Judiciário

Advogado faz “pedido de socorro e diz que a 5ª Vara Cível de Natal é inoperante e prejudica a justiça potiguar”

Por JURI NEWS

Em tom de desabafo, o advogado Pablo Pinto relata em artigo intitulado ‘Pedido de Socorro dos Atolados na 5ª Vara Cível de Natal’ a inoperância do referido órgão jurisdicional.

“Conversas com o magistrado e ouvidorias nada resolveram. São anos para uma decisão, movimentação, um simples ato ordinatório ou uma diligência da secretaria”, desabafa o advogado que preside o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-RN.

Segundo ele, a Seccional potiguar da OAB “cobrou do Tribunal de Justiça a intervenção no órgão jurisdicional em junho de 2016, de lá para cá não existiu qualquer melhora na prestação de serviços ao jurisdicionado”.

Pablo Pinto diz que a inoperância da 5ª Vara põe em xeque a utilidade das garantias dos magistrados e a capacidade do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte gerir a estrutura. “Até quando os jurisdicionados usuários da 5ª Vara Cível da Comarca de Natal serão penalizados com a obstaculização do acesso à Justiça?”, questiona. “Afinal, a quem eu posso culpar quando prestar informações aos meus clientes: o magistrado ou o tribunal omisso – ou seria, dolosamente omisso?”.

DO BLOG: O Juiz da 5ª Vara Cível de Natal é o Dr. Lamarck Araújo. No meio da advocacia é numa boca só que a inoperância da 5º vara.

Vejam o grave teor da carta do advogado Pablo Pinto:

Pedido de Socorro dos Atolados na 5ª Vara Cível de Natal

A advocacia não é profissão para covardes, o confronto permanente de teses em defesa de direitos coloca diariamente o advogado na linha de fogo, quase sempre, com a exposição pessoal.

A exposição pessoal do advogado acaba sendo o preço que se deve pagar pelo zelo profissional e pela responsabilidade confiada, pois muitas vezes a ciência jurídica se afasta do processo e outras tantas vezes a injustiça combatida vem de quem deveria garantir a Justiça.

Recursos processuais não são suficientes, a aristocracia judicial blindou-se contra a responsabilização, especialmente contra a morosidade e a falta de isonomia.

Há anos venho desgastando meu relacionamento com clientes para explicar a inoperância da 5ª Vara Cível da Comarca de Natal. Conversas com o magistrado e ouvidorias nada resolveram.

Explicar em uma sala de aula o quão democrático e justo é a distribuição por sorteio é fácil, dá até para falar em distribuição equitativa do ônus, mas tente os mesmos argumentos para a parte interessada no resultado do processo pendente de movimentação na precitada Vara.

Seria muita incoerência afirmar que não existem beneficiados, é claro que existem, e são aqueles a quem não interessa o resultado do processo, ou seja, aqueles a quem o direito condena.

São anos para uma decisão, movimentação, um simples ato ordinatório ou uma diligência da secretaria.

A delongada espera macula o direito de acesso ao Judiciário, que se esvanece a cada dia que excede a determinação constitucional da razoável duração do processo insculpida no Art. 5º, LXXVIII: “a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.”.

Resta igualmente fulminado o Art. 4º do Código de Processo Civil: “As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa.”

A Ouvidoria efetivamente nada faz, apenas colhe do magistrado a resposta que lhe convém, sem qualquer apreciação ou adoção de providência, parecendo que o Tribunal não toma conhecimento.

O texto padrão para respostas das ouvidorias, cujo teor transcrevo por deferência ao contraditório, é:

Inicialmente, convém ressaltar que o PJE organiza os processos em caixas, conforme a prioridade e sequência cronológica de chegada, de modo que os mesmos sejam cumpridos segundo esta ordem. Se há atos pendentes de expedição, certamente há processos na mesma situação com movimentação mais antiga.

Lembramos ainda que o Juízo da 5ª Vara Cível possui acervo de cerca de 5.000 (cinco mil) processos, desproporcional ao número de servidores, pois conta a Secretaria com um número deficitário de funcionários, ocasionando enormes prejuízos ao funcionamento do Juízo, diante da carência de pessoal para executar até mesmo tarefas mais urgentes e essenciais ao funcionamento da Vara. É impossível, portanto, com este reduzido quadro de pessoal, manter a celeridade processual no nível desejado.

Diante de tal quadro, a culpa pela morosidade processual não deve ser atribuída ao Magistrado nem aos funcionários que exercem suas funções nesta Vara, que estão empenhados em desenvolver o seu trabalho pautados nos princípios da eficiência e da celeridade. A morosidade se deve à total desproporção entre o volume de trabalho e o número de servidores para executá-lo, problema já levado ao conhecimento do Tribunal de Justiça. Assim, apesar de todos os esforços do Magistrado e dos serventuários que aqui atuam, a grande quantidade de processos impede que alcancemos a celeridade idealizada para a prestação jurisdicional, gerando insatisfação e reclamação, com se deu no caso em comento.

