ruim” e gera um desgaste para o partido.

“É um exagero e isso ficou nítido”, criticou.

Preocupada, a presidente Dilma Rousseff convocou nesta manhã uma reunião de emergência com seus ministros mais próximos no Palácio do Planalto para discutir os efeitos e a estratégia do governo federal diante do episódio.

No diretório nacional do partido, o presidente do PT em São Paulo, Emídio de Souza, saiu também em defesa do petista.

Segundo ele, o juiz Sergio Moro e a Polícia Federal passaram dos limites e armaram um “espetáculo patético e vergonhoso” contra o petista. “Foi desnecessário”, resumiu.

No encontro, a petista também fez considerações sobre a delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Segundo relatos de presentes, ela não citou o nome do petista, chamando-o apenas de delator, e disse que o conteúdo não era relevante.

Numa tentativa de minimizar as acusações dele, a petista lembrou que ele tinha a esperança de sair da prisão, indicando que esse objetivo o motivou a fazer uma delação premiada.

No encontro na capital paulista, o partido discutirá a realização de protestos no país inteiro, inclusive em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba, em solidariedade ao petista.

A Polícia Federal executou mandados de busca e apreensão no prédio do ex-presidente e de seu filo Fábio Luíz Lula da Silva –também conhecido como Lulinha.

Essa fase da operação, batizada de Aletheia, apura se empreiteiras e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram Lula por meio do sítio em Atibaia e o tríplex no Guarujá. O ex-presidente nega as acusações.

Folha Press

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Polêmica

Para Dilma, denúncias recentes sobre corrupção “são repetições”

A presidenta Dilma Rousseff fez hoje (15) uma crítica aos vazamentos das investigações da Operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção na Petrobras. Durante café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto, Dilma disse que as últimas denúncias que têm sido divulgadas na imprensa sobre pedidos de doações a campanhas eleitorais para o PT “são repetições.” Ela se ofereceu para fornecer todos os documentos sobre as licitações e contratos assinados pela estatal.

“Nos últimos dias tem havido denúncias. Essas denúncias são de vazamentos públicos. Eu não sei nem se as delações foram feitas ou não, se é delação de quem, vazamento de quem. Agora não tem nenhuma novidade nessa questão. Nenhuma”, afirmou.

Na avaliação da presidenta, os vazamentos de quebra de sigilo telefônico que envolvem ministros do seu governo, como o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, bem como as delações premiadas, precisam ficar mais claras. “Tem uma hora que fica difícil. A gente não sabe quem diz, quem falou e se é garantido. Não tem clareza para nós. Para nós, a pergunta nunca vem muito clara. Quem diz, é verdade que diz. Quem garante que diz? E disse aquilo mesmo? Em que contexto?”, afirmou.

Respostas

Segundo Dilma, o governo vai responder a todos os questionamentos feitos por jornais a respeito de “quem quer que seja”. “Então, nós responderemos, eu responderei qualquer coisa em quaisquer circunstâncias. Tem uma parte que é pública e notória, é repetição, não tem novidade nenhuma. E não é desse ano não. Há dois anos que corre por aí. Já teve até em CPI. Então, querem a informação, eu dou, não só o calhamaço feito, mas todas as atas do Conselho da Petrobras”, disse.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Ela disse uma verdade, finalmente.
    Considerando que a corrupção, as ilegalidades, as imoralidade e as mentiras do PT são sistêmicas e usadas desde 2003, naturalmente são exaustivamente repetidas.

    1. Desde 2003 não, vem de muito antes, e não é criação de uma só legenda partidária. Há relatos de Getúlio Vargas concedendo vantagens indevidas, e nesse tempo nem existiam esses partidos de hoje. Mas não defendo o pessoal da situação, nem muito menos da oposição, pra mim a solução é separar a região Nordeste desta cômica farsa que ainda chamam de brasil.

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Política

Para Dilma, FHC quis pegar carona nos protestos ao pedir sua renúncia

15227355Foto: Alan Marques – 12.ago.2015/Folhapress

A presidente Dilma Rousseff avaliou nesta segunda-feira (17) a auxiliares que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quis pegar carona nos protestos contra o governo que ocorreram no domingo (16) ao sugerir a sua renúncia, segundo relato obtido pela Folha.

No entendimento da presidente, tucanos como Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP), pela primeira vez desde o início dos protestos, foram às ruas e tentaram, nas palavras de auxiliares, “tirar proveito da manifestação”. Por isso, para Dilma, FHC quis se posicionar para “não ficar para trás”. Para um assessor presidencial, o tucano “morde e assopra”.

Um dia após as manifestações, FHC disse, em mensagem divulgada em sua página no Facebook, que a renúncia seria um “gesto de grandeza” da presidente.

Dilma também achou “contraditória” a fala de FHC comparada com manifestações anteriores do ex-presidente, em tom mais moderado.

