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Minuto da Câmara no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na semana que passou, na Câmara Municipal de Natal, disponibilizado nesta terça-feira(10).
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Com o endividamento recorde no país, as famílias brasileiras têm observado menos dinheiro para o consumo além dos itens básicos, pagamento de impostos e dívidas.
O avanço do endividamento no Brasil tem reduzido cada vez mais o dinheiro disponível das famílias após o pagamento de despesas básicas, impostos e dívidas. Segundo levantamento da Tendências Consultoria, a renda que sobra no orçamento dos brasileiros caiu ao menor nível desde 2011.
Em fevereiro de 2026, apenas 21% da massa de renda das famílias permaneceu disponível após os gastos essenciais. No mesmo período do ano passado, o índice era de 23%.
O estudo considera rendimentos do trabalho, benefícios sociais, aposentadorias e outras fontes de renda, descontando despesas como moradia, alimentação, transporte, saúde, impostos e pagamento de juros e empréstimos.
A consultoria aponta que o peso das dívidas aumentou ao longo de 2025, impulsionado pela procura por linhas de crédito emergenciais, que costumam ter juros mais altos.
Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo mostram que o percentual de famílias endividadas chegou a 80,9% em abril, novo recorde da série histórica. Já o Banco Central do Brasil informou que o comprometimento da renda com dívidas alcançou 29,7% em fevereiro.
Especialistas apontam a taxa de juros elevada e a situação fiscal do país como fatores que dificultam a redução do endividamento. Nesse cenário, o governo lançou uma nova versão do Desenrola, programa de renegociação de dívidas.
Apesar disso, entidades e economistas avaliam que a medida pode apenas aliviar temporariamente a situação das famílias, sem resolver o problema estrutural do endividamento no país.
Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu a Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso Nacional após a derrubada do veto presidencial.
Em nota oficial divulgada neste sábado (9), Marinho afirmou que a decisão monocrática de Moraes representa uma interferência do Judiciário sobre a vontade popular expressa pelo Legislativo.
“O povo falou pelo Congresso. Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta”, declarou.
Na nota, Marinho também defendeu que a Câmara dos Deputados aprove com urgência a proposta de emenda à Constituição que limita decisões monocráticas capazes de suspender leis aprovadas pelo Congresso e afirmou que o país precisa discutir uma reforma do Judiciário a partir de 2027.
Leia abaixo a íntegra da nota:
NOTA OFICIAL
513 deputados. 81 senadores. Eleitos pelo povo brasileiro para representá-lo. O povo falou pelo Congresso.
Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta.
Chama-se democracia representativa quando o povo governa por meio de seus eleitos.
Chama-se outra coisa quando um juiz governa sozinho acima de todos.
A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular.
Cabe à Câmara reagir com firmeza e aprovar, com urgência, a PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso.
E cabe ao povo eleger representantes corajosos para promover uma verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado
O Congresso Nacional tem que ser respeitado. Não pode um único juiz derrrubar a decisão do Parlamento, isso é invasão de competência, é invasão de poderes e uma afronta à democracia! pic.twitter.com/NbUbYEHJtb
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 9, 2026
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reagiu neste sábado (9) à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria até a votação no plenário da corte.
Flávio chamou a decisão de “canetada” e disse que a medida parece “um jogo combinado”, porque, segundo ele, Moraes teria dado o aval ao texto do relator do PL da Dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP).
O pré-candidato ainda disse que o ministro coloca “a credibilidade do Judiciário está na lata do lixo”.
“O próprio Paulinho da Força disse que o texto foi “autorizado” pelo Moraes. E agora, muito estranhamente, ele dá essa canetada. Eu não sei o fundamento, mas parece um jogo combinado. Mais uma vez a democracia fica abalada. Uma decisão do Congresso, em sua grande maioria, defendendo a lei da anistia, e, em uma canetada monocrática, um ministro revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo. Nós não vamos nos acostumar, por isso a credibilidade do Judiciário está na lata do lixo”, afirmou.
Flávio disse ainda que Moraes “interdita o debate no Legislativo”.