Esclareço ainda que, em conformidade com o novo Código de Processo Civil, em vigor desde 18/03/2016, as movimentações processuais neste Juízo da 5ª Vara Cível seguem a ordem cronológica, excetuando-se as preferências legais e os atos urgentes, assim reconhecidos pelo juiz no pronunciamento judicial a ser efetivado. Para tanto, foi expedida por este Juízo a Portaria nº 02/2017-GJ5VC, que disciplina o cumprimento dos processos em consonância com o novo CPC.

Em conversa pessoal com o magistrado para tentar, em vão, impulsionar o feito, nada mais faz do que lamuriar os referidos déficits e culpar a distribuição de recursos humanos feita pelo tribunal, invocando sofrer algum tipo de preterição, represália ou perseguição.

A impressão que transparece do comportamento pessoal do magistrado, é de que está precisando de tratamento para se recuperar, e é perceptível que ele está desestabilizado.

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Rio Grande do Norte, com Nota de Apoio do Conselho Federal da instituição, cobrou do Tribunal de Justiça a Intervenção no órgão jurisdicional em junho de 2016, de lá para cá não existiu qualquer melhora na prestação de serviços ao jurisdicionado.

Até quando os jurisdicionados usuários da 5ª Vara Cível da Comarca de Natal serão penalizados com a obstaculização do acesso à Justiça?

Afinal, a quem eu posso culpar quando prestar informações aos meus clientes: o magistrado ou o tribunal omisso – ou seria, dolosamente omisso?

As afirmações prestadas pelo juiz Lamarck nas conversas acerca da distribuição de recursos humanos na primeira instância são acusações sérias e o tribunal se mostra letárgico, mesmo depois de instado por um número incontável de ouvidorias, não sei se chegou a haver representações (pelo caráter sigiloso do procedimento), mas haverá a minha logo em seguida à publicação deste artigo.

O Tribunal não poder alegar desconhecimento, as ouvidorias, com certeza, chamam atenção e foram respondidas, pois a Vara é melhor em responder ouvidorias que movimentar os processos. Ademais a OAB pediu a intervenção face à gravidade… será que o Tribunal não ter resolvido, pelo menos equiparado a quantidade de servidores ou respondido as afirmações do juiz não configura estar o magistrado certo e o tribunal possui Varas privilegiadas e Varas “perseguidas”?

O fato é que a inoperância da Quinta Vara põe em xeque a utilidade das garantias dos magistrados e a capacidade do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte gerir a estrutura.

O Conselho Nacional de Justiça editou a publicação Justiça em Números 2017, tendo como base as informações referentes ao ano de 2016, no qual consta às fls. 72 que temos a menor produtividade dos magistrados (962) dentre os tribunais de pequeno porte e o segundo pior do Brasil, sendo a média nacional 1.773. Extrai-se ainda, às fls. 92, que a carga de trabalho média do magistrado potiguar é de 4.179 e 8.143 a nacional.

Apanhado os números iniciais tenho, por honestidade, que analisar a produtividade do magistrado a quem dirijo estas linhas. A produtividade disponibilizada pelo TJRN está atualizada até junho de 2017, constando 4902 processos em tramitação, valor que corresponde a 117,3% da carga médias dos magistrados potiguares em 2016, e 60,2% da média nacional.

Registro ainda que analisando a produtividade do magistrado fiquei deveras surpreso, pois a produtividade lançada supera em muito a experiência que temos, inclusive, supera a de varas e magistrados extremamente elogiados pelos jurisdicionados em geral, principalmente pelos advogados, o que me leva a duvidar do sistema utilizado pela corregedoria.

Conversei com dezenas de advogados, cheguei a participar de reuniões para discutir o que a sociedade pode fazer nesses casos e todos, sem exceção, ficaram desconfortáveis com a apresentação desses números, pois não é a experiência de nenhum colega.

O certo é que o Tribunal precisa se posicionar, o magistrado informa a todos os advogados e responde ao tribunal formalmente através das ouvidorias, qual a resposta do Tribunal para o problema?

Chamo à colação alguns números da última correição citados pela OAB no pedido de intervenção: ““600 mandados; 670 contestações; 120 cartas devolvidas pelos correios; 630 Avisos de Recebimento – AR’s; 350 ofícios; e, aproximadamente, 4.000 petições.” Um total de 6.370 expedientes que deixaram de produzir efeitos processuais, sem contar a infinidade de decisões e despachos aguardando publicação, alguns há mais de 2 anos.

O tal apoio jurisdicional prestado nada resolveu, as reclamações dentre os advogados continuam crescentes e cada vez as paralisações descritas são maiores.

Os advogados são os principais usuários do Judiciário, representando a sociedade em face do Estado, por conseguinte, as queixas não devem ser desconsideradas pelo corporativismo ou inação da administração judicial.

O prejuízo atinge principalmente as pessoas naturais e jurídicas que tiveram o azar de serem punidas com a distribuição por sorteio.

