Casa de adolescente deve ter pelo menos 80 livros, diz estudo

(Hany Rizk / EyeEm-489012681/Getty Images)

Você já contou quantos livros tem em casa? Deveria. Um estudo da Universidade Nacional da Austrália afirma que crescer em um lar que tenha pelo menos 80 livros aumenta a chance de ser bem sucedido.

Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou homens e mulheres de 25 a 65 anos. A pesquisa pediu às pessoas que tentassem se lembrar de quantos livros tinham em casa durante a adolescência. Em seguida, os cientistas analisaram as habilidades dessas mesmas pessoas em três categorias: interpretação de texto, matemática básica e capacidade de utilizar dispositivos eletrônicos. Depois de cruzar todos os dados, os pesquisadores chegaram a um número: 80. Essa é a quantidade mínima de livros que você deve ter em casa, durante a adolescência, para que as suas habilidades cognitivas se desenvolvam bem.

O interessante é que esse número, 80, era constante. Se a pessoa tivesse essa quantidade de livros em casa, suas habilidades cognitivas sempre melhoravam, independentemente do grau de educação que ela havia recebido. “Crescer em casas com bibliotecas aumenta as habilidades dos adultos nas áreas estudadas, indo além dos benefícios atrelados à educação parental, escolar e ocupações posteriores”, diz o estudo.

Outro ponto curioso é que, conforme a quantidade de livros aumentava, o desempenho dos voluntários também – mas existe um teto, que é 350 livros (mais do que isso não melhorou a habilidade cognitiva).

Super Interessante

Homens com pênis pequeno estão mais propensos a infertilidade, diz estudo

O tamanho do pênis é algo que realmente importa para muitos homens, pois, ainda hoje, isso costuma ser associado a masculinidade, mas o foco dessa preocupação pode mudar se uma pesquisa estiver correta. Trata-se de um estudo que indica que os homens com pênis pequeno tendem a ter problemas relacionados a fertilidade .

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Segundo informações do portal britânico “Daily Mail”, a pesquisa liderada pelo médico Austen Slade, da Universidade de Utah, em Salt Lake City, nos Estados Unidos, contou com a participação de 815 homens pacientes de uma clínica de saúde sexual. Eles foram analisados no período de três anos e notou diferenças nos resultados dos exames de fertilidade dos participantes com o pênis pequeno .

De acordo com os dados coletados, a maioria dos homens que eram inférteis possuíam um pênis com um comprimento médio de 12,4 cm, já os homens férteis tinham um membro de cerca de 13,3 cm, ou seja, uma pequena alteração de tamanho. “Pode não ser uma diferença marcante, mas houve uma clara significância estatística”, explica Slade.

O pesquisador admite que tudo pode ser apenas uma coincidência, então é preciso mais pesquisas para determinar se existe uma relação entre o tamanho do pênis e a questão da fertilidade. Slade fala que os resultados sugerem que os homens com pênis menores que a média podem sofre com casos mais graves de infertilidade, mas acrescenta que esse dado ainda precisa ser analisado com mais calma.

“A princípio, homens que possuem pênis menores não precisam se preocupar com a questão da fertilidade”, tranquiliza o médico. As descobertas da pesquisa foram apresentadas na maior conferência mundial de fertilidade em Denver, na Colorado, Estados Unidos.

Pênis pequeno não é motivo de preocupação

A professora Sheena Lewis, da Queen’s University, que também fica em Belfast, expõe que é normal que o tamanho do pênis seja algo importante para os homens, pois isso mexe com o ego e é associado a questões sociais, entretanto ela não concorda com o fato de dizer que isso pode interferir nas chances do homem se tornar pai.

Vale ressaltar que não foi divulgada nenhuma análise ou conclusão da pesquisa que explique de forma clara a relação de ter um pênis pequeno e ser infértil, então, até que saiam novos estudos, a probabilidade disso ser apenas uma mera coincidência existe e é grande.

IG

 

Sozinho, Bolsonaro tem mais citações nas redes sociais do que todos adversários juntos, diz estudo

Uma análise de 34 milhões de postagens sobre as eleições 2018, difundidas em redes sociais, blogs e fóruns de internet entre os dias 20 de agosto e 17 de setembro, revelou que o candidato do PSL nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, foi o personagem citado em 51% delas – ou seja, mais do que a soma de todos os adversários.

Nesta sexta, o Estado também publicou estudo que mostra que apoiadores de Bolsonaro são os que compartilham maior número de fontes de informação falsa ou de baixa qualidade – as “junk news” ou notícias distorcidas – relacionada às eleições no Twitter, rede social em que ele tem o maior engajamento político.

Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO/DIVULGAÇÃO

O trabalho relacionado às postagens sobre as eleições brasileiras foi feito pela empresa espanhola Alto Data Analytics, que trabalha com inteligência artificial e análise de grandes bases de dados, e distribuído para os veículos que participam do projeto Comprova – entre eles o Estado –, que combate a disseminação de conteúdo falso nas redes durante a campanha.

Na análise, as publicações sobre Bolsonaro não se limitam ao universo de seus simpatizantes – foram contabilizados também os ataques dirigidos ao capitão da reserva por seus adversários.

