OPORTUNIDADE: UFRN abre edital para vagas 270 vagas residuais dos cursos de graduação

Foto: Reprodução

O Processo Seletivo para Reocupação de Vagas Residuais para ingresso nos cursos de graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estará com inscrições abertas de 23 de setembro a 14 de outubro. Realizada pelo Núcleo Permanente de Concursos (Comperve) da UFRN, a seleção disponibiliza 270 vagas do período letivo 2020.2 para os campi de Natal, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz.

As vagas residuais são geradas por cancelamentos de curso e serão distribuídas conforme o edital. Podem participar da seleção estudantes com vínculo ativo em curso de graduação pertencente à Instituição Nacional de Ensino Superior e autorizado pelo Ministério da Educação (MEC); portadores de diploma ou certificado de conclusão de graduação; além de ex-alunos de graduação da UFRN que tiveram seu programa cancelado por abandono de curso, por decurso de prazo máximo para conclusão ou por insuficiência de desempenho acadêmico.

A seleção será realizada em duas etapas, sendo a primeira denominada de Avaliação do Resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e a segunda etapa será a Avaliação Institucional e Acadêmica. As inscrições devem ser efetuadas, de 23 de setembro a 14 de outubro, exclusivamente pela internet. O candidato deve ter Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento de identificação, bem como deve preencher todos os campos do Formulário de Inscrição. Confira o edital e a agenda do candidato na página da Comperve.

Com UFRN

UFRN abre período extraordinário de matrículas para o 2020.6

Foto: Anastácia Vaz

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está com período extraordinário de matrículas aberto para alunos regulares até a próxima sexta-feira, 18. Com a retomada das aulas do período 2020.1 (2020.6), algumas das vagas disponibilizadas nas turmas no período da rematrícula, realizado em agosto, ainda não foram preenchidas. Dessa forma, elas continuam disponíveis, com matrículas a serem realizadas pelo Sigaa.

Vale destacar que as vagas estarão disponíveis até serem preenchidas, o que pode ocorrer antes da sexta-feira. De acordo com o calendário de retomada 2020.1, está aberto também o período de trancamento de matrículas, que pode ser feito até o dia 30 de outubro. As aulas do período serão encerradas no dia 19 de dezembro. O calendário institui ainda o início das atividades do período letivo 2020.2, marcado para o dia 18 de janeiro. Veja o calendário de retomada das aulas do período 2020.1 neste link.

As atividades referentes ao calendário do período letivo 2020.1 estavam suspensas desde 17 de março, devido à pandemia da covid-19. Para auxiliar os alunos na retomada das atividades acadêmicas em formato remoto, a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) disponibilizou o Guia para estudantes, que ganhou também uma versão em Libras.

Os materiais contém informações sobre o retorno das aulas, matrícula, oferta de componentes curriculares, funcionamento das turmas, trancamento de matrícula ou suspensão de programa, índices acadêmicos, conclusão de curso, regime de exercícios domiciliares, estudantes com necessidades educacionais específicas, programa de ensino, assistência estudantil, entre outros temas.

UFRN

Pais estão insatisfeitos com falta de datas para retorno de aulas presenciais no Núcleo de Educação da Infância – NEI/CAp/UFRN

(Foto: Trecho reproduzido)

Um leitor entrou em contato com o Blog para reclamar do Núcleo de Educação da Infância – CAp/UFRN, que não apresenta uma previsão de retornos das aulas presenciais. Ele diz que a insatisfação não está resumida ao seu caso. Outros pais também se queixam.

O leitor, que prefere ter a identidade preservada, é pai de um aluno no NEI, e se queixa desde as aulas remotas. “Aulas que iniciaram faz apenas dois meses, uma hora e meia por dia. Quando chega a ser duas horas é uma raridade”, diz.

O reclamante, por fim, questiona o  Núcleo de Educação da Infância – CAp/UFRN, que é composto por professores concursados e servidores da instituição. “Não querem voltar as aulas presenciais. Agora no final do mês os salários caem no bolso”, classificando o comunicado em destaque como “absurdo”.

 

(Foto: Trecho reproduzido)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mayara disse:

    Me inclua fora dessa! Sou mãe de aluna da escola NEI-UFRN não concordo com o retorno das aulas nesse momento. Acompanho e participo ativamente das aulas remota e posso declarar que estou satisfeita.

  2. Gilberto disse:

    O MEC tem ministro? Porque ainda não vi nenhuma posição deste ministério para a volta as aula. Inclusive, gostaria que vc desse sua opinião BG. Ainda não vi nenhuma posição sua sobre a postura do MEC, que parece que nem existe.

  3. Adriana disse:

    Acompanho as aulas on-line do NEI e vejo uma grande dedicação e esforço dos professores e assistentes para manter as crianças estudando. Tem programação e atividades semanais e bem variadas, não falta atividade e as aulas duram em média 2 horas. Além disso o NEI está sempre em comunicação através de e-mails, reuniões e estão à disposição. Assim também são os professores, que ficam à disposição para tirar dúvidas mesmo após as aulas on-line. Não tenho o que reclamar, mas a elogiar. Trabalho em empresa privada e confio no NEI. Não acho seguro o retorno das aulas presenciais, neste momento. É o que penso.

  4. Christianne disse:

    Faltou também o Blog publicar a nota do NEI no IDEB, superando a média Nacional e, de longe, a média Estadual.
    Isso o Blog não mostra.

  5. Antonio Turci disse:

    Simplesmente vergonhoso o comportamento da UFRN. Nenhum pronunciamento do Reitor. A carruagem é grande,a preguiça impera. Mas no final do mês os docentes, cuja maioria ganha em média R$14 mil, recebem seus salários em dia. Setores de aulas e prédios estão fechados. Os professores que querem estudar em "suas' salas são proibidos de exercerem este direito. Isto é uma VERGONHA. E o Dr . José Daniel não dá a mínima. Decepção.

    • Nilza Pires disse:

      Onde o sr viu o salario dos funcionarios????

    • Angela disse:

      Prezado senhor, a título de informação, a UFRN é uma das melhores universidades do Nordeste e está entre as 10 maiores universidades do Brasil, segundo institutos de avaliação. Contempla 62 municípios com mais de 300 ações de extensão universitária e ainda 20 pólos presenciais de apoio a educação a distância: 13 localizados no Rio Grande do Norte e 7 em outros Estados: Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Tem 43.682 estudantes, 2.216 professores dos quais 1.553 são doutores, 3.013 técnicos-administrativos, ou seja, mais de 50 mil pessoas diretamente ligadas à instituição. São 276 cursos em BIOCIÊNCIAS, CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES, CIÊNCIAS DA SAÚDE, CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS, TECNOLOGIA, MÚSICA, NEUROCIÊNCIAS, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. É considerada o mais importante motor para o desenvolvimento do Estado não só pela formação profissional, mas pelos projetos de pesquisa e extensão que atendem às necessidades de soluções para todas as regiões. Também criou programas e parcerias de alcance internacional, tais como: Instituto do Cérebro, Instituto Metrópole Digital, Instituto Internacional de Física, Núcleo de Petróleo e Energias Renováveis, Instituto de Medicina Tropical, Instituto Metrópole Digital,
      Instituto de Línguas, Literaturas e Culturas Modernas – ÁGORA, Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra. A UFRN coordena 3 institutos: Comunicação Sem Fio (INCT-CSF), Interface Cérebro-Máquina (INCEMAQ), em parceria com a Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP), e Ciências do Espaço (INEspaço), em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Coordena ainda 3 Hospitais Universitários com atendimento 100% SUS: HUOL, MEJC a capital e HUAB em Santa Cruz.
      Este é um breve panorama da maior Universidade pública e gratuita, do nosso Estado. Nós nos orgulhamos dela porque trabalhamos pelo bem das pessoas e pelo futuro do RN. A UFRN é um patrimônio de toda a população.
      Se puder, conheça melhor a UFRN. Espero que assim possa respeitar mais os servidores que lá trabalham.

