Por interino
Entre mudanças estão idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e valor do benefício Confira abaixo detalhes da reforma:

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Entre mudanças estão idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e valor do benefício Confira abaixo detalhes da reforma:

Fotos: Reprodução/Youtube e Ricardo Stuckert/PR
Flávio Bolsonaro (PL) voltou a aparecer numericamente à frente do presidente Lula (PT) em uma simulação de segundo turno da Quaest. Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (14) mostra o senador com 42% das intenções de voto, contra 40% do petista.
Os dois estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. Mas o resultado marca uma virada na série recente: na pesquisa de 7 de setembro, os dois tinham 41%. Agora, Flávio oscilou para 42%, enquanto Lula foi para 40%.
É a primeira vez desde abril que Flávio aparece numericamente à frente de Lula na Quaest. Nos levantamentos realizados desde então, o presidente vinha aparecendo à frente do senador.
Nas demais simulações de segundo turno, Lula tem 38% contra 36% de Augusto Cury; 41% contra 39% de Ronaldo Caiado; 41% contra 38% de Renan Santos; e 45% contra 33% de Romeu Zema.
Primeiro turno
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera com 36%, mesmo percentual da pesquisa anterior. Flávio Bolsonaro passou de 29% para 31%, reduzindo de sete para cinco pontos a diferença para o presidente.
Augusto Cury aparece com 7%, seguido por Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 4%, e Romeu Zema, com 1%. Os indecisos são 10%, enquanto 7% dizem que votarão em branco, nulo ou não irão votar.
Na pesquisa espontânea, Lula tem 28% e Flávio, 23%. O senador avançou três pontos em relação ao levantamento anterior, quando aparecia com 20%, enquanto Lula permaneceu com 28%.
A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e registrada no TSE sob o número BR-03607/2026.
Com informações do g1
A Polícia Federal apreendeu mais de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo durante a Operação Sem Lastro, deflagrada nesta segunda-feira (14), em Natal, para investigar indícios de falsidade ideológica eleitoral e possível uso de recursos não declarados em atividades de campanha eleitoral.
Por determinação da Justiça Eleitoral, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na capital potiguar. Além do dinheiro, os agentes recolheram celulares, documentos e equipamentos eletrônicos.
De acordo com a PF, a investigação identificou saques em espécie feitos por um servidor do Rio Grande do Norte. As movimentações levantaram suspeitas de incompatibilidade entre os valores movimentados e o patrimônio declarado à Justiça Eleitoral.
A origem e a destinação do dinheiro apreendido serão apuradas no decorrer das investigações.
Fotos: Nelson Jr./STF e Divulgação
Mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram que integrantes de “A Turma”, grupo que, segundo a investigação, atuava a serviço de Daniel Vorcaro, lamentaram a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master no STF.
“Está piorando muito rápido agora que saiu do Toffoli”, escreveu Bruno Correa Lopes, apontado pela PF como integrante do grupo, em conversa com Manoel Mendes Rodrigues, o Manolo, no dia 27 de fevereiro. A troca na relatoria havia ocorrido em 12 de fevereiro.
Segundo a investigação, “A Turma” era paga para intimidar pessoas, comprar servidores públicos e obter informações sigilosas por meio da invasão de sistemas oficiais. O grupo teria seis integrantes e receberia cerca de R$ 400 mil por mês de empresas ligadas ao grupo empresarial de Vorcaro.
Na mesma conversa, Bruno relata uma corrida da família Vorcaro para vender patrimônio diante do avanço das investigações. “Vão fazendo dinheiro para todo lado, antes que tomem”, afirmou ao mencionar a venda de uma casa avaliada em R$ 40 milhões por R$ 20 milhões.
Toffoli deixou a relatoria após revelações sobre ligações com Vorcaro envolvendo o resort Tayayá. A Maridt, empresa de dois irmãos do ministro, José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli, tinha participação no empreendimento.
Os diálogos fazem parte do material reunido pela PF e enviado ao STF. Na sexta-feira (11), a Corte retirou o sigilo de diversas peças relacionadas às investigações do Banco Master.
Com informações da Folha de S.Paulo
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Alvo de uma operação da Polícia Federal nesta segunda-feira (14), o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) tem trânsito dos dois lados da polarização política. Apesar da proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e da amizade com o ministro André Mendonça, o líder evangélico já orou com Lula (PT), buscou diálogo com o PT e defendeu a indicação de Jorge Messias (AGU) ao STF.
Logo após a eleição de Lula, em 2022, Cezinha afirmou estar disposto a trabalhar pautas em comum com o novo governo.
Em 2025, o deputado também saiu em defesa de Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União de Lula, para uma vaga no STF. “Não podemos perder a oportunidade de apoiar o presidente Lula na indicação do ministro Jorge Messias”, afirmou.