Encerro com a frase do ilustre mestre Rui Barbosa em sua Oração aos Moços: “Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta. Porque a dilação ilegal nas mãos do julgador contraria o direito escrito das partes e, assim, as lesa no patrimônio, honra e liberdade. Os juízes tardinheiros são culpados, que a lassidão comum vai tolerando. Mas sua culpa tresdobra com a terrível agravante de que o lesado não tem meio de reagir contra o delinqüente poderoso, em cujas mãos jaz a sorte do litígio pendente.”

Pablo de Medeiros Pinto, advogado  

Opinião dos leitores

  1. Meu amigo, o Judiciário só é ligeiro para:
    1- Voltar para Natal na quinta-feira;
    2- Receber auxílios francamente imorais, e;
    3- Decidir pelo recebimento retroativo de auxílios francamente imorais.
    E mais uma coisa: se Juiz recebe auxílio moradia porque na comarca dele não tem imóvel funcional por que então não se fiscaliza se ele mora na Comarca como manda a LOMAN? (pergunta que rola no Zap, cuja resposta ninguém sabe dar). Se ele recebe mas mora na capital, tá recebendo ilegalmente, ou não?

  2. O Juiz também é vítima!Com mais de 4500 processos para julgar, o que pode fazer uma única pessoa???Os verdadeiros culpados estão na penumbra e indiferentes a tudo já que o problema é muito antigo. De quebra deixam os mais modernos na linha de tiro para se escorraçado pela população!

  3. Parabéns pela coragem!
    Vamos denunciar os promotores e juízes que só aparecem terça, quarta e quinta.
    Bando de cara de pau, só pensam em regalias

  4. Os falsos moralistas sisudos que só pensam em dinheiro, mas trabalho que é bom nada…
    Vamos apoiar a PEC para acabar essas regalias de férias de 60dias e respeito ao teto, chega de imoralidade desses cara de pau

  5. Isso é só um respingo da imagem do judiciário perante a sociedade, voltada pra encher os bolsos mas totalmente inoperante.
    Férias 60dias, licenças prêmio 90 dias, folgas e cursos fora do Estado, por meses, até mesmo no exterior e pago pela população contribuem para a morosidade, é muita folga e pouca dedicação, mas AUXÍLIO MORADIA tá em dia!

  6. precisamos acionar com urgência o CNJ, tenho um Alvará para ser confeccionado no juizado da segunda vara da fazendas pública, já faz três meses!!!

  7. Vocês, reclamantes, são uns apressadinhos natos, e nem levam em consideração que a classe de juízes, tê, toda razão do mundo em demorar a analisar os processos que são a eles atribuídos, pois a classe é espoliada, maltratada, ganha pouco, não tem nenhuma ajuda, trabalham em salas insalubres, quentes ou geladas, dependendo do tempo, sem ajuda pra moradia, sem receber diarias, sem auxilio alimentação. andando de ônibus, e recebem um salário irrisório que não mal consegue dar para viver. Tenham dó senhores reclamantes.

  8. Prezado, representei na CORREGEDORIA acerca de um absurdo ocorrido numa vara cível de uma comarca bemmmmmm pertinho de Natal. Pedi à vara exatamente a lista IMPRESSA (lógico que impressa, até mesmo para poder analisá-la) de processos pendentes. A vara não forneceu!!!!!!!!!!! A juíza RECONHECEU O ERRO, até porque era flagrante e absurda a negativa (se não reconhecesse seu erro, seria como dizer que não há defunto com um "presunto" a seus pés). Reconheceu o erro, mas se manteve sem fornecer a lista!!!!! Sabe o que a DOUTA CORREGEDORIA fez? Arquivou a representação sem, sequer, determinar o fornecimento da lista!!!! Isso mesmo!!!! Alegou, repetindo A FALA DA PRÓPRIA VARA ACUSADA que esta teria "mostrado a lista numa tela de computador" (se quiserem podem rir). A DOUTA CORREGEDORIA nem se deu ao trabalho de averiguar se a fala da vara era verdade (é o mesmo que ouvir o ladrão e absolvê-lo de plano só porque este alega que não furtou – podem rir). Foi isso que a DOUTA CORREGEDORIA FEZ e disse que EUZINHO não tive prejuízo (ou seja, NÃO tive a lista requerida, mas segundo a DOUTA CORREGEDORIA, mesmo sem o objeto requerido, eu não tive prejuízo. Mas como assim????!!!). Senhores da OAB, para quem recorrer nesses casos? para o CNJ? tiramos da CORREGEDORIA formada pelos "pares" daqueles titulares das varas, e submetemos ao CNJ que também é formado por seus "pares"? Meu processo já estava de molho e continua de molho (talvez agora mais que antes, kkkk). Se depois desse comentário eu sentir que meu processo parou de vez, terei de marcar uma reunião nessa OAB.