  6. carlos disse:

    No próximo ano, o Reclamante tem a opção de matricular o filho em um local onde os professores não sejam "concursados e servidores da instituição“, e passar a pagar por uma mensalidade de uma escola privada.

  7. PASQUALINO BRASILEIRO disse:

    Não é apenas lá, o Marista, que já foi um exemplo de disciplina e moral, além exaltar o comunismo, agora também não quer voltar, mas sabe cobrar os pais. Aulas só em outubro, e olhe lá… para metade dos alunos.

    • Nilza Pires disse:

      Voce tem algum filho matriculado nesta escola ou só está passando recadinho?

  8. bolo preto disse:

    Concordo João.
    Td desculpa p n voltar ao trabalho eles arranjam
    qto mais pandemia, mais tempo em casa, shoppings, compras, praias, bares, comícios….
    " Quem não te conhece que te compre"
    fingem q " morrem de trabalhar"

  9. bolo preto disse:

    Funcionários Públicos, grana religiosamente em dia, e muito corpo mole para trabalhar.
    tão cedo vão retornar ….

    • Jr disse:

      Salvo engano foi o próprio governo federal, através do MEC que suspendeu até 31/12 as aulas presenciais nas universidades federais e o NEI faz parte dela. Reclamem do Presidente!

    • disse:

      Sou servidor público e, em nenhum momento desde o dia 18.03.2020 (quando saiu resolução para o isolamento) deixei de trabalhar. Consegui manter minha produtividade nesses meses, a despeito das limitações físicas e estruturais.
      Sobre os docentes não retornarem às aulas presenciais, o absurdo maior é de os alunos da UFRN não terem aulas e não se ver os mestres e doutores de lá ministrarem sequer um curso gratuito destinado à sociedade… tampouco realizarem com seus alunos de graduação aulas online (chegaram a perder o semestre e deixarem de ser formar no meio do ano… não acredito que esses docentes tenham perdido oportunidades de criar meios de palestrar ou outras formas de "se promover" (e receber por isso um extra, consequentemente)…
      Enquanto professores do IFRN protestam contra um reitor pro tempore, os alunos até pouco tempo estavam sem aulas… quer dizer que aquela instituição não dispõe de condições para gerar aulas em EaD ou online??? Mas os salários permaneceram em dia…

    • Angela disse:

      Os servidores públicos estão trabalhando com seus próprios recursos, equipamentos, energia, internet, impressoras, prestando contas semanalmente à chefia e cumprindo todos os compromissos dos planos de trabalho. Muitos estão trabalhando além do horário normal. A população deveria reconhecer que o trabalho dos servidores é importante para toda a sociedade. Centenas de pesquisas e projetos continuam sendo realizadas, inclusive contribuindo com as ações contra a pandemia. Por ex, a UFRN foi a primeira a produzir álcool em gel a baixo custo, máscaras, face shield. Atualmente, é responsável por 40% dos testes da covid realizados no RN e os hospitais universitários destinavam leitos de UTI para controlar a pandemia. Isso tudo é feito por servidores públicos que trabalham como sempre servindo à população, mesmo que alguns não enxerguem.

  10. Natalense disse:

    Um retorno presencial nesse momento de pandemia na educação infantil é um absurdo !!! Só sabe o que é um funcionamento de um centro de ensino infantil quem trabalha nele . Os pais que tem crianças deveriam se conscientizar e não querer esse retorno agora sem uma vacina . Vamos brincar , cuidar e ensinar as nossas maravilhosas crianças , mas em CASA.

  11. Joao disse:

    Pela UFRN, a volta às praias e à campanha política é imediata, mas aulas só em 2021

    • Nilza Pires disse:

      João, se voces está indo à praia , o problema é seu. Agora não venha falar pelas pessoas que nem conhece, taokei!

UFRN retoma editais de concursos públicos para cargo de docente; total de 74 vagas

Foto: Reprodução

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) retoma os editais de concurso público de provas e títulos para provimento de cargo de professor do Magistério Superior (MS) e de Ensino, Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Com um total de 74 vagas para diversas áreas do conhecimentos, os certames estavam suspensos em virtude da pandemia da covid-19.

De acordo com a pró-reitora de Gestão de Pessoas (Progesp), Mirian Dantas dos Santos, os editais foram suspensos em março como forma de evitar o contágio da covid-19. Contudo, tomando como base o Protocolo de Biossegurança da UFRN e a redução do índice local de transmissibilidade do novo coronavírus, as seleções serão retomadas.

Nos editais para Magistério Superior, as provas de todas as áreas do conhecimento serão realizadas de 18 de outubro a 3 de novembro de 2020, no local estabelecido em edital. A prova escrita acontecerá, presencialmente, em 18 de outubro de 2020. Já as provas do edital de professores do EBTT serão de 20 de outubro a 3 de novembro de 2020, estando a prova escrita prevista para ocorrer, presencialmente, em 20 de outubro de 2020.

As provas didáticas serão realizadas de forma presencial para o candidato, em sala reservada pela unidade acadêmica detentora da vaga, conforme calendário a ser divulgado, com apresentação do candidato em computador da universidade, por meio do Google Meet – ferramenta que gravará a apresentação e arguição. Da mesma forma, a etapa da prova de memorial e projeto de atuação profissional (MPAP) também será presencial para o candidato, em sala da unidade acadêmica, pela mesma plataforma de videoconferência.

A UFRN observará todas as recomendações definidas no Protocolo de Biossegurança da instituição, disponível no site da Progesp, para garantir um ambiente seguro e saudável, diante do contexto da covid-19. Confira os editais atualizados no portal da Progesp.

Com UFRN

Ex-presidente Michel Temer fala nesta segunda sobre carreira jurídica em projeto da UFRN

O jurista, deputado constituinte e ex-presidente, Michel Temer participa, na próxima segunda-feira (14), do Projeto de Extensão “I Ciclo de Carreiras Jurídicas: O Direito é plural”, às 19h30, através do YouTube. Oevento é gratuito, aberto ao público, e as inscrições podem ser feitas através do site www.ccsa.ufrn.br/meconvida ou pelo SIGAA.

Michel Temer vai debater sobre a Separação dos Poderes nas Constituições Brasileiras e contar um pouco da sua trajetória. Temer foi Presidente da República entre os anos de (2016-2019), vice-Presidente da República (2011-2016), Deputado Federal Constituinte, Presidente da Câmara dos Deputados (1997-1999; 1999-2001), Procurador Geral do Estado de São Paulo (1983; 1992), Professor de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e Doutor em Direito pela PUC/SP.

O evento é coordenado pela professora Dr.ª Michele Elali, do Departamento de Direito Privado (Dipri), do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), da UFRN e a programação é formada por 13 encontros com a participação, além de Michel Temer, do prof. Dr. Daniel Diniz Melo, André Santa Cruz, Raquel Dodge, Joaquim Morais, Gabriel Faria Oliveira, Alexandre Morais da Rosa, Wagner Rosário, Flávia Piovesan, Nelson Rosenvald, Patricia Ferraz, Newton De Lucca e Ana Paula Martinez.

Para a professora Michele Elali, a ideia dos encontros é inspirar estudantes de direito e a comunidade a enxergar diferentes possibilidades de futuro profissional, ampliando horizontes: “Valemo-nos do momento de emergência sanitária para ultrapassar os limites geográficos, desmistificar o ensino remoto, e ainda concretizarmos o intercâmbio e acesso da educação à nível global, apresentando diferentes possibilidades de futuro profissional no direito e estreitando o desenvolvimento e a experiência dos juristas com a sociedade”, destaca.

Todos os episódios do I Ciclo de Carreiras Jurídicas também fazem parte da disciplina Carreiras Jurídicas, ministrada pela professora Michele, e terão duração de uma hora, com exposição e interação através das redes sociais. Os encontros do #MEconvida são independentes e qualquer pessoa pode se inscrever nas atividades, que foram cadastradas como episódios individuais, e receberão certificados por cada evento como participante, após inscrito.

