Homens altos são melhores no sexo, diz estudo

Os dados indicam que a altura pode garantir mais segurança para ambos os sexos, isso acaba se refletindo positivamente na cama e também na vida

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A altura do homem costuma ser algo que muitas mulheres repararam na hora para paquera. Pesquisas indicam, por exemplo, que colocar que tem mais de 1,80 de altura na descrição de um aplicativo de relacionamento aumenta as chances de encontrar alguém. Agora, uma nova pesquisa indica algo que pode despertar interesse das mulheres: homens altos são melhores no sexo.

A pesquisa, realizada pela empresa BodyLogic MD, contou com mil participantes e revela que 58% dos entrevistados demonstram ser mais satisfeitos com suas vidas sexuais quando comparado aos mais baixinhos. Os dados não indicam que a estrutura do corpo dos homens altos faz uma diferença significativa na hora do ato sexual. Na verdade, a conclusão chegada é de que a altura pode aumentar a confiança de homens e também das mulheres.

Os resultados apontam, por exemplo, que a maioria das pessoas (64,2%) mais altas se consideram mais atraentes e mais desejáveis . A pesquisa também indica que há um tamanho “ideal” considerado homens e mulheres. Enquanto os caras de cerca de 1,80 de altura são os que mais chamam atenção, as mulheres de em médica 1,70 de altura são as que mais fazem sucesso.

Sem muita surpresa, o desejo de crescer alguns centímetros é uma preocupação maior entre os homens, tanto que mais da metade dos participantes do sexo masculino (60%) expressaram que gostariam de ser mais altos. Eles não são os únicos que querem isso, 36% das participantes do sexo feminino que estão comprometidas gostariam que seus parceiros também fossem mais altos.

Homens altos se consideram melhores

Quase um quarto dos participantes do sexo masculino confessa que, se possível, alteraria cirurgicamente a altura que possuem e que usuraria parte do dinheiro da poupança para isso. Também foi descoberto que, além de serem melhores de cama , mais quentes e mais confiantes, os mais altos também se consideram mais bem-sucedidas no trabalho, com um salário satisfatório e são levadas mais a sério pelas pessoas.

As mulheres mais baixinhas, ou que não possuem homens altos como parceiro, não precisam ficar desanimadas com esses dados porque para ter confiança não é necessário uma super altura. Além disso, o estudo também indica que as pessoas que são mais baixas se consideram mais engraçadas e isso é um ponto positivo na hora da conquista.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AlldO disse:

    Eu vi outra pesquisa que concluiu que, 80% das mulheres GOSTAM de homens altos, com barriga definida. E, na mesma pesquisa, concluiu que 80% dos homens altos e com barrigas definidas, NÃO GOSTAM de mulheres.

  2. Beto disse:

    É, tenho visto casais de homens atos com barba feitas, acho que ele descobriram isso, e não se largam nem a b*****

CONFRATERNIZAÇÃO: Um a cada três funcionários fará algo vergonhoso na festa da firma, diz estudo

(Getty images/Superinteressante)

Festa de fim de ano na firma é tradição para uns – e pesadelo para outros. Aqui na redação da SUPER mesmo, essa jovem repórter que vos fala sugeriu um “amigo secreto”, mas todos preferiram ficar só na comemoração com comida. Porque, acredite, vexames são muito mais comuns do que imaginamos.

De acordo com uma pesquisa conduzida pela empresa de marketing OnePoll em conjunto com o site de planejamento social Evite, um em cada três funcionários de escritório faz algo que lamenta (sente envergonha, no bom português) em uma confraternização de Natal do trabalho.

E já dá para imaginar por que as lembranças não são tão boas: bebida gratuita, atmosfera comemorativa e até brincadeiras que exigem uma intimidade além do seguro no ambiente de trabalho (leia-se “amigo secreto”) podem resultar em sinceridade demais. Dois em cada cinco entrevistados relataram ter passado por um grande drama na festa do escritório ou ouviram revelações bombásticas sobre os colegas.

Falando em revelações, as fofocas rolam soltas nesse ambiente: segundo o levantamento, feito em 2 mil escritórios americanos, um trabalhador ouve, em média, sete novas fofocas sobre colegas enquanto participa da festa de fim de ano – e muitas são rumores sobre relacionamentos no trabalho. Alguns deles, claro, acabam sendo verdadeiros. Dos entrevistados da pesquisa, 37% disseram que testemunharam dois colegas sendo “afetuosos demais” um com o outro em uma “confra” de fim de ano.

O estudo ainda destaca outras informações curiosas: cada funcionário participará de seis fotos de grupo na festa, em média. Além disso, sexta-feira é o dia favorito de todos para participar da festança (por razões óbvias, né?). Foi atestado que nos casos em que a confraternização é realizada em um dia da semana, 35% dos funcionários chegam atrasados ​​para o trabalho no dia seguinte – e outros 17% tiram o dia de folga.

Mas, nem tudo é negativo: 75% dos entrevistados disseram aguardar ansiosamente pela comemoração de fim de ano. E a principal razão é a oportunidade de socializar informalmente com os colegas de trabalho. Isso é bom especialmente para os tímidos: de acordo com a pesquisa, a festa é o momento certo deles brilharem, já que 35% das pessoas alegam que um colega aparentemente reservado é sempre “a vida e a alma” da festa de fim de ano. O que isso quer dizer exatamente , vai da imaginação de cada um.

