Judiciário

Advogado acusado de participação em sequestro de cliente tem recurso negado pela Justiça

Os desembargadores que integram o Pleno do Tribunal de Justiça do RN negaram nesta quarta-feira (16) o pedido de Revisão Criminal movido pela defesa do advogado criminalista Marcus Alânio Martins Vaz, condenado em 2011 pelo crime de extorsão mediante sequestro, com resultado morte (artigo 159, parágrafo 3º do Código Penal). O acusado também chegou a ser apontado no delito de formação de quadrilha, mas, posteriormente, foi absolvido. Desta forma, a decisão na Corte potiguar manteve, em parte, a sentença da Vara Única da comarca de Arez, na Ação nº 0000478-20.2004.8.20.0136.

Segundo a peça acusatória, no Carnaval de 2004, Fenelon Vaz de Lima Wanderley, Paulo Roberto Cirne Ramalho Júnior (“Júnior Bananeiras”), Cláudio Ferreira da Costa e Marcus Alânio Martins Vaz, na residência deste último, na cidade de Campina Grande/PB, teriam planejado o sequestro e a morte de Helder Henrique Almeida. Dias após o sequestro, Fenelon, Paulo Cirne, Glaúcio Xavier da Silva e Cláudio Ferreira levaram a vítima para um canavial existente na Fazenda Muriaé, zona rural de Arez, e lá o executaram.

Ainda de acordo com a acusação, Marcus Alânio facilitou a fuga de Glaúcio Xavier da Silva e Cláudio Ferreira da Costa para a casa de um irmão em João Pessoa/PB, bem como o deslocamento de táxi para Recife, e, de lá, para o Rio de Janeiro, sendo responsável, inclusive, pelo fornecimento de algemas, distintivos da Polícia Federal e o Mandado de Prisão falso para o sequestro da vítima.

Segundo a defesa, Marcus Alânio Vaz foi contratado em agosto de 2003 para representar, como advogado, os interesses da vítima Helder Henrique de Almeida, em processo que tramitava perante a Comarca de Mamanguape/PB, cuja sentença condenatória o apontou como autor intelectual do crime de extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha, junto a Fenelon Vaz. No entanto, alega que não há lógica na narrativa da tese condenatória porque “assumiu” o elo entre os sequestradores e a família da vítima.

No pedido de Revisão Criminal, a defesa argumentou que o acervo probatório não permitiria a conclusão de que o acusado, ciente dos objetivos criminosos dos outros envolvidos, teria dado guarida ao grupo, nem promovido o auxílio material à concretização do delito. No entanto, a tese da falta de provas não foi acolhida pelo Pleno do TJRN.

“Mais uma vez o apelante busca a sua absolvição, alegando não existir arcabouço probatório suficiente a embasar o decreto condenatório, tese que penso, novamente deve ser rejeitada, diante da materialidade que está evidenciada pelo laudo de exame necroscópico e pelos depoimentos dos réus, inclusive do apelante, o qual, inclusive, não nega o sequestro”, ressalta a relatora do recurso, desembargadora Zeneide Bezerra, ao destacar que o conjunto probatório aponta para a veracidade da versão apresentada na fase inquisitorial.

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Política

Gilmar pegou carona em avião da empresa de Vorcaro após posse do irmão

Foto: Antônio Augusto/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, utilizou uma aeronave operada por empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro no retorno de uma viagem a Diamantino. O deslocamento ocorreu em 1º de janeiro de 2025, após a posse do irmão do magistrado como prefeito do município.

Segundo registros de voo, o avião partiu da cidade mato-grossense com destino a Brasília no período da tarde. A aeronave, um modelo Phenom 300 da Embraer, é operada pela Prime You, que teve como sócio o dono do Banco Master.

Procurado, Gilmar afirmou não ter conhecimento da ligação da aeronave com Vorcaro. O ministro disse que apenas aceitou uma carona oferecida pelo empresário Marcos Molina, ligado ao grupo MBRF. A empresa confirmou a viagem, mas negou qualquer relação entre Molina e o banqueiro.

A viagem ocorreu após a participação do ministro na posse de seu irmão, Chico Mendes, eleito prefeito de Diamantino em 2024. A cidade é reduto político da família, que mantém histórico de atuação na gestão municipal ao longo das últimas décadas.

Levantamento aponta ainda que outros ministros do STF também utilizaram aeronaves vinculadas a Vorcaro. Entre eles estão Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, em ao menos 11 deslocamentos registrados, conforme cruzamento de dados de voos e acessos ao terminal executivo de Brasília.

