Vídeo: TV Tropical
O empate em 1 a 1 entre ABC e QFC, neste sábado (7), pela sétima e última rodada da primeira fase do Campeonato Potiguar, terminou marcado por uma polêmica fora das quatro linhas. O atacante João Diogo deixou o gramado sob vaias e acabou fazendo um gesto obsceno em direção a um torcedor alvinegro no momento da substituição.
A cena foi registrada pelas câmeras da TV Tropical, emissora responsável pela transmissão do estadual, e rapidamente ganhou repercussão entre torcedores nas redes sociais. O episódio aconteceu enquanto o jogador caminhava em direção ao banco de reservas após ser sacado da partida.
Horas depois, uma das principais torcidas organizadas ligadas ao clube publicou uma nota dura criticando a atitude do atleta e cobrando respeito com a arquibancada.
Confira nota da Garra Alvinegra:
“AQUI É ABC, JOÃO DIOGO!
Resultado se discute, mas o respeito à arquibancada é inegociável. Não aceitaremos nenhum jogador batendo de frente com quem faz o sacrifício de estar no estádio todo jogo.
Queremos profissionalismo e postura. Se não aguenta a pressão da maior torcida do RN, não está pronto para o Mais Querido. Respeite nossa história!”
Diante da repercussão negativa, João Diogo se pronunciou ainda na noite do sábado e divulgou uma nota oficial pedindo desculpas pelo ocorrido. O atacante afirmou que reagiu após ser xingado repetidamente por um torcedor específico e destacou que o gesto não foi direcionado à torcida do ABC como um todo.
Confira a nota na íntegra:
“Eu, João Diogo, venho por meio desta nota me posicionar e esclarecer o ocorrido na tarde deste sábado, na partida entre ABC e QFC.
Por onde passei, sempre prezei pelo respeito às instituições que defendi e às suas torcidas, e aqui no ABC não é diferente. Tenho total respeito pela torcida que me recebeu muito bem e que vem nos apoiando constantemente, tanto dentro quanto fora de casa.
Na partida de hoje, um torcedor passou a me xingar de forma reiterada. No momento da minha substituição, o referido torcedor ultrapassou os limites e proferiu diversos xingamentos contra mim. No calor do momento, acabei fazendo um gesto obsceno em resposta. Reconheço o meu erro e peço desculpas pelo ocorrido. Ressalto que o gesto não foi direcionado à torcida do ABC como um todo, mas sim exclusivamente ao torcedor em questão. Ainda assim, reforço aqui o meu pedido de desculpas.
Estamos vivendo um momento importante da temporada. Somos líderes, já estamos classificados para a semifinal e seguimos juntos em busca do título.”
Dentro de campo, o resultado garantiu o ABC na liderança da primeira fase e com vaga assegurada na semifinal do Campeonato Potiguar. Fora dele, porém, o episódio envolvendo o atacante acendeu o alerta sobre a relação entre jogadores e arquibancada em um momento decisivo da temporada alvinegra.
Tenho um colega de trabalho chamado Francisco que é filho de um pastor de uma igreja protestante, e que vive fora de casa e em outra cidade porque o pai não aceita ele por ser homossexual. A mãe, por sua vez, vem de quinze em quinze dias visitar o filho. Francisco por sua vez, sofre com isso e deixa claro isso no seu dia de trabalho que “não tem uma família, mas alguém que o gerou, e que não percebe como filho e, portanto, chegou a expulsá-lo de casa”. Isso causa tristeza profunda na sua relação com o pai. Mas é feliz, livre no seu relacionamento com seu companheiro. Dissera ainda que “é nessa relação com seu companheiro que encontra motivo para lutar pela vida e enfrentar o preconceito existente em sua família e na sociedade”.
Negar a existência dos homossexuais ou lésbicas enquanto seres humanos não é ser radical, mas é ser um exterminador do princípio da vida, é ser um genocida, é negar a presença de Deus na vida desses seres humanos. Afinal, essa negação em discurso como formador de opinião e de sociedade pode incitar aos que estão em discussão um pensamento de ser um ser inaceitável, um rejeito, um espinho, uma ferida incurável, um câncer, uma desgraça, um inútil, uma praga, um tropeço, um determinado a morrer e, assim sendo , levar essas pessoas ao suicídio.