O texto desta segunda foi o mais duro recado já enviado a Dilma pelo líder tucano e representa uma tentativa de aproximar o PSDB do sentimento expresso nas ruas. Segundo o Datafolha, 66% dos brasileiros são favoráveis à abertura de um processo de impeachment.

REAÇÕES

O secretário-geral nacional do PSDB, deputado federal Silvio Torres (SP), afirmou nesta terça (18) que a mensagem de FHC deve ser adotada como linha principal de atuação do partido a partir de agora.

Para ele, a defesa da renúncia de Dilma unifica o partido e deve orientar o discurso da sigla, inclusive no Congresso Nacional, diante do atual cenário de crise política.

Nesta segunda, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), classificou a declaração de Fernando Henrique como um “grave equívoco”, “demonstração de ressentimento e inveja” e que revela uma “pequenez política” por parte do tucano, que age como “líder de torcida”.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. 'O que FHC propõe é o golpe de Estado, movido pela ambição de poder'.
    "As declarações do sr. Fernando Henrique Cardoso prestam um grande desserviço ao Brasil. Fazem pouco caso de nossa democracia, de nosso Congresso e da maturidade política de nosso povo. Tentam, sem dúvida inutilmente, erodir a credibilidade de nosso país no exterior. Pregam, por fim, a ruptura do Estado de Direito e o divisionismo, agora que as maiores lideranças do país buscam, dentro do respeito à legalidade, a união para o enfrentamento das dificuldades comuns", diz o acadêmico Fábio de Sá e Silva, PhD em Direito, no artigo A Tentação Golpista.
    Ele esqueceu do final do governo dele, quando saiu pela porta dos fundos?

  2. Pensar que o povo é idiota. Todo mundo sabe que vc não tem credibilidade nenhuma para desqualificar ninguém.

  3. A imprensa já está divulgando que será vendido 25% da Petrobras Distribuidora. Já começaram a "fatiar" a empresa graças à administração PeTista.

  4. Senhoras e senhores a petrobrás vai pagar a conta de mais de 1 bilhão para encerrar o processo nos Estados Unidos? Quem vai pagar essa conta? De onde virá o dinheiro? Será que os preços dos combustíveis vão aumentar ainda mais para isso? Acredito não! Obrigado PT por ter nos jogado na lama.

  5. É verdade..kkkkk FHC é um oportunista ….kkkk
    Minha senhora tenha 1% de decência moral e se enxergue no espelho, continua mascarando sua incompetência atirando nos outros.
    Em quanto a senhora vai mandar aumentar o preço dos combustíveis para para a multa de mais de UM BILHÃO na ação contra a petrobrás nos EUA. Por lá o PT não nomeia os Ministros não e a coisa chega onde deve chegar.

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Polêmica

Para Dilma, ‘terceiro turno’ é reação de quem não está no poder

dilma_alansampaio_igFoto: Alan Sampaio / iG Brasília

Enfrentando problemas com sua base política desde que assumiu o segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (14) que o país saiu da eleição do ano passado “com muita gente no terceiro turno” –ou seja, inconformada com sua vitória. A presidente avalia, no entanto, que o cenário deve melhorar em breve.

Em entrevista a seis blogueiros identificados com o governo, Dilma afirmou que a crise política se intensificou devido à crise econômica e que o governo diminuirá o ritmo da política social e de infraestrutura.

Participaram do encontro Altamiro Borges, do Centro Barão de Itararé, Cynara Menezes, do Socialista Morena, Luis Nassif, do Jornal GGN, Maria Inês Nassif, da Carta Maior, Paulo Moreira Leite, do Brasil 247, e Renato Rovai, do Blog do Rovai e revista Fórum.

“Que tipo de crise política nós temos? Saímos da eleição com muita gente no terceiro turno”, disse, de acordo com trecho publicado no site Jornal GGN. “Vamos fazer 13 anos de governo e quem não está [no poder] reage dessa forma”, acrescentou.

De acordo com a publicação, Dilma também avaliou que “muito do que se considera crise ocorre sistematicamente no Congresso” e que a entrada do vice-presidente Michel Temer na articulação política irá reduzir as dificuldades.

ECONOMIA

A presidente também fez uma defesa longa e explicada sobre as medidas adotadas para o ajuste fiscal. “Não produziu efeitos de crises econômicas anteriores. Porque o Brasil mudou radicalmente”, disse. “Hoje, temos um mercado de 44 milhões de pessoas que vão sentir as consequências de forma menos aguda”, argumentou, segundo o Jornal GGN.

A presidente diz esperar que a recuperação econômica do país aconteça até o fim do ano. “Não estamos fazendo ajuste por ajuste. [Estamos] fazendo para crescer”, disse.