Além das 34 milhões de publicações, a empresa analisou uma amostra de 50 mil anúncios pagos vinculados às eleições no Facebook, e constatou a importância que os políticos estão dando ao voto feminino. Nas faixas acima de 35 anos, as mulheres foram os principais alvos dos anunciantes.

O retrato do debate nas redes sociais durante a campanha é de alta polarização, com destaque para as discussões de gênero impulsionadas, entre outras iniciativas, pelo movimento #elenão – que reuniu milhões de mulheres contrárias a Bolsonaro, inicialmente no Facebook, e depois em manifestações de rua por todo o País.

A análise mostra tanto as alas da esquerda quanto da direita cada vez mais isoladas em suas bolhas de discussão, consumindo e compartilhando grande volume de conteúdos produzidos por veículos de mídia alinhados às suas bandeiras.

Apareceu com destaque no radar da Alto Data Analytics uma rede social que, até recentemente, tinha presença insignificante no Brasil. Trata-se do Gab, uma espécie de clone do Twitter que, nos Estados Unidos, reúne militantes da chamada alt-right (a nova direita) e supremacistas brancos.

No Brasil, o Gab virou “refúgio” de ativistas online que se consideram censurados pelas plataformas tradicionais, como o Facebook, que , em julho, derrubou uma “rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas” e, segundo a empresa, tinha “o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”. Entre as páginas derrubadas, várias tinham ligação com o Movimento Brasil Livre (MBL).

No Gab Brasil, o bolsonarismo tem domínio evidente. Os links para as postagens na rede social costumam ser publicados também em outras plataformas – o que fez com que o Gab aparecesse entre os 15 domínios com mais conteúdo político compartilhado no Twitter durante o período da análise da Alto Data Analytics.

A investigação da empresa detectou ainda a ação de usuários com altíssima atividade nas redes – um indício da aplicação de “bots”, ou seja, automação de publicação e compartilhamento de conteúdo.

Os sinais de automação aparecem tanto das redes de esquerda quanto de direita. No Twitter, a comunidade que consome e compartilha conteúdo relacionado ao PT e ao PSOL tem quase 139 mil usuários, que produziram 1,8 milhão de mensagens no período da análise, cerca de 13 por usuário. Na ala bolsonarista, há menos autores (cerca de 50 mil), mas muito mais conteúdo (5,9 milhões de postagens, ou 117 por usuário). Esse volume, segundo a empresa, é um indício de “atividade não-humana” na rede.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Eu mesmo produto as m**** dele todo dia

  2. Pedro disse:

    Bozo entra na conta ??

    • Bolsonaro17 disse:

      Claro que entra. Vide o sucesso do # elenão kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Até nas pesquisas fajutas ele tem mais voto de mulheres do que o poste. É 17 no primeiro turno.

  3. duendevermelho disse:

    Maior praticante de Fake News contra Bolsonaro:
    1) O Globo
    2) Folha de São Paulo
    3) UOL
    4) Grupo Abril (Veja)
    5) g1

    Perderam a credibilidade pra mim depois q vi tanta mentira e agora querem criar a narrativa q só quem prestam é o editorial deles…

    O futuro desses jornalecos será o fechamento das portas, por irem contra ao que a população brasileira realmente pensa sobre os bons costumes e sobre as verdades!

    Eu acho é pouco, eles próprios também sendo vítimas da enxurrada de Fake News..

    • M. Vinicios disse:

      Venho acompanhando e vc tem toda a razão! Inclusive ontem após o debate, o portal da Globo G1 fez uma avaliação para identificar o que foi ou não FAKE. Assisti todo o debate e percebi que a própria avaliação omitiu grande parte dos FAKES proferidos. A Miriam Leitão hj na capa do Globo traz um artigo no qual o titulo é: "Criticas a Bolsonaro menos intensas do que deveriam". Tem um ditado que diz: FLECHA ATIRADA E PALAVRA PROFERIDA JAMAIS RETORNAM. O fato é que tal ditado foi pensado e proferido quando nós Seres Humanos nem sonhávamos com tamanha tecnologia na qual tudo fica devidamente armazenado. Portanto, é fácil saber da verdade!

Cannabis pode fazer bem ao intestino, diz estudo

(Nastasic/iStock)

Pela primeira vez a ciência conseguiu explicar por que alguns usuários de maconha que sofrem com doenças inflamatórias intestinais (DII) – que envolvem diversos problemas digestivos, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – obtêm alívio nos sintomas ao usar a erva.

Em uma investigação com ratos, pesquisadores da Universidade de Massachusetts e da Universidade de Bath descobriram que os endocanabioides – compostos produzidos pelo nosso organismo que são muito parecidos com os canabioides, da cannabis – atuam também no controle da inflamação do intestino. “Muito se fala sobre os benefícios da maconha medicinal, mas há pouca ciência por trás”, comenta Beth McCormick, líder da investigação.

Beth e sua equipe identificaram dois processos que controlam o quadro inflamatório no intestino, que é o maior órgão do sistema digestivo. O primeiro deles, já conhecido, é quando ocorre uma resposta agressiva do organismo a agentes que podem colocar a saúde em risco, como micro-organismos – além de atacar os invasores perigosos, as células de defesa também acabam “apagando o incêndio”.