E você? Vai participar de alguma “confra” este ano? Comemorar é bom, mas a pesquisa serve para alertar que nunca é bom passar por aquela “torta de climão” no dia seguinte.

Super Interessante

Fazer sauna reduz risco de enfarto, diz estudo

Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

Fazer sauna regularmente pode ser uma forma de reduzir o riscos de infarto, de acordo com um novo estudo internacional que acompanhou por 15 anos pessoas que faziam sessões, com diferentes frequências. Os resultados mostraram que, entre aqueles que faziam de quatro a sete sessões por semana, há 61% menos chances de sofrer um infarto do que aqueles que faziam apenas uma sessão por semana. O estudo, publicado no periódico “Neurology” e realizado por cientistas nas universidades de Bristol, Leicester, Emory, Cambridge, Innsbruck e do Leste da Finlândia, foi o primeiro a tratar do tema com análises realizadas a longo prazo.

De acordo com os resultados, os menores riscos de infarto relacionados a fazer sauna foram descobertos a partir de 1628 homens e mulheres entre 53 e 74 anos que vivem no Leste da Finlândia e se dispuseram a fazer parte do estudo. Com a sauna como uma prática tradicional finlandesa, os participantes foram divididos em três grupos com diferentes níveis de frequência por semana: aqueles que faziam sauna uma única vez, os que faziam de duas a três vezes e aqueles que faziam de quatro a sete vezes.

A diminuição no caso de infartos relacionada ao costume de fazer saunas se liga à redução da pressão arterial, estímulo do sistema imunológico, melhora do sistema nervoso autônomo, além de mais eficácia nas funções cardiovasculares.

Comparado com os participantes que faziam apenas uma única sessão de sauna (do primeiro grupo), aqueles que faziam de duas a três (segundo grupo), tinham 14% menos chances de ter um infarto. Os dados foram verificados com semelhança em ambos os sexos, mesmo com todos os fatores de risco normalmente associados ao enfarto, como massa corporal, diabetes, idade, consumo de álcool, entre outros.

De acordo com Setor Kunutsor, um dos pesquisadores à frente do estudo na Bristol Medical School, “os resultados são significativos e destacam os benefícios de se fazer sauna”. O mesmo grupo de cientistas responsável pela pesquisa também descobriu recentemente que sessões de sauna têm efeitos na rigidez da parede arterial, influenciando a pressão arterial e os parâmetros da função cardíaca.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Lima disse:

    Que o diga o falecido Jair Rodrigues.

90% das cirurgias de amigdalite são desnecessárias, diz estudo

(vitapix/Getty Images)

Você provavelmente conhece alguém que já fez cirurgia para retirar as amígdalas. O procedimento é tão comum que gerou até uma polêmica: afinal, é mesmo necessário tirar essa parte do corpo? Um estudo de junho deste ano mostrou que remover as amígdalas na infância pode triplicar o risco de doenças respiratórias como asma, pneumonia e gripe na vida adulta. Agora, uma pesquisa feita na Inglaterra crava uma afirmação ainda mais surpreendente: 9 em cada 10 operações para remover as amígdalas das crianças podem ser desnecessárias.

Antes de tudo, é bom lembrar o que são as tais das amígdalas: órgãos do sistema linfático localizados na garganta, que estão cheios de glóbulos brancos, ou seja, células de defesa. Durante a infância, quando o sistema imunológico da pessoa está em desenvolvimento, as amígdalas são essenciais no combate a agentes nocivos, como vírus e bactérias.

Os especialistas da Universidade de Birmingham alertam que o procedimento de retirada desses órgãos pode fazer mais mal do que bem. O estudo se baseou em um banco de dados que contém registros médicos de todo o Reino Unido, e analisou os dados registrados entre 2005 e 2016 a respeito de pessoas com até 15 anos. No total, foram considerados dados de mais de 1,6 milhão de pacientes. A equipe descobriu que, em poucos desses casos, havia sinais claros e inequívocos de que a operação era necessária.

Segundo os autores do estudo, essas evidências são basicamente duas: uma condição rara chamada PFAPA (que inclui não só inflamação nas amígdalas, mas também febre periódica, estomatite aftosa, faringite e adenite cervical) ou um padrão de episódios graves e frequentes de dores na garganta por causa das amígdalas.

Baseados nisso, os cientistas constataram que apenas 11% das crianças apresentavam os sintomas necessários para a cirurgia. O autor do estudo, Tom Marshall, disse que o procedimento é usado em excesso, pois “não há realmente uma base de evidências que diga que eles vão ver um benefício [se retirarem as amígdalas]. Os pacientes correm mais risco de ser prejudicados do que beneficiados”.

No Brasil, a cirurgia de amígdala também é extremamente comum. Segundo Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o procedimento é indicado apenas quando há “amigdalites de repetição”, ou seja, 3 ou mais lesões graves em um período de 3 anos consecutivos; ou em casos de inchaço do órgão — quando ele acaba obstruindo as vias aéreas e causando ronco, apneia do sono ou respiração bucal. O médico afirma que uma cirurgia feita nessas condições é muito benéfica, pois evita que o paciente se submeta a um uso massivo de antibióticos.

Mas é essencial ter certeza que de fato há um problema que justifique a cirurgia — e não sair por aí retirando órgãos desnecessariamente.

