Diversos

Unidades para menor infrator têm superlotação em 16 Estados, diz estudo

As unidades de internação de adolescentes em conflito com a lei apresentam superlotação em 16 Estados e no Distrito Federal, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

De acordo com o levantamento, o sistema oferece 18.072 vagas, mas abriga 21.823 internos -um deficit de 20,75% de vagas. Ao todo, funcionam no país 369 unidades de internação provisórias e definitivas.

Os dados foram revelados em meio à discussão na Câmara dos Deputados sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Os deputados discutem uma mudança na Constituição para antecipar a responsabilização como adulto para jovens que cometam crimes graves. O governo tem se manifestado contrário à mudança na legislação.

Atualmente, um menor que comete crime pode ficar internado por, no máximo, três anos -e até os 21 anos. Depois, o crime não fica registrado em seus antecedentes.

Pesquisa Datafolha mostra que nove em cada dez brasileiros se dizem favoráveis a redução da idade penal. Entre os entrevistados pelo instituto na semana passada, 87% apoiam a alteração. O percentual é exatamente o mesmo de pesquisa de abril, o maior desde o primeiro levantamento sobre o tema.

O estudo do Conselho do Ministério Público mostra que a falta de vagas em todos os Estados do Centro-Oeste. Há ainda problemas para a internação na Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Sergipe. Na Região Sudeste, a superlotação ocorre em São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. No Sul, no Rio Grande do Sul; enquanto na Região Norte, no Acre, Amapá e Pará.

Em São Paulo, o número de menores infratores é 8% maior do que o total de vagas. São 115 estabelecimentos, com capacidade de 8.348 vagas, mas abrigando 9.070. O principal problema está no Maranhão, onde a superlotação supera os 786%. O Estado registra 52 vagas e para 461 menores internados.

A conclusão da pesquisa sustenta que “o cumprimento das medidas socioeducativas, especialmente as restritivas de liberdade -internação e semiliberdade- está muito longe do que preconiza a Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo [SINASE] e o modelo do ECA”.

O texto justifica que fica claro que “há superlotação, poucas oportunidades de formação educacional e profissional, espaços insalubres, rebeliões nas unidades, fugas, dificuldades de atendimentos de saúde, entre tantos outros.”

Os dados constam na 2ª edição do relatório “Um Olhar Mais Atento às Unidades de Internação e de Semiliberdade para Adolescentes”, atualizados pela Comissão de Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério Público (CIJ/CNMP).

As informações foram obtidas por promotores de Justiça em todo o país, nas inspeções realizadas nos anos de 2013 e 2014, em 85,9% das unidades de internação e de semiliberdade para adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas. As fiscalizações pelo Ministério Público estão previstas no ECA .

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. É marginal demais!
    E a PTzada, juntamente com outros partidos de esquerda, editam leis para manter os criminosos fora da cadeia e para aumentar os benefícios aos já condenados. Também são contra a redução da maioridade penal para 16 anos, são a favor da descriminalizar o uso de drogas, defendem traficantes presos e condenados em outros países, dificultaram o porte de arma ao cidadão de bem, enfim.
    Já dá para termos uma idéia de como essa turma da esquerda é gente boa.
    Gente boa essses PTistas

  2. NÃO EXISTE DINHEIRO PARA FAZER ESTADIOS ATE NO AMAZONAS ONDE NEM SEQUER EXISTE TIME DE FUTEBOL, POR QUE NÃO TEM DINHEIRO PARA FAZER CADEIA PARA ESTES BANDIDOS CHAMADOS ASDOLESCENTE

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ESTRATÉGIAS OPOSTAS: Flávio costura apoios com Zema e Caiado, enquanto Lula intensifica críticas ao STF


Fotos: Douglas Magno e Gledston Tavares.