  9. Muito oportuno esse desabafo/denúncia feita pelo advogado Pablo Pinto, que demonstrou muita coragem. Entendo seu desespero, que não é privilégio só seu. Eu tenho um "problema" na 1º Vara Cível que chega a ser cômico, para não dizer trágico : numa execução para cumprimento de sentença, a parte executada depositou o valor cobrado em agosto/16, encerrando a ação, fiz o pedido de levantamento no mês seguinte e ATÉ HOJE O JUIZ NÃO DESPACHOU A PETIÇÃO DE LIBERAÇÃO, sob a simples alegação de que o processo se encontrava na famosa fila. De nada adiantou os vários pedidos pessoais e petições para a desejada liberação do valor. O pior é que se for para a Corregedoria de nada vai adiantar. Muito pelo contrário. Estão aí os exemplos. Qto a falta de funcionários nas varas cíveis é outra demonstração de incompetência injustificável, tendo em vista a GRANDE quantidade de dinheiro que é arrecadado (compulsoriamente) e controlado pelo próprio Tribunal de Justiça no tal Fundo de Desenvolvimento da Justiça – FDJ (que é claramente inconstitucional), advindo de forma automática de todos os atos praticados pelos Ofícios de Notas do Estado sobre todo tipo de escrituras públicas, reconhecimentos de firmas, autenticações, registros, averbações, etc, há vários anos. Existe milhões de reais depositados, quantia que aumenta diariamente. Se pelo menos uma pequena parte desse dinheiro também fosse revertido para o aparelhamento das secretarias cíveis, inclusive com contratação de pessoal qualificado, já resolveria muita coisa de atraso nos procedimentos processuais, e deixaria alguns juízes de "saia curta", pois não teriam mais essa desculpa.

  10. Se fossem apenas as varas. Processo de um conhecido foi distribuído a uma desembargadora em 2013. Em 2014, após alguns andamentos, foi concluso ao gabinete. Apenas em 21017 foi julgado. A desembargadora deu voto pela incompetência da Justiça Estadual e remeteu para a Federal. Sem falar que esse processo rola desde 2009.
    As varas do interior funcionam a base de estagiários e servidores cedidos (sem capacidade técnica). Ai, sobrecarregam os juízes, pois, todos os meses são ajuizadas várias ações.

  11. Tenho um processo nessa vara concluso pra sentença (só aguardando a decisão do juiz) há exatos quatro anos.

  12. Tenho um processo que apenas aguarda a assinatura do juiz faz mais de 4 meses, apenas aguardando a canetada dele. Detalhe é no juizado especial, que deveria ser mais "célere" e o processo já faz uns 3 anos !

  13. Não é só lá não, já é uma coisa quase generalizada! Uma vez lá no complexo judiciário em Potilândia me informaram uma sala errada três vezes, quase perdi a audiência. O estagiário que me atendeu me informou o lugar errado, logo em seguida mais duas pessoas que eram funcionários, um deles me levou até a sala, pasmem! Sala errada! Se não fosse meu Advogado, que já sabe que isso é corriqueiro lá, eu estaria rodando até hoje. O tribunal não faz concursos a muito tempo, os estagiários ganham uma bolsa e os funcionários cedidos umas gratificações. Nós sabemos que estágios são para aprender e não para trabalhar no lugar dos funcionários. Isso não é economia, que o TJ se orgulha tanto em dizer que faz! Isso é atraso nos processos! Incompetência!

  14. O judiciário economiza contratando estagiários e funcionários municipais ou estaduais cedidos, que não possuem qualificação na àre. Isso não é economia às custas de tanta incompetência.

  15. Já vi processo da 5ªvara cível ter sentença prolatada que demorou 1 ano e 1 mês para ser enviada para publicação no Diário!!!!!

    Além da situação da 5º vara cível, deveriam também verificar a 2ª Vara Cível, onde os processos nunca andam e quando andam, andam errados porque os servidores não se dão nem ao trabalho de ler os autos e o juiz parece ter a mesma atenção e dedicação…ou seja, zero

  16. Sabe a diferença de um juiz para Deus ??? É que Deus não se acha juiz ….já esses nobres ?
    50% dessa culpa é a própria OAB ,aonde os presidentes só pensa na vaga para desembargador do quinto constitucional,a única ,digo ; ÚNICA PROFISSÃO NO BRASIL que tem 2 meses de férias + férias forense são os magistrados,cadê a OAB que coloca a boca no trombone???

  17. Meu caro colega esse é o sentimento de todos! E a sociedade vai pagando a fatura. Até quando?

  18. Na verdade, ao que vemos nos corredores, todas as varas cíveis estão sem estrutura. Não existe servidores em número suficiente para atender a demanda. Se existem varas criminais com 9 ou 10 servidores para atender 400 processos, existem cíveis com 5 servidores para 4000 processos. O Tribunal não faz remanejamento de servidores porque esses não querem. Assim, não há juiz que dê conta. São distribuídos mais de 100 processos novos por mês nas cíveis, o que só aumenta o número e não tem quem dê conta. É distribuir, treinar e punir servidor que não trabalhar. Além do que, o Tribunal deveria impor a carga de dois expedientes para os servidores. Pela tarde, nas secretarias, só ficam os juízes, praticamente. Na justiça federal, por vara, são quase 20 servidores. Como pode se culpar a 5. vara? Não depende do juiz apenas.

