Vendas do comércio ficam positivas pelo terceiro mês seguido, diz IBGE

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

O volume de vendas no comércio varejista foi positivo pelo terceiro mês consecutivo em agosto, segundo a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O indicador registrou taxa de 0,1% frente a julho deste ano.

As vendas em supermercados foram as maiores responsáveis pelo resultado do mês. Outra alta importante foi a de outros artigos de uso pessoal e doméstico. Segundo o IBGE, juntos, os dois setores correspondem a mais de 60% do total do varejo.

Outros setores que cresceram as vendas foram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação e livros, jornais, revistas e papelaria.

Em contrapartida, o volume de vendas diminuiu nos setores de combustíveis e lubrificantes, tecidos, vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

De janeiro a agosto deste ano, o indicador acumula alta de 1,2%. Nos últimos 12 meses a taxa acumula alta de 1,4%.

Em contrapartida, o volume de vendas diminuiu nos setores de combustíveis e lubrificantes, tecidos, vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

De janeiro a agosto deste ano, o indicador acumula alta de 1,2%. Nos últimos 12 meses a taxa acumula alta de 1,4%.

O volume de vendas cresceu 1,3% em comparação com agosto do ano passado. O resultado foi impulsionado pelo crescimento nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, seguido por outros artigos de uso pessoal e doméstico e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

Já as principais atividades que pressionaram negativamente o varejo foram: combustíveis e lubrificantes e tecidos, vestuário e calçados, seguidos por: móveis e eletrodomésticos, livros, jornais, revistas e papelaria e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação.

R7

Vendas do comércio têm maior queda desde outubro de 2008

O volume de vendas do comércio varejista caiu 1,1% em julho, na comparação com o mês anterior. Essa é a segunda queda consecutiva do indicador e o pior resultado desde outubro de 2008 (que também ficou em -1,1%). Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Há decréscimo também quando se compara julho deste ano com o mesmo período do ano passado (-0,9%). Nos acumulados do ano e do período de 12 meses, no entanto, o comércio continua apresentando altas: 3,5% e 4,3%, respectivamente.

Dos oito segmentos do comércio varejista analisados pelo IBGE, quatro tiveram queda na passagem de junho para julho deste ano: móveis e eletrodomésticos (4,1%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,4%) e tecidos, vestuário e calçados (0,1%).

O segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria teve volume de vendas estável em julho. Três setores tiveram alta: livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (0,9%) e combustíveis e lubrificantes (0,8%).

Por outro lado, o varejo ampliado, que é calculado considerando-se veículos e materiais de construção além dos oito setores do varejo restrito, teve alta de 0,8%. O setor de veículos e motos, partes e peças teve crescimento de 4,3%. Já os materiais de construção tiveram avanço de 3,8%.

A receita de vendas nominais do comércio teve queda de 0,7% na passagem de junho para julho, mas registrou crescimento na comparação de julho deste ano com o mesmo período do ano passado (5,9%), no acumulado do ano (9,8%) e no acumulado de 12 meses (10,8%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Henrique disse:

    O que os economistas dizem o Povo e os Empresários já estão sentindo na pele faz tempo, quem trabalha com comércio sabe que está uma paradeira danada muitas lojas estão reduzindo seus quadros de funcionários devido a queda nas vendas, já quanto a inflação basta ir em um supermercado e ver a diferença de preço de um ano atrás, tudo subiu e muito !!!!

    O pior cego é aquele que não quer ver !!!!

  2. paulo disse:

    So os petralhas não veem essa recessão,expliquem o "PIBINHO"? É o unico país no mundo em que p PIB caí todos os dias, e o país continua a crescer ….risos

  3. TITICO disse:

    AS MANCHETES SOBRE ECONOMIA SEGUEM UMA LINHA ASSIM: FOI A PIOR DOS ÚLTIMOS 10 ANOS, FOI PIOR SEMESTRE DOS ÚLTIMOS 5 ANOS, FOI PIOR BIMESTRE DOS ÚLTIMOS 2 ANOS, FOI O PIOR AGOSTO DOS ÚLTIMOS 20 ANOS, FOI A PIOR QUINZENA DO ANO, FOI A PIOR SEMANA DOS ÚLTIMOS ANOS, É O PIOR DIA, É A PIOR NOITE, É A PIOR HORA, SÃO OS PIORES 30 MINUTOS, É O PIOR SEGUNDO DA NOSSA ECONOMIA. E O POVO DE BARRIGA CHEIA, ESTUDANDO, TRABALHANDO, DIVERTINDO E QUERENDO MAIS PT, PT, PT, PT………………

  4. TITICO disse:

    É UM ABSURDO O QUE ESTÃO FAZENDO PARA CONFUNDIR O POVO NA TENTATIVA DE FABRICAR VOTOS, POIS NÃO TEM O QUE MOSTRAR E USAM DA VELHA FUTRICA QUE O POVO NÃO ACREDITA MAIS. O PT SIM, TEM UM LEGADO ONDE O POVO NÃO TEM DÚVIDA QUE VAMOS CONTINUAR AVANÇANDO. DILMAIS……PT……

  5. Ricardo Costa disse:

    KKKKKKK
    Quando se lê a matéria o título se torna uma piada.
    "Nos acumulados do ano e do período de 12 meses, NO ENTANTO, o comércio continua apresentando ALTAS: 3,5% e 4,3%, respectivamente."
    "o varejo ampliado, que é calculado considerando-se veículos e materiais de construção além dos oito setores do varejo restrito, teve ALTA de 0,8%. O setor de veículos e motos, partes e peças teve CRESCIMENTO de 4,3%. Já os materiais de construção tiveram AVANÇO de 3,8%."
    "A receita de vendas nominais do comércio teve queda de 0,7% na passagem de junho para julho, MAS REGISTROU CRESCIMENTO na comparação de julho deste ano com o mesmo período do ano passado (5,9%), NO ACUMULADO DO ANO (9,8%) e no ACUMULADO DE 12 meses (10,8%).

  6. Pedro Almeida disse:

    Vou justificar: "CULPA DE FHC" o PT não tem nada haver com isso.