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Casa de adolescente deve ter pelo menos 80 livros, diz estudo

(Hany Rizk / EyeEm-489012681/Getty Images)

Você já contou quantos livros tem em casa? Deveria. Um estudo da Universidade Nacional da Austrália afirma que crescer em um lar que tenha pelo menos 80 livros aumenta a chance de ser bem sucedido.

Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou homens e mulheres de 25 a 65 anos. A pesquisa pediu às pessoas que tentassem se lembrar de quantos livros tinham em casa durante a adolescência. Em seguida, os cientistas analisaram as habilidades dessas mesmas pessoas em três categorias: interpretação de texto, matemática básica e capacidade de utilizar dispositivos eletrônicos. Depois de cruzar todos os dados, os pesquisadores chegaram a um número: 80. Essa é a quantidade mínima de livros que você deve ter em casa, durante a adolescência, para que as suas habilidades cognitivas se desenvolvam bem.

O interessante é que esse número, 80, era constante. Se a pessoa tivesse essa quantidade de livros em casa, suas habilidades cognitivas sempre melhoravam, independentemente do grau de educação que ela havia recebido. “Crescer em casas com bibliotecas aumenta as habilidades dos adultos nas áreas estudadas, indo além dos benefícios atrelados à educação parental, escolar e ocupações posteriores”, diz o estudo.

Outro ponto curioso é que, conforme a quantidade de livros aumentava, o desempenho dos voluntários também – mas existe um teto, que é 350 livros (mais do que isso não melhorou a habilidade cognitiva).

Super Interessante

Homens com pênis pequeno estão mais propensos a infertilidade, diz estudo

O tamanho do pênis é algo que realmente importa para muitos homens, pois, ainda hoje, isso costuma ser associado a masculinidade, mas o foco dessa preocupação pode mudar se uma pesquisa estiver correta. Trata-se de um estudo que indica que os homens com pênis pequeno tendem a ter problemas relacionados a fertilidade .

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Segundo informações do portal britânico “Daily Mail”, a pesquisa liderada pelo médico Austen Slade, da Universidade de Utah, em Salt Lake City, nos Estados Unidos, contou com a participação de 815 homens pacientes de uma clínica de saúde sexual. Eles foram analisados no período de três anos e notou diferenças nos resultados dos exames de fertilidade dos participantes com o pênis pequeno .

De acordo com os dados coletados, a maioria dos homens que eram inférteis possuíam um pênis com um comprimento médio de 12,4 cm, já os homens férteis tinham um membro de cerca de 13,3 cm, ou seja, uma pequena alteração de tamanho. “Pode não ser uma diferença marcante, mas houve uma clara significância estatística”, explica Slade.

O pesquisador admite que tudo pode ser apenas uma coincidência, então é preciso mais pesquisas para determinar se existe uma relação entre o tamanho do pênis e a questão da fertilidade. Slade fala que os resultados sugerem que os homens com pênis menores que a média podem sofre com casos mais graves de infertilidade, mas acrescenta que esse dado ainda precisa ser analisado com mais calma.

“A princípio, homens que possuem pênis menores não precisam se preocupar com a questão da fertilidade”, tranquiliza o médico. As descobertas da pesquisa foram apresentadas na maior conferência mundial de fertilidade em Denver, na Colorado, Estados Unidos.

Pênis pequeno não é motivo de preocupação

A professora Sheena Lewis, da Queen’s University, que também fica em Belfast, expõe que é normal que o tamanho do pênis seja algo importante para os homens, pois isso mexe com o ego e é associado a questões sociais, entretanto ela não concorda com o fato de dizer que isso pode interferir nas chances do homem se tornar pai.

Vale ressaltar que não foi divulgada nenhuma análise ou conclusão da pesquisa que explique de forma clara a relação de ter um pênis pequeno e ser infértil, então, até que saiam novos estudos, a probabilidade disso ser apenas uma mera coincidência existe e é grande.

IG

 

Sozinho, Bolsonaro tem mais citações nas redes sociais do que todos adversários juntos, diz estudo

Uma análise de 34 milhões de postagens sobre as eleições 2018, difundidas em redes sociais, blogs e fóruns de internet entre os dias 20 de agosto e 17 de setembro, revelou que o candidato do PSL nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, foi o personagem citado em 51% delas – ou seja, mais do que a soma de todos os adversários.

Nesta sexta, o Estado também publicou estudo que mostra que apoiadores de Bolsonaro são os que compartilham maior número de fontes de informação falsa ou de baixa qualidade – as “junk news” ou notícias distorcidas – relacionada às eleições no Twitter, rede social em que ele tem o maior engajamento político.

Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO/DIVULGAÇÃO

O trabalho relacionado às postagens sobre as eleições brasileiras foi feito pela empresa espanhola Alto Data Analytics, que trabalha com inteligência artificial e análise de grandes bases de dados, e distribuído para os veículos que participam do projeto Comprova – entre eles o Estado –, que combate a disseminação de conteúdo falso nas redes durante a campanha.

Na análise, as publicações sobre Bolsonaro não se limitam ao universo de seus simpatizantes – foram contabilizados também os ataques dirigidos ao capitão da reserva por seus adversários.

Além das 34 milhões de publicações, a empresa analisou uma amostra de 50 mil anúncios pagos vinculados às eleições no Facebook, e constatou a importância que os políticos estão dando ao voto feminino. Nas faixas acima de 35 anos, as mulheres foram os principais alvos dos anunciantes.

