Intenção de consumo das famílias cresce pelo terceiro mês; em comparação com outubro passado, expansão foi ainda maior

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 0,2% no país na passagem de setembro para outubro deste ano e chegou a 93,3 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. É a terceira alta consecutiva do indicador, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Na comparação com outubro de 2018, a expansão foi ainda maior (7,7%). De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a ICF tem refletido uma melhora gradual da economia, “com inflação baixa, juros primários em queda e a reação do mercado de trabalho”.

Na comparação com setembro deste ano, cinco dos sete componentes da ICF tiveram alta, com destaques para a compra de bens duráveis (3,1%) e perspectiva profissional (0,7%). Os dois componentes em queda foram perspectiva de consumo (-1,7%) e emprego atual (-0,4%).

Agência Brasil

Vendas do comércio ficam positivas pelo terceiro mês seguido, diz IBGE

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

O volume de vendas no comércio varejista foi positivo pelo terceiro mês consecutivo em agosto, segundo a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O indicador registrou taxa de 0,1% frente a julho deste ano.

As vendas em supermercados foram as maiores responsáveis pelo resultado do mês. Outra alta importante foi a de outros artigos de uso pessoal e doméstico. Segundo o IBGE, juntos, os dois setores correspondem a mais de 60% do total do varejo.

Outros setores que cresceram as vendas foram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação e livros, jornais, revistas e papelaria.

Em contrapartida, o volume de vendas diminuiu nos setores de combustíveis e lubrificantes, tecidos, vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

De janeiro a agosto deste ano, o indicador acumula alta de 1,2%. Nos últimos 12 meses a taxa acumula alta de 1,4%.

Em contrapartida, o volume de vendas diminuiu nos setores de combustíveis e lubrificantes, tecidos, vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

De janeiro a agosto deste ano, o indicador acumula alta de 1,2%. Nos últimos 12 meses a taxa acumula alta de 1,4%.

O volume de vendas cresceu 1,3% em comparação com agosto do ano passado. O resultado foi impulsionado pelo crescimento nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, seguido por outros artigos de uso pessoal e doméstico e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

Já as principais atividades que pressionaram negativamente o varejo foram: combustíveis e lubrificantes e tecidos, vestuário e calçados, seguidos por: móveis e eletrodomésticos, livros, jornais, revistas e papelaria e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação.

R7