Durante uma cerimônia em alusão ao Dia do Professor, realizada nesta sexta-feira (15), um professor fez um protesto na presença da governadora Fátima Bezerra (PT). Entres os seus apelos, para que a categoria avance, ele diz para Fátima que “olhe para a educação”, e também não “menospreze e humilhe” a classe dos educadores. O homem em questão é Cláudio Almeida, que é professor de Artes e ator.
O evento aconteceu na Escola Estadual Padre Miguelinho, no Alecrim, em Natal.
Uma grande cascateira, assim como você……VERGONHA HILÁRIA RN!!!
Mas continue aí passando seu pano, e ainda misturou os assuntos envolvendo o presidente…..kkkkkkkk
A GOVERNADORA FÁTIMA DO PT, usou os PROFESSORES, FUNCIONALISMO PÚBLICO ESTADUAL, para ser útil exclusivamente para se.
No início da sua GESTÃO, o foco foi prestigiar os grandes salários e os que iam para linha de frente defende-la, foi uma TRAIÇÃO que tem que pagar pelo mesmos merecimentos.
Pessoas verdadeiramente democráticas fazem como a professora Fátima. Aceitam críticas de forma educada. Infelizmente nosso presidente não tem educação para aceitar o contraditório ou reivindicações de pleitos.
Uma grande cascateira, assim como você……VERGONHA HILÁRIA RN!!!
Mas continue aí passando seu pano, e ainda misturou os assuntos envolvendo o presidente…..kkkkkkkk
Claro que tinha que ficar calada. As críticas tinham fundamento.
Quem cala é consciente!
Vc bem queria que ela desse um tapão no professor kkkkkkk, tem muito idiota no mundo de meu Deus. Te aquieta catreva, ela engoliu no seco, educação nunca vez parte dessa GD, tu não lembra ela comendo marmita na mesa do senado?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (22), durante coletiva na Índia, que pretende discutir diretamente com Donald Trump o papel dos Estados Unidos na América do Sul e disse que é “preciso dar um paradeiro” nas ameaças feitas pelo norte-americano a outros países. A declaração ocorre após Trump indicar a possibilidade de ataque ao Irã nos próximos dias.
Lula afirmou que quer saber se os EUA pretendem atuar como parceiros ou como agentes de pressão internacional. Segundo ele, a conversa com Trump, prevista para a segunda quinzena de março em Washington, deve tratar de temas estratégicos e da relação bilateral. O encontro foi combinado por telefone, mas ainda não tem data oficial confirmada.
O presidente brasileiro disse acreditar na “química” pessoal como ferramenta de negociação e destacou que prefere o diálogo direto. “Não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação”, afirmou, ao citar temas como minerais críticos, cooperação econômica e combate ao crime organizado.
Na mesma coletiva, Lula voltou a comentar a homenagem recebida da Acadêmicos de Niterói no Carnaval. Classificou o desfile como “extraordinário”, agradeceu à escola e evitou entrar nas críticas feitas por setores evangélicos à ala intitulada “neoconservadores em conserva”.
A representação gerou reação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que classificaram a encenação como ofensiva. Lula, no entanto, afirmou que apenas aceitou a homenagem e que não interferiu no conteúdo do enredo.
A possível substituição da escala 6×1 por uma jornada semanal menor pode provocar um impacto de até R$ 178,8 bilhões por ano nos custos da indústria brasileira, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. De acordo com o levantamento, caso a carga horária seja reduzida para 36 horas semanais sem corte salarial, a folha de pagamento do setor pode subir 25,1%.
Em um cenário intermediário, com jornada de 40 horas, o impacto financeiro projetado varia entre R$ 58,3 bilhões e R$ 87,5 bilhões anuais, representando aumento de 7,4% a 11,2% nos custos com mão de obra. A entidade afirma que a mudança pode pressionar margens, encarecer produtos e reduzir a competitividade da indústria nacional.
Segundo a Abimaq, cerca de 80% das empresas do setor operam atualmente com jornada de 44 horas semanais no sistema 5×2. Para a associação, qualquer redução de carga horária sem ajuste proporcional de salários tende a gerar efeito cascata, com risco de demissões e até fechamento de empresas.
A discussão ocorre em meio a comparações internacionais, já que países da União Europeia adotam jornadas médias entre 36 e 40 horas semanais, geralmente com mecanismos de compensação negociados entre empresas e sindicatos. No Brasil, embora o limite legal seja de 44 horas, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que a média efetiva trabalhada costuma ser inferior ao teto.