No segundo caminho, a inflamação é cessada graças à ação dos tais endocanabioides, presentes em várias partes do corpo, inclusive no intestino. Os autores acreditam que, quando uma pessoa utiliza maconha, as moléculas de canabioides cumpram esse mesmo papel anti-inflamatório.

Mas essas descobertas ainda precisam ser comprovadas em outros estudos. “Nós só avaliamos isso em ratos, ainda não provamos se o processo é o mesmo em humanos”, disse o professor Randy Mrsny, que também participou do levantamento. A ideia é seguir investigando para, no futuro, desenvolver medicamentos e tratamentos para as doenças inflamatórias intestinais – que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo.

Super Interessante

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Milico disse:

    E canabis falou: "aos que nao creem eu trago a cura".
    Enquanto isso, tomando uma cerveja ou um cachaça, o imbecil destila toda sua ignorância e tira a culpa do alcool por todas as mazelas dessa sociedade hipócrita. Amém!!!!

  2. Joao disse:

    Devem ter colocado a folha e o caule pelo orifício traseiro para curar o intestino dos usuarios e observado se saía verde ou marrom. Agora é a planta da vez… o narcotrafico quer legalizar um produto alucinógeno como se fosse milagroso e natural, financiando pesquisas rápidas e ainda duvidosas… a proxima é a cocaina e depois heroina.. vao dizer que é natural e pode ser vendido na feira curando qualquer coisa.

  3. Junior 100 disse:

    Todo Mês sai uma pesquisa "cientifica" a favor da maconha (virou modinha), enquanto isso a molecada viciada fica nas ruas cometendo crimes.
    O problema é que a maconha nunca matou um usuário mas já fez várias vítimas.

    • Fernando Henrique disse:

      Pois é, uns vêem pesquisa científica como modinha. Outros, sabem que a ciência avança pra esclarecer nossos conceitos deturpados.
      Cada um enxerga como quer.
      "A mulecada viciada na rua cometendo crime". É sério isso?
      Às vezes me esqueço da nossa capacidade como sociedade de entender as coisas. Ai vem um "champs" desse e lembra rapidamente do nosso nível de esclarecimento.

  4. Sérgio Nogueira disse:

    Isso todo mundo já sabia.
    Maconheiro faz mer** com uma facilidade incrível.
    Vai num determinado setor da Federal e comprove.

    • Flávio disse:

      E o cachaçeiro, c* de cana, num faz não,Sergião? Olha a hipocrisia, estamos falando da planta para uso MEDICINAL e não recreativo, como o álcool que eu e você bebemos amigão. Abraços. Como diria Robin "Santa Ignorância Batman".

      PS: Não sou estudante de Federal, nem muito menos maconheiro.

Ativar o modo soneca do despertador pode te deixar mais cansado, diz estudo

Ficar mais 10 minutos na cama pode parecer tentador, mas também é prejudicial à saúde; veja como a inércia do sono pode atrapalhar seu dia

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Acordar cedo com o som do alarme depois de passar por uma noite de sono conturbada faz com que a opção “soneca” do despertador pareça ainda mais tentadora, não é mesmo? Mas, de acordo com especialistas, garantir alguns minutos extras na cama depois de já ter acordado pode não fazer bem para sua saúde como você imagina.

Profissionais do Sleep Clinic Services, um centro médico em Brisbane, na Austrália, afirmam que adiar o alarme do despertador pode ser extremamente prejudicial, por fazer com que tanto o corpo quanto o cérebro fiquem confusos, causando o que eles chamam de inércia do sono.

Esse fenômeno nada mais é do que a conhecida sensação de tontura que muitas pessoas têm quando acordam pela manhã. Segundo um estudo australiano realizado pela Universidade de Victoria, a inércia do sono pode durar de 15 a 30 minutos, e afetar funções cognitivas, como a percepção, atenção e memória.

No entanto, de acordo com pesquisa realizada pelo Hospital Brigham and Women, em Massachusetts, nos Estados Unidos, essa inércia pode durar de duas a quatro horas se a pessoa acordar durante o ciclo de sono precoce ou durante o sono profundo.

Para os pesquisadores, quando o modo soneca é ativado e a pessoa volta a dormir, podem ser liberados hormônios que levam o corpo a pensar que está prestes a cair em um sono profundo outra vez. Dessa forma, quando o indivíduo é abruptamente acordado depois de meros 10 minutos, o corpo e a mente acabam ficando confusos.

Neil Robinson, especialista em sono da fabricante de camas Sealy, explica como pressionar o botão soneca pode afetar negativamente o resto do dia.

Evite o modo soneca do despertador

“Acordar sentindo-se revigorado depois de uma ótima noite de sono é algo com que todos sonhamos”, afirma ele. “No entanto, a maioria de nós está cometendo erros comuns que estão nos impedindo de obter um descanso de alta qualidade – o que nos torna mais propensos a acordar ainda mais cansados do que quando fomos dormir”.

Robinson explica que ao cochilar por mais 10 minutos, o corpo entende que ele está sendo colocado em um novo ciclo de sono. Ao ser rapidamente interrompido, é possível que os efeitos sejam sentidos pelo resto do dia.