O retrato do debate nas redes sociais durante a campanha é de alta polarização, com destaque para as discussões de gênero impulsionadas, entre outras iniciativas, pelo movimento #elenão – que reuniu milhões de mulheres contrárias a Bolsonaro, inicialmente no Facebook, e depois em manifestações de rua por todo o País.

A análise mostra tanto as alas da esquerda quanto da direita cada vez mais isoladas em suas bolhas de discussão, consumindo e compartilhando grande volume de conteúdos produzidos por veículos de mídia alinhados às suas bandeiras.

Apareceu com destaque no radar da Alto Data Analytics uma rede social que, até recentemente, tinha presença insignificante no Brasil. Trata-se do Gab, uma espécie de clone do Twitter que, nos Estados Unidos, reúne militantes da chamada alt-right (a nova direita) e supremacistas brancos.

No Brasil, o Gab virou “refúgio” de ativistas online que se consideram censurados pelas plataformas tradicionais, como o Facebook, que , em julho, derrubou uma “rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas” e, segundo a empresa, tinha “o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”. Entre as páginas derrubadas, várias tinham ligação com o Movimento Brasil Livre (MBL).

No Gab Brasil, o bolsonarismo tem domínio evidente. Os links para as postagens na rede social costumam ser publicados também em outras plataformas – o que fez com que o Gab aparecesse entre os 15 domínios com mais conteúdo político compartilhado no Twitter durante o período da análise da Alto Data Analytics.

A investigação da empresa detectou ainda a ação de usuários com altíssima atividade nas redes – um indício da aplicação de “bots”, ou seja, automação de publicação e compartilhamento de conteúdo.

Os sinais de automação aparecem tanto das redes de esquerda quanto de direita. No Twitter, a comunidade que consome e compartilha conteúdo relacionado ao PT e ao PSOL tem quase 139 mil usuários, que produziram 1,8 milhão de mensagens no período da análise, cerca de 13 por usuário. Na ala bolsonarista, há menos autores (cerca de 50 mil), mas muito mais conteúdo (5,9 milhões de postagens, ou 117 por usuário). Esse volume, segundo a empresa, é um indício de “atividade não-humana” na rede.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Eu mesmo produto as m**** dele todo dia

  2. Pedro disse:

    Bozo entra na conta ??

    • Bolsonaro17 disse:

      Claro que entra. Vide o sucesso do # elenão kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Até nas pesquisas fajutas ele tem mais voto de mulheres do que o poste. É 17 no primeiro turno.

  3. duendevermelho disse:

    Maior praticante de Fake News contra Bolsonaro:
    1) O Globo
    2) Folha de São Paulo
    3) UOL
    4) Grupo Abril (Veja)
    5) g1

    Perderam a credibilidade pra mim depois q vi tanta mentira e agora querem criar a narrativa q só quem prestam é o editorial deles…

    O futuro desses jornalecos será o fechamento das portas, por irem contra ao que a população brasileira realmente pensa sobre os bons costumes e sobre as verdades!

    Eu acho é pouco, eles próprios também sendo vítimas da enxurrada de Fake News..

    • M. Vinicios disse:

      Venho acompanhando e vc tem toda a razão! Inclusive ontem após o debate, o portal da Globo G1 fez uma avaliação para identificar o que foi ou não FAKE. Assisti todo o debate e percebi que a própria avaliação omitiu grande parte dos FAKES proferidos. A Miriam Leitão hj na capa do Globo traz um artigo no qual o titulo é: "Criticas a Bolsonaro menos intensas do que deveriam". Tem um ditado que diz: FLECHA ATIRADA E PALAVRA PROFERIDA JAMAIS RETORNAM. O fato é que tal ditado foi pensado e proferido quando nós Seres Humanos nem sonhávamos com tamanha tecnologia na qual tudo fica devidamente armazenado. Portanto, é fácil saber da verdade!

Cannabis pode fazer bem ao intestino, diz estudo

(Nastasic/iStock)

Pela primeira vez a ciência conseguiu explicar por que alguns usuários de maconha que sofrem com doenças inflamatórias intestinais (DII) – que envolvem diversos problemas digestivos, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – obtêm alívio nos sintomas ao usar a erva.

Em uma investigação com ratos, pesquisadores da Universidade de Massachusetts e da Universidade de Bath descobriram que os endocanabioides – compostos produzidos pelo nosso organismo que são muito parecidos com os canabioides, da cannabis – atuam também no controle da inflamação do intestino. “Muito se fala sobre os benefícios da maconha medicinal, mas há pouca ciência por trás”, comenta Beth McCormick, líder da investigação.

Beth e sua equipe identificaram dois processos que controlam o quadro inflamatório no intestino, que é o maior órgão do sistema digestivo. O primeiro deles, já conhecido, é quando ocorre uma resposta agressiva do organismo a agentes que podem colocar a saúde em risco, como micro-organismos – além de atacar os invasores perigosos, as células de defesa também acabam “apagando o incêndio”.

No segundo caminho, a inflamação é cessada graças à ação dos tais endocanabioides, presentes em várias partes do corpo, inclusive no intestino. Os autores acreditam que, quando uma pessoa utiliza maconha, as moléculas de canabioides cumpram esse mesmo papel anti-inflamatório.