A entidade também chama atenção para a baixa evolução da produtividade no setor, que teria crescido, em média, 0,2% ao ano entre 1981 e 2024. O tema deve ganhar força nas negociações coletivas, que já registram milhares de acordos tratando de prorrogação ou redução de jornada.
A CPI do Crime Organizado no Senado deve analisar, na próxima quarta-feira (25), uma série de requerimentos que colocam ministros do Supremo Tribunal Federal no centro das investigações sobre o Banco Master. Entre os pedidos estão convites para que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes prestem esclarecimentos sobre possíveis ligações com o conglomerado financeiro.
A comissão também analisa quebras de sigilo e convocações de sócios e executivos da instituição, incluindo o proprietário Daniel Vorcaro. Parlamentares da oposição ainda apresentaram requerimentos envolvendo familiares dos ministros, como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes, citada em pedidos relacionados a contrato firmado entre o banco e seu escritório.
Outro ponto sensível envolve o resort Tayayá, anteriormente ligado a familiares de Toffoli e posteriormente vendido a fundo associado a Vorcaro. As conexões comerciais motivaram questionamentos e contribuíram para a substituição de Toffoli na relatoria do caso no STF, que passou ao ministro André Mendonça.
A pauta inclui ainda convite ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para esclarecer a liquidação extrajudicial do banco e uma reunião fora da agenda entre Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teria contado com a presença de Rui Costa e Guido Mantega.
Além dos requerimentos, a CPI deve ouvir o ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, preso sob acusação de ligação com o Comando Vermelho. A comissão promete avançar sobre contratos, relações empresariais e possíveis desdobramentos políticos do caso.
Um adolescente de 16 anos morreu e uma criança de 5 anos foi baleada durante um tiroteio registrado neste sábado (21) no bairro Bom Pastor, na Zona Oeste de Natal, nas proximidades do quilômetro 6. A vítima fatal foi identificada como Jonathan. Segundo informações apuradas no local, ele estaria em uma motocicleta com outro homem quando houve troca de tiros.
De acordo com relatos iniciais, os dois teriam chegado armados e, em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas, um terceiro envolvido reagiu. Durante o confronto, Jonathan foi atingido por disparos e morreu no local. O outro homem que estava com ele conseguiu fugir.
No meio do tiroteio, uma criança de 5 anos acabou sendo baleada no braço. Ela foi socorrida inicialmente para a UPA da Esperança e, em seguida, transferida para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. A atualização médica aponta que a criança chegou consciente, falando e não corre risco de vida.
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte isolou a área e apreendeu uma arma de fogo que estava com o adolescente. Cápsulas ficaram espalhadas pelo chão, evidenciando a intensidade do confronto. A ocorrência será investigada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, enquanto a Polícia Científica foi acionada para a perícia e remoção do corpo.
A decisão da TV Globo de não transmitir o Desfile das Campeãs do Rio de Janeiro na íntegra pela TV aberta provocou forte reação nas redes sociais neste sábado (21). A emissora exibiu apenas o show de abertura após o Big Brother Brasil, deixando de fora as apresentações completas das escolas na avenida.
O evento movimenta a Marquês de Sapucaí e começou com a entrada da Estação Primeira de Mangueira às 22h. O show inicial contou com nomes como João Gomes, Michel Teló e Léo Santana, além de intérpretes das agremiações. No entanto, a transmissão ocorreu com atraso de quase uma hora em relação ao que acontecia ao vivo no sambódromo.
Enquanto isso, o Multishow exibiu todo o desfile ao vivo, mas apenas para assinantes de TV por assinatura ou do Globoplay. A limitação gerou críticas de telespectadores que cobraram maior valorização do Carnaval na programação aberta.
Voltaram à avenida a campeã Unidos do Viradouro, que conquistou o título com 270 pontos com o enredo “Pra Cima, Ciça!”, além de Imperatriz Leopoldinense, Acadêmicos do Salgueiro, Unidos de Vila Isabel, Beija-Flor de Nilópolis e Mangueira. A ausência da transmissão integral na Globo reacendeu o debate sobre espaço e prioridade dados ao maior espetáculo da cultura popular brasileira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (22) que não cabe a ele opinar sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, que o homenageou no Carnaval e acabou rebaixada no Grupo Especial. “Eu não sou o carnavalesco, não fiz o samba-enredo, não cuidei dos carros alegóricos”, disse, ao ser questionado sobre críticas ao enredo e à reação de setores evangélicos.