Em setembro passado, o professor neurocientista Matthew Walker revelou suas principais dicas para garantir um despertar o mais descansado possível depois de uma noite de sono. Além de evitar o botão soneca do despertador , ele recomenda o consumo de café descafeinado e evita os cochilos ao longo do dia.

IG

 

Idoso que se sente jovem tem menos sinais de envelhecimento do cérebro, diz estudo

(Foto: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8f/Laura_Rodr%C3%ADguez.jpg)

A ciência deu mais um passo para demonstrar que pessoas mais velhas que se sentem mais jovens do que realmente são apresentam menos sinais de envelhecimento do cérebro se comparadas com aquelas que reconhecem o peso da idade ou até se sentem mais velhas. O estudo, publicado em junho pelo periódico científico “Frontiers in Aging Neuroscience”, partiu de uma questão que intrigava o médico Jeanyung Chey, da Universidade da Coreia do Sul: a idade subjetiva é apenas um sentimento ou se reflete na forma como nossos corpos envelhecem?

É comum que os idosos tenham algum tipo de declínio cognitivo e o exame do cérebro aponta esses problemas, como, por exemplo, a redução do volume de massa cinzenta. O doutor Chey e seus colegas submeteram 68 pessoas entre 59 e 84 anos – todas gozando de boa saúde – a ressonâncias magnéticas. O grupo também foi avaliado pela equipe e respondeu a questionários sobre a percepção que cada um tinha da própria saúde. Aqueles que se sentiam mais jovens apresentaram melhor desempenho nos testes de memória e não relatavam sintomas de depressão. Além disso, tinham mais massa cinzenta em áreas-chave.

Os pesquisadores usaram a ressonância para calcular a idade cerebral dos participantes e, como declarou o doutor Chey, “descobrimos que as pessoas que se sentiam mais jovens tinham a estrutura de um cérebro mais jovem. A diferença era significativa mesmo levando em conta outros fatores, como personalidade, sintomas de depressão e funções cognitivas”. De acordo com os cientistas, é possível que os idosos que se sentem mais jovens acabem tendo uma vida física e mentalmente ativa, com efeitos benéficos para o cérebro. Nesse caso, investir em hábitos saudáveis poderia contribuir positivamente para o segundo grupo.

No que diz respeito a uma rotina que garanta uma velhice de qualidade, a Tufts University, nos EUA, demonstrou que um programa de exercícios para idosos sedentários é possível, seguro e está associado a inúmeros benefícios físicos e psíquicos. O estudo, chamado Lifestyle Interventions and Independence for Elders (Life), que pode ser traduzido como Intervenções no Estilo de Vida para a Independência dos Mais Velhos, transpôs os limites do campus universitário e foi implementado num centro comunitário. Durou seis meses e envolveu 40 adultos entre 65 e 89 anos que tinham algum problema de locomoção. Quem participou de pelo menos 25% das atividades semanais teve ganhos consideráveis em mobilidade e funções mentais. Houve também uma redução de 60% nas quedas, um dos principais motivos de preocupação na população mais longeva.

G1

 

Tatuagem não atrapalha na hora de procurar emprego, diz estudo

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Se antes de fazer uma tatuagem sua preocupação é seu futuro no mercado de trabalho, uma boa notícia: os empregadores estão cada vez menos preocupados com seus desenhos na pele. Pelo menos é o que diz um estudo conduzido pelas universidades do Oeste da Austrália e de Miami.

Com os dados de mais de 2 mil pessoas nos Estados Unidos, os estudiosos analisaram qual era a percepção diante dos tatuados em termos de empregabilidade, ganhos e aceitação no ambiente de trabalho.

Ao contrário do imaginado, ninguém se incomoda com um colega cheio de tatuagens ou pensa que vá trata-lo diferente por conta de sua aparência, qualquer que seja o tipo de desenho e se ele é visível ou não.

Segundo o professor Andrew R. Timming, a arte na pele não só não atrapalha, como chega a ajudar as pessoas a encontrarem vagas de trabalho.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. jacinto souza disse:

    isso nos estados unidos, aqui o preconceito é maior

    tem que analisar que emprego está procurando, pra motoboy claro que não faz diferença, agora vai tentar ser um representante, um executivo… nunca vi um com tatuagem aparente.

Aplicativos de fotografia provocam distúrbio psicológico, diz estudo

Artigo alerta para a “dismorfia do Snapchat”, que faz com que garotas busquem cirurgia plástica para ficarem parecidas com as imagens de aplicativos

(Anchiy/iStock)

Atire o primeiro smartphone quem nunca passou horas testando todos os filtros disponíveis no Snapchat, no Stories do Instagram ou no Facetune. Sem dúvida, a brincadeira é divertida, mas está levando meninas adolescentes a desenvolverem o Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), em que a pessoa apresenta um foco obsessivo em defeitos que considera ter em sua aparência.

O alerta vem de um artigo de pesquisadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, divulgado no periódico JAMA Facial Plastic Surgery. De acordo com os autores, garotas que costumam retocar suas fotos têm um nível mais alto de preocupação com seus corpos e tendem a usar as redes sociais com o objetivo de ganhar aprovação sobre sua beleza.