Com informações do Estadão

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Geral

TCU aciona Congresso e expõe crise bilionária nos Correios

Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu encaminhar ao Congresso Nacional um conjunto de informações sobre a situação financeira dos Correios, acendendo um novo alerta sobre a estatal. A medida foi tomada após solicitação do deputado Evair Ferreira e mira esclarecer os motivos do rombo bilionário registrado pela empresa.

O pedido inclui dados detalhados sobre a origem do prejuízo, a evolução das despesas e possíveis falhas na gestão orçamentária. Também foram solicitadas informações sobre governança, precatórios e a compatibilidade dos investimentos realizados com as regras de responsabilidade fiscal.

Relator do caso, o ministro Walton Alencar classificou como “alarmante” o crescimento das despesas administrativas e financeiras da estatal. Segundo ele, o cenário já vinha sendo monitorado e levou os Correios a entrarem na Lista de Alto Risco do tribunal, um dos níveis mais críticos de alerta.

Os números reforçam a gravidade da crise: após prejuízo de mais de R$ 700 milhões em 2022, o déficit saltou para R$ 2,5 bilhões em 2024 e chegou a R$ 4,4 bilhões apenas no primeiro semestre de 2025. Para manter as operações, a empresa recorreu a um empréstimo bilionário, com garantia do Tesouro Nacional.

Diante do cenário, a estatal iniciou um plano de reestruturação que prevê cortes de gastos, venda de imóveis e fechamento de unidades. Mesmo assim, a direção admite que o modelo atual se tornou insustentável e não descarta novos prejuízos expressivos caso o ciclo negativo não seja interrompido.

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Política

Escritório de mulher de Moraes faturou 10 vezes mais que outros para defender Banco Master

Foto: Reprodução

Documentos enviados à Receita Federal pelo Banco Master revelam que o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes recebeu valores muito superiores aos pagos a outras bancas contratadas pela instituição em 2025. Ao todo, o banco desembolsou R$ 265 milhões com serviços advocatícios naquele ano, sendo R$ 40,1 milhões destinados apenas ao escritório ligado à esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes.

O levantamento considera empresas registradas na categoria de serviços advocatícios e mostra que o valor pago ao escritório de Viviane Barci foi cerca de dez vezes maior do que a média recebida pelas demais bancas. Sem incluir esse montante, os outros escritórios contratados pelo Master tiveram uma média de R$ 3,7 milhões em honorários.

A diferença também chama atenção quando comparada aos maiores pagamentos feitos a outras bancas. O segundo escritório que mais recebeu ficou R$ 13 milhões abaixo do valor pago à empresa de Viviane. Já o escritório Rueda Advogados Associados, ligado ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda, recebeu cerca de R$ 1 milhão no mesmo período.

Os dados reforçam questionamentos levantados por integrantes da CPI do INSS, que apontam possível incompatibilidade entre os valores pagos e os serviços efetivamente prestados. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira, afirmou que a descrição das atividades não justificaria o volume de recursos destinados ao escritório.

Procurada, a defesa de Viviane Barci de Moraes não confirmou os números divulgados e afirmou que as informações seriam sigilosas e teriam sido obtidas de forma irregular. O caso se soma a outras controvérsias envolvendo o Banco Master e seu ex-controlador, Daniel Vorcaro, investigado em diferentes frentes.

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Geral

Extremoz ganha resort em Pitangui e fortalece turismo no litoral norte

Foto: Divulgação

O município de Extremoz vive um momento histórico para o turismo com a inauguração do novo resort da rede internacional Wyndham, na praia de Pitangui, realizada nesta quarta-feira (08). O empreendimento reforça o potencial da cidade como um dos principais destinos do litoral norte do Rio Grande do Norte.

A prefeita Jussara Sales participou da inauguração e destacou a importância do investimento para o desenvolvimento econômico do município.

“Extremoz avança com responsabilidade e planejamento. Esse empreendimento fortalece o turismo, gera emprego e renda e coloca nosso município em destaque no cenário nacional”, afirmou a gestora.

Foto: Divulgação

Com estrutura moderna e mais de 150 apartamentos, o resort amplia a oferta de hospedagem de alto padrão e fortalece toda a cadeia do turismo na região.

Além disso, a chegada do investimento superior a R$ 50 milhões, posiciona Extremoz em um novo patamar, atraindo visibilidade e impulsionando o crescimento do litoral norte.