Cezinha ainda destacou que votos de senadores do PT foram importantes para a aprovação de André Mendonça ao Supremo.
A operação desta segunda foi autorizada pelo ministro Flávio Dino e investiga suspeitas de tráfico de influência em tribunais superiores, exploração de prestígio, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Cezinha também foi apontado como articulador de um encontro entre Mendonça e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A PF ressaltou que, até o momento, não há elementos indicando participação de integrantes do Judiciário nos fatos apurados.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta segunda-feira (14) a favor da retirada do sigilo do processo que reúne detalhes sobre a rede de pagamentos do empresário Daniel Vorcaro e do Banco Master.
A abertura da Petição 15.645 foi pedida pelo ministro Alexandre de Moraes ao presidente do STF, Edson Fachin. Moraes sustenta que o processo contém “elementos essenciais” para o julgamento desta terça-feira (15), quando a Corte vai analisar as mensagens trocadas entre ele e Vorcaro.
O vice-procurador-geral Hidenburgo Chateaubriand afirmou que a PGR não tinha conhecimento da existência da petição e que o processo sequer aparece visível ao órgão no sistema do Supremo. Mesmo assim, considerou que o sigilo deve ser retirado diante da relevância apontada por Moraes para o julgamento.
Segundo a CNN, a petição reúne informações sobre pagamentos de Vorcaro e do Banco Master e foi distribuída por prevenção ao ministro André Mendonça.
A manifestação ocorre em meio à disputa interna no STF sobre o acesso aos documentos das investigações do Master. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes também pediram acesso integral aos dados extraídos do celular de Vorcaro antes da sessão desta terça.
Fotos: Mário Agra/Câmara dos Deputados e Fellipe Sampaio /STF
A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (14) uma operação contra o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP), amigo e aliado do ministro André Mendonça (STF). O parlamentar foi responsável por articular um encontro reservado entre Mendonça e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, em março de 2025.
O ministro confirmou a reunião e afirmou que o encontro tratou de créditos de precatórios de interesse do Banco Master. À época, Mendonça ainda não era relator do caso Master no STF, função que assumiu em fevereiro de 2026.
Autorizada pelo ministro Flávio Dino, a terceira fase da Operação Transparência investiga suspeitas de tráfico de influência em tribunais superiores, exploração de prestígio, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Distrito Federal e em São Paulo.
A advogada Valéria Rodrigues Linhares, esposa de Cezinha, também foi alvo. Em agosto, a PF apreendeu R$ 510 mil em dinheiro vivo na bagagem de mão dela. A defesa informou que pedirá acesso ao processo antes de se manifestar.
De acordo com a PF, integrantes do grupo teriam negociado pagamentos elevados em troca da promessa de influenciar decisões judiciais. A corporação ressaltou, porém, A PF ressaltou que “não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados”.
[VÍDEO] Vereador de Pernambuco desmente informações sobre prisão em concurso público da Polícia Penal do RN https://t.co/7fZJnCg3En pic.twitter.com/FsKXBIOt6e
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) September 14, 2026
Reprodução/Redes Sociais
O vereador Ramon Aranha veio a público por meio de um vídeo nas redes sociais para esclarecer e desmentir informações que circularam amplamente na internet, afirmando que ele teria sido preso em flagrante durante a realização do concurso da Polícia Penal, realizado neste domingo (13), em Natal.
De acordo com o parlamentar, a informação é totalmente falsa e fruto de descontextualização de imagens e fatos por parte de terceiros. “Eu fui a Natal para prestar um concurso e ao chegar no local de prova, quem faz concurso sabe, todo candidato precisa colocar os materiais eletrônicos dentro de uma bolsa plástica e essa bolsa plástica precisa ser lacrada. E assim foi feito, coloquei todos os eletrônicos dentro dessa sacola. Meu celular despertou, acionou o despertador e eu fui convidado a me retirar da sala para fazer uma revista pessoal. A polícia foi acionada para que eu pudesse ser acompanhado para fazer uma revista minuciosa, mas graças a Deus não foi encontrado nada e eu já estou em casa. Eu não fui preso em flagrante, só fui alvo de uma revista”, comentou.
O presidente do STF, Edson Fachin, avalia antecipar seu voto sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes na sessão desta terça-feira (15). Conforme a coluna de Caio Junqueira, da CNN, a estratégia busca abreviar o julgamento e pode permitir a formação de maioria logo no início da sessão.
A medida também evitaria uma discussão prévia sobre questões processuais levantadas por aliados de Moraes, que questionam a condução do caso pelo ministro André Mendonça. Fachin poderia abrir a sessão apresentando diretamente seu voto e submetê-lo aos demais ministros.
Nos bastidores, aliados de Fachin apostam na formação de maioria favorável à investigação. O presidente do STF também tende a propor que, caso a apuração seja autorizada, Moraes seja afastado da Corte enquanto forem investigadas as relações do ministro com Daniel Vorcaro.