Outras informações podem ser consultadas no e-mail: [email protected]

Confira os próximos encontros:

21/9/2020

André Santa Cruz

Procurador Federal/AGU

Diretor do DREI/ME (Dep. Nac. de Registro Empresarial e Integração/Min. da Economia)

Doutor em Direito (PUC/SP)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815928

28/9/2020

Raquel Dodge

Procuradora-Geral da República (2017-2019)

Subprocuradora-Geral da República

Mestre em Direito (Universidade de Harvard)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815929

05/10/2020

Joaquim Morais

Diplomata lotado na embaixada do Brasil em Paris

Atuação na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)

Mestre em Relações Internacionais (London School of Economics)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815930

19/10/2020

Gabriel Faria Oliveira

Defensor Público-Geral da União (2018-2020)

Defensor Público Federal

Presidente da ANADEF (Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais) (2011-2013)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815931

26/10/2020

Alexandre Morais da Rosa

Juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Professor da UFSC

Doutor em Direito (UFSC)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815932

9/11/2020

Wagner Rosário

Ministro-chefe da Controladoria-Geral da União

Auditor Federal de Finanças e Controle da CGU

Mestre em Combate a Corrupção e Estado de Direito (Universidade de Salamanca)

Bacharel em Ciências Militares (Academia Militar dos Agulhas Negras)

Link:

https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815934

16/11/2020

Flávia Piovesan

Membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (2018-2021)

Procuradora do Estado de São Paulo

Professora da PUC/SP

Doutora em Direito (PUC/SP)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815934

23/11/2020

Nelson Rosenvald

Procurador de Justiça do MP de Minas Gerais

Doutor e Mestre em Direito (PUC/SP)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815935

30/11/2020

Patricia Ferraz

Registradora de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica

Diretora de Registro de Imóveis da CNR (Confederação de Notários e Registradores)

Diretora de Relações Institucionais do Registro de Imóveis do Brasil

Mestre em Direito (PUC/SP)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815937

7/12/2020

Newton De Lucca

Presidente do Tribunal Regional Federal de São Paulo (2012-2014)

Desembargador Federal do TRF da 3ª Região

Professor Titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

Doutor em Direito (USP)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815938

14/12/2020

Ana Paula Martinez

Advogada no Brasil e nos Estados Unidos da América (Nova Iorque)

Diretora do Dep. de Proteção e Defesa Econômica e Sec. Adj. da SDE/MJ (Sec. de Direito Econômico/Min. da Justiça) (2007-2010)

Doutora e Mestre em Direito (USP)

Mestre em Direito (Universidade de Harvard)

Link: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91815939

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Não digam ou peçam nada ao Entregador de Pizza, foi descoberto no sítio de Atibaia um quarto para ele, na verdade um buraco na parede. Nove dedos deixou a defunta se revirando no caixão, mais o bixim tinha a missão de providenciar os babadores de eminência alcoólica, triste fim desse moço, que queria ir de avião para Curitiba, enfim, Temer foi parar na vice presidência pelo fato de ser bonito? Bonita é a mulher dele, Temer foi ser vice da anta pelos gostos e necessidades do marginal mor.

  2. Moral dos Santos disse:

    Grande presidente!

    Chora petralhada l

  3. Zanoni disse:

    Professora, não tinha mais ninguém? Teria que ser um réu desse naipe? Vergonhosa a sua atuação. Quem danado vai querer escutar esse cara falar?

  4. Xô vampiro disse:

    Não se esqueçam de levar o alho, crucifixo e água benta!

  5. LEO disse:

    Sobre o Porto de Santos, Esse é PHD………kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Beto Araújo disse:

    Pensei que a palestra era sobre portos…

  7. Incubado porto mirim vilagge flat disse:

    Piada esse país.

  8. Wilson disse:

    Curso: “Como fazer um babão bandido correr com uma mala com 500 mil pelas ruas de São Paulo”.

  9. Entregador De Pizza disse:

    Grande jurista Temer, conselheiro do miliciano.

  10. Jairo disse:

    Cambada de marajás pagos pelos povo que vive na miséria. Todos se arranjaram no serviço público. Só que governo não produz riqueza alguma, quem coloca o país para andar é a iniciativa privada, que se mata para pagar os salários absurdos desse pessoal.

  11. Lourdes Siqueira disse:

    Esqueceram de acrescentar na ficha dele como ex-presidiario, ou apenas "tem que manter isso, viu?"…. Se fosse um pobre seria a única identificação.

  12. João V disse:

    Mas ele não era golpista? Kkkkkkk Será que xs militantes petistas e do PSOL vão participar?

  13. Joao disse:

    Imagine a palestra desse sem futuro! Deve ensinar a ser corrupto e fica rindo da justiça e set premiado com uma viagem para o Líbano. O Brasil é assim e grande parte da população adora esse tipo de gente.

UFRN amplia número de bolsas concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Foto: Divulgação

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) registrou um aumento no número de bolsas de Iniciação Científica concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em 2020. Em comparação ao ano de 2019, a Instituição teve uma ampliação em 6% no número de bolsas de Iniciação Científica (IC) ofertadas em 2020. O destaque ficou para os campi do interior e da área de Humanas.

A pró-reitora adjunta de Pesquisa, Elaine Gavioli, destacou que no último processo seletivo foi visto um aumento de bolsas para docentes da área de Humanas e dos Campi do interior. O Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) aumentou em 16% o número de cotas de bolsas IC, passando de 158 em 2019 para 183 em 2020. Já o Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), incrementou em 12% o número de cotas em 2020, subindo de 67 para 75.

A Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (Facisa) em 2019 contou com 45 cotas de bolsas IC, enquanto que em 2020 esse número subiu para 56, o que configura uma elevação de 25%. No entanto, a unidade acadêmica que mais se destacou foi o Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres), com incremento de 34% no número de cotas IC, passando de 33 em 2019 para 44 cotas em 2020.

“O crescimento no número de bolsas de iniciação científica para os campi do interior e humanidades revela a qualidade da pesquisa realizada pelos docentes dessas unidades, que se traduz em produção científica de relevância, credenciamento de docentes na pós-graduação e aumento no número de bolsistas produtividade em pesquisa nessas unidades”, coloca Elaine Gavioli.

Vale destacar ainda que o CCHLA, CCSA, Ceres e Facisa tiveram excelente desempenho no Edital de Produtividade do CNPq em 2019. Pela primeira vez, docentes do Ceres e Facisa foram contemplados no edital produtividade em pesquisa do CNPq. Observou-se, ainda, um incremento no número de bolsistas produtividade no CCHLA em 38%, passando de 13 para 18 docentes, enquanto que o CCSA aumentou em 150%, ou seja, subiu de 2 para 5 bolsistas CNPq em 2020. As bolsas Produtividade são concedidas pelo CNPq para pesquisadores considerados de excelência pelos seus pares.

Na semana passada, o CNPq divulgou o resultado do pedido de reconsideração do Edital N° 14/2020-PIBIC ações afirmativas (PIBIC-Af), cujo edital é voltado para a inclusão de grupos historicamente excluídos da pesquisa. A UFRN era inicialmente contemplada com seis cotas, após deferimento da solicitação de reconsideração, teve esse número aumentado para 10 cotas. Visando estimular o programa institucional de ações afirmativas, a UFRN ofertou como contrapartida mais 10 cotas.

Recentemente, a Instituição havia sido contemplada 450 cotas de bolsas PIBIC/CNPq e 20 PIBITI/CNPq, totalizando 57 cotas a mais do que no último pleito efetuado junto ao CNPq. As cotas adicionais de bolsas PIBIC/CNPq foram distribuídas de acordo com as regras do Edital N° 05/2020 – Propesq e incrementaram em 6% o número de bolsas de Iniciação Científica (IC) ofertadas em 2020 em comparação com 2019.