Outra característica comum a essas meninas é a vontade de fazer cirurgia no rosto – para se ter ideia, segundo uma pesquisa da Academia Americana de Cirurgia Plástica Facial e Reconstrutiva realizada em 2017, 55% dos cirurgiões entrevistados perceberam um aumento de mulheres que fazem plástica porque querem sair mais bonitas nas fotos.

Os pesquisadores também afirmam que, antes da era das selfies, o principal objetivo de quem queria fazer uma rinoplastia era mudar a curvatura do nariz (para deixá-lo mais reto); agora é a assimetria do órgão (nos casos em que ele é torto) e da face como um todo que motiva a procura por um procedimento cirúrgico.

Para os autores, esse comportamento – apelidado de “dismorfia do Snapchat” – é preocupante porque, na maioria das vezes, a imagem que se busca é inatingível. Nesse caso, o ideal seria apostar em intervenções psicológicas, como terapia comportamental, e também em medicamentos que agem como antidepressivos.

“Esses aplicativos estão nos fazendo perder a noção da realidade, porque esperamos parecer perfeitos e ‘filtrados’ na vida real também”, dizem os autores. Eles alertam, ainda, para a necessidade de médicos prestarem atenção nas implicações das redes sociais na autoestima de seus pacientes – principalmente se eles ainda nem tiverem chegado à idade adulta.

Super Interessante

SABICHÕES EM BAIXA NO VIÉS POLÍTICO: Pessoas com “complexo de superioridade” não sabem de nada, diz estudo

(g-stockstudio/iStock)

Ninguém gosta de sabichões. Ainda mais quando se trata de política. E um novo estudo, da Universidade de Michigan, comprovou o que muita gente suspeitava: as pessoas que acham que “sabem de tudo” superestimam o que realmente sabem.

A pesquisa pegou justamente o viés político para analisar. Ela se concentrou em testar pessoas que acham que suas visões são melhores -e mais corretas- que outros pontos de vista. Para isso, os cientistas adotaram dois critérios. Primeiro, compararam o grau de conhecimento dos sabichões com o de outras pessoas. Depois, avaliaram se eles eram bons em procurar novas informações.

No primeiro teste, os participantes precisaram relatar suas opiniões sobre alguns tópicos, e aqueles que achavam que suas opiniões eram as mais corretas precisavam justificar isso. Os pesquisadores perguntaram o quanto os participantes achavam que conheciam sobre o assunto e, após isso, fizeram quizzes completos testando seus conhecimentos. Não deu outra: em quase todos os testes, os “sabichões” estavam superestimando seu próprio conhecimento. “Enquanto os participantes mais humildes às vezes até subestimavam seus conhecimentos, os que se viam como ‘superiores’ tendiam a pensar que eles sabiam muito mais do que realmente sabiam”, disse Michael Hall, autor do estudo.

Na segunda parte da experiência, os pesquisadores mostraram aos participantes artigos de notícias sobre diversos temas políticos, e pediram que eles selecionassem quais gostariam de ler. Os sabichões nem titubearam: a maioria pegou artigos que confirmavam seus pontos de vista. E o pior, eles sabiam disso: quando os pesquisadores perguntaram a eles que tipo de artigos haviam escolhido, os sabichões prontamente admitiam que haviam escolhido textos que sustentavam suas próprias opiniões. “Nós pensamos que se as pessoas ‘superiores’ mostrassem uma tendência a buscar um conjunto equilibrado de informações, elas poderiam alegar que chegaram à sua ‘opinião correta’ por meio de um pensamento crítico e ponderado sobre ambos os lados da questão”, disse Hall. Mas, como visto na pesquisa, não foi isso que aconteceu.

O estudo também afirma que os “sabichões” evitam opiniões contrárias porque aquilo em que eles acreditam está fortemente ligado aos seus valores. Eles não querem ter suas convicções morais desafiadas – ou até negadas. No fim, a pesquisa confirma velhas palavras de Millôr Fernandes: quem sabe tudo, é porque anda muito mal informado.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josivan disse:

    Por isso que o Brasil tá desse jeito. Só tem políticos com complexo de superioridade.

  2. João María disse:

    Em época de declarações de Bolsonaro E as de ontem do General Mourão caem bem com essa matéria teleguiada.
    "TUDO que sei é que nada sei"

  3. Marcílio disse:

    Vixe…. será que tão falando de Luladrão, essa matéria é a cara dele.

Netflix já tem mais assinantes do que TV paga no Brasil, diz estudo

(Foto: Brian Cantoni / flickr)

O serviço de filmes e séries por streaming Netflix já tem mais assinantes no Brasil do que os tradicionais pacotes de TV paga. Pelo menos é o que diz um estudo da empresa de consultoria Ampere Analysis, divulgado nesta semana.

A Netflix não revela oficialmente quantos assinantes tem no Brasil, apenas números globais (125 milhões até abril deste ano). Mas segundo o levantamento da Ampere, o total de usuários pagantes no país chegará a 10 milhões até o fim de 2018.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Net e a Claro TV têm, juntas, quase 9 milhões de assinantes; enquanto a Sky tem 5,2 milhões. Levando em conta estes números, a Netflix já superou a TV por assinatura.

