A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) torna público o edital de seleção para bolsas no exterior, na modalidade Estágio de Doutorado Sanduíche para alunos de doutorado dos cursos de Ecologia, Neurociências, Psicobiologia e Psicologia. As bolsas concedidas estão dentro do tema Evolução, Cognição e Comportamento.
Na modalidade de Doutorado Sanduíche no exterior, alunos que estejam regularmente matriculados em cursos de doutorado realizam parte do curso em instituição de ensino superior no exterior e depois voltam ao Brasil para concluir o curso e defender sua tese.
Para realizar a inscrição, que vai até 15 de julho, os candidatos devem preencher formulário disponível do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) e anexar os documentos solicitados no edital do processo seletivo. A seleção consistirá de várias etapas, dentre elas a verificação dos documentos, a análise de mérito técnico-científico e a análise do plano de atividades e do perfil científico dos candidatos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi contra a prisão do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, decretada nesta quarta-feira, 4, pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O magistrado criticou o entendimento da PGR, oposto ao da Polícia Federal, que apontou que Vorcaro integra uma “organização criminosa”, chamada de “A Turma”, que usa violência e coação como uma “milícia privada”.
“Lamenta-se que a PGR diga que ‘não se entrevê no pedido, nem no encaminhamento dos autos […] a indicação de perigo iminente, imediato, que induza a extraordinária necessidade de tão rápida e necessariamente sucinta análise do pleito”, escreveu o ministro do STF.
Em seguida, na decisão, Mendonça cita três razões pelas quais lamentou o parecer da Procuradoria. Veja os trechos:
“As evidências dos ilícitos e a urgência para adoção das medidas requeridas estão fartamente reveladas na representação da PF e no curso desta decisão, conforme documentado nos autos”;
“Se está diante da concreta possibilidade de se prevenir possíveis condutas ilícitas contra a integridade física e moral de cidadãos comuns, de jornalista e até mesmo de autoridades públicas”;
“Há indicativos de ter havido acesso indevido dos sistemas sigilosos da PF, do próprio Ministério Público Federal e até mesmo de organismos internacionais como a Interpol”.
Ainda segundo o ministro do Supremo, uma eventual decisão de não adotar urgentemente as medidas solicitadas pela PF poderia “colocar em risco asegurança e a própria vida de pessoas que se tornaram vítimas dos ilícitos apontados nestes autos, bem como dificultar, sobremaneira, a recuperação de ativos bilionários que foram desviados dos cofres públicos e de particulares atingidos pelos variados crimes contra o sistema financeiro nacional”.
“A organização criminosa demonstra altíssima capacidade de reorganização, mesmo após deflagração de operações”, continuou Mendonça, acrescentando: “Caso os investigados permaneçam em liberdade, há o elevado risco de articulação com agentes públicos e da continuidade da prática de ocultação e reciclagem de capitais por meio da utilização de empresas de fachada”.
A decisão do minstro do STF André Mendonça de prender o dono do Banco Master, Daniel Vorcado, apontou que R$ 2,245 bilhões foram ocultados em nome do pai do empresário, Henrique Moura Vorcaro. O valor estava depositado junto à empresa CBSF DTVM, conhecida como REAG, e foi bloqueado por ordem judicial.
Vorcaro foi detido em São Paulo, nesta quarta-feira (4). As empresas envolvidas são investigadas no esquema de fraudes do Banco Master.
Vorcaro já havia sido preso em novembro de 2025, na primeira fase da Operação Compliance Zero, que apura a emissão de títulos de crédito falsos por instituições do Sistema Financeiro Nacional. Ele foi solto dias depois, com tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares.
Segundo Mendonça, mesmo após a soltura, a organização criminosa continuou a ocultar recursos bilionários em nome de terceiros. A nova prisão foi motivada pela suspeita de tentativa de interferência nas investigações, com suposta ofensiva contra envolvidos e testemunhas do caso.
O que diz a defesa de Daniel Vorcaro?
Os advogados do empresário negam que seu cliente tenha obstruído investigações do caso Master. Veja a nota na íntegra:
A defesa de Daniel Vorcaro informa que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça.
A defesa nega categoricamente as alegações atribuídas a Vorcaro e confia que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.