A corrida presidencial para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro — iniciou com movimentos divergentes entre os finalistas Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto o candidato do PL busca consolidar uma ampla frente política ao incorporar apoios de peso de ex-adversários, o petista tenta reavaliar o resultado do primeiro turno e passa a direcionar críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na primeira rodada, Flávio terminou à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%), contra 53,8 milhões (45,16%) de Lula, estabelecendo uma diferença de aproximadamente 2,3 milhões de votos. Para o segundo turno, a estratégia da campanha do senador é transformar o resultado do primeiro turno em uma rede de apoios regionais e partidários. Entre os principais movimentos destacam-se: os apoios de Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de alianças regionais, como o apoio do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, e do deputado estadual Márcio Canella, do Rio de Janeiro – a campanha bolsonarista busca firmar esses dois apoios.

Além de Zema e Caiado, o PL já conseguiu o apoio do ex-presidente Michel Temer, que declarou nessa terça-feira (6) que vai caminhar com os bolsonaristas no segundo turno da disputa presidencial.

Do outro lado da corrida pelo Planalto,  o presidente Lula demonstrou dificuldade em atribuir o resultado exclusivamente às escolhas da própria campanha, questionando em reuniões se o eleitorado não compreendeu as propostas. O presidente passou a relacionar o revés ao desgaste provocado por denúncias envolvendo o Judiciário.

Com informações da Revista Veja

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[VÍDEO] Eduardo Oinegue questiona a condenação de 14 anos de prisão de ‘Débora do Batom’


Vídeo: Reprodução/Band

O jornalista Eduardo Oinegue, âncora do Jornal da Band, questionou a condenação de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida nacionalmente como “Débora do Batom” a 14 anos de prisão por tentativa de golpe de estado e de abolição do estado democrático de direito.  A ré ficou marcada por ter pichado a frase “perdeu, Mané” na estátua da Justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 8 de janeiro de 2025/2023.

“Débora saiu de Paulínia, foi à Brasília, acampou diante do quartel-general do Exército, participou das manifestações de 8 de janeiro, escreveu, perdeu uma anél na estátua da Justiça diante do Supremo e, para Alexandre de Moraes e a maioria dos ministros, ao fazer isso, Débora do Batom participou de uma tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, comentou o âncora.

O comentarista disse ainda que nos autos do processo não há indícios de que a Debora do Batom teria participado de uma tentativa de golpe de estado. “Ela distribuía panfletos, integrava células subversivas, gritava palavras de ordem, mandando quebrar tudo, nos autos não tem nada disso, mas, segundo palavras que aparecem na decisão do STF ela aderiu conscientemente à ação coletiva e contribuiu para a empreitada comum. E aí tome 14 anos de prisão”, lamentou o jornalista. 

Ao concluir seu comentário, Eduardo Oinegue reforça o questionamento sobre a dura pena de 14 anos de prisão. “A Justiça tem que ser dura com os criminosos, a gente sempre cobre isso aqui, mas olhando para os fatos objetivos, te parece razoável o que aconteceu com essa moça?”, questiona o apresentador da Band. 

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[VÍDEO] PROFECIA ELEITORAL: Bolsonaro previu eleição de 140 parlamentares do PL com um ano de antecedência


Vídeo: Reprodução/Poder360

Com mais de um ano de antecedência, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acertou com precisão o número total de congressistas que o Partido Liberal (PL) elegeria no primeiro turno das eleições de 2026.

Em entrevista concedida ao portal Poder360 em 15 de julho de 2025, em Brasília, Bolsonaro projetou que a legenda conquistaria cerca de 120 cadeiras na Câmara dos Deputados e pelo menos 20 vagas no Senado Federal.