O edital N° 05/2020-PROPESQ levou em consideração a avaliação do Curriculum vitae do docente, a partir do Índice de Produtividade Individual (IPI). Foram também considerados critérios de prioridade para a concessão das cotas: ser docente produtividade do CNPq, e ser orientador credenciado em programa de pós-graduação com elevado conceito pela CAPES. Em 2019, foram empregados como critérios de avaliação o IPI do docente (peso 6,0) e o mérito científico do projeto (peso 4,0).

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Macena disse:

    Perfeito o seu comentário, caro Deco. João Macena.

  2. Deco disse:

    Cadê aquela choradeira??? "Wentraube cortou verbas da educação.: buá, buá, ..piriri, pororó, valha- me Deus ….etc etc…
    Agora fala aí dep. Tábata, Natália Bonavides, Rafael Mota e todos aqueles professores, estudante, Une, UBes hipócritas?

Vagas por cotas na UFRN: Identificação de negros passa a ter avaliação de características físicas

 Foto: Igor Jácome/G1

Reportagem do portal G1-RN nesta quarta-feira(09) informa que o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da UFRN aprovou, nesta terça-feira (8) os procedimentos de heteroidentificação – avaliação por terceiros – dos candidatos negros, pardos indígenas que concorrerem a cotas nos processos seletivos para cursos da instituição. A partir de agora, não basta a autodeclaração do candidato. Ele passará por uma comissão que vai avaliar suas características físicas.

Segundo a reportagem, a resolução aprovada na terça (8) é sobre o ingresso de alunos. Para concurso de servidores (técnicos ou docentes) existe uma Comissão de Heteroidentificação desde 2018. A heteroidentificação é a identificação por terceiros sobre a autodeclaração feita pelos candidatos que concorrem às vagas reservadas para negros e indígenas.

Ainda segundo o G1-RN, conforme a nova norma, para candidatos autodeclarados negros, será considerado exclusivamente o aspecto fenotípico (características físicas), sendo excluídos os fatores genotípico (genético) dele ou características físicas dos parentes.

Veja mais detalhes em reportagem na íntegra aqui.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zanoni disse:

    Pelo fim desse tipo de cota. COTA ERA PARA EXISTIR APENAS PAR POBRES, NA FORMA DA LEI.

  2. José, o arquiteto do universo! disse:

    Eu sou totalmente contra esse tipo de lei de cotas de cor de pele ou de genética,aqui no Brasil quase todas as pessoas são mestiças,diretamente ou indiretamente,raras exceções de algumas comunidades de indígenas ou ameríndios(amarelos) que vivem isolados,e de algumas comunidades de africanos de pele negra que ainda vivem isolados,essas comunidades denominadas de quilombos,e também de brancos europeus descendentes diretos de imigrantes que são brasileiros e brasileiras de segunda e terceira e quarta e quinta geração que ainda vivem isoladas em pequenas comunidades rurais de agricultores e agricultoras,principalmente de descendentes de imigrantes alemães,russos,ucranianos,holandêses e italianos e japoneses que vivem fechados em suas bolhas de casamentos entre parentes entre suas próprias etnias e também de extrangeiros brancos naturalizados brasileiros e brasileiras recentemente oriundos da Europa e da América do Norte:EUA e Canadá que vivem em bolhas étnicas e também africano(a)s e orientais ou asiático(a)s também naturalizados recentemente brasileiros e brasileiras, já os outros brasileiros e brasileiras já estamos todo(a)s miscigenados e miscigenadas diretamente ou indiretamente herdamos a genética dos amerindios ou índios que são parentes dos chamados amarelos ou mongolicos da Ásia ou oriente,do branco europeu da etnia Latina:principalmente portuguêses e espanhóis e da etnia branca semita da Ásia média ou Oriente médio e dos africanos de pele escura.

  3. Ednaldo disse:

    Medida acertada de avaliar as características físicas.

UFRN retoma aulas remotas com casos de alunos isolados no interior sem internet e estrutura para acompanhamento

FOTO: ILUSTRATIVA/© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A UFRN retomou as aulas de modo remoto nesta data. Só que muitos alunos não tem condições de acompanhar as aulas devido a falta de estrutura. Chega ao Blog, como um exemplo, um caso de uma pessoa que mora na residencia da UFRN, e quando teve a pandemia, foi mandada de volta pra casa para o interior. O drama começa a partir de então. Nesse interior, a casa dela não tem acesso a uma estrutura minima de internet ou computador. No caso específico, já se foi mandado colocar internet várias vezes, mas as empresas que colocam na região dão a justificativa que a localização onde essa pessoa mora não é favorável.

Segundo o caso relatado ao Blog, desde junho pra cá a UFRN não tomou um posicionamento favorável ao retorno destes que apenas querem estudar. Ainda no caso como exemplo, essa pessoa solicitou o auxilio instrumental, mas, devido a greve dos Correios, o equipamento ainda não chegou.

“O retorno para a residência da UFRN foi solicitado de forma até humilhante, pois somente com ele é possível ter acesso as condições mínimas para estudo”, disse uma fonte ao Blog.

FERA: Aluno da UFRN conquista 1º lugar nacional em concurso de piano

Foto: Ilustrativa

O estudante Tiago Ferreira, do sétimo período do curso de Bacharelado em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foi classificado em 1º lugar na Etapa Nacional e Estadual do Concurso Jovens Solistas OSRN (Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte), do projeto Movimento Sinfônico. A conquista aconteceu no último mês de junho, por meio do programa Terças Clássicas ao Vivo com o Maestro, através dos canais oficiais da orquestra, YouTube e Facebook.

O pianista levou o prêmio de R$ 3 mil na etapa nacional. Foram 122 inscritos habilitados, oriundos de 65 cidades do Brasil. Desses, saíram 20 finalistas que concorreram ao prêmio. O sistema de votação foi realizado por meio do site da Orquestra e todas as etapas aconteceram virtualmente.

Tiago Ferreira é natural de Natal (RN), iniciou seus estudos musicais aos dez anos de idade na Escola de Música da UFRN (EMUFRN), no projeto de extensão Jovens Pianistas, orientado pelo professor Tarcísio Gomes Filho. Atualmente, com 20 anos, é professor de piano do espaço musical Hilkélia e bolsista no curso de extensão da UFRN.

“Gostaria de agradecer a vocês por possibilitarem essa chance do concurso, que é muito difícil!  E também à minha mãe que sempre, desde criança, me levou para as aulas, mesmo com todas as dificuldades não desistiu de mim, e, ao meu professor Tarcísio Gomes, que soube lidar comigo desde o princípio e me ajudou a chegar onde cheguei; agradeço à minha namorada, também pianista, que me auxilia bastante, aos meus vizinhos e colegas da Escola de Música pelo apoio”, finaliza Tiago Ferreira.

Com UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chicó disse:

    Muito bom !!! Parabéns ao Tiago !

Incubadora de empresas da UFRN abre inscrições; veja edital

A BIO INOVA, incubadora de empresas dos centros de Biociências e de Ciências da Saúde, divulga edital para pré-incubação e incubação de empresas. De fluxo contínuo, as inscrições com as propostas dos interessados deverão ser realizadas através do e-mail da BIO INOVA e estarão abertas a partir desta sexta-feira, 31, estendendo-se até o dia 30 de julho de 2021.

O edital de incubação está disponível nos endereços eletrônicos do Centro de Biociências (CB), e do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Nele, constam as etapas e modalidades do sistema de incubação, bem como serviços oferecidos e a infraestrutura disponibilizada, além das regras para as inscrições.

O gerente executivo da BIO INOVA e professor do Departamento de Farmácia, Matheus de Freitas Fernandes Pedrosa, frisou que o Edital recém-publicado tem caráter de fluxo contínuo e que serão ofertadas vagas para empresas residentes, ou seja, que utilizam da infraestrutura física da incubadora, bem como de não residentes, as quais localizam-se fora da incubadora, em etapas de pré-incubação e incubação.