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Economia

Ministro de Lula diz que gasolina terá 32% de etanol ainda no primeiro semestre

Foto: Reprodução

A mistura de etanol na gasolina vai subir para 32% ainda no primeiro semestre no país, segundo anunciou o governo federal. A medida tem o objetivo de reduzir a dependência externa do combustível e ampliar o uso de biocombustíveis no país.

O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante evento no Rio de Janeiro. Atualmente, a proporção de etanol na gasolina é de 30%, e o aumento coloca o Brasil à frente em termos de independência energética.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o país importa cerca de 15% da gasolina consumida. Após o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, o preço internacional do combustível subiu cerca de 65%, com repasse de aproximadamente 8% nos preços médios dos postos brasileiros.

O ministro também disse que o governo vai investir na produção de diesel, que hoje tem 30% de importação, e em medidas para reduzir a dependência do gás de cozinha (GLP). Silveira afirmou que a estratégia faz parte do esforço do governo federal para diminuir a influência do mercado internacional nos preços dos combustíveis.

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Judiciário

CPI do Crime Organizado: André Mendonça nega envio de dados sobre morte de “sicário” investigada em prisão

Foto: Divulgação/STF

O ministro do STF André Mendonça negou, nesta quarta-feira (8), o pedido da CPI do Crime Organizado do Senado para acessar informações das investigações sobre a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “sicário” de Daniel Vorcaro. Segundo o ministro, as apurações ainda estão em andamento e, por isso, os dados não podem ser compartilhados neste momento.

De acordo com a decisão, Mendonça respondeu a dois requerimentos aprovados pela comissão que solicitavam o envio de informações sobre a morte de Mourão dentro da prisão e também documentos relacionados ao chamado caso Master, que está sob investigação.

Na manifestação enviada à CPI, o ministro afirmou que ainda existem diligências pendentes nas investigações. Segundo ele, enquanto as apurações não forem concluídas, não é possível liberar os elementos informativos solicitados pelos parlamentares.

Mendonça também indicou que o pedido poderá ser reavaliado futuramente, após o encerramento das medidas investigativas em curso. No entanto, segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a CPI do Crime Organizado deve encerrar os trabalhos na próxima terça-feira (14) e não deverá ter o prazo prorrogado.

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Economia

PROMESSA: Ministro diz que passagens aéreas não devem subir, apesar da pressão do combustível

Foto: Reprodução

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta quarta-feira (8) que o governo federal trabalha para evitar aumento no preço das passagens aéreas no Brasil. Segundo ele, o governo já adotou medidas para tentar reduzir o impacto da alta do querosene de aviação (QAV), considerado um dos principais custos das companhias aéreas.

Entre as ações citadas por Silveira estão a retirada de tributos federais sobre o combustível e a criação de uma linha de financiamento de R$ 3,5 bilhões pelo BNDES para apoiar o setor.

De acordo com o ministro, o objetivo das medidas é evitar que o aumento no custo do combustível seja repassado ao consumidor final. Silveira afirmou ainda que o governo mantém diálogo com companhias aéreas para acompanhar o cenário e avaliar eventuais ações adicionais.

Ele também declarou que o cenário internacional segue incerto, com conflitos que pressionam os preços de energia. Mesmo assim, segundo ele, a orientação do governo é preservar o acesso da população ao transporte aéreo e tentar evitar reajustes nas tarifas.

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Judiciário

Decisão de Moraes de liberar ação sobre delação premiada no STF preocupa PGR e delegados da Polícia Federal

Foto: Reprodução

Procuradores da República e delegados da Polícia Federal manifestaram preocupação após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, liberar para julgamento uma ação que pode limitar o uso de delações premiadas em investigações.

O processo foi apresentado pelo PT em 2021 e, segundo informações divulgadas pela CNN, foi liberado na última segunda-feira (6) para análise no plenário físico da Corte, ainda sem data definida para votação.

A ação estava sob relatoria de Moraes e permanecia sem movimentação desde julho do ano passado. Segundo integrantes da PGR, a legislação atual sobre colaborações premiadas já atenderia aos requisitos previstos na Constituição Federal, o que levanta preocupação sobre possíveis mudanças adicionais na regra que disciplina o instrumento.

A lei que regula as delações premiadas foi sancionada em 2013, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff (PT), dentro da Lei nº 12.850, que também trata do combate a organizações criminosas. O texto estabelece que a delação não constitui prova por si só, mas um meio de obtenção de provas, e já passou por três alterações ao longo dos anos, sendo a mais recente em 2025.