Mas essas descobertas ainda precisam ser comprovadas em outros estudos. “Nós só avaliamos isso em ratos, ainda não provamos se o processo é o mesmo em humanos”, disse o professor Randy Mrsny, que também participou do levantamento. A ideia é seguir investigando para, no futuro, desenvolver medicamentos e tratamentos para as doenças inflamatórias intestinais – que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo.

Super Interessante

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Milico disse:

    E canabis falou: "aos que nao creem eu trago a cura".
    Enquanto isso, tomando uma cerveja ou um cachaça, o imbecil destila toda sua ignorância e tira a culpa do alcool por todas as mazelas dessa sociedade hipócrita. Amém!!!!

  2. Joao disse:

    Devem ter colocado a folha e o caule pelo orifício traseiro para curar o intestino dos usuarios e observado se saía verde ou marrom. Agora é a planta da vez… o narcotrafico quer legalizar um produto alucinógeno como se fosse milagroso e natural, financiando pesquisas rápidas e ainda duvidosas… a proxima é a cocaina e depois heroina.. vao dizer que é natural e pode ser vendido na feira curando qualquer coisa.

  3. Junior 100 disse:

    Todo Mês sai uma pesquisa "cientifica" a favor da maconha (virou modinha), enquanto isso a molecada viciada fica nas ruas cometendo crimes.
    O problema é que a maconha nunca matou um usuário mas já fez várias vítimas.

    • Fernando Henrique disse:

      Pois é, uns vêem pesquisa científica como modinha. Outros, sabem que a ciência avança pra esclarecer nossos conceitos deturpados.
      Cada um enxerga como quer.
      "A mulecada viciada na rua cometendo crime". É sério isso?
      Às vezes me esqueço da nossa capacidade como sociedade de entender as coisas. Ai vem um "champs" desse e lembra rapidamente do nosso nível de esclarecimento.

  4. Sérgio Nogueira disse:

    Isso todo mundo já sabia.
    Maconheiro faz mer** com uma facilidade incrível.
    Vai num determinado setor da Federal e comprove.

    • Flávio disse:

      E o cachaçeiro, c* de cana, num faz não,Sergião? Olha a hipocrisia, estamos falando da planta para uso MEDICINAL e não recreativo, como o álcool que eu e você bebemos amigão. Abraços. Como diria Robin "Santa Ignorância Batman".

      PS: Não sou estudante de Federal, nem muito menos maconheiro.

Ativar o modo soneca do despertador pode te deixar mais cansado, diz estudo

Ficar mais 10 minutos na cama pode parecer tentador, mas também é prejudicial à saúde; veja como a inércia do sono pode atrapalhar seu dia

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Acordar cedo com o som do alarme depois de passar por uma noite de sono conturbada faz com que a opção “soneca” do despertador pareça ainda mais tentadora, não é mesmo? Mas, de acordo com especialistas, garantir alguns minutos extras na cama depois de já ter acordado pode não fazer bem para sua saúde como você imagina.

Profissionais do Sleep Clinic Services, um centro médico em Brisbane, na Austrália, afirmam que adiar o alarme do despertador pode ser extremamente prejudicial, por fazer com que tanto o corpo quanto o cérebro fiquem confusos, causando o que eles chamam de inércia do sono.

Esse fenômeno nada mais é do que a conhecida sensação de tontura que muitas pessoas têm quando acordam pela manhã. Segundo um estudo australiano realizado pela Universidade de Victoria, a inércia do sono pode durar de 15 a 30 minutos, e afetar funções cognitivas, como a percepção, atenção e memória.

No entanto, de acordo com pesquisa realizada pelo Hospital Brigham and Women, em Massachusetts, nos Estados Unidos, essa inércia pode durar de duas a quatro horas se a pessoa acordar durante o ciclo de sono precoce ou durante o sono profundo.

Para os pesquisadores, quando o modo soneca é ativado e a pessoa volta a dormir, podem ser liberados hormônios que levam o corpo a pensar que está prestes a cair em um sono profundo outra vez. Dessa forma, quando o indivíduo é abruptamente acordado depois de meros 10 minutos, o corpo e a mente acabam ficando confusos.

Neil Robinson, especialista em sono da fabricante de camas Sealy, explica como pressionar o botão soneca pode afetar negativamente o resto do dia.

Evite o modo soneca do despertador

“Acordar sentindo-se revigorado depois de uma ótima noite de sono é algo com que todos sonhamos”, afirma ele. “No entanto, a maioria de nós está cometendo erros comuns que estão nos impedindo de obter um descanso de alta qualidade – o que nos torna mais propensos a acordar ainda mais cansados do que quando fomos dormir”.

Robinson explica que ao cochilar por mais 10 minutos, o corpo entende que ele está sendo colocado em um novo ciclo de sono. Ao ser rapidamente interrompido, é possível que os efeitos sejam sentidos pelo resto do dia.

Em setembro passado, o professor neurocientista Matthew Walker revelou suas principais dicas para garantir um despertar o mais descansado possível depois de uma noite de sono. Além de evitar o botão soneca do despertador , ele recomenda o consumo de café descafeinado e evita os cochilos ao longo do dia.

IG

 

Idoso que se sente jovem tem menos sinais de envelhecimento do cérebro, diz estudo

(Foto: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8f/Laura_Rodr%C3%ADguez.jpg)

A ciência deu mais um passo para demonstrar que pessoas mais velhas que se sentem mais jovens do que realmente são apresentam menos sinais de envelhecimento do cérebro se comparadas com aquelas que reconhecem o peso da idade ou até se sentem mais velhas. O estudo, publicado em junho pelo periódico científico “Frontiers in Aging Neuroscience”, partiu de uma questão que intrigava o médico Jeanyung Chey, da Universidade da Coreia do Sul: a idade subjetiva é apenas um sentimento ou se reflete na forma como nossos corpos envelhecem?