  19. Estamos aguardando as alegações que estão submetidos a trabalho escravo. E que somente com um incremento de 100% nos vencimentos (da mesma forma que a desembargadora Luislinda) eles passarão a produzir melhor.
    Sugestão: implantar um sistema digital de avaliação de desempenho/atendimento nos mesmos moldes da UBER.

  20. Férias a mais, licenças prêmio, folgas e cursos fora do Estado, por meses, até mesmo no exterior e pago pela população são também contados para a morosidade?

  21. BG
    Um judiciário CARÍSSIMO e cheios de previlegios para retorno ZERO para sociedade Brasileira. Até quando iremos TOLERAR isso???????>

  22. Ah se fosse só essa. Inclua nesse rol a 7a. Vara tb. Aguardo decisão de um processo só faz 12 (DOZE) ANOS. Agora em maio/2018 completará 13 (TREZE) e nada de solução definitiva. Todos os dias vejo o site e não sei como desde 06/2016 está na mesa do juiz aguardando…… Fazer o que?

  23. E dá-lhe feriado pra o judiciário. A aristocracia do século 21 (leia-se: no Brasil). Países de primeiro mundo não tem disso.

    1. Falou tudo, compartilho do seu comentário!
      Verdadeira nova aristocracia!

  24. Sei muito bem o que é isso nobre colega, e o pior que isso não só privilégio da 5a Vara não. Ouvidoria é balela.

  25. A justiça é assim: um sempre defendendo o outro "intra muros" nada de providências! O cidadão que necessita dela que se fôda. Mas garanto que as duas férias anuais, os recessos do judiciário, o auxílio moradia o juiz deve estar recebendo.

    1. Se fosse só está vara, mas são em todas processos se arrastam por anos esperando uma decisão ou melhor uma dádiva dos deuses dos tribunais!!!

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Política

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro acusa base de Lula de barrar CPI do Banco Master

Imagens: Reprodução/Flávio Bolsonaro

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender a abertura de uma CPI para investigar o Banco Master. Em vídeo nas redes sociais, ele afirmou que haveria resistência de parlamentares ligados à base do governo do presidente Lula (PT) para apoiar o pedido de investigação.

Segundo Flávio, a ausência de assinaturas de integrantes da base governista chamaria atenção no processo de articulação da CPI no Congresso Nacional. “O PT foi contra a CPI do Master. Misteriosamente, a base de Lula se recusou a assinar o pedido de investigação”.

Em outro trecho do vídeo, ele criticou a resistência dos petistas à uma possível CPI. “A oposição apoiou. Eu assinei. Já os ‘companheiros’ preferiram ficar de fora. Por quê? Medo do que pode aparecer?”. Flávio finalizou: “Sem blindagem. Sem acordão. CPI do Master, já!”.

A instalação de CPIs depende de apoio mínimo de parlamentares e decisão das mesas diretoras da Câmara e do Senado, que ainda não se manifestaram sobre a abertura da comissão.

 

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Política

Governo muda regra e libera entrada de chineses sem visto no Brasil por até 30 dias

Foto: Reprodução

O governo federal anunciou a retirada da exigência de visto para turistas chineses que desejam entrar no Brasil por até 30 dias. A medida foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). A decisão foi anunciada durante o 10º Salão de Turismo, em Fortaleza (CE), com foco no estímulo ao turismo e às relações comerciais entre Brasil e China.

A nova regra passa a valer a partir de 11 de maio de 2026 e segue o princípio da reciprocidade, já que a China também retirou a exigência de visto para brasileiros em 2025. A dispensa contempla viagens de curta duração para atividades turísticas, culturais, esportivas e visitas familiares, com validade até dezembro de 2026.

Segundo o Ministério do Turismo, a medida é estratégica para ampliar a presença do Brasil no mercado asiático. O fluxo de turistas chineses no país já apresentou crescimento superior a 30% no último ano, reforçando o potencial econômico da decisão.

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Polícia

[VÍDEO] OPERAÇÃO FAKE DRIVER: Polícia Civil prende suspeito de roubos a turistas em Natal

Imagens: Divulgação/Polícia Civil

Um suspeito investigado por roubos contra turistas em Natal foi preso na noite desta quinta-feira (7) durante a Operação Fake Driver, deflagrada pela Polícia Civil nas Rocas, Zona Leste da capital. A ação cumpriu mandados expedidos pela 8ª Vara Criminal de Natal e mira um grupo suspeito de atuar na orla das praias do Meio e do Forte.

Conforme as investigações, dois homens armados abordaram uma família de turistas de São Paulo e Roraima na Praia do Meio, em 26 de fevereiro de 2026, e roubaram celulares, joias de ouro e objetos pessoais.

O grupo usava atividades ligadas a aplicativos de transporte e entrega como forma de disfarce para facilitar a prática dos roubos. Um dos suspeitos presos usava motocicleta nas ações criminosas e se apresentava como entregador por aplicativo, além de atuar em uma lanchonete familiar.