Dilma voltou a explicar que o governo promoveu grandes desonerações (abatimento de tributos) no contexto de uma política anticíclica para combater a crise na economia –medidas que, disse, agora se esgotaram.

“Olhamos e vimos o seguinte: não cumpriríamos a meta, vocês lembram que a primeira medida que tomamos foi avisar o Congresso de que não conseguiríamos cumprir a meta, porque a queda de arrecadação não é compensada por nenhum mecanismo. Ela se deu nos últimos três meses do ano de forma pesada e a gente não tem como compensar”, afirmou, em trecho publicado pela Revista Fórum.

Dilma explicou ainda que o governo alterou as taxas de juros mas não acabou com os subsídios de nenhuma das políticas.

“A gente tinha que reduzir os custos dos trabalhos e tentamos reduzir em impostos, basicamente nos setores industriais, que é onde a competição bate forte”, afirmou, para explicar os abatimentos. “Acabou que a desoneração foi feita para alguns setores em que não estava prevista. Mas ela foi feita em um nível muito maior do que hoje somos capazes de suportar”, acrescentou, segundo a Revista Fórum.

Dilma também defendeu o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que assumiu a negociação política em torno da aprovação do ajuste pelo Congresso.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. A corrupção no Brasil só aconteceu nos governos do partido dos trabalhadores, é esccândalo por todo lado; Mensalão, Petrobras, BNDES, CEF, CARF, e outros que serão investigados e apurados com rigor pelo MPFe PF.
    Agora nos governos anteriores do PSDB não houve corrupção, apontem um escândalo! ali sim que foi governo sério e fez muito pelo; Educação, Infraestrura, Saúde e Segurançã KKKKKKKKKKKKKKKKKK
    ACORDA MARIA VAI COM AS OUTRAS

  2. E verdade!! quase metade da populacao brasileira, em sua maioria, produtiva e pensante, esperam um "terceiro turno", cujas promessas q jamais serao cumpridas, compra de voto disfarcada de politicas publicas e a corrupacao q nunca ninguem imaginou houvesse nesse pais

    1. venha a tona, sejam apurados e punudos os manda-chuvas…. Lembram de Lina Vieira???? a verdade um dia se sobreponhe…q venham novas eleicos, q chamem do turno q quiseerem, acorda Dilma q o Brail q pensa, acordou!!!!

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Polícia

Para Dilma, corrupção devia ter sido apurada no governo FHC

manchetes-politica-dilma-reacaoFoto: Ueslei Marcelino / Reuters

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), disse nesta sexta-feira que a corrupção da Petrobras deveria ter sido investigada entre 1996 e 1997, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Fazendo referência a um depoimento do ex-gerente da estatal Pedro Barusco, a petista disse que o Brasil teria evitado cerca de 20 anos de atos de corrupção se o problema fosse resolvido em sua “raiz”.

“Se em 1996 ou 1997 tivessem investigado e punido, nós não teríamos esse caso desse funcionário da Petrobras que ficou mais de 20 anos praticando atos de corrupção. A impunidade leva água para o moinho da corrupção”, disse Dilma, em entrevista a jornalistas.

Para a presidente, a Operação Lava Jato é um tipo de investigação que nunca havia ocorrido antes. “Não é que antes não existia. É que antes não tinha sido investigado e descoberto. Quando você investiga e descobre, a raiz das questões surge e você impede que aquilo se repita e seja continuado”, disse.

Sobre o envolvimento de empresas no escândalo, Dilma disse que os empresários devem ser investigados, mas ressaltou que a punição a empresas não pode gerar risco de desemprego.

“Iremos tratar as empresas considerando que é necessário criar empregos e gerar renda no Brasil, isso não significa ser conivente ou apoiar ou impedir qualquer investigação qualquer que seja. Agora eu não vou, por exemplo, tratar a Petrobras como a Petrobras tendo praticado malfeitos. Quem praticou foram funcionários da Petrobras que vão ter de pagar por isso. Quem cometeu malfeitos vai ter que responder por eles. Essa é a regra no Brasil”, disse.

Terra

Opinião dos leitores

  1. MEU CARO BG… VOU ATÉ DORMIR COM ESSA… MAS ANTES DISSO VOU DEIXAR MEU COMENTÁRIO!
    NO CASO DA COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA, UMA DAS MAIORES PICARETAGENS JÁ PERPETRADAS CONTRA O POVO BRASILEIRO, A DONA DILMA ROUSSEFF ERA APENAS E TÃO SOMENTE A PRESIDENTE DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DA PETROBRAS , OU SEJA, 90% DA RESPONSABILIDADE ( ou irresponsabilidade ) É DELA, A PALAVRA FINAL ERA DELA . SÓ ISSO E APENAS ISSO EM UM PAIS SÉRIO JÁ SERIA MOTIVO PARA O " IMPEDIMENTO " .