É comum que os idosos tenham algum tipo de declínio cognitivo e o exame do cérebro aponta esses problemas, como, por exemplo, a redução do volume de massa cinzenta. O doutor Chey e seus colegas submeteram 68 pessoas entre 59 e 84 anos – todas gozando de boa saúde – a ressonâncias magnéticas. O grupo também foi avaliado pela equipe e respondeu a questionários sobre a percepção que cada um tinha da própria saúde. Aqueles que se sentiam mais jovens apresentaram melhor desempenho nos testes de memória e não relatavam sintomas de depressão. Além disso, tinham mais massa cinzenta em áreas-chave.

Os pesquisadores usaram a ressonância para calcular a idade cerebral dos participantes e, como declarou o doutor Chey, “descobrimos que as pessoas que se sentiam mais jovens tinham a estrutura de um cérebro mais jovem. A diferença era significativa mesmo levando em conta outros fatores, como personalidade, sintomas de depressão e funções cognitivas”. De acordo com os cientistas, é possível que os idosos que se sentem mais jovens acabem tendo uma vida física e mentalmente ativa, com efeitos benéficos para o cérebro. Nesse caso, investir em hábitos saudáveis poderia contribuir positivamente para o segundo grupo.

No que diz respeito a uma rotina que garanta uma velhice de qualidade, a Tufts University, nos EUA, demonstrou que um programa de exercícios para idosos sedentários é possível, seguro e está associado a inúmeros benefícios físicos e psíquicos. O estudo, chamado Lifestyle Interventions and Independence for Elders (Life), que pode ser traduzido como Intervenções no Estilo de Vida para a Independência dos Mais Velhos, transpôs os limites do campus universitário e foi implementado num centro comunitário. Durou seis meses e envolveu 40 adultos entre 65 e 89 anos que tinham algum problema de locomoção. Quem participou de pelo menos 25% das atividades semanais teve ganhos consideráveis em mobilidade e funções mentais. Houve também uma redução de 60% nas quedas, um dos principais motivos de preocupação na população mais longeva.

G1

 

Tatuagem não atrapalha na hora de procurar emprego, diz estudo

Getty Images

Se antes de fazer uma tatuagem sua preocupação é seu futuro no mercado de trabalho, uma boa notícia: os empregadores estão cada vez menos preocupados com seus desenhos na pele. Pelo menos é o que diz um estudo conduzido pelas universidades do Oeste da Austrália e de Miami.

Com os dados de mais de 2 mil pessoas nos Estados Unidos, os estudiosos analisaram qual era a percepção diante dos tatuados em termos de empregabilidade, ganhos e aceitação no ambiente de trabalho.

Ao contrário do imaginado, ninguém se incomoda com um colega cheio de tatuagens ou pensa que vá trata-lo diferente por conta de sua aparência, qualquer que seja o tipo de desenho e se ele é visível ou não.

Segundo o professor Andrew R. Timming, a arte na pele não só não atrapalha, como chega a ajudar as pessoas a encontrarem vagas de trabalho.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. jacinto souza disse:

    isso nos estados unidos, aqui o preconceito é maior

    tem que analisar que emprego está procurando, pra motoboy claro que não faz diferença, agora vai tentar ser um representante, um executivo… nunca vi um com tatuagem aparente.

Aplicativos de fotografia provocam distúrbio psicológico, diz estudo

Artigo alerta para a “dismorfia do Snapchat”, que faz com que garotas busquem cirurgia plástica para ficarem parecidas com as imagens de aplicativos

(Anchiy/iStock)

Atire o primeiro smartphone quem nunca passou horas testando todos os filtros disponíveis no Snapchat, no Stories do Instagram ou no Facetune. Sem dúvida, a brincadeira é divertida, mas está levando meninas adolescentes a desenvolverem o Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), em que a pessoa apresenta um foco obsessivo em defeitos que considera ter em sua aparência.

O alerta vem de um artigo de pesquisadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, divulgado no periódico JAMA Facial Plastic Surgery. De acordo com os autores, garotas que costumam retocar suas fotos têm um nível mais alto de preocupação com seus corpos e tendem a usar as redes sociais com o objetivo de ganhar aprovação sobre sua beleza.

Outra característica comum a essas meninas é a vontade de fazer cirurgia no rosto – para se ter ideia, segundo uma pesquisa da Academia Americana de Cirurgia Plástica Facial e Reconstrutiva realizada em 2017, 55% dos cirurgiões entrevistados perceberam um aumento de mulheres que fazem plástica porque querem sair mais bonitas nas fotos.

Os pesquisadores também afirmam que, antes da era das selfies, o principal objetivo de quem queria fazer uma rinoplastia era mudar a curvatura do nariz (para deixá-lo mais reto); agora é a assimetria do órgão (nos casos em que ele é torto) e da face como um todo que motiva a procura por um procedimento cirúrgico.

Para os autores, esse comportamento – apelidado de “dismorfia do Snapchat” – é preocupante porque, na maioria das vezes, a imagem que se busca é inatingível. Nesse caso, o ideal seria apostar em intervenções psicológicas, como terapia comportamental, e também em medicamentos que agem como antidepressivos.