Apesar do sucesso, o faturamento da Netflix ainda é bem menor do que o de TVs pagas por aqui – até porque os preços das assinaturas do serviço de streaming são bem mais baixos do que os preços de assinatura de TV a cabo no Brasil.

Segundo o levantamento da Ampere, divulgado pelo site Notícias da TV, de cada R$ 100 gastos com vídeo por assinatura no Brasil, R$ 36,40 vão para a Sky; R$ 29,40 para a Net; R$ 8,40 para a Claro, R$ 8,40 para a Vivo e R$ 6,90 para a Oi. A Netflix fica com apenas R$ 5,50 do bolo.

Além disso, a pesquisa da Ampere diz que 8% das residências no Brasil já têm algum serviço de assinatura de vídeo sob demanda, como a Netflix. A empresa, aliás, é a líder isolada do segmento no país, já que enfrenta pouca concorrência.

Olhar Digital

Serviços como o UberPool estão piorando o trânsito, diz estudo

COM A EXPANSÃO DOS SERVIÇOS DE COMPARTILHAR VIAGENS, OS EFEITOS DE REDUÇÕES DE AUTOMÓVEIS E MOTORISTAS DIMINUEM (FOTO: FLICKR/ MARK WARNER/ CREATIVE COMMONS)

As opções de compartilhar corridas dos aplicativos de carona estão prejudicando o tráfego de cidades norte-americanas, apontou uma pesquisa. O relatório, feito pelo especialista em transportes, Bruce Schaller, ainda indicou que se a quantidade desses serviços não for reduzida, os municípios irão se tornais mais hostis para pedestres e ciclistas.

Schaller concluiu que apps como Uber e Lyft falharam na intenção de diminuir o número de carros e motoristas nas ruas. Na verdade, acabou atraindo um mercado diferente que compete com o transporte público, e o resultado é que há mais gente dirigindo do que nunca.

Para a análise, ele coletou dados de nove cidades dos Estados Unidos: Nova York, Los Angeles, Chicago, Boston, Washington, Miami, Filadélfia, São Francisco e Seattle.

O compartilhamento de viagens adicionou 5,7 bilhões de quilômetros de veículos em nove grandes áreas urbanas de Nova York ao longo de seis anos, registrou o estudo. E a tendência é que isso se intensifique à medida que a popularidade dos serviços aumenta. O relatório observou que as viagens totais na cidade aumentaram 72% de 2016 para 2017, e 47% em Seattle no mesmo período.

Schaller ainda sintetizou dados de oito cidades e no estado da Califórnia para concluir que 60% dos usuários teriam dirigido, andado ou pedalado, ou ficariam em casa se não fosse pela disponibilidade de serviços como Uber e Lyft. “São pessoas que saem do ônibus e do metrô para entrar em sedãs”, falou Schaller ao The Washington Post.

O especialista concluiu que, na medida em que os serviços de compartilhar viagens estão em expansão, os efeitos de reduções de automóveis e motoristas são insignificantes e o crescimento é insustentável.

Com base em um perfil médio do usuário desses serviços, o especialista também apontou que quanto mais os apps se assemelham ao trânsito, mais afastam os passageiros dos sistemas ferroviários e de ônibus urbanos. E isso resulta em um número crescente carros particulares para se locomover.

Jon Orcutt, porta-voz da Transit Center, organização de advocacia com sede em Nova York, disse que a culpa da piora do tráfego não recai sobre os usuários individuais por acharem os serviços mais atraentes, mas que o ônus recai sobre os governos locais e agências de trânsito. Para ele, não é coincidência que o crescimento explosivo das caronas tenha ocorrido em meio a colapsos do sistema de trânsito em várias grandes cidades.

Galileu

 

Mulheres casadas têm menos orgasmos do que os maridos, diz estudo

Se você está em um relacionamento há muito tempo, provavelmente já sabe o que faz o seu parceiro ter muito prazer na cama . Mas aparentemente nem todos estão ficando igualmente satisfeitos depois de uma noite de sexo . Uma pesquisa norte-americana mostra que as mulheres casadas estão tendo mais dificuldade para atingir o orgasmo do que os maridos.

Foto: Shutterstock

Segundo o estudo publicado pela Brigham Young University, que fica em Utah, nos Estados Unidos, 49% das mulheres casadas afirmaram que atingem o orgasmo regularmente quando fazem sexo com os parceiros. Ao comparar os números deles, porém, a diferença é bastante perceptível: 87% dos homens casados chegam ao ápice quando transam com as esposas.

Os pesquisadores coletaram dados de 1,683 casais heterossexuais recém casados. As entrevistas foram feitas individualmente com cada parceiro, que foi questionado sobre a frequência de orgasmos, percepção sobre as vezes em que o perceiro goza, relação entre o casal e a satisfação sexual com a esposa ou o marido.

Pelo menos 43% dos homens não conseguem determinar se a parceira conseguiu ou não gozar durante o sexo. Os resultados também indicam que um quarto dos maridos entrevistados acreditam que as esposas atingiram o ápice muito mais vezes do que realmente aconteceu.