“Não existe um número de vagas pré-definido, restringindo-se à capacidade física e administrativa da incubadora. O público-alvo são empresas e empreendedores pessoa física, individualmente ou em grupo, que tenham ideias de produtos ou processos inovadores em Ciências da Vida, que necessitem de apoio para desenvolvê-las e transformá-las em negócio”, explicou o gestor. Segundo ele, a BIO INOVA disponibilizará sala de reunião e espaços para uso compartilhado pela incubadora, seus parceiros e os participantes de seu sistema de incubação, além de salas de uso compartilhado pelas empresas selecionadas para a pré-incubação e incubação, com instalações básicas padronizadas de energia elétrica e de comunicação de dados.

Matheus Fernandes acrescentou ainda que a perspectiva é que a incubadora possa ainda disponibilizar alguns laboratórios do CB e do CCS da UFRN. Ele pontuou ainda que a BIO INOVA irá oferecer serviços como orientação tecnológica sobre o desenvolvimento de produtos e processos, orientação sobre propriedade industrial, orientação empresarial através de consultorias e assessorias especializadas, capacitação para os empreendedores e a Divulgação dos empreendimentos nas diversas mídias utilizadas pelas incubadoras.

Empreendimento

Uma incubadora de empresas é uma entidade que fornece suporte e conhecimento para pequenas empresas que estão se organizando para se lançar ao mercado. As incubadoras prestam auxílio para as empresas iniciantes, oferecendo suporte técnico, gerencial, administrativo e mercadológico. A incubação é a etapa em que se dá início ao projeto e se começa a desenvolver o plano de negócio com toda a assessoria necessária para seu sucesso.

UFRN

Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), da UFRN, seleciona bolsista nas áreas de Jornalismo e Língua Portuguesa

(Foto: Reprodução)

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), divulgou edital para a seleção de bolsista de iniciação científica para o Projeto de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado a Esclerose Lateral Amiotrófica. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de agosto, por meio da Plataforma de Processos Seletivos do LAIS, disponível no endereço https://selecoes.lais.huol.ufrn.br/. Veja o edital.

O processo visa a seleção de alunos de graduação que estejam regularmente matriculados em curso da UFRN nas áreas de Comunicação Social/Jornalismo e Letras – Língua Portuguesa, todos a partir do 5º período do curso. Os candidatos aprovados no processo seletivo comporão uma lista de cadastro de reserva, sendo então convocados conforme a ordem do resultado final da seleção, a disponibilidade de eventuais vagas e a validade do processo seletivo.

Os candidatos convocados deverão, no âmbito do Projeto revELA, desenvolver atividades e pesquisas relacionadas com a acessibilidade de materiais didáticos impressos e audiovisuais ou qualquer outro produto desenvolvido pelo Projeto.

Para participar da seleção é preciso ter disponibilidade para cumprimento de até 20 horas semanais, conforme plano de trabalho a ser definido no início das atividades. O valor da bolsa é de R$ 600,00, mensais.

UFRN

Pesquisadores da UFRN participam de estudo sobre uso da hidroxicloroquina

Foto: Ilustrativa

A hidroxicloroquina (HCQ) é um medicamento que consegue – em laboratório – inibir a multiplicação do novo coronavírus no interior das células e, por isso, tem sido usado no tratamento de casos da covid-19. Mas será que a HCQ é eficaz em reduzir os sintomas e diminuir a frequência das complicações decorrentes da covid-19 em seres humanos? Para responder essa pergunta, foi produzido o Estudo Coalizão I, que avalia os resultados do uso da HCQ em pacientes da covid-19.

Esse trabalho mobilizou um grupo de pesquisadores brasileiros, atuando em 55 hospitais distribuídos nas cinco regiões do país. Dessa equipe fazem parte quatro professores do Departamento de Infectologia (DEINF) do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Eveline Pipolo Milan, Mônica Baumgardt Bay, Manoella do Monte Alves e Eduardo Teodoro Gurgel de Oliveira foram os responsáveis, no estado, pela condução desse estudo no Hospital Giselda Trigueiro.

O resultado do trabalho dessa frente nacional de pesquisadores, chamado Coalizão Covid-19 Brasil, foi apresentado no artigo Hydroxychloroquine with or without Azithromycin in Mild-to-Moderate Covid-19, publicado na última quinta-feira, 23, na revista The New England Journal of Medicine, uma das mais importantes publicações científicas na área de medicina. Para ler o artigo, acesse este link.

O artigo trata especificamente do uso da HCQ associada ou não ao uso do antibiótico azitromicina (AZI) em pacientes com sintomática leve e moderada de covid-19. O Coalizão I é o primeiro de uma série de nove estudos que estão sendo elaborados no Brasil para investigar a eficácia de terapias administradas em pacientes acometidos pelo novo coronavírus.

Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita Honesta disse:

    Quem está financiando todos esses estudos que, de repente estão sendo feitos com esse medicamento que já vem sendo amplamente usado há décadas, custa muito pouco e vem se mostrando eficaz em todo lugar onde é utilizado? No casso dessa universidade pública, será que não há algo melhor onde aplicar seus parcos recursos? Ou está obrando dinheiro por lá? A coisa é muito simples e torna desnecessário tanta celeuma: toma quem quiser, quem acreditar no medicamento. Aliás, tem até que assinar uma autorização. Quem não quiser, não acreditar na sua eficácia, não tome, vá tomar… outra coisa ou fique esperando o seu quadro de saúde se agravar e depois busque os leitos hospitalares que a governadora do PT não criou e os respiradores que ela não comprou (embora já tenha pago por eles alguns milhões). É coisa muito simples.

  2. Webrevenger disse:

    A medica do video, a que acredita nos reptilianos, já disse que a cura é a cloroquina de jesus. Esse estudo não mudará isso.

  3. CNN disse:

    Esse medicamento poderia ser o título da Próxima Novela da Globo

  4. Flávio Martinez disse:

    Esse estudo será muito bem-vindo. Provavelmente, outras drogas também serão pesquisadas dentro em breve

VÍDEO: Técnica desenvolvida por pesquisadores da UFRN aumenta expectativa no combate à desertificação do semiárido

O replantio da Caatinga, castigada pela ação humana há séculos, é uma das alternativas utilizadas em ações para sua restauração. O problema é que, nos métodos convencionais, a mortalidade das plantas transplantadas chega a 70%, o que significa um grande desafio para as equipes que atuam nesse bioma. Porém, uma técnica desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) demonstrou que algumas espécies de plantas têm maior resistência a esse processo, o que gera uma grande esperança no reestabelecimento de áreas florestais do semiárido.

Entre os métodos de plantio diferenciados para essa área, a pesquisa coordenada pela professora Gislene Ganade, do Departamento de Ecologia do Centro de Biociências (CB/UFRN) e coordenadora do Laboratório de Ecologia da Restauração (LER), experimentou a substituição de plantas de raízes curtas por mudas de raízes longas. Esse primeiro trabalho realizado entre os anos de 2013 e 2016 numa área de cinco hectares da Floresta Nacional de Açu (Flona), no município de Assú, apresentou resultados muito satisfatórios. A ação utilizou seis espécies de arvores nativas, entre elas a jurema preta, a catingueira e a aroeira.

Pesquisadora Gislene Ganade transplanta muda de Juazeiro. Foto: Divulgação

O experimento revelou que as plantas grandes com raízes grandes atingem até 70% de sobrevivência, enquanto as plantas pequenas com raízes pequenas apenas 30%. O melhor é que os resultados foram confirmados para plantas irrigadas durante 1 ano e plantas irrigadas só no momento do plantio, dispensando assim o custo de montagem de um sistema de irrigação periódica. Não é à toa que a técnica utilizada ganhou o certificado Dryland Champions (campeões das terras áridas) da Organização das Nações Unidas (ONU).

A mesma técnica foi aplicada com grande sucesso em um segundo experimento de plantio de ampla escala implementado também na Flona de Açu, utilizando então 16 espécies de árvores. O trabalho realizado entre 2016 e 2019, foi registrado pela equipe em fotos e num vídeo apresentado pela professora Gislene Ganade. A técnica de plantio com mudas de raízes longas também já foi implementada em outras áreas dos municípios de São Bento do Norte (RN) e no Parque Nacional do Catimbau, em Pernambuco.

