Por Carlos Pereira
Autor sustenta que, desde pelo menos 1995, Temer é o presidente mais eficiente na relação com o Congresso, aprovando mais proposições a um custo relativamente baixo. A chave está na gerência da coalizão, com uma base pouco heterogênea ideologicamente e uma divisão de poder proporcional ao peso de cada aliado.
O desempenho de Michel Temer (PMDB) nas suas relações com o Congresso não faz o menor sentido.
Por se tratar de figura extremamente impopular, que chegou à Presidência após um impeachment legítimo, embora controverso, e que vem se defrontando com inúmeras e sérias acusações de corrupção e obstrução da justiça, o mais racional seria que os membros de sua coalizão no mínimo inflacionassem o preço do apoio político como consequência direta da vulnerabilidade do chefe do Executivo.
O que se observa, no entanto, é justamente o inverso.
O governo tem sido capaz de aprovar projetos difíceis : o teto para os gastos públicos, as reformas trabalhista e do ensino médio, a mudança do marco regulatório do petróleo e a criação de uma nova taxa de juros para o BNDES, entre outros exemplos. Muitas dessas propostas exigiram quórum qualificado em dois turnos de votação em cada uma das Casas Legislativas.
Além disso, iniciativas da oposição que visam a constranger o presidente têm sido bloqueadas no Congresso, e as duas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal foram rejeitadas.
Mais surpreendente, Temer conseguiu todas essas vitórias mantendo sua coalizão estável a um custo agregado relativamente baixo.
Como um presidente com esse perfil pode ser tão eficiente nas suas relações com o Congresso? Como Temer pode ser tão impopular entre os eleitores e tão popular entre os deputados e os senadores?
A chave desse suposto enigma está na gerência da coalizão. Temer tem-se saído incrivelmente bem numa tarefa típica de todo presidente num sistema político multipartidário, no qual o partido do chefe do Executivo em geral não dispõe de maioria no Legislativo.
UOL

Comprando com o dinheiro público da saude, educação, e segurança, bota eficiência nisso… Que Deus se compadeça do nosso povo brasileiro
Claro votando projetos que é unicamente e exclusivamente interesse pessoal dos políticos e oque realmente é necessário para bem estar do povo brasileiro fica debaixo do tapete! Sem contar com as verbas soltas para votação das supostas emendas, uma forma de pagar esta corja de parasitas…
A grande questão é o custo dessa eficiência aos cofres públicos e à qualidade de vida do povo brasileiro
Ainda bem que já começam a reconhecer o esforço do Grande presidente TEMER
E as propinas e falcatruas todos nós reconhecemos ! Como pode alguém reconhecer um governo marcado pela corrupção? Que é não nos representa é dono de um país ? Isso não é motivo de orgulho para ninguém !
E COMO É, TAMBÉM COM A CAMARA FEDERAL E TAMBÉM COM OS POLITICOS. NÃO FALTA NADA, TUDO MUITO BONITO. AGORA PARA A NAÇÃO BRASILEIRA ELE É ZERO.
Comprando os deputados.ate eu seria eficiente
Com dinheiro.
COM DINHEIRO TUDO É MAIS FÁCIL NÃO É VERDADE? OFERECENDO O NOSSO PATRIMONIO COMO MOEDA DE TROCA TODOS SÃO EFICIENTES.