Lula declarou que recebeu a homenagem com gratidão e afirmou que o tributo, na sua visão, foi mais direcionado à mãe, Dona Lindu, do que a ele. Segundo o presidente, a narrativa do desfile destacou a trajetória da família, da migração do Nordeste para São Paulo até sua ascensão política.
A apresentação, no entanto, gerou forte reação política. Partidos como PL e Missão protocolaram representações no Tribunal Superior Eleitoral, alegando propaganda eleitoral antecipada e possível abuso de poder político e econômico. Antes mesmo do desfile, pedidos para barrar a apresentação foram negados pela Corte.
Após a apuração, que colocou a escola na última posição, novas ações foram apresentadas à Justiça Eleitoral e a outros órgãos de controle. A oposição sustenta que houve promoção pessoal do presidente em pleno período pré-eleitoral, enquanto o governo nega qualquer irregularidade e afirma que não participou da escolha do enredo.
Mesmo com a derrota na avenida e a judicialização do caso, Lula evitou confrontos diretos. Disse que pretende agradecer pessoalmente à escola pela homenagem — ainda que tenha se confundido ao mencionar que faria isso quando voltasse a São Paulo, sendo que a agremiação é sediada em Niterói, no Rio de Janeiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mandou um recado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ser questionado sobre as novas tarifas impostas pelo republicano em conversa com a imprensa em Nova Délhi, na Índia, na madrugada deste domingo (22).
“Quero dizer ao presidente Trump que nós não queremos uma nova Guerra Fria. Não queremos ter preferência por nenhum país, queremos ter relações iguais com todos os países. Nós queremos tratar todos em igualdade de condições e receber deles também um tratamento igualitário com os outros países”, disse.
Trump anunciou uma nova tarifa global de 10% na sexta-feira (20) por meio da seção 122 do Ato do Comércio de 1974 depois da Suprema Corte barrar o uso da Lei de Poderes Econômicos e Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). No sábado (21), ele decidiu aumentar para 15%.
O presidente ainda disse estar “aliviado” por não ter se precipitado nas negociações tarifárias com os Estados Unidos diante das incertezas causadas pelas disputas entre a Suprema Corte do país e Trump.
“Sobre a taxação, tomamos decisão com muita cautela e tomamos a decisão correta. Em algumas coisas o próprio governo americano voltou atrás (com relação às tarifas contra o Brasil) e agora temos a decisão da Suprema Corte. Por isso eu quero conversar direto com Trump sobre toda a relação entre o Brasil e os Estados Unidos”, disse ele.
Lula também voltou a criticar o uso do dólar em negociações comerciais. “Não queremos moeda dos Brics, queremos discutir. Para o Brasil fazer comércio com a Índia, precisa ter o dólar ou podemos fazer a nossa moeda?”.
Os Estados Unidos e os movimentos de Trump foram pauta da conversa do petista com a imprensa em Nova Délhi. Lula deve se encontrar com o presidente dos Estados Unidos em março, segundo o Planalto.
Lula está em viagem à Ásia e cumpriu agenda na Índia, onde fechou acordo sobre mineiras críticos e terras raras. Agora, segue para a Coreia do Sul ao lado de uma comitiva brasileira com 11 ministros.
Relator do inquérito que apura o escândalo do Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça convocou a Polícia Federal para uma nova reunião nesta segunda-feira (23). O objetivo é receber o primeiro relatório da investigação, analisar pedidos pendentes e definir novas diligências.
Mendonça também avalia a manutenção de decisões adotadas pelo antigo relator, Dias Toffoli. Na semana passada, ele já sinalizou mudança de postura ao autorizar que peritos da PF analisem livremente cerca de 100 aparelhos eletrônicos apreendidos — antes, o acesso era restrito — e permitir depoimentos de investigados sem foro privilegiado sem autorização prévia do STF.
O ministro determinou ainda o envio à CPI mista do INSS de dados como o conteúdo do celular de Daniel Vorcaro e informações obtidas nas quebras de sigilos fiscal, bancário e telemático.
Em despachos recentes, Mendonça reforçou a exigência de sigilo e afirmou que apenas investigadores diretamente envolvidos devem ter acesso às informações, inclusive sem compartilhamento com superiores hierárquicos ou outras autoridades. A diretriz, segundo interlocutores, é de atuação “independente, discreta e sem perseguições”.
Indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Mendonça assumiu o caso em meio a desgaste interno da Corte. Já Toffoli, relator original, deixou o inquérito após controvérsias envolvendo sua atuação e suspeitas levantadas durante a apuração.
As investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre acessos ilegais a dados da Receita Federal ampliaram o clima de desconfiança entre ministros da Corte e setores do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Após determinação do ministro Alexandre de Moraes para rastrear acessos a informações fiscais de cerca de 140 pessoas, incluindo parentes de magistrados, ministros do STF passaram a questionar se dados obtidos ilegalmente foram usados em investigações da Polícia Federal.
Segundo nota do STF, foram identificados “diversos e múltiplos acessos ilícitos” aos sistemas da Receita, seguidos de vazamento de informações sigilosas. Na última semana, quatro servidores do Fisco foram alvo de operação da PF por suspeita de quebra de sigilo e repasse de dados a terceiros.
Entre ministros, a suspeita não recai sobre a cúpula do governo, mas sobre auditores da Receita. Já no Planalto, auxiliares de Lula avaliam que a Receita e a PF correm o risco de virar bodes expiatórios no escândalo envolvendo o Banco Master.
O governo acompanha o caso com cautela e busca evitar que a crise respingue no Planalto. Auxiliares têm reiterado aos ministros que não houve ingerência política e que acessos indevidos são rastreáveis, sem envolvimento da direção da Receita.
O caso Master, que envolve o empresário Daniel Vorcaro, é apontado por aliados do governo como o foco central das investigações. Segundo avaliações internas, as irregularidades podem gerar prejuízo superior a R$ 55 bilhões ao sistema financeiro, além de rombo no Banco de Brasília (BRB).
A troca da relatoria do caso no STF — de Dias Toffoli para André Mendonça — é vista como tentativa de reduzir a pressão sobre o governo. Mesmo assim, o ambiente segue tenso.
A desconfiança se intensificou após a PF entregar ao presidente do STF, Edson Fachin, relatório com dados extraídos do celular de Vorcaro, mencionando ministros da Corte. Parte do STF questiona a legalidade dessa apuração.
Apesar da mudança de relatoria, o clima permanece delicado. Uma das primeiras decisões de Mendonça foi restringir o acesso a documentos do caso apenas aos investigadores diretos, reforçando o sinal de cautela dentro do tribunal.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) informou neste sábado (21) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preparando uma lista inicial de pré-candidatos aos cargos eleitorais deste ano.
Em visita ao pai, que se encontra preso na Papudinha, uma ala do Complexo da Papuda, Carlos relatou um quadro instável de saúde e afirmou que, ainda assim, ele está elaborando uma lista de possíveis candidatos ao Senado e governos estaduais.
“Meu pai, preso político, continua soluçando intensamente e, ontem, apresentou uma crise severa de vômitos ao longo da tarde. Ainda assim, pediu que eu informasse aos senhores que está confeccionando, inicialmente, uma lista de pré-candidatos ao Senado, aos governos estaduais e a outras participações políticas igualmente relevantes”, escreveu o ex-vereador no X.
Carlos disse que teve uma “longa e atenta” conversa com o ex-mandatário e que pôde cumprimentar os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Ubiratan Sanderson (PL-RS), que também visitaram Bolsonaro nesta manhã.
“Mesmo diante da evidente degradação de sua saúde, mantém-se focado, lúcido e construtivo. Tudo verdadeiramente impressionante, dada a força que demonstra em meio a tantas adversidades”, acrescentou.
Apenas teatro!
Amanhã esse professor estará elogiando a “prefessora”!!!
Uma grande cascateira, assim como você……VERGONHA HILÁRIA RN!!!
Mas continue aí passando seu pano, e ainda misturou os assuntos envolvendo o presidente…..kkkkkkkk
A GOVERNADORA FÁTIMA DO PT, usou os PROFESSORES, FUNCIONALISMO PÚBLICO ESTADUAL, para ser útil exclusivamente para se.
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Pessoas verdadeiramente democráticas fazem como a professora Fátima. Aceitam críticas de forma educada. Infelizmente nosso presidente não tem educação para aceitar o contraditório ou reivindicações de pleitos.
Uma grande cascateira, assim como você……VERGONHA HILÁRIA RN!!!
Mas continue aí passando seu pano, e ainda misturou os assuntos envolvendo o presidente…..kkkkkkkk
Claro que tinha que ficar calada. As críticas tinham fundamento.
Quem cala é consciente!
Vc bem queria que ela desse um tapão no professor kkkkkkk, tem muito idiota no mundo de meu Deus. Te aquieta catreva, ela engoliu no seco, educação nunca vez parte dessa GD, tu não lembra ela comendo marmita na mesa do senado?