Além disso, o projeto já estabeleceu uma lista das localidades em que mais de 600 espécies arbóreas podem ser plantadas em toda a Caatinga, inclusive considerando as mudanças climáticas e sua relação com a perda ou ganho de espécies em cada localidade. Uma projeção futura foi apresentada para os próximos 50 anos, de 2020 a 2070. A experiência exitosa reforça a tese do grupo de pesquisadores do LER de que a Caatinga pode e deve ser restaurada.

Pesquisa

O projeto desenvolvido pela UFRN para a restauração da Caatinga está integrado à plataforma TreeDivNet que colabora com 16 países. Além disso, mantém parcerias com a Universidade Técnica de Munique (Alemanha) e a Universidade de Exeter (Inglaterra) em pesquisas que investigam as espécies arbóreas com maior potencial ecofisiológico para fixar carbono e restaurar áreas degradadas no semiárido brasileiro.

A partir desta pesquisa já foram desenvolvidas 10 teses de doutorado, 6 dissertações de mestrado, 14 trabalhos de conclusão de curso, 7 artigos científicos e 6 artigos submetidos em revistas internacionais. Recentemente, ela foi apresentada na live Restauração da Caatinga: Avanços e novas perspectivas, promovida pela Associação Caatinga de Fortaleza, pela professora Gislene Ganade. Esse tema tem o incentivo da ONU que instituiu a Década de Restauração de Ecossistemas, com início marcado para 2021 e seguindo até 2030.

A ação da ONU é voltada à recuperação de ecossistemas degradados em todo o mundo para o combate à crise climática e para o fortalecimento da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.  Nesse sentido, destaca a professora Gislene Ganade, “a Caatinga terá importante contribuição para o mundo se projetos de restauração em larga escala forem implementados, sendo que esses projetos também representam uma valiosa contribuição ao combate à desertificação desse importante ecossistema brasileiro”.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio Martinez disse:

    Fantástico!! Parabéns!!!

  2. Joaquim disse:

    Quem paga os salários do funcionalismo público é o gado que trabalhar

  3. Manoel disse:

    Fantástico!
    Parabéns aos pesquisadores!
    Parabéns para a ciência!
    Parabéns à UFRN!

  4. Francisco de Assis disse:

    Parabéns a UFRN pelo ótimo trabalho. O gado não vai gostar dessa matéria porque o gado só gosta de pasto e mentiras.

    • joao disse:

      Pelo seu comportamento e no linguajar raivoso…. deve trabalhar na UFRN ou fazer parte daquilo de alguma forma. Falar de pessoas como se fossem animais nao é nada etico, e parece fazer parte de alguns meios que espero nao ser educacional. Felizmente, o ente publico as vezes faz jus a sua despesa.. e quando nao faz, deve ser criticado e cobrado. Tem outro animal que simboliza quem nao quer entender criticas construtivas e simboliza ideologias, mas acho feio usar esses termos.

    • Francisco de Assis disse:

      João, vai ver se eu estou na esquina. Deixa de ser hipócrita. Você sabe muito bem que quem sustenta seus argumentos com baixo nível intelectual e alto nível de sadismo é a caterva que sustenta o que ouvem do seu líder mor. Gado é até um elogio para vermes. Agora vocês é que são mi mi mi, é?

COVID-19: Nota aos médicos e comunidade acadêmica da UFRN atualiza informações sobre uso de medicamentos, e divergência entre professores ainda permanece, embora minoria

(Foto: Reprodução)

Foi divulgada hoje uma atualização para a nota produzida no início deste mês falando do uso de medicação e de terapêuticas no tratamento da covid-19. O documento foi produzido pelo Departamento de Infectologia (DINF/UFRN) do Centro de Ciências da Saúde(CCS/UFRN) e é direcionado aos médicos e à comunidade acadêmica da UFRN.

A nota teve sua primeira versão publicada em 7 de julho, quando o Departamento de Infectologia realizou uma reunião para apresentar e discutir dados da literatura científica que justificassem o uso de algumas medicações usadas para prevenção e tratamento de agravamento de saúde causado pela covid-19. A ideia era elaborar um documento para orientar profissionais da saúde e que pudesse ser atualizado sempre que novas evidências científicas fossem publicadas.

Com essa atualização, a nota passou a trazer um posicionamento a respeito do uso de terapia antitrombótica, ampliando as temáticas desenvolvidas no documento redigido anteriormente que trazia considerações sobre: o uso de medicamentos antes da exposição ao novo coronavírus para evitar infecção, o uso de fármacos para prevenir a infecção após a exposição ao vírus, a administração de remédios para controlar ou reduzir a multiplicação do vírus no organismo e o uso de terapêuticas com ação no sistema imune no tratamento de complicações decorrentes da covid-19.

A nota aborda o uso da cloroquina, da hidroxicloriquina, da azitromicina, da ivermectina, da dexametasona além de outros medicamentos utilizados no tratamento da doença. O documento reafirma que diante de novos estudos que venham a surgir, as recomendações do DINF/UFRN poderão ser atualizadas.

Leia posicionamento:

A Covid-19 é uma enfermidade pandêmica que registra números elevados de casos, inclusive no Estado do Rio Grande do Norte. O agente causal é o SARS-CoV- 2, um vírus contagioso por via respiratória e que pode produzir doença grave em cerca de 20% dos que se infectam. Entretanto, aproximadamente 80% dos infectados desenvolverão uma doença leve autolimitada ou uma infecção assintomática. Nestes casos, o uso de medicação específica é absolutamente dispensável, recomendando- se apenas o uso de medicações sintomáticas.

Em virtude do uso de fármacos para profilaxia pré ou pós-exposição ou com a finalidade de tratar de forma específica/adjuvante a COVID-19, o Departamento de Infectologia da UFRN (DINF) realizou uma reunião plenária em 07 de julho de 2020, onde compareceram todos os professores, com o objetivo de apresentar dados da literatura que justificassem o uso de tais medicações. Dia 16 de julho de 2020 foi realizada nova reunião plenária, para atualizações.

Neste sentido, apresentamos abaixo um resumo do que foi discutido e definido pelos professores do DINF.

O DINF esclarece que, caso haja nova evidência científica publicada, estas recomendações serão atualizadas.

1- Uso de medicação profilática pré-exposição.

Até o momento não há dados na literatura que justifiquem o uso de qualquer fármaco para evitar a infecção pelo SARS-CoV-2 ou ainda, que possa impactar na gravidade da doença antes que ela se estabeleça, como por exemplo a ivermectina. O tema profilaxia pré-exposição não tem sido contemplado por ensaios clínicos.

2– Uso de medicação para profilaxia pós-exposição.

Este ponto tem sido contemplado por ensaios clínicos randomizados e os resultados até agora apontam para ineficácia desta medida, como por exemplo, o uso da hidroxicloroquina para este objetivo. Aguardamos por publicações científicas que justifiquem a intervenção preventiva medicamentosa.

3– Uso de medicações que controlem ou reduzam a replicação do SARS- CoV-2 em humanos.

Até o momento o uso da cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina ou lopinavir/ritonavir não se mostraram eficazes no controle da replicação viral em ensaios clínicos em humanos. Não há evidência de impacto no curso clínico e prognóstico da
doença.

No tocante à ivermectina, não foi identificado nenhum ensaio clínico publicado em humanos relacionado ao seu uso no tratamento da COVID-19.

O Remdesivir não está disponível no Brasil até a presente data. Este medicamento parece ter uma ação no controle da replicação viral, todavia seu uso estaria recomendado somente para casos hospitalizados e graves.

4– Uso de terapêuticas que interfiram no curso clínico da enfermidade por agirem sobre o sistema imune, incluindo imunoterapia.

Dexametasona: evidência de um ensaio clínico sugere que baixa dose dexametasona (6 mg/dia) tenha benefício no manejo de pacientes graves, com necessidade de oxigênio suplementar. Até o momento, o uso de corticoide nos casos leves não está indicado, devendo-se enfatizar que o seu uso em fases iniciais da doença tem potencial de dano.