Reitera sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições.
O grupo contratado pelo empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para influenciar a investigação, acessava dados da PF (Polícia Federal), do MPF (Ministério Público Federal) e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol.
De acordo com a PF, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como o coordenador operacional do grupo denominado “A Turma”, realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos, incluindo bases utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.
A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou nesta quarta-feira (4) a prisão de Vorcaro e Mourão. Também tiveram a prisão decretada o empresário Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro, e Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado.
Veja “quem é quem”, além de como funcionava a estrutura do grupo de Vorcaro
A PF dividiu o esquema comandado por Vorcaro em quatro núcleos de atuação. Um deles foi apontado como “núcleo de intimidação e obstrução de justiça, responsável pelo monitoramento ilegal de adversários, jornalistas e autoridades”.
Segundo as investigações, o grupo criminoso tinha uma estrutura de vigilância e coerção privada, que foi denominada de “A Turma”.
Os documentos mostram que a organização seria destinada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de críticos do conglomerado financeiro.
Marilson Roseno da Silva
Policial federal aposentado apontado como integrante relevante da estrutura paralela de monitoramento ligada a Daniel Vorcaro.
Indicado como líder da “Turma”.
Teria usado experiência e contatos da carreira policial para obter dados sigilosos.
Atuava na vigilância e monitoramento de alvos, incluindo jornalistas, autoridades e ex-funcionários críticos ao grupo.
Também participaria da execução das ações de intimidação.
Luiz Phillippi Machado de Moraes Mourão (“Felipe Mourão”)
Apontado como coordenador das atividades de monitoramento e coleta de informações.
Teria acessado ilegalmente sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, além de organismos internacionais como FBI e Interpol.
Também teria atuado na remoção de conteúdos e perfis digitais para proteger interesses do grupo.
É acusado de coordenar equipes de vigilância e intimidar ex-funcionários do Banco Master.
Operação financeira
Fabiano Campos Zettel (cunhado de Vorcaro) e Ana Claudia Queiroz de Paiva seriam responsáveis pelo financiamento do grupo.
Fabiano garantia os recursos para as ações de monitoramento e coação.
Ana Claudia gerenciava transferências bancárias usadas para custear as atividades da “Turma”.
O que diz a defesa de Vorcaro
Em nota, a defesa de Vorcaro negou as acusações contra o banqueiro e afirmou que confia no esclarecimento dos fatos. Veja a íntegra:
A defesa de Daniel Vorcaro informa que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça.
A defesa nega categoricamente as alegações atribuídas a Vorcaro e confia que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.
Reitera sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições.
A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (4) duas pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato do empresário espanhol Joan Suriol Giralt, de 52 anos, encontrado morto no dia 23 de dezembro de 2025 na Lagoa do Vital, em Maxaranguape, no Litoral Norte potiguar.
Os presos são a própria esposa do espanhol, que tem 48 anos, e um homem de 25 anos, apontado como funcionário de confiança do casal. A polícia suspeita que Joan tenha sido morto por motivação patrimonial e passional, devido à proximidade da formalização do divórcio.
Conforme as investigações, o crime ocorreu no dia 20 de dezembro. Após o registro do desaparecimento da vítima, comunicado por sua então companheira, a polícia iniciou diligências para apuração dos fatos e encontrou o corpo em uma ilhota na lagoa.
Durante as investigações, a forma como o corpo foi localizado chamou a atenção dos policiais, uma vez que pessoas ligadas ao convívio da vítima indicaram o local com precisão.
“Os álibis apresentados pelos suspeitos foram confrontados com provas técnicas. As apurações também apontaram que o crime ocorreu pouco antes da formalização de um divórcio previamente agendado, o que levanta a hipótese de motivação patrimonial ou de natureza passional, possivelmente relacionada a um casamento realizado com a finalidade de regularização migratória”, informou a polícia.
De acordo com a Polícia Civil, diante dos elementos colhidos, das inconsistências verificadas nos depoimentos e dos indícios de tentativa de ocultação de provas, a corporação pediu a decretação das prisões preventivas, deferidas pelo Poder Judiciário.
Após serem detidos, os suspeitos foram conduzidos à delegacia e, posteriormente, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.