  2. Concordo em gênero, número e grau com a Presidente. Interessante que Lula teve 8 anos para fazê-lo e ela mais 04. Nos olhos dos outros é refresco heim? Quanto mais meche, novidades aparecem. Sério que ainda há leitores do blog que defendem essa corja? Se houveram os mesmos esquemas durante os tucanos no poder, óbvio que é passível de julgamento e condenação. Agora defender um, justificando com a hipótese do outro é no mínimo total ignorância e burrice.

  3. Pedro Paulo, filho revoltado do PT, veja bem, se foram arquivados, o seu PT engoliu mosca por ter deixado. Se o Ministro da Justiça do PT pode receber advogados para debaterem assunto de investigações contra a Petrobrás, ele deveria ter agido para não deixar serem arquivadas as "denúncias" citadas por você. Será que nelas existem provas que possam levar a um resultado ou estamos apenas diante das cortinas de fumaça para desviar a atenção? Nisso e na produção da factoides seu partido é mestre dos mestres.
    Qual a verdade sobre o HSBC? Existe alguma coisa ou é mais boatos soltos ao vento para desviar a atenção? Cuidado, sei que vocês do PT não sabem a diferença, mas entre a realidade e as mentiras, uma delas sempre é destruída e daí surgem a revolta e os "causos".

  4. Kkkkkkkkkkkk. Essa incompetente e uma piada. Tipico dos petralhas: tentar justificar os seus erros com os erros dos outros.Pede pra sair 02 do bando.

  5. Engraçado, não vi nenhum dos comentaristas abaixo falando sobre a "APOSENTADORIA DO EDUARDO AZEREDO" e a PRESCRIÇÃO do MENSALÃO TUCANO…
    Também não vi ninguém indignado com o arquivamento de processo de Tucanos do bico dourado de São Paulo…
    Não vi ninguém exigindo a abertura da lista do HSBC…
    Será que esse bombardeio de manchetes e matérias não tem a finalidade de erguer uma "cortina de fumaça" para outro bloco passar despercebido pelo sambódromo?
    E Bruno Covas, Daniel Dantas, Castelo de Areia, Banestado…
    Também são coisas do passado?

  6. É!, Era para ser Investigado no governo, FHC e estancado no seu e Lula, essa era a sua vontade. Tenha medo não, o Moro vai ate o fim, e não tem como não respingar em vossa excelência, tudo leva crer foi eleita e reeleita com dinheiro sujo."3% para o PT". Vamos aguardar.

  7. Realmente o PT é uma escola, depois do MENSALÃO eles criaram O PTROLÃO e agora a culpa é dos governos anteriores.

  8. Realmente o PT é uma escola, depois MENSALÃO eles criaram O PTROLÃO e agora a culpa é dos governos anteriores.

  9. A memória do pessoal do PT é uma desgraça seletiva, assim como suas palavras.
    Ela esquece de citar as inúmeras denúncias que foram feitas contra a petrobrás em 2006 e o então presidente que era do PT, simplesmente resolveu ignorar.
    Se tivesse interesse contra a corrupção, na época, deveria ter tomado as medidas cabíveis, como não vez, estamos diante do petrolão. Falta investigar os fundos e o BNDES.

  10. Vou concordar, segundo o PT que não se assume, sempre olha para trás querendo justificar a corrupção de hoje, um radical comentou: "na linha que o PT tenta criar elos entre o passado e o presente, deviam rasgar nosso código penal, afinal se cometeram assassinatos ontem, então os assassinos de hoje devem ser perdoados".
    Triste, muito triste o momento imoral, ilegal, desvirtuado e impune que passamos.
    A cada dia a desconstrução nacional se aprofunda em todos os sentidos.
    A inflação voltou, os impostos aumentam, a economia entra em crise, a saúde e a educação desandaram de vez, as promessas em 16 anos de Governo não se materializam e ficam sendo repetidas para bobo ver e a MENTIRA passou a ser a moeda oficial das palavras palacianas. MUDA BRASIL!!!

  11. Lógica petista. Só desviei US$ 200 milhões para as contas do meu partido porque em 1996 ninguém investigou nada. Como não aceitar algo desse naipe?
    Acho até que poderíamos esticar tamanha lucidez para defender que se a Petrobras fosse privada desde sua fundação nos anos 50, não estaríamos pagando um aumento na gasolina para repor o caixa da empresa assaltada, sequer ela teria sido assaltada, na verdade.
    Mais ainda: quem sabe se Sérgio Moro não tivesse escolhido ser médico estaria inscrito no "Mais médicos" e nada disso estaria tão visível.
    Ou quem sabe se já tivessem posto correntes na mídia…
    Realmente a frase que define o PT é: eu só desvio recursos públicos porque ninguém combateu isso antes de eu chegar ao Poder.

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