Quanto ao uso de inibidores de interleucina-1, inibidores de IL-6 (sarilumab, siltuximab e tocilizumab), imunoglobulina anti-SARS-CoV-2 ou plasma de convalescente, ainda não há dados suficientes que respaldem sua eficácia na COVID-19. No entanto, admitimos seu uso compassivo em pacientes graves e/ou no contexto de ensaios clínicos randomizados e aprovados pelas agências regulatórias.

5– Uso de terapia antitrombótica.

As evidências existentes sugerem que todos pacientes internados devem receber profilaxia antitrombótica. Anticoagulação plena deve ser iniciada tão logo surjam sinais clínicos e/ou radiológicos de tromboembolismo

Após ampla discussão dos temas, os professores do DINF concluíram que estas recomendações seriam as mais atualizadas, com base nas evidências científicas disponíveis, a serem seguidas pelos médicos e comunidade acadêmica.

Professores que estavam presentes e aprovaram esta atualização:

Prof. Kleber Giovanni Luz – Doutor em Doenças Infecciosas e Parasitárias/USP – Chefe do departamento.

Prof. André Luciano de Araújo Prudente – Especialista em Infectologia.

Profa Eveline Pipolo Milan – Doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias /UNIFESP.

Prof. Hareton Teixeira Vechi – Especialista em Infectologia.

Prof. HenioGodeiro Lacerda – Doutor em Ciências da Saúde /UFRN.

Prof. Igor Thiago Borges de Queiroz e Silva – Doutor em Doenças Infecciosas e Parasitárias/USP

Profa.Manoella do Monte Alves – Mestre em Ciências da Saúde/UFRN.

Profa. Mirella Alves da Cunha – Doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias/USP.

Professores que estavam presentes e não aprovaram esta recomendação:

Profa. Eliana Lúcia Tomaz do Nascimento – Doutora em Ciências da Saúde/UFRN

Profa. Denise Vieira de Oliveira – Especialista em Infectologia.

Professores que aprovaram a recomendação original, mas que estavam ausentes na reunião de atualização:

Profa. Mônica BaumgardtBay – Mestre em Ciências da Saúde/UFRN – Vice-Chefe do departamento. Ausência justificada por atividade acadêmica.

Profa.Marise Reis de Freitas – Doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias/UNIFESP. Ausência justificada por férias.

ÍNTEGRA AQUI.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita Honesta disse:

    Universidades públicas caríssimas, repletas de "esquerdinhas" e deixando de cumprir sua missão, que seria ENSINAR, para fazer política (favorável à esquerda, claro, "Lula livre!"). Tem que privatizar todas elas, começando pela UERN, sustentada por um estado pobre e com suas finanças quebradas. Quanto à essa discussão estéril e que já está fedendo faz tempo, a coisa é muito simples. Quem quiser fazer uso desses medicamentos, de baixo custo, usados há décadas e que vêm mostrando resultado prático POSITIVO contra esse vírus (esse é o mundo REAL), use. Quem não quiser tomar, vá tomar… outra coisa qualquer ou não tome nada e fique esperando o quadro se agravar. Quando estiver bem pior, vá atrás dos leitos de hospital que a governadora do PT NÃO CRIOU e dos respiradores que ela NÃO COMPROU (embora tenha mandado dinheiro para uma empresa fantasma). Recomendo também aos que não quiserem usar que adquiram logo um plano funerário e um lote no cemitério. Povo besta!

  2. Paulo Henrique disse:

    Os doutores são do grupo do “kit entubação” use e será entubado : vem no kit dipirona e tylenol .

  3. Flávio disse:

    Seria bom que explicassem porque pessoas de alto risco, quando foram submetidas a protocolos desenvolveram a forma leve da doença.
    pois a explicação que estes casos estariam entre os 80% que não vão desenvolver sintomatologia grave, é pífia e sem embasamento científico, pelo qual tanto prezam.

  4. André Azevedo disse:

    Melhor ficar vivo empiricamente do que morto cientificamente. Já marquei o nome de cada que assinaram Essa nota pra nem passar por perto do consultorio. Passar Dipirona e Tylenol não precisa fazer medicina. Eles tem que ler o artigo do JAMA que indica que apenas 12 % da medicação utilizada pela cardiologia tem evidências científicas . E esses “cientistas” querem evidências num meio de um estado de “exceção “ como eh a pandemia. Só digo uma coisa : só olhar a bolsa de cada um que tem uma ivermectina dentro dela pra tomar profilaticamente. Podem assinar o que eu to dizendo. conheço meia dúzia deles que estão usando . “Pra mim vale . Pro povo por enquanto não vale” “só vale quando terminar a pandemia “ . Ah ta !

  5. Gianpaolo Di Mazzi disse:

    Em suma, os que tem eficácia comprovada sao o Corticóide, o Remdesivir e os Anticoagulantes (pra evitar trombose). O resto não passa de placebo. Aliás, muita gente está tomando placebo por aí é não sabe…

    • Flávio disse:

      Pelo que li, nenhuma medicação tem comprovação, mas tenho certeza que se adoecerem, irão se tratar com alguma medicação que não possua comprovação científica.

  6. Joao disse:

    Fiquei em duvida se neste momento de guerra politica e durante uma troca de cartas dentro das classes medicas, a UFRN na mao destes, estao falando de ciencia ou politica, ou estao misturando os dois. Principalmente quando nao ha um consenso total entre todos eles. E a populacao de infectados vao fazer o que? ja que nao deram uma LUZ de solucao pra esta populacao, a nao ser ficar em casa ha mais de 3 meses, na qual neste periodo morreram 1600 pessoas. E o mais interessante, quando ninguem aguentou mais o "fique em casa", os indices parecem começar a cair, exatamente apos o baixo isolamento, segundo a confusa midia.
    Qual seria o papel da universidade neste contexto afinal? O que seria a ciencia de observacao, um metodo cientifico?

  7. Bela disse:

    Suponho q os nobres cientistas estão no dia dia na linha de frente no contato direto com os pacientes nos hospitais públicos e privados.
    É sabido q mesmo 40 horas e dedicação exclusiva podem clínicar. E vão só com EPIs sem tomar nada preventivamente?
    Se não é obrigatório, é defesa de opinião, quem quiser tomar toma quem.
    Discussão estéril

  8. Antenado disse:

    É só não tomar. Ninguém está sendo obrigado. Discussão besta essa. Agora, não pode ser hipócrita e dizer que é contra e depois tomar, como se tem visto.

  9. ricardo disse:

    Tão ineficaz que derrubou os casos e mortes no RN, mas isso é invisível nessa nota, tudo isso será fortemente julgado em vindouros 2023, 2024.

    • Lucas disse:

      Ricardo, o que seria da gente sem você? Ainda bem que você apareceu para desmentir o Dr. Kléber Luz! Por favor, deixe aqui seu contato, a população de Natal tem que procurá-lo diante de qualquer intercorrência infecciosa, nos ajude, ó sábio!

    • Jr disse:

      Se você comprovar o que disse ganhará o Nobel de medicina!

    • Manoel disse:

      Rapaz o que tem de médico, cientistas e pesquisadoresno RN é uma festa. Afirmam q as mortes diminuiran por causa do placebo. Será q usaram tb na Itália, França, Alemanha e etc? NÃO.
      Enquanto o mundo diz q esses remédio não servem para nada e até podem trazer efeitos colaterais, os cientistas daqui dizem o contrário.
      A propósito, não é permitido a pessoa sair por aí se medicando e por isso a anvisa probiu a venda.