A Caravana 22 percorreu, neste domingo, sete municípios do Alto Oeste Potiguar, em mais um dia de intensa mobilização da campanha de Álvaro Dias (PL) ao Governo do Rio Grande do Norte. Ao longo do percurso, multidões, apoiadores e lideranças políticas foram às ruas para receber Álvaro e demonstrar apoio à sua candidatura.
A agenda começou em Apodi e seguiu por Olho d’Água dos Borges, Lucrécia, Umarizal, Riacho da Cruz, Portalegre e Taboleiro Grande.
Em Apodi, Álvaro esteve acompanhado do candidato a deputado estadual Getúlio Rêgo e do ex-prefeito de Pau dos Ferros Leonardo Rêgo, além do candidato ao Senado Coronel Hélio, da candidata a deputada estadual Anne Lagartixa e do candidato a deputado federal Coronel Brilhante. Em Olho d’Água dos Borges, foi recebido pelos ex-prefeitos Breno Queiroga, Aroldo Queiroga e Jackson Queiroga, pela vice-prefeita Marceli e pelo vereador Marcel.
Em Lucrécia, uma multidão recebeu Álvaro ao lado do prefeito Waltinho, da vice-prefeita Lara Nascimento, da ex-prefeita Ceição Duarte, vereadores e do candidato a deputado estadual Sargento Rivaldo. Em Umarizal, a mobilização contou com o ex-prefeito Rogério Fonseca, os vereadores Ibiratan e Camilo Araújo e os ex-vereadores Jatão da Rádio e Armando Araújo.
Em Riacho da Cruz, uma grande carreata terminou em comício com o prefeito Marcos Aurélio Rêgo e a ex-prefeita Bernadete Rêgo. Já em Portalegre, Álvaro foi recebido pelo prefeito José Augusto Rêgo e por lideranças locais.
A passagem pelo Alto Oeste terminou em Taboleiro Grande, onde Álvaro foi recebido pelos vereadores Jeffson Alves e Garlênia Maria, pela ex-prefeita Maria Miriam e por Lenario, ex-vice-prefeito e ex-vereador do município.
Em um único domingo, Álvaro percorreu sete municípios e reuniu apoios de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes cidades, reforçando a presença da Caravana 22 no Alto Oeste e a mobilização em torno de sua candidatura ao Governo do Estado.


Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores, é o que mostra a nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (14). O levantamento aponta também que 47% dos entrevistados aprovam a atual gestão, enquanto 4% não souberam responder ao questionamento.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 8 de setembro, houve uma melhora na avaliação do governo. Na ocasião, 45% aprovavam o governo e 50% o desaprovavam. O levantamento também mediu a percepção dos eleitores sobre a qualidade da administração federal. Para 37%, o governo Lula é “ótimo” ou “bom”, já 44% classificam a gestão como “ruim” ou “péssima”. Outros 18% consideram o desempenho do governo “regular”.
Apesar da oscilação positiva nos índices de aprovação, os números mostram que a avaliação negativa da gestão federal ainda supera a positiva, mantendo o governo em um cenário de equilíbrio apertado na percepção do eleitorado.
A pesquisa foi encomendada pelo BTG Pactual e realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, da FSB Holding. Foram ouvidos 2.003 eleitores, por telefone, entre os dias 11 de setembro e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento está registrado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04076/2026.
Com informações do Metrópoles
Não vale a pena pagar previdência para se aposentar. É melhor investir em outra coisa.
Os paneleiros têm vergonha de comentar aqui…
Essa reforma proposta tem muito o que ser debatido. Há flagrantes exageros, como os 49 anos prá receber integral. Mas há pontos que podem e devem ser alterados com relação às regras atuais.
Vamos ser obrigados a pagar a conta não apenas dos políticos corruptos, mas também da população desonesta! No país aonde empregado pede pra ser demitido para receber os direitos, além de seguro desemprego, o que não é estranho é o fato do empregador fazer um acordo e aceitar essa proposta. Muitos casos onde a pensão de um falecido passava a ser recebida por outra pessoa de maneira vitalícia, muitas vezes sem realmente ser merecedora por já trabalhar ou por terem criado um suposto vínculo apenas para receber essa pensão na morte do beneficiário. Provavelmente meus netos não saberão o que é aposentadoria. Passar 49 anos pagando o equivalente hoje a R$ 1.000, penso que é melhor aplicar esse dinheiro em boas aplicações e diversificadas que depois dos 49 anos vai render muito mais que essa aposentadoria do INSS. Sem falar que quando morrer, ainda deve ter o deixar para os filhos e netos. Conceito muito comum em outros países aonde o governo não tenta ser uma mãe e querer sempre ajudar a população.