“Esses aplicativos estão nos fazendo perder a noção da realidade, porque esperamos parecer perfeitos e ‘filtrados’ na vida real também”, dizem os autores. Eles alertam, ainda, para a necessidade de médicos prestarem atenção nas implicações das redes sociais na autoestima de seus pacientes – principalmente se eles ainda nem tiverem chegado à idade adulta.

Super Interessante

SABICHÕES EM BAIXA NO VIÉS POLÍTICO: Pessoas com “complexo de superioridade” não sabem de nada, diz estudo

(g-stockstudio/iStock)

Ninguém gosta de sabichões. Ainda mais quando se trata de política. E um novo estudo, da Universidade de Michigan, comprovou o que muita gente suspeitava: as pessoas que acham que “sabem de tudo” superestimam o que realmente sabem.

A pesquisa pegou justamente o viés político para analisar. Ela se concentrou em testar pessoas que acham que suas visões são melhores -e mais corretas- que outros pontos de vista. Para isso, os cientistas adotaram dois critérios. Primeiro, compararam o grau de conhecimento dos sabichões com o de outras pessoas. Depois, avaliaram se eles eram bons em procurar novas informações.

No primeiro teste, os participantes precisaram relatar suas opiniões sobre alguns tópicos, e aqueles que achavam que suas opiniões eram as mais corretas precisavam justificar isso. Os pesquisadores perguntaram o quanto os participantes achavam que conheciam sobre o assunto e, após isso, fizeram quizzes completos testando seus conhecimentos. Não deu outra: em quase todos os testes, os “sabichões” estavam superestimando seu próprio conhecimento. “Enquanto os participantes mais humildes às vezes até subestimavam seus conhecimentos, os que se viam como ‘superiores’ tendiam a pensar que eles sabiam muito mais do que realmente sabiam”, disse Michael Hall, autor do estudo.

Na segunda parte da experiência, os pesquisadores mostraram aos participantes artigos de notícias sobre diversos temas políticos, e pediram que eles selecionassem quais gostariam de ler. Os sabichões nem titubearam: a maioria pegou artigos que confirmavam seus pontos de vista. E o pior, eles sabiam disso: quando os pesquisadores perguntaram a eles que tipo de artigos haviam escolhido, os sabichões prontamente admitiam que haviam escolhido textos que sustentavam suas próprias opiniões. “Nós pensamos que se as pessoas ‘superiores’ mostrassem uma tendência a buscar um conjunto equilibrado de informações, elas poderiam alegar que chegaram à sua ‘opinião correta’ por meio de um pensamento crítico e ponderado sobre ambos os lados da questão”, disse Hall. Mas, como visto na pesquisa, não foi isso que aconteceu.

O estudo também afirma que os “sabichões” evitam opiniões contrárias porque aquilo em que eles acreditam está fortemente ligado aos seus valores. Eles não querem ter suas convicções morais desafiadas – ou até negadas. No fim, a pesquisa confirma velhas palavras de Millôr Fernandes: quem sabe tudo, é porque anda muito mal informado.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josivan disse:

    Por isso que o Brasil tá desse jeito. Só tem políticos com complexo de superioridade.

  2. João María disse:

    Em época de declarações de Bolsonaro E as de ontem do General Mourão caem bem com essa matéria teleguiada.
    "TUDO que sei é que nada sei"

  3. Marcílio disse:

    Vixe…. será que tão falando de Luladrão, essa matéria é a cara dele.

Netflix já tem mais assinantes do que TV paga no Brasil, diz estudo

(Foto: Brian Cantoni / flickr)

O serviço de filmes e séries por streaming Netflix já tem mais assinantes no Brasil do que os tradicionais pacotes de TV paga. Pelo menos é o que diz um estudo da empresa de consultoria Ampere Analysis, divulgado nesta semana.

A Netflix não revela oficialmente quantos assinantes tem no Brasil, apenas números globais (125 milhões até abril deste ano). Mas segundo o levantamento da Ampere, o total de usuários pagantes no país chegará a 10 milhões até o fim de 2018.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Net e a Claro TV têm, juntas, quase 9 milhões de assinantes; enquanto a Sky tem 5,2 milhões. Levando em conta estes números, a Netflix já superou a TV por assinatura.

Apesar do sucesso, o faturamento da Netflix ainda é bem menor do que o de TVs pagas por aqui – até porque os preços das assinaturas do serviço de streaming são bem mais baixos do que os preços de assinatura de TV a cabo no Brasil.

Segundo o levantamento da Ampere, divulgado pelo site Notícias da TV, de cada R$ 100 gastos com vídeo por assinatura no Brasil, R$ 36,40 vão para a Sky; R$ 29,40 para a Net; R$ 8,40 para a Claro, R$ 8,40 para a Vivo e R$ 6,90 para a Oi. A Netflix fica com apenas R$ 5,50 do bolo.

Além disso, a pesquisa da Ampere diz que 8% das residências no Brasil já têm algum serviço de assinatura de vídeo sob demanda, como a Netflix. A empresa, aliás, é a líder isolada do segmento no país, já que enfrenta pouca concorrência.