Pesquisa da UFRN desenvolve reator para tratamento de maiores volumes de águas residuárias em menor tempo

O desenvolvimento físico do produto foi realizado nas dependências do Laboratório de Eletroquímica Ambiental e Aplicada (LEAA) – Foto: Anastácia Vaz

Um reator eletroquímico com efetiva função para tratamento de rejeitos domésticos, hospitalares, das indústrias têxteis e das indústrias do petróleo, que não utiliza de agentes químicos tóxicos para realizar o tratamento – nem agentes biológicos, é o resultado do mais novo depósito de pedido de patente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

As discussões sobre tratamento de águas residuais vêm sendo desenvolvidas há muito tempo, visto que há preocupação sobre como a sociedade descarta o que produz. Segundo Djalma Ribeiro da Silva, um dos cientistas autores do pedido, o tratamento dos efluentes é relevante pois estas ‘águas descartadas’ contêm altas concentrações de matéria orgânica, capazes de poluir o meio ambiente quando são despejadas diretamente em rios, oceanos ou mananciais. Ele pontuou que, sem o tratamento, os processos de regeneração dos biomas ficam prejudicados, o que pode comprometer o acesso das futuras gerações aos recursos naturais.

Por sua vez, Júlio César Oliveira da Silva, doutorando, autor da tese que deu início ao desenvolvimento da nova tecnologia, explicou que procurou, em sua pesquisa, gerar novas técnicas ou aprimorar algumas, de forma a ter uma utilidade para a sociedade. “Devido à sua estrutura inovadora, o reator permite ao processo de tratamento em fluxo, em que o efluente passa pela primeira câmara interna do reator e, logo em seguida, pela segunda câmara interna do reator antes de retornar ao reservatório, uma otimização ao processo de oxidação anódica, permitindo o tratamento de maiores volumes de águas residuárias em menor tempo, consequentemente diminuindo os custos operacionais”, colocou o estudante do Programa de Pós-graduação em Química e professor de Ensino médio da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer do RN.

O terceiro autor do pedido de patente, o docente Carlos Alberto Martínez Huitle, listou vantagens da invenção. “Destaca-se, por exemplo, a sua facilidade de transporte e montagem para fins de tratamento de efluentes contendo uma larga faixa de contaminantes orgânicos e inorgânicos, das mais variadas concentrações, o que favorece seu emprego nos processos de tratamento e na pesquisa em planta piloto e sua posterior aplicação nas próprias indústrias que produzem as águas residuárias ou nas estações especiais de tratamento”, afirmou Carlos Alberto.

Há um crescente aumento dos índices de contaminantes em países em desenvolvimento e industrializados, principalmente os caracterizados como Poluentes Orgânicos Persistentes, os POPs, e os Hidrocarbonetos Aromáticos derivados de petróleo, os HPAs, que não são facilmente degradados em processos de tratamentos convencionais de efluentes, dos esgotos domésticos e hospitalares, do descarte das indústrias têxteis e das indústrias do petróleo.

O depósito de pedido de patente foi denominado Reator eletroquímico de dupla câmara interna e ânodo biativado para tratamento de efluentes. O dispositivo utiliza da energia elétrica, seja ela solar ou convencional, e foi projetado para tratar maiores volumes de efluentes do que os que são pesquisados no laboratório, de forma a ser empregado em estações de tratamento. A característica é possível pois o reator utiliza duas faces de trabalho do ânodo otimizando o tratamento, ou seja, diminui o tempo de tratamento consequentemente reduz o gasto energético. “É um equipamento versátil que pode utilizar tanto ânodos de oxidação direta como também de oxidação indireta, sendo de fácil montagem e locomoção. Nos testes aos quais foi submetido apresentou ótimos resultados” citou Júlio César.

Júlio César Oliveira da Silva, autor da tese que deu início ao desenvolvimento da nova tecnologia, procurou gerar novas técnicas com utilidade para a sociedade – Foto: Anastácia Vaz

Agir/UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gibira disse:

    É só parar de investir em balbúrdia e investir em pesquisas , ciências e tecnologia que o resultado é positivo.

UFRN regulamenta retomada das aulas a partir de 24 de agosto, mas de forma remota

Foto: Cícero Oliveira

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da UFRN regulamentou, nesta quinta-feira, 16 de julho, a retomada das aulas dos cursos de graduação do período letivo 2020.1, o qual estava suspenso desde 17 de março em virtude da pandemia da covid-19. A resolução aprovada prevê o reinício das aulas em 24 de agosto.

Buscando formas de cumprir a missão institucional da universidade e de atender às demandas da comunidade, preservando a segurança à saúde, a inclusão e a flexibilidade, as aulas da graduação do período 2020.1 acontecerão em formato remoto. Para fins operacionais, as turmas serão registradas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) como 2020.6.

Os alunos já matriculados nas turmas do 2020.1 terão as suas matrículas preservadas, exceto em casos de impedimento de oferta da turma. De toda forma, haverá um período de rematrícula para adição ou exclusão de turmas. Os discentes com programa suspenso ou em mobilidade acadêmica poderão ser reativados, mediante requerimento enviado à Pró-Reitoria de Graduação (Prograd).

Outro ponto importante da resolução é que não serão realizados cancelamentos de curso por abandono, decurso de prazo ou insuficiência de desempenho acadêmico. Além disso, os estudantes com necessidades educacionais específicas atendidos pela Secretaria de Inclusão e Acessibilidade (SIA) que tiverem dificuldades de acompanhar as turmas poderão solicitar o regime de exercícios domiciliares.

Os componentes curriculares de natureza prática ou a parte prática de componentes curriculares poderão ser adaptados ao formato remoto, após a aprovação de um plano específico pelo Colegiado de Curso. Em caso de não haver a possibilidade de oferta remota, a parte prática poderá ser ofertada posteriormente ou, excepcionalmente, no período letivo 2020.1, desde que ocorra a aprovação nos colegiados de cursos e plenários de departamentos, além da homologação nos centros ou unidades acadêmicas especializadas, se forem asseguradas as condições de biossegurança e as normas vigentes relativas à emergência em saúde pública da pandemia da covid-19.

Já as atividades presenciais de estágios que formam turmas, como os internatos, poderão ser realizadas se aprovadas pelos colegiados de cursos e plenários de departamentos, bem como se houver a homologação pelos centros ou unidades acadêmicas especializadas, respeitando as condições e normas de biossegurança.

Ensino

O docente utilizará a Turma Virtual do SIGAA e outras plataformas virtuais. Para as atividades de interação online síncronas [a participação do aluno e do professor acontece no mesmo momento e no mesmo ambiente], os professores deverão respeitar os dias e horários registrados para a turma no SIGAA. A frequência e a participação dos alunos serão verificadas de acordo com o acompanhamento das atividades propostas. Para os cursos da modalidade a distância, fica assegurado o uso do ambiente virtual de aprendizagem Moodle Mandacaru Acadêmico. Os materiais didáticos serão disponibilizados pelos professor durante todo o período, considerando as limitações das condições de isolamento social.

Assistência estudantil

Será concedido um plano de dados móveis, para o acompanhamento de atividades acadêmicas em formato remoto, a estudantes de graduação que estejam matriculados na retomada do 2020.1, em situação de vulnerabilidade socioeconômica e classificados como prioritários no cadastro único da UFRN.

Haverá ainda um auxílio instrumental voltado para alunos de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que estejam matriculados na retomada do 2020.1, visando subsidiar a aquisição de equipamento para acompanhar as aulas remotas. O benefício será concedido aos estudantes definidos como prioritários no cadastro único da UFRN, com renda familiar per capita de até um salário mínimo, podendo incluir também a faixa entre um salário mínimo e um salário mínimo e meio, a depender da disponibilidade orçamentária. Os valores do auxílio instrumental serão estabelecidos em editais específicos, tendo por base a distribuição orçamentária para recursos do Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) aprovada pelo Conselho de Administração (Consad).

Retrospectiva

O calendário do período letivo 2020.1 estava suspenso desde 17 de março, devido à pandemia da covid-19. Em virtude da imprevisibilidade de retorno das atividades presenciais e como ação de curto prazo, a UFRN regulamentou o Período Letivo Suplementar Excepcional (PLSE), que ocorre de forma facultativa para professores e estudantes e encerrará calendário no final deste mês de julho.

UFRN