Delegados federais ouvidos reservadamente também afirmaram que a retomada da ação neste momento gera questionamentos dentro da categoria. Especialistas em Direito consultados pela reportagem destacam que o julgamento pode ampliar o debate jurídico sobre os limites da colaboração premiada e os critérios para validade dos acordos firmados no âmbito das investigações criminais.

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Política

Banco Master declara R$ 41,7 milhões em pagamentos a políticos e ex-autoridades

Foto: Reprodução

O Banco Master declarou à Receita Federal pagamentos de ao menos R$ 41,7 milhões a escritórios ligados a políticos e ex-autoridades em 2025. As informações constam em documentação apresentada pelo próprio banco e foram reveladas pelo jornal O Globo.

Segundo a publicação, entre os beneficiários está o escritório do ex-presidente Michel Temer, que recebeu R$ 10 milhões por serviços prestados no ano passado. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Temer afirmou que foi contratado para emitir pareceres e atuar em mediações durante negociações envolvendo a tentativa de venda do Banco Master ao BRB.

De acordo com o documento citado por O Globo, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega recebeu R$ 8 milhões em 2025 por meio de uma empresa de consultoria. O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles também teria recebido R$ 8 milhões por serviços prestados.

Já o escritório ligado ao ex-ministro do STF Ricardo Lewandowski aparece com R$ 2,3 milhões em contratos de consultoria institucional firmados anteriormente. Ainda segundo a declaração mencionada pelo jornal, outros pagamentos incluem R$ 3,8 milhões ao ex-chefe da Secom da Presidência Fábio Wajngarten e R$ 1 milhão ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda.

Em manifestações públicas, os citados afirmaram que os serviços prestados são atividades profissionais regulares, contratadas dentro da legislação e devidamente declaradas, conforme notas e entrevistas divulgadas à imprensa.

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Política

CEI da energia solar aprova cronograma e inicia fase de investigação na Câmara de Natal

Foto: Elpídio Júnior/CMNAT

A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da energia solar da Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta terça-feira (8), o cronograma oficial de atividades que vai nortear a investigação sobre possíveis irregularidades nas cobranças de energia elétrica.

Presidida pelo vereador Kleber Fernandes (Republicanos), a comissão terá prazo inicial de até 120 dias, podendo ser prorrogado, para apurar denúncias envolvendo consumidores, especialmente aqueles que possuem sistemas de micro e minigeração distribuída (energia solar).

O cronograma aprovado organiza os trabalhos em quatro fases principais, garantindo uma sequência técnica e jurídica para a produção de provas, oitivas e elaboração do relatório final.

A primeira fase será dedicada à coleta de documentos e diligências junto a órgãos reguladores e de controle, além da intimação do grupo econômico responsável pela concessionária Neoenergia Cosern para apresentação de esclarecimentos técnicos e envio de documentos internos.

Na segunda etapa, a CEI irá ouvir instituições como Procon, Ministério Público e Defensoria Pública, além de especialistas e representantes do setor de energia, com o objetivo de dimensionar os impactos das denúncias e analisar possíveis falhas na prestação do serviço.

A terceira fase será voltada às oitivas dos representantes da concessionária e do grupo econômico, incluindo responsáveis técnicos e dirigentes, que serão convocados para prestar esclarecimentos e confrontar informações já coletadas pela comissão.

Por fim, na quarta etapa, será elaborado e votado o relatório final, que poderá apontar responsabilidades e sugerir encaminhamentos a órgãos como Ministério Público, tribunais de contas e agências reguladoras.

De acordo com Kleber, a comissão terá rigor na análise das provas. “Nosso compromisso é com a verdade dos fatos. Vamos reunir documentos, ouvir especialistas, convocar responsáveis e, ao final, apresentar um relatório consistente que traga respostas concretas para a sociedade”, completou.

Ainda no encontro de hoje, o parlamentar citou que a Comissão intimou representantes da Cosern e do grupo Iberdrola, empresa espanhola do setor elétrico e controladora da Neoenergia Cosern, para a realização de uma oitiva para o próximo dia 6 de maio. “Neste mesmo documento de intimação dos representantes das empresas apresentamos, também, alguns questionamentos a serem respondidos no prazo máximo de 15 dias”, citou.

Com a aprovação do cronograma, a expectativa é que as primeiras diligências e notificações sejam iniciadas imediatamente, dando início à fase prática da investigação parlamentar.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns senhor vereador.
    A quantidade de gente que está sendo prejudicada, pra não dizer outra coisa, é grade.

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