Outro investigado também se passava por motorista de aplicativo para monitorar locais, identificar vítimas e repassar informações aos demais envolvidos. Conforme a Polícia Civil, ele ajudava na ocultação dos objetos roubados.

O preso já possui antecedentes criminais por tráfico de drogas e roubo e respondia em regime aberto. O nome da operação, “Fake Driver”, faz referência ao modo de atuação do grupo, que usava a fachada de motoristas e entregadores por aplicativo para cometer crimes na orla de Natal.

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Política

BASTIDORES: Lula e Trump se reuniram a portas fechadas para evitar controle de narrativa

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniram nesta quinta-feira (7) em Washington em um encontro que ocorreu a portas fechadas após solicitação da comitiva brasileira. A reunião teve duração aproximada de três horas e, ao contrário do previsto inicialmente, não foi transmitida ao vivo para o público ou imprensa.

Segundo integrantes da comitiva brasileira, a decisão foi para preservar a condução das conversas e evitar exposição de falas fora de contexto. A avaliação é de que encontros televisionados podem permitir maior controle de narrativa por parte de líderes com forte presença midiática, como é o caso de Trump.

Após o encontro, Lula afirmou que a reunião foi positiva e destacou a importância da relação entre Brasil e Estados Unidos, classificando o diálogo como um “passo importante” entre as duas maiores democracias do continente.

Trump também comentou o encontro em suas redes sociais, afirmando que a conversa foi “boa” e que novos encontros entre representantes dos dois países deverão ocorrer nos próximos meses.

A reunião deve abrir espaço para novas rodadas de negociação entre equipes técnicas dos dois governos.

Opinião dos leitores

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Polícia

PF desmantela esquema que levou brasileiros ilegalmente aos EUA e movimentou R$ 45 milhões

Foto: Reprodução

A Polícia Federal prendeu uma mulher suspeita de integrar um esquema de migração ilegal para os Estados Unidos que teria movimentado milhões de reais e envolvido centenas de vítimas. A Operação Travessia, que apura a atuação de grupos especializados em facilitar a entrada irregular de brasileiros nos Estados Unidos, foi deflagrada em Goiás.

Segundo a PF, o esquema teria movimentado cerca de R$ 45 milhões apenas em um dos núcleos investigados, utilizando empresas de fachada para ocultar a origem dos recursos.

As investigações apontam que ao menos 477 brasileiros conseguiram entrar ilegalmente nos EUA com apoio das organizações, mas o número de vítimas pode ultrapassar 600.

A operação também cumpriu outros mandados de prisão e busca e apreensão em diferentes estados, além de incluir suspeitos na lista da Interpol. A Polícia Federal afirma que os grupos atuavam de forma estruturada, organizando toda a logística da viagem até a travessia irregular da fronteira.

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Política

“Diagnóstico do Tesouro Nacional e quebra de confiança foram decisivos para não assumir Governo do RN”, afirma Walter Alves

Foto: Divulgação

O presidente do MDB no RN, Walter Alves, afirmou no início da noite desta quinta-feira (7) que o diagnóstico financeiro feito pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, foi decisivo para ele não assumir o Governo do RN, substituindo a governadora Fátima Bezerra (PT).

Os dados, repassados pelos próprios executivos estaduais, mostram o RN na segunda pior situação financeira do Brasil: o Estado fechou 2025 com R$ 3 bilhões em dívidas, sem ter esse dinheiro para pagá-las.

O Tesouro Nacional apontou ainda que o RN não cumpre o limite de gastos com pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O governo estadual gastou 56,41% da receita corrente líquida (RCL) com folha de pagamento, ultrapassando o limite máximo no Poder Executivo estadual, que é de 49%.

“O RN virou de 2025 para 2026 com R$ 3 bilhões em dívidas. São dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional”, afirmou, em entrevista à 96 FM. ‘É narrativa sua Walter? Narrativa minha, não. Do Tesouro Nacional. Pode ‘dar um Google’. Se eu assumisse, iam jogar tudo no meu colo. Mas eu, com minha equipe, detectamos isso”, acrescentou.

Quebra de confiança

O vice governador explicou que, durante as tratativas para possível transição do Executivo, sentiu que houve uma quebra de confiança por parte do PT. Isso aconteceu quando, em uma das reuniões, ele questionou sobre o dinheiro para pagar a dívida dos consignados.

“Eu tinha uma informação que a dívida era de mais de R$ 360 milhões, como de fato é. E na época minimizaram. Aí eu vi que não estava existindo confiança. Quebrou a confiança. E numa relação como essa é preciso ter confiança”, contou.

E acrescentou: “Então, eu não vou arriscar a história de meu pai (Garibaldi Alves Filho), a minha história, a minha ficha limpa — não tenho processo — e não vou ser conivente com a situação que aí está”.