À época, o ex-presidente também comentou sobre os parlamentares que se elegeram com seu apoio e acabaram o traindo. “A população está se conscientizando. Nós começamos lá atrás com o PSL, elegemos 50 deputados, mas teve uns 20 que traiu a gente. Depois elegemos 99 e tivemos uns 15 que traiu. Já melhorou. Eu tenho certeza, eu vou fazer uns 120 deputados federais na próxima eleição [2026]. O PL faz também pelo menos 20 senadores pelo Brasil”, estimou Jair Bolsonaro.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

  1. Essa foi uma previsão vitoriosa 121 deputados e 19 senadores,Com dois filhos eleitos,a esposa e um irmão na câmara federal e no senado,a ex suplente de federal e o cunhado Distrital de Brasília

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MINISTÉRIO À VISTA?: Caiado é cotado para comandar a Agricultura ou Segurança em governo de Flávio Bolsonaro


Arte: Metrópoles

Nos bastidores da política nacional, empresários e interlocutores apontam o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como um dos nomes cotados para assumir um ministério em uma eventual gestão do senador Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República.

Caiado disputou o Palácio do Planalto no primeiro pleito presidencial, encerrando a disputa na quinta colocação com 2.605.148 votos, o que representou 2,18% dos votos válidos.

De acordo com apuração de bastidores, o ex-presidenciável recebeu duas propostas para integrar uma futura administração federal: uma voltada para a pasta da
Segurança Pública e outra para o Ministério da Agricultura.

Fontes do empresariado indicam que Caiado demonstrou maior afinidade e familiaridade com o setor agrícola. O ex-governador também é visto nos bastidores como o “padrinho político” do deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), que comanda a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Apesar das especulações e das conversas em curso, aliados e conselheiros recomendaram que Caiado evite qualquer resposta definitiva no momento. A orientação visa afastar qualquer interpretação de que o apoio a Flávio Bolsonaro estaria condicionado à ocupação futura de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Com informações do Metrópoles

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FUNDO ELEITORAL: Allyson gastou quase 3x mais que Cadu de Lula no 1º turno, mas teve menos de 1% de vantagem sobre o petista


Foto: José Aldenir

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) revela um contraste expressivo no uso de recursos públicos. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obtidos por meio da plataforma DivulgaCandContas, mostram que Allyson gastou proporcionalmente quase três vezes mais recursos do Fundo Eleitoral por voto do que seu adversário na primeira etapa do pleito.

Enquanto a campanha de Allyson Bezerra contou com R$ 4.055.595,00 em verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) de um total de R$ 4,7 milhões em receitas declaradas, a chapa de Cadu de Lula movimentou R$ 1.376.262,00 do fundo público, dentro de um total de R$ 1,742 milhão arrecadados.

O Raio-X do Custo por Voto

Allyson Bezerra (União Brasil)

Votos no 1º turno: 733.809 (36,94% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 4.055.595,00

Custo por voto: R$ 5,53

Cadu de Lula (PT)

Votos no 1º turno: 718.300 (36,16% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 1.376.262,00

Custo por voto: R$ 1,92

A divisão demonstra que a relação entre Fundo Eleitoral e votos de Allyson foi 2,88 vezes maior do que a registrada pela candidatura petista. Em termos práticos, para cada voto conquistado por Cadu Xavier, houve um aporte de aproximadamente R$ 1,92 em recursos públicos, ao passo que a campanha de Allyson registrou um custo unitário de R$ 5,53 por eleitor.

Distância nos Recursos, Empate Técnico nas Urnas

O dado econômico chama atenção sobretudo pela proximidade do resultado eleitoral. Apesar da diferença de cerca de R$ 2,67 milhões no volume de recursos públicos recebidos entre os dois candidatos, Allyson e Cadu encerraram o primeiro turno separados por uma margem estreita de apenas 15.509 votos.

Com o pleito polarizado, Allyson Bezerra e Cadu de Lula voltam a se enfrentar nas urnas no próximo dia 25 de outubro, quando os eleitores do Rio Grande do Norte definirão o novo chefe do Executivo estadual.