Destarte, Eu, Laudecy Ferreira deixo aqui minha opinião sobre a realidade de vida com as situações de vidas em questão: Na condição de mãe de três filhos, professora de milhares de alunos(as) durante minha trajetória docente em escolas, universidades por esse Brasil a fora, ter trabalhado em centros de formações social a exemplo de Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP), cidadã e cristã expresso o meu pensamento prático de que ninguém deve ter o direito de matar seus filhos(as), afinal , a vida é concedida por Deus e por isso devemos preservá-la e amá-la. Quando nasce um filho ou uma filha pelo amor, não está determinado que ele terá atração por homens ou mulheres na sua vida adulta. Isso acontece com o tempo e, assim como os heterossexuais escolhem pessoas de sexo oposto para viver e se sentirem bem, os homossexuais e/ou lésbicas devem ter suas orientações sexuais. Afinal, a vida a dois é algo muito pessoal, íntimo e ninguém deve fazer escolhas por ninguém, essa orientação sexual é de cada um, é pessoal, é única. Afinal, este amor expressa o que diz o pensamento: “O amor não age pela razão, não age pelo coração. O amor age por uma força superior, que o homem não sabe explicar. E que não é capaz de entender, por que escolheu alguém para amar. Assim é o verdadeiro amor” (CARVALHO, 2014).
Enquanto ser humano é natural que necessitamos de amor, atenção, diálogo, cuidado e compreensão para nos sentirmos gente, seres capazes de viver bem. Por isso devemos refletir como anda nossa prática no que diz respeito a aceitar o outro, a tolerar o outro, a perceber o outro como ser humano ou criatura que nasceu de Deus por meio do plano da criação. Assim sendo, cabe fazer essa reflexão: “Se elogiar, educa a emoção e autoestima e ainda encoraja e ensina a lutar pela vida, então, que tipo de educação emocional, autoestima, encorajamento e ensinamento para a vida estão tendo os que são homossexuais e lésbicas no enfrentamento da discriminação, preconceito e desamor?” (Profª. Laudecy Ferreira)
Portanto, não é a orientação sexual que dirá o tipo de personalidade e /ou caráter do ser humano, nem tão pouco se é esta orientação sexual que o fará apto ou não a viver em sociedade. Mas, suas ações. É por nossas ações que sabemos se estamos sendo seres aptos à vida social. Pense nisso sempre. Se sou feliz, se amo a vida, preciso também proporcionar a vida e a felicidade para os outros independentemente de suas orientações sexuais. Que tipo de ações eu estou praticando por um mundo mais humano, fraterno, sustentável e justo?
Um grande abraço fraterno!
Por Profa. Laudecy Ferreira
No discurso de Padre Antônio Furtado, esse tipo de relacionamento de Francisco é inaceitável. Jesus Cristo por sua vez não faz esse tipo de discriminação, mas acolhe o pecador. Assim sendo, diante do que diz o referido padre, é vergonhoso, imoral, desaprovado, inaceitável ser lésbica, ser homossexual. O desafio do discurso do padre está aí quando pode ser perguntado: Os homossexuais, lésbicas são seres humanos? Têm o direito de viver? Seus pais devem acolhe-los ou mata-los, ou ignorá-los, ou expulsar de casa/ do convívio pelo fato de serem homossexuais ou lésbicas? Por que não aceitar um filho homossexual ou lésbica? Com que justificativa os pais de filhos (as) homossexuais e lésbicas devem ignorá-los como filhos(as)? É justo ou exemplável os pais de homossexuais e lésbicas desprezá-los, expulsar de casa, deixar faltar o amor familiar, o acompanhamento de suas vidas? Se você que é pai/mãe ignora, despreza, rejeita seu filho que é homossexual ou lésbica, quanto mais a sociedade que ainda não compreendeu o sentido da vida, o que dirá/ fará? Padre Antônio Furtado, o senhor tem algum familiar que é homossexual ou lésbica, se sim, como trata-os?