“Se eu assumisse, seria conivente”, afirmou

Ele lembrou que o RN é também o pior estado do Brasil com relação aos limites estabelecidos pela LRF. “É o único do Brasil em 56%”, explicou, acrescentando que o limite legal é 49% com gastos de pessoal.

“Se eu assumisse, seria conivente. E o cidadão ia dizer: ‘você assumiu porque quis’. Então eu troquei a foto de governador para recomeçar minha vida pública. Agora, eu não ia pegar uma dívida de R$ 3 bilhões. Os sindicatos iam dizer: “Você é o governador, dá seus pulos”, esclareceu.

O presidente do MDB explicou que além dos estudos que pediu para fazerem também viu outras análises de entidades como a Fecomércio e da Fiern e os números batiam. Em Brasília, apresentou os dados à presidência do MDB nacional e recebeu o apoio à sua decisão de não assumir.

Walter defendeu que, a partir de agora, o foco é tentar resolver essa situação e aproveitar as oportunidades que o RN possui. E, caso assumisse, teria apenas oito meses, enquanto que o próximo governador terá pelo menos quatro anos. “O próximo governador vai precisar ter coragem para reorganizar o estado do RN”‘, apontou.

Eleições 2026

Com relação às eleições, na qual pretende disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, Walter disse que a nominata do MDB está consolidada e apresenta grandes chances de fazer até três deputados estaduais. “O MDB tem essa força toda e é por isso que eu estou muito confiante”, assegurou.

Walter informou ainda que após oficializar sua decisão tentaram tirar dele a presidência do partido no RN, mas não conseguiram. E que atualmente tentam sabotar a nominata que ele trabalha para o partido. “Guerra é guerra. Mas o MDB é muito forte”, asseverou.

Opinião dos leitores

  1. Ele ajudou a chegar nessa situação. Defendia com unhas e dentes este governo. Isso é um cínico !

  2. Como o Estado tá em dificuldades, a governadora está viajando o estado todo entregando recursos as prefeituras ,agora e diariamente.

  3. Estáva hoje no governo do estado, apoiando a família na eleição de outubro, foi na onda de gente que tinha interesse que Fátima não saísse candidata,agora está vendo o primo Carlos Eduardo sofrendo perseguição dentro do próprio sistema, vai para uma eleição de deputado estadual de igual com os outros, na minha opinião e difícil para todos.

    1. Adivinha quem vai pagar a conta… Já se fala nos bastidores em aumento de ICMS mais uma vez… Uma dica, não são os políticos nem a casta do judiciário, adivinhou?

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Política

[VÍDEO] Após caso de violência sexual em SP, Nikolas pressiona Senado por redução da maioridade penal

Imagens: Reprodução/Nikolas Ferreira

Após a repercussão de um caso de violência sexual registrado em São Paulo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a defender a redução da maioridade penal no Brasil. Ele pressionou o Senado para avançar na análise da PEC 32/2019, que trata do tema.

A proposta, de autoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), prevê a possibilidade de responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 14 anos em casos específicos, como crimes considerados graves.

Nikolas afirmou que crimes de maior gravidade, como homicídio e violência sexual, devem receber punições mais rigorosas, independentemente da idade do autor.

A manifestação ocorreu em meio à repercussão do caso registrado em São Paulo, que voltou a mobilizar discussões sobre endurecimento da legislação penal e responsabilização de adolescentes no sistema de justiça.

A PEC 32/2019 propõe alteração na Constituição Federal para permitir que jovens a partir de 14 anos possam responder criminalmente como adultos em situações específicas previstas na legislação.

Atualmente, o ordenamento jurídico brasileiro estabelece a maioridade penal aos 18 anos, sendo os menores de idade submetidos ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A discussão sobre a redução da maioridade penal é recorrente no Congresso Nacional e divide parlamentares, juristas e entidades da sociedade civil.

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Política

“Genocida”: STF arquiva ação de Bolsonaro contra Lula após parecer da PGR

Foto: Reprodução

O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, determinou o arquivamento de uma ação movida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro contra o presidente Lula (PT) e a deputada federal Gleisi Hoffmann. O caso envolvia declarações feitas durante a campanha eleitoral de 2022, incluindo o uso do termo “genocida”. A decisão seguiu parecer da PGR, que não identificou elementos para prosseguimento da ação penal.

De acordo com a decisão assinada nesta quinta-feira (7), Kassio acolheu integralmente o entendimento da PGR, que afirmou que as declarações ocorreram no contexto de disputa eleitoral e não configuram crime contra a honra.

O processo foi aberto após Bolsonaro alegar que Lula e Gleisi o teriam associado a termos como “genocida”, além de outras expressões utilizadas em discursos políticos durante o período eleitoral.

A PGR destacou ainda que o termo “genocida”, segundo o entendimento apresentado no parecer, foi usado como crítica política relacionada à condução do governo federal durante a pandemia da Covid-19.

Em relação à Hoffmann, o órgão também apontou que suas manifestações estariam abrangidas pela imunidade parlamentar, prevista na Constituição. Na decisão, o ministro registrou que não houve apresentação de queixa-crime pelo próprio ex-presidente no processo, o que também contribuiu para o arquivamento.