Com informações do Blog do Barreto

Opinião dos leitores

  1. ok bg, mas cadu é a continuação de fatima, mesmo não gostando de allysson, é melhor ele do que a continuação do PT, o RN não aguenta mais meu patrão

  2. Não foi somente esse valor não, teve o dinheiro da dismed e das candidatas a deputada que juntas receberam mais de três milhões

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Geral

Partido Novo decide pela neutralidade em 2° turno no RN e foca atuação em projeto nacional de Flávio Bolsonaro


Renato Cunha Lima, presidente do Novo no RN explicou os motivos que levaram a legenda a adotar neutralidade na disputa local de 2° turno. Foto: Reprodução/Yotube 98FM

O diretório estadual do partido Novo definiu sua postura para o cenário eleitoral e anunciou neutralidade na disputa pelo segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte. Em nota publicada nas redes sociais nessa terça-feira (6), o presidente estadual da sigla afirmou que o foco da legenda é colaborar com a ampliação de votos de Flávio Bolsonaro no Estado durante o 2° turno.

De acordo com o presidente estadual da legenda, Renato Cunha Lima, a decisão foi adotada por um princípio de coerência política. No primeiro turno, a sigla integrou a base de apoio à candidatura de Álvaro Dias (PL) e fez críticas públicas a ambos os projetos que agora disputam o executivo estadual.

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Eleições 2026

TSE nega fraude e esclarece pausa de 50 minutos na divulgação dos votos

Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) explicou nesta terça-feira (6) a interrupção de cerca de 50 minutos na divulgação do resultado nacional do primeiro turno e negou qualquer impacto na votação.

Segundo a Corte, houve uma contenção no processamento de dados após um aumento no fluxo de informações. A atualização parou às 19h14, quando 64,81% dos dados haviam sido divulgados, e foi retomada às 20h04.

O TSE afirmou que a falha ficou restrita à visualização nacional na internet. Os boletins de urna continuaram sendo transmitidos e os dados por Estado seguiram normalmente.

Após vídeos nas redes sociais associarem a pausa a uma suposta fraude, o tribunal classificou a alegação como falsa e informou que abriu uma apuração técnica para evitar que o problema se repita no segundo turno.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Política

Flávio sinaliza oposição à reeleição de Alcolumbre e Motta na Presidência da Câmara e Senado

Senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e o deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados — Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou nesta terça-feira (6), durante evento em Goiânia (GO), que um eventual governo seu não deverá apoiar a permanência dos atuais presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Ao comentar a nova composição do Congresso, que ampliou a presença da direita, Flávio destacou a possibilidade de construir maioria nas duas Casas para definir seus respectivos comandos.

“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje, com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, para a gente mudar a Constituição”, afirmou.

A eleição dos comandos das duas Casas ocorre em fevereiro de 2027 e será estratégica para a relação de um eventual governo Flávio com o Congresso.

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Geral

URGENTE: Rogério Marinho passa mal após agenda com Flávio e é hospitalizado

Reprodução

O senador Rogério Marinho (PL-RN) passou mal nesta terça-feira (6) e foi hospitalizado enquanto retornava a Brasília após um compromisso de campanha em Goiânia (GO), onde estava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

O mal-estar ocorreu durante o retorno à capital federal. De acordo com informações de pessoas próximas ao senador, ele foi ao hospital fazer exames por precaução.

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Judiciário

TÁ NAS MÃOS DE MORAES: PGR não vê impedimento para Flávio voltar a visitar Bolsonaro

Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta terça-feira (6) a favor de Flávio Bolsonaro (PL) voltar a visitar o pai, Jair Bolsonaro, antes do fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes. Paulo Gonet apontou que não há fatos novos que justifiquem prolongar a restrição.

As visitas foram suspensas em 13 de julho, após Flávio divulgar uma carta do ex-presidente sobre a disputa presidencial. Na ocasião, Moraes considerou que houve descumprimento da proibição de Bolsonaro usar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.

A defesa pede a antecipação da retomada do regime normal de visitas. Caso o pedido seja negado, solicita que Flávio possa fazer ao menos uma visita antes do término da suspensão, previsto para 11 de outubro, segundo os advogados.

O pedido foi apresentado após Flávio avançar ao segundo turno contra Lula (PT). O parecer da PGR ainda depende de análise de Moraes, responsável pela decisão final.

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