Olhar Digital

Serviços como o UberPool estão piorando o trânsito, diz estudo

COM A EXPANSÃO DOS SERVIÇOS DE COMPARTILHAR VIAGENS, OS EFEITOS DE REDUÇÕES DE AUTOMÓVEIS E MOTORISTAS DIMINUEM (FOTO: FLICKR/ MARK WARNER/ CREATIVE COMMONS)

As opções de compartilhar corridas dos aplicativos de carona estão prejudicando o tráfego de cidades norte-americanas, apontou uma pesquisa. O relatório, feito pelo especialista em transportes, Bruce Schaller, ainda indicou que se a quantidade desses serviços não for reduzida, os municípios irão se tornais mais hostis para pedestres e ciclistas.

Schaller concluiu que apps como Uber e Lyft falharam na intenção de diminuir o número de carros e motoristas nas ruas. Na verdade, acabou atraindo um mercado diferente que compete com o transporte público, e o resultado é que há mais gente dirigindo do que nunca.

Para a análise, ele coletou dados de nove cidades dos Estados Unidos: Nova York, Los Angeles, Chicago, Boston, Washington, Miami, Filadélfia, São Francisco e Seattle.

O compartilhamento de viagens adicionou 5,7 bilhões de quilômetros de veículos em nove grandes áreas urbanas de Nova York ao longo de seis anos, registrou o estudo. E a tendência é que isso se intensifique à medida que a popularidade dos serviços aumenta. O relatório observou que as viagens totais na cidade aumentaram 72% de 2016 para 2017, e 47% em Seattle no mesmo período.

Schaller ainda sintetizou dados de oito cidades e no estado da Califórnia para concluir que 60% dos usuários teriam dirigido, andado ou pedalado, ou ficariam em casa se não fosse pela disponibilidade de serviços como Uber e Lyft. “São pessoas que saem do ônibus e do metrô para entrar em sedãs”, falou Schaller ao The Washington Post.

O especialista concluiu que, na medida em que os serviços de compartilhar viagens estão em expansão, os efeitos de reduções de automóveis e motoristas são insignificantes e o crescimento é insustentável.

Com base em um perfil médio do usuário desses serviços, o especialista também apontou que quanto mais os apps se assemelham ao trânsito, mais afastam os passageiros dos sistemas ferroviários e de ônibus urbanos. E isso resulta em um número crescente carros particulares para se locomover.

Jon Orcutt, porta-voz da Transit Center, organização de advocacia com sede em Nova York, disse que a culpa da piora do tráfego não recai sobre os usuários individuais por acharem os serviços mais atraentes, mas que o ônus recai sobre os governos locais e agências de trânsito. Para ele, não é coincidência que o crescimento explosivo das caronas tenha ocorrido em meio a colapsos do sistema de trânsito em várias grandes cidades.

Galileu

 

Mulheres casadas têm menos orgasmos do que os maridos, diz estudo

Se você está em um relacionamento há muito tempo, provavelmente já sabe o que faz o seu parceiro ter muito prazer na cama . Mas aparentemente nem todos estão ficando igualmente satisfeitos depois de uma noite de sexo . Uma pesquisa norte-americana mostra que as mulheres casadas estão tendo mais dificuldade para atingir o orgasmo do que os maridos.

Foto: Shutterstock

Segundo o estudo publicado pela Brigham Young University, que fica em Utah, nos Estados Unidos, 49% das mulheres casadas afirmaram que atingem o orgasmo regularmente quando fazem sexo com os parceiros. Ao comparar os números deles, porém, a diferença é bastante perceptível: 87% dos homens casados chegam ao ápice quando transam com as esposas.

Os pesquisadores coletaram dados de 1,683 casais heterossexuais recém casados. As entrevistas foram feitas individualmente com cada parceiro, que foi questionado sobre a frequência de orgasmos, percepção sobre as vezes em que o perceiro goza, relação entre o casal e a satisfação sexual com a esposa ou o marido.

Pelo menos 43% dos homens não conseguem determinar se a parceira conseguiu ou não gozar durante o sexo. Os resultados também indicam que um quarto dos maridos entrevistados acreditam que as esposas atingiram o ápice muito mais vezes do que realmente aconteceu.

Com base nesses estudos, é possível observar que o fênomeno do “buraco do orgasmo” , ou seja, a diferença de frequência e quantidade de orgasmos entre homens e mulheres heterossexuais, é algo real. Entretanto, o resultado foi surpreendente até mesmo para os pesquisadores.

“Acho que a maior surpresa foi como as percepções erradas [sobre o orgasmo feminino] são recorrentes”, diz Nathan Leonhardt, assistente de pesquisa e um dos autores do estudo, ao portal “Bustle”. “Esperávamos que houvesse algum grau de equívocos, mas descobrir que 43% dos maridos recém-casados não percebem a frequência com que sua esposa goza é uma questão notável que precisa ser tratada.”

De acordo com Nathan, a melhor forma de “fechar o buraco do orgasmo” e ajudar as mulheres casadas a atingir o orgasmo com tanta frequência quanto os homens, é estar aberto para o diálogo. “Ambos os parceiros se preocupam e querem agradar um ao outro. Se ambos estiverem conforáveis com a própria sexualidade, conseguem ser honestos sobre a experiência sexual e ficar atentos aos desejos sexuais do outro, a vida sexual pode melhorar”, finaliza.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio disse:

    Não tem problema.
    As feministas vão propor uma lei que o governo obrigue os homens a ter menos orgasmos ou a gerar orgasmos nas mulheres.
    Já que para o feminismo tudo é fazer lei obrigando a tudo…