O hospital dia do Instituto Ingrid Lins está em pleno andamento e cada etapa concluída reforça o nosso compromisso com a excelência, a inovação e o cuidado com as pessoas.
Em breve, nossa cidade receberá um verdadeiro complexo de saúde, com centro cirúrgico moderno e diversas áreas integradas, pensado para oferecer atendimento completo, tecnologia de ponta e um padrão elevado de qualidade e segurança aos pacientes.
Será um marco para o mercado local da saúde, elevando o nível dos serviços e ampliando o acesso a uma estrutura hospitalar diferenciada.
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O ministro do STF Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros alvos aprovada pela CPMI do INSS em votação na quinta-feira (26/2).
A decisão foi proferida após a empresária Roberta Luchsinger, também alvo de quebra de sigilo, ingressar com um mandado de segurança no Supremo pedindo a suspensão da medida.
“Ante o exposto, concedo em parte a medida liminar para suspender os efeitos do ato impugnado e o cumprimento dos ofícios respectivos ou, subsidiariamente, caso já tenham sido encaminhadas informações, determino o sobrestamento e a preservação sob sigilo pela Presidência do Senado Federal. Não há obstáculo a eventual novo procedimento no âmbito da CPMI, desta feita com análise, debate, motivação e deliberação de modo fundamentado e individualizado. A adoção desses passos e ritos deve ser devidamente registrada em ata, como atendimento do dever constitucional de motivação”, escreveu Dino.
O STF devia ser SVN, Suprema Vergonha Nacional, ultimamente os membros dessa instituição só trabalha a favor dos bandidos, prendem inocentes e favorece os verdadeiros criminosos
A Prefeitura do Natal regulamentou, por meio de decreto, a dispensa da exigência de reserva de área para estacionamento e guarda de veículos em quatro regiões da cidade: Alecrim, Cidade Alta, Ribeira e Avenida Praia de Ponta Negra, em Ponta Negra. Com isso, os empreendimentos comerciais a serem instalados nessas regiões, consideradas Áreas Comerciais Consolidadas (ACC) e Áreas de Interesse Comercial (AIC), estão dispensados da obrigatoriedade de reservar espaços para estacionamento. Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), as vagas já existentes não são afetadas pelo decreto, desde que estejam regularizadas.
O Decreto nº 13.652 foi republicado no Diário Oficial do Município no dia 24 de fevereiro, após correções de erros em publicação anterior, e está em vigor desde então. O dispositivo regulamenta o artigo 127, inciso VI, da Lei Complementar nº 258/2024, que define que as chamadas ACCs e AICs estão livres da obrigatoriedade das vagas. A definição dessas áreas foi estabelecida com base em estudos técnicos realizados de forma conjunta pela Semurb e pela STTU.
A alteração é direcionada, de acordo com Walter Pedro, arquiteto do Departamento de Engenharia da STTU, aos novos empreendimentos instalados nessas áreas. “A pessoa responsável vai dar entrada no projeto, identificando que o estabelecimento está dentro de uma ACC ou AIC com a justificativa de que não há necessidade de estacionamento. A Semurb vai analisar e encaminhar à STTU para um posicionamento no sentido de observar se o empreendimento se enquadra ou não na regra. É importante mencionar que não haverá retirada das vagas já existentes”, esclarece Walter Pedro.
De acordo com o decreto sobre o fim da exigência de vagas, entre os critérios considerados para classificação de ACC e AIC estão a tendência de crescimento da atividade comercial da região, a disponibilidade de infraestrutura urbana, as condições de acessibilidade, a oferta de transporte público, entre outros. O texto também prevê que as áreas poderão ser ampliadas, revistas ou ajustadas futuramente, mediante novos estudos técnicos.
O boletim pluviométrico divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) aponta registros expressivos de chuva em diversas regiões do estado nas últimas 24 horas. Os dados consideram o período entre 7h de terça-feira (3) e 7h desta quarta-feira (4). O maior volume foi registrado na região Central, na cidade de Carnaúba dos Dantas, com 61,3 mm.