Ninguém tem o direito de negar a vida do ser humano pelo fato de ser homossexual ou lésbica, assim como, não deve ser o ser humano vindo do diabo e não de Deus. Esse discurso é falível, é insubstancial, é inseguro, porque prega o discurso de ódio, de desamor, de injustiça, de discriminação, de preconceito, de negação da existência humana. E, isso não nos cabe excitar, fazer, realizar. Não foi esse o amor ensinado por Jesus Cristo e nem tão pouco pelo seu Pai, Deus. Qual é o pai que por ter um filho(a) homossexual ou lésbica pega um microfone e diz diante do público que seu/ seu filho(a) nasceu por autorização do diabo? Se ele fizer isto estará incitando o ódio, a discórdia, o desamor, a violência, a injustiça, o preconceito, a discriminação, a construção do inferno e a destruição em sua própria família. E essa não é a prática de vida que Deus nos ensinou e ensina. Ou você teria essa mesma postura com seu /sua filho(a) homossexual ou lésbica?
O vídeo do Padre Antônio Furtado não está completo. Falta a parte onde ele trata da orientação sexual.
Prezado Sr. Bruno Giovanni, por gentileza, postar o vídeo na íntegra para que a resposta do comentário tenha nexo.
Atenciosamente
Todo extremo é doentio – Aristoteles
Todo radicalismo é burro, principalmente o religioso. A virtude nunca está nos extremos.
Se gostarem, aproveite a vida na terra amados irmãos, porque morreu acabou. Se vcs estão pensando que vão encontrar pai, mãe, irmãos, primos, amigos no além, podem tirar o cavalo da chuva, pois morreu acabou, game over. Procura viver uma vida decente e ética no decorrer da vida e se tornar uma pessoa melhor, não p ganhar o reino do céus, pois isso é uma fantasia criada pela cabeça do homem, mas para criar um mundo melhor para as gerações que virão.
Certíssimo.
Os " fiéis " querem negociar até com Deus.
Esse padre tem meu respeito.
A sociedade brasileira precisa de mais padres tradicionais como esse, fui educado em um colégio em que o padre que também era o diretor andava com uma palmatória no bolso da batina e era uma das ou a pessoa mais respeitada no município, bons tempos…
Ser de Deus realmente é uma loucura para o mundo, estamos no mundo mas não somos do mundo, Quando um Padre ou um leigo prega a verdade na palavra de Deus, ou seja baseado na Sagrada Escritura a maioria fica escandalizada, tá todo mundo acostumado com os Padres que são na maioria progressistas, esquerdista e da teologia satãnica da libertação, fazem e dizem heresias para os fiéis seguindo o modelo do anti papa Bergolio, é muita hipocrisia.
Parabéns a este padre! Ele está certíssimo. Não se pode servir a DEUS e ao DIABO ao mesmo tempo. Quanto à ideologia de gênero, trata-se de uma das maiores fraudes do século XX. Não existe nada de "científico" na ideologia de gênero, só fraude, ideologia, um conceito fabricado por degenerados e amplamente refutado pela ciência. O ser humano não nasce com "gênero", nasce com sexo biológico masculino ou feminino. Essa ideologia maldita tem trazido uma enorme confusão na cabeça de crianças e adolescentes, e as pessoas submetidas a tratamento hormonal para fazer a transição para o sexo inverso ao biológico apresentam taxa de suicídio 20% maior do que as que não se submetem a essa violência.
Não há salvação sem Cruz, sem sacrifício.
“Jesus disse a todos: ‘Se alguém Me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-Me’” (Lucas 9,23).
O cristão radical tem a Bíblia como guia. Se se guia por tradições, é hipocrisia.
Se está com Deus ou o diabo logo Purgatório é conto da carochinha…
O que essa ideologia bosta acrescenta à sociedade, salvo mais mazelas? Quer ingressar na sacanagem, que faça só.
Está no direito dele!
Uma pena que esse "cristianismo fraco" tenha apoio do papa, ai a turma da bagunça vai pra galera. Agora, Tudo que as" minorias" desejam e tenham vontade de fazer, encontram apoio nas esquerdas prostituída e no papa, que já passou algumas dezenas de kilometros do 'pop.
Se a esquerda tivesse ganhado, teríamos disciplina dessa ideologia da degeneração humana nas escolas.
Não tenho total arrependimento de ter votado no Bozo, por ele ter cumprido a promessa de que não teríamos uma disciplina obrigatória de ideologia de gênero nas escolas.
A ideologia de gênero é mais uma tentativa de impor à maior parte da sociedade uma obrigatória aceitação dos desregramentos de alguns indivíduos.