A declaração foi dada em coletiva à imprensa antes do evento que reuniu apoiadores e filiados do PL em Florianópolis, em Santa Catarina, para o pré-lançamento das candidaturas do governador Jorginho Mello (PL-SC), que disputará a reeleição, e do ex-vereador Carlos Bolsonaro e da deputada Caroline De Toni, que concorrerão ao Senado.
CNN Brasil
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O cantor Netinho contou, através das redes sociais, que foi diagnosticado novamente com câncer. A informação foi divulgada pelo neste sábado (9), quase um ano após a remissão da doença.
“Meu linfoma voltou, será feita uma biopsia para detectar qual tipo de tratamento será feito”, contou.
De acordo com o artista, que tem 58 anos, a doença foi detectada após uma ida até um hospital em Salvador para tratar um problema nos rins. Ao fazer os exames, o linfoma foi detectado.
No março do ano passado, Netinho divulgou que estava com câncer no sistema linfático e que passaria por tratamento com quimioterapia. Três meses depois, ele comemorou a remissão da doença.
Dessa vez, o artista ainda não sabe qual tipo de tratamento será feito, mas afirmou que cumprirá as recomendações médicas.
“Com toda positividade, alegria, mostrando para todo mundo como é que a gente vence as dificuldades. Cabeça erguida”, afirmou.
g1
Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria até que o STF analise ações que questionam a norma. O ministro citou duas ações que questionam o constitucionalidade da lei, que devem ser julgadas pelo plenário da Suprema Corte.
Na prática, os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 terão que aguardar os ministros decidirem se a lei respeita as regras da Constituição Federal para obterem os benefícios da redução da pena.
O ministro está aplicando este entendimento a casos de condenados que já acionaram o STF pedindo a revisão da pena com base na Lei da Dosimetria. Até a última atualização desta reportagem, Moraes já havia decidido neste sentido em pelo menos dez execuções penais.
Aprovada em 2025, a lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista, e aliados dele.
“A superveniência de interposição de ação direta de inconstitucionalidade e, consequentemente a pendência de julgamento em controle concentrado de constitucionalidade, configura fato processual novo e relevante, que poderá influenciar no julgamento dos pedidos realizados pela Defesa, recomendando a suspensão da aplicação da lei, por segurança jurídica, até definição da controvérsia pelo Supremo Tribunal Federal, com prosseguimento regular da presente execução penal em seus exatos termos, conforme transitado em julgado“, escreveu Moraes.
Ações questionam lei
As ações questionando a nova lei foram apresentadas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela federação PSOL-Rede. A regra começou a valer na sexta-feira (8) ao ser promulgada pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O projeto de lei foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas o veto foi derrubado pelo Congresso Nacional na última semana.
A ABI pede que a lei seja suspensa até seu julgamento e que o tribunal a considere inconstitucional nos seguintes pontos:
“A lei impugnada, da mesma forma, compromete a integridade do ordenamento jurídico, na medida em que banaliza os ataques à democracia e desorganiza o sistema penal e de execução da pena”, diz a ação.
A Federação PSOL-Rede – que também pede a suspensão e eventual anulação da lei – afirma que a finalidade do texto é “incompatível com a Constituição Federal, na medida em que instrumentaliza a atividade legislativa para enfraquecer seletivamente a tutela penal do Estado Democrático de Direito e beneficiar agentes envolvidos em graves ataques às instituições republicanas.”
A Federação Iraniana de Futebol confirmou neste sábado (9) que a seleção do país disputará a Copa do Mundo FIFA 2026, mas afirmou que os países-sede precisarão atender exigências feitas pela delegação iraniana.
Em comunicado, a federação iraniana afirmou que “nenhuma potência externa pode impedir o Irã de disputar uma Copa para a qual se classificou com mérito”.
Tensão política e segurança
A posição foi anunciada em meio à tensão provocada pela guerra no Oriente Médio e após autoridades do Canadá negarem entrada ao presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, por supostos vínculos com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, grupo classificado como organização terrorista pelo governo canadense.
A participação iraniana passou a ser questionada após o agravamento do conflito no Oriente Médio, iniciado em fevereiro após ataques envolvendo Estados Unidos e Israel.
Apesar disso, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que os jogadores iranianos serão bem-vindos, mas ressaltou que integrantes ligados ao CGRI ainda poderão ter entrada barrada.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que o Irã disputará normalmente suas partidas nos Estados Unidos.