“Por consequência, há que ser determinado o arquivamento da presente petição, em virtude da manifestação de arquivamento formulada pela Procuradoria-Geral da República e da ausência de queixa-crime apresentada pelo ofendido”, escreveu o ministro.

Opinião dos leitores

  1. Esse ministros será o presidente do TSE nas próximas eleições, o Brasil não terá jeito com essa gente no comando

  2. O que é mais podre na atual conjuntura política no Brasil, é que pixar um objeto com os termos, “perdeu mané”, se perdeu mais criminosamente e proporcionalmente hediondo, do que o termo ao qual foi acusado, o maior criminoso da humanidade. E a maioria da população não se dá conta, de que pode brigar, xingar e perder amizades, por causas desses sujeitos excusos. A tarefa, a luta, ou o principal objetivo, não é tornar o país um lugar desenvolvido e justo pra se viver, e sim, uma busca desenfreada pela sede de poder, custe o que custar. A finalidade principal não é mostrar a população as metas a serem atingidas, pra tornar o país mais educado, seguro e saudável, mas, trocarem farpas entre si. O combate à corrupção tornou-se obsoleto diante da ânsia eo poder a qualquer custo. Eu pergunto a você, cidadão e eleitor: vale mesmo a pena tanto desgaste pessoal, de “queimar” literalmente o seu voto, de perder amizades, de se estressar e até atentar contra a vida do seu semelhante, por pessoas que sequer lhe conhece e não dão a mínima pra coletividade, de ummodo geral? Pense nisso!

  3. Interessante. Um pode chamar de genocida mas o outro não pode chamar de ladrão. Gostaria de saber qual crime é mais grave???

    1. Exatamente o que citei em outras palavras, no meu comentário acima.

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Política

CRISE: partido de Ciro Nogueira reage após operação da PF que mira senador

Foto: Reprodução

O Progressistas (PP) divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira (7) após a deflagração da 5ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que teve como alvo o presidente da sigla, o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

A investigação apura suspeitas de ligação entre o parlamentar e o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, envolvendo suposto favorecimento político e concessão de vantagens econômicas em troca de atuação no Congresso Nacional.

Segundo a PF, uma emenda apresentada por Ciro Nogueira à PEC 65 de 2023, que tratava da ampliação da cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), teria reproduzido integralmente uma proposta elaborada pelo banco investigado.

Em mensagens analisadas pela investigação, o empresário Daniel Vorcaro afirma que a proposta “saiu exatamente como mandei”, o que levantou suspeitas sobre a origem do texto e sua influência no processo legislativo.

A PF também aponta que integrantes do banco avaliavam internamente que a mudança poderia ampliar significativamente os negócios da instituição e gerar impacto relevante no mercado financeiro.

Foto: Divulgação

O que diz o partido e a defesa

Em nota, o PP afirmou confiar nas instituições e defendeu que os fatos sejam “devidamente esclarecidos, com observância ao devido processo legal”.

A defesa de Ciro Nogueira negou qualquer irregularidade, afirmou que o senador não participou de atividades ilícitas e disse que as acusações se baseiam em “mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros”.

Os advogados também criticaram as medidas cautelares adotadas no caso e afirmaram que irão prestar todos os esclarecimentos à Justiça.

Opinião dos leitores

  1. Isso foi “perseguição” do indicado ao STF por Bolsonaro contra o que Flávio queria como vice! Kkkkkkk. Só muito gado pra acreditar nisso…

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Política

CPI do Master: senador pede suspeição de Nunes Marques por ligação com Ciro Nogueira

Foto: Reprodução

O senador Alessandro Vieira (MDB-AL) apresentou nesta quinta-feira (7) um pedido de suspeição para que o ministro do STF, Kassio Nunes Marques, seja retirado da relatoria do processo que trata da instalação da CPI do Banco Master.

A solicitação foi feita sob a justificativa de que haveria uma relação próxima entre o ministro e o senador Ciro Nogueira (PP), que é citado em investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

Ciro Nogueira foi alvo de uma nova fase da operação deflagrada pela Polícia Federal, que apura supostos crimes relacionados ao Banco Master e ao empresário Daniel Vorcaro.

Segundo as investigações, o senador seria apontado como destinatário de vantagens indevidas e teria atuado em defesa de interesses ligados ao banco durante o exercício do mandato parlamentar.

Alessandro afirma que a relação entre Nunes Marques e Ciro Nogueira seria “notória” e suficiente para comprometer a imparcialidade na análise do pedido de instalação da CPI. O pedido foi protocolado em conjunto com o senador Eduardo Girão (Novo-CE).

“Considerando a relação íntima e notória entre o ministro Kassio e o senador Ciro Nogueira, que hoje passou a ser oficialmente alvo das investigações referentes ao caso Master, estou apresentando juntamente com o senador Girão pedido de suspeição”, afirmou Vieira em publicação nas redes sociais.

O pedido agora será analisado pelo STF.

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