Com base nesses estudos, é possível observar que o fênomeno do “buraco do orgasmo” , ou seja, a diferença de frequência e quantidade de orgasmos entre homens e mulheres heterossexuais, é algo real. Entretanto, o resultado foi surpreendente até mesmo para os pesquisadores.

“Acho que a maior surpresa foi como as percepções erradas [sobre o orgasmo feminino] são recorrentes”, diz Nathan Leonhardt, assistente de pesquisa e um dos autores do estudo, ao portal “Bustle”. “Esperávamos que houvesse algum grau de equívocos, mas descobrir que 43% dos maridos recém-casados não percebem a frequência com que sua esposa goza é uma questão notável que precisa ser tratada.”

De acordo com Nathan, a melhor forma de “fechar o buraco do orgasmo” e ajudar as mulheres casadas a atingir o orgasmo com tanta frequência quanto os homens, é estar aberto para o diálogo. “Ambos os parceiros se preocupam e querem agradar um ao outro. Se ambos estiverem conforáveis com a própria sexualidade, conseguem ser honestos sobre a experiência sexual e ficar atentos aos desejos sexuais do outro, a vida sexual pode melhorar”, finaliza.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio disse:

    Não tem problema.
    As feministas vão propor uma lei que o governo obrigue os homens a ter menos orgasmos ou a gerar orgasmos nas mulheres.
    Já que para o feminismo tudo é fazer lei obrigando a tudo…

Homens exageram mais o número de pessoas com quem já transaram, diz estudo

Os homens andam dizendo que transam mais do que, de fato, fazem…Imagem: Divulgação/Grey’s Anatomy

Quando héteros relembram suas experiências sexuais passadas, frequentemente os homens relatam ter transado com mais pessoas do que as mulheres. No entanto, isso não quer dizer que, de fato, eles façam mais sexo do que elas.

Segundo estudo da Universidade de Glasgow, na Escócia, publicado nessa quarta (25), os homens costumam apenas estimar quantas vezes fizeram sexo, enquanto as mulheres se lembram com exatidão de cada transa.

O time de pesquisadores se apoiou em dados da Pesquisa Nacional de Atitudes Sexuais e Estilo de Vida (Natsal-3), que avaliou o comportamento sexual de 15.162 britânicos entre 16 e 74 anos no período de setembro de 2010 e agosto de 2012.

Enquanto os homens ouvidos admitiram terem tido, em média, 14 parceiras sexuais, as mulheres assumiram terem transado com 7 homens em suas vidas.

Três razões foram encontradas para a disparidade. A primeira: homens revelaram tendência maior a comunicar “valores extremos”, ou seja, eles acabam exagerando seus números em vez de dar informações precisas.

Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após perceberem que os homens que apresentaram o maior número de parceiras tendiam a escolher números inteiros ao serem questionados sobre outros comportamentos sexuais.

Enquanto isso, a segunda justificativa para tal disparidade se deve ao fato de que as mulheres preferem contar, com exatidão, o número de parceiros que tiveram.

O estudo concluiu também que homens e mulheres enxergam de maneira diferente o sexo casual: elas têm mais dificuldade de rotular uma transa de uma noite como algo “que não é errado de maneira nenhuma”. Esse comportamento foi considerado como a terceira razão para a divergência entre os números, já que pode ter feito com que elas deixassem de contar alguns parceiros.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tô veno disse:

    O resultado proficiente desse estudo me fez lembrar das atuais pesquisas eleitorais para presidente: números inexatos feitos por pessoas que mentem.

  2. Chico disse:

    Nisso as mulheres não querem ser iguais, quando declaram não chegam a 1% do total. Bandidas!!! Kkkkkkkkkkkkk

    • Marques de Sadia disse:

      Homem mulherengo é um GALINHA, já uma mulher 'homerenga' é uma …. kkkkk!!

Remédios para sono e ansiedade matam mais que cocaína, diz estudo

Remédios: “É uma droga prescrita e as pessoas pensam que estão seguras”, disse o pesquisador (luchschen/Thinkstock)

O uso indiscriminado de remédios para sono e ansiedade – como Rivotril, Valium, Xanax e Ativan – causa risco de morte maior do que o uso de drogas como cocaína e heroína. A conclusão é de duas pesquisas publicadas no American Journal of Public Health.

Cientistas descobriram um componente em especial é o maior problema: a benzodiazepina (BZD). O primeiro estudo, da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), de Vancouver, no Canadá, mostrou que o consumo excessivo de benzodiazepinas causa risco de morte 1,86 vezes maior do que o uso de drogas ilegais.

O levantamento foi feito com 2.802 participantes usuários de benzodiazepinas, entrevistados semestralmente durante cinco anos e meio. Ao final do estudo, 18,8% do grupo morreu. Os pesquisadores observaram que mesmo depois de isolar outros fatores, como o uso de drogas ilegais e comportamentos de alto risco, a taxa de mortalidade permaneceu alta entre os usuários do composto.

Um segundo estudo realizado com uma parte menor do mesmo grupo examinou a ligação entre o uso de benzodiazepina e a infecção por hepatite C, e descobriram que a taxa de infecção foi 1,67 vezes maior os que usaram remédios à base do composto.

