
O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter nesta quinta-feira, 4, para dizer que “tudo ocorreu em alto nível” e “nada se falou sobre cargos” nas reuniões que realizou com presidentes e líderes de partidos políticos. Para ele, as primeiras conversas demonstram que Executivo e Legislativo estão unidos pela reforma da Previdência.
“Pela manhã me reuni com vários presidentes e líderes de partidos. Tudo ocorreu em alto nível. Ao contrário do que propalado por alguns, nada se falou sobre cargos. Executivo e Legislativo unidos, por uma causa que representa o futuro de nossos filhos e netos: a Nova Previdência”, postou Bolsonaro.
Criticado pela falta de articulação política, principalmente no Congresso, Bolsonaro resolveu dar início a um movimento de aproximação das lideranças partidárias nesta quinta-feira, depois de três meses de governo. Pela manhã, o presidente recebeu PSD, PP, PSDB, DEM e PRB. No final da tarde, reuniu-se com líderes do MDB. Participaram do encontro o presidente da sigla, Romero Jucá, e os líderes do partido na Câmara, Baleia Rossi (SP), e no Senado, Eduardo Braga (AM).
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, responsável pela articulação, acompanha todos os encontros. Em conversas com representantes das siglas, nesta quinta, Bolsonaro e Onyx demonstraram disposição para manter reuniões periódicas com presidentes e líderes partidários. O objetivo é viabilizar a aprovação da reforma da Previdência e melhorar o diálogo com o Congresso.
Na próxima semana, Bolsonaro terá uma nova rodada de reuniões, desta vez com PSL, PR, PROS, Podemos e Solidariedade. Por enquanto, só o PSL, que é o partido de Bolsonaro, integra a base de apoio do governo no Congresso.
Segundo o Broadcast apurou, essas primeiras conversas foram rápidas, mas, segundo relatos, ocorreram em tom “muito respeitoso”. Segundo fontes, Bolsonaro deixou para trás o discurso da campanha e seguiu o roteiro esperado de fazer um apelo por apoio às reformas, porém evitou entrar em detalhes de como se daria a negociação.
Estadão Conteúdo
Democracia se faz com diálogo e acordos. Inclusive, com a participação dos partidos no governo por intermédio de cargos. O que não pode haver é corrupção, como houve nos governos FHC, Lula, Dilma e Temer (esse, em menor escala, pois sua "gatunagem" ocorreu majoritariamente nos governos do PT, quando ele era vice).
Algo me diz que o povo vai pagar caro. Quando vejo políticos satisfeitos e sorrindo desse jeito, não se enganem, vem uma conta alta e imaginem quem vai pagar pra variar?
O povo vem pagando caríssimo já faz tempo. Por outra, entendo que há várias maneiras de tornar alguém feliz, não necessariamente através de ações desonestas. Cada qual tem seus próprios valores pessoais e seu "preço".
Meu lider maior está preso, mas está vivo. Agora, devemos reconhecer que esse Bolso está trilhando metro a metro o caminho que definiu na campanha. Tomara Deus, antes de tudo, que o Brasil saia do buraco.
Vá pra o Paraná fazer companhia ao seu LIDER.