Exigências do Irã
Segundo Mehdi Taj, o governo iraniano apresentou dez condições para participar do torneio.
Entre os pedidos estão:
Taj citou nominalmente os jogadores Mehdi Taremi e Ehsan Hajsafi.
Jogos da seleção iraniana
A seleção iraniana pretende instalar sua base em Tucson, no Arizona.
Na fase de grupos, o Irã enfrentará:
A federação formada por PT-PCdoB-PV entrou no Supremo Tribunal Federal com uma ação para derrubar a chamada Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A nova lei altera critérios de cálculo e cumprimento de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito e pode reduzir punições de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Pedido ao STF
A ação foi encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, com pedido de liminar para suspender imediatamente os efeitos da norma.
Na petição, os partidos afirmam que a lei representa um retrocesso na proteção institucional da democracia e viola princípios constitucionais.
O texto também sustenta que a mudança:
A federação argumenta ainda que a lei teria sido elaborada para beneficiar um grupo específico de condenados.
Moraes será relator
O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado relator das ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria.
Além da federação PT-PCdoB-PV, também apresentaram ações contra a norma a federação PSOL-Rede e a Associação Brasileira de Imprensa.
As ações alegam que a legislação cria tratamento mais brando para crimes cometidos contra a ordem democrática.
O que muda na lei da Dosimetria
A norma altera regras sobre:
Entre os principais pontos:
A nova legislação tem impacto direto sobre condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 e pode beneficiar réus investigados ou condenados por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado.
Com informações de UOL
Esses maconheiros deviam ser contra quem roubou a Petrobrás e hoje é presidente desse país de bosta.. só sabem fumar maconha e cheirar pó.. mas a merda do Brasil é assim.. tenho vergonha de dizer que sou brasileiro e nasci em uma terra de vagabundos…
Esses maconheiros deviam ser contra quem roubou a Petrobrás e hoje é presidente desse país de bosta.. só sabem fumar maconha e cheirar pó.. mas a merda do Brasil é assim.. tenho vergonha de dizer que sou brasileiro e nasci em uma terra de vagabundos…
Espera aí? O único beneficiado é Bolsonaro?
O instituto Veritá publicou neste sábado (9) pesquisa com o cenário da disputa para o Governo do RN.
Álvaro Dias lidera no cenário estimulado com 36,9%, considerando os votos válidos. Allyson Bezerra aparece em segundo, com 32,4%. Na sequência, Cadu Xavier com 28,3%. Brancos e nulos somam 19,1%.
A pesquisa Veritá foi realizada de 4 a 8 de maio de 2026, com 1.220 eleitores e tem 3 pontos percentuais de margem de erro. Registro no TRE-RN 04097/2026
Estranho essa pesquisa. Cadu, pouca gente sabe quem é. Nunca foi candidato nem a vereador na cidade dele.
Eita que a disputa vai ser boa….rsrs
Nosso futuro governador Cadu só crescendo nas pesquisas. Rumo a vitória com Lula na presidência e o mito preso.



Foto: Reprodução/redes sociais
Uma aeronave cargueira da GOL saiu da pista após pousar no aeroporto de Salvador na manhã deste sábado (9). Segundo a companhia aérea, não havia passageiros a bordo e os tripulantes não ficaram feridos no incidente.
Ainda não há informações sobre o que causou o incidente, mas no momento do pouso a pista estava molhada devido a uma chuva leve e havia neblina na região.
Incidentes como o de Salvador são conhecidos como “excursão da pista”, quando um avião não consegue parar a tempo.
Conforme a companhia, o voo G39618 que saiu de Guarulhos (SP) com destino a Salvador (BA) está na área de segurança do aeroporto. Trata-se de um Boeing 737 de 2007.
A Vinci Airports, concessionária que opera o Aeroporto Internacional de Salvador, informou que, após o incidente, a pista auxiliar foi fechada para que os órgãos competentes realizassem a retirada da aeronave e concluíssem as investigações.
O aeroporto segue funcionando normalmente através da pista principal, que não foi afetada.
g1
Não tem as manhas! tem que baixar a calibragem dos pneus para andar na areia. Todo bugreiro sabe disso.
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