“O interessante sobre isso é que é uma droga prescrita e as pessoas pensam que estão seguras. Mas, provavelmente, estamos prescrevendo essas drogas de uma maneira que está causando danos”, disse o cientista Keith Ahamad ao jornal Vancouver Sun.

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a benzodiazepina só deve ser prescrita para tratar “ansiedade ou insônia grave, incapacitante, que cause angústia extrema”. A entidade recomenda que os médicos levem em conta que o composto causa dependência e síndrome de abstinência – por isso, deve ser usada em dose eficaz mínima e durante o menor tempo possível.

Exame

Comer nozes com frequência pode ajudar a deixar o esperma saudável, em maior quantidade e mais “ágil”, diz estudo

A pesquisa aponta que o alimento ajudou a aumentar a quantidade média de espermatozoides, a quantidade de esperma vivo e também a sua motilidade

As nozes já foram apontadas como um ótimo alimento para o coração, mas cientistas descobriram outro benefício: elas podem deixar o esperma saudável. De acordo com um novo teste clínico, os indivíduos que ingeriram 60 gramas de nozes todos os dias durante 14 semanas tiveram um aumento na contagem de espermatozoides no sêmen.

Foto: shutterstock

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo (da Universidade Rovira i Virgili, na Espanha) também descobriram que, além de ter mais espermatozoides, os homens que incluíram nozes na dieta também apresentaram um esperma saudável . Segundo informações do veículo britânico “The Guardian”, a equipe por trás da pesquisa apresentou essas descobertas na reunião anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.

Para a pesquisa, 119 homens saudáveis, ​dos 18 aos 35 anos, foram separados aleatoriamente em dois grupos. O primeiro grupo continuou seguindo os hábitos alimentares normalmente, enquanto o segundo grupo incorporou 60 gramas diárias de amêndoas, avelãs e nozes na dieta por 14 semanas. Depois desse período, os pesquisadores analisaram amostras de esperma e sangue dos participantes para determinar se a mudança na alimentação teve algum impacto na saúde do esperma.

Esperma saudável, em maior quantidade e mais “ágil”

Nas análises, foi descoberto que os homens que consumiram as nozes tiveram um aumento de cerca de 16% na contagem de espermatozoides, mas essa não foi a única melhoria encontrada na substância. O número de espermatozoides vivos e saudáveis ​​encontrados nas amostras aumentou em 4%, enquanto a motilidade espermática (que determina os melhores “nadadores”) aumentou em 6%. O último dado é positivo pois indica que essa mudança na alimentação aumenta as chances dos espermatozoides chegarem até o óvulo e fertilizá-lo.

Também foi observada uma ligeira melhora quanto ao formato dos espermatozoides nas amostras coletadas pelo estudo. De acordo com a análise, 1% deles passou a apresentar uma forma mais próxima do padrão “ideal” entre essas células, ou seja, com cabeças ovais e caudas longas. Segundo os pesquisadores, esse é um fator determinante para o quão fértil o homem é.

Embora o principal autor do estudo, Albert Salas-Huetos, acredite que os resultados sejam significativos, ele adverte que mais pesquisas precisam ser feitas antes que as nozes passem a ser usadas para tratar problemas de infertilidade . Isso porque, como a amostra é pequena e só inclui homens ocidentais, ela não representa todos os indivíduos do sexo masculino.

No entanto, Salas-Huetos acredita que essas evidências do estudo indicam que bons hábitos alimentares ​​podem, sim, deixar o esperma saudável . “Mais evidências estão se acumulando sobre como seguir um padrão alimentar saudável pode ajudar na fertilidade e, claro, as nozes são uma componente chave de uma dieta mediterrânea saudável”, afirma em um comunicado oficial.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Thiago Alecrim disse:

    Acabou a gala rala?

Homens têm menos chances de perdoar traição, diz estudo

Imagem: iStock

Quando o assunto é traição, há quem jura que não tem volta e há quem consegue perdoar. Fato é que os homens estão mais propensos a fazer parte do primeiro grupo, pelo menos de acordo com um estudo realizado pela consultoria britânica Hall Brown Family Law.

A pesquisa mostrou que, enquanto eles têm mais probabilidade de seguir em frente com um relacionamento extraconjugal, também têm mais dificuldade de perdoar quando é a esposa ou namorada que “pula a cerca”.

Em outubro de 2017, o número de mulheres que pediram o divórcio em consequência de uma traição era 43% menor que há 20 anos. O dos homens, por outro lado, mostrou alta de mais de 30%.

Os resultados da pesquisa mostraram que pelo menos um terço dos processos de divórcio no Reino Unido surgem entre casais que perdoaram erros do passado, mas que não conseguiram retomar o relacionamento depois do “perdão”.

“Estamos surpresos com a capacidade de homens e mulheres ‘fecharem os olhos’ quando enfrentam uma traição, mas percebemos que a longo prazo isso desgasta o relacionamento e acaba levando à separação, mesmo que anos depois”, disse a advogada Ellen Walker, da Hall Brown Family Law, ao “The Independent”.

De acordo com a pesquisa, o principal motivo para homens e mulheres superarem os problemas do adultério e tentar seguir em frente com o relacionamento é o impacto negativo que o divórcio pode gerar nos filhos.

Universa – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Cipriano disse:

    Só corno perdoa.