Ainda na parte Central do RN, tiveram acumulados elevados Fernando Pedroza, com 55,6 mm, e Caiçara do Rio do Vento, com 55 mm. Lagoa Nova registrou 48 mm, enquanto Santana do Seridó teve 29,4 mm. Já na região Leste, Pureza registrou o maior volume, com 42,6 mm. Em Macaíba, o acumulado foi de 33,6 mm. A capital potiguar também teve chuva significativa, com 26,7 mm. Taipu e São Gonçalo do Amarante registraram 20,2 mm e 10,8 mm, respectivamente.
No Agreste potiguar, o município de Sítio Novo registrou 55 mm no período. Em Japi, o acumulado foi de 38 mm, seguido por Bom Jesus, com 33,6 mm. Barcelona e Parazinho também tiveram volumes superiores a 20 mm. Já na região Oeste, o maior registro ocorreu em Martins, com 52,4 mm. Governador Dix-Sept Rosado teve 32,6 mm, enquanto Serra do Mel registrou 31,4 mm.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, monitorava jornalistas e chegou a cogitar agressões físicas contra rivais, segundo relatório da Polícia Federal (PF) enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Vorcaro foi preso pela PF na manhã desta quarta-feira (4/3), em operação autorizada pelo ministro André Mendonça.
De acordo com mensagens analisadas pelos investigadores, o empresário ordenava a integrantes de seu núcleo que monitorassem jornalistas e adversários. Em uma das conversas, ele chega a sugerir uma agressão contra um crítico.
Segundo a PF, Vorcaro utilizava colaboradores para levantar dados pessoais, acompanhar adversários e intimidar pessoas que contrariavam seus interesses. As informações constam em material extraído em operações anteriores.
Em uma das mensagens, Vorcaro conversa com Luiz Phillipi Machado de Moraes, apontado pela PF como responsável por levantar essas informações.
“Esse Lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”, escreveu Vorcaro, em referência ao jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Logo em seguida, o interlocutor responde: “Estamos em cima de todos os links negativos. Vamos derrubar todos e vamos soltar positivas”.
Em outro trecho da conversa, Vorcaro insiste: “Quero dar um pau nele”. O colaborador responde: “Pode? Vou olhar isso…”.
O empresário então responde que “sim”.
Para a PF, essas mensagens trocadas por WhatsApp indicam que Vorcaro determinou ao subordinado que forjasse um assalto para intimidar o jornalista.
Desejo ver a reação da imprensa poderosa do Brasil, o STF se fecha com tatu bola, os merengues pseudo jornalistas daqui, na grande maioria comedores de bola, para defender marginais, vão ficar calados? Se ficarem sejam os próximos a serem ameaçados.
BG se nesse aparelho celular o Vorcaro, que sabia que estava sendo investigado pela PF, estava falando isso com essa valentia toda. Agora vcs imaginem o celular que ele não forneceu a senha para PF…
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta quarta-feira (04), a “Operação Auxilium” e deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva, quatro medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica e 17 mandados de busca e apreensão nas cidades de Caicó, Areia Branca, São João do Sabugi e Petrolina, localizada no Estado de Pernambuco.
Toda a operação teve como objetivo desarticular uma complexa rede de apoio a um líder de organização criminosa armada, investigado por crimes graves, como homicídio, associação para o tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro.
De acordo com as investigações, os alvos prestaram apoio direto e indireto ao líder do grupo criminoso, que permaneceu foragido por oito meses após ser alvo da “Operação Cerberus I”, deflagrada em junho de 2025. Durante o período de fuga, ele teria recebido suporte em diferentes localidades, incluindo Areia Branca/RN, Sousa/PB, Uberlândia/MG e Campina Grande/PB, onde foi preso em janeiro deste ano. Mesmo foragido, continuou, praticando crimes e exercendo a liderança da organização criminosa com o auxílio do grupo.
Com o cumprimento das ordens judiciais, um dos investigados foi autuado em flagrante pelo crime de embaraçar investigação de organização criminosa, após destruir e tentar ocultar a localização do próprio aparelho celular.
Os suspeitos deverão responder pelo crime de obstrução de investigação de organização criminosa. O suspeito preso foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais cabíveis e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Todo o material apreendido será analisado e passará por perícia, com o objetivo de dar continuidade às investigações.
Crise na Uferrenê, que crise? Fala sério, dinheiro ali é como catinga em ânus: não acaba nunca.