Os jornais diários britânicos, de alcance nacional, venderam em novembrouma média de 7.023.738 exemplares por dia, de acordo com o mais recente levantamento feito pelo instituto verificador de circulação (Audit Bureau of Circulations – ABC). No mesmo mês, em 2013, os 11 títulos em conjunto venderam 7.596.192 exemplares. Houve uma queda de pouco mais de 9% em 12 meses.
Esses números também são reflexo da quedanasvendas do “The Sunday Times” e de suas plublicações (as revistas The Sunday Times Magazine, Culture e Style e os suplementos em formato tabloide, Travel, Home e Driving).De modo geral, esses resultados ilustram a situação de declínio geral dos veículos impressos.
A taxada queda nas vendas é provavelmente maior do que há cinco anos, mas não tão mais expressiva. Ela prova que está havendo uma “morte lenta” e que o desenlace ainda ainda está distante.
É interessante notar queo “The Times”, que circula de segunda a sábado, aparece sozinho na contramão dessa tendência. Suas vendas se estabilizaram durante o ano passado. Não admira que o departamento de marketing daeditora do “The Times”, a News UK, tenha produzido uma peça publicitária sugerindo que a morte foi enganada.
De outra parte, o “The Sun”, líder de mercado, registrou um resultado histórico negativo em novembro, com queda de 2% nas vendas, enquanto as vendas do “The Sunday Times” recuaram 4% em 12 meses.
Apesar de negativos, todos esses números parecem bons quando comparados com muitos jornais concorrentes. As vendas do “The Daily Telegraph”, “Independent”, “Guardian” e “Financial Times” caíram 10% nos 12 meses terminados em novmbro, bem como as do “Daily Express”. O “Daily Mail recuou 5% e o “Daily Mirror”, mais de 8%. Esses sinais de menos são de fato sinais dos tempos (menos para “The Times”).
A situaçãotem sido pior em relação às edições dominicais. O declínio parece inexorável. As vendas aos domingos caíram 13,6% no “Daily Star Sunday”; 10,6% no”Observer”; 10,9% no “Sunday People”; 9,6% no “The Sun”; e 9,8% no “Sunday Telegraph”. Jornais de porte médio, como o “Mail on Sunday” e “Sunday Express” também enfrentam dificuldades. Suas vendas caíram cerca de 8% ao longo desse ano.
A realidade é dura, mas nada disso soa inesperado. Assim é a situação hoje e assim será por vários anos adiante. Em algum momento, eu acho que haverá uma ‘queda do penhasco’. Por enquanto, as rotativas continuam a girar – e os anúncios impressos ainda fornecem a maior parte da receita para a maioria das empresas jornalísticas.
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Caro Marcos! Devemos lembrar que estes ditos "medalhões" como você diz, deram com grande importância, sua contribuição ao jornalismo que temos hoje. Há também os nomes dos jornalistas Luiz Maria Alves, do Diário de Natal e Aluízio Alves, da Tribuna do Norte e Sistema Cabugi de comunicações, dentre tantos outros. Foram os pioneiros da imprensa em nosso Estado e porque não, em nosso país. Devem ser respeitados e reverenciados dentro de nossa História, pois o país que não respeita a sua memória, é um país com um futuro condenado, ou seja, será fadado a sempre ser, um país sem História, um país sem passado.
Bastante lúcido o seu comentário, Marcos. Porém, não ouse dizer isso com relação a imprensa de Mossoró. Nem que você esteja na companhia do bando de Lampião. Por lá, ainda vive-se em plena era de ouro do rádio.
Olá Marcos, desculpa discordar. Primeiro, velho que ler jornal não é estúpido. Todos que leem têm o seu valor. Outra, essa modernidade que vc fala, tem se limitado aos nossos jovens lerem resumo de livros, pesquisarem e trabalharem sobre artigos ou teses de outros, sem criatividade e, pior ainda, os jovens nem ama a leitura. Buscam fotos, fofocas e redes sociais cheias de selfs ou materia de blogs, que necessitam ser limitadas, eis que impossível ser comprida. Assim, o que vc chama de velho ou incompetente, apesar de que sou novo, mas consciente, chamo de preferencia por boa leitura. Os jovens têm buscado o facil e o barato, ainda que não confiavel. Na net todos podem atribuir tudo a qualquer um, seja a materia, seja a ação divulgada. E isso sem culpas, ainda que irresponsavelmente. No jornal fisico ou no livro, a autoria é de facil responsabilização. Ah! Revistas e jornais, inclusive os que vc relata estão virtualizados e mantém a mesma segurança? É verdade, mas é questão de gosto a leitura no papel. Ao menos serve, depois de passado o dia, disponibilizarmos as folhas para limpar essa cagada que vc fez ao macular a competencia do idoso. Respeita mais ô cidadão.
Na Banca Cidade do Sol (Tota) vende hoje por dia apenas 30 Tribuna de Norte, 30 Jornal de Hoje e 5 Novo Jornal.
Jornal impresso é coisa do passado, coisa de velho atrasado que não saber acessar a Internet, ler as noticias nos blogs e portais de noticias.
Os medalhões da imprensa potiguar é coisa do passado, Cassiano Arruda Camara, Vicente Serejo, Marcos Aurelio de Sá, Aluisio Lacerda, etc.
São apenas uma leve lembrança sem o prestigio, força e leitores do passado, mais jovens não sabem nem que eles existem.
É a tecnologia mudando o mundo